Petróleo - Tópico Geral
Descem mais de 7%
Preços do petróleo registam maior queda em quase sete anos
Os preços do petróleo desciam mais de 7% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Nova Iorque, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 98 dólares por barril.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo desciam mais de 7% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Nova Iorque, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 99 dólares por barril.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque perde 7,79% para os 98,56 dólares, depois de ter chegado a cair 8,36% para 97,95 dólares, a maior descida desde Novembro de 2001. Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 7,17% para os 96,12 dólares.
Os responsáveis norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro da maior economia do mundo, devendo este ser votado na próxima quarta-feira no Senado.
No entanto, este acordo não foi suficiente para reduzir as taxas de juro no curto prazo o que leva os investidores a temer que não seja suficiente para garantir a estabilidade dos mercados mundiais.
“O petróleo está em baixa porque a economia está muito frágil”, explicou um operador à Bloomberg.
As matérias primas estão a ser pressionadas pela valorização do dólar face ao euro e à libra, que registou hoje a maior queda em 15 anos. A subida da moeda norte-americana reduz a procura dos contratos de “commodities” como forma de investimento.
Preços do petróleo registam maior queda em quase sete anos
Os preços do petróleo desciam mais de 7% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Nova Iorque, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 98 dólares por barril.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo desciam mais de 7% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Nova Iorque, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 99 dólares por barril.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque perde 7,79% para os 98,56 dólares, depois de ter chegado a cair 8,36% para 97,95 dólares, a maior descida desde Novembro de 2001. Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 7,17% para os 96,12 dólares.
Os responsáveis norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro da maior economia do mundo, devendo este ser votado na próxima quarta-feira no Senado.
No entanto, este acordo não foi suficiente para reduzir as taxas de juro no curto prazo o que leva os investidores a temer que não seja suficiente para garantir a estabilidade dos mercados mundiais.
“O petróleo está em baixa porque a economia está muito frágil”, explicou um operador à Bloomberg.
As matérias primas estão a ser pressionadas pela valorização do dólar face ao euro e à libra, que registou hoje a maior queda em 15 anos. A subida da moeda norte-americana reduz a procura dos contratos de “commodities” como forma de investimento.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Descem mais de 6%
Preços do petróleo registam maior queda em quase quatro anos
Os preços do petróleo desciam mais de 6% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Londres, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 97 dólares por barril.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo desciam mais de 6% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Londres, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 97 dólares por barril.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque perde 6,08% para os 100,39 dólares e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 6,90% para os 96,40 dólares. Estas são as maiores quedas registadas desde Dezembro de 2004.
Os responsáveis norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro da maior economia do mundo, devendo este ser votado na próxima quarta-feira no Senado.
No entanto, este acordo não foi suficiente para reduzir as taxas de juro no curto prazo o que leva os investidores a temer que não seja suficiente para garantir a estabilidade dos mercados mundiais.
“O petróleo está em baixa porque a economia está muito frágil”, explicou um operador à Bloomberg.
As matérias primas estão a ser pressionadas pela valorização do dólar face ao euro e à libra, que registou hoje a maior queda em 15 anos. A subida da moeda norte-americana reduz a procura dos contratos de “commodities” como forma de investimento.
Preços do petróleo registam maior queda em quase quatro anos
Os preços do petróleo desciam mais de 6% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Londres, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 97 dólares por barril.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo desciam mais de 6% nos mercados internacionais com os investidores a recearem que o plano de salvamento do sistema financeiro norte-americano não seja suficiente para estabilizar a economia mundial. Em Londres, a matéria-prima já negoceia abaixo dos 97 dólares por barril.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque perde 6,08% para os 100,39 dólares e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 6,90% para os 96,40 dólares. Estas são as maiores quedas registadas desde Dezembro de 2004.
Os responsáveis norte-americanos chegaram a um acordo quanto ao plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro da maior economia do mundo, devendo este ser votado na próxima quarta-feira no Senado.
No entanto, este acordo não foi suficiente para reduzir as taxas de juro no curto prazo o que leva os investidores a temer que não seja suficiente para garantir a estabilidade dos mercados mundiais.
“O petróleo está em baixa porque a economia está muito frágil”, explicou um operador à Bloomberg.
As matérias primas estão a ser pressionadas pela valorização do dólar face ao euro e à libra, que registou hoje a maior queda em 15 anos. A subida da moeda norte-americana reduz a procura dos contratos de “commodities” como forma de investimento.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Petróleo avança mais de 2% com perspectivas de aumento da procura
O petróleo inverteu da tendência de queda estando agora a negociar em alta, estando a avançar mais de 2% nos dois mercados de referência. A impulsionar a matéria-prima estão as expectativas de que o plano do governo norte-americano para salvar o sistema financeiro seja aprovado, evitando que a economia entre em recessão.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo inverteu da tendência de queda estando agora a negociar em alta, estando a avançar mais de 2% nos dois mercados de referência. A impulsionar a matéria-prima está a aprovação por parte do Senado de um “conjunto de princípios” para o plano para salvar o sistema financeiro dos EUA.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a negociar nos 108,32 dólares ao registar uma valorização de 2,45% e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, avança 2,18% para os 104,68 dólares por barril.
O presidente do comité do Senado para a banca, Christopher Dodd, afirmou que os Republicanos e os Democratas acordaram um “conjunto de princípios” para o plano para salvar o sistema financeiro dos EUA.
Dodd, que falou aos jornalistas, afirmou que os princípios hoje acordados vão permitir ao Congresso “agir rapidamente” e “enviar um sinal aos mercados”, de acordo com a Bloomberg.
Com os investidores a acreditarem numa recuperação da maior economia do mundo, os receios de uma redução da procura de combustíveis diminuem, o que está a impulsionar a matéria-prima.
Também a contribuir para a tendência está a queda das reservas de gasolina nos EUA, na semana passada para o valor mais baixo dos últimos 41 anos.
O petróleo inverteu da tendência de queda estando agora a negociar em alta, estando a avançar mais de 2% nos dois mercados de referência. A impulsionar a matéria-prima estão as expectativas de que o plano do governo norte-americano para salvar o sistema financeiro seja aprovado, evitando que a economia entre em recessão.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo inverteu da tendência de queda estando agora a negociar em alta, estando a avançar mais de 2% nos dois mercados de referência. A impulsionar a matéria-prima está a aprovação por parte do Senado de um “conjunto de princípios” para o plano para salvar o sistema financeiro dos EUA.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a negociar nos 108,32 dólares ao registar uma valorização de 2,45% e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, avança 2,18% para os 104,68 dólares por barril.
O presidente do comité do Senado para a banca, Christopher Dodd, afirmou que os Republicanos e os Democratas acordaram um “conjunto de princípios” para o plano para salvar o sistema financeiro dos EUA.
Dodd, que falou aos jornalistas, afirmou que os princípios hoje acordados vão permitir ao Congresso “agir rapidamente” e “enviar um sinal aos mercados”, de acordo com a Bloomberg.
Com os investidores a acreditarem numa recuperação da maior economia do mundo, os receios de uma redução da procura de combustíveis diminuem, o que está a impulsionar a matéria-prima.
Também a contribuir para a tendência está a queda das reservas de gasolina nos EUA, na semana passada para o valor mais baixo dos últimos 41 anos.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo perde mais de 4% com receios de recessão económica
O preço do petróleo está a perder cerca de 4% nos mercados norte-americano e londrino. Regressaram ao mercado os receios de uma recessão económica nos Estados Unidos e consequente abrandamento da procura de combustíveis no país.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O preço do petróleo está a perder mais de 4% nos mercados norte-americano e londrino. Regressaram ao mercado os receios de uma recessão económica nos Estados Unidos e consequente abrandamento da procura de combustíveis no país.
O West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, recua 4,43% para os 104,53 dólares por barril. Em Londres, o barril de Brent, que serve de referência às importações portuguesas, perde 4,21% para os 101,58 dólares.
O mercado receia que a economia dos Estados Unidos não escape a uma recessão económica, apesar do plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro.
“Não parece que o plano de 700 mil milhões de dólares vá ajudar a procura no final de contas, porque os consumidores vão ser atingidos por preços mais elevados” afirmou Peter Beutel presidente do Cameron Hanover citado pela Bloomberg.
Ontem, o preço do petróleo registou a maior valorização de sempre no mercado norte-americano. O contrato de Outubro, que expirou ontem, chegou a valorizar mais de 24 dólares no final do dia de ontem, para 130 dólares o barril, o que representou a maior subida diária de sempre da matéria-prima.
Esta forte valorização foi exacerbada pelo fim do contrato de Outubro, o que levou os investidores a fecharem as posições curtas que tinham neste contrato.
A forte valorização de ontem não “se vai verificar com o contrato de Novembro, que vai negociar durante um mês” acrescentou Beutel.
O preço do petróleo está a perder cerca de 4% nos mercados norte-americano e londrino. Regressaram ao mercado os receios de uma recessão económica nos Estados Unidos e consequente abrandamento da procura de combustíveis no país.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O preço do petróleo está a perder mais de 4% nos mercados norte-americano e londrino. Regressaram ao mercado os receios de uma recessão económica nos Estados Unidos e consequente abrandamento da procura de combustíveis no país.
O West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, recua 4,43% para os 104,53 dólares por barril. Em Londres, o barril de Brent, que serve de referência às importações portuguesas, perde 4,21% para os 101,58 dólares.
O mercado receia que a economia dos Estados Unidos não escape a uma recessão económica, apesar do plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro.
“Não parece que o plano de 700 mil milhões de dólares vá ajudar a procura no final de contas, porque os consumidores vão ser atingidos por preços mais elevados” afirmou Peter Beutel presidente do Cameron Hanover citado pela Bloomberg.
Ontem, o preço do petróleo registou a maior valorização de sempre no mercado norte-americano. O contrato de Outubro, que expirou ontem, chegou a valorizar mais de 24 dólares no final do dia de ontem, para 130 dólares o barril, o que representou a maior subida diária de sempre da matéria-prima.
Esta forte valorização foi exacerbada pelo fim do contrato de Outubro, o que levou os investidores a fecharem as posições curtas que tinham neste contrato.
A forte valorização de ontem não “se vai verificar com o contrato de Novembro, que vai negociar durante um mês” acrescentou Beutel.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo cai mais de 2% e negoceia abaixo dos 107 dólares em Nova Iorque
O preço do petróleo está a perder mais de 2% nos mercados norte-americano e londrino. Regressaram ao mercado os receios de uma recessão económica nos Estados Unidos e consequente abrandamento da procura de combustíveis no país.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
O preço do petróleo está a perder mais de 2% nos mercados norte-americano e londrino. Regressaram ao mercado os receios de uma recessão económica nos Estados Unidos e consequente abrandamento da procura de combustíveis no país.
O West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, recua 2,52% para os 106,61 dólares por barril. Em Londres, o barril de Brent, que serve de referência às importações portuguesas, perde 2,64% para os 103,24 dólares.
O mercado receia que a economia dos Estados Unidos não escape a uma recessão económica, apesar do plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro.
Ontem, o preço do petróleo registou a maior valorização de sempre no mercado norte-americano. O contrato de Outubro, que expirou ontem, chegou a valorizar mais de 24 dólares no final do dia de ontem, para 130 dólares o barril, o que representou a maior subida diária de sempre da matéria-prima.
Esta forte valorização foi exacerbada pelo fim do contrato de Outubro, o que levou os investidores a fecharem as posições curtas que tinham neste contrato.
O preço do petróleo está a perder mais de 2% nos mercados norte-americano e londrino. Regressaram ao mercado os receios de uma recessão económica nos Estados Unidos e consequente abrandamento da procura de combustíveis no país.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
O preço do petróleo está a perder mais de 2% nos mercados norte-americano e londrino. Regressaram ao mercado os receios de uma recessão económica nos Estados Unidos e consequente abrandamento da procura de combustíveis no país.
O West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, recua 2,52% para os 106,61 dólares por barril. Em Londres, o barril de Brent, que serve de referência às importações portuguesas, perde 2,64% para os 103,24 dólares.
O mercado receia que a economia dos Estados Unidos não escape a uma recessão económica, apesar do plano de 700 mil milhões de dólares para salvar o sistema financeiro.
Ontem, o preço do petróleo registou a maior valorização de sempre no mercado norte-americano. O contrato de Outubro, que expirou ontem, chegou a valorizar mais de 24 dólares no final do dia de ontem, para 130 dólares o barril, o que representou a maior subida diária de sempre da matéria-prima.
Esta forte valorização foi exacerbada pelo fim do contrato de Outubro, o que levou os investidores a fecharem as posições curtas que tinham neste contrato.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Como se já não chegasse o tópico da Galp & Desmistificações, vieste-te apoderar deste também para fazeres previsões do futuro da economia baseados num lag de 3 meses entre o inverso do preço do Oil e o S&P500...
Eu da minha parte dou os parabéns a qualquer tipo de iniciativa em que se demonstre que a minha insanidade não é nada de especial...
Abraço
Eu da minha parte dou os parabéns a qualquer tipo de iniciativa em que se demonstre que a minha insanidade não é nada de especial...
Abraço
There are two kinds of investors: those who don't know where the market is headed, and those who don't know that they don't know.
William Bernstein
William Bernstein
Eu já tinha notado esta correlação há uns tempos e tinha posto um comentário algures, mas só agora notei isto: a correlação parece-me talvez ainda mais perfeita se fizeremos um deslocamento de dois ou três meses (o que sugere que a economia estará também a responder com algum atraso ao que ocorre no crude).
Algo para verificar se se mantém nos próximos tempos...

Algo para verificar se se mantém nos próximos tempos...
- Anexos
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- correl-shift.PNG (7.27 KiB) Visualizado 12033 vezes
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: correlação Petroleo / SP500
MarcoAntonio Escreveu:(...)
Obviamente a correlação não é total. Mas creio que é maior agora do que há uns tempos atrás (dois ou três anos).
(...)
Agora, repare-se no gráfico abaixo.
Parece-me evidente que (se descontarmos a tendência de longo-prazo) a correlação entre os dois aumentou significativamente a partir de meados de 2006.
Uma explicação sobre o que representa o gráfico: trata-se dados semanais do S&P e do crude, descontados de uma média móvel de longo-prazo sendo que o de baixo, relativo ao crude, está flipado na vertical para ajudar na visualização (dado que a correlação em causa é negativa).
- Anexos
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- crude-vs-sp.PNG (30.25 KiB) Visualizado 12062 vezes
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Bem essa correlação é bem alusiva, mesmo a dizer que petróleo dispara...
Pena a minha correctora de forex não negociar petróleo...
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Compra e venda online grátis
http://www.bpd.uni.cc
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Não se deve fazer a comparação assim dessa forma, porque em ambos os gráficos existe uma tendência de longo-prazo que em ambos é ascendente.
Se alguém me fizer chegar uma tabela (que eu possa carregar em excel) com os dados end-of-day digamos dos últimos 5 ou 6 anos (S&P e Crude) eu faço aqui uma análise mais cuidada e com valores...
Eu do S&P até tenho, falta-me é o crude (mas já agora, se alguém me fornecer podia fornecer já os dois na mesma folha/tabela).
Se alguém me fizer chegar uma tabela (que eu possa carregar em excel) com os dados end-of-day digamos dos últimos 5 ou 6 anos (S&P e Crude) eu faço aqui uma análise mais cuidada e com valores...
Eu do S&P até tenho, falta-me é o crude (mas já agora, se alguém me fornecer podia fornecer já os dois na mesma folha/tabela).
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Dwer,
Interessante, se tiveres paciência, podes fazer mais dois gráficos?
Um igual ao último mas mais "achatado".
Outro só desde 2000.
Obrigado e desculpa o pedido...
Abraço
Interessante, se tiveres paciência, podes fazer mais dois gráficos?
Um igual ao último mas mais "achatado".
Outro só desde 2000.
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Abraço
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William Bernstein
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Re: correlação Petroleo / SP500
MarcoAntonio Escreveu:Sholmes Escreveu:Semanal
Conclusão: Não existe correlação![]()
Penso que existe, Sholmes.
Obviamente a correlação não é total. Mas creio que é maior agora do que há uns tempos atrás (dois ou três anos).
Marco, compara o grafico nos ultimos 2 anos e vê se existe alguma correlação. O que se verifica é q alguns dias acompanham-se e outros é o inverso. Tentar encontrar correlações somente pelos valores de ambos é bom para passatempo.
- Anexos
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- 2008-09-23 00-58 QM X8 W.png (31 KiB) Visualizado 12164 vezes
"There is only one side of the market and it is not the bull side or the bear side, but the right side" - Jesse Livermore
- Mensagens: 38
- Registado: 23/7/2008 22:01
Bem especulação no seu melhor, tudo muito alusivo para a subida e escalada do petróleo.
Será que resulta para fazer dinheiro rápido com o petróleo?
Não estou a ver gráficos mas o que constato:
"risco menor para longo prazo"
Será que resulta para fazer dinheiro rápido com o petróleo?
Não estou a ver gráficos mas o que constato:
"risco menor para longo prazo"
Editado pela última vez por superbem em 23/9/2008 1:20, num total de 1 vez.
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Re: correlação Petroleo / SP500
MarcoAntonio Escreveu:Sholmes Escreveu:Semanal
Conclusão: Não existe correlação![]()
Penso que existe, Sholmes.
Obviamente a correlação não é total. Mas creio que é maior agora do que há uns tempos atrás (dois ou três anos).
Se alguém tiver ambos os dados em excel e poder calcular a correlação era interessante (eu não tenho mas posso tentar arranjar).
mensal (12 meses)
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Abraço,
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Marco,
Existe sempre uma correlação, mas umas vezes é negativa, outras positiva...
Bom, bom, seria um indicador ou oscilador baseado na variação da correlação...
Abraço
Existe sempre uma correlação, mas umas vezes é negativa, outras positiva...
Bom, bom, seria um indicador ou oscilador baseado na variação da correlação...
Abraço
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William Bernstein
William Bernstein
Re: correlação Petroleo / SP500
Sholmes Escreveu:Semanal
Conclusão: Não existe correlação![]()
Penso que existe, Sholmes.
Obviamente a correlação não é total. Mas creio que é maior agora do que há uns tempos atrás (dois ou três anos).
Se alguém tiver ambos os dados em excel e poder calcular a correlação era interessante (eu não tenho mas posso tentar arranjar).
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
O que se passou, por mais rídiculo que pareça, foi o que o Fogueiro explicou.
Os especuladores, que se encontravam curtos, não fizeram o rollover de Outubro para Novembro.
No último dia de negociação, as corretoras, fizeram o que sempre fazem. Na ausência de entrega física, fecharam os contratos ao melhor. BUUM... 130 USD!
É hilariante, ridículo e quase inacreditável. Mas é o que aconteceu.
A vida às vezes imita a comédia. Nos mercados financeiros acho que a realidade ultrapassa em muito a comédia mais criativa.
Os especuladores, que se encontravam curtos, não fizeram o rollover de Outubro para Novembro.
No último dia de negociação, as corretoras, fizeram o que sempre fazem. Na ausência de entrega física, fecharam os contratos ao melhor. BUUM... 130 USD!
É hilariante, ridículo e quase inacreditável. Mas é o que aconteceu.
A vida às vezes imita a comédia. Nos mercados financeiros acho que a realidade ultrapassa em muito a comédia mais criativa.
Abraço,
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
correlação Petroleo / SP500
Semanal
Conclusão: Não existe correlação
Umas vezes acompanham-se, outras nem por isso.
O que se passa é que a maior parte dos jornalistas analistas
não faz a minima ideia, custa-lhes não poderem explicar o porquê dos movimentos. Ou melhor, provavelmente não sabendo, estão a contribuir para que haja uma causa-efeito ficticia que promove os grandes movimentos (contrarios
) em certas ocasiões. Como o caso das plataformas offshore que vão fechar por causa dos furacões (causa) com o consequente aumento do crude (efeito). A verdade é que desde o inicio de Setembro o crude (116$) já caiu 10% com um máximo de queda de 25% do valor (90$)
Mas a culpa é dos especuladores, os terriveis, que assim que viram que todo o mundo se ia meter no negocio dos petrois, "deixa-me lá shortar isto para que o pessoal aprenda a não se meter aonde não é chamado"
BN
Conclusão: Não existe correlação
Umas vezes acompanham-se, outras nem por isso.
O que se passa é que a maior parte dos jornalistas analistas
Mas a culpa é dos especuladores, os terriveis, que assim que viram que todo o mundo se ia meter no negocio dos petrois, "deixa-me lá shortar isto para que o pessoal aprenda a não se meter aonde não é chamado"
BN
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- 2008-09-22 23-40 QM X8 W.png (32.93 KiB) Visualizado 12772 vezes
"There is only one side of the market and it is not the bull side or the bear side, but the right side" - Jesse Livermore
- Mensagens: 38
- Registado: 23/7/2008 22:01
limpaesgotos Escreveu:Bolsas dos EUA perdem mais de 3% com escalada do petróleo
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
O que vale é que os jornalistas arranjam sempre um motivo para as subidas e quedas da bolsa.
Assim sim, sinto-me reconfortado. Já posso ir dormir descansado.
Boa noite.
Bolsas dos EUA perdem mais de 3% com escalada do petróleo
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
Os principais índices norte-americanos encerraram a desvalorizar mais de 3%, com a banca, os retalhistas e as tecnológicas a liderarem as perdas no dia em que o petróleo disparou para os 120 dólares por barril, o que provocou uma nova onda de receios de recessão económica nos EUA.
O Dow Jones perdeu hoje 3,27% para os 11.015,69 pontos, o S&P500 recuou 3,82% para os 1.207,12 pontos e o Nasdaq cedeu 4,17% para os 2.178,98 pontos.
Os investidores fizeram reflectir nos índices os receios de que a economia dos EUA não escape a uma recessão. O plano anunciado a semana passada pelas autoridades norte-americanas para salvar o sector financeiro veio animar a negociação bolsistas, mas com a expectativa de que este programa reanimasse a economia o petróleo disparou.
A contribuir para a subida dos preços da matérias-primas estão outros dois factores: a queda do dólar, que torna o investimento nestes contratos mais atractivos, e a mudança de contratos. A forte subida da matéria-prima, num curto espaço, é também, e sobretudo, explicada pelo facto de estar hoje pela última vez a ser negociado o contrato para entrega em Outubro. A subida do contrato de Outubro é explicada pelo facto de os investidores estarem a fechar posições no contrato que hoje termina.
A escalada dos preços do petróleo provocou uma inversão no sentimento dos investidores. Com preços dos combustíveis elevados, os mercados temem que o plano apresentado na quinta-feira não seja suficiente para proteger a economia de uma recessão.
O sector bancário foi um dos mais penalizados, com o JPMorgan a perder 12,54% para os 41,15 dólares e o Citigroup a recuar 3,1% para os 20,01 dólares.
O sector tecnológico também se destacou, com a Cisco a ceder 4,86% para os 23,11 dólares, a Google a desvalorizar 4,23% para os 430,14 dólares e a Apple a perder 7% para os 131,05 dólares.
A General Motores desceu 11,47% para os 11,58 dólares e nem a petrolífera Exxon Mobil escapou e recuou 1,22% para os 78,64 dólares.
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
Os principais índices norte-americanos encerraram a desvalorizar mais de 3%, com a banca, os retalhistas e as tecnológicas a liderarem as perdas no dia em que o petróleo disparou para os 120 dólares por barril, o que provocou uma nova onda de receios de recessão económica nos EUA.
O Dow Jones perdeu hoje 3,27% para os 11.015,69 pontos, o S&P500 recuou 3,82% para os 1.207,12 pontos e o Nasdaq cedeu 4,17% para os 2.178,98 pontos.
Os investidores fizeram reflectir nos índices os receios de que a economia dos EUA não escape a uma recessão. O plano anunciado a semana passada pelas autoridades norte-americanas para salvar o sector financeiro veio animar a negociação bolsistas, mas com a expectativa de que este programa reanimasse a economia o petróleo disparou.
A contribuir para a subida dos preços da matérias-primas estão outros dois factores: a queda do dólar, que torna o investimento nestes contratos mais atractivos, e a mudança de contratos. A forte subida da matéria-prima, num curto espaço, é também, e sobretudo, explicada pelo facto de estar hoje pela última vez a ser negociado o contrato para entrega em Outubro. A subida do contrato de Outubro é explicada pelo facto de os investidores estarem a fechar posições no contrato que hoje termina.
A escalada dos preços do petróleo provocou uma inversão no sentimento dos investidores. Com preços dos combustíveis elevados, os mercados temem que o plano apresentado na quinta-feira não seja suficiente para proteger a economia de uma recessão.
O sector bancário foi um dos mais penalizados, com o JPMorgan a perder 12,54% para os 41,15 dólares e o Citigroup a recuar 3,1% para os 20,01 dólares.
O sector tecnológico também se destacou, com a Cisco a ceder 4,86% para os 23,11 dólares, a Google a desvalorizar 4,23% para os 430,14 dólares e a Apple a perder 7% para os 131,05 dólares.
A General Motores desceu 11,47% para os 11,58 dólares e nem a petrolífera Exxon Mobil escapou e recuou 1,22% para os 78,64 dólares.
Cumprimentos.
" Existem pessoas tão sumamente pobres que só têm dinheiro "
" Existem pessoas tão sumamente pobres que só têm dinheiro "
Crómio Escreveu:Com os ciclones não havia para entrega física suficiente hoje, último dia do CL V8, e os que tratavam do assunto (arbitragem, roll over, etc) faliram.
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Há coisas do Arco da Velha... nunca pensei que uma coisa dessas pudesse acontecer...
Podes explicar melhor?
Abraço e Obrigado pela informação...
As Petrolíferas têm sempre contratos vendidos para todos os meses, com muita antecedência, para se financiarem e assegurar preços.
Para Outubro, também. Mas a produção foi afectada pelos ciclones que obrigaram a períodos recentes de paralisação.
Quem encarregaram dessas operações eram os grandes Bancos de Investimento, e dos 5 que havia só restam 2 – e mesmo estes com problemas de liquidez e sem se poderem financiar no Fed enquanto não se transformarem em Bancos Comerciais. Deve andar por lá bastante confusão.
O que é normal, quando não há físico para entrega num mês, é rolar os contratos para o mês seguinte ou mais para a frente.
Mas alguns dos que tratavam disso faliram, e foi o suficiente para, ao não tratarem de rolar parte dos contratos que expiravam hoje, desencadear compras ao melhor – e depois vem sempre a bola de neve…
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