F. Ramada - Tópico Geral
Sector metalúrgico é o maior exportador nacional, diz estudo PDF Imprimir E-mail
O sector metalúrgico e metalomecânico é, "de longe", o maior exportador nacional, responsável por vendas ao exterior de 11,4 mil milhões de euros, "entre um terço e um quarto" do total nacional, revela um estudo a apresentar hoje.
in Oje / Lusa, 05-04-211
Elaborado pelo economista Augusto Mateus a pedido da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), o trabalho visa "contribuir para uma maior compreensão e percepção do sector junto da opinião pública, comunicação social e administração pública", adiantou à agência Lusa o vice-presidente da associação, Rafael Campos Pereira.
A cargo do economista e ex-ministro da Economia Augusto Mateus, a apresentação do trabalho decorrerá no Museu da Electricidade, em Lisboa, e contará ainda com a presença presidente da AIMMAP, Aníbal Campos, que preside também à Silampos.
Conforme explicou à Lusa Rafael Campos Pereira, as "características" do sector metalúrgico e metalomecânico - marcado pela heterogeneidade, porque abrange diversos subsectores, desde a louça metálica e cutelaria aos componentes para a indústria automóvel, passando por empresas como de estruturas como a Martifer e de embalagens como a Colep - "acabaram por penalizar a notoriedade que ele justifica".
Isto sobretudo quando o sector se destaca como o principal exportador português, responsável por 11,4 dos 37 mil milhões de euros das exportações totais nacionais em 2010, numa altura em que "as exportações são o que de mais importante há para ajudar a reduzir o défice da balança portuguesa".
De acordo com Rafael Campos Pereira, o sector metalúrgico e metalomecânico exporta mais de 40% do seu volume de negócios de 25 mil milhões de euros, 10 vezes mais do que o calçado.
Aliás, disse, "o calçado, têxtil, vinho e cortiça, todos juntos, não chegam a metade" do que o sector exporta.
No total, as cerca de 15 a 20 mil empresas metalúrgicas e metalomecânicas em Portugal, grande parte das quais de micro e pequena dimensão, empregam cerca de 200 mil trabalhadores.
Segundo o vice-presidente da AIMMAP, a actual crise económica não se tem reflectido no sector, cuja perspectiva é de, "pelo menos, manter o mesmo nível de volume de negócios" este ano.
"Para já, como é um sector muito exportador, as empresas que estão a exportar estão com perspectivas razoavelmente optimistas, embora as que trabalham essencialmente para o mercado nacional estão a começar a ficar muito apreensivas com toda a confusão que aqui vai", afirmou.
O sector metalúrgico e metalomecânico é, "de longe", o maior exportador nacional, responsável por vendas ao exterior de 11,4 mil milhões de euros, "entre um terço e um quarto" do total nacional, revela um estudo a apresentar hoje.
in Oje / Lusa, 05-04-211
Elaborado pelo economista Augusto Mateus a pedido da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), o trabalho visa "contribuir para uma maior compreensão e percepção do sector junto da opinião pública, comunicação social e administração pública", adiantou à agência Lusa o vice-presidente da associação, Rafael Campos Pereira.
A cargo do economista e ex-ministro da Economia Augusto Mateus, a apresentação do trabalho decorrerá no Museu da Electricidade, em Lisboa, e contará ainda com a presença presidente da AIMMAP, Aníbal Campos, que preside também à Silampos.
Conforme explicou à Lusa Rafael Campos Pereira, as "características" do sector metalúrgico e metalomecânico - marcado pela heterogeneidade, porque abrange diversos subsectores, desde a louça metálica e cutelaria aos componentes para a indústria automóvel, passando por empresas como de estruturas como a Martifer e de embalagens como a Colep - "acabaram por penalizar a notoriedade que ele justifica".
Isto sobretudo quando o sector se destaca como o principal exportador português, responsável por 11,4 dos 37 mil milhões de euros das exportações totais nacionais em 2010, numa altura em que "as exportações são o que de mais importante há para ajudar a reduzir o défice da balança portuguesa".
De acordo com Rafael Campos Pereira, o sector metalúrgico e metalomecânico exporta mais de 40% do seu volume de negócios de 25 mil milhões de euros, 10 vezes mais do que o calçado.
Aliás, disse, "o calçado, têxtil, vinho e cortiça, todos juntos, não chegam a metade" do que o sector exporta.
No total, as cerca de 15 a 20 mil empresas metalúrgicas e metalomecânicas em Portugal, grande parte das quais de micro e pequena dimensão, empregam cerca de 200 mil trabalhadores.
Segundo o vice-presidente da AIMMAP, a actual crise económica não se tem reflectido no sector, cuja perspectiva é de, "pelo menos, manter o mesmo nível de volume de negócios" este ano.
"Para já, como é um sector muito exportador, as empresas que estão a exportar estão com perspectivas razoavelmente optimistas, embora as que trabalham essencialmente para o mercado nacional estão a começar a ficar muito apreensivas com toda a confusão que aqui vai", afirmou.
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A política de dividendos desta empresa segundo o próprio site
não está defenida. No entanto, e não descurando os diversos acontecimentos,
como seja, a cisão e a recente crise os valores de anos anteriores segundo os relatórios de contas
são os seguintes:
2004 - 5000 mE
2005 - 4000 mE
2006 - 4000 mE
2007 - não distribuiu
2008 - não distribuiu
2009 - 1540 mE
Pessoalmente, penso que, os dividendos a distribuir poderão constituir uma dividend yeld muito boa
tendo em conta a cotação atual da empresa. Mas tudo dependerá da leitura, que a administração
faça das perspectivas da empresa para os próximos tempos.
não está defenida. No entanto, e não descurando os diversos acontecimentos,
como seja, a cisão e a recente crise os valores de anos anteriores segundo os relatórios de contas
são os seguintes:
2004 - 5000 mE
2005 - 4000 mE
2006 - 4000 mE
2007 - não distribuiu
2008 - não distribuiu
2009 - 1540 mE
Pessoalmente, penso que, os dividendos a distribuir poderão constituir uma dividend yeld muito boa
tendo em conta a cotação atual da empresa. Mas tudo dependerá da leitura, que a administração
faça das perspectivas da empresa para os próximos tempos.
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Dividendos
Boa noite,
De facto a F. Ramada parece estar lateralizando entre os 0.7 e os 0.8 euros. Apesar dos bons resultados de 2010, não foi catalizador suficiente para colocar a F. Ramada num movimento bullish.
Independemente disso, gostava de saber qual a vossa previsão sobre a politica de dividendos para este ano e se isso vai influenciar a performance bolsista da F. Ramada.
Obrigado e bons negócios
De facto a F. Ramada parece estar lateralizando entre os 0.7 e os 0.8 euros. Apesar dos bons resultados de 2010, não foi catalizador suficiente para colocar a F. Ramada num movimento bullish.
Independemente disso, gostava de saber qual a vossa previsão sobre a politica de dividendos para este ano e se isso vai influenciar a performance bolsista da F. Ramada.
Obrigado e bons negócios
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A liquidez desta empresa está cada vez mais reduzida.
E se, até aqui apesar dos poucos compradores nos cofres, havia bastantes
vendedores agora até esses estão a acabar.
Ou seja, nem os compradores querem aumentar a parada nem os vendedores estão
dispostos a vender a estes valores.
Resta esperar...
E se, até aqui apesar dos poucos compradores nos cofres, havia bastantes
vendedores agora até esses estão a acabar.
Ou seja, nem os compradores querem aumentar a parada nem os vendedores estão
dispostos a vender a estes valores.
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Produção automóvel em Portugal cresce mais de 44% até Fevereiro
15 Março 2011 | 11:29
Hugo Paula - hugopaula@negocios.pt
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A produção automóvel cresceu em termos homólogos nos primeiros dois meses do ano, com o contributo de todos dos tipos de veículos.
A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) divulgou que o número de automóveis produzidos nos primeiros dois meses deste ano ascendeu a 34.458, representando um crescimento de 44,1%. Os dados relativos apenas a Fevereiro dão conta da produção de 17.155 veículos, ou seja 39,1% acima do produzido no mesmo mês do ano passado.
O crescimento da produção de automóveis ligeiros de passeiros foi a maior nos primeiros dois meses do ano, crescendo 46% para 24.944 unidades.
Já relativamente apenas ao mês de Fevereiro o maior crescimento foi nos comerciais de passageiros, em que a produção avançou 43,2% para 4.389 unidades. A produção de veículos pesados cresceu 13,9% para 409 veículos em Janeiro.
Do número total de veículos produzidos em Fevereiro 98,5% foi destinado à exportação. Donde, a produção de veículos para exportação cresceu 40,6%, refere a ACAP.
A Volkswagen, que controla a Autoeuropa, foi responsável pela produção de 80% dos ligeiros de passageiros produzidos em Portugal nos primeiros dois meses do ano. Já a Citroën foi responsável por 48,8% dos comerciais ligeiros, enquanto a Mitsubishi produziu 80% dos veículos pesados feitos nos primeiros dois meses.
15 Março 2011 | 11:29
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A produção automóvel cresceu em termos homólogos nos primeiros dois meses do ano, com o contributo de todos dos tipos de veículos.
A Associação Automóvel de Portugal (ACAP) divulgou que o número de automóveis produzidos nos primeiros dois meses deste ano ascendeu a 34.458, representando um crescimento de 44,1%. Os dados relativos apenas a Fevereiro dão conta da produção de 17.155 veículos, ou seja 39,1% acima do produzido no mesmo mês do ano passado.
O crescimento da produção de automóveis ligeiros de passeiros foi a maior nos primeiros dois meses do ano, crescendo 46% para 24.944 unidades.
Já relativamente apenas ao mês de Fevereiro o maior crescimento foi nos comerciais de passageiros, em que a produção avançou 43,2% para 4.389 unidades. A produção de veículos pesados cresceu 13,9% para 409 veículos em Janeiro.
Do número total de veículos produzidos em Fevereiro 98,5% foi destinado à exportação. Donde, a produção de veículos para exportação cresceu 40,6%, refere a ACAP.
A Volkswagen, que controla a Autoeuropa, foi responsável pela produção de 80% dos ligeiros de passageiros produzidos em Portugal nos primeiros dois meses do ano. Já a Citroën foi responsável por 48,8% dos comerciais ligeiros, enquanto a Mitsubishi produziu 80% dos veículos pesados feitos nos primeiros dois meses.
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Lucros da F. Ramada mais que duplicam em 2010
As receitas registaram uma quebra de 3,9% face ao ano anterior.
O resultado líquido do grupo Ramada ascendeu a 5,1 milhões de euros em 2010, o que representou um aumento de 176,4% face a 2009, quando se fixou nos 1,85 milhões, anunciou o grupo em comunicado à CMVM.
As receitas totais ascenderam a 94,09 milhões de euros, o que corresponde a um decréscimo de 3,9% face às receitas totais registadas em 2009.
Os custos totais, excluindo amortizações, encargos financeiros e impostos, em 2010, no valor de 81,875 milhões de euros, apresentam um decréscimo de 8,2% face aos 89,173 milhões registados um ano antes.
O EBITDA ascendeu a 12,217 milhões de euros, apresentando um crescimento de 40,3% face ao registado em 2009. A margem EBITDA foi de 13,0% sendo de 8,9% em 2009.
Quanto ao EBIT do grupo, foi de 10,837 milhões de euros, apresentando um crescimento de 53,3% face aos 7,068 milhões de euros de 2009.
Os resultados financeiros, no valor de -3,480 milhões de euros, registaram uma melhoria de 21,6% face a 2009.
As receitas registaram uma quebra de 3,9% face ao ano anterior.
O resultado líquido do grupo Ramada ascendeu a 5,1 milhões de euros em 2010, o que representou um aumento de 176,4% face a 2009, quando se fixou nos 1,85 milhões, anunciou o grupo em comunicado à CMVM.
As receitas totais ascenderam a 94,09 milhões de euros, o que corresponde a um decréscimo de 3,9% face às receitas totais registadas em 2009.
Os custos totais, excluindo amortizações, encargos financeiros e impostos, em 2010, no valor de 81,875 milhões de euros, apresentam um decréscimo de 8,2% face aos 89,173 milhões registados um ano antes.
O EBITDA ascendeu a 12,217 milhões de euros, apresentando um crescimento de 40,3% face ao registado em 2009. A margem EBITDA foi de 13,0% sendo de 8,9% em 2009.
Quanto ao EBIT do grupo, foi de 10,837 milhões de euros, apresentando um crescimento de 53,3% face aos 7,068 milhões de euros de 2009.
Os resultados financeiros, no valor de -3,480 milhões de euros, registaram uma melhoria de 21,6% face a 2009.
A análise destes resultados é um pouco dificil, pois não tenho os dados
referentes ao balanço que só serão publicados no relatório de contas final.
No entanto, a F.Ramada parece continuar a recuperar do início de ano extremamente mau
aproximando-se gradualmente da actividade pré-crise.
Este último trimestre, foi sofrivel o que já era algo esperado tendo em conta a forte subida dos
preços do aço, tendo no entanto as vendas mantido um desempenho em crescendo.
Os resultados porém sairam acima do que esperava, com a rubrica de outros proveitos a compensar
a perda de margens devido á subida dos preços do aço, no entanto sem o relatório final não posso analisar
até que ponto é que esses proveitos influenciaram os resultados.
De destacar ainda, a opinião da administração que me parece ser ligeiramente optimista para este ano.
Sendo assim, mantenho a minha aposta nesta empresa que penso estar bastante sub-avaliada em termos de capitalização bolsista.
Terminou 2010 com um PER inferior a 4 e EBITDA/Cap.Bolsista de 2
referentes ao balanço que só serão publicados no relatório de contas final.
No entanto, a F.Ramada parece continuar a recuperar do início de ano extremamente mau
aproximando-se gradualmente da actividade pré-crise.
Este último trimestre, foi sofrivel o que já era algo esperado tendo em conta a forte subida dos
preços do aço, tendo no entanto as vendas mantido um desempenho em crescendo.
Os resultados porém sairam acima do que esperava, com a rubrica de outros proveitos a compensar
a perda de margens devido á subida dos preços do aço, no entanto sem o relatório final não posso analisar
até que ponto é que esses proveitos influenciaram os resultados.
De destacar ainda, a opinião da administração que me parece ser ligeiramente optimista para este ano.
Sendo assim, mantenho a minha aposta nesta empresa que penso estar bastante sub-avaliada em termos de capitalização bolsista.
Terminou 2010 com um PER inferior a 4 e EBITDA/Cap.Bolsista de 2
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Lucros da F. Ramada mais que duplicam em 2010
11 Março 2011 | 18:44
Jornal de Negócios Online - negocios@negocios.pt
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As receitas registaram uma quebra de 3,9% face ao ano anterior.
O resultado líquido do grupo Ramada ascendeu a 5,1 milhões de euros em 2010, o que representou um aumento de 176,4% face a 2009, quando se fixou nos 1,85 milhões, anunciou o grupo em comunicado à CMVM.
As receitas totais ascenderam a 94,09 milhões de euros, o que corresponde a um decréscimo de 3,9% face às receitas totais registadas em 2009.
Os custos totais, excluindo amortizações, encargos financeiros e impostos, em 2010, no valor de 81,875 milhões de euros, apresentam um decréscimo de 8,2% face aos 89,173 milhões registados um ano antes.
O EBITDA ascendeu a 12,217 milhões de euros, apresentando um crescimento de 40,3% face ao registado em 2009. A margem EBITDA foi de 13,0% sendo de 8,9% em 2009.
Quanto ao EBIT do grupo, foi de 10,837 milhões de euros, apresentando um crescimento de 53,3% face aos 7,068 milhões de euros de 2009.
Os resultados financeiros, no valor de -3,480 milhões de euros, registaram uma melhoria de 21,6% face a 2009.
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As receitas registaram uma quebra de 3,9% face ao ano anterior.
O resultado líquido do grupo Ramada ascendeu a 5,1 milhões de euros em 2010, o que representou um aumento de 176,4% face a 2009, quando se fixou nos 1,85 milhões, anunciou o grupo em comunicado à CMVM.
As receitas totais ascenderam a 94,09 milhões de euros, o que corresponde a um decréscimo de 3,9% face às receitas totais registadas em 2009.
Os custos totais, excluindo amortizações, encargos financeiros e impostos, em 2010, no valor de 81,875 milhões de euros, apresentam um decréscimo de 8,2% face aos 89,173 milhões registados um ano antes.
O EBITDA ascendeu a 12,217 milhões de euros, apresentando um crescimento de 40,3% face ao registado em 2009. A margem EBITDA foi de 13,0% sendo de 8,9% em 2009.
Quanto ao EBIT do grupo, foi de 10,837 milhões de euros, apresentando um crescimento de 53,3% face aos 7,068 milhões de euros de 2009.
Os resultados financeiros, no valor de -3,480 milhões de euros, registaram uma melhoria de 21,6% face a 2009.
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Alguma informação sobre a atividade internacional desta empresa,
sendo que a obra para a bonduelle foi iniciada no último trimestre
( Retirado da apresentação de uma exposição em França)
Société – STORAX EQUIPEMENTS
Stand – E009
Présentation – Fabricant de solutions de stockage à
forte densité.
Faits marquants en 2010
◆ Changement de Direction : M. Francisco Vinals
remplace M. Bernard d’Aste
parti en retraite en Janvier
2010
◆ Réalisation d’un bâtiment
autoportant pour la société
Bonduelle de 25.000 palettes
en chambre froide négative
(38,50 mètres de hauteur)
◆ Réalisation d’une installation
en palettier mobile en
France de plus de 24.000 palettes Europe
Nouveautés 2010 prévues sur le salon
◆ Solution de stockage 100 % automatisée : I-Cube
dont une maquette sera présentée sur le salon
http://www.supplychainmagazine.fr/TOUTE ... log-49.pdf
sendo que a obra para a bonduelle foi iniciada no último trimestre
( Retirado da apresentação de uma exposição em França)
Société – STORAX EQUIPEMENTS
Stand – E009
Présentation – Fabricant de solutions de stockage à
forte densité.
Faits marquants en 2010
◆ Changement de Direction : M. Francisco Vinals
remplace M. Bernard d’Aste
parti en retraite en Janvier
2010
◆ Réalisation d’un bâtiment
autoportant pour la société
Bonduelle de 25.000 palettes
en chambre froide négative
(38,50 mètres de hauteur)
◆ Réalisation d’une installation
en palettier mobile en
France de plus de 24.000 palettes Europe
Nouveautés 2010 prévues sur le salon
◆ Solution de stockage 100 % automatisée : I-Cube
dont une maquette sera présentée sur le salon
http://www.supplychainmagazine.fr/TOUTE ... log-49.pdf
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Produção Automóvel com crescimento de 26% em 2010
A produção automóvel cresceu no mês de Dezembro de 2010 quando comparada com o mês homólogo do ano anterior, tendo sido produzidos 14.096 veículos automóveis, ou seja, um acréscimo de 83,7% determinado pelo aumento da produção de ligeiros de passageiros (+79,6%), de comerciais ligeiros (+88,1%) e de veículos pesados (+322,5%).
Em termos acumulados, no período de Janeiro a Dezembro de 2010, saíram das linhas de fabrico nacionais 158.723 veículos o que corresponde a um aumento da produção de 26%, face ao ano anterior.
De salientar que as cinco fábricas de automóveis a operar em Portugal apresentaram taxas de crescimento homólogas muito significativas em 2010 e que são a seguir indicadas por ordem decrescente : VN Automóveis 129,3%; Mitsubishi 108,8%; Peugeot Citroen 37,3%; Toyota Caetano 29,8%; Autoeuropa 17,8%.
Do total dos 158.723 veículos produzidos em Portugal em 2010, 97,4% dos veículos destinaram-se ao mercado externo e, apenas, os restantes 2,6% se destinaram ao mercado nacional. Quanto às exportações por países de destino, 83,8% dos veículos foram para a UE-27 com a França e a Alemanha a ocuparem os primeiros lugares com 36,6% e 19,1% da produção exportada, respectivamente.
Estes números vêm confirmar o importante contributo do sector da indústria automóvel para as exportações do país. E isto num momento em que é fundamental aumentar as nossas exportações.
19.JAN. 2011 – PR/04
Gabinete de Comunicação da ACAP
Telefone directo: + 351 21 303 53 03
Email: mail@acap.pt
A produção automóvel cresceu no mês de Dezembro de 2010 quando comparada com o mês homólogo do ano anterior, tendo sido produzidos 14.096 veículos automóveis, ou seja, um acréscimo de 83,7% determinado pelo aumento da produção de ligeiros de passageiros (+79,6%), de comerciais ligeiros (+88,1%) e de veículos pesados (+322,5%).
Em termos acumulados, no período de Janeiro a Dezembro de 2010, saíram das linhas de fabrico nacionais 158.723 veículos o que corresponde a um aumento da produção de 26%, face ao ano anterior.
De salientar que as cinco fábricas de automóveis a operar em Portugal apresentaram taxas de crescimento homólogas muito significativas em 2010 e que são a seguir indicadas por ordem decrescente : VN Automóveis 129,3%; Mitsubishi 108,8%; Peugeot Citroen 37,3%; Toyota Caetano 29,8%; Autoeuropa 17,8%.
Do total dos 158.723 veículos produzidos em Portugal em 2010, 97,4% dos veículos destinaram-se ao mercado externo e, apenas, os restantes 2,6% se destinaram ao mercado nacional. Quanto às exportações por países de destino, 83,8% dos veículos foram para a UE-27 com a França e a Alemanha a ocuparem os primeiros lugares com 36,6% e 19,1% da produção exportada, respectivamente.
Estes números vêm confirmar o importante contributo do sector da indústria automóvel para as exportações do país. E isto num momento em que é fundamental aumentar as nossas exportações.
19.JAN. 2011 – PR/04
Gabinete de Comunicação da ACAP
Telefone directo: + 351 21 303 53 03
Email: mail@acap.pt
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A capitalização bolsista desta empresa a estes valores de 0,7
é de tal forma baixa que não reflete minimamente o seu valor actual sequer
podendo este valor ser explicado apenas pela possível obtenção de resultados negativos no futuro.
Senão vejamos:
- Passivo total 135 Me
- Passivo área imobiliária 85 Me
A imobiliária é remunerada através de rendas durante os próximos 18 anos que atualmente
se cifram em 5,4 Me ou seja uma taxa de 6.5%, suficiente para cobrir o juro actual e acautelar possiveis subidas de tx de juro no futuro, razão pela qual a excluo desta avaliação.
- Passivo excluindo a área imobiliária 50 Me
- Contas a receber de clientes 30,6 Me
- Existências 21,8 Me
Apenas estas duas rubricas são suficientes para cobrir o restante passivo
Sendo que, a empresa ainda possui 20 Me em disponibilidades, ou seja, 0,8 euros por acção isto sem considerar sequer os restantes activos.
Esta é uma forma muito simplista de avaliação, até pq a empresa apesar da crise actual não chegou
sequer a apresentar resultados trimestrais negativos o que aumenta ainda mais a sua avaliação
mas o mercado costuma ter razão e parece entender que irá ter prejuizos no futuro, embora eu pessoalmente tenha dificuldade em acreditar nessa situção.
é de tal forma baixa que não reflete minimamente o seu valor actual sequer
podendo este valor ser explicado apenas pela possível obtenção de resultados negativos no futuro.
Senão vejamos:
- Passivo total 135 Me
- Passivo área imobiliária 85 Me
A imobiliária é remunerada através de rendas durante os próximos 18 anos que atualmente
se cifram em 5,4 Me ou seja uma taxa de 6.5%, suficiente para cobrir o juro actual e acautelar possiveis subidas de tx de juro no futuro, razão pela qual a excluo desta avaliação.
- Passivo excluindo a área imobiliária 50 Me
- Contas a receber de clientes 30,6 Me
- Existências 21,8 Me
Apenas estas duas rubricas são suficientes para cobrir o restante passivo
Sendo que, a empresa ainda possui 20 Me em disponibilidades, ou seja, 0,8 euros por acção isto sem considerar sequer os restantes activos.
Esta é uma forma muito simplista de avaliação, até pq a empresa apesar da crise actual não chegou
sequer a apresentar resultados trimestrais negativos o que aumenta ainda mais a sua avaliação
mas o mercado costuma ter razão e parece entender que irá ter prejuizos no futuro, embora eu pessoalmente tenha dificuldade em acreditar nessa situção.
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Noticia animadora para a actividade desta empresa
Produção de veículos ganha ânimo em 2010 PDF Imprimir E-mail
Até Outubro, sector regista subida de 24%. Principais fábricas do país também se encontram a produzir mais
in Jornal de Notícias, por Bruno Amorim e Armando Fonseca Júnior, 03-12-2010
“As dificuldades são como as montanhas. Só se aplainam quando avançamos sobre elas.”A indústria automóvel nacional parece estar a levar à letra a sabedoria popular japonesa. Numa difícil conjuntura económica, a produção de carros está a crescer, respondendo à maior procura dos mercados internacionais. Estes sinais positivos também se verificam nas principais fábricas do sector que estão instaladas no país.
Entre Janeiro e Outubro de 2010, produziram-se mais de 132 mil veículos em Portugal, uma subida de 24% face a 2009. Adão Ferreira, Secretário Técnico da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA) ressalva que “ainda é um valor inferior aos verificados em 2007 e 2008” (150 mil veículos), mas admite que são “dados animadores”.
A indústria portuguesa dos componentes para automóveis exporta 80% das vendas “e foi fortemente condicionada pelo que se passa a nível internacional”, refere Adão Ferreira.
Nos primeiros 10 meses do ano, a Volkswagen Autoeuropa, em Palmela, produziu 83 417 veículos. “Até ao final de 2010 estamos confiantes de que iremos aumentar a produção em 15%, face a 2009”, diz fonte oficial da unidade fabril.
A Autoeuropa justifica o crescimento da produção com “o lançamento dos modelos Volkswagen Sharan e SEAT Alhambra”e a necessidade de responder à procura externa. “O país para o qual produzimos mais (a Alemanha) está a recuperar”, acrescenta.
Já a fábrica PSA, de Mangualde, produzirá 43 700 veículos, o que vale uma escalada de 37% em relação a 2009. Perante este cenário, “a facturação prevista ronda os 370 milhões de euros em 2010”, assinala o director financeiro, Elísio Oliveira, que vê na “retoma do mercado” e no facto da empresa ter conseguido “resistir às ameaças da crise, ajustando-se ao novo contexto”, os principais motivos para o crescimento registado.
Durante este ano, PSA de Mangualde aumentou mesmo o seu efectivo de 900 para 1200 trabalhadores, sendo que essas 300 pessoas começaram a trabalhar no início de Novembro.
Também a Renault, em Cacia, que faz componentes para automóveis, incrementou actividade. “As previsões apontam para a subida da facturação de 194 milhões de euros para 230 milhões”, diz fonte oficial da marca francesa.
A unidade fabril da Renault exporta tudo o que produz e até teve de criar 100 postos de trabalho para dar resposta “à forte procura dos mercados internacionais”.
Por sua vez, a Mitsubishi Fuso Trucks, em Abrantes, fabricará 6000 veículos em 2010. “Teremos um crescimento na casa dos 100%. Contudo, esse valor estará ainda a 50% do obtido em 2008”, frisa o administrador Jorge Rosa.
Em Abril, a redução de encomendas forçou a Mitsubishi a acordar com os colaboradores um plano de redução do horário de trabalho de 20%, mas a reacção dos mercados inverteu a situação.
Quanto à seguinte montanha por aplainar, o próximo ano, a AFIA diz que ainda é uma incógnita. “É certo que a indústria sofrerá as consequências do fim dos incentivos ao abate na generalidade dos países europeus, pelo que não se prevêem grandes aumentos na produção”, estima.
Mas o futuro não deixa de ser visto com optimismo. A Autoeuropa refere que as suas “perspectivas para 2011 são positivas”, enquanto a PSA Mangualde espera “manter o actual nível de actividade e de emprego”.
Volkswagen Autoeuropa
A Autoeuropa, em Palmela, arrancou em 1991, um investimento de Volkswagen e da Ford de 1,97 mil milhões de euros. Em 1999, o Grupo Volkswagen assumiu a unidade, que já passou os 1,5 milhões de veículos produzidos. Em 2010, vai fabricar 100 mil carros.
* Local - Palmela
* Produção - VW Eos, VW Scirocco, VW Sharan e SEAT Alhambra
* 1300 milhões - Volume de negócios em 2009
* 3000 Trabalhadores
PSA Peugeot Citroën
A unidade fabril PSA Peugeot Citroen, em Mangualde, começou a operar em1962. A produção prevista para 2010 é de 47 300 veículos (modelos Citroën Berlingo e Peugeot Partner), o que representa um acréscimo de 37% em relação ao ano anterior.
* Local - Mangualde
* Produção- Citroën Berlingo, Berlingo First, Peugeot Partner e Peugeot Origin
* 370 milhões - Volume de negócios em 2010
* 1200 - Trabalhadores
Renault Cacia
A fábrica Renault CACIA (Companhia Aveirense de Componentes para a Indústria Automóvel) nasceu em 1981. A unidade produz caixas de velocidades e componentes para motores. Este ano, o aumento da produção levou à contratação de 100 pessoas.
* Local - Cacia (Aveiro)
* Produção - Fabrico de caixas de velocidades e componentes para motores
* 230 milhões - Volume de negócios em 2010
* 1100 - Trabalhadores
Mitsubishi Fuso Trucks Europe
Criada em 1980, a fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe, no Tramagal, Abrantes, produz o modelo Canter para mais de 30 países europeus. Esta unidade já fabricou mais de 150 mil veículos, sendo que vai produzir cerca de 6000 modelos da Canter em 2010.
* Local - Tramagal (Abrantes)
* Produção - Mitsubishi Canter
* 70 milhões - Volume de negócios em 2009
* 350 - Trabalhadores
RETOMA - SINAIS POSITIVOS A SURGIR
Unidade fabril
Cacia fabricará baterias
A construção, em Cacia, de uma fábrica da Renault Nissan para produzir baterias de carros eléctricos foi adiada para 2011. O plano prevê criar 200 empregos e 250 milhões de euros de investimento. Deverá estar a funcionar em 2012.
Carro eléctrico
Mobicar avança em 2011
A V.N. Automóveis, firma que faz carroçarias para a Isuzu, vai arrancar, no segundo semestre de 2011, com a montagem do Mobicar, carro eléctrico português desenvolvido pelo Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel.
Mitsubishi Canter
Tramagal faz híbrido
Ainda em 2011, a fábrica Mitsubishi no Tramagal deverá começar a produzir uma versão híbrida do modelo de camião ligeiro da Canter. Esta nova aposta da marca vai permitir a exploração de novos mercados, como o Médio Oriente.
Produção de veículos ganha ânimo em 2010 PDF Imprimir E-mail
Até Outubro, sector regista subida de 24%. Principais fábricas do país também se encontram a produzir mais
in Jornal de Notícias, por Bruno Amorim e Armando Fonseca Júnior, 03-12-2010
“As dificuldades são como as montanhas. Só se aplainam quando avançamos sobre elas.”A indústria automóvel nacional parece estar a levar à letra a sabedoria popular japonesa. Numa difícil conjuntura económica, a produção de carros está a crescer, respondendo à maior procura dos mercados internacionais. Estes sinais positivos também se verificam nas principais fábricas do sector que estão instaladas no país.
Entre Janeiro e Outubro de 2010, produziram-se mais de 132 mil veículos em Portugal, uma subida de 24% face a 2009. Adão Ferreira, Secretário Técnico da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA) ressalva que “ainda é um valor inferior aos verificados em 2007 e 2008” (150 mil veículos), mas admite que são “dados animadores”.
A indústria portuguesa dos componentes para automóveis exporta 80% das vendas “e foi fortemente condicionada pelo que se passa a nível internacional”, refere Adão Ferreira.
Nos primeiros 10 meses do ano, a Volkswagen Autoeuropa, em Palmela, produziu 83 417 veículos. “Até ao final de 2010 estamos confiantes de que iremos aumentar a produção em 15%, face a 2009”, diz fonte oficial da unidade fabril.
A Autoeuropa justifica o crescimento da produção com “o lançamento dos modelos Volkswagen Sharan e SEAT Alhambra”e a necessidade de responder à procura externa. “O país para o qual produzimos mais (a Alemanha) está a recuperar”, acrescenta.
Já a fábrica PSA, de Mangualde, produzirá 43 700 veículos, o que vale uma escalada de 37% em relação a 2009. Perante este cenário, “a facturação prevista ronda os 370 milhões de euros em 2010”, assinala o director financeiro, Elísio Oliveira, que vê na “retoma do mercado” e no facto da empresa ter conseguido “resistir às ameaças da crise, ajustando-se ao novo contexto”, os principais motivos para o crescimento registado.
Durante este ano, PSA de Mangualde aumentou mesmo o seu efectivo de 900 para 1200 trabalhadores, sendo que essas 300 pessoas começaram a trabalhar no início de Novembro.
Também a Renault, em Cacia, que faz componentes para automóveis, incrementou actividade. “As previsões apontam para a subida da facturação de 194 milhões de euros para 230 milhões”, diz fonte oficial da marca francesa.
A unidade fabril da Renault exporta tudo o que produz e até teve de criar 100 postos de trabalho para dar resposta “à forte procura dos mercados internacionais”.
Por sua vez, a Mitsubishi Fuso Trucks, em Abrantes, fabricará 6000 veículos em 2010. “Teremos um crescimento na casa dos 100%. Contudo, esse valor estará ainda a 50% do obtido em 2008”, frisa o administrador Jorge Rosa.
Em Abril, a redução de encomendas forçou a Mitsubishi a acordar com os colaboradores um plano de redução do horário de trabalho de 20%, mas a reacção dos mercados inverteu a situação.
Quanto à seguinte montanha por aplainar, o próximo ano, a AFIA diz que ainda é uma incógnita. “É certo que a indústria sofrerá as consequências do fim dos incentivos ao abate na generalidade dos países europeus, pelo que não se prevêem grandes aumentos na produção”, estima.
Mas o futuro não deixa de ser visto com optimismo. A Autoeuropa refere que as suas “perspectivas para 2011 são positivas”, enquanto a PSA Mangualde espera “manter o actual nível de actividade e de emprego”.
Volkswagen Autoeuropa
A Autoeuropa, em Palmela, arrancou em 1991, um investimento de Volkswagen e da Ford de 1,97 mil milhões de euros. Em 1999, o Grupo Volkswagen assumiu a unidade, que já passou os 1,5 milhões de veículos produzidos. Em 2010, vai fabricar 100 mil carros.
* Local - Palmela
* Produção - VW Eos, VW Scirocco, VW Sharan e SEAT Alhambra
* 1300 milhões - Volume de negócios em 2009
* 3000 Trabalhadores
PSA Peugeot Citroën
A unidade fabril PSA Peugeot Citroen, em Mangualde, começou a operar em1962. A produção prevista para 2010 é de 47 300 veículos (modelos Citroën Berlingo e Peugeot Partner), o que representa um acréscimo de 37% em relação ao ano anterior.
* Local - Mangualde
* Produção- Citroën Berlingo, Berlingo First, Peugeot Partner e Peugeot Origin
* 370 milhões - Volume de negócios em 2010
* 1200 - Trabalhadores
Renault Cacia
A fábrica Renault CACIA (Companhia Aveirense de Componentes para a Indústria Automóvel) nasceu em 1981. A unidade produz caixas de velocidades e componentes para motores. Este ano, o aumento da produção levou à contratação de 100 pessoas.
* Local - Cacia (Aveiro)
* Produção - Fabrico de caixas de velocidades e componentes para motores
* 230 milhões - Volume de negócios em 2010
* 1100 - Trabalhadores
Mitsubishi Fuso Trucks Europe
Criada em 1980, a fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe, no Tramagal, Abrantes, produz o modelo Canter para mais de 30 países europeus. Esta unidade já fabricou mais de 150 mil veículos, sendo que vai produzir cerca de 6000 modelos da Canter em 2010.
* Local - Tramagal (Abrantes)
* Produção - Mitsubishi Canter
* 70 milhões - Volume de negócios em 2009
* 350 - Trabalhadores
RETOMA - SINAIS POSITIVOS A SURGIR
Unidade fabril
Cacia fabricará baterias
A construção, em Cacia, de uma fábrica da Renault Nissan para produzir baterias de carros eléctricos foi adiada para 2011. O plano prevê criar 200 empregos e 250 milhões de euros de investimento. Deverá estar a funcionar em 2012.
Carro eléctrico
Mobicar avança em 2011
A V.N. Automóveis, firma que faz carroçarias para a Isuzu, vai arrancar, no segundo semestre de 2011, com a montagem do Mobicar, carro eléctrico português desenvolvido pelo Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel.
Mitsubishi Canter
Tramagal faz híbrido
Ainda em 2011, a fábrica Mitsubishi no Tramagal deverá começar a produzir uma versão híbrida do modelo de camião ligeiro da Canter. Esta nova aposta da marca vai permitir a exploração de novos mercados, como o Médio Oriente.
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Um aspecto de triângulo descendente.
Pode quebrar em alta ou em baixa.
À medida que nos aproximamos do vértice a liquidez tende a ser na maioria dos casos menor.
A MM200 está a reprimir a acção e o suporte está na zona do 0,71/0,7 euros.
Caso rompa em alta a LTD pode disparar e voltar a cair, ou simplesmente lateralizar por mais uns meses.
Pode quebrar em alta ou em baixa.
À medida que nos aproximamos do vértice a liquidez tende a ser na maioria dos casos menor.
A MM200 está a reprimir a acção e o suporte está na zona do 0,71/0,7 euros.
Caso rompa em alta a LTD pode disparar e voltar a cair, ou simplesmente lateralizar por mais uns meses.
- Anexos
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- F.RAMA.png (17.08 KiB) Visualizado 32574 vezes
Crédit Suisse reforça para mais de 5% na F. Ramada
22 Dezembro 2010 | 17:49
Jornal de Negócios Online - negocios@negocios.pt
O Crédit Suisse Group aumentou para mais de 5% a sua participação na F. Ramada.
O grupo suíço aumentou no passado dia 10 a sua participação na F. Ramada, com a aquisição de 500.000 acções.
Em comunicado à CMVM, a F. Ramada informa que o Crédit Suisse Group (CSG) passou a deter, após a compra de meio milhão de acções, um total de 1.486.016 acções da empresa portuguesa, representativas de 5,795% do seu capital social.
“As transacções líquidas representativas da alteração correspondem à transferência de posições existentes de clientes oriundas de outro custodiante”, sublinha o documento, acrescentando que “a entidade que adquiriu estas acções foi o Crédit Suisse AG”.
A participação de 1.486.016 acções é detida pelo Crédit Suisse AG.
22 Dezembro 2010 | 17:49
Jornal de Negócios Online - negocios@negocios.pt
O Crédit Suisse Group aumentou para mais de 5% a sua participação na F. Ramada.
O grupo suíço aumentou no passado dia 10 a sua participação na F. Ramada, com a aquisição de 500.000 acções.
Em comunicado à CMVM, a F. Ramada informa que o Crédit Suisse Group (CSG) passou a deter, após a compra de meio milhão de acções, um total de 1.486.016 acções da empresa portuguesa, representativas de 5,795% do seu capital social.
“As transacções líquidas representativas da alteração correspondem à transferência de posições existentes de clientes oriundas de outro custodiante”, sublinha o documento, acrescentando que “a entidade que adquiriu estas acções foi o Crédit Suisse AG”.
A participação de 1.486.016 acções é detida pelo Crédit Suisse AG.
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- Registado: 5/11/2002 12:21
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E dificil obter informações sobre esta empresa ...
A Ramada Investimentos participou no aumento de capital da Base Holding sgps no final do ano anterior ficando com 14,3% do capital.
Actualmente esta Holding detém na totalidade o Grupo Botelho Moniz(Análises Clínicas), o Grupo SMIC(Imagiologia), e duas clinicas de cardiologia, a Cardioteste em Lisboa e o Centro de Cardiologia Moderna da Boavista no Porto.
Alguém me sabe informar sobre as contas desta Base Holding SGPS ?
A Ramada Investimentos participou no aumento de capital da Base Holding sgps no final do ano anterior ficando com 14,3% do capital.
Actualmente esta Holding detém na totalidade o Grupo Botelho Moniz(Análises Clínicas), o Grupo SMIC(Imagiologia), e duas clinicas de cardiologia, a Cardioteste em Lisboa e o Centro de Cardiologia Moderna da Boavista no Porto.
Alguém me sabe informar sobre as contas desta Base Holding SGPS ?
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- Registado: 18/2/2010 12:39
- Localização: 14
Esta empresa é uma potencial candidata a ser retirada de bolsa.
Reagiu atempadamente à crise e está a regressar aos resultados de antes da crise
com uma estrutura com menos custos.
Tendo em conta que os resultados que prevejo para este ano serão de 25% da sua capitalização bolsista penso que existe
uma forte probabilidade de ser adquirida ou através de uma OPA ou de um MBO,
pois a actual estrutura accionista de controle da empresa possui 52% das acções o que para uma capitalização de 20Me sobra apenas cerca de 10Me no mercado
o que com estes resultados seriam recuperados em apenas 2 anos já que o PER é 4 talvez um dos melhores do nosso mercado.
Dado que a liquidez desta empresa é muito reduzido e que a cotação tem estado a lateralizar entre os 0.7 e 0.8 não reagindo aos movimentos do mercado nem aos resultados parece-me que existe alguém que as pretende manter a estes níveis sendo esta uma opinião pessoal.
P.S. - Detenho acções da F.Ramada e tenho reforçado aos valores actuais.
Reagiu atempadamente à crise e está a regressar aos resultados de antes da crise
com uma estrutura com menos custos.
Tendo em conta que os resultados que prevejo para este ano serão de 25% da sua capitalização bolsista penso que existe
uma forte probabilidade de ser adquirida ou através de uma OPA ou de um MBO,
pois a actual estrutura accionista de controle da empresa possui 52% das acções o que para uma capitalização de 20Me sobra apenas cerca de 10Me no mercado
o que com estes resultados seriam recuperados em apenas 2 anos já que o PER é 4 talvez um dos melhores do nosso mercado.
Dado que a liquidez desta empresa é muito reduzido e que a cotação tem estado a lateralizar entre os 0.7 e 0.8 não reagindo aos movimentos do mercado nem aos resultados parece-me que existe alguém que as pretende manter a estes níveis sendo esta uma opinião pessoal.
P.S. - Detenho acções da F.Ramada e tenho reforçado aos valores actuais.
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Lucros do Grupo Ramada crescem mais de 6 vezes para 3,5 milhões
05 Novembro 2010 | 18:43
Jornal de Negócios Online - negocios@negocios.pt
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O resultado líquido do Grupo Ramada ascendeu a 3,471 milhões de euros nos primeiros nove meses, superior em 590,1% ao registado no período homólogo.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa revela que, no período de Janeiro a Setembro de 2010 as receitas operacionais do Grupo Ramada ascenderam a 67, 384 milhões de euros, apresentando um decréscimo de 13,2% face às receitas operacionais de igual período de 2009.
Os custos operacionais, sem amortizações, no valor de 58.832 milhares de euros, apresentam um decréscimo de 18,1% face aos 71,863 milhões de euros de igual período de 2009.
O EBITDA do Grupo no período de Janeiro a Setembro de 2010 foi de 8.552 milhares de euros, apresentando um aumento de 47,7% face a igual período de 2009. A margem EBITDA foi de 12,7% sendo de 7,5% no período homólogo de 2009.
05 Novembro 2010 | 18:43
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O resultado líquido do Grupo Ramada ascendeu a 3,471 milhões de euros nos primeiros nove meses, superior em 590,1% ao registado no período homólogo.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa revela que, no período de Janeiro a Setembro de 2010 as receitas operacionais do Grupo Ramada ascenderam a 67, 384 milhões de euros, apresentando um decréscimo de 13,2% face às receitas operacionais de igual período de 2009.
Os custos operacionais, sem amortizações, no valor de 58.832 milhares de euros, apresentam um decréscimo de 18,1% face aos 71,863 milhões de euros de igual período de 2009.
O EBITDA do Grupo no período de Janeiro a Setembro de 2010 foi de 8.552 milhares de euros, apresentando um aumento de 47,7% face a igual período de 2009. A margem EBITDA foi de 12,7% sendo de 7,5% no período homólogo de 2009.
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- Registado: 18/2/2010 12:39
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Já agora a não é só a Galp a negociar com um tick size de 0,005 (todas as outras com 0,001) uma vez que com a quebra da PT dos 10 euros também já só é possível com 0,005. A JM se voltar para cima também passa automaticamente (creio!).
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