Petróleo - Tópico Geral
Petroleo
Pois é, embebedaram-se e agora estão de ressaca. Os 100 dolars estão muito perto e essa probabilidade fez-me encolher numa entrada curta no nasdaq100. Hum, estou desconfiado com a força desse índice, palpita-me que estão à boleia da queda do petróleo e, por palpitar isso, só meto um ferro curto com o petróleo nos 100. Aí talvez haja uma reacção em alta que amaine a força do Nasdaq.
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Petróleo em queda com perspectivas de abrandamento económico
Os preços do petróleo inverteram a tendência de ganhos e seguem agora a desvalorizar, com as perspectivas de que o abrandamento económico norte-americano se estenda até ao final do ano, o que poderá afectar a procura de combustíveis na maior economia do mundo.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo inverteram a tendência de ganhos e seguem agora a desvalorizar com as perspectivas de que o abrandamento económico norte-americano se estenda até ao final do ano, o que poderá afectar a procura de combustíveis na maior economia do mundo.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, perdia 0,78% para os 114,31 dólares e em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, desvalorizava 1,11% para os 112,07 dólares, depois de ter atingido os 111,80 dólares por barril, valor que não atingia desde Abril.
Segundo os dados da Bloomberg, a economia norte-americana deverá crescer 0,7% de Julho até Dezembro, o que corresponde a cerca de metade do valor registado no primeiro semestre do ano.
Depois da divulgação destes valores, os preços petrolíferos inverteram a tendência positiva com que seguiam e seguem agora a desvalorizar, com os receios de que a procura diminua em consequência do abrandamento económico.
Durante a sessão de hoje, a matéria-prima negociou em alta pressionada pelos receios de que os conflitos entre a Rússia e a Geórgia pusessem em causa as reservas petrolíferas no Mar Cáspio e as rotas alternativas para as exportações que surgiram depois de uma explosão num oleoduto.
“A ameaça às reservas petrolíferas do mar Cáspio parecem” ter aliviado, afirmou Gene McGillian analista da TFS Energy citado pela Bloomberg. Mcgillian acrescentou que “tem de haver um maior desenvolvimento no Cáucaso mais ameaçador, ou alguns outros distúrbios” para elevar o mercado.
Os preços do petróleo inverteram a tendência de ganhos e seguem agora a desvalorizar, com as perspectivas de que o abrandamento económico norte-americano se estenda até ao final do ano, o que poderá afectar a procura de combustíveis na maior economia do mundo.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo inverteram a tendência de ganhos e seguem agora a desvalorizar com as perspectivas de que o abrandamento económico norte-americano se estenda até ao final do ano, o que poderá afectar a procura de combustíveis na maior economia do mundo.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, perdia 0,78% para os 114,31 dólares e em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, desvalorizava 1,11% para os 112,07 dólares, depois de ter atingido os 111,80 dólares por barril, valor que não atingia desde Abril.
Segundo os dados da Bloomberg, a economia norte-americana deverá crescer 0,7% de Julho até Dezembro, o que corresponde a cerca de metade do valor registado no primeiro semestre do ano.
Depois da divulgação destes valores, os preços petrolíferos inverteram a tendência positiva com que seguiam e seguem agora a desvalorizar, com os receios de que a procura diminua em consequência do abrandamento económico.
Durante a sessão de hoje, a matéria-prima negociou em alta pressionada pelos receios de que os conflitos entre a Rússia e a Geórgia pusessem em causa as reservas petrolíferas no Mar Cáspio e as rotas alternativas para as exportações que surgiram depois de uma explosão num oleoduto.
“A ameaça às reservas petrolíferas do mar Cáspio parecem” ter aliviado, afirmou Gene McGillian analista da TFS Energy citado pela Bloomberg. Mcgillian acrescentou que “tem de haver um maior desenvolvimento no Cáucaso mais ameaçador, ou alguns outros distúrbios” para elevar o mercado.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
O crude está a corrigir, algo que já sabemos há vários semanas. Quanto a Bear Markets, não faz sentido para já falar em Bear Market...
Ao longo do Bull Market que dura há mais de 6 anos o crude já teve diversas correcções maiores do que a actual.
Também não faz sentido falar de 20% para qualquer activo ou situação de mercado, como se tudo tivesse a mesma volatilidade e como se fosse independente dos movimentos anteriores.
Ao longo do Bull Market que dura há mais de 6 anos o crude já teve diversas correcções maiores do que a actual.
Também não faz sentido falar de 20% para qualquer activo ou situação de mercado, como se tudo tivesse a mesma volatilidade e como se fosse independente dos movimentos anteriores.
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Não percebo esta noticia do petróleo ter entrado em bear market. Será que eles sabem o que é Bear Market a sério?
Tem ali uma LTA que iniciou em Janeiro de 2007 e terá um suporte nos 114 euros onde irá concerteza reagir depois de uma queda de mais de 20% após máximos.
Agora se volta logo a subir ou a médio prazo vem mais em baixo à LTA iniciada desde Novembro de 2001 nos 78 euros (sou da opinião que não desce abaixo desta LTA).
Só abaixo desta LTA é que considero ter entrado em Bear Market a sério.
Stock
Tem ali uma LTA que iniciou em Janeiro de 2007 e terá um suporte nos 114 euros onde irá concerteza reagir depois de uma queda de mais de 20% após máximos.
Agora se volta logo a subir ou a médio prazo vem mais em baixo à LTA iniciada desde Novembro de 2001 nos 78 euros (sou da opinião que não desce abaixo desta LTA).
Só abaixo desta LTA é que considero ter entrado em Bear Market a sério.
Stock
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nada na manga, tudo na mão.
nada na manga, tudo na mão.
Petróleo atinge os 115 dólares e entra em "bear market"
O petróleo seguia a desvalorizar estando a negociar na casa dos 115 dólares por barril em Londres, pressionado pela valorização do dólar face ao euro e pelos sinais de abrandamento económico. A matéria-prima regista assim uma queda de mais de 20% desde que atingiu os novos máximos, o que corresponde a um cenário de "bear market".
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo seguia a desvalorizar estando a negociar na casa dos 115 dólares por barril em Londres, pressionado pela valorização do dólar face ao euro e pelos sinais de abrandamento económico. A matéria-prima regista assim uma queda de mais de 20% desde que atingiu os novos máximos, o que corresponde a um cenário de "bear market".
O West Texas Intermediate (WTI) negociava nos 117,50 dólares por barril em Nova Iorque e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, perdia 1,61% para os 115,81 dólares.
O dólar tocou hoje num máximo de sete semanas face ao euro o que leva a redução da procura de petróleo como forma de investimento por parte dos investidores detentores da moeda única da Zona Euro, já que estes se tornam mais dispendiosos e menos atractivos.
De realçar é o facto de um dos factores que contribuiu para a valorização do petróleo ao longo deste ano ser mesmo os ganhos que a divisa da Zona Euro registou face à da maior economia do mundo, desde que se instalou a crise de crédito de alto risco no mercado.
Nas últimas sessões tem sido verificada uma queda do euro face ao dólar com os dados económicos a serem negativos para a região e os investidores a verem sinais menos negativos nos EUA.
Também a contribuir para os máximos do petróleo, além das questões cambiais, esteve o aumento da procura por parte dos países asiáticos e as tensões entre o Irão e Israel, que poderia por em causa a produção petrolífera iraniana, a segunda maior da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
No dia de hoje foi ainda conhecido que as reservas de crude nos EUA, na semana passada, aumentaram de forma inesperada e que as de produtos destilados sofreram um acréscimo superior ao esperado.
No entanto as crescentes preocupações com o abrandamento económico e a consequente diminuição da procura petrolífera contribuíram para a queda dos preços do petróleo, que já acumulam uma redução de mais de 20% desde que atingiu os 147,50 dólares em Londres e os 147,27 dólares em Nova Iorque.
Assim, menos de um mês depois de ter atingido estes máximos, o mercado petrolífero entrou em “bear market”.
O petróleo seguia a desvalorizar estando a negociar na casa dos 115 dólares por barril em Londres, pressionado pela valorização do dólar face ao euro e pelos sinais de abrandamento económico. A matéria-prima regista assim uma queda de mais de 20% desde que atingiu os novos máximos, o que corresponde a um cenário de "bear market".
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo seguia a desvalorizar estando a negociar na casa dos 115 dólares por barril em Londres, pressionado pela valorização do dólar face ao euro e pelos sinais de abrandamento económico. A matéria-prima regista assim uma queda de mais de 20% desde que atingiu os novos máximos, o que corresponde a um cenário de "bear market".
O West Texas Intermediate (WTI) negociava nos 117,50 dólares por barril em Nova Iorque e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, perdia 1,61% para os 115,81 dólares.
O dólar tocou hoje num máximo de sete semanas face ao euro o que leva a redução da procura de petróleo como forma de investimento por parte dos investidores detentores da moeda única da Zona Euro, já que estes se tornam mais dispendiosos e menos atractivos.
De realçar é o facto de um dos factores que contribuiu para a valorização do petróleo ao longo deste ano ser mesmo os ganhos que a divisa da Zona Euro registou face à da maior economia do mundo, desde que se instalou a crise de crédito de alto risco no mercado.
Nas últimas sessões tem sido verificada uma queda do euro face ao dólar com os dados económicos a serem negativos para a região e os investidores a verem sinais menos negativos nos EUA.
Também a contribuir para os máximos do petróleo, além das questões cambiais, esteve o aumento da procura por parte dos países asiáticos e as tensões entre o Irão e Israel, que poderia por em causa a produção petrolífera iraniana, a segunda maior da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
No dia de hoje foi ainda conhecido que as reservas de crude nos EUA, na semana passada, aumentaram de forma inesperada e que as de produtos destilados sofreram um acréscimo superior ao esperado.
No entanto as crescentes preocupações com o abrandamento económico e a consequente diminuição da procura petrolífera contribuíram para a queda dos preços do petróleo, que já acumulam uma redução de mais de 20% desde que atingiu os 147,50 dólares em Londres e os 147,27 dólares em Nova Iorque.
Assim, menos de um mês depois de ter atingido estes máximos, o mercado petrolífero entrou em “bear market”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
EVV Escreveu:Talvez fosse interessante se alguem colocasse um gráfico.
Hoje fez minimos de alguns meses nos 119, tendo resaltado tal como na semana passada. Será que esta zona dos 120 funciona como resistencia à quebra ou está-se mesmo a preparar para vir por aí abaixo.
Gostava de assistir neste mercado a 1 crash como o que temos visto no de acções.
Aqui ficam os gráficos do crude...
Falta a sessão de hoje (usa-se a imaginação, lol) e as linhas são as que já tinha antes de ir de férias.
- Anexos
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- Crude-cp.png (21.83 KiB) Visualizado 13410 vezes
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- Crude-LP.png (21.31 KiB) Visualizado 13400 vezes
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Talvez fosse interessante se alguem colocasse um gráfico.
Hoje fez minimos de alguns meses nos 119, tendo resaltado tal como na semana passada. Será que esta zona dos 120 funciona como resistencia à quebra ou está-se mesmo a preparar para vir por aí abaixo.
Gostava de assistir neste mercado a 1 crash como o que temos visto no de acções.
Hoje fez minimos de alguns meses nos 119, tendo resaltado tal como na semana passada. Será que esta zona dos 120 funciona como resistencia à quebra ou está-se mesmo a preparar para vir por aí abaixo.
Gostava de assistir neste mercado a 1 crash como o que temos visto no de acções.
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Finalmente.. oresponsável pelas quedas é o petróleo
Queda do petróleo deprime bolsas dos EUA
04/08/2008
As principais praças norte-americanas encerraram em queda, pela terceira sessão consecutiva, penalizadas pela descida dos preços da energia – que arrastaram os títulos do sector para um mínimo de seis meses, ofuscando os ganhos das empresas ligadas aos produtos de consumo.
O Dow Jones fechou a perder 0,37%, fixando-se nos 11.284,15 pontos, e o S&P 500 cedeu 0,90%, para 1.249,03 pontos. O Standard & Poor’s já caiu quase 15% este ano. O grupo dos títulos energéticos listados no S&P 500 cederam 20% desde o recorde atingido a 20 de Maio.
O índice tecnológico Nasdaq caiu 1,10%, fechando a marcar 2.285,56 pontos.
A Exxon Mobil e a Schlumberger cederam terreno com a queda do petróleo. As cotações do “ouro negro” foram penalizadas com a especulação de que a tempestade tropical Edouard não vai perturbar a maioria das instalações petrolíferas “offshore”.
A Freeport-McMoRan Copper & Gold e a U.S. Steel Corp lideraram a descida dos produtores de “commodities” para o mais baixo nível desde Janeiro.
Esta queda do petróleo impulsionou os títulos ligados ao consumo, que impediram maiores perdas dos índices.
04/08/2008
As principais praças norte-americanas encerraram em queda, pela terceira sessão consecutiva, penalizadas pela descida dos preços da energia – que arrastaram os títulos do sector para um mínimo de seis meses, ofuscando os ganhos das empresas ligadas aos produtos de consumo.
O Dow Jones fechou a perder 0,37%, fixando-se nos 11.284,15 pontos, e o S&P 500 cedeu 0,90%, para 1.249,03 pontos. O Standard & Poor’s já caiu quase 15% este ano. O grupo dos títulos energéticos listados no S&P 500 cederam 20% desde o recorde atingido a 20 de Maio.
O índice tecnológico Nasdaq caiu 1,10%, fechando a marcar 2.285,56 pontos.
A Exxon Mobil e a Schlumberger cederam terreno com a queda do petróleo. As cotações do “ouro negro” foram penalizadas com a especulação de que a tempestade tropical Edouard não vai perturbar a maioria das instalações petrolíferas “offshore”.
A Freeport-McMoRan Copper & Gold e a U.S. Steel Corp lideraram a descida dos produtores de “commodities” para o mais baixo nível desde Janeiro.
Esta queda do petróleo impulsionou os títulos ligados ao consumo, que impediram maiores perdas dos índices.
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