BES - Tópico Geral
Luis39 Escreveu:esta pergunta vai ser mesmo de toto...eu tinha accoes do BES antes de originarem os direitos...agora fiquei com os direitos...nem os vendi...nem fiz nada...o que vai acontecer? Perdi totalmente o valor dos direitos, uma vez que nao os negociei em tempo oportuno? Eu pensava que a sua conversao em accoes era automatica....mas afinal acho que nao...que posso fazer?
Nada, o dinheiro/valor dos direitos evaporou-se.
Conforme esclarecido n vezes neste tópico (bem como em n outros sobre aumentos de capital) os investidores têm de dizer que querem exercer os direitos (e, naturalmente, disponibilizar o capital necessário), não basta ficar com eles em carteira.
Nem podia ser de outro modo: então como é que o Banco podia ir à conta do cliente e tirar-lhe o dinheiro necessário para comprar acções novas se o accionista não disse que as queria comprar ou deu qualquer instrução nesse sentido?
A data limite para subscrever acções já passou, terminou a 2 de Maio. Já não é possível fazer nada uma vez que as acções já foram inclusivamente atribuidas/distribuidas (o capital foi subscrito na totalidade).
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Fundos reduzem exposição ao BES a menos de metade no mês do aumento de capital
10 Maio 2012 | 16:28
Jornal de Negócios Online - negocios@negocios.pt
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BES continua a ser a terceira acção com maior peso na carteira dos fundos, apesar da forte redução em Abril. Reforço do investimento foi efectuado sobretudo na PT.
Os fundos de investimento portugueses reduziram fortemente a aposta às acções do Banco Espírito Santo, um movimento que se deverá ao aumento de capital que o banco realizou.
No final de Abril os fundos tinham 22,4 milhões de euros investidos no BES, uma queda de 55% face ao registado no mês anterior. Deste modo, muitos gestores de fundos terão optado por não acompanhar o aumento de capital do BES, pelo que alienaram os títulos em bolsa. O banco de Ricardo Salgado conclui este mês um aumento de capital de mil milhões de euros.
O banco liderado por Ricardo Salgado, que durante largos meses esteve no topo da lista das acções preferidas dos fundos, surge em Abril no terceiro lugar. O Espírito Santo Financial Group é o preferido, com o investimento em Abril a subir 5,4% para 54,4 milhões de euros, surgindo depois a Zon Multimedia, apesar da quebra de 1,3% para 33,8 milhões de euros.
Entre as acções que os fundos mais aumentaram o investimento destacam-se a Portugal Telecom (33,6%) e a EDP Renováveis.
Abril fica marcado por uma redução da aposta dos fundos em activos de Portugal (4,2% para 1,41 mil milhões de euros), apesar do país continuar como o segundo destino de investimento preferido.
A aposta em acções nacionais desceu 9,8% para 297,7 milhões de euros, uma queda mais forte do que a verificada em todos os mercados accionistas (-5,6%). O investimento em dívida pública nacional recuou 2,2% para 257,8 milhões.
O valor sob gestão dos organismos de investimento colectivo em valores mobiliários totalizou 5,87 mil milhões de euros, menos 132,97 milhões de euros (2,2%) do que em Março.
Será que é bom para as ações não descerem tanto?
10 Maio 2012 | 16:28
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BES continua a ser a terceira acção com maior peso na carteira dos fundos, apesar da forte redução em Abril. Reforço do investimento foi efectuado sobretudo na PT.
Os fundos de investimento portugueses reduziram fortemente a aposta às acções do Banco Espírito Santo, um movimento que se deverá ao aumento de capital que o banco realizou.
No final de Abril os fundos tinham 22,4 milhões de euros investidos no BES, uma queda de 55% face ao registado no mês anterior. Deste modo, muitos gestores de fundos terão optado por não acompanhar o aumento de capital do BES, pelo que alienaram os títulos em bolsa. O banco de Ricardo Salgado conclui este mês um aumento de capital de mil milhões de euros.
O banco liderado por Ricardo Salgado, que durante largos meses esteve no topo da lista das acções preferidas dos fundos, surge em Abril no terceiro lugar. O Espírito Santo Financial Group é o preferido, com o investimento em Abril a subir 5,4% para 54,4 milhões de euros, surgindo depois a Zon Multimedia, apesar da quebra de 1,3% para 33,8 milhões de euros.
Entre as acções que os fundos mais aumentaram o investimento destacam-se a Portugal Telecom (33,6%) e a EDP Renováveis.
Abril fica marcado por uma redução da aposta dos fundos em activos de Portugal (4,2% para 1,41 mil milhões de euros), apesar do país continuar como o segundo destino de investimento preferido.
A aposta em acções nacionais desceu 9,8% para 297,7 milhões de euros, uma queda mais forte do que a verificada em todos os mercados accionistas (-5,6%). O investimento em dívida pública nacional recuou 2,2% para 257,8 milhões.
O valor sob gestão dos organismos de investimento colectivo em valores mobiliários totalizou 5,87 mil milhões de euros, menos 132,97 milhões de euros (2,2%) do que em Março.
Será que é bom para as ações não descerem tanto?
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Hoje no site do BES já me aparece na consulta de movimentos de bolsa o total do aumento de capital (mas ainda não está debitado o valor na conta, isso só será amanhã).
Vou receber 18 acções por rateio, tinha pedido 1000.
Portanto
- o BES despachou tudo neste aumento de capital como já anunciou.
- as acções por rateio são tão poucas que não vão ajudar ao preço médio de ninguém, como já aqui se tinha dito.
Vou receber 18 acções por rateio, tinha pedido 1000.
Portanto
- o BES despachou tudo neste aumento de capital como já anunciou.
- as acções por rateio são tão poucas que não vão ajudar ao preço médio de ninguém, como já aqui se tinha dito.
Re: BES
Clinico Escreveu:Luis39, se não confirmou ao seu banco que queria exercer os direitos do aumento de capital, eles foram á vida.
O Ulisses disse várias vezes que ou se exercia ou se vendia mas seria um disparate não fazer nada.
Vá ao seu banco amanha e veja se ainda vai a tempo de poder exercer o seu direito de ir ao aumento de capital.
Quanto á queda de hoje, podemos vê-la de muitas formas:
- a Grécia é capaz de sair do euro e os bancos vão todos levar na pinha.
- a Moody's vai fazer estragos brevemente com a baixa de rating aos bancos.
- talvez possa ser apenas o mercado, dado que o volume foi menor que o habitual?
- Costuma haver uma onda de venda quando as novas acções estiverem disponíveis no mercado e pode haver quem se queira antecipar á queda que isso poderá originar.
- África tem pouco a ver com o assunto. vejam o LLoyds, já com resultados positivos e vejam a queda...
Enfim, divagações. Mantenho todas as acções e direitos.
Abraços
Clinico
Penso que faltou lhe faltou referir o mais importante de todos: Espanha, Bankia...
Caveat Emptor
BES
Luis39, se não confirmou ao seu banco que queria exercer os direitos do aumento de capital, eles foram á vida.
O Ulisses disse várias vezes que ou se exercia ou se vendia mas seria um disparate não fazer nada.
Vá ao seu banco amanha e veja se ainda vai a tempo de poder exercer o seu direito de ir ao aumento de capital.
Quanto á queda de hoje, podemos vê-la de muitas formas:
- a Grécia é capaz de sair do euro e os bancos vão todos levar na pinha.
- a Moody's vai fazer estragos brevemente com a baixa de rating aos bancos.
- talvez possa ser apenas o mercado, dado que o volume foi menor que o habitual?
- Costuma haver uma onda de venda quando as novas acções estiverem disponíveis no mercado e pode haver quem se queira antecipar á queda que isso poderá originar.
- África tem pouco a ver com o assunto. vejam o LLoyds, já com resultados positivos e vejam a queda...
Enfim, divagações. Mantenho todas as acções e direitos.
Abraços
Clinico
O Ulisses disse várias vezes que ou se exercia ou se vendia mas seria um disparate não fazer nada.
Vá ao seu banco amanha e veja se ainda vai a tempo de poder exercer o seu direito de ir ao aumento de capital.
Quanto á queda de hoje, podemos vê-la de muitas formas:
- a Grécia é capaz de sair do euro e os bancos vão todos levar na pinha.
- a Moody's vai fazer estragos brevemente com a baixa de rating aos bancos.
- talvez possa ser apenas o mercado, dado que o volume foi menor que o habitual?
- Costuma haver uma onda de venda quando as novas acções estiverem disponíveis no mercado e pode haver quem se queira antecipar á queda que isso poderá originar.
- África tem pouco a ver com o assunto. vejam o LLoyds, já com resultados positivos e vejam a queda...
Enfim, divagações. Mantenho todas as acções e direitos.
Abraços
Clinico
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esta pergunta vai ser mesmo de toto...eu tinha accoes do BES antes de originarem os direitos...agora fiquei com os direitos...nem os vendi...nem fiz nada...o que vai acontecer? Perdi totalmente o valor dos direitos, uma vez que nao os negociei em tempo oportuno? Eu pensava que a sua conversao em accoes era automatica....mas afinal acho que nao...que posso fazer?
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Bancos europeus perdem pedalada em Africa
Banks Battling European Debt Crisis Lose on African Deals
The colonial ties that bound French and Portuguese banks such as BNP Paribas SA (BNP) and Banco Espirito Santo SA (BES) to Africa are being loosened by the European debt crisis.
Lenders from Lisbon and Paris are retreating from funding projects in Africa as they ride out debt woes at home and prepare for more stringent global capital rules. Citigroup Inc. (C), Standard Chartered Plc (STAN) and Barclays Plc (BARC) are filling the gap, while Johannesburg-based Standard Bank Group Ltd. (SBK) and Nedbank Group Ltd. (NED) are boosting mining and oil loans to benefit from an investment surge in the world’s poorest continent.
Enlarge image
Credit Agricole SA and Banco Espirito Santo, Portugal’s largest publicly traded bank, are among lenders that have reduced African activities as the world’s largest oil and mining companies increase investments in Africa. Photographer: Mario Proenca/Bloomberg
“We’ve definitely seen European banks not as aggressive, or in some cases actually leave this space,” Daniel Hanna, Standard Chartered’s southern African head of origination and client coverage, said by phone from Johannesburg on April 5. That’s “across the various different products, whether it’s syndication, finance, or project finance,” he said.
Citigroup was the leading arranger of syndicated loans in sub-Saharan Africa over the past 12 months with nine deals worth $1.2 billion, followed by London-based Standard Chartered. BNP, France’s largest bank, ranks 25th, with three transactions, according to data compiled by Bloomberg. Between 2008 and 2010, BNP was among the top five.
Increased Investments
Standard Bank, Africa’s biggest bank, was the third-largest arranger of syndicated loans over the past 12 months with eight offerings, while Barclays, which works through its Johannesburg- based Absa Group Ltd. (ASA) unit in Africa, ranks fourth largest, with 10 deals valued at $621 million.
Credit Agricole SA (ACA) and Banco Espirito Santo, Portugal’s largest publicly traded bank, are among lenders that have reduced African activities as the world’s largest oil and mining companies increase investments in Africa. Credit Agricole sold its Banque Indosuez Mer Rouge unit in Djibouti in 2010 to refocus its international retail operations on Europe, while BNP sold its Madagascan unit last year.
Nigeria, Africa’s largest oil producer, will spend $100 billion with partners, including Royal Dutch Shell Plc (RDSA), Exxon Mobil Corp. (XOM) and Chevron Corp. (CVX), over the next five years to explore for crude oil and gas, according to the state-owned Nigerian National Petroleum Corp. An iron-ore boom in West Africa may see investments of $25 billion by companies such as Rio Tinto Plc (RIO), ArcelorMittal SA and African Minerals Ltd. (AMI) on projects, including the construction of ports and rail lines, according to JPMorgan Chase & Co. (JPM)
New Money
“We’re seeing banks, or capital, that haven’t historically participated in African energy looking to come into it,” Simon Ashby-Rudd, global head of oil and gas at Standard Bank, said in a May 2 interview from London, highlighting the Middle East and Asia, especially China, as a source of new money. “You’ve got a situation where the historical source of capital is probably staying flat at best.”
Standard Bank’s global oil and gas budget has increased threefold over the past two years, with 70 percent focused on Africa, Ashby-Rudd said.
BNP and Societe Generale (GLE) typically operate in oil and resource-rich former French colonies, mostly in north and west Africa, such as Ivory Coast, Niger, Gabon, Guinea and the Republic of Congo. Portugal’s Caixa Geral de Depositos SA, Banco Espirito Santo, Banco Comercial Portuguese SA (BCP) and Banco BPI (BPI) are involved in Angola, the former Portuguese colony and Africa’s second-largest oil producer.
Mission Capital
BNP has cut 1,400 jobs amid efforts to replenish capital by the end of next year. BNP and Societe Generale both booked first-quarter losses on the sale of loans to deleverage their corporate and investment banking businesses as French banks, including Credit Agricole and Groupe BPCE, took writedowns related to their holdings of private and public debt in Greece, Portugal, Ireland, Italy and Spain.
Portuguese banks were required to raise their capital ratios to 9 percent by the end of 2011 and to 10 percent by the end of 2012 as part of an international aid plan. The European Union banking regulator also ordered the region’s lenders to have a 9-percent capital ratio by the end of June after marking down their holdings of sovereign debt to market prices.
South Africa’s six-member FTSE/JSE Africa Banks Index (JBNKS) gained 23 percent over the past 12 months, while Europe’s 48- member STOXX 600 Bank Index (SX7P) declined 31 percent.
Forced Review
BNP and Millennium BCP Investimento said they didn’t have anyone available to comment. Banco BPI, based in Porto, Portugal, hasn’t scaled back in Africa, director Jose Amaral said in a March 13 e-mailed response to a query.
“Most European banks are being forced to review their strategies,” Alan Fernandes, head of structured finance at BES Investment Bank, part of Lisbon-based Banco Espirito Santo, said in an e-mailed reply to questions. “We have negotiated partnerships with multilaterals in order to have funding.”
European sovereign debt obligations and capital regulations have also forced banks to reorganize balance sheets, constraining medium- to long-term funding, Pierre Wolmarans, Societe Generale’s southern Africa head, said by phone. The company is syndicating out more loans, he said.
Nedbank will probably be able to provide about $200 million in loans for mining in Africa, excluding South Africa, this year and $150 million in the oil industry, Nivaash Singh, Nedbank’s international mining finance head, said by phone from Johannesburg on May 3. That’s 25 percent to 30 percent more than last year. Nedbank, South Africa’s fourth-largest bank, is controlled by London-based insurer Old Mutual Plc. (OML)
Aggressive Expansion
Around the corner from Nedbank’s headquarters in the Johannesburg business hub of Sandton, Rand Merchant Bank, the investment banking unit of FirstRand Ltd. (FSR), Africa’s second- largest bank, aims to do the same.
“Oil and gas is a business that we are expanding into quite aggressively and our book is growing in line with that strategy,” Gary Buisansky, a transactor at Rand Merchant Bank’s resource finance team, said by phone.
The departure of Western European lenders has “taken some of the pressure off” and opened the way for Citigroup, Standard Chartered and Barclays to make more money, Stephen van Coller, chief executive officer of Absa Capital, said in an interview. “It’s allowed regional banks to get some of their margin back.”
http://www.bloomberg.com/quote/NED:SJ
The colonial ties that bound French and Portuguese banks such as BNP Paribas SA (BNP) and Banco Espirito Santo SA (BES) to Africa are being loosened by the European debt crisis.
Lenders from Lisbon and Paris are retreating from funding projects in Africa as they ride out debt woes at home and prepare for more stringent global capital rules. Citigroup Inc. (C), Standard Chartered Plc (STAN) and Barclays Plc (BARC) are filling the gap, while Johannesburg-based Standard Bank Group Ltd. (SBK) and Nedbank Group Ltd. (NED) are boosting mining and oil loans to benefit from an investment surge in the world’s poorest continent.
Enlarge image
Credit Agricole SA and Banco Espirito Santo, Portugal’s largest publicly traded bank, are among lenders that have reduced African activities as the world’s largest oil and mining companies increase investments in Africa. Photographer: Mario Proenca/Bloomberg
“We’ve definitely seen European banks not as aggressive, or in some cases actually leave this space,” Daniel Hanna, Standard Chartered’s southern African head of origination and client coverage, said by phone from Johannesburg on April 5. That’s “across the various different products, whether it’s syndication, finance, or project finance,” he said.
Citigroup was the leading arranger of syndicated loans in sub-Saharan Africa over the past 12 months with nine deals worth $1.2 billion, followed by London-based Standard Chartered. BNP, France’s largest bank, ranks 25th, with three transactions, according to data compiled by Bloomberg. Between 2008 and 2010, BNP was among the top five.
Increased Investments
Standard Bank, Africa’s biggest bank, was the third-largest arranger of syndicated loans over the past 12 months with eight offerings, while Barclays, which works through its Johannesburg- based Absa Group Ltd. (ASA) unit in Africa, ranks fourth largest, with 10 deals valued at $621 million.
Credit Agricole SA (ACA) and Banco Espirito Santo, Portugal’s largest publicly traded bank, are among lenders that have reduced African activities as the world’s largest oil and mining companies increase investments in Africa. Credit Agricole sold its Banque Indosuez Mer Rouge unit in Djibouti in 2010 to refocus its international retail operations on Europe, while BNP sold its Madagascan unit last year.
Nigeria, Africa’s largest oil producer, will spend $100 billion with partners, including Royal Dutch Shell Plc (RDSA), Exxon Mobil Corp. (XOM) and Chevron Corp. (CVX), over the next five years to explore for crude oil and gas, according to the state-owned Nigerian National Petroleum Corp. An iron-ore boom in West Africa may see investments of $25 billion by companies such as Rio Tinto Plc (RIO), ArcelorMittal SA and African Minerals Ltd. (AMI) on projects, including the construction of ports and rail lines, according to JPMorgan Chase & Co. (JPM)
New Money
“We’re seeing banks, or capital, that haven’t historically participated in African energy looking to come into it,” Simon Ashby-Rudd, global head of oil and gas at Standard Bank, said in a May 2 interview from London, highlighting the Middle East and Asia, especially China, as a source of new money. “You’ve got a situation where the historical source of capital is probably staying flat at best.”
Standard Bank’s global oil and gas budget has increased threefold over the past two years, with 70 percent focused on Africa, Ashby-Rudd said.
BNP and Societe Generale (GLE) typically operate in oil and resource-rich former French colonies, mostly in north and west Africa, such as Ivory Coast, Niger, Gabon, Guinea and the Republic of Congo. Portugal’s Caixa Geral de Depositos SA, Banco Espirito Santo, Banco Comercial Portuguese SA (BCP) and Banco BPI (BPI) are involved in Angola, the former Portuguese colony and Africa’s second-largest oil producer.
Mission Capital
BNP has cut 1,400 jobs amid efforts to replenish capital by the end of next year. BNP and Societe Generale both booked first-quarter losses on the sale of loans to deleverage their corporate and investment banking businesses as French banks, including Credit Agricole and Groupe BPCE, took writedowns related to their holdings of private and public debt in Greece, Portugal, Ireland, Italy and Spain.
Portuguese banks were required to raise their capital ratios to 9 percent by the end of 2011 and to 10 percent by the end of 2012 as part of an international aid plan. The European Union banking regulator also ordered the region’s lenders to have a 9-percent capital ratio by the end of June after marking down their holdings of sovereign debt to market prices.
South Africa’s six-member FTSE/JSE Africa Banks Index (JBNKS) gained 23 percent over the past 12 months, while Europe’s 48- member STOXX 600 Bank Index (SX7P) declined 31 percent.
Forced Review
BNP and Millennium BCP Investimento said they didn’t have anyone available to comment. Banco BPI, based in Porto, Portugal, hasn’t scaled back in Africa, director Jose Amaral said in a March 13 e-mailed response to a query.
“Most European banks are being forced to review their strategies,” Alan Fernandes, head of structured finance at BES Investment Bank, part of Lisbon-based Banco Espirito Santo, said in an e-mailed reply to questions. “We have negotiated partnerships with multilaterals in order to have funding.”
European sovereign debt obligations and capital regulations have also forced banks to reorganize balance sheets, constraining medium- to long-term funding, Pierre Wolmarans, Societe Generale’s southern Africa head, said by phone. The company is syndicating out more loans, he said.
Nedbank will probably be able to provide about $200 million in loans for mining in Africa, excluding South Africa, this year and $150 million in the oil industry, Nivaash Singh, Nedbank’s international mining finance head, said by phone from Johannesburg on May 3. That’s 25 percent to 30 percent more than last year. Nedbank, South Africa’s fourth-largest bank, is controlled by London-based insurer Old Mutual Plc. (OML)
Aggressive Expansion
Around the corner from Nedbank’s headquarters in the Johannesburg business hub of Sandton, Rand Merchant Bank, the investment banking unit of FirstRand Ltd. (FSR), Africa’s second- largest bank, aims to do the same.
“Oil and gas is a business that we are expanding into quite aggressively and our book is growing in line with that strategy,” Gary Buisansky, a transactor at Rand Merchant Bank’s resource finance team, said by phone.
The departure of Western European lenders has “taken some of the pressure off” and opened the way for Citigroup, Standard Chartered and Barclays to make more money, Stephen van Coller, chief executive officer of Absa Capital, said in an interview. “It’s allowed regional banks to get some of their margin back.”
http://www.bloomberg.com/quote/NED:SJ
Caveat Emptor
BPI prevê que BES lucre 26 milhões no primeiro trimestre
09 Maio 2012 | 11:32
Sara Antunes - saraantunes@negocios.pt
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O BES deverá apresentar lucros trimestrais de 26 milhões, nos primeiros três meses do ano, num período em que a margem financeira também deverá registar melhorias. Os analistas do BPI realçam que o BES é o banco melhor posicionado para ganhar quota de mercado assim que a economia começar a recuperar.
Os analistas do BPI estimam que o BES registe um lucro de 26 milhões de euros, o que corresponde a uma quebra de 64% face ao mesmo período do ano passado, mas representa uma melhoria quando comparado com os prejuízos de 280 milhões de euros observados no último trimestre do ano passado. Os resultados do banco serão conhecidos a 15 de Maio.
No que respeita à margem financeira, o BPI prevê que esta cresça 12% em termos homólogos, mas que fique 12% abaixo dos números do último trimestre, já que os analistas esperam "uma queda nas operações internacionais".
A margem financeira deverá ser pressionada também pelos custos associados aos depósitos, adiantam. Esta pressão tem afectado as margens dos bancos, já que as instituições começaram a aumentar os juros dos depósitos de forma a atrair mais poupanças das famílias.
O BPI prevê também que a exposição do BES ao Banco Central Europeu (BCE) tenha aumentado em 1,3 mil milhões de euros para um total de 10 mil milhões.
As receitas do banco liderado por Ricardo Salgado deverão cair 3%, com as comissões de negociação a caírem 34%.
Os analistas Carlos Peixoto e Gonçalo Guarda Garcia realçam que a operação de aumento de capital realizada pelo BES, e que retira pressão sobre o banco porque afasta a entrada do Estado no seu capital, "deixa o banco numa posição privilegiada para ganhar quota de mercado assim que a recuperação económica portuguesa começar".
O BPI "mantém uma visão positiva" sobre o BES, com uma recomendação de "comprar" e um preço-alvo de 0,85 euros.
As acções do BES recuam 0,63% para 0,631 euros.
Será por causa desta notícia que hoje as ações do BES começaram a cair tanto?
09 Maio 2012 | 11:32
Sara Antunes - saraantunes@negocios.pt
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O BES deverá apresentar lucros trimestrais de 26 milhões, nos primeiros três meses do ano, num período em que a margem financeira também deverá registar melhorias. Os analistas do BPI realçam que o BES é o banco melhor posicionado para ganhar quota de mercado assim que a economia começar a recuperar.
Os analistas do BPI estimam que o BES registe um lucro de 26 milhões de euros, o que corresponde a uma quebra de 64% face ao mesmo período do ano passado, mas representa uma melhoria quando comparado com os prejuízos de 280 milhões de euros observados no último trimestre do ano passado. Os resultados do banco serão conhecidos a 15 de Maio.
No que respeita à margem financeira, o BPI prevê que esta cresça 12% em termos homólogos, mas que fique 12% abaixo dos números do último trimestre, já que os analistas esperam "uma queda nas operações internacionais".
A margem financeira deverá ser pressionada também pelos custos associados aos depósitos, adiantam. Esta pressão tem afectado as margens dos bancos, já que as instituições começaram a aumentar os juros dos depósitos de forma a atrair mais poupanças das famílias.
O BPI prevê também que a exposição do BES ao Banco Central Europeu (BCE) tenha aumentado em 1,3 mil milhões de euros para um total de 10 mil milhões.
As receitas do banco liderado por Ricardo Salgado deverão cair 3%, com as comissões de negociação a caírem 34%.
Os analistas Carlos Peixoto e Gonçalo Guarda Garcia realçam que a operação de aumento de capital realizada pelo BES, e que retira pressão sobre o banco porque afasta a entrada do Estado no seu capital, "deixa o banco numa posição privilegiada para ganhar quota de mercado assim que a recuperação económica portuguesa começar".
O BPI "mantém uma visão positiva" sobre o BES, com uma recomendação de "comprar" e um preço-alvo de 0,85 euros.
As acções do BES recuam 0,63% para 0,631 euros.
Será por causa desta notícia que hoje as ações do BES começaram a cair tanto?
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- Registado: 23/1/2008 5:01
nao é um grande negócio
nao é um grande negócio... mas espero vir a ser!! eu comprei mais barato
acho que a 0,58 no 25 de abril, mas com as taxas e coisa e tal
, para não ter prejuizo tenho que as vender as 0,61... o meu objectivo foi mais para exprimentar nao espero ter grandes lucros mas tambem nao quero prejuizos
foi mais para ver como isto da bolsa funciona e tentar ganhar uns trocozitos... ja tive a perder mas agora está no bom caminho...
P.S. Mas antes de exprimentar li umas coisitas... não o fiz a toa...
cumprimentos

P.S. Mas antes de exprimentar li umas coisitas... não o fiz a toa...
cumprimentos
QUE GRANDE NEGOCIO
bioinvest
429X0,07: espéro que vedas a cima.
BN
429X0,07: espéro que vedas a cima.
BN
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- Registado: 23/11/2011 10:16
Gogool Escreveu:FGRACIA3 Escreveu:Ulisses, tem razão, mas tenho tido alguma sorte cada vez que compro duas semanas antes dos resultados....
e acredito que nestes dias vai subir bastante, dependendo é obvio da Eurropa..
Será o efeito sell in may and go away?
Pessoalmente, só acho que funciona em bull market...
Em bear market, é possivel, mas não em 'may' do mesmo ano.
Ou se calhar, já ninguem liga a estas velhas maximas e vende-se quanto se acha que se tem de vender...
Eu sei é o que o mês de Agosto no ano passado foi um verdadeiro calvário o pessoal vai de férias quando vaia a dar por ela está em queda livre...
Já a entrada que fiz na última semana de 2011 acabou por me trazer os melhores tradings que já fiz.
Isto tem alguma lógica e está "verificado" estatisticamente. Claro que não se pode levar á letra mas se os indicadores derem sinal de compra ou venda nessas alturas é mais um elemento a ter em conta.
Já agora gráficos! Que é disso que o fórum vive! Resistência nos 0,622 a tornar-se suporte! Bom sinal! Volume a decrescer, enfim... O cenário de Reverse Island continua válido (teoricamente possível mas parece-me complicado fazer um gap up nas próximas sessões...)
- Anexos
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- B.ESPIRITO SANTO big.png (17.05 KiB) Visualizado 5110 vezes
-
- B.ESPIRITO SANTO.png (14.63 KiB) Visualizado 5128 vezes
FGRACIA3 Escreveu:Ulisses, tem razão, mas tenho tido alguma sorte cada vez que compro duas semanas antes dos resultados....
e acredito que nestes dias vai subir bastante, dependendo é obvio da Eurropa..
Será o efeito sell in may and go away?
Pessoalmente, só acho que funciona em bull market...
Em bear market, é possivel, mas não em 'may' do mesmo ano.
Ou se calhar, já ninguem liga a estas velhas maximas e vende-se quanto se acha que se tem de vender...
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Pelo que tenho aqui:
11 de Maio - Data da liquidação financeira do exercício de direitos e data da liquidação financeira das novas acções, no âmbito de pedidos adicionais dos accionistas
11 de Maio - Data prevista para o registo do aumento do capital social no registo comercial
11 de Maio - Data prevista para a emissão das novas acções
14 de Maio - Data prevista para o início da negociação das novas acções em Bolsa
11 de Maio - Data da liquidação financeira do exercício de direitos e data da liquidação financeira das novas acções, no âmbito de pedidos adicionais dos accionistas
11 de Maio - Data prevista para o registo do aumento do capital social no registo comercial
11 de Maio - Data prevista para a emissão das novas acções
14 de Maio - Data prevista para o início da negociação das novas acções em Bolsa
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FGRACIA3 Escreveu:Sinceramente, não acredito que o disparo do BES hoje, tenha a ver com o AC, pois se fosse por causa disso, já teria subido ontem.
Com toda a incerteza relativamente aos resultados das eleições em França e na Grécia, em principio foi apenas short cover de final de semana.
Pelo que me é dado ver neste momento o BES está a ser alvo de muito short selling na base do daytrading.
Muitos destes investidores não gostam de manter posições abertas durante os fds.
No entanto, na minha perspectiva a tendência no curto prazo será muito provavelmente de queda pelo menos até aos mínimos atingidos após o anuncio do AC
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Sim, é isso. Em princípio o valor está correcto (o valor é tão insignificante que não me apetecia estar a fazer as contas... lol).
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
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