CoronaVirus, panico justificado...?
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Boas,
O que se está a passar é mais um episódio de esperar para ver.
Porque só tomar medidas quando se chega a dez mil casos diários.
Então, em Novembro, após o dia de todos os santos, não se viu logo que era para tomar medidas, quando se saltou para os 7 mil casos???????
Não era óbvio que ia dar barraca, quando em 1 de Setembro havia 231 casos e a 1 de Outubro havia 854 casos ???????
Não era óbvio que era preciso controlo médico nas viagens internacionais logo nessa altura e confinamento de novos casos no país em unidades hoteleiras preparadas para o efeito?????
Isto acabava com o vírus? Não. Mas a ideia era ter uma base de contágio o mais baixa possível no Inverno. Podíamos estar agora em dois ou três mil e não com dez mil. Fazia toda a diferença, até no quadro de medidas restritivas.
Agora querem 15 dias para "achatar a curva". Lá andamos no mesmo.
Eu esperava, patrioticamente, uma comunicação ao país, conjunta, com os líderes políticos do Governo e da oposição a apelar às pessoas para que tomem uma atitude social como se tivessem todos contagiados. Assim, os que têm o vírus e não sentem nada, não sabem, também podem ajudar a travar os contágios.
É possível, mas não com estas desorientações e hesitações.
Abraço
dj
O que se está a passar é mais um episódio de esperar para ver.
Porque só tomar medidas quando se chega a dez mil casos diários.
Então, em Novembro, após o dia de todos os santos, não se viu logo que era para tomar medidas, quando se saltou para os 7 mil casos???????
Não era óbvio que ia dar barraca, quando em 1 de Setembro havia 231 casos e a 1 de Outubro havia 854 casos ???????
Não era óbvio que era preciso controlo médico nas viagens internacionais logo nessa altura e confinamento de novos casos no país em unidades hoteleiras preparadas para o efeito?????
Isto acabava com o vírus? Não. Mas a ideia era ter uma base de contágio o mais baixa possível no Inverno. Podíamos estar agora em dois ou três mil e não com dez mil. Fazia toda a diferença, até no quadro de medidas restritivas.
Agora querem 15 dias para "achatar a curva". Lá andamos no mesmo.
Eu esperava, patrioticamente, uma comunicação ao país, conjunta, com os líderes políticos do Governo e da oposição a apelar às pessoas para que tomem uma atitude social como se tivessem todos contagiados. Assim, os que têm o vírus e não sentem nada, não sabem, também podem ajudar a travar os contágios.
É possível, mas não com estas desorientações e hesitações.
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Peterams Escreveu:Não sei se estaremos a ler o mesmo.
Dizer que "reconheces que as medidas tiveram e estão a ter impacto" mas que "o impacto das medidas no GDP foi relativamente limitado" e que a "atividade económica abrandou de forma variável com fases de recuperação" só posso interpretar como sendo por brincadeira ou desconhecimento. Mas como desconhecimento já percebi que não poderá ser o motivo, tenho de excluir esta hipótese. 8% (que poderão ir até 10%) de quebra é algo nunca visto desde 1960 em Portugal. Todas as crises pelas quais passámos, incluindo os anos da Troika, são um passeio no parque ao lado deste emagrecimento.
O país está parado ao nível de comércio, restauração, turismo, cultura e todas as atividades indiretas. Só não vê quem prefere não ver e/ou quem não estará a sofrer com esta quebra na atividade. Se passassem tantas reportagens sobre os fechos e as quebras de atividade destes negócios, consequentes despedimentos e repercussões na vida/saúde das famílias, como passam das urgências dos hospitais, o povo certamente pensaria duas vezes antes de pedir medidas mais restritivas.
Impacto esse que ainda decorre, não é imediato. Quantas medidas estão a decorrer? Os layoffs, moratórias, impossibilidade de cortes nos serviços chamados essenciais. E quando isso acabar?
As desigualdades tenderão a ter um fosso maior (não sei como está agora, mas via-se no pós-queda covid a recuperação do SP500 devido meia dúzia de empresas em claro contra-ciclo das restantes).
Espero estar enganado, mas o pior ainda está para vir. E quem fala que somos dos que temos medidas menos restritivas, também seremos dos menos capacitados a conseguir suportar e dar essa ajuda. Na Alemanha ajuda do governo as empresas que foram obrigadas a fechar foi superior ao que as empresas conseguiriam se tivessem a laborar pois não tiveram em consideração o custo de estar aberto. É para quem pode.
O autor fornece opinião sem ter em conta os objectivos de investimento de qualquer utilizador privado e não deve ser tido em conta como um aconselhamento de investimento, incluindo, mas não se limitando, às decisões de transacções ou de natureza de gestão de risco. Todas as opiniões apresentadas podem ser alteradas sem aviso prévio.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Peterams Escreveu:MarcoAntonio Escreveu:Espero que entendas o tom construtivo da minha resposta...
Entendo e agradeço, apesar de ter um ponto de vista diferente.
Mas não tocaste num ponto que me parece relevante, e que efetivamente não sei se já terá sido abordado atrás no tópico que se refere à possibilidade de eliminarmos o afunilamento das urgências recorrendo a hospitais privados e mão-de-obra de reformados por exemplo. Isto já foi discutido e rebatido?
Foi pouco debatido, sendo que a própria narrativa tem vindo a mudar.
Mas há medidas que também tenho dificuldade em perceber. Fechar o comércio as 13h? Não puder ir para outro concelho?
O autor fornece opinião sem ter em conta os objectivos de investimento de qualquer utilizador privado e não deve ser tido em conta como um aconselhamento de investimento, incluindo, mas não se limitando, às decisões de transacções ou de natureza de gestão de risco. Todas as opiniões apresentadas podem ser alteradas sem aviso prévio.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Esquece, peterams, não creio que consigamos comunicar.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Não sei se estaremos a ler o mesmo.
Dizer que "reconheces que as medidas tiveram e estão a ter impacto" mas que "o impacto das medidas no GDP foi relativamente limitado" e que a "atividade económica abrandou de forma variável com fases de recuperação" só posso interpretar como sendo por brincadeira ou desconhecimento. Mas como desconhecimento já percebi que não poderá ser o motivo, tenho de excluir esta hipótese. 8% (que poderão ir até 10%) de quebra é algo nunca visto desde 1960 em Portugal. Todas as crises pelas quais passámos, incluindo os anos da Troika, são um passeio no parque ao lado deste emagrecimento.
O país está parado ao nível de comércio, restauração, turismo, cultura e todas as atividades indiretas. Só não vê quem prefere não ver e/ou quem não estará a sofrer com esta quebra na atividade. Se passassem tantas reportagens sobre os fechos e as quebras de atividade destes negócios, consequentes despedimentos e repercussões na vida/saúde das famílias, como passam das urgências dos hospitais, o povo certamente pensaria duas vezes antes de pedir medidas mais restritivas.
Dizer que "reconheces que as medidas tiveram e estão a ter impacto" mas que "o impacto das medidas no GDP foi relativamente limitado" e que a "atividade económica abrandou de forma variável com fases de recuperação" só posso interpretar como sendo por brincadeira ou desconhecimento. Mas como desconhecimento já percebi que não poderá ser o motivo, tenho de excluir esta hipótese. 8% (que poderão ir até 10%) de quebra é algo nunca visto desde 1960 em Portugal. Todas as crises pelas quais passámos, incluindo os anos da Troika, são um passeio no parque ao lado deste emagrecimento.
O país está parado ao nível de comércio, restauração, turismo, cultura e todas as atividades indiretas. Só não vê quem prefere não ver e/ou quem não estará a sofrer com esta quebra na atividade. Se passassem tantas reportagens sobre os fechos e as quebras de atividade destes negócios, consequentes despedimentos e repercussões na vida/saúde das famílias, como passam das urgências dos hospitais, o povo certamente pensaria duas vezes antes de pedir medidas mais restritivas.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Assumindo que o valor está correcto, é isso que é parado para ti?
É relativamente limitado para alguém que está a falar de país parado e em suicídios, é este o contexto, muito claramente.
Além disso, qualifico logo a seguir no parágrafo seguinte, onde se percebe perfeitamente que eu não estou a negar que há um impacto económico relevante (estamos todos conscientes disso):
Portanto, se vais descontextualizar e fazer cherry picking, não estamos a debater o que quer que seja, não é?
É relativamente limitado para alguém que está a falar de país parado e em suicídios, é este o contexto, muito claramente.
Além disso, qualifico logo a seguir no parágrafo seguinte, onde se percebe perfeitamente que eu não estou a negar que há um impacto económico relevante (estamos todos conscientes disso):
Com isto não estou a dizer que as medidas não tiveram e estão a ter impacto (longe disso) mas ainda ninguém me mostrou de forma minimamente credível que existem alternativas fundamentais que ofereçam perspectivas francamente melhores (do ponto de vista de saúde pública e do ponto de vista económico).
Portanto, se vais descontextualizar e fazer cherry picking, não estamos a debater o que quer que seja, não é?
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Vou só dizer que em termos anuais o impacto das medidas em termos de GDP foi relativamente limitado e verificou-se que a economia recuperou bastante rapidamente assim que se aliviaram as medidas.
O PIB desceu cerca de 8% em 2020. Maior queda desde que existe registo na Pordata e por uma grande margem (5% em 1975).
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Peterams Escreveu:Parar o país deveria ser uma não hipótese e todas as outras deveriam ser estudadas, analisadas e debatidas por reais especialistas.
E para rematar, mais linguagem hiperbólica. O país não está parado, nunca esteve (nem nas poucas semanas em que se implementaram medidas extremas e cujo período foi francamente limitado). Isto é linguagem hiperbólica e muito pouco precisa (nesta altura do campeonato, não significa nada para mim, não quer dizer nada em concreto).
Aplicaram-se medidas, existiram restrições, a actividade económica abrandou (de forma variável ao longo do tempo, incluindo fases de recuperação). Isto não é parar o país, pelo menos no meu dicionário. Nem para Março/Abril aplicaria isso dado que tanta e tanta coisa continuou a funcionar...
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Peterams Escreveu:Sei que isto daria para páginas de discussão mas se calhar as páginas de discussão deveriam ser precisamente em torno disto, visto que as consequências vindouras que se sentirão nos próximos anos serão resultado dos lockdowns e seus resultados diretos e indiretos. Recordo que, em Portugal, no ano passado houve um excesso de cerca de 15 mil mortes, sendo 7 mil das quais atribuidas ao Covid. E as restantes?
Em larga medida, já ocorreu. Podes reacender o debate, és livre de o fazer, mas é só para te alertar...
Peterams Escreveu:Consenso cientifico existe quando opiniões divergentes da principal são limitadas e insignificantes.
Existe sempre divergência de opinião na comunidade científica. Este caso não é diferente de muitos outros, se realmente sentires apelo por estas posições e passares bastante tempo a ler sobre elas, parecer-te-á que são em número muito significativo. Mas, só para citar um exemplo, em resposta a esse documento escrito por três especialistas, surgiu outro por 80 especialistas bem credenciados em resposta. E outras instâncias do género já ocorreram também. Volto a dizer que isto per se não prova nada, mas estás a falar de uma minoria.
Peterams Escreveu:Pondo de parte a discussão sobre a gravidade da situação e do vírus, a discussão a ter deveria ser precisamente sobre alternativas ao suicídio público que est´á a ser feito e será intensificado nos próximos dias.
Esta linguagem é francamente hiperbólica. O que é que defines como "suicídio público" e exactamente como é que mediste de forma credível as alternativas (seja do ponto de vista de saúde pública seja do ponto de vista económico)?
Vou só dizer que em termos anuais o impacto das medidas em termos de GDP foi relativamente limitado e verificou-se que a economia recuperou bastante rapidamente assim que se aliviaram as medidas.
Com isto não estou a dizer que as medidas não tiveram e estão a ter impacto (longe disso) mas ainda ninguém me mostrou de forma minimamente credível que existem alternativas fundamentais que ofereçam perspectivas francamente melhores (do ponto de vista de saúde pública e do ponto de vista económico).
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:É um mau ponto por onde começar e embora levantamente questões relevantes, é um documento bastante problemático. Sugeria que lesses bastantes mais especialistas para teres uma perspectiva mais abrangente. Isto dava para páginas de discussão, mas (sem que isto signifique uma resposta definitiva, o consenso cientifico é relevante) rapidamente descobrirás que a generalidade dos especialistas discorda do tom do documento.
(não vou estar agora a discutir o documento todo mas muitas das questões já forma aqui debatidas e a sua analise e critical pode ser encontrada em diversos locais)
Não foi um ponto de começo. É um dos pontos de vista analisados. Sei que isto daria para páginas de discussão mas se calhar as páginas de discussão deveriam ser precisamente em torno disto, visto que as consequências vindouras que se sentirão nos próximos anos serão resultado dos lockdowns e seus resultados diretos e indiretos. Recordo que, em Portugal, no ano passado houve um excesso de cerca de 15 mil mortes, sendo 7 mil das quais atribuidas ao Covid. E as restantes?
Os especialistas por detrás deste documento e outros por detrás de dezenas/centenas de opiniões anti lockdown têm credenciais que sustentam a sua opinião. Consenso cientifico existe quando opiniões divergentes da principal são limitadas e insignificantes. O que não é caso. Adicionalmente o documento está co-assinado por dezenas de especialista da área. Isto para além de ter recolhido dezenas de milhares de assinaturas de outros médicos e de 700 mil de cidadãos. O documento descreve com clareza as consequências dos confinamentos e medidas restritivas e levanta pontos que não são abordados pelos media. Além disso refere estatisticas alarmantes que nos deveriam no minimo assustar.
Pondo de parte a discussão sobre a gravidade da situação e do vírus, a discussão a ter deveria ser precisamente sobre alternativas ao suicídio público que est´á a ser feito e será intensificado nos próximos dias. Parar o país deveria ser uma não hipótese e todas as outras deveriam ser estudadas, analisadas e debatidas por reais especialistas.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
É um mau ponto por onde começar e embora levante questões relevantes, é um documento e posição bastante problemáticos. Sugeria que lesses bastantes mais especialistas para teres uma perspectiva bem mais abrangente. Isto dava para páginas de discussão, mas (sem que isto signifique uma resposta definitiva, o consenso cientifico é relevante) rapidamente descobrirás que a generalidade dos especialistas discorda do tom do documento.
(não vou estar agora a discutir o documento todo mas muitas das questões ja foram aqui debatidas e a sua analise e critica pode ser encontrada em diversos locais)
(não vou estar agora a discutir o documento todo mas muitas das questões ja foram aqui debatidas e a sua analise e critica pode ser encontrada em diversos locais)
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Já foi "falado", mas pessoalmente, não vou abordar aquilo sobre o que não tenho uma opinião que me pareça suficientemente relevante ou seja suficientemente informada.
Ok, é justo.
Do meu ponto de vista o foco deveria ser como dar resposta ao problema que está a ser gerado nos hospitais, opiniões à parte sobre a gravidade do vírus, métricas à parte e motivos à parte, o que é certo ´e que o numero de doentes covid e não covid está a pesar nos hospitais e isso é que devia ser debatido, como dar resposta a isso do lado dos hospitais.
Tentar dar resposta a isso do lado da sociedade criando medidas super restritivas é suicídio e contribuirá de forma indireta para a diminuição do nivel imunitário das pessoas, agravamento de doenças, afastará pessoas de hospitais as quais iriam fazer check ups preventivo, terá um efeito nefasto na saúde mental, isto para não falar nos efeitos económicos, e consequente desemprego, dificuldades e fome.
O FAQ da Great Barrington Declaration deixa uma boa exposição:
What are the physical health impacts of lockdowns?
There are many physical health harms from lockdowns. Medical care visits have plummeted, with people avoiding needed medical care. This includes lower childhood vaccination rates, less cancer screening, skipped cancer treatments, fewer preventive cardiovascular disease visits, just to name a few. Many of the consequences of these missed visits will not show up in the mortality statistics for this year, but is something that we will have to live – and die – with for a long time.
What are the mental health impacts of lockdowns?
Humans have many needs, including a need for community and for normal social interactions with one another. Mental health has deteriorated due to lockdowns and the fear caused by public health messaging. For example, in Massachusetts, emergency departments have seen about four times more children and teens in psychiatric crisis than usual. One in four young adults in the US seriously considered suicide this past June. Extending the lockdown over an indefinite period of time will multiply these harms.
What are the harms from closing schools to in-person instruction?
All children have a right to a high-quality education. Adults have a moral obligation to make this happen, and it is morally wrong to ask children to bear a disproportionate burden of the costs of the epidemic. Yet the lockdown policy, and especially school closures, guarantees that children are especially harmed.
Online learning is not a good substitute for in-person teaching. For normal development, children have a strong need to socialize with other children, to make friends, and to play with one another. Schools are also the main point of contact with care systems and provide a refuge for disadvantaged children. Furthermore, the risk from dying from becoming infected by COVID-19 is for children is very low – lower than the risk of dying from the seasonal flu. Schools do not close due to influenza, and neither should they close because of COVID-19.
How do lockdowns specifically harm the working class?
Lockdowns especially harm the working class. As essential workers, or just to survive, they must work and be exposed to COVID even if they are at high-risk, building the population immunity that will eventually protect everyone. This, while low-risk college students and young professional lawyers, bankers, journalists and scientists are protected by working from home. Less wealthy people also lack a financial safety net, and food shortages and house evictions lead to excess deaths. Working class children are also disproportionately harmed by school closings, as their parents are less likely to afford tutors, pod schools or private schools. Poorer people also have less access to high quality medical care services, when they become ill, with lockdowns tending to decrease health care access differentially more for the poor. Thus, lockdowns both cause excess overall mortality and increase societal inequality.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Já foi "falado", mas pessoalmente, não vou abordar aquilo sobre o que não tenho uma opinião que me pareça suficientemente relevante ou seja suficientemente informada.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Espero que entendas o tom construtivo da minha resposta...
Entendo e agradeço, apesar de ter um ponto de vista diferente.
Mas não tocaste num ponto que me parece relevante, e que efetivamente não sei se já terá sido abordado atrás no tópico que se refere à possibilidade de eliminarmos o afunilamento das urgências recorrendo a hospitais privados e mão-de-obra de reformados por exemplo. Isto já foi discutido e rebatido?
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Já agora, o próprio H1N1 de 1918/19, se aparecesse agora estou certo que o impacto seria bem menor. Dispomos de anti-virais que não existiam em 1918 e que actuam sobre os virus influenza (não sou clínico, mas para o influeza existe o tamiflu, por exemplo) e as condições de saúde não são as mesmas. Mesmo que não tivessemos uma vacina para um novo influenza, isso não significa que estariamos na mesma situação de 1918/19 uma vez que estaríamos em 2020+...
Pensa-se inclusivamente que a pandemia foi exponenciada pela primeira grande guerra: os soldados serviram de vector de transmissão em condições não usuais, tendo existido bastante secretismo em relação à pandemia precisamente por causa do clima geopolítico (a razão porque é conhecida por gripe espanhola, alegadamente, é porque a espanha era um estado neutro na altura do conflito e não censurou a informação, ao contrário de outros países). O real impacto a nível mundial só foi percebido mais tarde.
Enfim, isto tem que ver com algumas especulações acima e no fundo, se alguma coisa, quero dizer que mesmo uma pandemia como a de 1918/19 é pouco expectável. Quem sabe nunca voltará a ocorrer. Ou então sim. E se sim, na altura lidaremos com isso com os mecanismos e conhecimento que tivermos. Agora não vamos entrar em paranóia, para já tentemos agir o melhor possível com a que temos neste momento, o que não é nada fácil. E deixemos as hipotéticas para quando aparecerem, se aparecerem...
Pensa-se inclusivamente que a pandemia foi exponenciada pela primeira grande guerra: os soldados serviram de vector de transmissão em condições não usuais, tendo existido bastante secretismo em relação à pandemia precisamente por causa do clima geopolítico (a razão porque é conhecida por gripe espanhola, alegadamente, é porque a espanha era um estado neutro na altura do conflito e não censurou a informação, ao contrário de outros países). O real impacto a nível mundial só foi percebido mais tarde.
Enfim, isto tem que ver com algumas especulações acima e no fundo, se alguma coisa, quero dizer que mesmo uma pandemia como a de 1918/19 é pouco expectável. Quem sabe nunca voltará a ocorrer. Ou então sim. E se sim, na altura lidaremos com isso com os mecanismos e conhecimento que tivermos. Agora não vamos entrar em paranóia, para já tentemos agir o melhor possível com a que temos neste momento, o que não é nada fácil. E deixemos as hipotéticas para quando aparecerem, se aparecerem...
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Marco Martins Escreveu:
Uma opção seria tudo continuar normal, mas o número de pessoas nos hospitais poderia ser tanto e durante tanto tempo, que eles não conseguiriam dar resposta a outras necessidades como seja por exemplo atender pessoas com pernas partidas ou com outros problemas respiratórios!!
Expectavelmente isto seria um desastre, quer para os covid quer para os não covid quer para a economia (porque com ou sem medidas a dado ponto a economia deixaria de funcionar normalmente).
Não estou a dizer que as medidas implementadas foram as óptimas (não acho que tenham sido) e não é isso que quero transmitir com o que acabei de dizer.
Marco Martins Escreveu:
Eu só não entendo como é que a china com mais de mil milhoes de pessoas controlou o vírus em poucos meses e na europa e usa estamos ainda pior do que estavamos há muitos meses atrás!!!
Tenho as minhas reservas em relação à China. Até admito que em termos per capita tenham conseguido resultados melhores que os europeus e americano devido aos padrões comportamentais e ao contexto político-social, mas não confio necessariamente nos números. A China é uma autocracia e toda a informação que vem de lá deve ser lida com grande cautela.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Esta métrica que aparentemente estás a utilizar isoladamente e per se é pouco informativa. Só os anos de vida perdidos não chegam, há tanto mas tanto mais para considerar. Eu posso apresentar-te um virus que retira em média 50 anos de vida e no entanto ser pouco perigoso para a população em geral (basta que a taxa de transmissão seja baixíssima e/ou que se manifeste sempre sintomaticamente e/ou que os sintomas se manifestem rapidamente). Torna-se fácil de travar ou até mesmo isolar e irradicar e no final morrem poucas pessoas. As poucas pessoas que teriam morrido neste virus hipotético teriam perdido muitos anos de vida, mas globalmente eram poucas.
Uma métrica melhor é anos*pessoas (pois dá uma perspectiva mais global) mas também é necessário considerar outros impactos directos e indirectos que não o óbito.
Epá, sei lá, um virus que causa sintomas muito fortes, que é quase sempre possível salvar as pessoas mas é necessário recorrer a cuidados intensivos, cujos recursos são limitados.
Enfim, podia estar aqui a elaborar a noite toda... o meu objectivo é que não podes pegar só numa métrica e correr com ela.
Espero que entendas o tom construtivo da minha resposta...
Uma métrica melhor é anos*pessoas (pois dá uma perspectiva mais global) mas também é necessário considerar outros impactos directos e indirectos que não o óbito.
Epá, sei lá, um virus que causa sintomas muito fortes, que é quase sempre possível salvar as pessoas mas é necessário recorrer a cuidados intensivos, cujos recursos são limitados.
Enfim, podia estar aqui a elaborar a noite toda... o meu objectivo é que não podes pegar só numa métrica e correr com ela.
Espero que entendas o tom construtivo da minha resposta...
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Peterams Escreveu:MarcoAntonio Escreveu:Aqui fica um artigo, meramente para referência, para complementar o que escrevi acima:
https://www.pnas.org/content/117/36/22035
Os autores estimam aqui que os que morreram perderam em média 11.7 anos de vida.
MarcoAntonio, obrigado.
No entanto, mantenho a minha opinião que este não é o real problema, mas sim a enchente atual nos hospitais, para a qual me parece que existe solução obvia, tal como indique atrás, solução fácil e que, estranhamente, não é sugerida pelos media.
Esta pandemia é leve em comparação com outras no que diz respeito à idade da morte. O que faremos no futuro quando aparecer um virus como da gripe espanhola em que a idade média das mortes foi de 28 anos (!!!!!!!!) nos EUA (fonte: CDC)? Ou se aparecer outro virus como o H1N1 em que a idade média das mortes foi de 45 anos? Fechamo-nos todos em casa trancados no quarto até desaparecer? Isto não faz sentido.
EDIT: ajustando a idade média das mortes da pandemia de 1918 para os dias de hoje daria algo como 45 anos
Acho que o maior problema deste vírus não é o número de mortes que causa, mas sim o impacto que tem nos cuidados intensivos dos hospitais!
Uma opção seria tudo continuar normal, mas o número de pessoas nos hospitais poderia ser tanto e durante tanto tempo, que eles não conseguiriam dar resposta a outras necessidades como seja por exemplo atender pessoas com pernas partidas ou com outros problemas respiratórios!!
Agora, podemos é ponderar se em vez de fechar tudo não faria sentido investir brutalmente em hospitais temporários para receber toda a gente com necessidade de cuidados intensivos... fica a dúvida!!
Eu só não entendo como é que a china com mais de mil milhoes de pessoas controlou o vírus em poucos meses e na europa e usa estamos ainda pior do que estavamos há muitos meses atrás!!!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Peterams Escreveu:No entanto, mantenho a minha opinião que este não é o real problema, mas sim a enchente atual nos hospitais, para a qual me parece que existe solução obvia, tal como indique atrás, solução fácil e que, estranhamente, não é sugerida pelos media.
Confesso que não sei a que te referes com "este não é o real problema". Eu vejo vários problemas ao mesmo tempo e todos relevantes.
Peterams Escreveu:Esta pandemia é leve em comparação com outras no que diz respeito à idade da morte.
Que outras ao certo e qual é a tua métrica, exactamente?
Claro que historicamente houve piores, estamos fartos de saber e falar disso aqui.
Peterams Escreveu: O que faremos no futuro quando aparecer um virus como da gripe espanhola em que a idade média das mortes foi de 28 anos (!!!!!!!!) nos EUA (fonte: CDC)?
Provavelmente (na medida em que me darei ao luxo de antecipar) algo relativamente parecido com o que ocorreu agora, mesmo sabendo que a pandemia de 18/19 (gripe espanhola ou pneumónica, como também é conhecida) foi bem pior.
Ou até menos, dependendo de diversas circunstâncias (que mecanismos desenvolvemos até lá, que lições tiramos, etc) . Sei lá, isto é futurologia, vou ser comedido nas minhas "previsões"...
Peterams Escreveu: Ou se aparecer outro virus como o H1N1 em que a idade média das mortes foi de 45 anos? Fechamo-nos todos em casa trancados no quarto até desaparecer? Isto não faz sentido.
Parece haver aqui uma confusão da tua parte, a gripe espanhola foi causada por uma versão do H1N1.
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2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Aqui fica um artigo, meramente para referência, para complementar o que escrevi acima:
https://www.pnas.org/content/117/36/22035
Os autores estimam aqui que os que morreram perderam em média 11.7 anos de vida.
MarcoAntonio, obrigado.
No entanto, mantenho a minha opinião que este não é o real problema, mas sim a enchente atual nos hospitais, para a qual me parece que existe solução obvia, tal como indique atrás, solução fácil e que, estranhamente, não é sugerida pelos media.
Esta pandemia é leve em comparação com outras no que diz respeito à idade da morte. O que faremos no futuro quando aparecer um virus como da gripe espanhola em que a idade média das mortes foi de 28 anos (!!!!!!!!) nos EUA (fonte: CDC)? Ou se aparecer outro virus como o H1N1 em que a idade média das mortes foi de 45 anos? Fechamo-nos todos em casa trancados no quarto até desaparecer? Isto não faz sentido.
EDIT: ajustando a idade média das mortes da pandemia de 1918 para os dias de hoje daria algo como 45 anos
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
djovarius Escreveu:Qualquer dia, será tipo H1N1 em 1919 - o vírus varreu tudo num ano e meio, depois passou![]()
Os virus influenza mutam bastante e rapidamente em termos relativos (o que causa problemas todos os anos na actualização das vacinas, daí a dificuldade e a "relativa baixa eficácia" das vacinas). Todos os anos a gripe sazonal é constituída por vários tipos e subtipos de virus influenza em circulação, com um ou dois a serem dominantes (que os investigadores tentam acompanhar... e até antecipar qual vai ser e optimizar as vacinas para esses).
O virus da epidemia de 2009 era também um H1N1, felizmente uma versão bastante menos virulenta do que de 18/19 como se veio a concluir (mas que inicialmente fez soar os alarmes).
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Aqui fica um artigo, meramente para referência, para complementar o que escrevi acima:
https://www.pnas.org/content/117/36/22035
Os autores estimam aqui que os que morreram perderam em média 11.7 anos de vida.
https://www.pnas.org/content/117/36/22035
Os autores estimam aqui que os que morreram perderam em média 11.7 anos de vida.
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
É superior, se bem me recordo havia um artigo que sugeria que era da ordem dos dez anos ou mais (confesso que não tenho consultado artigos recentes sobre isto, posso fazer uma pesquisa... e até percebo que seja contra intuitivo).
(isto era para o petersams)
(isto era para o petersams)
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
A pergunta sobre o número real de infetados já foi respondida por painéis serológicos no mundo todo, como os que já foram feitos em Portugal também, já falei disso.
Quando Portugal tinha um número oficial de 1,5% da população infetada, já havia anticorpos deste vírus no triplo dos testados (eu fui), apontando para 4,5% da população. Sendo um painel nacional de 12.000 pessoas é credível e está em linha com outros testes iguais no Planeta.
Então, talvez, no dia que Portugal tenha 700 K infetados oficiais, talvez já tenham passado pelo vírus 1,5 milhões / 2 milhões. Acho que isso vai ocorrer, se continuarmos assim, até fim de Fevereiro.
Lá está porque eu dizia que um dia destes teremos 20% de imunizados, sem contar com a vacina.
Qualquer dia, será tipo H1N1 em 1919 - o vírus varreu tudo num ano e meio, depois passou
Abraço
djovarius
Quando Portugal tinha um número oficial de 1,5% da população infetada, já havia anticorpos deste vírus no triplo dos testados (eu fui), apontando para 4,5% da população. Sendo um painel nacional de 12.000 pessoas é credível e está em linha com outros testes iguais no Planeta.
Então, talvez, no dia que Portugal tenha 700 K infetados oficiais, talvez já tenham passado pelo vírus 1,5 milhões / 2 milhões. Acho que isso vai ocorrer, se continuarmos assim, até fim de Fevereiro.
Lá está porque eu dizia que um dia destes teremos 20% de imunizados, sem contar com a vacina.
Qualquer dia, será tipo H1N1 em 1919 - o vírus varreu tudo num ano e meio, depois passou
Abraço
djovarius
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Peterams Escreveu:Média de idades dos óbitos por COVID-19 é 81.4 anos
https://covid19.min-saude.pt/media-de-i ... 81-4-anos/
A esperança de vida à nascença em Portugal situou-se em 80,8 anos para o total da população, sendo de 77,78 anos nos homens e de 83,42 anos nas mulheres.
https://www.sns.gov.pt/noticias/2019/09 ... a-aumenta/
Isto já foi discutido aqui, este exercício tem um problema, compara a média de idades dos óbitos covid com a esperança de vida à nascença, que é diferente da esperança de vida à data da infecção (o exercício correcto é estimar a esperança de vida à data da infecção para a demografia infectada).
MarcoAntonio, mesmo que a esperança média de vida à data de infecçao seja 1 ou 2 anos superior, não fará diferença na análise.
Alguma ideia relativamente à sugestão/questão sobre o envolvimento dos privados neste tema?
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