Mota Engil - Tópico Geral
Re: Mota Engil - Tópico Geral
Realmente vejo que não vai a 4,80 nos próximos dias, enquanto me decidia comprei a 4,90, um pouco mais caro, mas penso que irá testar novamente os 5,10 nas próximas.....horas/sessões.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Vale o que vale!
Comprei mais umas pouquitas a 4.88€.
J.f.vieira
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J.f.vieira
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
NirSup, aqui concordo contigo em algumas distinções, mas acho que estás a responder a uma coisa diferente daquela que eu escrevi.
Começando pelo free float: faço uma precisão àquilo que escrevi anteriormente. Os 28,68% que constam da estrutura acionista oficial de junho são “outros acionistas”; a página da Mota continua a indicar 25,42% como free float. Não vou misturar os dois conceitos. O que não muda é o meu argumento inicial: liquidez bolsista reduzida e interesse estratégico são duas questões diferentes.
Quanto aos contratos, naturalmente que contrato assinado não é receita realizada. E carteira não é lucro. Nisso estamos de acordo.
Aliás, a própria Mota define backlog como o montante de contratos adjudicados e assinados ainda por executar. Portanto, quando falo nos 17,7 mil M€, nunca os tratei como receitas ou lucros já realizados. São visibilidade de trabalho futuro, com os riscos de execução inerentes.
Agora, há um pormenor importante: os 25.º lugar da Mota no ranking ENR que eu citei não resultam do backlog. O ranking é feito com base nas receitas internacionais efetivamente realizadas em 2025. Portanto, a distinção entre contrato assinado e executado é correta, mas não rebate o argumento que eu apresentei sobre a dimensão internacional da Mota.
E quanto à margem líquida, claro que é importantíssima. Mas dizer que é “o que realmente importa” e tudo o resto é secundário parece-me demasiado redutor. Numa empresa destas eu quero olhar para lucro, margens, cash flow, dívida, retorno sobre o capital e qualidade da carteira.
E aí já temos execução para avaliar, não apenas promessas: no 1.º semestre foram 2.898 M€ de receitas, 487 M€ de EBITDA, 74 M€ de lucro atribuível e 159 M€ de free cash flow. A margem líquida é ainda apenas 2,6%, concordo, mas subiu de 2,2%, enquanto o lucro cresceu 24%.
Portanto, não tenho qualquer “ilusão de segurança” com os 17,7 mil M€. Um contrato pode atrasar, ser renegociado e até dar prejuízo. Isso faz parte do risco da construção.
O que também não faço é ir ao extremo oposto e tratar uma carteira assinada de 17,7 mil M€ como se não tivesse valor informativo nenhum. A própria empresa diz que representa cerca de 3,7 anos de visibilidade de execução em E&C, com maior peso de contratos de longa duração e estruturas de financiamento mais robustas. Depois cabe à Mota provar que consegue convertê-la em margem e caixa.
Resumindo: carteira não é receita, receita não é lucro e lucro não é caixa. Estamos de acordo.
Mas também convém completar a sequência: sem carteira não há receita futura; sem boa execução não há margem; e sem conversão em caixa não há criação de valor.
É precisamente por isso que acompanho todas essas métricas, em vez de escolher apenas a que ajuda mais uma determinada narrativa.
E quanto à “empresa de vão de escada”, mantenho o essencial: a classificação da ENR resulta de receitas realizadas, não de contratos por executar. Aí não há narrativa. Há ranking.
J.f.vieira
Começando pelo free float: faço uma precisão àquilo que escrevi anteriormente. Os 28,68% que constam da estrutura acionista oficial de junho são “outros acionistas”; a página da Mota continua a indicar 25,42% como free float. Não vou misturar os dois conceitos. O que não muda é o meu argumento inicial: liquidez bolsista reduzida e interesse estratégico são duas questões diferentes.
Quanto aos contratos, naturalmente que contrato assinado não é receita realizada. E carteira não é lucro. Nisso estamos de acordo.
Aliás, a própria Mota define backlog como o montante de contratos adjudicados e assinados ainda por executar. Portanto, quando falo nos 17,7 mil M€, nunca os tratei como receitas ou lucros já realizados. São visibilidade de trabalho futuro, com os riscos de execução inerentes.
Agora, há um pormenor importante: os 25.º lugar da Mota no ranking ENR que eu citei não resultam do backlog. O ranking é feito com base nas receitas internacionais efetivamente realizadas em 2025. Portanto, a distinção entre contrato assinado e executado é correta, mas não rebate o argumento que eu apresentei sobre a dimensão internacional da Mota.
E quanto à margem líquida, claro que é importantíssima. Mas dizer que é “o que realmente importa” e tudo o resto é secundário parece-me demasiado redutor. Numa empresa destas eu quero olhar para lucro, margens, cash flow, dívida, retorno sobre o capital e qualidade da carteira.
E aí já temos execução para avaliar, não apenas promessas: no 1.º semestre foram 2.898 M€ de receitas, 487 M€ de EBITDA, 74 M€ de lucro atribuível e 159 M€ de free cash flow. A margem líquida é ainda apenas 2,6%, concordo, mas subiu de 2,2%, enquanto o lucro cresceu 24%.
Portanto, não tenho qualquer “ilusão de segurança” com os 17,7 mil M€. Um contrato pode atrasar, ser renegociado e até dar prejuízo. Isso faz parte do risco da construção.
O que também não faço é ir ao extremo oposto e tratar uma carteira assinada de 17,7 mil M€ como se não tivesse valor informativo nenhum. A própria empresa diz que representa cerca de 3,7 anos de visibilidade de execução em E&C, com maior peso de contratos de longa duração e estruturas de financiamento mais robustas. Depois cabe à Mota provar que consegue convertê-la em margem e caixa.
Resumindo: carteira não é receita, receita não é lucro e lucro não é caixa. Estamos de acordo.
Mas também convém completar a sequência: sem carteira não há receita futura; sem boa execução não há margem; e sem conversão em caixa não há criação de valor.
É precisamente por isso que acompanho todas essas métricas, em vez de escolher apenas a que ajuda mais uma determinada narrativa.
E quanto à “empresa de vão de escada”, mantenho o essencial: a classificação da ENR resulta de receitas realizadas, não de contratos por executar. Aí não há narrativa. Há ranking.
J.f.vieira
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
J.f.vieira Escreveu:
Agora, chamar “empresa de vão de escada” à 25.ª colocada no ranking mundial da ENR de contractors internacionais já me parece uma narrativa bastante mais criativa do que a minha.
J.f.vieira
Uma coisa são contratos assinados, outa coisa são contratos em execução e outra coisa ainda são contratos executados.
Uma coisa são receitas e outra coisa é a margem líquida sobre as receitas (o que realmente importa).
Por que é que esta distinção importa?
Avaliar uma empresa ou um projeto apenas pelos contratos assinados (o chamado backlog ou carteira de encomendas) pode criar uma falsa ilusão de segurança. Até o contrato estar executado, existem riscos de incumprimento, cancelamento, renegociação ou estourar de custos.
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It’s easy to make money in the stock market. What’s hard is choosing the winning horse. And only he wins the prize
Re: Mota Engil - Tópico Geral
J.f.vieira Escreveu:Os 25,42% correspondem à estrutura antiga.
Na documentação de 2026 da própria Mota, depois da venda das ações próprias e da redução da CCCC para 31%, aparecem 28,68% em outros acionistas.
J.f.vieira
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
NirSup Escreveu:J.f.vieira Escreveu:Quanto mais estratégico se torna o papel da Mota-Engil no Corredor do Lobito, RDC e minerais críticos, mais me pergunto se no futuro não poderá surgir interesse acionista de capital europeu ou americano.
J.f.vieira
Narrativas, no mínimo, Criativas
O free float (capital de dispersão livre em bolsa) da Mota-Engil é de 25,42%.
O free float (25,42%) tem um valor de mercado de aproximadamente 382,4 milhões de euros.
Isso para os grandes investidores mundiais são peanuts.
A Mota-Engil é vista pelos grandes players mundiais como uma empresa de vão de escada.
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................ .................. ..................
NirSup, os “peanuts” dão uma boa frase, mas acho que aqui estamos a misturar duas coisas diferentes: free float/liquidez bolsista e interesse estratégico.
Os 25,42% correspondem à estrutura antiga. Na documentação de 2026 da própria Mota, depois da venda das ações próprias e da redução da CCCC para 31%, aparecem 28,68% em outros acionistas.
Mas o essencial nem é esse.
Um capital disperso relativamente reduzido pode ser uma limitação para grandes fundos que precisam de entrar e sair rapidamente com posições muito grandes. Não impede, por definição, a entrada de um investidor estratégico. Esse tipo de operação pode fazer-se por bloco, aumento de capital, numa participada ou num projeto específico.
Quanto à “empresa de vão de escada”, aí os números são menos literários: no ranking ENR 2026 Top 250 International Contractors, a Mota-Engil aparece em 25.º lugar mundial, medido pelas receitas de construção realizadas fora do mercado doméstico. A CCCC aparece em 4.º lugar e detém 31% da Mota.
E há outra diferença entre uma empresa irrelevante e uma empresa estratégica: a DFC americana tem um financiamento de US$553 M na Lobito Atlantic Railway e a IFC concedeu até US$214 M diretamente à Mota-Engil SGPS para equipamento de projetos ferroviários e mineiros em África. Isto não faz delas acionistas da Mota, obviamente, mas mostra bem o tipo de contraparte e de projetos em que a empresa já está envolvida.
Eu não disse que existe hoje um investidor americano ou europeu a negociar ações da Mota. Disse que, com a importância crescente do Lobito, RDC e minerais críticos, não me surpreenderia que no futuro surgisse interesse estratégico, na própria Mota ou em ativos do grupo.
Podemos discordar dessa hipótese.
Agora, chamar “empresa de vão de escada” à 25.ª colocada no ranking mundial da ENR de contractors internacionais já me parece uma narrativa bastante mais criativa do que a minha.
J.f.vieira
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
J.f.vieira Escreveu:Quanto mais estratégico se torna o papel da Mota-Engil no Corredor do Lobito, RDC e minerais críticos, mais me pergunto se no futuro não poderá surgir interesse acionista de capital europeu ou americano.
J.f.vieira
Narrativas, no mínimo, Criativas
O free float (capital de dispersão livre em bolsa) da Mota-Engil é de 25,42%.
O free float (25,42%) tem um valor de mercado de aproximadamente 382,4 milhões de euros.
Isso para os grandes investidores mundiais são peanuts.
A Mota-Engil é vista pelos grandes players mundiais como uma empresa de vão de escada.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
J.f.vieira Escreveu:Há ainda uma possibilidade que me parece interessante pensar, embora neste momento seja apenas uma hipótese.
Quanto mais estratégico se torna o papel da Mota-Engil no Corredor do Lobito, RDC e minerais críticos, mais me pergunto se no futuro não poderá surgir interesse acionista de capital europeu ou americano.
Os EUA já não estão apenas a observar: a DFC está diretamente envolvida no financiamento de infraestruturas ligadas à Mota na RDC e hoje tem capacidade para fazer também investimentos em equity em projetos considerados estratégicos. A União Europeia, através da Global Gateway, está igualmente a colocar enormes montantes em corredores de transporte e cadeias de matérias-primas críticas.
Não estou a dizer que exista neste momento alguém a comprar ações da Mota. Não há informação pública que permita afirmar isso.
Mas uma empresa portuguesa, com a família Mota nos 40%, a CCCC chinesa nos 31% e uma posição cada vez mais importante numa infraestrutura que EUA e Europa consideram estratégica, começa a ter uma dimensão geopolítica que vai muito além da simples construção.
E não me surpreenderia que, mais cedo ou mais tarde, esse interesse estratégico também pudesse aparecer no capital — seja na própria Mota, seja primeiro através da Mining Services, Lobito ou outras participadas.
Quando uma empresa começa a ser importante para vários blocos ao mesmo tempo, o valor estratégico pode acabar por valer tanto como alguns múltiplos financeiros.
J.f.vieira
E no meio temos o laranja mecanica a levar o barril aos 120 outra vez.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Há ainda uma possibilidade que me parece interessante pensar, embora neste momento seja apenas uma hipótese.
Quanto mais estratégico se torna o papel da Mota-Engil no Corredor do Lobito, RDC e minerais críticos, mais me pergunto se no futuro não poderá surgir interesse acionista de capital europeu ou americano.
Os EUA já não estão apenas a observar: a DFC está diretamente envolvida no financiamento de infraestruturas ligadas à Mota na RDC e hoje tem capacidade para fazer também investimentos em equity em projetos considerados estratégicos. A União Europeia, através da Global Gateway, está igualmente a colocar enormes montantes em corredores de transporte e cadeias de matérias-primas críticas.
Não estou a dizer que exista neste momento alguém a comprar ações da Mota. Não há informação pública que permita afirmar isso.
Mas uma empresa portuguesa, com a família Mota nos 40%, a CCCC chinesa nos 31% e uma posição cada vez mais importante numa infraestrutura que EUA e Europa consideram estratégica, começa a ter uma dimensão geopolítica que vai muito além da simples construção.
E não me surpreenderia que, mais cedo ou mais tarde, esse interesse estratégico também pudesse aparecer no capital — seja na própria Mota, seja primeiro através da Mining Services, Lobito ou outras participadas.
Quando uma empresa começa a ser importante para vários blocos ao mesmo tempo, o valor estratégico pode acabar por valer tanto como alguns múltiplos financeiros.
J.f.vieira
Quanto mais estratégico se torna o papel da Mota-Engil no Corredor do Lobito, RDC e minerais críticos, mais me pergunto se no futuro não poderá surgir interesse acionista de capital europeu ou americano.
Os EUA já não estão apenas a observar: a DFC está diretamente envolvida no financiamento de infraestruturas ligadas à Mota na RDC e hoje tem capacidade para fazer também investimentos em equity em projetos considerados estratégicos. A União Europeia, através da Global Gateway, está igualmente a colocar enormes montantes em corredores de transporte e cadeias de matérias-primas críticas.
Não estou a dizer que exista neste momento alguém a comprar ações da Mota. Não há informação pública que permita afirmar isso.
Mas uma empresa portuguesa, com a família Mota nos 40%, a CCCC chinesa nos 31% e uma posição cada vez mais importante numa infraestrutura que EUA e Europa consideram estratégica, começa a ter uma dimensão geopolítica que vai muito além da simples construção.
E não me surpreenderia que, mais cedo ou mais tarde, esse interesse estratégico também pudesse aparecer no capital — seja na própria Mota, seja primeiro através da Mining Services, Lobito ou outras participadas.
Quando uma empresa começa a ser importante para vários blocos ao mesmo tempo, o valor estratégico pode acabar por valer tanto como alguns múltiplos financeiros.
J.f.vieira
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
@nmv! Escreveu:essa golden cross não está bem!
desde novembro de 2025, período onde desceu para a zona inferior a € 5, e começou a lateralizar, que a EMA50 e EMA200 se aproximaram.
agora em setembro de 2026 talvez a EMA50 se afaste da EMA200 validando o início de novo período dos touros.
por ora, zonas de preço a validar:
€ 5,00; € 5,10, zona de resistência.
€ 4,35 suporte 1
€ 4,20 suporte 2
€ 3,80 suporte 3
não compreendo os valores de € 1,36, devem ser de AT para iniciados
............ ......
@nmv!, tens razão quanto à designação: referia-me ao cruzamento altista da média de 20 dias com a de 200 dias, por vezes chamado informalmente de «Golden Cross de curto prazo», embora a Golden Cross clássica seja a de 50/200.
Pelo que observo no histórico, esse cruzamento tem acompanhado movimentos de subida. Quando procuro entrar numa ação, tento antecipar o cruzamento da média de 50 com a de 200 dias, porque nessa altura parte da valorização já pode ter acontecido.
J.f.vieira
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
provaveis MMs diferentes, um com EMA e outro com SMA
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
essa golden cross não está bem!
desde novembro de 2025, período onde desceu para a zona inferior a € 5, e começou a lateralizar, que a EMA50 e EMA200 se aproximaram.
agora em setembro de 2026 talvez a EMA50 se afaste da EMA200 validando o início de novo período dos touros.
por ora, zonas de preço a validar:
€ 5,00; € 5,10, zona de resistência.
€ 4,35 suporte 1
€ 4,20 suporte 2
€ 3,80 suporte 3
não compreendo os valores de € 1,36, devem ser de AT para iniciados
desde novembro de 2025, período onde desceu para a zona inferior a € 5, e começou a lateralizar, que a EMA50 e EMA200 se aproximaram.
por ora, zonas de preço a validar:
€ 5,00; € 5,10, zona de resistência.
€ 4,35 suporte 1
€ 4,20 suporte 2
€ 3,80 suporte 3
não compreendo os valores de € 1,36, devem ser de AT para iniciados
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Pageup Escreveu:iniciado1 Escreveu:Ordem de compra a 1,36 .....e vou comprar
É por causa de meninos como tu que compro o pirilampo mágico.
OK .....fica registado
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
iniciado1 Escreveu:Ordem de compra a 1,36 .....e vou comprar
É por causa de meninos como tu que compro o pirilampo mágico.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Meus caros, situacao na verdade nao está para brincadeira, prevejo tempestade nos mercados mundiais nos proximos tempos
Alta das treasures e subida das taxas pela Fed e BCE, agudizar dos conflitos na Ukrania e Irao com a consequente subida descontrolada do petroleo e da inflacao.
O momento nao está para grandes aventuras.
Alta das treasures e subida das taxas pela Fed e BCE, agudizar dos conflitos na Ukrania e Irao com a consequente subida descontrolada do petroleo e da inflacao.
O momento nao está para grandes aventuras.

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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Vai haver stock spilt?
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Um bocadinho baixo o valor de entrada.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Ordem de compra a 1,36 .....e vou comprar
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Penso que poderá vir a 4.90€
J.f.vieira
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
Ordem de compra a 4.80 até sexta feira, não mexo na ordem e vou comprar.
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Re: Mota Engil - Tópico Geral
A Mota-Engil está muito próxima de confirmar uma Golden Cross, com a MM50 a convergir rapidamente para a MM200. Mantendo-se a atual dinâmica da cotação, o cruzamento poderá ocorrer já nas próximas 1 a 3 sessões, constituindo um sinal técnico relevante de reforço da tendência de médio prazo.
J.f.vieira
J.f.vieira
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