Império e Fidelidade a caminho da Bolsa
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Seja bem vinda essa nova/velhas empresa de seguro, só duvido é que seja boa aposta. A "máquina" será muito grande e se já as duas mais pequenas estão cheias de areia na engrenagem a nova maior terá o dobro.
Não tem sido fácil nem a união da Fidelidade com a Mundial nem a Império com a Bonança, agora tudo isto junto... não sei não! Ganhar cota de mercado não me parece possível o mais lógico será mesmo perder, claro está que se perder o negócio que não é rentável conseguindo manter o rentável os resultados acabam por aparecer, caso contrário vamos assistir a percas significativas nos primeiros anos.
Abraço,
Carrancho
Não tem sido fácil nem a união da Fidelidade com a Mundial nem a Império com a Bonança, agora tudo isto junto... não sei não! Ganhar cota de mercado não me parece possível o mais lógico será mesmo perder, claro está que se perder o negócio que não é rentável conseguindo manter o rentável os resultados acabam por aparecer, caso contrário vamos assistir a percas significativas nos primeiros anos.
Abraço,
Carrancho
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Carrancho
Carrancho
Não tem que ver com o Bull, o problema da caixa é que nas condições actuais, pela lei da concorrência, não pode avançar com a união de Fidelidade-Mundial e Império-Bonança pois esta nova empresa ficaria com uma cota de mercado enorme. Não sei também se a dispersão do capital em bolsa resolverá este problema.
Neste momento cada empresa funciona separadamente cada qual com a sua imagem e delegações distintas. Os sinistros automóvel já são geridos por uma unica entidade. Acho no entanto absurdo que exista um "pacto de não agressão" com o intuito de não fazerem concorrência uma à outra. São do estado e não me parece que isto seja legal (pela mesma lei da concorrência referida anteriormente), espero não vir a ser chamado por estas afirmações, mas as verdades são para ser ditas!!!
Abraço,
Carrancho
Neste momento cada empresa funciona separadamente cada qual com a sua imagem e delegações distintas. Os sinistros automóvel já são geridos por uma unica entidade. Acho no entanto absurdo que exista um "pacto de não agressão" com o intuito de não fazerem concorrência uma à outra. São do estado e não me parece que isto seja legal (pela mesma lei da concorrência referida anteriormente), espero não vir a ser chamado por estas afirmações, mas as verdades são para ser ditas!!!
Abraço,
Carrancho
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Carrancho
Carrancho
Império e Fidelidade a caminho da Bolsa
O Governo está disponível para analisar uma proposta da Caixa Geral de Depósitos (CGD) no sentido de uma redução da sua presença no sector segurador através da admissão à cotação em bolsa de uma parte da Caixa Seguros.
Se a administração do banco público avançar com essa ideia, o accionista Estado estudará essa mesma proposta. Em entrevista ao "Diário Económico", o secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Carlos Costa Pina, afirmou que "o conselho de administração da Caixa tem total autonomia para gerir a sua participação nos seguros no sentido daquilo que entende ser o melhor para o interesse da Caixa. Se para esse efeito considerar adequada uma redução da participação na área dos seguros e quiser propor isso ao accionista, encararemos essa hipótese".
A questão foi colocada a propósito da elaboração da lista de empresas que vão integrar o programa de privatizações para o biénio 2008/2009 e que deverá ser anunciado até ao final deste ano. O Governo tem vindo a dizer que não pretende alienar parte do capital do banco público, mas remete para a administração da CGD a possibilidade de vender uma posição na área seguradora.
"Não há propriamente uma necessidade da CGD manter o nível de presença que tem no sector segurador. Tem margem para reduzir. Não se infira daqui que pedimos à Caixa para tomar uma iniciativa. Não o fizemos", acrescentou.
Há que aproveitar o Bull Market
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