Morgan Stanley prevê correcção
Keyser Soze Escreveu:Se espera una apertura muy duramente a la baja en Europa, con uno de los peores gaps bajistas de los últimos tiempos. Estos son los motivos que la van a causar:
| 1- La vuelta por todo lo alto del miedo a una crisis del mercado de crédito. Todo se ha enredado tras los comentarios del mayor banco de inversión de Australia, Macquaire Bank, que ja bajado duramente tras decir que que sus clientes pequeños van a perder hasta el 25 %s en dos de sus fondos de bonos debido a que se habìan metido en busca del dinero fácil de las subprimes.
Por si fuera poco ayer American Home Mortgage bajó el 90%s, tras decir que va a tener que liquidar activos. Produjo un gran impacto ya que era un prestamista que tenía activos relativamente buenos comparado con otros. Esto desencadenó el pánico y un desplome de Wall Street de última hora que se vio acelerado por los comentarios de Bear Stearn que para la liquidez de un tercer hedge fund, tras las salidas masivas de dinero de los inversores, tras haber perdido casi todo su dinero en los dos anteriores sobre los que ya se había hablado largo y tendido.
Como vemos muy preocupante la situación de nuevo en el asunto al que más miedo le tiene el mercado.
BEAR Stearns tras estas noticias baja en el fuera de horas el 3 %s y es de esperar que todo el sector bancario europeo se va a resentir tras todas estas noticias.
2- La bajada del Nikkei del 2,19%s asustado por la crisis abierta en el crédito.
3- Y mucho cuidado con este factor. El franco suizo se dispara al alza frente al euro y eso ya saben que es muy mala señal, podría ser considerado por los operadores como signo de corte real de la liquidez que viene del carry trade. Ahora mismo el franco en su subida consigue romper el soporte del euro 1,64 y eso no va a gustar nada a los operadores.
Viva, pode-se saber a fonte?
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Se espera una apertura muy duramente a la baja en Europa, con uno de los peores gaps bajistas de los últimos tiempos. Estos son los motivos que la van a causar:
| 1- La vuelta por todo lo alto del miedo a una crisis del mercado de crédito. Todo se ha enredado tras los comentarios del mayor banco de inversión de Australia, Macquaire Bank, que ja bajado duramente tras decir que que sus clientes pequeños van a perder hasta el 25 %s en dos de sus fondos de bonos debido a que se habìan metido en busca del dinero fácil de las subprimes.
Por si fuera poco ayer American Home Mortgage bajó el 90%s, tras decir que va a tener que liquidar activos. Produjo un gran impacto ya que era un prestamista que tenía activos relativamente buenos comparado con otros. Esto desencadenó el pánico y un desplome de Wall Street de última hora que se vio acelerado por los comentarios de Bear Stearn que para la liquidez de un tercer hedge fund, tras las salidas masivas de dinero de los inversores, tras haber perdido casi todo su dinero en los dos anteriores sobre los que ya se había hablado largo y tendido.
Como vemos muy preocupante la situación de nuevo en el asunto al que más miedo le tiene el mercado.
BEAR Stearns tras estas noticias baja en el fuera de horas el 3 %s y es de esperar que todo el sector bancario europeo se va a resentir tras todas estas noticias.
2- La bajada del Nikkei del 2,19%s asustado por la crisis abierta en el crédito.
3- Y mucho cuidado con este factor. El franco suizo se dispara al alza frente al euro y eso ya saben que es muy mala señal, podría ser considerado por los operadores como signo de corte real de la liquidez que viene del carry trade. Ahora mismo el franco en su subida consigue romper el soporte del euro 1,64 y eso no va a gustar nada a los operadores.
Agora até as correcções são anunciadas!!!
Já toda a gente fala desde há um mês que até ao final do verão a correcção seria de 10%.
Será mesmo? 10%, 15%, 20% são números que saervem para amedrontar e pôr o pessoal a vendert,
Hoje...bem me parecia que estavam a querer ir ao prato demasiado depressa. Não...eles querem mais.Querem ter a certeza que quem tem medo, vende mesmo. E então...nova carga. Eventualmente com o SPX a testar os 1435. Ou até não...por que vai haver uns apressados que não vão deixar chegar lá.
E se assim for...é a prova provada que o bull está de boa saúde e ...recomenda-se.
Hoje deram muito nas vistas.Estava de caras. Mas não havia outra forma de fazer outra investida. Compreende-se.
Abraço
Já toda a gente fala desde há um mês que até ao final do verão a correcção seria de 10%.
Será mesmo? 10%, 15%, 20% são números que saervem para amedrontar e pôr o pessoal a vendert,
Hoje...bem me parecia que estavam a querer ir ao prato demasiado depressa. Não...eles querem mais.Querem ter a certeza que quem tem medo, vende mesmo. E então...nova carga. Eventualmente com o SPX a testar os 1435. Ou até não...por que vai haver uns apressados que não vão deixar chegar lá.
E se assim for...é a prova provada que o bull está de boa saúde e ...recomenda-se.
Hoje deram muito nas vistas.Estava de caras. Mas não havia outra forma de fazer outra investida. Compreende-se.
Abraço
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Re: in bpi
mcarvalho Escreveu:Os investidores devem aumentar a exposição das suas carteiras às acções, para 67%, isto porque o risco associado à posse destes activos financeiros já está reflectido nos preços, depois do "sell-off" observado na semana passada, afirmam os analistas do HSBC.
A equipa de gestão de activos do HSBC recomenda aos investidores a aumentarem as suas posições em acções para 67,6% do total das suas carteiras, segundo a nota enviada hoje a clientes, citada pela Bloomberg. Anteriormente, o banco recomendava que a percentagem de acções nas carteiras não excedesse os 60,1%.
Não consigo compreender que se diga às pessoas para comprarem acções e não se diga uma palavra sobre quais os critérios a usar na escolha das acções. Quem ler estas recomendações pode achar que é ao calhas...
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in bpi
HSBC recomenda aumento da exposição às acções
31/07/2007
Os investidores devem aumentar a exposição das suas carteiras às acções, para 67%, isto porque o risco associado à posse destes activos financeiros já está reflectido nos preços, depois do "sell-off" observado na semana passada, afirmam os analistas do HSBC.
A equipa de gestão de activos do HSBC recomenda aos investidores a aumentarem as suas posições em acções para 67,6% do total das suas carteiras, segundo a nota enviada hoje a clientes, citada pela Bloomberg. Anteriormente, o banco recomendava que a percentagem de acções nas carteiras não excedesse os 60,1%.
Na semana passada os mercados accionistas mundiais sofreram uma forte correcção, perdendo mais de 2 biliões de dólares de valor. O Morgan Stanley Capital International World Index foi exemplo do "sell-off", ao cair mais de 5% no espaço de uma semana.
Os receios do impacto na crise do mercado hipotecário de alto risco nos Estados Unidos, na evolução da economia mundial e de quebra no ritmo das fusões e aquisições foram os principais responsáveis pelas quedas observadas nos índices de todo o mundo.
Os analistas do HSBC consideram que os problemas no "subprime" dos EUA (o mercado hipotecário de alto risco) não diz "muito acerca da qualidade de crédito no global, que continua, de longe, excelente".
A equipa, composta pelo analistas Richard Cookson e Wesley Fogel, afirma, na nota de investimento, que o "crescimento [económico] este ano será ligeiramente inferior ao do ano passado. Isto significa que os lucros [das cotadas] deverão aguentar-se".
Além da exposição a acções, o HSBC também reviram em alta a recomendação para a exposição a obrigações do mercado de crédito hipotecário dos EUA para 7,9%, dos 3,1% anteriores.
31/07/2007
Os investidores devem aumentar a exposição das suas carteiras às acções, para 67%, isto porque o risco associado à posse destes activos financeiros já está reflectido nos preços, depois do "sell-off" observado na semana passada, afirmam os analistas do HSBC.
A equipa de gestão de activos do HSBC recomenda aos investidores a aumentarem as suas posições em acções para 67,6% do total das suas carteiras, segundo a nota enviada hoje a clientes, citada pela Bloomberg. Anteriormente, o banco recomendava que a percentagem de acções nas carteiras não excedesse os 60,1%.
Na semana passada os mercados accionistas mundiais sofreram uma forte correcção, perdendo mais de 2 biliões de dólares de valor. O Morgan Stanley Capital International World Index foi exemplo do "sell-off", ao cair mais de 5% no espaço de uma semana.
Os receios do impacto na crise do mercado hipotecário de alto risco nos Estados Unidos, na evolução da economia mundial e de quebra no ritmo das fusões e aquisições foram os principais responsáveis pelas quedas observadas nos índices de todo o mundo.
Os analistas do HSBC consideram que os problemas no "subprime" dos EUA (o mercado hipotecário de alto risco) não diz "muito acerca da qualidade de crédito no global, que continua, de longe, excelente".
A equipa, composta pelo analistas Richard Cookson e Wesley Fogel, afirma, na nota de investimento, que o "crescimento [económico] este ano será ligeiramente inferior ao do ano passado. Isto significa que os lucros [das cotadas] deverão aguentar-se".
Além da exposição a acções, o HSBC também reviram em alta a recomendação para a exposição a obrigações do mercado de crédito hipotecário dos EUA para 7,9%, dos 3,1% anteriores.
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Subprime e High Yield: ventos adversos para créditos de risco
Newsletter nº 299
30 de Julho de 2007
activobank7.pt
http://www.activobank7.pt/v10/PT/jsp/pu ... inha=23207
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http://www.activobank7.pt/v10/PT/jsp/pu ... inha=23207
Re: Gráfico
leal Escreveu:Peço desculpa pela pergunta, qual é a fonte do gráfico que apresenta ? é que são dos mais explicitos que tenho visto. Obrigado.
http://www.boursorama.com/
Software em Excel para Gestão de Carteira de Activos - Carteira Gest
Blog de Investimentos:Carteira 100 Notas
Blog sobre Informática:Bytes & Bitaites
Blog de Investimentos:Carteira 100 Notas
Blog sobre Informática:Bytes & Bitaites
Gráfico
Peço desculpa pela pergunta, qual é a fonte do gráfico que apresenta ? é que são dos mais explicitos que tenho visto. Obrigado.
"Entries are easy because any clown can buy a lottery ticket, but exits separate winners from losers" Alexander Elder
Eu fiz aqui uma breve analise do grafico do nasdaq. Indicadores estao com sinal de venda. Agora é ver aonde pára a queda. Amanha parece me que continua a queda. Mês de agosto parece me muito negro.Ou os sinais invertem quinta feira ou a queda continua até os 1900 pontos
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Morgan Stanley prevê correcção
Morgan Stanley predicting correction
By Ambrose Evans-Pritchard
Last Updated: 1:10am BST 24/07/2007
Morgan Stanley has warned that current jitters on the global credit markets could spread to equity markets.
Stock market corrections - after an increase in the cost of debt - historically follow six months later, suggesting that the current rally on Wall Street and European bourses may be more fragile than it looks.
A rise in the interest rate spread between risky debt and benchmark treasuries knocks away a key support for share prices by raising the cost of money for leveraged buyouts, but there is often a long delay before investors react.
A study by the bank found that credit spreads began to widen on average six months before every stock market correction of 10pc or more over the past 20 years.
The current widening began in February, picking up speed over the past three weeks. If history is any guide, this could point to a global stock market slide as soon as August. Morgan Stanley's model suggests a 14pc fall, or 2,000 points off the Dow.
"This is not the first time that equity markets take their time to react to bad news," said the bank's chief Europe strategist, Teun Draaisma. "The fundamentals have deteriorated. Equities have reached all-time highs despite higher rates, wider spreads, higher oil, Chinese tightening, and a stronger euro.
"There is a widespread belief in continuation of good global growth without inflation. While we are not expecting a recession for another two to three years, we believe chances are high that this belief will be seriously tested soon."
Mr Draaisma added that ever clearer signs of "stagflation" would soon start weighing on confidence.
The current pattern looks similar to the relentless rise in spreads from February to September 2000 when the stock markets finally tipped over. Mr Draaisma said the iTraxx Crossover index measuring risk appetite for high-yield bonds touched bottom at around 170 in February. It has since jumped to 320 - mostly this month - implying at 150 basis point rise in the cost of raising capital.
Morgan Stanley said the trigger for a stock market fall could be a sudden unwinding of yen "carry trade" from Japan, a major source of global liquidity. The Bank of Japan in expected to raise rates a quarter point to 0.75pc in August.
The worst stock market falls have been -58.4pc after the dotcom bust, -34.3pc in October 1987 and -30.8pc in a two-month shake-out after Russia defaulted in 1998, as measured on the MSCI Europe index.
Morgan Stanley said its "value indicator" shows that the median stock in Europe is now selling at a record high price-to-earnings ratio of near 20. This measure includes smaller and mid-size companies.
The price/earnings ratios on big blue-chip companies are much lower, hence the widespread belief that stocks are "cheap".
Mr Draaisma's study found that worst performing stocks at times of widening spreads are financial and industrial groups. Among the worst losers in previous bouts have been Man Group (-39pc), Swedbank (-38pc) and Barclays (-35pc).
The best defensive stocks have been consumer staples such as Carrefour (+41pc), Unilever (+41pc) and Nestle (+39pc).
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