Martifer - Tópico Geral
Ulisses Pereira Escreveu:Small, quem faz sempre a avaliação é alguém contratado por quem quer vender. Mas a referência dos múltiplos das suas congéneres naquele momento assume um aspecto vital na avaliação.
Um abraço,
Ulisses
O que se veio a confirmar com um erro, ou agora um erro não é erro porque apenas assumiu comparação com outro erro?
Se o objectivo é comparar maçãs, não precisam de ganhar tantos milhões a avaliar projectos. E mesmo isso dos múltiplos aposto que foi mal feito, até porque não havia muitas congerenes com todos os negócios da Martifer, penso eu.
Pura e simplesmente, o projecto foi mal avaliado pela equipa de financeiros que o avaliou naquele momento.
Portanto, foi uma avaliação fraca, tendenciosa, e com um declarado objectivo.
Sabes o que me chateia? Por exemplo ter sido "obrigado" a despachar as minhas EFACEC numa OPA levada a cabo pelos Mello a preços ranhosos (e com perdas para mim)e depois de a terem feito cair em bolsa, para agora finalmente reaparecer no Expresso quase todas as semanas com menção a vendas e lucros fabulosos.
Tenho a certeza que se preparam para a meter novamente em bolsa (cheia como um porco mealheiro), com uma avaliação astronómica e cheia de múltiplos.....
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Ulisses Pereira Escreveu:Não nos podemos esquecer do momento que o mercado vivia na altura. O que foi perfeito, para quem colocou as acções no mercado foi a escolha do "timing".
Um abraço,
Ulisses
Não concordo totalmente. Também diz muito relativamente à qualidade (objectivos) de quem fez a avaliação.
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Re: Martifer a cair ...
rufa Escreveu:whitebala Escreveu:rufa Escreveu:joao bravo Escreveu:Estando a caminho de testar mínimos de sempre e com a tendência que tem mostrado o caminho parece-me para Sul. Só contra a probabilidade seria 1.60€ o mínimo de sempre da Martifer. Já em conversas com amigos se discute se acção não irá abaixo de 1 €.
Abraços e bons negócios
Esta então nem sei onde devo esperar por ela![]()
Cumps.
Recordo a avaliação feita na OPV:
O preço de venda dos títulos está já definido e situa-se no intervalo entre os 6,5 e os 8 euros por acção. O preço final da oferta será definido pelo Conselho de Administração da empresa, até ao próximo dia 20 de Junho.
Como dissem nuestros hermanos: Un desplumaje por todo lo alto!!!!!
Como diria o Elias isto é que foi uma "bojarda"![]()
Cumps.
lol
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Re: Martifer a cair ...
whitebala Escreveu:Recordo a avaliação feita na OPV:
O preço de venda dos títulos está já definido e situa-se no intervalo entre os 6,5 e os 8 euros por acção. O preço final da oferta será definido pelo Conselho de Administração da empresa, até ao próximo dia 20 de Junho.
Como dissem nuestros hermanos: Un desplumaje por todo lo alto!!!!!
Quem é que montou a avaliação que resultou nesse preço?
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Se alguem quiser um curso rapido de como perder em bolsa é só "folhear as primeiras paginas deste topico.
Infelizmente praticamente todos os intervenientes nessas discussões iniciais já nos deixaram
(bolsisticamente falando entenda-se).
Espero que quem se inicia agora possa apreender algo, não tanto o que fazer mas sim O QUE NÃO FAZER.
Abraço
Infelizmente praticamente todos os intervenientes nessas discussões iniciais já nos deixaram
Espero que quem se inicia agora possa apreender algo, não tanto o que fazer mas sim O QUE NÃO FAZER.
Abraço
Let´s Cruise forever
Re: Martifer a cair ...
whitebala Escreveu:rufa Escreveu:joao bravo Escreveu:Estando a caminho de testar mínimos de sempre e com a tendência que tem mostrado o caminho parece-me para Sul. Só contra a probabilidade seria 1.60€ o mínimo de sempre da Martifer. Já em conversas com amigos se discute se acção não irá abaixo de 1 €.
Abraços e bons negócios
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Recordo a avaliação feita na OPV:
O preço de venda dos títulos está já definido e situa-se no intervalo entre os 6,5 e os 8 euros por acção. O preço final da oferta será definido pelo Conselho de Administração da empresa, até ao próximo dia 20 de Junho.
Como dissem nuestros hermanos: Un desplumaje por todo lo alto!!!!!
Como diria o Elias isto é que foi uma "bojarda"
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Re: Martifer a cair ...
rufa Escreveu:joao bravo Escreveu:Estando a caminho de testar mínimos de sempre e com a tendência que tem mostrado o caminho parece-me para Sul. Só contra a probabilidade seria 1.60€ o mínimo de sempre da Martifer. Já em conversas com amigos se discute se acção não irá abaixo de 1 €.
Abraços e bons negócios
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Recordo a avaliação feita na OPV:
O preço de venda dos títulos está já definido e situa-se no intervalo entre os 6,5 e os 8 euros por acção. O preço final da oferta será definido pelo Conselho de Administração da empresa, até ao próximo dia 20 de Junho.
Como dissem nuestros hermanos: Un desplumaje por todo lo alto!!!!!
Let´s Cruise forever
Re: Martifer a cair ...
joao bravo Escreveu:Estando a caminho de testar mínimos de sempre e com a tendência que tem mostrado o caminho parece-me para Sul. Só contra a probabilidade seria 1.60€ o mínimo de sempre da Martifer. Já em conversas com amigos se discute se acção não irá abaixo de 1 €.
Abraços e bons negócios
Esta então nem sei onde devo esperar por ela
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Martifer
Bom dia colegas,
Este título é outra comédia do PSI Geral, mas os fundamentais tb não querem saber já estão milionários, por isso, a cotação da empresa é só performance!!!!
Tem vindo a descer desde sempre mas penso que o plano era esse, foi para o mercado cara e como resultou melhor ainda!!!
No entanto, abaixo de 1 euro era muito mau para todos os fundamentais envolvidos, ou seja, que fracasso!!!
Solução = PESCA
Atenção não sou accionista.
Abraço
MG
Este título é outra comédia do PSI Geral, mas os fundamentais tb não querem saber já estão milionários, por isso, a cotação da empresa é só performance!!!!
Tem vindo a descer desde sempre mas penso que o plano era esse, foi para o mercado cara e como resultou melhor ainda!!!
No entanto, abaixo de 1 euro era muito mau para todos os fundamentais envolvidos, ou seja, que fracasso!!!
Solução = PESCA
Atenção não sou accionista.
Abraço
MG
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Martifer a cair ...
Estando a caminho de testar mínimos de sempre e com a tendência que tem mostrado o caminho parece-me para Sul. Só contra a probabilidade seria 1.60€ o mínimo de sempre da Martifer. Já em conversas com amigos se discute se acção não irá abaixo de 1 €.
Abraços e bons negócios
Abraços e bons negócios
Re: Repsol compra 47% da empresa de renováveis Orisol
j.f.vieira Escreveu:Repsol compra 47% da empresa de renováveis Orisol 16/09/10, 18:18
OJE
A Repsol adquiriu 47% da Orisol, empresa promotora de projectos de energias renováveis, para fortalecer a posta da unidade de negócio Nuevas Energias, recentemente criada, informou hoje a petrolífera.
A compra foi concretizada através de um aumento de capital de 8 milhões de euros subscrita pela Repsol Nuevas Energias.
A Repsol indica que vai orientar o plano de negócio da Orisol em energias com um grande interesse estratégico, como a eólica off-shore, a energia das ondas e a geotérmica.
A Orisol tem alguma coisa relacionada com a Martifer?
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Repsol compra 47% da empresa de renováveis Orisol
Repsol compra 47% da empresa de renováveis Orisol 16/09/10, 18:18
OJE
A Repsol adquiriu 47% da Orisol, empresa promotora de projectos de energias renováveis, para fortalecer a posta da unidade de negócio Nuevas Energias, recentemente criada, informou hoje a petrolífera.
A compra foi concretizada através de um aumento de capital de 8 milhões de euros subscrita pela Repsol Nuevas Energias.
A Repsol indica que vai orientar o plano de negócio da Orisol em energias com um grande interesse estratégico, como a eólica off-shore, a energia das ondas e a geotérmica.
OJE
A Repsol adquiriu 47% da Orisol, empresa promotora de projectos de energias renováveis, para fortalecer a posta da unidade de negócio Nuevas Energias, recentemente criada, informou hoje a petrolífera.
A compra foi concretizada através de um aumento de capital de 8 milhões de euros subscrita pela Repsol Nuevas Energias.
A Repsol indica que vai orientar o plano de negócio da Orisol em energias com um grande interesse estratégico, como a eólica off-shore, a energia das ondas e a geotérmica.
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Re: Claro...
rufa Escreveu:Sim caro amigo a 1,65![]()
Cumps.
Thanks
Apenas 2,4% abaixo do preço de entrada.
Perguntei para compreender o teu modo de actuar.
Para puxar para cima ...
o patinho feio da nossa bolsa!
(continuo dentro hà meses
a 1,69
)
Cumps.
(continuo dentro hà meses
Cumps.
- Anexos
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- MARTIFER.png (24.71 KiB) Visualizado 8801 vezes
"Martifer produz primeiro protótipo para energia das ondas em 2011
O primeiro-ministro afirmou hoje que a empresa Navalria, do grupo Martifer, é responsável pela nova forma com que Portugal encara a indústria da construção naval.
"Todo o país olha para o sector da construção naval com uma nova expectativa, em função do trabalho que a Navalria tem realizado", afirmou José Sócrates na sua visita às instalações da empresa de Aveiro, por altura da assinatura de um contrato de investimento no âmbito do Sistema de Incentivos à Inovação do Quadro de Referência Nacional Estratégico (QREN).
Referindo-se à nova dinâmica que o Grupo Martifer imprimiu à empresa desde que a adquiriu em 2007, José Sócrates acrescentou que essa evolução se ficou a dever a uma "aposta empresarial" e representa "uma prova de confiança da Navalria na economia portuguesa".
"O espírito do empresário é sempre o de quem arrisca e, tendo uma ambição, não hesita em correr riscos", observou o primeiro-ministro. "O país precisa dessa cultura empresarial".
O contrato hoje assinado entre a administração da Navalria e a AICEP -- Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal prevê um investimento na ordem dos 7,5 milhões de euros, com um incentivo associado de dois milhões.
Carlos Martins, presidente do Grupo Martifer, adiantou que essas verbas vão ser aplicadas na modernização do estaleiro da Navalria, com vista à produção de plataformas off-shore para torres eólicas e dispositivos para o aproveitamento da energia das ondas do mar.
"Em 2011 é nossa intenção construir neste estaleiro o primeiro protótipo da Martifer para a energia das ondas", afirmou Carlos Martins. "A construção naval à escala global faz todo o sentido e tem razão de ser em Portugal".
Recordando que a Navalria empregava em 2008 cerca de 80 pessoas e que actualmente tem ao seu serviço cerca de 300, o presidente do grupo Martifer revelou que esse crescimento ao nível do pessoal se reflectiu também no "aumento significativo" das exportações da empresa.
Agora, o investimento apoiado pelo QREN vai permitir a criação de mais 34 postos de trabalho na empresa e Carlos Martins faz já previsões a médio prazo: "Em cruzeiro, o nosso volume de negócios será de 30 milhões e mais de 50 por cento desse valor será em exportações"."
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=440635
O primeiro-ministro afirmou hoje que a empresa Navalria, do grupo Martifer, é responsável pela nova forma com que Portugal encara a indústria da construção naval.
"Todo o país olha para o sector da construção naval com uma nova expectativa, em função do trabalho que a Navalria tem realizado", afirmou José Sócrates na sua visita às instalações da empresa de Aveiro, por altura da assinatura de um contrato de investimento no âmbito do Sistema de Incentivos à Inovação do Quadro de Referência Nacional Estratégico (QREN).
Referindo-se à nova dinâmica que o Grupo Martifer imprimiu à empresa desde que a adquiriu em 2007, José Sócrates acrescentou que essa evolução se ficou a dever a uma "aposta empresarial" e representa "uma prova de confiança da Navalria na economia portuguesa".
"O espírito do empresário é sempre o de quem arrisca e, tendo uma ambição, não hesita em correr riscos", observou o primeiro-ministro. "O país precisa dessa cultura empresarial".
O contrato hoje assinado entre a administração da Navalria e a AICEP -- Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal prevê um investimento na ordem dos 7,5 milhões de euros, com um incentivo associado de dois milhões.
Carlos Martins, presidente do Grupo Martifer, adiantou que essas verbas vão ser aplicadas na modernização do estaleiro da Navalria, com vista à produção de plataformas off-shore para torres eólicas e dispositivos para o aproveitamento da energia das ondas do mar.
"Em 2011 é nossa intenção construir neste estaleiro o primeiro protótipo da Martifer para a energia das ondas", afirmou Carlos Martins. "A construção naval à escala global faz todo o sentido e tem razão de ser em Portugal".
Recordando que a Navalria empregava em 2008 cerca de 80 pessoas e que actualmente tem ao seu serviço cerca de 300, o presidente do grupo Martifer revelou que esse crescimento ao nível do pessoal se reflectiu também no "aumento significativo" das exportações da empresa.
Agora, o investimento apoiado pelo QREN vai permitir a criação de mais 34 postos de trabalho na empresa e Carlos Martins faz já previsões a médio prazo: "Em cruzeiro, o nosso volume de negócios será de 30 milhões e mais de 50 por cento desse valor será em exportações"."
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=440635
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Re: bem!!!!!!
Marco Martins Escreveu:
É um título muito volátil! Quando tudo desde um pouco, esta desde bem mais.
Não é nada volátil. Está é com um poderoso bear market desde o seu lançamento.
Agarrando na tua última frase, podemos acrescentar mais duas e ficar com o seguinte corolário:
Quando tudo sobe um pouco, esta desce.
Quando tudo sobe muito, esta sobe pouco.
Re: bem!!!!!!
rasteiro Escreveu:Que descida a pique!!!!!!!
O pessoal não gostou dos resultados ou estou enganado.
Já estive dentro várias vezes nesta menina na casa dos 3.50 a 4.20, sempre ganhador.
mas o ultimo negócio que fiz com ela, levou-me os ganhos todos que tinha tido com ela anteriormente.
decidi não olhar mais para ela, mas hoje não rsisti e coloquei uma ordem a 1.83, e calharam-me todos.
Vamos ver o seu comportamento de hoje.
Abraços
É um título muito volátil! Quando tudo desde um pouco, esta desde bem mais.
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Martifer Solar USA selecionada para GoSolar 2010,
(Mon, 16 Aug 2010 07:06:03 GMT)"Los Angeles (PRWEB) August 16, 2010 -- Open Neighborhoods, a local social networking organization, today announced the selection of Martifer Solar USA for GoSolar 2010, a community-based solar initiative allowing Los Angeles area neighborhoods to join together for an easy and affordable way to go solar.
After a rigorous evaluation process Open Neighborhoods selected West Los Angeles-based Martifer Solar USA as the most qualified solar installer for the four-month GoSolar 2010 program. Martifer Solar will offer discounted volume pricing and flexible financing options for residential and commercial solar installations. (...)"
FONTE:http://www.earthtimes.org/articles/press/community-solar-program,1422713.html
After a rigorous evaluation process Open Neighborhoods selected West Los Angeles-based Martifer Solar USA as the most qualified solar installer for the four-month GoSolar 2010 program. Martifer Solar will offer discounted volume pricing and flexible financing options for residential and commercial solar installations. (...)"
FONTE:http://www.earthtimes.org/articles/press/community-solar-program,1422713.html
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O grupo liderado pelos irmãos Martins quer vender mais activos não-estratégicos.
A Martifer colocou a participação na EDP, actualmente reduzida a 0,44%, na lista de activos financeiros alienáveis. Esta posição, apesar dos dividendos gerados - 2,5 milhões de euros em 2009 - tem tido um impacto negativo nos resultados devido à desvalorização dos títulos da eléctrica.
A 30 de Junho, o grupo dos irmãos Carlos e Jorge Martins detinha 16.075.416 acções da EDP, depois de ter vendido uma tranche de 1,6 milhões de acções. À cotação dessa data, a participação valia 39,2 milhões de euros, representando uma menos-valia potencial (face a 31 de Dezembro de 2009) de 1,5 milhões de euros.
O programa de alienações promete não ficar por aqui. O Diário Económico sabe que, até ao final do ano, serão tomadas mais medidas para consolidar a saúde financeira do grupo. Um dos alvos de reestruturação será a RE Developer, onde estão concentradas as participações em parques eólicos, cuja construção está em marcha. A Martifer já deixou claro que não pretende ser um operador eléctrico, apenas um promotor de projectos, com baixa exposição accionista.
Os negócios da ‘holding'
No âmbito desta estratégia, a I'M SGPS, a ‘holding' pessoal dos irmãos Martins, transformou-se numa peça-chave na reestruturação da Martifer. Depois da intensiva estratégia de crescimento nos últimos anos, a Martifer centra esforços em duas áreas: construções metálicas, a génese do grupo, e energias renováveis.
A palavra de ordem é vender ou retirar do balanço os activos que possam prejudicar as contas ou que permitam aliviar a dívida que, no final do primeiro semestre, atingia os 429 milhões de euros (a prioridade é ser inferior a 400 milhões em 2010).
É aqui que Carlos e Jorge Martins, através da I'M SGPS, passaram a ter um papel decisivo. Prova disso é a recente alienação do Tavira Gran-Plaza, inaugurado em 2009. A operação, que rendeu à Martifer 44,3 milhões de euros, serviu para abater à dívida. Comprador? A Estia que, em comunicado, é apresentada como uma empresa especializada em áreas do ramo imobiliário. Só que, por trás da Estia está a I'M SGPS, com 50%, e o consórcio Vicaima/Finibanco.
Este modelo de negócio já tinha sido usado em Março quando a Martifer retirou da sua esfera de consolidação a Prio, o braço do grupo nos biocombustíveis que, devido à indefinição política, se tornou um espinho nas contas da empresa. O objectivo inicial, anunciado ao mercado em 2009, previa a venda da maioria do capital. Mas a solução final seria mais modesta.
A Martifer alienou 11% do capital das subsidiárias Prio SGPS e Prio Advanced Fuels SGPS à Severis por 13,75 milhões de euros, passando a deter 49%. Da estrutura accionista da Severis fazem parte Rui Alegre, com 50%, Carlos Martins e Jorge Martins, com 40% e António Martins, com 10%. Apesar de contactada, não foi possível obter uma reacção da Martifer.
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A Martifer colocou a participação na EDP, actualmente reduzida a 0,44%, na lista de activos financeiros alienáveis. Esta posição, apesar dos dividendos gerados - 2,5 milhões de euros em 2009 - tem tido um impacto negativo nos resultados devido à desvalorização dos títulos da eléctrica.
A 30 de Junho, o grupo dos irmãos Carlos e Jorge Martins detinha 16.075.416 acções da EDP, depois de ter vendido uma tranche de 1,6 milhões de acções. À cotação dessa data, a participação valia 39,2 milhões de euros, representando uma menos-valia potencial (face a 31 de Dezembro de 2009) de 1,5 milhões de euros.
O programa de alienações promete não ficar por aqui. O Diário Económico sabe que, até ao final do ano, serão tomadas mais medidas para consolidar a saúde financeira do grupo. Um dos alvos de reestruturação será a RE Developer, onde estão concentradas as participações em parques eólicos, cuja construção está em marcha. A Martifer já deixou claro que não pretende ser um operador eléctrico, apenas um promotor de projectos, com baixa exposição accionista.
Os negócios da ‘holding'
No âmbito desta estratégia, a I'M SGPS, a ‘holding' pessoal dos irmãos Martins, transformou-se numa peça-chave na reestruturação da Martifer. Depois da intensiva estratégia de crescimento nos últimos anos, a Martifer centra esforços em duas áreas: construções metálicas, a génese do grupo, e energias renováveis.
A palavra de ordem é vender ou retirar do balanço os activos que possam prejudicar as contas ou que permitam aliviar a dívida que, no final do primeiro semestre, atingia os 429 milhões de euros (a prioridade é ser inferior a 400 milhões em 2010).
É aqui que Carlos e Jorge Martins, através da I'M SGPS, passaram a ter um papel decisivo. Prova disso é a recente alienação do Tavira Gran-Plaza, inaugurado em 2009. A operação, que rendeu à Martifer 44,3 milhões de euros, serviu para abater à dívida. Comprador? A Estia que, em comunicado, é apresentada como uma empresa especializada em áreas do ramo imobiliário. Só que, por trás da Estia está a I'M SGPS, com 50%, e o consórcio Vicaima/Finibanco.
Este modelo de negócio já tinha sido usado em Março quando a Martifer retirou da sua esfera de consolidação a Prio, o braço do grupo nos biocombustíveis que, devido à indefinição política, se tornou um espinho nas contas da empresa. O objectivo inicial, anunciado ao mercado em 2009, previa a venda da maioria do capital. Mas a solução final seria mais modesta.
A Martifer alienou 11% do capital das subsidiárias Prio SGPS e Prio Advanced Fuels SGPS à Severis por 13,75 milhões de euros, passando a deter 49%. Da estrutura accionista da Severis fazem parte Rui Alegre, com 50%, Carlos Martins e Jorge Martins, com 40% e António Martins, com 10%. Apesar de contactada, não foi possível obter uma reacção da Martifer.
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