Galp - Tópico Geral
aamb Escreveu:artista Escreveu:aamb Escreveu:Uns vao vendendo, eu vou enchendo o saco..Continuem a vender ao desbarato que eu vou-me "abastecendo"
Tantos que eu vi em 2001 a escrever desta forma!!!!!!!!!!!! Mas os mercados não ligam e seguem o seu caminho, seja ele qual for! Em 2003 também alguns o fizeram e acertaram em cheio, mas para haver meia dúzia de "iluminados" houve centenas de "entalados"... Eu pretendo não ser nem uma coisa nem outra!![]()
abraços
artista
Bem, em 2001 ainda usava fraldas....
Devo mais uma vez ter tido muita sorte por ter comprado a 10 e vendido a 17,50€ ....quando na altura pessoas como voce diziam que depois de chegar aos 15€ voltava abaixo dos 10€...
So digo uma coisa: ganhar muito dinheiro em bolsa é para pessoas corajosas e nao para quem tem medo...quem tem medo nao investe nem ganha dinheiro
Nem que vao ao 9€, isto de crise é passageiro e o que se passa no Brasil é o futuro...So aproveita quem quer , o resto que fuja...
Sabem aquelas inscrições filosóficas que aparecem nos WC publicos tipo " Aqui até os fortes se cag..."?
Pois, na bolsa até os "corajosos" se borram, espero que ainda tenhas as fraldas aamb, devem estar a fazer-te falta!
Os amigos desculpem lá os termos que usei, mas por vezes irrita ver por aqui pessoas inexperientes, com atitudes sobranceiras, que não aceitam opiniões válidas dos mais experientes só porque são contrárias às suas expectativas.
Alguns atiram com diplomas e o catano para a frente, como se isso lhes fosse valer de alguma coisa se a inteligência e capacidade de aproveitar a muita informação válida que por aqui anda não acompanha o que chamam de coragem.
Neste caso particular gostava de saber se o colega aamb ainda mantem a coragem de manter a posição que diz ter comprado a 11,35 (salvo o erro)!
Só escrevo estas linhas por saturação de ler certezas absolutas por este forum. Foi neste tópico mas podia ser no da EDPr ou noutro qualquer...
Abraço,
Carrancho
Abraço,
Carrancho
Carrancho
SMALL2007 Escreveu:Achava que ia recomprar na semana passada a 6,90 depois de a vender acima de 9,30...tive que esperar mais uns dias. Entretanto a ordem expirou, e estou sem saber o que fazer.
O que deves fazer só tu podes saber, mas para já foste beneficiado pelo facto da ordem ter expirado!
abraço
artista
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http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
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Merceeiro Escreveu:Os bancos e as financeiras também têm fins lucrativos e todos sabemos para onde isso nos levou....
O problema não foram os bancos. Empresas mal geridas sempre houve e sempre haverá.
O problema foi o Estado meter o bedelho.
Merceeiro Escreveu:Os impostos sabemos que tem grande peso no preço dos combustíveis, mas os aumentos que houve não só devido ao aumento dos impostos, que eu saiba.
Claro que não. Se a matéria-prima sobe, o preço de venda tem de subir. E aí o IVA sobe e o Estado agradece.
Merceeiro Escreveu:O problema é que os combustíveis são insubstituíveis para os consumidores. Não posso deixar de comprar gasóleo para o carro andar.
Claro que podes. Há outros meios de transporte.
Andas de carro por opção. Tal como eu e como muita gente.
Merceeiro Escreveu:Não é como deixar de comer lagosta, para comer sopa todos os dias. Com sopa não morro, mas a lagosta sabe sempre melhor (ou não, pessoalmente adoro sopa. Foi um exemplo académico).
Andar de carro também sabe melhor mas se andares de transportes não morres.
Merceeiro Escreveu:Esta é uma questão que nunca acaba. Tem mais de ética do que apenas maximizar os lucros.
Em tua opinião qual devia ser o preço de venda?
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Os bancos e as financeiras também têm fins lucrativos e todos sabemos para onde isso nos levou....
Os impostos sabemos que tem grande peso no preço dos combustíveis, mas os aumentos que houve não só devido ao aumento dos impostos, que eu saiba.
O problema é que os combustíveis são insubstituíveis para os consumidores. Não posso deixar de comprar gasóleo para o carro andar. Não é como deixar de comer lagosta, para comer sopa todos os dias. Com sopa não morro, mas a lagosta sabe sempre melhor (ou não, pessoalmente adoro sopa. Foi um exemplo académico).
Esta é uma questão que nunca acaba. Tem mais de ética do que apenas maximizar os lucros.
Os impostos sabemos que tem grande peso no preço dos combustíveis, mas os aumentos que houve não só devido ao aumento dos impostos, que eu saiba.
O problema é que os combustíveis são insubstituíveis para os consumidores. Não posso deixar de comprar gasóleo para o carro andar. Não é como deixar de comer lagosta, para comer sopa todos os dias. Com sopa não morro, mas a lagosta sabe sempre melhor (ou não, pessoalmente adoro sopa. Foi um exemplo académico).
Esta é uma questão que nunca acaba. Tem mais de ética do que apenas maximizar os lucros.
A mercearia de valores não faz fiado
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Merceeiro Escreveu:Este parágrafo diz tudo. Foi um fartar-vilanagem pelo mundo todo. Encheram-se de dinheiro até dizer chega.
Ó Merceeiro mas as empresas têm fins lucrativos, certo?
Merceeiro Escreveu:Mas as petrolíferas foram as coitadinhas... ai que o petróleo está tão caro, temos que aumentar os combustíveis, blá, blá.
Do Estado não falas, claro...
Merceeiro Escreveu:Cheira a podre isto tudo. Depois não querem ficar com fama de ladrões.
Mas quem é o ladrão?
Tu quando compras gasolina não o fazes de livre vontade? E não sabes à partida quanto vais pagar?
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Nyk Escreveu:
Na nota de investimento em que o banco suíço apresenta estimativas para todas as companhias petrolíferas europeias, os analistas Jon Rigby e Anish Kapadia referem que os números trimestrais que serão apresentados pelo sector estarão “próximos de níveis recorde”, num período marcado pelos máximos históricos dos preços do petróleo.
Este parágrafo diz tudo. Foi um fartar-vilanagem pelo mundo todo. Encheram-se de dinheiro até dizer chega.
Mas as petrolíferas foram as coitadinhas... ai que o petróleo está tão caro, temos que aumentar os combustíveis, blá, blá.
Cheira a podre isto tudo. Depois não querem ficar com fama de ladrões.
A mercearia de valores não faz fiado
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UBS prevê aumento de 43% nos lucros trimestrais da Galp Energia
O UBS prevê que a Galp Energia revele um forte aumento nos resultados líquidos do terceiro trimestre, para um total de 130 milhões de euros. É um aumento de 43% que reflecte a melhoria nos resultados das divisões de gás e de distribuição da empresa liderada por Ferreira de Oliveira.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O UBS prevê que a Galp Energia revele um forte aumento nos resultados líquidos do terceiro trimestre, para um total de 130 milhões de euros. É um aumento de 43% que reflecte a melhoria nos resultados das divisões de gás e de distribuição da empresa liderada por Ferreira de Oliveira.
Estes 130 milhões de euros estimados pelo UBS para o terceiro trimestre comparam com os 91 milhões obtidos pela Galp no mesmo período do ano passado. Com base nesta estimativa, a petrolífera nacional deverá apresentar lucros de 344 milhões nos nove meses, menos 8,8% que em 2007.
Na nota de investimento em que o banco suíço apresenta estimativas para todas as companhias petrolíferas europeias, os analistas Jon Rigby e Anish Kapadia referem que os números trimestrais que serão apresentados pelo sector estarão “próximos de níveis recorde”, num período marcado pelos máximos históricos dos preços do petróleo.
Sobre a Galp, o UBS salienta que “os fortes resultados [a apresentar a 12 de Novembro] resultam do aumento dos lucros nas divisões de gás e distribuição”. Na unidade de exploração e produção o UBS estima “um EBITDA de 54 milhões no trimestre, uma quebra de 9% em termos homólogos”, acrescenta a nota a que o Negócios teve acesso.
Na distribuição “esperamos um EBITDA de 128 milhões, mais 19% em termos homólogos, em resultado da melhoria nas margens de refinação, da forte queda dos preços do petróleo no trimestre [na parte final], e do desfasamento ao passar os preços mais elevados para as bombas”. No gás, o UBS aponta para um crescimento de 57% do EBITDA.
O banco de investimento suíço manteve a avaliação de 19,00 euros para a Galp Energia e uma recomendação de “comprar”. Os títulos da petrolífera nacional seguem a perder 3,95% para 7,18 euros. Face ao “target” do UBS apresentam um potencial de subida de 164,6%
O UBS prevê que a Galp Energia revele um forte aumento nos resultados líquidos do terceiro trimestre, para um total de 130 milhões de euros. É um aumento de 43% que reflecte a melhoria nos resultados das divisões de gás e de distribuição da empresa liderada por Ferreira de Oliveira.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O UBS prevê que a Galp Energia revele um forte aumento nos resultados líquidos do terceiro trimestre, para um total de 130 milhões de euros. É um aumento de 43% que reflecte a melhoria nos resultados das divisões de gás e de distribuição da empresa liderada por Ferreira de Oliveira.
Estes 130 milhões de euros estimados pelo UBS para o terceiro trimestre comparam com os 91 milhões obtidos pela Galp no mesmo período do ano passado. Com base nesta estimativa, a petrolífera nacional deverá apresentar lucros de 344 milhões nos nove meses, menos 8,8% que em 2007.
Na nota de investimento em que o banco suíço apresenta estimativas para todas as companhias petrolíferas europeias, os analistas Jon Rigby e Anish Kapadia referem que os números trimestrais que serão apresentados pelo sector estarão “próximos de níveis recorde”, num período marcado pelos máximos históricos dos preços do petróleo.
Sobre a Galp, o UBS salienta que “os fortes resultados [a apresentar a 12 de Novembro] resultam do aumento dos lucros nas divisões de gás e distribuição”. Na unidade de exploração e produção o UBS estima “um EBITDA de 54 milhões no trimestre, uma quebra de 9% em termos homólogos”, acrescenta a nota a que o Negócios teve acesso.
Na distribuição “esperamos um EBITDA de 128 milhões, mais 19% em termos homólogos, em resultado da melhoria nas margens de refinação, da forte queda dos preços do petróleo no trimestre [na parte final], e do desfasamento ao passar os preços mais elevados para as bombas”. No gás, o UBS aponta para um crescimento de 57% do EBITDA.
O banco de investimento suíço manteve a avaliação de 19,00 euros para a Galp Energia e uma recomendação de “comprar”. Os títulos da petrolífera nacional seguem a perder 3,95% para 7,18 euros. Face ao “target” do UBS apresentam um potencial de subida de 164,6%
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
VII Fórum Energia / Diário Económico 2008-10-21 17:53
Adiamento da privatização da Galp "não afecta a vida da empresa"
O presidente executivo da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, escusou-se a comentar sobre o adiamento da privatização de sete por cento da petrolífera nacional para o próximo ano, afirmando apenas que essa é uma "decisão do governo" e que o adiamento "não afecta a vida da empresa".
Rita Paz
Tal como o Diário económico já tinha noticiado, o ministro das Finanças Teixeira dos santos, anunciou no passado dia 15 a suspensão da privatização da Galp, que "continua programada, mas só avança com condições de mercado mais favoráveis", disse na mesma altura.
As acções da Galp têm registado fortes quedas em bolsa, devido às turbulências nos mercados financeiros, o que levou o Executivo a adiar a sua privatização, prevista para este ano.
Para Ferreira de Oliveira, que falou no VII Fórum de Energia do Diário Económico, quando há "estas grandes perturbações totalmente anormais, elas afectam tanto a nossa
Adiamento da privatização da Galp "não afecta a vida da empresa"
O presidente executivo da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, escusou-se a comentar sobre o adiamento da privatização de sete por cento da petrolífera nacional para o próximo ano, afirmando apenas que essa é uma "decisão do governo" e que o adiamento "não afecta a vida da empresa".
Rita Paz
Tal como o Diário económico já tinha noticiado, o ministro das Finanças Teixeira dos santos, anunciou no passado dia 15 a suspensão da privatização da Galp, que "continua programada, mas só avança com condições de mercado mais favoráveis", disse na mesma altura.
As acções da Galp têm registado fortes quedas em bolsa, devido às turbulências nos mercados financeiros, o que levou o Executivo a adiar a sua privatização, prevista para este ano.
Para Ferreira de Oliveira, que falou no VII Fórum de Energia do Diário Económico, quando há "estas grandes perturbações totalmente anormais, elas afectam tanto a nossa
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
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És fraco, junta-te aos fortes!
Galp pretende igualar vendas em Portugal e Espanha
A Galp pretende igualar o volume de negócios dos seus postos de abastecimento em Portugal e Espanha no próximo ano, com a venda de 6 milhões de toneladas de combustíveis de cada um dos lados da fronteira, disse o presidente executivo da Galp, Ferreira de Oliveira.
Rita Paz
"Queremos ter no próximo ano o mesmo volume de negócios a nível ibérico", afirmou o presidente da petrolífera, no VII Fórum de Energia do Diário Económico.
"Por causa das aquisições que estamos a fechar em Espanha, a Galp Energia passará a ter o mesmo volume de vendas em Portugal e em Espanha", acrescentou Ferreira de Oliveira.
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Comentários
Murdaz (murdaz@netcabo.pt)
Desta forma sempre podem ir gamar nuestros hermanos também! O preço do gasóleo por litro sempre acompanhou em cêntimos o preço do barril, enquanto era a subir! Agora na descida, esqueceram-se... desta forma, qualquer pesquisa de tupi ou de peniche nunca dá prejuizo...
jpb
Da minha contribução não vai ser, pois já abasteço em Espanha faz tempo e mesmo do outro lado da fronteira prefiro ir a outras marcas que não a galp sempre são apesar de todos iguais são menos ladrões que uma companhia hoje privada certo, (que nunca o deveria ter sido) fundada com os impostos dos portugueses poderia ter o mínimo de ética e respeito pelos seus clientes, não estou a pedir que tenha prejuízo só que se comporte seguindo regras de responsabilidade social que esta tem em Portugal.
A Galp pretende igualar o volume de negócios dos seus postos de abastecimento em Portugal e Espanha no próximo ano, com a venda de 6 milhões de toneladas de combustíveis de cada um dos lados da fronteira, disse o presidente executivo da Galp, Ferreira de Oliveira.
Rita Paz
"Queremos ter no próximo ano o mesmo volume de negócios a nível ibérico", afirmou o presidente da petrolífera, no VII Fórum de Energia do Diário Económico.
"Por causa das aquisições que estamos a fechar em Espanha, a Galp Energia passará a ter o mesmo volume de vendas em Portugal e em Espanha", acrescentou Ferreira de Oliveira.
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Murdaz (murdaz@netcabo.pt)
Desta forma sempre podem ir gamar nuestros hermanos também! O preço do gasóleo por litro sempre acompanhou em cêntimos o preço do barril, enquanto era a subir! Agora na descida, esqueceram-se... desta forma, qualquer pesquisa de tupi ou de peniche nunca dá prejuizo...
jpb
Da minha contribução não vai ser, pois já abasteço em Espanha faz tempo e mesmo do outro lado da fronteira prefiro ir a outras marcas que não a galp sempre são apesar de todos iguais são menos ladrões que uma companhia hoje privada certo, (que nunca o deveria ter sido) fundada com os impostos dos portugueses poderia ter o mínimo de ética e respeito pelos seus clientes, não estou a pedir que tenha prejuízo só que se comporte seguindo regras de responsabilidade social que esta tem em Portugal.
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Ferreira de Oliveira
"Vemos com muita satisfação que o petróleo continue a descer"
Ferreira de Oliveira disse hoje que vê com satisfação a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais, afirmando que a descida das cotações vai permitir a diminuição do preço da gasolina e do gasóleo nos postos de abastecimento "e a vida regressar à normalidade". Sem impostos os preços são marginalmente mais baixos do que em Espanha, defendeu.
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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
Ferreira de Oliveira disse hoje que vê com satisfação a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais, afirmando que a descida das cotações vai permitir a diminuição do preço da gasolina e do gasóleo nos postos de abastecimento “e a vida regressar à normalidade”. Sem impostos os preços são marginalmente mais baixos do que em Espanha, defendeu.
“Todos passamos por momentos muito difíceis e vemos com muito satisfação que as cotações continuem a descer”, disse Ferreira de Oliveira, no VII Fórum Energia do “Diário Económico”
Ainda assim, o CEO da Galp Energia não garante que os preços do gasóleo fiquem abaixo de 1 euro, como o ministro espanhol assegurou ontem que vai acontecer em Espanha.
No mercado espanhol o gasóleo está a ser vendido a 1,12 euros por litro, enquanto em Portugal o preço situa-se acima de 1,21 euros.
Ferreira de Oliveira diz que, sem impostos, os preços em Portugal são “marginalmente inferiores” a Espanha e são já “muito competitivos”.
“Expurgando impostos, a mesma empresa consegue vender em Portugal, no mesmo ponto de venda, um litro de água mineral mais caro que os produtos petrolíferos”, disse o CEO da Galp.
O preço do petróleo tem registado uma queda acentuada nos mercados internacionais, descendo mais de 50% face aos máximos atingidos acima dos 147 dólares em Nova Iorque e Londres, no mês de Julho.
"Vemos com muita satisfação que o petróleo continue a descer"
Ferreira de Oliveira disse hoje que vê com satisfação a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais, afirmando que a descida das cotações vai permitir a diminuição do preço da gasolina e do gasóleo nos postos de abastecimento "e a vida regressar à normalidade". Sem impostos os preços são marginalmente mais baixos do que em Espanha, defendeu.
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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
Ferreira de Oliveira disse hoje que vê com satisfação a queda dos preços do petróleo nos mercados internacionais, afirmando que a descida das cotações vai permitir a diminuição do preço da gasolina e do gasóleo nos postos de abastecimento “e a vida regressar à normalidade”. Sem impostos os preços são marginalmente mais baixos do que em Espanha, defendeu.
“Todos passamos por momentos muito difíceis e vemos com muito satisfação que as cotações continuem a descer”, disse Ferreira de Oliveira, no VII Fórum Energia do “Diário Económico”
Ainda assim, o CEO da Galp Energia não garante que os preços do gasóleo fiquem abaixo de 1 euro, como o ministro espanhol assegurou ontem que vai acontecer em Espanha.
No mercado espanhol o gasóleo está a ser vendido a 1,12 euros por litro, enquanto em Portugal o preço situa-se acima de 1,21 euros.
Ferreira de Oliveira diz que, sem impostos, os preços em Portugal são “marginalmente inferiores” a Espanha e são já “muito competitivos”.
“Expurgando impostos, a mesma empresa consegue vender em Portugal, no mesmo ponto de venda, um litro de água mineral mais caro que os produtos petrolíferos”, disse o CEO da Galp.
O preço do petróleo tem registado uma queda acentuada nos mercados internacionais, descendo mais de 50% face aos máximos atingidos acima dos 147 dólares em Nova Iorque e Londres, no mês de Julho.
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
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Tupi rentável c/ preços petróleo muito inferiores-CEO Galp
Viva
LISBOA, 21 Out (Reuters) - A exploração do poço de petróleo do Tupi, no Brasil, é rentável com preços do petróleo substancialmente inferiores aos actuais, disse Manuel Ferreira de Oliveira, Chief Executive Officer (CEO) da Galp Energia .
A Goldman Sachs referiu que a recente descida abrupta dos preços do petróleo poderia pôr em causa a rentabilidade dos investimentos previstos para a rica Bacia de Santos, no Brasil, prevendo que apenas sejam viáveis caso o preço do petróleo se fixe acima dos 70 dólares o barril.
O contrato do brent para Dezembro cai 1,35 dólares para 70,69 dólares o barril e o de crude para Novembro desce 1,40 dólares para 72,85 dólares o barril.
"O Tupi é um reservatório gigantesco que é rentável a preços (do petróleo) substancialmente inferiores aos actuais", afirmou aos jornalistas à margem de uma conferência sobre energia.
A Galp tem 10 pct do Tupi em consórcio com a brasileira Petrobrás que é operadora.
"Não temos nenhum investimento em causa com os preços do petróleo que temos hoje e aqueles que prevemos possam vir a acontecer", adiantou.
Ferreira de Oliveira sublinhou que os planos da companhia são feitos com base em cenários de muito longo prazo.
"Não faço futurologia. Testamos todos os nossos investimentos (...) para proteger a sua viabilidade no longo prazo. Os investimentos no sector não se fazem com base nos preços de hoje, fazem-se com base nos preços a 20 anos. Temos os nossos cenários de desenvolvimento dos projectos com base em preços de muito longo prazo", adiantou o CEO da Galp.
A Galp tem em curso projectos de exploração no Brasil e em Angola.
Na distribuição de combustíveis, a Galp prevê que a partir de Janeiro próximo passe a ter o mesmo volume de vendas em Espanha e em Portugal, disse Ferreira de Oliveira.
Acrescentou que a empresa vai continuar a descer os preços da gasolina e do gasóleo caso a evolução dos preços a nível internacional continuem em queda.
"Vemos com muita satisfação os preços permitirem baixar os preços de gasolina e gasóleo para que a vida regresse à normalidade", disse ferreira de Oliveira lembrando que antes de impostos os preços praticados em Portugal são marginalmente inferiores aos de Espanha.
Sobre a suspensão da privatização de até 7,0 pct da Galp, Ferreira de Oliveira sublinhou que não afecta a companhia.
"A empresa sente-se muito bem com o Estado a deter essas acções", afirmou.
O Governo anunciou na apresentação do Orçamento do Estado para 2009, no dia 15 de Outubro, a decisão de suspender a última fase de privatização da Galp até existirem condições de mercado.
A operação prevê a emissão de obrigações susceptíveis de permuta ou reembolso de acções.
A Galp é controlada em 33,3 pct pela Amorim Energia e em 33,3 pct pela italiana ENI .
Acerca da queda recente da cotação da Galp, frisou que é normal dado a empresa actuar numa área de negócio volátil.
BN
LISBOA, 21 Out (Reuters) - A exploração do poço de petróleo do Tupi, no Brasil, é rentável com preços do petróleo substancialmente inferiores aos actuais, disse Manuel Ferreira de Oliveira, Chief Executive Officer (CEO) da Galp Energia .
A Goldman Sachs referiu que a recente descida abrupta dos preços do petróleo poderia pôr em causa a rentabilidade dos investimentos previstos para a rica Bacia de Santos, no Brasil, prevendo que apenas sejam viáveis caso o preço do petróleo se fixe acima dos 70 dólares o barril.
O contrato do brent para Dezembro cai 1,35 dólares para 70,69 dólares o barril e o de crude para Novembro desce 1,40 dólares para 72,85 dólares o barril.
"O Tupi é um reservatório gigantesco que é rentável a preços (do petróleo) substancialmente inferiores aos actuais", afirmou aos jornalistas à margem de uma conferência sobre energia.
A Galp tem 10 pct do Tupi em consórcio com a brasileira Petrobrás que é operadora.
"Não temos nenhum investimento em causa com os preços do petróleo que temos hoje e aqueles que prevemos possam vir a acontecer", adiantou.
Ferreira de Oliveira sublinhou que os planos da companhia são feitos com base em cenários de muito longo prazo.
"Não faço futurologia. Testamos todos os nossos investimentos (...) para proteger a sua viabilidade no longo prazo. Os investimentos no sector não se fazem com base nos preços de hoje, fazem-se com base nos preços a 20 anos. Temos os nossos cenários de desenvolvimento dos projectos com base em preços de muito longo prazo", adiantou o CEO da Galp.
A Galp tem em curso projectos de exploração no Brasil e em Angola.
Na distribuição de combustíveis, a Galp prevê que a partir de Janeiro próximo passe a ter o mesmo volume de vendas em Espanha e em Portugal, disse Ferreira de Oliveira.
Acrescentou que a empresa vai continuar a descer os preços da gasolina e do gasóleo caso a evolução dos preços a nível internacional continuem em queda.
"Vemos com muita satisfação os preços permitirem baixar os preços de gasolina e gasóleo para que a vida regresse à normalidade", disse ferreira de Oliveira lembrando que antes de impostos os preços praticados em Portugal são marginalmente inferiores aos de Espanha.
Sobre a suspensão da privatização de até 7,0 pct da Galp, Ferreira de Oliveira sublinhou que não afecta a companhia.
"A empresa sente-se muito bem com o Estado a deter essas acções", afirmou.
O Governo anunciou na apresentação do Orçamento do Estado para 2009, no dia 15 de Outubro, a decisão de suspender a última fase de privatização da Galp até existirem condições de mercado.
A operação prevê a emissão de obrigações susceptíveis de permuta ou reembolso de acções.
A Galp é controlada em 33,3 pct pela Amorim Energia e em 33,3 pct pela italiana ENI .
Acerca da queda recente da cotação da Galp, frisou que é normal dado a empresa actuar numa área de negócio volátil.
BN
"Os padrões gráficos relevantes são como o surf. Não é preciso saber muito sobre física das marés, ressonância e dinâmica de fluidos; há apenas que ver o que se está a passar". Ed Seykota.
Conto com o Estado
Conto com o Estado a fiscalizar as actuações que possam indicar ''roubo'' a actuar. E por mim por exemplo os tipos do BCP estavam todos presos, e não eram os únicos, mas com a Justiça em Portugal não se podem esperar milagres.
Os únicos que se entalam neste País são os pilha-galinhas e o Vale e Azevedo, de resto são todos bons rapazes.
Os únicos que se entalam neste País são os pilha-galinhas e o Vale e Azevedo, de resto são todos bons rapazes.
Re: é desta que os sacanas
Elias Escreveu:Esclarece-me por favor uma dúvida: se achas que as gasolineiras roubam, o que te leva a comprar as suas acções? Pretendes ter uma parte desses lucros?
Claro que sim, sejam gasolineiras, financeiras, energéticas, ou de bordados e crochet o espírito é o mesmo.
A ideia passa por achar que nesta selva estas empresas estarão melhor preparadas para ganhar dinheiro para distribuir pelos seus accionistas por via de dividendos ou de valorização das acções.
Será que é desta... parece-me que sim
Presidente da OPEP afirma que corte da produção "deve ser significativo"
20/10/2008
Os produtores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vão cortar a produção quando se reunirem no final da semana, em Viena, e “a redução deve ser significativa”, segundo as declarações feitas no sábado pelo presidente do cartel Chakib Khelil.
"Haverá uma redução da produção e a redução deve ser significativa para restaurar o balanço entre a oferta e a procura," afirmou Khelil, citado pela agência de notícias APS, de acordo com o site da CNBC.
Na quinta-feira, a OPEP anunciou que antecipou a reunião de emergência, marcada inicialmente para 18 de Novembro, para o próximo dia 24 de Outubro, em Viena. O objectivo da organização é discutir o impacto da debilidade económica no mercado petrolífero, numa altura em que a matéria-prima tem acumulado quedas acentuadas.
As pressões para que o cartel reduza a produção tem aumentado depois de os preços do West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, terem recuado mais de 50% desde o máximo histórico de 147,27 dólares fixado em Julho. Também a contribuir para estas pressões estão as expectativas de que uma recessão global vai reduzir a procura de combustível.
"Se o corte for de 1,5 milhões de barris por dia, então será de 1,5 milhões de barris. Se for de 2 milhões de barris por dia, será de 2 milhões de barris por dia," acrescentou Khelil.
O site britânico frisa, também que Khelil, afirmou na edição de sábado do jornal algeriano “El Watan”, que o cartel vê os preços do petróleo entre os 70-90 dólares por barril.
"Normalmente, a OPEP não tem preço- alvo. O mercado decide os preços. Mas as pessoas dizem que o preço limite, o custo limite abaixo do qual não podemos descer, é entre 70 e 90 dólares por barril," referiu Khelil.
O WTI, transaccionado em Nova Iorque, seguia a valorizar 2,67% para os 73,77 dólares, enquanto o Brent, negociado em Londres e que serve de referência para a Europa, subia 2,72% p ara os 71,49 dólares. A matéria-prima avançava pela segunda sessão consecutiva animada pela expectativa de que o cartel, responsável por 40% da produção mundial de petróleo, venha a cortar a produção na próxima sexta-feira.
Será que é desta??? Parece-me que sim...
Entrei no TW galp 6,00 EUR e espero que a galp não regresse aos 6 eur antes de pelo menos ir a 9 eur...
Conto com a ajudinha da OPEP, que desta vez não estará a dormir como esteve da última... já lhes bastou o ramadão para passar fome agora vão querer vingança, que parecendo que não vendem hoje 2 barris pelo preço de 1 (há apenas 2 meses)
20/10/2008
Os produtores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vão cortar a produção quando se reunirem no final da semana, em Viena, e “a redução deve ser significativa”, segundo as declarações feitas no sábado pelo presidente do cartel Chakib Khelil.
"Haverá uma redução da produção e a redução deve ser significativa para restaurar o balanço entre a oferta e a procura," afirmou Khelil, citado pela agência de notícias APS, de acordo com o site da CNBC.
Na quinta-feira, a OPEP anunciou que antecipou a reunião de emergência, marcada inicialmente para 18 de Novembro, para o próximo dia 24 de Outubro, em Viena. O objectivo da organização é discutir o impacto da debilidade económica no mercado petrolífero, numa altura em que a matéria-prima tem acumulado quedas acentuadas.
As pressões para que o cartel reduza a produção tem aumentado depois de os preços do West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, terem recuado mais de 50% desde o máximo histórico de 147,27 dólares fixado em Julho. Também a contribuir para estas pressões estão as expectativas de que uma recessão global vai reduzir a procura de combustível.
"Se o corte for de 1,5 milhões de barris por dia, então será de 1,5 milhões de barris. Se for de 2 milhões de barris por dia, será de 2 milhões de barris por dia," acrescentou Khelil.
O site britânico frisa, também que Khelil, afirmou na edição de sábado do jornal algeriano “El Watan”, que o cartel vê os preços do petróleo entre os 70-90 dólares por barril.
"Normalmente, a OPEP não tem preço- alvo. O mercado decide os preços. Mas as pessoas dizem que o preço limite, o custo limite abaixo do qual não podemos descer, é entre 70 e 90 dólares por barril," referiu Khelil.
O WTI, transaccionado em Nova Iorque, seguia a valorizar 2,67% para os 73,77 dólares, enquanto o Brent, negociado em Londres e que serve de referência para a Europa, subia 2,72% p ara os 71,49 dólares. A matéria-prima avançava pela segunda sessão consecutiva animada pela expectativa de que o cartel, responsável por 40% da produção mundial de petróleo, venha a cortar a produção na próxima sexta-feira.
Será que é desta??? Parece-me que sim...
Entrei no TW galp 6,00 EUR e espero que a galp não regresse aos 6 eur antes de pelo menos ir a 9 eur...
Conto com a ajudinha da OPEP, que desta vez não estará a dormir como esteve da última... já lhes bastou o ramadão para passar fome agora vão querer vingança, que parecendo que não vendem hoje 2 barris pelo preço de 1 (há apenas 2 meses)
A forte correcção dos preços do petróleo nos mercados internacionais pode ameaçar a viabilidade comercial das explorações da Galp Energia no Brasil. Os investimentos necessários para retirar a matéria-prima das águas ultra-profundas da Bacia de Santos, onde foi o descoberto o “Tupi”, exigem, segundo as estimativas do Goldman Sachs, que a cotação do petróleo esteja, no mínimo, a 70 dólares.
A perspectiva de uma quebra acentuada da procura, em resultado do abrandamento, ou mesmo recessão da economia, a nível global, provocado pela crise financeira, tem vindo a pressionar os preços da matéria-prima.
Os 70 dólares são o mínimo exigido para que seja viável a exploração de petróleo no Brasil. “A exploração nas águas ultra-profundas do Brasil apresenta um custo marginal de 70 dólares. Estes cálculos assumem a actual estrutura de custos”, refere o Goldman Sachs numa nota de investimento recente. Mesmo com uma redução dos custos em 40%, será necessário que o petróleo se mantenha acima dos 60 dólares.
Boas.
Cumps
