Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O ser humano tem este estranho defeito: acredita sempre que só se está bem onde não se está.
Dizem que haverá cerca de 60 a 70 milhões de pessoas de origem chinesa a viver fora da China não me parece que façam fila para regressar .
Os ricos chineses compram propriedade fora do
País algum sinal de desconforto.
Não gostaria de viver num regime totalitário onde um comentário pode custar a liberdade. Infelizmente, vejo o mundo ocidental a dar passos preocupantes nessa direção.
Se continuar assim, a Argentina poderá tornar-se um dos últimos refúgios alguns já se estão a mudar para lá
Dizem que haverá cerca de 60 a 70 milhões de pessoas de origem chinesa a viver fora da China não me parece que façam fila para regressar .
Os ricos chineses compram propriedade fora do
País algum sinal de desconforto.
Não gostaria de viver num regime totalitário onde um comentário pode custar a liberdade. Infelizmente, vejo o mundo ocidental a dar passos preocupantes nessa direção.
Se continuar assim, a Argentina poderá tornar-se um dos últimos refúgios alguns já se estão a mudar para lá
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
macau5m Escreveu:Aqui tens liberdade de gostar do Stalin já a liberdade acaba se gostares do Hitler. Estranha forma de liberdade. Poucas diferenças entre os 2. Assassinaram milhões de pessoas. Experimentem sair com uma camisola com a bandeira da URSS e no dia seguinte sairem com uma camisola com a suástica. Pois, é essa a liberdade...
Nem é preciso ir tão longe.
#whi**power -> racismo, potencial processo crime em determinados contextos.
#blackpower -> emancipação.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:A rapidez de construção e a capacidade industrial da China são reais.
Mas daí concluir que uma ditadura é um modelo idial vão 2 passos .
Numa ditadura é mais fácil construir uma ponte ou um hospital… porque os opositores são presos , menos burocracia, menos recursos e, menos direitos …
Expropriações, censura, limitações à imprensa sem contestação tudo mais rápido.
Cada um defende o seu campo os amantes desses regimes democraticamente deviam para lá serem enviados para viverem de acordo com as suas ideias
Não há modelos ideais, nem ditaduras nem democracias, tem que avaliar sempre a sociedade caso a caso.
Sadam Housein era ditador, mas havia algumas liberdades, mataram o Sadam acabou a paz no médio Oriente, certos povos têm que ser governados com rédea curta, porque se lhes derem um pouco de poder destroem tudo.
A China produz porque lá o Partido Comunista não faz greves nem manipula os trabalhadores.
Numa ditadura (China) é mais fácil construir porque não tem tantos comentadores televisivos a quererem governar sem terem sido eleitos. Não há por lá Pedro Marques Lopes, Paulos Baldaias, etc etc. e muito menos os climáticos a fazer porcaria, não é que a China não tenha preocupações ambientais, tanto assim é que é o pais que mais investe.
Não tinha qualquer problema em viver na China, em Macau ou em Singapura. Estou mesmo em crer que mais de 90% da população dos locais que mencionei, não trocavam, o local onde vivem para vir viver na "democracia" e só pensa que há liberdade até serem impedidos de desenvolver ou fazer qualquer coisa ou mesmo de circular em certas zonas do país.
Aqui tens liberdade de gostar do Stalin já a liberdade acaba se gostares do Hitler. Estranha forma de liberdade. Poucas diferenças entre os 2. Assassinaram milhões de pessoas. Experimentem sair com uma camisola com a bandeira da URSS e no dia seguinte sairem com uma camisola com a suástica. Pois, é essa a liberdade...
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:
Numa ditadura é mais fácil construir uma ponte ou um hospital… porque os opositores são presos , menos burocracia, menos recursos e, menos direitos …
Expropriações, censura, limitações à imprensa sem contestação tudo mais rápido.
Raising the Bar: Guidelines for respectful media coverage in women's athletics
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:Podem contar as histórias que quiserem, mas há uma realidade incontornável a empresa mais estratégica e praticamente insubstituível do mundo é a ASML. Ninguém conseguiu replicar a sua tecnologia.
A excepção confirma a regra.
Partilhei o documentário no tópico dedicado. Note-se que foi financiada por capital americano.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Podem contar as histórias que quiserem, mas há uma realidade incontornável a empresa mais estratégica e praticamente insubstituível do mundo é a ASML. Ninguém conseguiu replicar a sua tecnologia.
A China investe milhares de milhões há anos e continua sem conseguir produzir máquinas EUV equivalentes.
Sem a ASML, a corrida mundial à inteligência artificial, aos chips mais avançados e à computação de alto desempenho seria ou melhor não seria.
É esta empresa holandesa que fabrica as máquinas capazes de gravar milhares de milhões de transístores nos semicondutores mais sofisticados do planeta.
A verdadeira liderança tecnológica mede-se pelo que os outros ainda não conseguem copiar. E, nesse campo, a ASML continua sem rival.
A China investe milhares de milhões há anos e continua sem conseguir produzir máquinas EUV equivalentes.
Sem a ASML, a corrida mundial à inteligência artificial, aos chips mais avançados e à computação de alto desempenho seria ou melhor não seria.
É esta empresa holandesa que fabrica as máquinas capazes de gravar milhares de milhões de transístores nos semicondutores mais sofisticados do planeta.
A verdadeira liderança tecnológica mede-se pelo que os outros ainda não conseguem copiar. E, nesse campo, a ASML continua sem rival.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
macau5m Escreveu:BearManBull Escreveu:
Os USA são de longe a maior potencia de inovação em quase todas as frentes.
É uma cultura de risco fomentada pela alta recompensa do sonho americano.
O Sonho americano não passa mesmo disso, de um sonho, muito alavancado pelos filmes de hollywood
O pior é quando se acorda ou se sai da sala do cinema. O sonho normalmente vira pesadelo.
A narrativa é tão grande e há gente que a leva a peito, a ponto de terem acreditado e defendido acerrimamente há um ano, que o Irão tinha regressado à idade da pedra. Foram totalmente obliterados e as montanhas viraram piscinas.
Queres perceber o que é inovação, visita a China.
A China é outra história e tem IRS mais baixo do que na Europa.
Nos USA os salários chegam a ser 4x mais altos. Na Europa existe uma excepção que é a Suiça, o ultimo reduto do mundo livre. De resto UE=caca. Até já a comida é um esterco no geral, enfim.
Mas gostava de saber quem é que tem sido o padrinho de toda a inovação nos ultimos 2 séculos?
Chips AI NVidia é alemã certo?
Arquitectura de chips modernos, Intel daquele famoso austríaco Moore.
AI Copilot, Gemini, Claude, XAI todos franceses certo?
Rockets reutilizaveis SpaceX é lituana!
iPhones Apple este é espanhola.
Cloud AWS Amazon dos belgas!
Vai lá ver a porcaria do DAX com 5 anos de change. Excepto energia e finança o DAX está morto. O tecido tecnologico eruopeu desapareceu do mapa. Aqui é turismo e entra dinheiro da corrupção. O resto é uma URSS do século XXI.
Vai valendo os holandeses que têm 2, 3 verdadeiros exemplos de resto é tudo a encher chouriço.
Mas sim os americanos são umas bestas aqui na Europa são uns super heróis, por isso que temos uma guerra com dezenas de milhares de mortos. Por isso que há 20 anos que andam a falar de um novo aeroporto que ainda vai demorar outros 20 anos para ver a luz do dia.
O único que concordo é que na actualidade USA e Europa competem por ver quem faz a pior figura.
Editado pela última vez por BearManBull em 16/7/2026 16:56, num total de 1 vez.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A rapidez de construção e a capacidade industrial da China são reais.
Mas daí concluir que uma ditadura é um modelo idial vão 2 passos .
Numa ditadura é mais fácil construir uma ponte ou um hospital… porque os opositores são presos , menos burocracia, menos recursos e, menos direitos …
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Mas daí concluir que uma ditadura é um modelo idial vão 2 passos .
Numa ditadura é mais fácil construir uma ponte ou um hospital… porque os opositores são presos , menos burocracia, menos recursos e, menos direitos …
Expropriações, censura, limitações à imprensa sem contestação tudo mais rápido.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Sinedrio Escreveu:A China todos os dias anuncia invenções extraordinárias que depois não dão em absolutamente nada.
Qual é o medicamento que vocês tomam que foi produzido/descoberto na China? Algum?
A China não anuncia a China faz. Em matéria de medicação a China por norma utiliza a medicina tradicional, dificilmente se virará para a fabricação de medicação enquanto o povo estiver enraizado na medicação à base de produtos naturais.
Muitas farmácias na China vendem, ervas e animais.
Pesquisem um pouco e vejam a evolução industrial na China. Fazem uma ponte em menos tempo que por cá construímos uma moradia.
Estive em Macau na década de 80, quando lá cheguei estavam a construir um hotel, não sei ao certo mas para aí com uns 15 andares, em pouco mais de meio ano se tanto, meteram o hotel a funcionar. Não havia a tecnologia que há atualmente.
Aquando do Covid, montaram um hospital enquanto por cá se discute quais os procedimentos necessários para se construir uma piscina, ou uma churrasqueira no quintal.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Um míssil de 4 milhões de dólares intercepta um drone de 50 mil dólares.
https://x.com/OSINTWarfare/status/2077543401696715083
Pedro
https://x.com/OSINTWarfare/status/2077543401696715083
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Os EUA e a Europa deslocaram a sua indústria para a China, em troca do lucro, esta aplicou a "engenharia reversa" e outros métodos menos convencionais.
A China convenceu a Safran e a GE Aerospace (CFM International) a instalar uma fábrica no seu país, e na altura andavamos todos felizes e embevecidos.
Passados 30 anos, a China já terá 500 caças J-20.

Pedro
A China convenceu a Safran e a GE Aerospace (CFM International) a instalar uma fábrica no seu país, e na altura andavamos todos felizes e embevecidos.
Passados 30 anos, a China já terá 500 caças J-20.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A China todos os dias anuncia invenções extraordinárias que depois não dão em absolutamente nada.
Qual é o medicamento que vocês tomam que foi produzido/descoberto na China? Algum?
Qual é o medicamento que vocês tomam que foi produzido/descoberto na China? Algum?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Nao devemos trocaram a realidade pela propaganda , os vermelhos estão agora com a China como estiverem com a URSS no pós guerra ., os brancos agarrados a supremacia eterna dos USA
Na verdade EUA continuam a liderar em inovação de ponta a larga distância , a China lidera cada vez mais em escala, indústria e várias tecnologias
Nas projeções a China estaria já a passar os USA em PIB , mas hoje o consenso diz que nunca lá chegará , ficou velha antes dos chineses ficarem ricos , o seu « per capita » ainda está muito longe do que tem os países ocidentais
Na verdade EUA continuam a liderar em inovação de ponta a larga distância , a China lidera cada vez mais em escala, indústria e várias tecnologias
Nas projeções a China estaria já a passar os USA em PIB , mas hoje o consenso diz que nunca lá chegará , ficou velha antes dos chineses ficarem ricos , o seu « per capita » ainda está muito longe do que tem os países ocidentais
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:
Os USA são de longe a maior potencia de inovação em quase todas as frentes.
É uma cultura de risco fomentada pela alta recompensa do sonho americano.
O Sonho americano não passa mesmo disso, de um sonho, muito alavancado pelos filmes de hollywood
O pior é quando se acorda ou se sai da sala do cinema. O sonho normalmente vira pesadelo.
A narrativa é tão grande e há gente que a leva a peito, a ponto de terem acreditado e defendido acerrimamente há um ano, que o Irão tinha regressado à idade da pedra. Foram totalmente obliterados e as montanhas viraram piscinas.
Queres perceber o que é inovação, visita a China.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:Lembrar que na 2 guerra os USA grande potência industrial fazia isto .
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
Algumas razões:
A Europa é o mesmo lixo só que pior.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Hoje, os EUA sofrem do mesmo problema da Europa, que a guerra da Ucrânia, e agora a guerra com o Irão, vieram "pôr a nu", o que já muitos diziam, inclusivé, dentro das Forças Armadas dos EUA.
Outro exemplo, tem a ver com os graves problemas que os reabastecedores KC-46A Pegasus apresentam.
Apesar de terem urgência em substitui os "velhos" KC-135 Stratotanker, a Força Aérea dos EUA suspendeu, o acordo de fornecimento (cerca de 180 até ao fim de 2027), que tem com a Boeing, até que as deficiências técnicas sejam corrigidas, mesmo não tendo alternativa.
A Boeing já terá perdido 8 bilhões de dólares.
Mas exemplos destes, são às dezenas, no exército, na marinha e na força aérea.
Pedro
Outro exemplo, tem a ver com os graves problemas que os reabastecedores KC-46A Pegasus apresentam.
Apesar de terem urgência em substitui os "velhos" KC-135 Stratotanker, a Força Aérea dos EUA suspendeu, o acordo de fornecimento (cerca de 180 até ao fim de 2027), que tem com a Boeing, até que as deficiências técnicas sejam corrigidas, mesmo não tendo alternativa.
A Boeing já terá perdido 8 bilhões de dólares.
Mas exemplos destes, são às dezenas, no exército, na marinha e na força aérea.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Lembrar que na 2 guerra os USA grande potência industrial fazia isto .
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
niceboy Escreveu:Numa altura de guerra de drones, onde são necessários esses projéteis de artilharia?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
Não sei, estas decisões foram tomadas em 2022/23, quando a Ucrânia fazia 7.000 disparos de artilharia por dia.
Os EUA terão enviado para a Ucrânia mais de 3 milhões de projécteis de artilharia.
Hoje, a guerra na Ucrânia não é a mesma, deixou de ser uma guerra de atrito/exaustão, e assim sendo, não são tão necessários. No futuro, acho que ninguém saberá, pois vai depender muito do local e do opositor.
O que está em causa, é a incapacidade dos EUA reporem os seus stocks, e o conflito com o Irão veio agravar ainda mais a situação, pois ao contrário do que se possa pensar, os EUA não têm a capacidade industrial militar para produzir o que gastam, em tempo útil, e em muitas situações estão dependente de fornecedores externos.
Segundo consta, os problemas da General Dynamics Ordnance and Tactical Systems, em parte, têm a ver com o seu fornecedor turco (REPKON).
Para se ter uma ideia, os EUA construiram em 16 anos 2 porta-aviões (USS Gerald R. Ford e USS John F. Kennedy), enquanto a China construiu 2 (Shandong e Fujian) em 12 anos, e hoje tem uma marinha com mais navios que os EUA.
Os EUA têm um grande problema, que passa como as Administrações olham para a indústria bélica e política externa, consoante é a sua cor.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Numa altura de guerra de drones, onde são necessários esses projéteis de artilharia?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Irão (IRGC) alega que atingiu a base aérea de Muwaffaq Salti, na Jordânia, com mísseis balísticos e drones, e que destruiu hangares que abrigavam caças F-15, F-16 e F-35 e drones MQ-9 Reaper .
https://x.com/Straigh60283313/status/2077223019940811176
Pedro
https://x.com/Straigh60283313/status/2077223019940811176
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Um pequeno exemplo dos problemas que os EUA enfrentam.
Os EUA tinham como objectivo a produção mensal de 100 mil projécteis de artilharia de 155 mm, e deram à General Dynamics Ordnance and Tactical Systems (GD-OTS) um contrato de 500 milhões de dólares, e esta não consegue produzir os componente necessários, na sua fábrica de Mesquite, no Texas, que foi inaugurada há 2 anos.
A fábrica de Mesquite, devia estar a trabalhar para a produção de 30.000 projécteis por mês, contribuindo para os 100.000 esperados, que hoje são 36.000.
Os EUA estão a ficar com os seus stokcs em níveis alarmantes, e a sua indústria militar não tem capacidade para os repor, em tempo útil.
https://x.com/DoW_IG/status/2076730789362827329?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2076730789362827329%7Ctwgr%5E1a87e1fb43a0c86351e720c4eb46ab5b37d1ad1b%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.twz.com%2Fland%2Fnew-500m-artillery-shell-plant-failed-to-produce-any-155mm-parts
Pedro
Os EUA tinham como objectivo a produção mensal de 100 mil projécteis de artilharia de 155 mm, e deram à General Dynamics Ordnance and Tactical Systems (GD-OTS) um contrato de 500 milhões de dólares, e esta não consegue produzir os componente necessários, na sua fábrica de Mesquite, no Texas, que foi inaugurada há 2 anos.
A fábrica de Mesquite, devia estar a trabalhar para a produção de 30.000 projécteis por mês, contribuindo para os 100.000 esperados, que hoje são 36.000.
Os EUA estão a ficar com os seus stokcs em níveis alarmantes, e a sua indústria militar não tem capacidade para os repor, em tempo útil.
https://x.com/DoW_IG/status/2076730789362827329?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2076730789362827329%7Ctwgr%5E1a87e1fb43a0c86351e720c4eb46ab5b37d1ad1b%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.twz.com%2Fland%2Fnew-500m-artillery-shell-plant-failed-to-produce-any-155mm-parts
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Os EUA sofrem do mesmo mal da Europa, por razões diferente e numa escala diferente.
A grande mudança, dá-se com Dan Driscoll (secretário do Exército) e o General Randy George (chefe do Estado-Maior), que foi demitido por Pete Hegseth.
No entanto, o mentor dos drones de ataque e da filosofia militar ucraniana no exército dos EUA, foi o General James Rainey (ex comandante-geral do Comando de Futuros do Exército dos Estados Unidos).
No que se refere a "drones", a Ucrânia está na vanguarda, pois tem muitos engenheiros e campo de batalha para os testar, tendo como grande desafio o financiamento das empresas, que faz com que algumas coloquem a sua sede fora, como é o caso da Uforce (RU), ou abram o capital a outros países, como tem tentado a FirePoint (EAU).
Se olharmos para os EUA, temos empresas como a Anduril, que crescem através de aquisições.
Pedro
A grande mudança, dá-se com Dan Driscoll (secretário do Exército) e o General Randy George (chefe do Estado-Maior), que foi demitido por Pete Hegseth.
No entanto, o mentor dos drones de ataque e da filosofia militar ucraniana no exército dos EUA, foi o General James Rainey (ex comandante-geral do Comando de Futuros do Exército dos Estados Unidos).
No que se refere a "drones", a Ucrânia está na vanguarda, pois tem muitos engenheiros e campo de batalha para os testar, tendo como grande desafio o financiamento das empresas, que faz com que algumas coloquem a sua sede fora, como é o caso da Uforce (RU), ou abram o capital a outros países, como tem tentado a FirePoint (EAU).
Se olharmos para os EUA, temos empresas como a Anduril, que crescem através de aquisições.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:O país que vai de longe à frente na corrida da AI obviamente que era só uma questão de (pouco) tempo até se converter na maior potencia de UVTs.
Será que a Uforce copiou a Saronic?
Pedro
Os USA são de longe a maior potencia de inovação em quase todas as frentes.
É uma cultura de risco fomentada pela alta recompensa do sonho americano. Aqui o sonho é andar a lamber as botas de um politico qualquer, ou trabalhar para a pensão. A Europa com a cultura que tem de risco nunca vai ser nada. Por isso que não tem chips, não tem clouid, não tem LLMs dignos de renome. Tem 2-3 excepções que confirmam a regra, Medíocre, sem sonhos, sem postura, sem carácter, sem ambição, vive da glória do passado, da perda de identidade, de ser a Disneylândia do planeta e resume-se a isto lentamente a convergir com as republicas das bananas das américas.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:O país que vai de longe à frente na corrida da AI obviamente que era só uma questão de (pouco) tempo até se converter na maior potencia de UVTs.
Será que a Uforce copiou a Saronic?
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A zona dos 80-84 tem sido relevante nos últimos anos.
Depois dos movimentos anteriores sugere um pullback para continuar as quedas.
Depois dos movimentos anteriores sugere um pullback para continuar as quedas.
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