BES - Tópico Geral
Re: BES - Tópico Geral
Tem algum significado fechar no mesmo valor de sexta-feira da semana passada? com um volume de negociação na casa dos 5 milhões de acções?
Mais neutro que isto é impossivel....
Mais neutro que isto é impossivel....
Re: BES - Tópico Geral
Ruffus Escreveu: sinal de arranque segunda feira?
É como diz o Ilustre João... Ninguém sabe.
A batalha lá continua e "nós" só temos que assistir calmanente, a comer umas pipocas de preferência
Sem stress que o mercado logo se decidirá para onde vai e nós só temos simplesmente que o seguir
Cumprimentos
Rags
Rags
Re: BES - Tópico Geral
Ninguém sabe....
Quem me dera saber essas coisas.
Quem me dera saber essas coisas.
Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...
Caso antigo: BPN
Caso mais recente: BES
Próximo caso: ???
Caso antigo: BPN
Caso mais recente: BES
Próximo caso: ???
Re: BES - Tópico Geral
Rags,
como esta a correr a "nossa" analise day-trade ao BES?
parece estar a segurar-se nos limites do novo "triangulo", sinal de arranque segunda feira?
como esta a correr a "nossa" analise day-trade ao BES?
parece estar a segurar-se nos limites do novo "triangulo", sinal de arranque segunda feira?
Re: BES - Tópico Geral
A minha ordem, no BES, continua lá... Com validade só para hoje!
Na segunda é outra semana.
Na segunda é outra semana.
Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...
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Próximo caso: ???
Re: BES - Tópico Geral
calma Ruffus ... não te excites muito... ainda te acontece como ao pastor Alentejano,... .depois .. as Suecas levaram-lhe a mola 

mcarvalho
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Re: BES - Tópico Geral
Analistas: Apesar do custo, emissão do BES é sinal positivo para o banco e para Portugal
22 Novembro 2013, 13:00 por Diogo Cavaleiro | diogocavaleiro@negocios.pt
O BES aceitou um custo com “nível de risco considerável” para emitir dívida subordinada. Mas o facto desta ter sido a primeira operação do género em quatro anos torna-a num “evento significativo”.
O Banco Espírito Santo arrecadou 750 milhões de euros ao vender títulos de dívida subordinada, um tipo de dívida que não é prioritário em caso de falência de quem a emite. A operação, realizada na quinta-feira, 21 de Novembro, está a ser elogiada pelos analistas. Apesar do custo elevado, a emissão mostrou que os mercados se reabriram para o BES. E para os restantes bancos portugueses, sublinham os especialistas.
“É importante salientar que se trata da primeira emissão com estas características efectuada por um banco nacional em cerca de quatro anos, representando por isso um evento significativo. Entendemos que se trata de um sinal adicional de confiança nos agentes económicos portugueses, num contexto de recuperação em matéria macroeconómica”, assinala o analista André Rodrigues, do Caixa Banco de Investimento na nota de “research” diária.
Há quatro anos que nenhum banco português fazia emissões deste tipo de dívida, designada igualmente de dívida júnior. O impacto é “positivo”, na óptica do especialista Carlos Peixoto, que escreve na nota do BPI desta sexta-feira. “[A emissão] mostra que os mercados se estão a reabrir para o BES e, possivelmente, para os outros bancos portugueses”.
Este tipo de instrumentos tem um maior risco e, por isso, garante um maior retorno a quem a compre. Por isso, a banca nacional estava afastada deste tipo de instrumentos, dado que os investidores consideravam-nos demasiado arriscados. O facto de os quererem comprar mostra alguma confiança, sublinham, então, os analistas.
Custo tem “nível de risco considerável”
O banco presidido por Ricardo Salgado aceitou uma taxa de juro de 7,125% para vender estes títulos, com uma maturidade de 10 anos e um cupão anual. Foram emitidos títulos no valor global de 750 milhões de euros. O BPI Equity Research indica que esta emissão terá um “impacto negativo” no custo enfrentado pelo banco, mas admite que se poderá vir a anular algum custo. O mesmo foi dito ontem por Amílcar Morais Pires, administrador financeiro do BES, que espera vir a diminuir os custos no futuro. Isto porque, por exemplo, a instituição poderá reembolsar, a partir de 2014, uma outra emissão do mesmo género.
“Embora, em termos absolutos, as taxas de remuneração associadas a esta operação ainda traduzam um nível de risco considerável (custo anual de cerca de 7.125%), a concretização da operação com sucesso é um passo
Dívida subordinada
A dívida subordinada pode ser chamada de dívida júnior. É um tipo de dívida que não é prioritária.
Em caso de falência, os credores subordinados são reembolsados só depois de terem sido liquidados por inteiro os créditos prioritários (dívida sénior, por exemplo).
É, nesse sentido, um tipo de título de dívida mais arriscado, que dará maior retorno ao investidor.
positivo perante o actual enquadramento, nomeadamente o programa de ajustamento económico-financeiro em curso”, frisa o analista André Rodrigues, do CaixaBI.
Um dos elementos que mereceu o aplauso dos especialistas foi o número total de investidores que participou na operação, 300, o que conduziu a uma procura total de cerca de 3 mil milhões de euros. Cerca de 95% do montante foi colocado junto de investidores institucionais.
Morais Pires havia explicado ao Negócios que a emissão permitiu ao BES “ter uma adequada estrutura de capital e proteger os depósitos no balanço”. Isto porque o banco começa, com esta operação, a respeitar a exigência de levantar 1.200 milhões de euros neste tipo de instrumentos até 2015, inscrita nas novas regras europeias sobre capital secundário (“Tier 2”), de Basileia III.
A casa de investimento do BPI considera que a lógica por detrás desta operação é a de o banco ganhar uma estrutura de capital que possibilite uma maior absorção de eventuais perdas. Estes títulos de dívida começam a ser tidos em conta para a melhoria dos rácios de capital dos bancos.
As acções do banco sob o comando de Ricardo Salgado perdem 0,7% para negociarem nos 0,999 euros, depois de ontem, dia da operação, terem superado a barreira de 1 euro.
22 Novembro 2013, 13:00 por Diogo Cavaleiro | diogocavaleiro@negocios.pt
O BES aceitou um custo com “nível de risco considerável” para emitir dívida subordinada. Mas o facto desta ter sido a primeira operação do género em quatro anos torna-a num “evento significativo”.
O Banco Espírito Santo arrecadou 750 milhões de euros ao vender títulos de dívida subordinada, um tipo de dívida que não é prioritário em caso de falência de quem a emite. A operação, realizada na quinta-feira, 21 de Novembro, está a ser elogiada pelos analistas. Apesar do custo elevado, a emissão mostrou que os mercados se reabriram para o BES. E para os restantes bancos portugueses, sublinham os especialistas.
“É importante salientar que se trata da primeira emissão com estas características efectuada por um banco nacional em cerca de quatro anos, representando por isso um evento significativo. Entendemos que se trata de um sinal adicional de confiança nos agentes económicos portugueses, num contexto de recuperação em matéria macroeconómica”, assinala o analista André Rodrigues, do Caixa Banco de Investimento na nota de “research” diária.
Há quatro anos que nenhum banco português fazia emissões deste tipo de dívida, designada igualmente de dívida júnior. O impacto é “positivo”, na óptica do especialista Carlos Peixoto, que escreve na nota do BPI desta sexta-feira. “[A emissão] mostra que os mercados se estão a reabrir para o BES e, possivelmente, para os outros bancos portugueses”.
Este tipo de instrumentos tem um maior risco e, por isso, garante um maior retorno a quem a compre. Por isso, a banca nacional estava afastada deste tipo de instrumentos, dado que os investidores consideravam-nos demasiado arriscados. O facto de os quererem comprar mostra alguma confiança, sublinham, então, os analistas.
Custo tem “nível de risco considerável”
O banco presidido por Ricardo Salgado aceitou uma taxa de juro de 7,125% para vender estes títulos, com uma maturidade de 10 anos e um cupão anual. Foram emitidos títulos no valor global de 750 milhões de euros. O BPI Equity Research indica que esta emissão terá um “impacto negativo” no custo enfrentado pelo banco, mas admite que se poderá vir a anular algum custo. O mesmo foi dito ontem por Amílcar Morais Pires, administrador financeiro do BES, que espera vir a diminuir os custos no futuro. Isto porque, por exemplo, a instituição poderá reembolsar, a partir de 2014, uma outra emissão do mesmo género.
“Embora, em termos absolutos, as taxas de remuneração associadas a esta operação ainda traduzam um nível de risco considerável (custo anual de cerca de 7.125%), a concretização da operação com sucesso é um passo
Dívida subordinada
A dívida subordinada pode ser chamada de dívida júnior. É um tipo de dívida que não é prioritária.
Em caso de falência, os credores subordinados são reembolsados só depois de terem sido liquidados por inteiro os créditos prioritários (dívida sénior, por exemplo).
É, nesse sentido, um tipo de título de dívida mais arriscado, que dará maior retorno ao investidor.
positivo perante o actual enquadramento, nomeadamente o programa de ajustamento económico-financeiro em curso”, frisa o analista André Rodrigues, do CaixaBI.
Um dos elementos que mereceu o aplauso dos especialistas foi o número total de investidores que participou na operação, 300, o que conduziu a uma procura total de cerca de 3 mil milhões de euros. Cerca de 95% do montante foi colocado junto de investidores institucionais.
Morais Pires havia explicado ao Negócios que a emissão permitiu ao BES “ter uma adequada estrutura de capital e proteger os depósitos no balanço”. Isto porque o banco começa, com esta operação, a respeitar a exigência de levantar 1.200 milhões de euros neste tipo de instrumentos até 2015, inscrita nas novas regras europeias sobre capital secundário (“Tier 2”), de Basileia III.
A casa de investimento do BPI considera que a lógica por detrás desta operação é a de o banco ganhar uma estrutura de capital que possibilite uma maior absorção de eventuais perdas. Estes títulos de dívida começam a ser tidos em conta para a melhoria dos rácios de capital dos bancos.
As acções do banco sob o comando de Ricardo Salgado perdem 0,7% para negociarem nos 0,999 euros, depois de ontem, dia da operação, terem superado a barreira de 1 euro.
Re: BES - Tópico Geral
Ou a minha tabela está mal, ou o BES a esta hora ainda não tem 4 milhões de acções negociadas.....
será que a mola está no limite da carga? e segunda feira desprende???? VIOLENTAMENTE! Para cima, claro!

eu acho que a mola está a chegar ao fim da compressão... se os juros ajudarem vamos ter duas semanas positivas

será que a mola está no limite da carga? e segunda feira desprende???? VIOLENTAMENTE! Para cima, claro!

eu acho que a mola está a chegar ao fim da compressão... se os juros ajudarem vamos ter duas semanas positivas
Re: BES - Tópico Geral
Bom dia amigos,
estes homens sabem o que fazem este dinheiro a 7,25% irá pagar emprestimos que se vence em 2014 a uma taxa de 8,45% logo o negócio é bom este banco está no bom caminho, brevemente o BES só o céu é o limite aguardem.
Relativamente ás taxas de juro é só pesquisar.
PS BES, concerteza o nosso melhor banco,
Já agora só a titulo de remate aguardem pelas noticias espetaculares da Portugal Telecom pela positiva.
estes homens sabem o que fazem este dinheiro a 7,25% irá pagar emprestimos que se vence em 2014 a uma taxa de 8,45% logo o negócio é bom este banco está no bom caminho, brevemente o BES só o céu é o limite aguardem.
Relativamente ás taxas de juro é só pesquisar.
PS BES, concerteza o nosso melhor banco,
Já agora só a titulo de remate aguardem pelas noticias espetaculares da Portugal Telecom pela positiva.
Re: BES - Tópico Geral
Quase nem é preciso gráfico para se ter noção de que o BES está a negociar num espaço cada vez mais pequeno. Ou vai ou racha 
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Re: BES - Tópico Geral
vamos lá a ver se dou um empurrão no Touro para ir com os "cornos" furou a LtD
BES antecipa regras europeias com emissão de dívida subordinada
22/11/2013
A emissão de 750 milhões de euros de dívida subordinada que o Banco Espírito Santo concluiu esta quinta-feira representa o primeiro passo para cumprir as exigências de capital secundário incluídas nas novas regras europeias de solidez, que entram em vigor em Janeiro próximo. E tendo em conta as condições da colocação - a primeira emissão de dívida subordinada realizada por um banco português em quatro anos -, vai permitir "optimizar a estrutura de capital do banco", adiantou Amílcar Morais Pires, administrador financeiro do BES, ao Negócios.
Para cumprir os novos requisitos europeus sobre capital secundário ("tier 2"), o banco tem de apresentar uma folga de "tier 2" de 2% face ao valor dos activos ponderados pelo risco. Tendo em conta o balanço do banco no final de Setembro, o BES necessita de levantar 1.200 milhões neste tipo de instrumentos até 2015, altura em que, em função do crescimento do banco, o
Emissão permite ter uma adequada estrutura de capital e proteger os depósitos no balanço. Amílcar Morais Pires Administrador financeiro do BES "buffer" poderá já ter de ser maior. Certo é que estes fundos permitirão ao BES ter "uma adequada estrutura de capital e proteger os depósitos no balanço".
Apesar de a dívida subordinada, com uma maturidade de dez anos, ter sido colocada com uma taxa de juro de 7,25%, em que 6,25 pontos percentuais correspondem ao "spread" a aplicar sobre o indexante, o BES espera reduzir os seus custos de financiamento com esta emissão. Quanto mais não seja porque, a partir de 2014, o banco pode reembolsar uma emissão idêntica que paga um "spread" de 8,75 pontos percentuais, exemplificou Morais Pires.
Ainda assim, o gestor admite que o banco possa conseguir melhores condições numa emissão futura, uma vez que "o país ainda não terminou o ciclo de ajustamento". Daí que o BES tenha optado apenas por emitir 750 milhões, quando a procura chegou a atingir 3.000 milhões.
BES antecipa regras europeias com emissão de dívida subordinada
22/11/2013
A emissão de 750 milhões de euros de dívida subordinada que o Banco Espírito Santo concluiu esta quinta-feira representa o primeiro passo para cumprir as exigências de capital secundário incluídas nas novas regras europeias de solidez, que entram em vigor em Janeiro próximo. E tendo em conta as condições da colocação - a primeira emissão de dívida subordinada realizada por um banco português em quatro anos -, vai permitir "optimizar a estrutura de capital do banco", adiantou Amílcar Morais Pires, administrador financeiro do BES, ao Negócios.
Para cumprir os novos requisitos europeus sobre capital secundário ("tier 2"), o banco tem de apresentar uma folga de "tier 2" de 2% face ao valor dos activos ponderados pelo risco. Tendo em conta o balanço do banco no final de Setembro, o BES necessita de levantar 1.200 milhões neste tipo de instrumentos até 2015, altura em que, em função do crescimento do banco, o
Emissão permite ter uma adequada estrutura de capital e proteger os depósitos no balanço. Amílcar Morais Pires Administrador financeiro do BES "buffer" poderá já ter de ser maior. Certo é que estes fundos permitirão ao BES ter "uma adequada estrutura de capital e proteger os depósitos no balanço".
Apesar de a dívida subordinada, com uma maturidade de dez anos, ter sido colocada com uma taxa de juro de 7,25%, em que 6,25 pontos percentuais correspondem ao "spread" a aplicar sobre o indexante, o BES espera reduzir os seus custos de financiamento com esta emissão. Quanto mais não seja porque, a partir de 2014, o banco pode reembolsar uma emissão idêntica que paga um "spread" de 8,75 pontos percentuais, exemplificou Morais Pires.
Ainda assim, o gestor admite que o banco possa conseguir melhores condições numa emissão futura, uma vez que "o país ainda não terminou o ciclo de ajustamento". Daí que o BES tenha optado apenas por emitir 750 milhões, quando a procura chegou a atingir 3.000 milhões.
mcarvalho
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Re: BES - Tópico Geral
Eu estou no lado dos touros. Dei uma ordem de compra, vamos ver.... 
Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...
Caso antigo: BPN
Caso mais recente: BES
Próximo caso: ???
Caso antigo: BPN
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Próximo caso: ???
Re: BES - Tópico Geral
A luta em cima do suporte continua.
Para isto não se confirmar no tal triângulo descendente, é necessário os touros mandarem uma cornada que faça com que o preço passe para cima da LTd.
Vamos ver quem ganha a batalha...
Para isto não se confirmar no tal triângulo descendente, é necessário os touros mandarem uma cornada que faça com que o preço passe para cima da LTd.
Vamos ver quem ganha a batalha...
Cumprimentos
Rags
Rags
Re: BES - Tópico Geral
é verdade ulisses, mas a sexta é normalmente cá um dia sem história, excepto quando saiem noticias como a mota engil africa em bolsa ,os 50 milhoes de lucro que a empurraram bem para cima, esta acção ja duplicou o valor em menos de 6meses, brutal mesmo, quanto ao bes tem que haver um empurrão das taxas de juro tugas, e quanto ao valor do financiamente, qualquer credito pessoal cobram 15, 16%, a empresas neste momento a rondar entre 6% a 10%,abaixo de 6% é impossivel, longe vao os tempos em que havia linhas credito a cobrar 0,60% atraves do iapmei, ou linhas do proder, isso valia investir e rentabilizar, a taxa é bem aceitável...
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Re: BES - Tópico Geral
Dados actualizados das yields de Portugal:
10 anos: 5.989%
5 anos: 4.982%
2 anos: 3.588%
Acham q pode ter algum impacto significativo na cotação?
Cumps
10 anos: 5.989%
5 anos: 4.982%
2 anos: 3.588%
Acham q pode ter algum impacto significativo na cotação?
Cumps
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Re: BES - Tópico Geral
Uma coisa é certa!!!!! esse financiamento a taxas tão proibitivas, apenas se deve a alguns investimentos que o BES tenha em vista, porque se julgam que irá para as PME, creio que poderão estar enganados!!!!!!!!
Acredito que se o BES esteve disposto a se financiar a uma taxa tão elevada, se deve, a precisar de colocar esse montante no Brasil
, ou então perderá o barco na Corpco
(atenção é apenas a minha visão do presente, nada mais, sei que deveria remeter-me ao silêncio, pois não tenho argumentos fortes para provar o que estou a dizer, todavia não resisti
)
Cumprimentos.
_Noah
Acredito que se o BES esteve disposto a se financiar a uma taxa tão elevada, se deve, a precisar de colocar esse montante no Brasil
(atenção é apenas a minha visão do presente, nada mais, sei que deveria remeter-me ao silêncio, pois não tenho argumentos fortes para provar o que estou a dizer, todavia não resisti
Cumprimentos.
_Noah
___________________________________________
"I never attempt to make money on the stock market. I buy on the assumption that they could close the market the next day and not reopen it for five years" (Warren Buffet)
When stocks are attractive, you buy them. Sure, they can go lower. I've bought stocks at $12 that went to $2, but then they later went to $30. (Peter Lynch)
"I never attempt to make money on the stock market. I buy on the assumption that they could close the market the next day and not reopen it for five years" (Warren Buffet)
When stocks are attractive, you buy them. Sure, they can go lower. I've bought stocks at $12 that went to $2, but then they later went to $30. (Peter Lynch)
Re: BES - Tópico Geral
Ruffus,
Embora não seja nem de longe expert na matéria arrisco-me a dizer que o facto de um banco se financiar a 7.1 ou 7.2% não poe em causa a instituição porque a compensação vem das margens que depois tem nos emprestimos que fará desse capital. Se pensares em credito pessoal ou às empresas, nunca tens taxas baixas, por isso é possivel que seja rentável. Por outro lado, como já se disse o prazo é muito dilatado, o que leva a uma diluição do risco. Além disso ainda temos a questão da procura e da credibilidade. Tendo conseguido na totalidade a colocação em mercado normal, mesmo que com uma taxa alta, o bes demonstrou que neste momento o mercado acredita na instituição e isso poderá levar a um aumento, ainda que apenas percepcionado, do seu valor.
Cumps
Embora não seja nem de longe expert na matéria arrisco-me a dizer que o facto de um banco se financiar a 7.1 ou 7.2% não poe em causa a instituição porque a compensação vem das margens que depois tem nos emprestimos que fará desse capital. Se pensares em credito pessoal ou às empresas, nunca tens taxas baixas, por isso é possivel que seja rentável. Por outro lado, como já se disse o prazo é muito dilatado, o que leva a uma diluição do risco. Além disso ainda temos a questão da procura e da credibilidade. Tendo conseguido na totalidade a colocação em mercado normal, mesmo que com uma taxa alta, o bes demonstrou que neste momento o mercado acredita na instituição e isso poderá levar a um aumento, ainda que apenas percepcionado, do seu valor.
Cumps
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Re: BES - Tópico Geral
Longe de mim ter capacidade tecnica para fazer uma analise financeira ao BES.
Mas qualquer empresa que se financie a 7,125%, tem que dar muito muito ao chinelo para rentabilizar esse emprestimo.
Uma empresa normal que se financie na banca a 7,125%, não é uma empresa muito saudavel... Porque é que um banco o é?
Mas qualquer empresa que se financie a 7,125%, tem que dar muito muito ao chinelo para rentabilizar esse emprestimo.
Uma empresa normal que se financie na banca a 7,125%, não é uma empresa muito saudavel... Porque é que um banco o é?
Re: BES - Tópico Geral
Quanto ao BES, uma coisa é certa se e quando as coisas melhorarem amortizam antecipadamente e resolvem o problema.
Os 10 anos acabam por funcionar como um seguro.
Os 10 anos acabam por funcionar como um seguro.
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Re: BES - Tópico Geral
A malta está sempre a pensar: Agora é que vai ser decisivo, esta semana é importantíssima, os próximos dias é que vão mostrar tudo...
Na verdade, tudo corre devagar. E a Bolsa é feita de muitos mais dias sem história do que com história.
Um abraço,
Ulisses
Na verdade, tudo corre devagar. E a Bolsa é feita de muitos mais dias sem história do que com história.
Um abraço,
Ulisses
Re: BES - Tópico Geral
sim é alto, mas estamos a falar de um prazo de 10 anos... não será muito dificil para o banco rentabilizar 7% desse valor investido anualmente....os cocos eram mais caros ainda, penso que na casa dos 9 a 11%...
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Re: BES - Tópico Geral
atenção pois o juro é muito alto, agora vai depender como os investidores acatarem a notícia amanhã já vamos ter essa reposta espero k a mola desprenda de vez.
Re: BES - Tópico Geral
ok então, penso que esta noticia veio credibilizar muito o banco, visto que 95% foi investidores estrangeiros, acho que isto foi o desapertar da mola ruffus, agora sim tem caminho aberto, banco demonstrou confiança aos mercados... 
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Re: BES - Tópico Geral
luismendes69 Escreveu:nunca investi em obrigaçoes, uma questão isto é possivel de retirar antes do tempo decorrido,o juro vence ao dia, ou como é? existe penalizações sobre mobilização antecipada do valor investido?
Boas,
Não sou nenhum expert mas, para "retirares" antes do tempo, terás de vender, e terá de ser ao valor que estejam...... pode ser 95%, 98% 102%..........
Penso que vão pagar juros anualmente a quem detiver cupão........
Abraço
André
André
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Re: BES - Tópico Geral
nunca investi em obrigaçoes, uma questão isto é possivel de retirar antes do tempo decorrido,o juro vence ao dia, ou como é? existe penalizações sobre mobilização antecipada do valor investido? 
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