Petróleo - Tópico Geral
Petróleo
OPEP reúne-se de emergência em Novembro para evitar maior queda dos preços
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai realizar uma reunião de emergência no próximo dia 18 de Novembro em Viena, uma vez que a crise financeira mundial fez os preços do crude quebrarem o patamar dos 90 dólares por barril.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai realizar uma reunião de emergência no próximo dia 18 de Novembro em Viena, uma vez que a crise financeira mundial fez os preços do crude quebrarem o patamar dos 90 dólares por barril.
“A Organização está preocupada com o deteriorar das condições económicas”, referiu o cartel num comunicado emitido hoje e divulgado pela Bloomberg. A reunião extraordinária destina-se a “debater a crise financeira global, a situação económica do mundo e os impactos sobre o mercado petrolífero”, salienta o comunicado.
O ministro do Petróleo do Qatar, Abdullah al- Attiyah, e o presidente da petrolífera libanesa National Oil Corp, Shokri Ghanem, afirmaram nos últimos dias que apoiavam a realização de uma cimeira em Novembro. A próxima reunião ministerial da OPEP estava agendada para 17 de Dezembro na Argélia.
“Neste encontro, vamos analisar as razões da queda dos preços do petróleo”, declarou o ministro iraniano do Petróleo, Gholamhossein Nozari, citado pela agência noticiosa Islamic Republic.
Na sua última reunião, a 10 de Setembro em Viena, a OPEP decidiu cumprir rigidamente os níveis formais de produção definidos para cada membro, uma iniciativa que poderá reduzir a oferta de petróleo ao mercado em 500.000 barris por dia. No entanto, essa medida poderá não ser suficiente para travar a actual queda dos preços.
A OPEP poderá ter de “intervir” para “equilibrar os fundamentais do mercado”, comentou ontem à Bloomberg o ministro nigeriano da Energia, Odein Ajumogobia. O presidente do cartel, Chakib Khelil, disse entretanto que a OPEP tomará “medidas adequadas” para estabilizar os mercados internacionais.
O West Texas Intermediate (WTI), crude de referência para os Estados Unidos, já perdeu 40% desde o seu máximo histórico de 147,27 dólares por barril atingido a 11 de Julho, uma vez que o deteriorar da crise financeira mundial ameaça restringir o crescimento económico e a procura de energia.
Banco do Petróleo
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou ontem que o seu país vai aproveitar a reunião de Novembro para incentivar os restantes membros à criação de um banco de produtores de petróleo.
Segundo Leo Drollas, vice-director executivo do Center for Global Energy Studies, os sauditas não parecem ter vontade de realizar esta reunião, mas poderão ver-se pressionados por parte dos restantes membros do cartel.
A Arábia Saudita precisa que o preço do petróleo esteja pelo menos nos 65 dólares por barril este ano para poder financiar as suas infra-estruturas e os encargos com a dívida se o seu ritmo de produção for de 9 milhões de barris por dia, salientou Drollas.
"Os preços estão a aproximar-se dos 80 dólares e os produtores estão a ficar nervosos", comentou à Bloomberg um responsável da JBC Energy, Johannes Benigni. "A OPEP vai passar a mensagem de que fará o que for necessário para defender o nível dos 80 dólares. Há muito que se sabe que o cartel quer que os preços variem num intervalo entre os 80 e os 100 dólares", acrescentou
OPEP reúne-se de emergência em Novembro para evitar maior queda dos preços
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai realizar uma reunião de emergência no próximo dia 18 de Novembro em Viena, uma vez que a crise financeira mundial fez os preços do crude quebrarem o patamar dos 90 dólares por barril.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai realizar uma reunião de emergência no próximo dia 18 de Novembro em Viena, uma vez que a crise financeira mundial fez os preços do crude quebrarem o patamar dos 90 dólares por barril.
“A Organização está preocupada com o deteriorar das condições económicas”, referiu o cartel num comunicado emitido hoje e divulgado pela Bloomberg. A reunião extraordinária destina-se a “debater a crise financeira global, a situação económica do mundo e os impactos sobre o mercado petrolífero”, salienta o comunicado.
O ministro do Petróleo do Qatar, Abdullah al- Attiyah, e o presidente da petrolífera libanesa National Oil Corp, Shokri Ghanem, afirmaram nos últimos dias que apoiavam a realização de uma cimeira em Novembro. A próxima reunião ministerial da OPEP estava agendada para 17 de Dezembro na Argélia.
“Neste encontro, vamos analisar as razões da queda dos preços do petróleo”, declarou o ministro iraniano do Petróleo, Gholamhossein Nozari, citado pela agência noticiosa Islamic Republic.
Na sua última reunião, a 10 de Setembro em Viena, a OPEP decidiu cumprir rigidamente os níveis formais de produção definidos para cada membro, uma iniciativa que poderá reduzir a oferta de petróleo ao mercado em 500.000 barris por dia. No entanto, essa medida poderá não ser suficiente para travar a actual queda dos preços.
A OPEP poderá ter de “intervir” para “equilibrar os fundamentais do mercado”, comentou ontem à Bloomberg o ministro nigeriano da Energia, Odein Ajumogobia. O presidente do cartel, Chakib Khelil, disse entretanto que a OPEP tomará “medidas adequadas” para estabilizar os mercados internacionais.
O West Texas Intermediate (WTI), crude de referência para os Estados Unidos, já perdeu 40% desde o seu máximo histórico de 147,27 dólares por barril atingido a 11 de Julho, uma vez que o deteriorar da crise financeira mundial ameaça restringir o crescimento económico e a procura de energia.
Banco do Petróleo
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou ontem que o seu país vai aproveitar a reunião de Novembro para incentivar os restantes membros à criação de um banco de produtores de petróleo.
Segundo Leo Drollas, vice-director executivo do Center for Global Energy Studies, os sauditas não parecem ter vontade de realizar esta reunião, mas poderão ver-se pressionados por parte dos restantes membros do cartel.
A Arábia Saudita precisa que o preço do petróleo esteja pelo menos nos 65 dólares por barril este ano para poder financiar as suas infra-estruturas e os encargos com a dívida se o seu ritmo de produção for de 9 milhões de barris por dia, salientou Drollas.
"Os preços estão a aproximar-se dos 80 dólares e os produtores estão a ficar nervosos", comentou à Bloomberg um responsável da JBC Energy, Johannes Benigni. "A OPEP vai passar a mensagem de que fará o que for necessário para defender o nível dos 80 dólares. Há muito que se sabe que o cartel quer que os preços variem num intervalo entre os 80 e os 100 dólares", acrescentou
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Preços do petróleo caem pelo segundo dia consecutivo
Os preços do petróleo mantêm a tendência de queda registada na sessão de ontem. O aumento das reservas norte-americanas e as expectativas de recessão económica sugerem uma quebra na procura da matéria-prima.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Os preços do petróleo mantêm a tendência de queda registada na sessão de ontem. O aumento das reservas norte-americanas e as expectativas de recessão económica sugerem uma quebra na procura da matéria-prima.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, perdia 0,93% para os 88,12 dólares por barril, e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, caia 0,78% para os 83,70 dólares.
Os preços da matéria- prima já negociaram em terreno negativo na sessão de ontem, depois de ter sido divulgado um aumento superior ao esperado das reservas petrolíferas dos EUA, na semana passada.
Além disso, a petróleo tem vindo a desvalorizar com o impacto da crise financeira nas economias a sugerir uma redução da procura de matéria-prima.
O Center for Global Energy Studies (CGES) acredita mesmo que os preços do petróleo poderão quebrar a barreira dos 80 dólares por barril em finais deste ano devido à diminuição da procura, podendo descer ainda mais ao longo de 2009, de acordo com estimativas divulgadas ontem.
Os preços do petróleo mantêm a tendência de queda registada na sessão de ontem. O aumento das reservas norte-americanas e as expectativas de recessão económica sugerem uma quebra na procura da matéria-prima.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Os preços do petróleo mantêm a tendência de queda registada na sessão de ontem. O aumento das reservas norte-americanas e as expectativas de recessão económica sugerem uma quebra na procura da matéria-prima.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, perdia 0,93% para os 88,12 dólares por barril, e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, caia 0,78% para os 83,70 dólares.
Os preços da matéria- prima já negociaram em terreno negativo na sessão de ontem, depois de ter sido divulgado um aumento superior ao esperado das reservas petrolíferas dos EUA, na semana passada.
Além disso, a petróleo tem vindo a desvalorizar com o impacto da crise financeira nas economias a sugerir uma redução da procura de matéria-prima.
O Center for Global Energy Studies (CGES) acredita mesmo que os preços do petróleo poderão quebrar a barreira dos 80 dólares por barril em finais deste ano devido à diminuição da procura, podendo descer ainda mais ao longo de 2009, de acordo com estimativas divulgadas ontem.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo recua para mínimos de 10 meses com receio de quebra da procura
Os preços do petróleo perdem mais de 1% nos mercados internacionais, depois de ter sido divulgado que as reservas de crude e de gasolina nos EUA aumentaram mais do que o esperado, numa altura em que a crise económica mundial está a reduzir a procura de combustíveis.
Mafalda Aguilar
Assim, às 18h29, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Novembro era negociado no ICE de Londres a descer 1,79 dólares para os 82,87 dólares. À mesma hora, o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) era transaccionado no NYMEX de Nova Iorque a desvalorizar 1,77 dólares para os 88,29 dólares.
O Departamento de Energia (DoE) dos EUA anunciou hoje que as reservas de ‘ouro negro’ do país cresceram em 8,12 milhões de barris para os 302,6 milhões de barris na semana terminada a 3 de Outubro, com o retomar das importações e da produção, depois terem sido interrompidas no mês passado devido aos furacões.
Ontem, o DoE anunciou que cortou as suas estimativas de procura de petróleo a nível global para 2008, esperando agora 86,14 mil milhões de barris por dia, o que representa uma descida de 340 mil barris face à previsão anterior.
"Os grandes aumentos [das reservas] de crude e gasolina foram as grandes surpresas dos números da semana. Os números relativos à procura foram surpreendentemente fracos", disse à Bloomberg um analista da Citi Futures Perspective.
Os especialistas notam que os preços do crude estão a aliviar dos mínimos da sessão devido às notícias de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) poderá reunir-se no próximo dia 18 de Novembro em Viena para debater o feito da crise financeira nos mercados
Os preços do petróleo perdem mais de 1% nos mercados internacionais, depois de ter sido divulgado que as reservas de crude e de gasolina nos EUA aumentaram mais do que o esperado, numa altura em que a crise económica mundial está a reduzir a procura de combustíveis.
Mafalda Aguilar
Assim, às 18h29, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Novembro era negociado no ICE de Londres a descer 1,79 dólares para os 82,87 dólares. À mesma hora, o contrato de Novembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) era transaccionado no NYMEX de Nova Iorque a desvalorizar 1,77 dólares para os 88,29 dólares.
O Departamento de Energia (DoE) dos EUA anunciou hoje que as reservas de ‘ouro negro’ do país cresceram em 8,12 milhões de barris para os 302,6 milhões de barris na semana terminada a 3 de Outubro, com o retomar das importações e da produção, depois terem sido interrompidas no mês passado devido aos furacões.
Ontem, o DoE anunciou que cortou as suas estimativas de procura de petróleo a nível global para 2008, esperando agora 86,14 mil milhões de barris por dia, o que representa uma descida de 340 mil barris face à previsão anterior.
"Os grandes aumentos [das reservas] de crude e gasolina foram as grandes surpresas dos números da semana. Os números relativos à procura foram surpreendentemente fracos", disse à Bloomberg um analista da Citi Futures Perspective.
Os especialistas notam que os preços do crude estão a aliviar dos mínimos da sessão devido às notícias de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) poderá reunir-se no próximo dia 18 de Novembro em Viena para debater o feito da crise financeira nos mercados
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Corte de produção é possível
OPEP pode reunir de emergência no próximo mês
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) poderá reunir-se no próximo dia 18 de Novembro em Viena para debater o impacto da crise financeira nos mercados petrolíferos, afirmou um responsável líbio da área da energia.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) poderá reunir-se no próximo dia 18 de Novembro em Viena para debater o impacto da crise financeira nos mercados petrolíferos, afirmou um responsável líbio da área da energia.
A agência noticiosa argelina também refere que está a ser ponderada a realização desse encontro extraordinário.
Shokri Ghanem, presidente da National Oil Corp. da Líbia, afirmou em entrevista à Bloomberg que é necessário um encontro com urgência e reiterou o apelo a um novo corte da produção da OPEP – fornecedora de mais de 40% do crude mundial.
A próxima reunião ministerial do cartel está agendada para 17 de Dezembro em Oran, na Argélia, onde será debatido o actual plafond de produção dos seus membros.
Na sua última reunião, a 10 de Setembro em Viena, a OPEP decidiu cumprir rigidamente os níveis formais de produção definidos para cada membro, uma iniciativa que poderá reduzir a oferta de petróleo ao mercado em 500.000 barris por dia.
A OPEP poderá ter de “intervir” para “equilibrar os fundamentais do mercado”, comentou ontem à Bloomberg o ministro nigeriano da Energia, Odein Ajumogobia.
Também ontem, o ministro do Petróleo do Qatar disse que está a reduzir a sua produção, em linha com as quotas oficiais definidas pela OPEP. Por outro lado, o presidente do cartel, Chakib Khelil, disse que a OPEP tomará “medidas adequadas” para estabilizar os mercados internacionais.
O West Texas Intermediate (WTI), crude de referência para os Estados Unidos, já perdeu 40% desde o seu máximo histórico de 147,27 dólares por barril atingido a 11 de Julho, uma vez que o deteriorar da crise financeira mundial ameaça restringir o crescimento económico e a procura de energia.
OPEP pode reunir de emergência no próximo mês
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) poderá reunir-se no próximo dia 18 de Novembro em Viena para debater o impacto da crise financeira nos mercados petrolíferos, afirmou um responsável líbio da área da energia.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) poderá reunir-se no próximo dia 18 de Novembro em Viena para debater o impacto da crise financeira nos mercados petrolíferos, afirmou um responsável líbio da área da energia.
A agência noticiosa argelina também refere que está a ser ponderada a realização desse encontro extraordinário.
Shokri Ghanem, presidente da National Oil Corp. da Líbia, afirmou em entrevista à Bloomberg que é necessário um encontro com urgência e reiterou o apelo a um novo corte da produção da OPEP – fornecedora de mais de 40% do crude mundial.
A próxima reunião ministerial do cartel está agendada para 17 de Dezembro em Oran, na Argélia, onde será debatido o actual plafond de produção dos seus membros.
Na sua última reunião, a 10 de Setembro em Viena, a OPEP decidiu cumprir rigidamente os níveis formais de produção definidos para cada membro, uma iniciativa que poderá reduzir a oferta de petróleo ao mercado em 500.000 barris por dia.
A OPEP poderá ter de “intervir” para “equilibrar os fundamentais do mercado”, comentou ontem à Bloomberg o ministro nigeriano da Energia, Odein Ajumogobia.
Também ontem, o ministro do Petróleo do Qatar disse que está a reduzir a sua produção, em linha com as quotas oficiais definidas pela OPEP. Por outro lado, o presidente do cartel, Chakib Khelil, disse que a OPEP tomará “medidas adequadas” para estabilizar os mercados internacionais.
O West Texas Intermediate (WTI), crude de referência para os Estados Unidos, já perdeu 40% desde o seu máximo histórico de 147,27 dólares por barril atingido a 11 de Julho, uma vez que o deteriorar da crise financeira mundial ameaça restringir o crescimento económico e a procura de energia.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Abrandamento da economia
Petróleo abaixo dos 90 dólares com receios de quebra na procura
O petróleo está novamente a desvalorizar nos mercados internacionais, e a cotar já abaixo dos 90 dólares por barril com os investidores a recearem uma forte quebra na procura, nomeadamente por parte dos EUA, em resultado das perspectivas de abrandamento da economia.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O petróleo está novamente a desvalorizar nos mercados internacionais, e a cotar já abaixo dos 90 dólares por barril com os investidores a recearem uma forte quebra na procura, nomeadamente por parte dos EUA, em resultado das perspectivas de abrandamento da economia.
O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, segue a perder 1,52% para 88,69 dólares. Em Londres, mercado que serve de referência às importações nacionais, o Brent segue a negociar nos 83,43 dólares. Está a perder 1,45%, a aliviar da subida de ontem.
A contribuir para a quebra dos preços está a perspectiva de redução no consumo da matéria-prima. Isto porque os investidores estão cada vez mais receosos acerca do impacto desta crise de crédito que tem afundado os mercados accionistas a nível global na economia, em especial a dos EUA.
Ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) veio dar o alerta. A economia mundial caminha para um período de "forte retracção económica", uma vez que o PIB norte-americano está perto da estagnação, salientou o FMI.
Petróleo abaixo dos 90 dólares com receios de quebra na procura
O petróleo está novamente a desvalorizar nos mercados internacionais, e a cotar já abaixo dos 90 dólares por barril com os investidores a recearem uma forte quebra na procura, nomeadamente por parte dos EUA, em resultado das perspectivas de abrandamento da economia.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O petróleo está novamente a desvalorizar nos mercados internacionais, e a cotar já abaixo dos 90 dólares por barril com os investidores a recearem uma forte quebra na procura, nomeadamente por parte dos EUA, em resultado das perspectivas de abrandamento da economia.
O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, segue a perder 1,52% para 88,69 dólares. Em Londres, mercado que serve de referência às importações nacionais, o Brent segue a negociar nos 83,43 dólares. Está a perder 1,45%, a aliviar da subida de ontem.
A contribuir para a quebra dos preços está a perspectiva de redução no consumo da matéria-prima. Isto porque os investidores estão cada vez mais receosos acerca do impacto desta crise de crédito que tem afundado os mercados accionistas a nível global na economia, em especial a dos EUA.
Ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) veio dar o alerta. A economia mundial caminha para um período de "forte retracção económica", uma vez que o PIB norte-americano está perto da estagnação, salientou o FMI.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo cai mais de 6,5% e atinge o valor mais baixo desde 2007 em Londres
Os preços do petróleo seguiam em forte queda, com os investidores a recearem que os EUA e a Europa sejam afectados por uma recessão económica. Estes receios provocaram uma descida superior a 6,5% do barril do Brent , que já tocou no valor mais baixo do último ano.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
Os preços do petróleo seguiam em forte queda, com os investidores a recearem que os EUA e a Europa sejam afectados por uma recessão económica. Estes receios provocaram uma descida superior a 6,5% do barril do “Brent”, que já tocou no valor mais baixo do último ano.
O “Brent”, transaccionado em Londres, cedia 5,62% para os 85,18 dólares, depois de já ter estado a cair um máximo de 6,54% para os 84,35 dólares, o que corresponde ao nível mais baixo desde Outubro de 2007.
Já o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, recuava 5,2% para os 88,93 dólares, tendo tocado nos 88,36 dólares, o que representa o valor mais baixo desde Fevereiro deste ano.
A principal causa para a queda acentuada dos preços da matéria-prima é a especulação em torno de uma recessão económica mundial, o que levaria a uma quebra da procura de combustíveis e isso pressiona os preços do petróleo.
Outro factor que está a penalizar a negociação da matéria-prima é a valorização do dólar, que torna os investimentos neste tipo de activos menos atractivos.
Os preços do petróleo seguiam em forte queda, com os investidores a recearem que os EUA e a Europa sejam afectados por uma recessão económica. Estes receios provocaram uma descida superior a 6,5% do barril do Brent , que já tocou no valor mais baixo do último ano.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
Os preços do petróleo seguiam em forte queda, com os investidores a recearem que os EUA e a Europa sejam afectados por uma recessão económica. Estes receios provocaram uma descida superior a 6,5% do barril do “Brent”, que já tocou no valor mais baixo do último ano.
O “Brent”, transaccionado em Londres, cedia 5,62% para os 85,18 dólares, depois de já ter estado a cair um máximo de 6,54% para os 84,35 dólares, o que corresponde ao nível mais baixo desde Outubro de 2007.
Já o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, recuava 5,2% para os 88,93 dólares, tendo tocado nos 88,36 dólares, o que representa o valor mais baixo desde Fevereiro deste ano.
A principal causa para a queda acentuada dos preços da matéria-prima é a especulação em torno de uma recessão económica mundial, o que levaria a uma quebra da procura de combustíveis e isso pressiona os preços do petróleo.
Outro factor que está a penalizar a negociação da matéria-prima é a valorização do dólar, que torna os investimentos neste tipo de activos menos atractivos.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
As reservas aumentaram 1.5% (um virgula cinco porcento)...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Um aumento de 6848%?
Estás a falar de quê?
Estás a falar de quê?
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: Reservas de petróleo dos EUA aumentam
Ignorem o post pff:
Marco, eu sei que o petróleo não desce desde ontem, tenho acompanhado as cotações e os argumentos no tópico da galp que tem levado a argumentações demasiado apaixonadas de todas as partes...
O que eu quis dizer foi como é possível que a informação relativamente ao crude sobre:
"As reservas petrolíferas dos EUA aumentaram em 4,3 milhões de barris na semana terminada a 26 de Setembro, para os 294,5 milhões de barris, anunciou esta quarta-feira o Departamento de Energia norte-americano."
So se saiba depois do verão, sendo que uma das razões para assistirmos ao preço especulativo durante o Verão era a diminuição das reservas petrolíferas nos EUA, logo da oferta...
Um aumento de 6848% nas reservas de petróleo dos EUA não acontece de um dia para o outro... Ele não nasce, não se produz, está lá...
Ou é descoberto (o que é estranho ter sido descoberta esta quantidade assim de um momento para o outro) ou é escondido com o objectivo de esconder a oferta e, logo, especular o preço do mesmo e seus derivados.
Pode-se argumentar o que se quiser, não estou a escrever este post com o objectivo de "levantar mais ondas" sobre o subject, no entanto este número poderia ter sido "informado" ao longo do tempo para evitar a especualção que se assistiu, concordas comigo?
MarcoAntonio Escreveu:Bocciardi Escreveu:Porquê é que está informação só saio agora, depois de se ter passado um verão com uma especulação extraodinária desta matéria-prima... Será que este aumento se deu nos últimos 4 meses?!?!?!?
Isto é escandaloso!!!
Não é bem assim.
O máximo do crude deu-se em Julho. O crude está a corrigir há quase 4 meses...
Outro dado ainda: as margens nos refinados (especialmente na gasolina) esteviveram muito baixas durante o Verão onde a procura (nos EUA) foi abaixo do esperada. Isso não é novidade nenhuma e é natural que as reservas aumentem (eu próprio já falei disso no tópico dos combustíveis e deixei uma notícia audio com várias semanas que aborda isso entre outras coisas).
O crude não está a corrigir desde ontem, está a corrigir há quase 4 meses. E houve outras notícias anteriores que estão em sintonia com esta e que ajudam também a perceber (pelo menos parcialmente) o movimento dos últimos meses...
Marco, eu sei que o petróleo não desce desde ontem, tenho acompanhado as cotações e os argumentos no tópico da galp que tem levado a argumentações demasiado apaixonadas de todas as partes...
O que eu quis dizer foi como é possível que a informação relativamente ao crude sobre:
"As reservas petrolíferas dos EUA aumentaram em 4,3 milhões de barris na semana terminada a 26 de Setembro, para os 294,5 milhões de barris, anunciou esta quarta-feira o Departamento de Energia norte-americano."
So se saiba depois do verão, sendo que uma das razões para assistirmos ao preço especulativo durante o Verão era a diminuição das reservas petrolíferas nos EUA, logo da oferta...
Um aumento de 6848% nas reservas de petróleo dos EUA não acontece de um dia para o outro... Ele não nasce, não se produz, está lá...
Ou é descoberto (o que é estranho ter sido descoberta esta quantidade assim de um momento para o outro) ou é escondido com o objectivo de esconder a oferta e, logo, especular o preço do mesmo e seus derivados.
Pode-se argumentar o que se quiser, não estou a escrever este post com o objectivo de "levantar mais ondas" sobre o subject, no entanto este número poderia ter sido "informado" ao longo do tempo para evitar a especualção que se assistiu, concordas comigo?
Editado pela última vez por Bocciardi em 2/10/2008 8:39, num total de 1 vez.
Já agora, no último podcast disponível voltam a falar da questão da (quebra da) procura. Deixo o link:
http://www.platts.com/elqNow/elqRedir.h ... 092608.mp3
Este podcast é de 26 de Setembro mas a questão já foi abordada em podcasts anteriores e já coloquei um deles aqui no forum.
http://www.platts.com/elqNow/elqRedir.h ... 092608.mp3
Este podcast é de 26 de Setembro mas a questão já foi abordada em podcasts anteriores e já coloquei um deles aqui no forum.
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: Reservas de petróleo dos EUA aumentam
Bocciardi Escreveu:Porquê é que está informação só saio agora, depois de se ter passado um verão com uma especulação extraodinária desta matéria-prima... Será que este aumento se deu nos últimos 4 meses?!?!?!?
Isto é escandaloso!!!
Não é bem assim.
O máximo do crude deu-se em Julho. O crude está a corrigir há quase 4 meses...
Outro dado ainda: as margens nos refinados (especialmente na gasolina) esteviveram muito baixas durante o Verão onde a procura (nos EUA) foi abaixo do esperada. Isso não é novidade nenhuma e é natural que as reservas aumentem (eu próprio já falei disso no tópico dos combustíveis e deixei uma notícia audio com várias semanas que aborda isso entre outras coisas).
O crude não está a corrigir desde ontem, está a corrigir há quase 4 meses. E houve outras notícias anteriores que estão em sintonia com esta e que ajudam também a perceber (pelo menos parcialmente) o movimento dos últimos meses...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Reservas de petróleo dos EUA aumentam
Reservas de petróleo dos EUA aumentam
As reservas petrolíferas dos EUA aumentaram em 4,3 milhões de barris na semana terminada a 26 de Setembro, para os 294,5 milhões de barris, anunciou esta quarta-feira o Departamento de Energia norte-americano.
A maioria dos analistas esperava um incremento de apenas 3,4 milhões de barris.
As reservas de gasolina subiram em 900 mil barris, para os 179,6 milhões. Os analistas antecipavam uma quebra de 1,7 milhões de barris.
As reservas de produtos destilados diminuíram em 2,3 milhões, para os 123,1 milhões de barris. Os analistas previam uma queda de 800 mil barris.
in DinheiroDigital
Ignorem o resto do post pff:
Porquê é que está informação só saio agora, depois de se ter passado um verão com uma especulação extraodinária desta matéria-prima... Será que este aumento se deu nos últimos 4 meses?!?!?!?
Isto é escandaloso!!!
Uma vez mais os meios de regulação do mercado naquele país estão completamente imiscuídos com o sistema.
As reservas petrolíferas dos EUA aumentaram em 4,3 milhões de barris na semana terminada a 26 de Setembro, para os 294,5 milhões de barris, anunciou esta quarta-feira o Departamento de Energia norte-americano.
A maioria dos analistas esperava um incremento de apenas 3,4 milhões de barris.
As reservas de gasolina subiram em 900 mil barris, para os 179,6 milhões. Os analistas antecipavam uma quebra de 1,7 milhões de barris.
As reservas de produtos destilados diminuíram em 2,3 milhões, para os 123,1 milhões de barris. Os analistas previam uma queda de 800 mil barris.
in DinheiroDigital
Ignorem o resto do post pff:
Porquê é que está informação só saio agora, depois de se ter passado um verão com uma especulação extraodinária desta matéria-prima... Será que este aumento se deu nos últimos 4 meses?!?!?!?
Isto é escandaloso!!!
Uma vez mais os meios de regulação do mercado naquele país estão completamente imiscuídos com o sistema.
Editado pela última vez por Bocciardi em 2/10/2008 8:38, num total de 1 vez.
A mistura explosiva continua a carburar: petroleo em forte alta; euro em forte baixa.
Para nós europeus o crude está a subir já 9%, possivelmente uma das maiores subidas de que há memória.
Está agora a valer 72 euros, sendo que ontem chegou a estar abaixo dos 66 euros.
Para nós europeus o crude está a subir já 9%, possivelmente uma das maiores subidas de que há memória.
Está agora a valer 72 euros, sendo que ontem chegou a estar abaixo dos 66 euros.
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Petróleo a caminho de registar maior queda trimestral em 17 anos
Os futuros do petróleo encaminham-se para registar a maior queda trimestral, no terceiro trimestre, perante preocupações de que o abrandamento do crescimento económico vai conduzir à redução da procura pela matéria-prima a nível mundial, numa altura em que o dólar valoriza.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
Os futuros do petróleo encaminham-se para registar a maior queda trimestral, no terceiro trimestre, perante preocupações de que o abrandamento do crescimento económico vai conduzir à redução da procura pela matéria-prima a nível mundial, numa altura em que o dólar valoriza.
No trimestre, o petróleo chegou a negociar a 56 dólares do máximo histórico, nos 147,27 dólares por barril no dia 11 de Julho, ao cotar nos 90,51 dólares por barril dia 16 de Setembro, uma vez que as preocupações com os fornecimentos de longo prazo abriram caminho a previsões de que uma recessão levasse a uma queda no uso dos combustíveis.
O petróleo em Nova Iorque, para entrega em Novembro, caiu 42,12 dólares, ou 30%, para os 97,88 dólares por barril nos três meses que terminaram hoje. Isto irá ser a primeira queda em sete trimestres.
Paralelamente, o dólar está a ter o seu maior ganho trimestral face ao euro. O avanço da moeda norte-americana no trimestre reduziu o apetite entre os investidores que compraram energia e metais como refúgio à queda do dólar no início do ano. Hoje, o euro caiu o máximo face ao dólar desde a sua introdução, ou seja, 1999.
A Agência Internacional de Energia reviu em baixa as estimativas de procura para 2008, uma vez que a subida dos preços da gasolina e o abrandamento económico fizeram com que a procura pelo gasóleo e gasolina baixassem.
Os futuros do petróleo encaminham-se para registar a maior queda trimestral, no terceiro trimestre, perante preocupações de que o abrandamento do crescimento económico vai conduzir à redução da procura pela matéria-prima a nível mundial, numa altura em que o dólar valoriza.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
Os futuros do petróleo encaminham-se para registar a maior queda trimestral, no terceiro trimestre, perante preocupações de que o abrandamento do crescimento económico vai conduzir à redução da procura pela matéria-prima a nível mundial, numa altura em que o dólar valoriza.
No trimestre, o petróleo chegou a negociar a 56 dólares do máximo histórico, nos 147,27 dólares por barril no dia 11 de Julho, ao cotar nos 90,51 dólares por barril dia 16 de Setembro, uma vez que as preocupações com os fornecimentos de longo prazo abriram caminho a previsões de que uma recessão levasse a uma queda no uso dos combustíveis.
O petróleo em Nova Iorque, para entrega em Novembro, caiu 42,12 dólares, ou 30%, para os 97,88 dólares por barril nos três meses que terminaram hoje. Isto irá ser a primeira queda em sete trimestres.
Paralelamente, o dólar está a ter o seu maior ganho trimestral face ao euro. O avanço da moeda norte-americana no trimestre reduziu o apetite entre os investidores que compraram energia e metais como refúgio à queda do dólar no início do ano. Hoje, o euro caiu o máximo face ao dólar desde a sua introdução, ou seja, 1999.
A Agência Internacional de Energia reviu em baixa as estimativas de procura para 2008, uma vez que a subida dos preços da gasolina e o abrandamento económico fizeram com que a procura pelo gasóleo e gasolina baixassem.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Hoje está a passar-se o inverso com o crude a subir e o Euro a descer bastante face ao dolar. Temos assim uma subida de 6% quando em USD é de apenas 3%...
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Já agora, para nós Europeus a queda é especialmente acentuada dado que não foi acompanhada por uma queda forte do EURUSD (como tem acontecido noutros momentos de quebra forte no crude).
Neste momento o barril está a valer sensivelmente 66 euros.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Petróleo cai 10 dólares para os 96 dólares com não aprovação do plano de urgência
O petróleo desvalorizou dez dólares em Nova Iorque para os 96,89 dólares numa altura em que o "não" ao plano de urgência apresentado pela administração de George W. Bush está à frente na Casa dos Representantes do Congresso dos EUA.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O petróleo desvalorizou dez dólares em Nova Iorque para os 96,89 dólares numa altura em que o “não” ao plano de urgência apresentado pela administração de George W. Bush está à frente na Casa dos Representantes do Congresso dos EUA.
O crude perde, assim dez dólares para negociar nos 96,89 dólares por bariil.
Avaliado em cerca de 700 mil milhões de dólares, o plano de urgência apresentado pela administração de George W. Bush encontrou muitas reticências por parte dos democratas e até mesmo do próprio partido republicano, que vê com maus olhos a intervenção.
Por isso, o “não” ao plano encontra-se neste momento à frente na discussão do plano que está a decorrer na Casa dos Representantes do Congresso norte-americano.
Quer as bolsas mundiais quer o petróleo estavam em queda devido aos recentes acontecimentos, com vários bancos a precisarem da intervenção estatal para não entrarem em colapso. A medida apresentada pela administração aliviava embora não ajudasse à recuperação total das bolsas. No entanto, com a sua não aprovação, a depressão é agora profunda com as bolsas norte-americanas a afundarem mais de 6%.
O petróleo desvalorizou dez dólares em Nova Iorque para os 96,89 dólares numa altura em que o "não" ao plano de urgência apresentado pela administração de George W. Bush está à frente na Casa dos Representantes do Congresso dos EUA.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O petróleo desvalorizou dez dólares em Nova Iorque para os 96,89 dólares numa altura em que o “não” ao plano de urgência apresentado pela administração de George W. Bush está à frente na Casa dos Representantes do Congresso dos EUA.
O crude perde, assim dez dólares para negociar nos 96,89 dólares por bariil.
Avaliado em cerca de 700 mil milhões de dólares, o plano de urgência apresentado pela administração de George W. Bush encontrou muitas reticências por parte dos democratas e até mesmo do próprio partido republicano, que vê com maus olhos a intervenção.
Por isso, o “não” ao plano encontra-se neste momento à frente na discussão do plano que está a decorrer na Casa dos Representantes do Congresso norte-americano.
Quer as bolsas mundiais quer o petróleo estavam em queda devido aos recentes acontecimentos, com vários bancos a precisarem da intervenção estatal para não entrarem em colapso. A medida apresentada pela administração aliviava embora não ajudasse à recuperação total das bolsas. No entanto, com a sua não aprovação, a depressão é agora profunda com as bolsas norte-americanas a afundarem mais de 6%.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Aqui vai o gráfico.
O gráfico não está actualizado mas assinalei o valor deste momento...
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FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Descem mais de 7%
Preços do petróleo registam maior queda em quase sete anos
Os preços do petróleo desciam mais de 7% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Nova Iorque, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 98 dólares por barril.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo desciam mais de 7% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Nova Iorque, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 99 dólares por barril.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque perde 7,79% para os 98,56 dólares, depois de ter chegado a cair 8,36% para 97,95 dólares, a maior descida desde Novembro de 2001. Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 7,17% para os 96,12 dólares.
Os responsáveis norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro da maior economia do mundo, devendo este ser votado na próxima quarta-feira no Senado.
No entanto, este acordo não foi suficiente para reduzir as taxas de juro no curto prazo o que leva os investidores a temer que não seja suficiente para garantir a estabilidade dos mercados mundiais.
“O petróleo está em baixa porque a economia está muito frágil”, explicou um operador à Bloomberg.
As matérias primas estão a ser pressionadas pela valorização do dólar face ao euro e à libra, que registou hoje a maior queda em 15 anos. A subida da moeda norte-americana reduz a procura dos contratos de “commodities” como forma de investimento.
Preços do petróleo registam maior queda em quase sete anos
Os preços do petróleo desciam mais de 7% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Nova Iorque, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 98 dólares por barril.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo desciam mais de 7% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Nova Iorque, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 99 dólares por barril.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque perde 7,79% para os 98,56 dólares, depois de ter chegado a cair 8,36% para 97,95 dólares, a maior descida desde Novembro de 2001. Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 7,17% para os 96,12 dólares.
Os responsáveis norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro da maior economia do mundo, devendo este ser votado na próxima quarta-feira no Senado.
No entanto, este acordo não foi suficiente para reduzir as taxas de juro no curto prazo o que leva os investidores a temer que não seja suficiente para garantir a estabilidade dos mercados mundiais.
“O petróleo está em baixa porque a economia está muito frágil”, explicou um operador à Bloomberg.
As matérias primas estão a ser pressionadas pela valorização do dólar face ao euro e à libra, que registou hoje a maior queda em 15 anos. A subida da moeda norte-americana reduz a procura dos contratos de “commodities” como forma de investimento.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Descem mais de 6%
Preços do petróleo registam maior queda em quase quatro anos
Os preços do petróleo desciam mais de 6% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Londres, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 97 dólares por barril.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo desciam mais de 6% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Londres, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 97 dólares por barril.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque perde 6,08% para os 100,39 dólares e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 6,90% para os 96,40 dólares. Estas são as maiores quedas registadas desde Dezembro de 2004.
Os responsáveis norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro da maior economia do mundo, devendo este ser votado na próxima quarta-feira no Senado.
No entanto, este acordo não foi suficiente para reduzir as taxas de juro no curto prazo o que leva os investidores a temer que não seja suficiente para garantir a estabilidade dos mercados mundiais.
“O petróleo está em baixa porque a economia está muito frágil”, explicou um operador à Bloomberg.
As matérias primas estão a ser pressionadas pela valorização do dólar face ao euro e à libra, que registou hoje a maior queda em 15 anos. A subida da moeda norte-americana reduz a procura dos contratos de “commodities” como forma de investimento.
Preços do petróleo registam maior queda em quase quatro anos
Os preços do petróleo desciam mais de 6% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Londres, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 97 dólares por barril.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo desciam mais de 6% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Londres, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 97 dólares por barril.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque perde 6,08% para os 100,39 dólares e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 6,90% para os 96,40 dólares. Estas são as maiores quedas registadas desde Dezembro de 2004.
Os responsáveis norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro da maior economia do mundo, devendo este ser votado na próxima quarta-feira no Senado.
No entanto, este acordo não foi suficiente para reduzir as taxas de juro no curto prazo o que leva os investidores a temer que não seja suficiente para garantir a estabilidade dos mercados mundiais.
“O petróleo está em baixa porque a economia está muito frágil”, explicou um operador à Bloomberg.
As matérias primas estão a ser pressionadas pela valorização do dólar face ao euro e à libra, que registou hoje a maior queda em 15 anos. A subida da moeda norte-americana reduz a procura dos contratos de “commodities” como forma de investimento.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo avança mais de 2% com perspectivas de aumento da procura
O petróleo inverteu da tendência de queda estando agora a negociar em alta, estando a avançar mais de 2% nos dois mercados de referência. A impulsionar a matéria-prima estão as expectativas de que o plano do governo norte-americano para salvar o sistema financeiro seja aprovado, evitando que a economia entre em recessão.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo inverteu da tendência de queda estando agora a negociar em alta, estando a avançar mais de 2% nos dois mercados de referência. A impulsionar a matéria-prima está a aprovação por parte do Senado de um “conjunto de princípios” para o plano para salvar o sistema financeiro dos EUA.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a negociar nos 108,32 dólares ao registar uma valorização de 2,45% e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, avança 2,18% para os 104,68 dólares por barril.
O presidente do comité do Senado para a banca, Christopher Dodd, afirmou que os Republicanos e os Democratas acordaram um “conjunto de princípios” para o plano para salvar o sistema financeiro dos EUA.
Dodd, que falou aos jornalistas, afirmou que os princípios hoje acordados vão permitir ao Congresso “agir rapidamente” e “enviar um sinal aos mercados”, de acordo com a Bloomberg.
Com os investidores a acreditarem numa recuperação da maior economia do mundo, os receios de uma redução da procura de combustíveis diminuem, o que está a impulsionar a matéria-prima.
Também a contribuir para a tendência está a queda das reservas de gasolina nos EUA, na semana passada para o valor mais baixo dos últimos 41 anos.
O petróleo inverteu da tendência de queda estando agora a negociar em alta, estando a avançar mais de 2% nos dois mercados de referência. A impulsionar a matéria-prima estão as expectativas de que o plano do governo norte-americano para salvar o sistema financeiro seja aprovado, evitando que a economia entre em recessão.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo inverteu da tendência de queda estando agora a negociar em alta, estando a avançar mais de 2% nos dois mercados de referência. A impulsionar a matéria-prima está a aprovação por parte do Senado de um “conjunto de princípios” para o plano para salvar o sistema financeiro dos EUA.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a negociar nos 108,32 dólares ao registar uma valorização de 2,45% e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, avança 2,18% para os 104,68 dólares por barril.
O presidente do comité do Senado para a banca, Christopher Dodd, afirmou que os Republicanos e os Democratas acordaram um “conjunto de princípios” para o plano para salvar o sistema financeiro dos EUA.
Dodd, que falou aos jornalistas, afirmou que os princípios hoje acordados vão permitir ao Congresso “agir rapidamente” e “enviar um sinal aos mercados”, de acordo com a Bloomberg.
Com os investidores a acreditarem numa recuperação da maior economia do mundo, os receios de uma redução da procura de combustíveis diminuem, o que está a impulsionar a matéria-prima.
Também a contribuir para a tendência está a queda das reservas de gasolina nos EUA, na semana passada para o valor mais baixo dos últimos 41 anos.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe

