Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:Podem contar as histórias que quiserem, mas há uma realidade incontornável a empresa mais estratégica e praticamente insubstituível do mundo é a ASML. Ninguém conseguiu replicar a sua tecnologia.
A excepção confirma a regra.
Partilhei o documentário no tópico dedicado. Note-se que foi financiada por capital americano.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Podem contar as histórias que quiserem, mas há uma realidade incontornável a empresa mais estratégica e praticamente insubstituível do mundo é a ASML. Ninguém conseguiu replicar a sua tecnologia.
A China investe milhares de milhões há anos e continua sem conseguir produzir máquinas EUV equivalentes.
Sem a ASML, a corrida mundial à inteligência artificial, aos chips mais avançados e à computação de alto desempenho seria ou melhor não seria.
É esta empresa holandesa que fabrica as máquinas capazes de gravar milhares de milhões de transístores nos semicondutores mais sofisticados do planeta.
A verdadeira liderança tecnológica mede-se pelo que os outros ainda não conseguem copiar. E, nesse campo, a ASML continua sem rival.
A China investe milhares de milhões há anos e continua sem conseguir produzir máquinas EUV equivalentes.
Sem a ASML, a corrida mundial à inteligência artificial, aos chips mais avançados e à computação de alto desempenho seria ou melhor não seria.
É esta empresa holandesa que fabrica as máquinas capazes de gravar milhares de milhões de transístores nos semicondutores mais sofisticados do planeta.
A verdadeira liderança tecnológica mede-se pelo que os outros ainda não conseguem copiar. E, nesse campo, a ASML continua sem rival.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
macau5m Escreveu:BearManBull Escreveu:
Os USA são de longe a maior potencia de inovação em quase todas as frentes.
É uma cultura de risco fomentada pela alta recompensa do sonho americano.
O Sonho americano não passa mesmo disso, de um sonho, muito alavancado pelos filmes de hollywood
O pior é quando se acorda ou se sai da sala do cinema. O sonho normalmente vira pesadelo.
A narrativa é tão grande e há gente que a leva a peito, a ponto de terem acreditado e defendido acerrimamente há um ano, que o Irão tinha regressado à idade da pedra. Foram totalmente obliterados e as montanhas viraram piscinas.
Queres perceber o que é inovação, visita a China.
A China é outra história e tem IRS mais baixo do que na Europa.
Nos USA os salários chegam a ser 4x mais altos. Na Europa existe uma excepção que é a Suiça, o ultimo reduto do mundo livre. De resto UE=caca. Até já a comida é um esterco no geral, enfim.
Mas gostava de saber quem é que tem sido o padrinho de toda a inovação nos ultimos 2 séculos?
Chips AI NVidia é alemã certo?
Arquitectura de chips modernos, Intel daquele famoso austríaco Moore.
AI Copilot, Gemini, Claude, XAI todos franceses certo?
Rockets reutilizaveis SpaceX é lituana!
iPhones Apple este é espanhola.
Cloud AWS Amazon dos belgas!
Vai lá ver a porcaria do DAX com 5 anos de change. Excepto energia e finança o DAX está morto. O tecido tecnologico eruopeu desapareceu do mapa. Aqui é turismo e entra dinheiro da corrupção. O resto é uma URSS do século XXI.
Vai valendo os holandeses que têm 2, 3 verdadeiros exemplos de resto é tudo a encher chouriço.
Mas sim os americanos são umas bestas aqui na Europa são uns super heróis, por isso que temos uma guerra com dezenas de milhares de mortos. Por isso que há 20 anos que andam a falar de um novo aeroporto que ainda vai demorar outros 20 anos para ver a luz do dia.
O único que concordo é que na actualidade USA e Europa competem por ver quem faz a pior figura.
Editado pela última vez por BearManBull em 16/7/2026 16:56, num total de 1 vez.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A rapidez de construção e a capacidade industrial da China são reais.
Mas daí concluir que uma ditadura é um modelo idial vão 2 passos .
Numa ditadura é mais fácil construir uma ponte ou um hospital… porque os opositores são presos , menos burocracia, menos recursos e, menos direitos …
Expropriações, censura, limitações à imprensa sem contestação tudo mais rápido.
Cada um defende o seu campo os amantes desses regimes democraticamente deviam para lá serem enviados para viverem de acordo com as suas ideias
Mas daí concluir que uma ditadura é um modelo idial vão 2 passos .
Numa ditadura é mais fácil construir uma ponte ou um hospital… porque os opositores são presos , menos burocracia, menos recursos e, menos direitos …
Expropriações, censura, limitações à imprensa sem contestação tudo mais rápido.
Cada um defende o seu campo os amantes desses regimes democraticamente deviam para lá serem enviados para viverem de acordo com as suas ideias
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Sinedrio Escreveu:A China todos os dias anuncia invenções extraordinárias que depois não dão em absolutamente nada.
Qual é o medicamento que vocês tomam que foi produzido/descoberto na China? Algum?
A China não anuncia a China faz. Em matéria de medicação a China por norma utiliza a medicina tradicional, dificilmente se virará para a fabricação de medicação enquanto o povo estiver enraizado na medicação à base de produtos naturais.
Muitas farmácias na China vendem, ervas e animais.
Pesquisem um pouco e vejam a evolução industrial na China. Fazem uma ponte em menos tempo que por cá construímos uma moradia.
Estive em Macau na década de 80, quando lá cheguei estavam a construir um hotel, não sei ao certo mas para aí com uns 15 andares, em pouco mais de meio ano se tanto, meteram o hotel a funcionar. Não havia a tecnologia que há atualmente.
Aquando do Covid, montaram um hospital enquanto por cá se discute quais os procedimentos necessários para se construir uma piscina, ou uma churrasqueira no quintal.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Um míssil de 4 milhões de dólares intercepta um drone de 50 mil dólares.
https://x.com/OSINTWarfare/status/2077543401696715083
Pedro
https://x.com/OSINTWarfare/status/2077543401696715083
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Os EUA e a Europa deslocaram a sua indústria para a China, em troca do lucro, esta aplicou a "engenharia reversa" e outros métodos menos convencionais.
A China convenceu a Safran e a GE Aerospace (CFM International) a instalar uma fábrica no seu país, e na altura andavamos todos felizes e embevecidos.
Passados 30 anos, a China já terá 500 caças J-20.

Pedro
A China convenceu a Safran e a GE Aerospace (CFM International) a instalar uma fábrica no seu país, e na altura andavamos todos felizes e embevecidos.
Passados 30 anos, a China já terá 500 caças J-20.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A China todos os dias anuncia invenções extraordinárias que depois não dão em absolutamente nada.
Qual é o medicamento que vocês tomam que foi produzido/descoberto na China? Algum?
Qual é o medicamento que vocês tomam que foi produzido/descoberto na China? Algum?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Nao devemos trocaram a realidade pela propaganda , os vermelhos estão agora com a China como estiverem com a URSS no pós guerra ., os brancos agarrados a supremacia eterna dos USA
Na verdade EUA continuam a liderar em inovação de ponta a larga distância , a China lidera cada vez mais em escala, indústria e várias tecnologias
Nas projeções a China estaria já a passar os USA em PIB , mas hoje o consenso diz que nunca lá chegará , ficou velha antes dos chineses ficarem ricos , o seu « per capita » ainda está muito longe do que tem os países ocidentais
Na verdade EUA continuam a liderar em inovação de ponta a larga distância , a China lidera cada vez mais em escala, indústria e várias tecnologias
Nas projeções a China estaria já a passar os USA em PIB , mas hoje o consenso diz que nunca lá chegará , ficou velha antes dos chineses ficarem ricos , o seu « per capita » ainda está muito longe do que tem os países ocidentais
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:
Os USA são de longe a maior potencia de inovação em quase todas as frentes.
É uma cultura de risco fomentada pela alta recompensa do sonho americano.
O Sonho americano não passa mesmo disso, de um sonho, muito alavancado pelos filmes de hollywood
O pior é quando se acorda ou se sai da sala do cinema. O sonho normalmente vira pesadelo.
A narrativa é tão grande e há gente que a leva a peito, a ponto de terem acreditado e defendido acerrimamente há um ano, que o Irão tinha regressado à idade da pedra. Foram totalmente obliterados e as montanhas viraram piscinas.
Queres perceber o que é inovação, visita a China.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:Lembrar que na 2 guerra os USA grande potência industrial fazia isto .
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
Algumas razões:
A Europa é o mesmo lixo só que pior.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Hoje, os EUA sofrem do mesmo problema da Europa, que a guerra da Ucrânia, e agora a guerra com o Irão, vieram "pôr a nu", o que já muitos diziam, inclusivé, dentro das Forças Armadas dos EUA.
Outro exemplo, tem a ver com os graves problemas que os reabastecedores KC-46A Pegasus apresentam.
Apesar de terem urgência em substitui os "velhos" KC-135 Stratotanker, a Força Aérea dos EUA suspendeu, o acordo de fornecimento (cerca de 180 até ao fim de 2027), que tem com a Boeing, até que as deficiências técnicas sejam corrigidas, mesmo não tendo alternativa.
A Boeing já terá perdido 8 bilhões de dólares.
Mas exemplos destes, são às dezenas, no exército, na marinha e na força aérea.
Pedro
Outro exemplo, tem a ver com os graves problemas que os reabastecedores KC-46A Pegasus apresentam.
Apesar de terem urgência em substitui os "velhos" KC-135 Stratotanker, a Força Aérea dos EUA suspendeu, o acordo de fornecimento (cerca de 180 até ao fim de 2027), que tem com a Boeing, até que as deficiências técnicas sejam corrigidas, mesmo não tendo alternativa.
A Boeing já terá perdido 8 bilhões de dólares.
Mas exemplos destes, são às dezenas, no exército, na marinha e na força aérea.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Lembrar que na 2 guerra os USA grande potência industrial fazia isto .
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
Aviões cerca de 270 aviões por dia (quase 100 mil em 1944, o ano recorde).
Navios: cerca de 3 a 5 navios por dia, incluindo navios de transporte, cargueiros Ldestróieres e outros.
Em
Veículos militares (jipes, camiões, etc.): cerca de 2.300 por dia.
Tanques e canhões autopropulsados: cerca de 75 a 90 por dia.
É muito mais
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
niceboy Escreveu:Numa altura de guerra de drones, onde são necessários esses projéteis de artilharia?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
Não sei, estas decisões foram tomadas em 2022/23, quando a Ucrânia fazia 7.000 disparos de artilharia por dia.
Os EUA terão enviado para a Ucrânia mais de 3 milhões de projécteis de artilharia.
Hoje, a guerra na Ucrânia não é a mesma, deixou de ser uma guerra de atrito/exaustão, e assim sendo, não são tão necessários. No futuro, acho que ninguém saberá, pois vai depender muito do local e do opositor.
O que está em causa, é a incapacidade dos EUA reporem os seus stocks, e o conflito com o Irão veio agravar ainda mais a situação, pois ao contrário do que se possa pensar, os EUA não têm a capacidade industrial militar para produzir o que gastam, em tempo útil, e em muitas situações estão dependente de fornecedores externos.
Segundo consta, os problemas da General Dynamics Ordnance and Tactical Systems, em parte, têm a ver com o seu fornecedor turco (REPKON).
Para se ter uma ideia, os EUA construiram em 16 anos 2 porta-aviões (USS Gerald R. Ford e USS John F. Kennedy), enquanto a China construiu 2 (Shandong e Fujian) em 12 anos, e hoje tem uma marinha com mais navios que os EUA.
Os EUA têm um grande problema, que passa como as Administrações olham para a indústria bélica e política externa, consoante é a sua cor.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Numa altura de guerra de drones, onde são necessários esses projéteis de artilharia?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
E onde estão correntemente a ser gastos? Ucrânia?
E onde os EUA vão precisar deles?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Irão (IRGC) alega que atingiu a base aérea de Muwaffaq Salti, na Jordânia, com mísseis balísticos e drones, e que destruiu hangares que abrigavam caças F-15, F-16 e F-35 e drones MQ-9 Reaper .
https://x.com/Straigh60283313/status/2077223019940811176
Pedro
https://x.com/Straigh60283313/status/2077223019940811176
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Um pequeno exemplo dos problemas que os EUA enfrentam.
Os EUA tinham como objectivo a produção mensal de 100 mil projécteis de artilharia de 155 mm, e deram à General Dynamics Ordnance and Tactical Systems (GD-OTS) um contrato de 500 milhões de dólares, e esta não consegue produzir os componente necessários, na sua fábrica de Mesquite, no Texas, que foi inaugurada há 2 anos.
A fábrica de Mesquite, devia estar a trabalhar para a produção de 30.000 projécteis por mês, contribuindo para os 100.000 esperados, que hoje são 36.000.
Os EUA estão a ficar com os seus stokcs em níveis alarmantes, e a sua indústria militar não tem capacidade para os repor, em tempo útil.
https://x.com/DoW_IG/status/2076730789362827329?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2076730789362827329%7Ctwgr%5E1a87e1fb43a0c86351e720c4eb46ab5b37d1ad1b%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.twz.com%2Fland%2Fnew-500m-artillery-shell-plant-failed-to-produce-any-155mm-parts
Pedro
Os EUA tinham como objectivo a produção mensal de 100 mil projécteis de artilharia de 155 mm, e deram à General Dynamics Ordnance and Tactical Systems (GD-OTS) um contrato de 500 milhões de dólares, e esta não consegue produzir os componente necessários, na sua fábrica de Mesquite, no Texas, que foi inaugurada há 2 anos.
A fábrica de Mesquite, devia estar a trabalhar para a produção de 30.000 projécteis por mês, contribuindo para os 100.000 esperados, que hoje são 36.000.
Os EUA estão a ficar com os seus stokcs em níveis alarmantes, e a sua indústria militar não tem capacidade para os repor, em tempo útil.
https://x.com/DoW_IG/status/2076730789362827329?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2076730789362827329%7Ctwgr%5E1a87e1fb43a0c86351e720c4eb46ab5b37d1ad1b%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.twz.com%2Fland%2Fnew-500m-artillery-shell-plant-failed-to-produce-any-155mm-parts
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Os EUA sofrem do mesmo mal da Europa, por razões diferente e numa escala diferente.
A grande mudança, dá-se com Dan Driscoll (secretário do Exército) e o General Randy George (chefe do Estado-Maior), que foi demitido por Pete Hegseth.
No entanto, o mentor dos drones de ataque e da filosofia militar ucraniana no exército dos EUA, foi o General James Rainey (ex comandante-geral do Comando de Futuros do Exército dos Estados Unidos).
No que se refere a "drones", a Ucrânia está na vanguarda, pois tem muitos engenheiros e campo de batalha para os testar, tendo como grande desafio o financiamento das empresas, que faz com que algumas coloquem a sua sede fora, como é o caso da Uforce (RU), ou abram o capital a outros países, como tem tentado a FirePoint (EAU).
Se olharmos para os EUA, temos empresas como a Anduril, que crescem através de aquisições.
Pedro
A grande mudança, dá-se com Dan Driscoll (secretário do Exército) e o General Randy George (chefe do Estado-Maior), que foi demitido por Pete Hegseth.
No entanto, o mentor dos drones de ataque e da filosofia militar ucraniana no exército dos EUA, foi o General James Rainey (ex comandante-geral do Comando de Futuros do Exército dos Estados Unidos).
No que se refere a "drones", a Ucrânia está na vanguarda, pois tem muitos engenheiros e campo de batalha para os testar, tendo como grande desafio o financiamento das empresas, que faz com que algumas coloquem a sua sede fora, como é o caso da Uforce (RU), ou abram o capital a outros países, como tem tentado a FirePoint (EAU).
Se olharmos para os EUA, temos empresas como a Anduril, que crescem através de aquisições.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:O país que vai de longe à frente na corrida da AI obviamente que era só uma questão de (pouco) tempo até se converter na maior potencia de UVTs.
Será que a Uforce copiou a Saronic?
Pedro
Os USA são de longe a maior potencia de inovação em quase todas as frentes.
É uma cultura de risco fomentada pela alta recompensa do sonho americano. Aqui o sonho é andar a lamber as botas de um politico qualquer, ou trabalhar para a pensão. A Europa com a cultura que tem de risco nunca vai ser nada. Por isso que não tem chips, não tem clouid, não tem LLMs dignos de renome. Tem 2-3 excepções que confirmam a regra, Medíocre, sem sonhos, sem postura, sem carácter, sem ambição, vive da glória do passado, da perda de identidade, de ser a Disneylândia do planeta e resume-se a isto lentamente a convergir com as republicas das bananas das américas.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:O país que vai de longe à frente na corrida da AI obviamente que era só uma questão de (pouco) tempo até se converter na maior potencia de UVTs.
Será que a Uforce copiou a Saronic?
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A zona dos 80-84 tem sido relevante nos últimos anos.
Depois dos movimentos anteriores sugere um pullback para continuar as quedas.
Depois dos movimentos anteriores sugere um pullback para continuar as quedas.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Dubai is planning to build a new port and terminal to circumvent Iran’s control over the Strait of Hormuz.
Dubai-based port operator DP World is in talks to develop new facilities in the coastal area of Fujairah, people familiar with the matter told the Financial Times.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Guerra em Ormuz entra numa nova era: EUA estreiam barcos kamikaze não tripulados contra o Irão
Imagens divulgadas pelo Comando Central dos Estados Unidos, conhecido como Centcom, mostram três embarcações não tripuladas Corsair a avançarem a alta velocidade em direção aos cais. Seguem-se grandes explosões e densas colunas de fumo sobre o porto
O país que vai de longe à frente na corrida da AI obviamente que era só uma questão de (pouco) tempo até se converter na maior potencia de UVTs.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Isto parece-me tudo over reaction dos EUA. Os preços do oil estavam a cair muito, houve que intervir...
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
No início do mês, os EUA tinham na região cerca de 20 navios, incluindo o USS Abraham Lincoln e o USS George H.W. Bush.
O USS Nimitz, que viu a sua refoma adiada até março de 2027, está em Norfolk, na Virgínia.
O USS Gerald R. Ford, depois de um destacamento de 11 meses e vários desdobramentos, está em em Norfolk, na Virgínia, para executar o PIA (Planned Incremental Availability) e reparar os danos do incêndio de março. Tão cedo não deve voltar ao activo.
O USS George Washington, está no Mar das Filipinas, a executar operações de voo.
Neste momentos, os EUA têm 3 porta-aviões em operação, 3 em treinamento ou atracados, 4 em manutenção e 1 dedicado exclusivamente a treinamento.
Demasiado curto para manter um bloqueio constante no Mar Arábico e operações de ataque ao Irão, com a agravante do USS Abraham Lincoln, já ter mais de 200 dias em destacamento e sem atracar.
O Congresso dos EUA (National Defense Authorization Act), obriga a que os EUA tenham em permanência 11 porta-aviões, o que dá um máximo de 3 em operação simultâneamente.
Pedro
O USS Nimitz, que viu a sua refoma adiada até março de 2027, está em Norfolk, na Virgínia.
O USS Gerald R. Ford, depois de um destacamento de 11 meses e vários desdobramentos, está em em Norfolk, na Virgínia, para executar o PIA (Planned Incremental Availability) e reparar os danos do incêndio de março. Tão cedo não deve voltar ao activo.
O USS George Washington, está no Mar das Filipinas, a executar operações de voo.
Neste momentos, os EUA têm 3 porta-aviões em operação, 3 em treinamento ou atracados, 4 em manutenção e 1 dedicado exclusivamente a treinamento.
Demasiado curto para manter um bloqueio constante no Mar Arábico e operações de ataque ao Irão, com a agravante do USS Abraham Lincoln, já ter mais de 200 dias em destacamento e sem atracar.
O Congresso dos EUA (National Defense Authorization Act), obriga a que os EUA tenham em permanência 11 porta-aviões, o que dá um máximo de 3 em operação simultâneamente.
Pedro
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