Petróleo - Tópico Geral
Pois é....
mas esse não é o meu problema.
Mas sim CASH, em quantidade, para investir....
Abraços
Mas sim CASH, em quantidade, para investir....
Abraços
Woodhare Escreveu:Mas queres mesmo comprar ouro e petróleo, a matéria-prima em si ou queres comprar activos financeiros que te permitam lucrar com essas matérias-primas?.
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Mas queres mesmo comprar ouro e petróleo, a matéria-prima em si ou queres comprar activos financeiros que te permitam lucrar com essas matérias-primas?.
"There are three faithful friends - an old wife, an old dog, and ready money." - Benjamin Franklin
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Re: petroleo
Aonde posso comprar ouro ou petroleo?
Trabalho só com o BPI, e telefonei para o banco mas eles próprios não me souberam responder.
Estou á espera que eles me digam qualquer coisa.
Obrigados
O papel dinheiro vale cada vez menos e o ouro esgota-se...poderemos refugiar-nos no petróleo tambem?
Abraço
Clinico[/quote]
Trabalho só com o BPI, e telefonei para o banco mas eles próprios não me souberam responder.
Estou á espera que eles me digam qualquer coisa.
Obrigados
O papel dinheiro vale cada vez menos e o ouro esgota-se...poderemos refugiar-nos no petróleo tambem?
Abraço
Clinico[/quote]
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Para já tem estado calmo, a aguentar-se calmo sobre os 50USD (que de resto era um candidato a suporte e um dos principais valores que tinha apontado como target no "meu" tópico). Esta é uma zona favorável a uma consolidação ou mesmo a um ressalto.
Mas atenção se o suporte é quebrado. A acontecer, provavelmente lançará o crude em nova lag down cujo target seguinte mais provável são os 40USD...
Em traços gerais:
Tendência de curto e médio-prazo: descendentes;
Tendência de longo-prazo: indefinida;
Resistência: 70USD;
Suporte: 50USD
Mas atenção se o suporte é quebrado. A acontecer, provavelmente lançará o crude em nova lag down cujo target seguinte mais provável são os 40USD...
Em traços gerais:
Tendência de curto e médio-prazo: descendentes;
Tendência de longo-prazo: indefinida;
Resistência: 70USD;
Suporte: 50USD
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
petroleo
Pode ser que o petróleo ainda baixe mais antes de voltar a seguir. É por isso que se vai entranto pouco a pouco e em pequenas quantidades.
As energias alternativas ainda vão levar um tempo antes de serem consideradas um risco imediato para o petroleo. A industria e os carros ainda não andam a vento...
A situação financeira actual tambem vai atrasar a exploração e produção de novos poços.
A OPEP, pouco ou muito poderosa, tambem vai fechando as torneiras, com maior ou menor impacto sobre o petroleo.
Portanto, isto continua a ser um investimento a médio prazo.
2 pequenos comentários:
- estas subidas, como hoje, levam os preços das acções a valores ainda muito baixos e menores que há duas semanas, portanto esta subida dá ilusões de ganhos quando se trata de uma recoperação para quem está dentro.
- este artigo é, no mínimo, aterrador
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
O papel dinheiro vale cada vez menos e o ouro esgota-se...poderemos refugiar-nos no petróleo tambem?
Abraço
Clinico
As energias alternativas ainda vão levar um tempo antes de serem consideradas um risco imediato para o petroleo. A industria e os carros ainda não andam a vento...
A situação financeira actual tambem vai atrasar a exploração e produção de novos poços.
A OPEP, pouco ou muito poderosa, tambem vai fechando as torneiras, com maior ou menor impacto sobre o petroleo.
Portanto, isto continua a ser um investimento a médio prazo.
2 pequenos comentários:
- estas subidas, como hoje, levam os preços das acções a valores ainda muito baixos e menores que há duas semanas, portanto esta subida dá ilusões de ganhos quando se trata de uma recoperação para quem está dentro.
- este artigo é, no mínimo, aterrador
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
O papel dinheiro vale cada vez menos e o ouro esgota-se...poderemos refugiar-nos no petróleo tambem?
Abraço
Clinico
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Re: Petroleo
Clinico Escreveu:Hoje, adiantei-me ao NYK porque me parece que estas duas notícias são importantes para quem está metido nos certificados sobre o petróleo.
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
Continuo a pensar que, para quem não tem tempo de seguir a bolsa durante o dia (como eu, e com o VIX aos níveis que está, e pensa no médio prazo, os certificados sobre o petróleo podem ser uma boa aposta. Pelo menos é o que tenho feito.
Abraços
Clinico
Eu tambem estou metido nesse barco. No entanto estou com "medo" por dois motivos.
1) Estou a violar uma das regras basicas da negociação que é buscar fundos.
2) Apesar de pouco provável podemos estar as portas de uma super recessão que conjuntamente com os investimentos em energias alternativas levem o petroleo para o seu valor real (20 - 30 USD???). E poderá acontecer manter-se ai demasiado tempo até que os certificados expirem.
Seria mais seguro a longo prazo investir em CFD mas no meu caso ainda estou verde para me meter nisso
Abraço
Petroleo
Hoje, adiantei-me ao NYK porque me parece que estas duas notícias são importantes para quem está metido nos certificados sobre o petróleo.
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
Continuo a pensar que, para quem não tem tempo de seguir a bolsa durante o dia (como eu, e com o VIX aos níveis que está, e pensa no médio prazo, os certificados sobre o petróleo podem ser uma boa aposta. Pelo menos é o que tenho feito.
Abraços
Clinico
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... refer=home
Continuo a pensar que, para quem não tem tempo de seguir a bolsa durante o dia (como eu, e com o VIX aos níveis que está, e pensa no médio prazo, os certificados sobre o petróleo podem ser uma boa aposta. Pelo menos é o que tenho feito.
Abraços
Clinico
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Por acaso também acho interessantes estas notícias. Afinal o crude não sobe por causa do comportamento do dólar?
Um aspecto curioso é que, para além da recuperação do petróleo (Brent e Light), Oman registou uma ligeira valorização para entregas em 01 e 02.2009 ($43.50 e $45.15) e desvalorização superior a $1 o barril até 12.2010 (prazo até onde há open interest).
Um abraço,
MozHawk
Um aspecto curioso é que, para além da recuperação do petróleo (Brent e Light), Oman registou uma ligeira valorização para entregas em 01 e 02.2009 ($43.50 e $45.15) e desvalorização superior a $1 o barril até 12.2010 (prazo até onde há open interest).
Um abraço,
MozHawk
Já agora, o gráfico de longo-prazo do crude oil (actualizado até ontem)...
- Anexos
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FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Hoje tem estado a consolidar e a recuperar ligeiramente. Se vier a quebrar os 50USD, a próxima paragem deverá ser por volta dos 40USD...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Petroleo
Estas notícias são fabulosas
- petróleo desce, petroleo sobe, petroleo desce mais, petroleo sobe um pouco, petroleo em mínimos, petroleo recupera....
Como é que os degraçados dos investidores vão acertar no alvo com tanto sobe e desce ?
Reforcei hoje o certificado sobre o ptróleo, aproveitando ter descido abaixo dos 5. Continuo a pensar no médio prazo. Se fôr como das outras 4 vezes em que caiu, há-de subir de novo um pouco mais.
Abraços
Clinico
- petróleo desce, petroleo sobe, petroleo desce mais, petroleo sobe um pouco, petroleo em mínimos, petroleo recupera....
Como é que os degraçados dos investidores vão acertar no alvo com tanto sobe e desce ?
Reforcei hoje o certificado sobre o ptróleo, aproveitando ter descido abaixo dos 5. Continuo a pensar no médio prazo. Se fôr como das outras 4 vezes em que caiu, há-de subir de novo um pouco mais.
Abraços
Clinico
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Petróleo ganha terreno com cumprimento de novo "plafond" da OPEP
As cotações do crude seguem a subir nos mercados internacionais, pela primeira vez em seis sessões, sustentadas pelo facto de os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estarem a cumprir os cortes de produção definidos em Outubro.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As cotações do crude seguem a subir nos mercados internacionais, pela primeira vez em seis sessões, sustentadas pelo facto de os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estarem a cumprir os cortes de produção definidos em Outubro.
O contrato de Janeiro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia em alta de 2,41%, a cotar-se nos 49,24 dólares por barril.
Nos Estados Unidos, o West Texas Intermediate (WTI), subia 0,95%, para 49,89 dólares por barril.
A OPEP deverá ter reduzido a sua oferta em 3,8% este mês, já que os seus membros estão a implementar o corte de 1,5 milhões de barris por dia decidido na reunião de Outubro, segundo a consultora PetroLogistics.
O cartel vai reunir-se extraordinariamente na próxima semana para debater a actual situação do mercado. É possível que possa ser anunciada uma nova redução do seu “plafond” de produção, mas o presidente da OPEP, Chakib Khelil, deu a entender que isso não deve acontecer. Essa decisão pode ser assim adiada para a reunião oficial de 17 de Dezembro.
As cotações do crude seguem a subir nos mercados internacionais, pela primeira vez em seis sessões, sustentadas pelo facto de os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estarem a cumprir os cortes de produção definidos em Outubro.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As cotações do crude seguem a subir nos mercados internacionais, pela primeira vez em seis sessões, sustentadas pelo facto de os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estarem a cumprir os cortes de produção definidos em Outubro.
O contrato de Janeiro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia em alta de 2,41%, a cotar-se nos 49,24 dólares por barril.
Nos Estados Unidos, o West Texas Intermediate (WTI), subia 0,95%, para 49,89 dólares por barril.
A OPEP deverá ter reduzido a sua oferta em 3,8% este mês, já que os seus membros estão a implementar o corte de 1,5 milhões de barris por dia decidido na reunião de Outubro, segundo a consultora PetroLogistics.
O cartel vai reunir-se extraordinariamente na próxima semana para debater a actual situação do mercado. É possível que possa ser anunciada uma nova redução do seu “plafond” de produção, mas o presidente da OPEP, Chakib Khelil, deu a entender que isso não deve acontecer. Essa decisão pode ser assim adiada para a reunião oficial de 17 de Dezembro.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo sobe com provável corte de produção da OPEP
Os preços do crude encontram-se em alta pela primeira vez em seis sessões nos mercados internacionais, a beneficiarem da especulação de que os Governos mundiais irão aumentar os seus esforços para reanimarem o crescimento económico e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) irá cortar novamente a sua produção.
Pedro Duarte
Às 18h22, p barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Janeiro era negociado no ICE de Londres a subir 1,21 dólares para os 49,29 dólares, enquanto que à mesma hora o contrato de Janeiro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) era transaccionado no NYMEX de Nova Iorque a subir 8 cêntimos para os 49,50 dólares.
Os especialistas consultados pela Bloomberg notam que a OPEP deverá provavelmente reduzir a sua produção em 3,8% ainda este mês, dando seguimento ao corte de produção já anunciado em Outubro.
"Os dados dos envios marítimos estão a mostrar que a OPEP está a começar a cumprir com as suas quotas, o que suporta os preços", disse à Bloomberg o analista da Tradition Energy Gene McGillian, que notou que "a reunião [da OPEP] dentro de oito dias vai pesar sobre o mercado."
Os preços do crude encontram-se em alta pela primeira vez em seis sessões nos mercados internacionais, a beneficiarem da especulação de que os Governos mundiais irão aumentar os seus esforços para reanimarem o crescimento económico e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) irá cortar novamente a sua produção.
Pedro Duarte
Às 18h22, p barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Janeiro era negociado no ICE de Londres a subir 1,21 dólares para os 49,29 dólares, enquanto que à mesma hora o contrato de Janeiro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) era transaccionado no NYMEX de Nova Iorque a subir 8 cêntimos para os 49,50 dólares.
Os especialistas consultados pela Bloomberg notam que a OPEP deverá provavelmente reduzir a sua produção em 3,8% ainda este mês, dando seguimento ao corte de produção já anunciado em Outubro.
"Os dados dos envios marítimos estão a mostrar que a OPEP está a começar a cumprir com as suas quotas, o que suporta os preços", disse à Bloomberg o analista da Tradition Energy Gene McGillian, que notou que "a reunião [da OPEP] dentro de oito dias vai pesar sobre o mercado."
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo reforça mínimos e perde quase 100 dólares desde os máximos
Os preços do petróleo reforçaram hoje os mínimos perdendo já quase 100 dólares desde que tocaram os valores mais elevados de sempre no mês de Julho. Os receios de uma recessão na maior economia do mundo e uma consequente queda da procura estão a penalizar a matéria-prima.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo reforçaram hoje os mínimos perdendo já quase 100 dólares desde que tocaram os valores mais elevados de sempre no mês de Julho. Os receios de uma recessão na maior economia do mundo e uma consequente queda da procura estão a penalizar a matéria-prima.
O West Texas Intermediate, em Nova Iorque, seguia desvalorizar 1,89% para os 48,68 depois de ter tocado nos 48,25 dólares, o valor mais baixo desde Maio de 2005. Em Londres, o Brent do mar do norte, que serve de referência à economia portuguesa, tocou já hoje nos 47,40 dólares, um mínimo de Fevereiro de 2005. As cotações em Londres, que já estiveram a cair mais de 2% estão agora a valorizar 0,12% para os 48,14 dólares.
A matéria-prima está a ser penalizada pelos receios de uma recessão económica e consequente redução da procura. Este motivo tem sido aliás a principal razão para a queda das cotações nos últimos meses.
Desde que tocou nos máximos históricos de 11 de Julho a matéria-prima já desvalorizou cerca de 100 dólares por barril, acumulando uma desvalorização de cerca de 67% nos mercados de referência.
Esta contínua descida dos preços do crude decorre também dos receios de que a economia norte-americana enfrente uma situação de deflação, o que ameaça o investimento em projectos de produção de petróleo e gás.
A Agência Internacional de Energia (AIE) previu já que a procura de crude atinja o ritmo mais lento dos últimos 23 anos em 2008, sobretudo devido à entrada em recessão nos Estados Unidos, Europa e Japão.
“O petróleo a 147 dólares foi puramente uma bolha especulativa”, comentou à Bloomberg um analista do Dredsner Kleinwort Group, Gareth Lewis-Davies.
Os preços do petróleo reforçaram hoje os mínimos perdendo já quase 100 dólares desde que tocaram os valores mais elevados de sempre no mês de Julho. Os receios de uma recessão na maior economia do mundo e uma consequente queda da procura estão a penalizar a matéria-prima.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo reforçaram hoje os mínimos perdendo já quase 100 dólares desde que tocaram os valores mais elevados de sempre no mês de Julho. Os receios de uma recessão na maior economia do mundo e uma consequente queda da procura estão a penalizar a matéria-prima.
O West Texas Intermediate, em Nova Iorque, seguia desvalorizar 1,89% para os 48,68 depois de ter tocado nos 48,25 dólares, o valor mais baixo desde Maio de 2005. Em Londres, o Brent do mar do norte, que serve de referência à economia portuguesa, tocou já hoje nos 47,40 dólares, um mínimo de Fevereiro de 2005. As cotações em Londres, que já estiveram a cair mais de 2% estão agora a valorizar 0,12% para os 48,14 dólares.
A matéria-prima está a ser penalizada pelos receios de uma recessão económica e consequente redução da procura. Este motivo tem sido aliás a principal razão para a queda das cotações nos últimos meses.
Desde que tocou nos máximos históricos de 11 de Julho a matéria-prima já desvalorizou cerca de 100 dólares por barril, acumulando uma desvalorização de cerca de 67% nos mercados de referência.
Esta contínua descida dos preços do crude decorre também dos receios de que a economia norte-americana enfrente uma situação de deflação, o que ameaça o investimento em projectos de produção de petróleo e gás.
A Agência Internacional de Energia (AIE) previu já que a procura de crude atinja o ritmo mais lento dos últimos 23 anos em 2008, sobretudo devido à entrada em recessão nos Estados Unidos, Europa e Japão.
“O petróleo a 147 dólares foi puramente uma bolha especulativa”, comentou à Bloomberg um analista do Dredsner Kleinwort Group, Gareth Lewis-Davies.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Nyk Escreveu:Petróleo desliza mais de 7% e atinge mínimos de 2005
O petróleo acentuou as perdas e seguia a cair mais de 7% nos mercados internacionais e a negociar em mínimos de Maio de 2005. O barril o crude em Nova Iorque já negociou abaixo dos 49 dólares e em Londres abaixo dos 48 dólares. Desde os recordes de 11 de Julho, os preços já desceram quase 100 dólares.
Eu nem reparei que já tinha ido abaixo dos 50 USD, mas por acaso estava agora mesmo a falar disso no meu tópico dos índices...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Petróleo desliza mais de 7% e atinge mínimos de 2005
O petróleo acentuou as perdas e seguia a cair mais de 7% nos mercados internacionais e a negociar em mínimos de Maio de 2005. O barril o crude em Nova Iorque já negociou abaixo dos 49 dólares e em Londres abaixo dos 48 dólares. Desde os recordes de 11 de Julho, os preços já desceram quase 100 dólares.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
O petróleo acentuou as perdas e seguia a cair mais de 7% nos mercados internacionais e a negociar em mínimos de Maio de 2005. O barril o crude em Nova Iorque já negociou abaixo dos 49 dólares e em Londres abaixo dos 48 dólares. Desde os recordes de 11 de Julho, os preços já desceram quase 100 dólares.
O contrato de Janeiro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia a cotar-se nos 48,00 dólares por barril, valor que não atingia desde 31 Maio de 2005. As cotações já estiveram hoje nos 47,82 dólares.
Nos Estados Unidos, o “benchmark” também já quebrou o patamar dos 50 dólares, ao estabelecer-se nos 49,72 dólares por barril, a desvalorizar mais de 7%, depois de já ter estado a cotar nos 48,85 dólares, com uma queda superior a 8%. Este é também o valor mais baixo desde Maio de 2005.
Desde o máximo histórico de 147,50 dólares atingido em Londres no dia 11 de Julho, o Brent já quebrou mais de 67%, à medida que a crise do crédito se vai intensificando, o que está a levar a uma queda da produção industrial e dos gastos dos consumidores.
Esta contínua descida dos preços do crude decorre também dos receios de que a economia norte-americana enfrente uma situação de deflação, o que ameaça o investimento em projectos de produção de petróleo e gás.
A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que a procura de crude atinja o ritmo mais lento dos últimos 23 anos em 2008, sobretudo devido à entrada em recessão nos Estados Unidos, Europa e Japão.
“O petróleo a 147 dólares foi puramente uma bolha especulativa”, comentou à Bloomberg um analista do Dredsner Kleinwort Group, Gareth Lewis-Davies.
“Atendendo ao clima económico medonho em que estamos, os investidores estão a fugir de tudo. Enquanto a economia não estabilizar, não haverá uma retoma sustentada”, afirmou por seu lado um executivo de topo da MFC Global Investment Management, Chip Hodge.
Entretanto, o presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) disse em entrevista a um jornal argelino, citado pela “BBC News”, que o cartel não deverá decidir nenhum corte de produção na reunião extraordinária que vai realizar a 29 de Novembro.
Segundo Chakib Khelil, a reunião oficial de 17 de Dezembro será “muito mais importante”, pois será possível perceber se os membros da OPEP estão a cumprir os novos plafonds definidos na reunião extraordinária de Outubro, na qual se definiu uma redução da produção global do cartel em 1,5 milhões de barris por dia.
O petróleo acentuou as perdas e seguia a cair mais de 7% nos mercados internacionais e a negociar em mínimos de Maio de 2005. O barril o crude em Nova Iorque já negociou abaixo dos 49 dólares e em Londres abaixo dos 48 dólares. Desde os recordes de 11 de Julho, os preços já desceram quase 100 dólares.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
O petróleo acentuou as perdas e seguia a cair mais de 7% nos mercados internacionais e a negociar em mínimos de Maio de 2005. O barril o crude em Nova Iorque já negociou abaixo dos 49 dólares e em Londres abaixo dos 48 dólares. Desde os recordes de 11 de Julho, os preços já desceram quase 100 dólares.
O contrato de Janeiro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia a cotar-se nos 48,00 dólares por barril, valor que não atingia desde 31 Maio de 2005. As cotações já estiveram hoje nos 47,82 dólares.
Nos Estados Unidos, o “benchmark” também já quebrou o patamar dos 50 dólares, ao estabelecer-se nos 49,72 dólares por barril, a desvalorizar mais de 7%, depois de já ter estado a cotar nos 48,85 dólares, com uma queda superior a 8%. Este é também o valor mais baixo desde Maio de 2005.
Desde o máximo histórico de 147,50 dólares atingido em Londres no dia 11 de Julho, o Brent já quebrou mais de 67%, à medida que a crise do crédito se vai intensificando, o que está a levar a uma queda da produção industrial e dos gastos dos consumidores.
Esta contínua descida dos preços do crude decorre também dos receios de que a economia norte-americana enfrente uma situação de deflação, o que ameaça o investimento em projectos de produção de petróleo e gás.
A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que a procura de crude atinja o ritmo mais lento dos últimos 23 anos em 2008, sobretudo devido à entrada em recessão nos Estados Unidos, Europa e Japão.
“O petróleo a 147 dólares foi puramente uma bolha especulativa”, comentou à Bloomberg um analista do Dredsner Kleinwort Group, Gareth Lewis-Davies.
“Atendendo ao clima económico medonho em que estamos, os investidores estão a fugir de tudo. Enquanto a economia não estabilizar, não haverá uma retoma sustentada”, afirmou por seu lado um executivo de topo da MFC Global Investment Management, Chip Hodge.
Entretanto, o presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) disse em entrevista a um jornal argelino, citado pela “BBC News”, que o cartel não deverá decidir nenhum corte de produção na reunião extraordinária que vai realizar a 29 de Novembro.
Segundo Chakib Khelil, a reunião oficial de 17 de Dezembro será “muito mais importante”, pois será possível perceber se os membros da OPEP estão a cumprir os novos plafonds definidos na reunião extraordinária de Outubro, na qual se definiu uma redução da produção global do cartel em 1,5 milhões de barris por dia.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo fecha em queda com subida das reservas dos EUA
Os preços do petróleo encerraram em queda esta quarta-feira, após a subida bem superior ao previsto nas reservas de crude dos EUA.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Janeiro fechou quase inalterado nos 51,83 dólares, um cêntimo abaixo do valor da véspera.
No mercado nova-iorquino, os contratos de Dezembro do West Texas Intermediate caíram 65 cêntimos, pata os 53,74 dólares por barril.
Os preços do petróleo encerraram em queda esta quarta-feira, após a subida bem superior ao previsto nas reservas de crude dos EUA.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Janeiro fechou quase inalterado nos 51,83 dólares, um cêntimo abaixo do valor da véspera.
No mercado nova-iorquino, os contratos de Dezembro do West Texas Intermediate caíram 65 cêntimos, pata os 53,74 dólares por barril.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Em Nova Iorque
Petróleo toca mínimo de quase dois anos com reservas acima do esperado
O preço do petróleo desceu para o nível mais baixo desde Janeiro de 2007, em Nova Iorque, depois de ter sido divulgado que os inventários de crude dos EUA aumentaram mais do que o previsto na semana passada.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O preço do petróleo desceu para o nível mais baixo desde Janeiro de 2007, em Nova Iorque, depois de ter sido divulgado que os inventários de crude dos EUA aumentaram mais do que o previsto na semana passada.
O crude negociado em Nova Iorque caiu 2% para 53,30 dólares, depois da divulgação das reservas nos EUA, tocando no nível mais baixo em quase 2 anos. Entretanto, atenuou a queda e seguia a perder 0,99% para 53,85 dólares.
Em Londres, o “brent” também inverteu a tendência de ganhos seguindo a descer 0,35% para 51,66 dólares.
Os fornecimentos de crude nos EUA aumentaram em 1,6 milhões para os 313,5 milhões de barris na semana que terminou dia 14 de Novembro, quando os analistas consultados pela Bloomberg esperavam um ganho de apenas um milhão de barris.
Já os inventários de gasolina subiram em 593 mil barris e os destilados caíram em 1,47 milhões de barris.
Petróleo toca mínimo de quase dois anos com reservas acima do esperado
O preço do petróleo desceu para o nível mais baixo desde Janeiro de 2007, em Nova Iorque, depois de ter sido divulgado que os inventários de crude dos EUA aumentaram mais do que o previsto na semana passada.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O preço do petróleo desceu para o nível mais baixo desde Janeiro de 2007, em Nova Iorque, depois de ter sido divulgado que os inventários de crude dos EUA aumentaram mais do que o previsto na semana passada.
O crude negociado em Nova Iorque caiu 2% para 53,30 dólares, depois da divulgação das reservas nos EUA, tocando no nível mais baixo em quase 2 anos. Entretanto, atenuou a queda e seguia a perder 0,99% para 53,85 dólares.
Em Londres, o “brent” também inverteu a tendência de ganhos seguindo a descer 0,35% para 51,66 dólares.
Os fornecimentos de crude nos EUA aumentaram em 1,6 milhões para os 313,5 milhões de barris na semana que terminou dia 14 de Novembro, quando os analistas consultados pela Bloomberg esperavam um ganho de apenas um milhão de barris.
Já os inventários de gasolina subiram em 593 mil barris e os destilados caíram em 1,47 milhões de barris.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Após subida acima do previsto dos "stocks" nos EUA
Petróleo modera ganhos em Nova Iorque e cai em Londres
O petróleo moderou os ganhos em Nova Iorque e caiu em Londres, depois de ter sido divulgado que os inventários de crude dos EUA aumentaram mais do que o previsto na semana passada.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O petróleo moderou os ganhos em Nova Iorque e caiu em Londres, depois de ter sido divulgado que os inventários de crude dos EUA aumentaram mais do que o previsto na semana passada.
O crude negociado em Nova Iorque, que estava a subir mais de 1%, soma agora 0,15% para os 54,47 dólares, enquanto o “brent”, depois de também ter apreciado mais de 1%, perde 0,15% para os 51,76 dólares.
Tudo porque os fornecimentos de crude nos EUA aumentaram em 1,6 milhões para os 313,5 milhões de barris na semana que terminou dia 14 de Novembro, quando os analistas consultados pela Bloomberg esperavam um ganho de apenas um milhão de barris.
Já os inventários de gasolina subiram em 593 mil barris e os destilados caíram em 1,47 milhões de barris.
Petróleo modera ganhos em Nova Iorque e cai em Londres
O petróleo moderou os ganhos em Nova Iorque e caiu em Londres, depois de ter sido divulgado que os inventários de crude dos EUA aumentaram mais do que o previsto na semana passada.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O petróleo moderou os ganhos em Nova Iorque e caiu em Londres, depois de ter sido divulgado que os inventários de crude dos EUA aumentaram mais do que o previsto na semana passada.
O crude negociado em Nova Iorque, que estava a subir mais de 1%, soma agora 0,15% para os 54,47 dólares, enquanto o “brent”, depois de também ter apreciado mais de 1%, perde 0,15% para os 51,76 dólares.
Tudo porque os fornecimentos de crude nos EUA aumentaram em 1,6 milhões para os 313,5 milhões de barris na semana que terminou dia 14 de Novembro, quando os analistas consultados pela Bloomberg esperavam um ganho de apenas um milhão de barris.
Já os inventários de gasolina subiram em 593 mil barris e os destilados caíram em 1,47 milhões de barris.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
OPEP já perdeu 554,27 mil milhões de euros com queda do petróleo
O presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Chakib Khelil, já perdeu 700 mil milhões de dólares (554,27 mil milhões de dólares) com a queda dos preços do petróleo.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Chakib Khelil, já perdeu 700 mil milhões de dólares (554,27 mil milhões de dólares) com a queda dos preços do petróleo.
Os preços da matéria-prima já caíram mais de 60% desde os máximos históricos superiores a 147 dólares, o que levou os membros da OPEP a perder 700 mil milhões de dólares, segundo noticia a BBC.
Apesar destes números aumentarem as expectativas de um corte da produção, Chakib Khelil, já afirmou que é pouco provável que a decisão seja tomada na reunião extraordinária que a organização vai fazer no Cairo no dia 29 deste mês. O presidente da OPEP referiu que a reunião de 17 de Dezembro será “a mais importante.”
Chakib afirmou ainda que todos os membros da organização “estão muito preocupados sobre o agravamento da situação económica nos EUA e na Europa, que já entrou em recessão, seguida pelo Japão.”
O presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Chakib Khelil, já perdeu 700 mil milhões de dólares (554,27 mil milhões de dólares) com a queda dos preços do petróleo.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Chakib Khelil, já perdeu 700 mil milhões de dólares (554,27 mil milhões de dólares) com a queda dos preços do petróleo.
Os preços da matéria-prima já caíram mais de 60% desde os máximos históricos superiores a 147 dólares, o que levou os membros da OPEP a perder 700 mil milhões de dólares, segundo noticia a BBC.
Apesar destes números aumentarem as expectativas de um corte da produção, Chakib Khelil, já afirmou que é pouco provável que a decisão seja tomada na reunião extraordinária que a organização vai fazer no Cairo no dia 29 deste mês. O presidente da OPEP referiu que a reunião de 17 de Dezembro será “a mais importante.”
Chakib afirmou ainda que todos os membros da organização “estão muito preocupados sobre o agravamento da situação económica nos EUA e na Europa, que já entrou em recessão, seguida pelo Japão.”
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo fecha com queda de cerca de 1%
Os preços do petróleo terminaram a sessão de terça-feira a recuar cerca de 1%.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Janeiro fechou nos 51,66 dólares, uma descida de 65 cêntimos, ou 1,2%.
No mercado nova-iorquino, o barril de West Texas Intermediate cedeu 62 cêntimos, ou 1,1%, para os 54,33 dólares.
Os preços do petróleo terminaram a sessão de terça-feira a recuar cerca de 1%.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Janeiro fechou nos 51,66 dólares, uma descida de 65 cêntimos, ou 1,2%.
No mercado nova-iorquino, o barril de West Texas Intermediate cedeu 62 cêntimos, ou 1,1%, para os 54,33 dólares.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
O Crude está a fazer hoje o valor médio diário mais baixo desde que começou a cair. O Light Crude Oil está hoje a fazer menos de 44 euros pela primeira vez este ano (tendo em conta as cotações até este momento)...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Petróleo em alta depois de tocar em mínimos
Os preços do petróleo seguem a negociar em alta depois de terem estado a desvalorizar durante a manhã, o que levou a matéria-prima a tocar no valor mais baixo dos últimos 22 meses, no mercado nova-iorquino. O petróleo está agora a ser impulsionado pela notícia do sequestro de um super-petroleiro saudita na costa Leste de África.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo seguem a negociar em alta depois de terem estado a desvalorizar durante a manhã, o que levou a matéria-prima a tocar no valor mais baixo dos últimos 22 meses, no mercado nova-iorquino. O petróleo está agora a ser impulsionado pela notícia do sequestro de um super-petroleiro saudita na costa Leste de África.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, segue a valorizar 1,35% para os 55,96 dólares, depois de ter tocado, durante a manhã, nos 54,13 dólares, o valor mais baixo dos últimos 22 meses.
Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, ganhava 0,42% para os 52,53 dólares depois de ter estado a perder mais de 2% durante a manhã.
A matéria-prima está a ser impulsionada pela notícia de que os piratas desviaram o Sirius Star, a maior embarcação de mercadorias alguma vez sequestrada, para a área costeira de Eyl, a Norte da Somália, referiu a marinha norte-americana, citada pela Bloomberg.
Com estes ataques aumentam os receios de atrasos nas entregas para a Europa e para os Estados Unidos.
Durante a manhã a matéria-prima negociou em queda com as expectativas de que as reservas petrolíferas, no mercado norte-americano, subiram pela oitava semana consecutiva, o que poderá indicar que o consumo de energia está a cair nos Estados Unidos, devido à deterioração da situação económica.
Apesar da valorização das cotações o petróleo acumula ainda uma queda de 62,19% no mercado nova-iorquino e de 64,39% em Londres.
Os preços do petróleo seguem a negociar em alta depois de terem estado a desvalorizar durante a manhã, o que levou a matéria-prima a tocar no valor mais baixo dos últimos 22 meses, no mercado nova-iorquino. O petróleo está agora a ser impulsionado pela notícia do sequestro de um super-petroleiro saudita na costa Leste de África.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo seguem a negociar em alta depois de terem estado a desvalorizar durante a manhã, o que levou a matéria-prima a tocar no valor mais baixo dos últimos 22 meses, no mercado nova-iorquino. O petróleo está agora a ser impulsionado pela notícia do sequestro de um super-petroleiro saudita na costa Leste de África.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, segue a valorizar 1,35% para os 55,96 dólares, depois de ter tocado, durante a manhã, nos 54,13 dólares, o valor mais baixo dos últimos 22 meses.
Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, ganhava 0,42% para os 52,53 dólares depois de ter estado a perder mais de 2% durante a manhã.
A matéria-prima está a ser impulsionada pela notícia de que os piratas desviaram o Sirius Star, a maior embarcação de mercadorias alguma vez sequestrada, para a área costeira de Eyl, a Norte da Somália, referiu a marinha norte-americana, citada pela Bloomberg.
Com estes ataques aumentam os receios de atrasos nas entregas para a Europa e para os Estados Unidos.
Durante a manhã a matéria-prima negociou em queda com as expectativas de que as reservas petrolíferas, no mercado norte-americano, subiram pela oitava semana consecutiva, o que poderá indicar que o consumo de energia está a cair nos Estados Unidos, devido à deterioração da situação económica.
Apesar da valorização das cotações o petróleo acumula ainda uma queda de 62,19% no mercado nova-iorquino e de 64,39% em Londres.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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