Petróleo - Tópico Geral
O problema aqui é prever o futuro com base no passado!
Bem...se formos por aí isso é mais uma questão metafísica...
O presente é um reflexo do passado, o futuro será o reflexo do presente...
Também podíamos dizer que o passado e o futuro não existe, que só existe um eterno presente.
Quer a AT quer a AF têm como base o passado e o presente para tentar prever o futuro, agora existe uma diferençã entre futurologia e AT ou AF.
Por exemplo e ainda em relação à AT ser bruxaria ou astrologia, isso faz-me lembrar os price targets que são apresentados todos os dias, em que a maior parte das vezes nem sequer têm uma base sólida de AF, é uma coisa por feeling do analista... ou mais certamente por encomenda de um trabalho...
Parece uma profecia daquelas que se auto-cumprem. Se houver grande parte dos investidores que utilizem a AT, é óbvio que existe um efeito "arrastão".
Sim, esse efeito efectivamente existe mas é uma faca de dois gumes, se por um lado a AT tende por vezes a ser self-fulfilling, por outro lado torna-se cada vez mais difícil de utilizar a AT dado que cada vez mais especuladores se recorrem dela, viciando os comportamentos das acções e provocando muito mais frequentemente falsos breaks.
Mas a minha pergunta mantém-se: alguém conhece estudos cientificos que validem ou invalidem a AT?
Existem alguns estudos e alguns deles até intensivos (neste momento tinha de consultar ali uns documentos para te dar o nome do Sr.mais conhecido nesse campo, mas certamente outros te poderão dar o nome e mesmo o site dele), mas é muito difícil provar estatisticamente a AT.
Porquê?
Porque para já a AT tem como base uma interpretação individual do comportamento gráfico do que quer que seja, identificar um padrão, um suporte ou resistência não tem regras rígidas, ou antes tem princípios básicos mais ou menos válidos conforme quem os utiliza.
Eu posso ver uma resistência onde mais ninguém a vê, isso por si e à partida é mau sinal, mas eu posso ter uma resistência como válida e outro não achar assim.
Para isso aconselho-te a ler este excelente tópicodo Marco António.
Depois ainda tens o problema da gestão de risco e de money managment, que varia de especulador para especulador.
Mas mesmo que se conseguissem definir regras bem claras do acima citado, quando se passa à prática e se tenta validar estatísticamente um padrão ou uma resistência é muito difícil porque não se consegue automatizar o processo informáticamente.
É muito difícil programar uma análise de padrões e linhas de tendência e aplicar isso a dezenas de anos em milhares de acções para no fim se poder ter uma análise estatística cientificamente sólida.
O trabalho tem então que ser feito manualmente por pessoas... e lá está, cada um vê diferente do outro e portanto, estatísticamente será difícil ter certezas.
Mas como te disse, houve já quem fizesse isso, e esse trabalho tem adeptos a favor e contra dentro da AT.
Portanto a AT depende muito de quem a utiliza, e da forma como a utiliza, não é uma ciência exacta, podemos vê-la talvez como uma arte, e como nestas coisas da arte uns são mais artistas que outros e existem muitos estilos.
Mas não duvides que a AT tem validade, muitas fortunas se fazem, fizeram e farão exclusivamente baseadas em AT.
Esta é a minha visão, mais ou menos resumida, mais ou menos correcta às questões que colocas, e peço aos utilizadores do Caldeirão que encontrem alguma incorrecção que me assinalem.
Um Abraço
There are two kinds of investors: those who don't know where the market is headed, and those who don't know that they don't know.
William Bernstein
William Bernstein
Esqueci-me de acrescentar,
Seguindo este raciocínio, parece-me óbvio que a análise técnica é um instrumento útil.
Não conheço nenhum estudo, mas estou confiante que caso exista algum este apontará que os sinais tecnico estão certos mais de 50% das vezes. O problema é que existem também os erros humanos, que são os mais importantes de todos, na minha humilde opinião.
Seguindo este raciocínio, parece-me óbvio que a análise técnica é um instrumento útil.
Não conheço nenhum estudo, mas estou confiante que caso exista algum este apontará que os sinais tecnico estão certos mais de 50% das vezes. O problema é que existem também os erros humanos, que são os mais importantes de todos, na minha humilde opinião.
A análise técnica faz todo o sentido. São algoritmos que procuram descrever as reacções da generalidade dos investidores com base nas reacções anteriores. Tal faz com que esta nem sempre acerte, mas pode ajudar a por a probabilidade de se ganhar acima dos 50%.
Quando se diz, já subiu muito está-se a fazer uma análise técnica muito muito rudimentar, por exemplo...
Esta é a minha visão da coisa, naturalmente posso estar errado.
Quando se diz, já subiu muito está-se a fazer uma análise técnica muito muito rudimentar, por exemplo...
Esta é a minha visão da coisa, naturalmente posso estar errado.
Economista33 Escreveu:Mas a minha pergunta mantém-se: alguém conhece estudos cientificos que validem ou invalidem a AT?
Abr
Eu respondo com outra pergunta: alguem conhece estudos cientificos que validem a existencia do vento? O facto é que ninguem o vê! Contudo, a uns constipa-os, a outros diverte-os, a outros enriquece-os.
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* Trilogia de Cali-nadas *
- "Não deixe para amanhã o que pode perder hoje!"
- "Quem tem medo, compra um certificado de aforro."
- "Mais vale ser um trader idiota bem sucedido, do que um investidor genial falido"
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Compreendes uma média móvel por exemplo?
Não me parece coisa de bruxaria...
Já reparaste numa Linha de Tendência ou num Suporte ou Resistência?
O problema aqui é prever o futuro com base no passado! Parece uma profecia daquelas que se auto-cumprem. Se houver grande parte dos investidores que utilizem a AT, é óbvio que existe um efeito "arrastão".
Mas a minha pergunta mantém-se: alguém conhece estudos cientificos que validem ou invalidem a AT?
Abr
Não me parece coisa de bruxaria...
Já reparaste numa Linha de Tendência ou num Suporte ou Resistência?
O problema aqui é prever o futuro com base no passado! Parece uma profecia daquelas que se auto-cumprem. Se houver grande parte dos investidores que utilizem a AT, é óbvio que existe um efeito "arrastão".
Mas a minha pergunta mantém-se: alguém conhece estudos cientificos que validem ou invalidem a AT?
Abr
- Mensagens: 31
- Registado: 26/6/2008 23:52
- Localização: 16
Há algum estudo sobre a validade da AT?
Há, é o estudo que se faz para a compreender.
Se leres o Caldeirão e procurares informação acerca da análise técnica, vais encontrar resposta às tuas dúvidas.
A AT é uma ferramenta de análise baseada exclusivamente no comportamento e na variação do subjacente ao estudo.
Compreendes uma média móvel por exemplo?
Não me parece coisa de bruxaria...
Já reparaste numa Linha de Tendência ou num Suporte ou Resistência?
Primeiro tens de ler um bocadinho acerca disso, depois experimentas verificar se efectivamente a Análise Técnica é uma ferramenta para ti ou não.
Existem vérias disciplinas dentro da AT, por exemplo alguns baseiam-se exclusivamente em suportes e resistências, outros incluem indicadores na análise, outros só se baseiam em padrões, ou então fazem um mix e utilizam um pouco de tudo.
Depois há outros que só se baseiam em teoria de Elliot ou Gann, estas duas um pouco mais esotéricas e renunciadas por alguns adoradas por outros, portanto podes ver que a AT não é uma Ferramenta igual para todos...
A imaginação também é uma ferramenta...
Simplesmente existem pessoas que têm uma péssima capacidade para reconhecer padrões ou qualquer tipo de resistência num gráfico e por isso preferem outra abordagem.
Existe o Grande Ramo da Análise Fundamental, cujos princípios não têm absolutamente nada a haver, mas no entanto é também utilizada por muitos adeptos da AT, e vice versa.
AT resulta melhor no curto médio prazo e é muito utilizada para escolher o timming de entrada ou saida por um Analista Fundamental.
Aconselho-te a experimentar.
Abraço
There are two kinds of investors: those who don't know where the market is headed, and those who don't know that they don't know.
William Bernstein
William Bernstein
Petróleo abaixo dos 130 dólares em Nova Iorque
As cotações do petróleo já caíram mais de 5% em Nova Iorque na sessão de hoje, seguindo abaixo dos 130 dólares por barril pela primeira vez em seis semanas.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As cotações do petróleo já caíram mais de 5% em Nova Iorque na sessão de hoje, seguindo abaixo dos 130 dólares por barril pela primeira vez em seis semanas.
Os analistas citados pela Bloomberg dizem que os sinais de abrandamento do crescimento económico muncial estão a contribuir para esta queda, já que se receia que haja uma diminuição da procura de combustível.
No entanto, alguns operadores inquiridos pelo “International Herald Tribune” admitem não ter ainda a certeza se se trata de uma reviravolta no mercado ou se é apenas uma pausa para aliviar das fortes subidas, o que anima os “bullish”, já que as empresas ligadas ao consumo ganham com este panorama e as bolsas, por consequência, também.
As praças mundiais têm estado a ganhar terreno com a queda do crude. Mesmo a bolsa londrina, que ontem foi a única do Velho Continente a ceder terreno – devido ao peso da Shell, que foi penalizada pela desvalorização do “ouro negro” – já fechou hoje a ganhar mais de 2%. A Galp, que ontem foi bastante castigada pelo mesmo motivo – e pelo imposto Robin dos Bosques – também já conseguiu encerrar hoje em terreno positivo.
O West Texas Intermediate (WTI) seguia a perder 3,74% no mercado nova-iorquino (NYMEX), para os 129,57 dólares por barril. As cotações têm estado a registar uma forte volatilidade, ao sabor do clima geopolítico e dos dados macroeconómicos que vão sendo divulgados. As cotações chegaram mesmo a cair para 129 dólares, o mais baixo nível desde 6 de Junho. Ainda assim, as cotações estão 74% acima dos níveis de há um ano, neste dia que marca a véspera do início da crise do “subprime”.
O WTI já esteve hoje a ganhar mais de 1,5%, nos 136,75 dólares, impulsionado pelas tensões na Nigéria, por dados melhores do que o esperado nos EUA e pela revisão em alta do crescimento económico mundial feita pelo FMI.
Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para a Europa, seguia a ceder 3,20% para os 131,46 dólares, depois de já ter estado a negociar nos 137,85 dólares.
As opções para o contrato de Agosto do WTI expiram hoje no fecho da sessão do NYMEX, o que também pode explicar esta forte queda dos preços, segundo a Bloomberg.
As cotações do petróleo já caíram mais de 5% em Nova Iorque na sessão de hoje, seguindo abaixo dos 130 dólares por barril pela primeira vez em seis semanas.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As cotações do petróleo já caíram mais de 5% em Nova Iorque na sessão de hoje, seguindo abaixo dos 130 dólares por barril pela primeira vez em seis semanas.
Os analistas citados pela Bloomberg dizem que os sinais de abrandamento do crescimento económico muncial estão a contribuir para esta queda, já que se receia que haja uma diminuição da procura de combustível.
No entanto, alguns operadores inquiridos pelo “International Herald Tribune” admitem não ter ainda a certeza se se trata de uma reviravolta no mercado ou se é apenas uma pausa para aliviar das fortes subidas, o que anima os “bullish”, já que as empresas ligadas ao consumo ganham com este panorama e as bolsas, por consequência, também.
As praças mundiais têm estado a ganhar terreno com a queda do crude. Mesmo a bolsa londrina, que ontem foi a única do Velho Continente a ceder terreno – devido ao peso da Shell, que foi penalizada pela desvalorização do “ouro negro” – já fechou hoje a ganhar mais de 2%. A Galp, que ontem foi bastante castigada pelo mesmo motivo – e pelo imposto Robin dos Bosques – também já conseguiu encerrar hoje em terreno positivo.
O West Texas Intermediate (WTI) seguia a perder 3,74% no mercado nova-iorquino (NYMEX), para os 129,57 dólares por barril. As cotações têm estado a registar uma forte volatilidade, ao sabor do clima geopolítico e dos dados macroeconómicos que vão sendo divulgados. As cotações chegaram mesmo a cair para 129 dólares, o mais baixo nível desde 6 de Junho. Ainda assim, as cotações estão 74% acima dos níveis de há um ano, neste dia que marca a véspera do início da crise do “subprime”.
O WTI já esteve hoje a ganhar mais de 1,5%, nos 136,75 dólares, impulsionado pelas tensões na Nigéria, por dados melhores do que o esperado nos EUA e pela revisão em alta do crescimento económico mundial feita pelo FMI.
Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para a Europa, seguia a ceder 3,20% para os 131,46 dólares, depois de já ter estado a negociar nos 137,85 dólares.
As opções para o contrato de Agosto do WTI expiram hoje no fecho da sessão do NYMEX, o que também pode explicar esta forte queda dos preços, segundo a Bloomberg.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
CNNMoney.com
Some oil producers see now as time to sell
Thursday July 17, 1:30 pm ET
By Steve Hargreaves, CNNMoney.com staff writer
In the last three days oil prices have fallen by roughly $10 a barrel. Many analysts say slackening demand, or the threat of it, is the main culprit.
But another force could be at work in the background. Last week various analysts said there was talk that Mexico, the world's fifth largest oil producer, was hedging its bets - the country was said to be signing contracts to deliver oil several years into the future at today's prices. Essentially, it was betting oil prices have peaked.
"This is a smart move," said Phil Flynn, senior market analyst at Alaron Trading in Chicago, who also thinks there's a good chance price have peaked. "If I were an oil producer, I'd want to lock in these prices."
Analysts say if other oil producers follow suit and lock in future contracts, that could be one thing that would cause oil prices to fall, far and fast.
But it's hard to tell if that's happening because information about who is buying what is kept private for competitive reasons.
"I don't know who else is doing it," said Nauman Barakat, an energy trader at Macquarie Futures, and one of the traders who mentioned the Mexico news in a research note. "There's been a lot of talk, but it's kept very confidential."
One analyst, speaking on background only, said he had confirmed Mexico was locking in futures contracts. He said it was being done at the behest of the Mexican government, eager to balance a long-term budget, rather than a bet by state oil company PEMEX, that prices will fall.
But could Mexico's move inspire similar steps from other oil producers, and cause oil prices to fall further?
"Absolutely," said Neal Dingmann, senior energy analyst at Dahlman Rose & Co., a New York-based energy investment boutique. "It could create a top in [oil prices] in the near term."
Dingmann said about 50 percent of the production from the firms he covers - mostly small firms - has been sold for future delivery at today's prices.
Why isn't everyone doing it?
The selling from Mexico also begs another question: Oil companies and OPEC have long said oil prices are too high - driven by Wall Street speculators and a falling dollar rather than supply and demand.
So if they really think prices are too high, why aren't they all locking in contracts now?
For starters, it's believed some heavyweights, like Saudi Arabia and Exxon Mobil, don't play the futures market at all - they don't get into the complicated dance of buying and selling futures contracts on NYMEX or any other markets.
In vastly simplified terms, they take whatever price is being offered when their tankers pull into port.
Second, there aren't enough takers for these types of contracts. There simply aren't enough people who are willing to pay $135 dollar for a barrel of oil delivered in 2013, said Fadel Gheit, a senior energy analyst at Oppenheimer.
"Exxon produces 1.2 billion barrels of oil a year," said Gheit. If someone locked in all that production for five years out at today's prices, and crude fell 20%, "it would be a disaster," he said.
For Saudi Arabia and other OPEC counties, non-OPEC oil producers like PEMEX locking in future contracts is a problem.
When the price of oil falls OPEC likes to pump less oil to keep prices up. If producers sign long term contracts, they're obligated to pump that oil making it more difficult for OPEC to control prices.
"You get stuck with this extra production that's out there," said John Kilduff, an energy analyst at MF Global in New York. "Then OPEC has to reduce market share just to maintain price."
On the New York Mercantile Exchange, things are looking fairly balanced for the first time in a long time.
Big commercial users of oil, like refineries, trucking companies and airlines, are holding just slightly more "short" contracts - contracts where they are betting the price of oil will fall - than "long" contracts, according to Addison Armstrong, director of market research at Tradition Energy Futures, an energy brokerage based in Stamford, Conn.
Previously, non-commercial users had been betting prices would fall, and much of the runup in oil prices over the last few months was a result of them selling or closing out those short contracts and buying long ones, said Armstrong.
Meanwhile, non-commercial users - like banks and pension funds - are holding just slightly more long positions. The market, said Addison, is pretty well balanced.
However, that doesn't mean we won't see more of the huge price swings of the last few days, swings that have come to characterize the oil market of late.
"I wouldn't bet on less volatility," said Armstrong.
Some oil producers see now as time to sell
Thursday July 17, 1:30 pm ET
By Steve Hargreaves, CNNMoney.com staff writer
In the last three days oil prices have fallen by roughly $10 a barrel. Many analysts say slackening demand, or the threat of it, is the main culprit.
But another force could be at work in the background. Last week various analysts said there was talk that Mexico, the world's fifth largest oil producer, was hedging its bets - the country was said to be signing contracts to deliver oil several years into the future at today's prices. Essentially, it was betting oil prices have peaked.
"This is a smart move," said Phil Flynn, senior market analyst at Alaron Trading in Chicago, who also thinks there's a good chance price have peaked. "If I were an oil producer, I'd want to lock in these prices."
Analysts say if other oil producers follow suit and lock in future contracts, that could be one thing that would cause oil prices to fall, far and fast.
But it's hard to tell if that's happening because information about who is buying what is kept private for competitive reasons.
"I don't know who else is doing it," said Nauman Barakat, an energy trader at Macquarie Futures, and one of the traders who mentioned the Mexico news in a research note. "There's been a lot of talk, but it's kept very confidential."
One analyst, speaking on background only, said he had confirmed Mexico was locking in futures contracts. He said it was being done at the behest of the Mexican government, eager to balance a long-term budget, rather than a bet by state oil company PEMEX, that prices will fall.
But could Mexico's move inspire similar steps from other oil producers, and cause oil prices to fall further?
"Absolutely," said Neal Dingmann, senior energy analyst at Dahlman Rose & Co., a New York-based energy investment boutique. "It could create a top in [oil prices] in the near term."
Dingmann said about 50 percent of the production from the firms he covers - mostly small firms - has been sold for future delivery at today's prices.
Why isn't everyone doing it?
The selling from Mexico also begs another question: Oil companies and OPEC have long said oil prices are too high - driven by Wall Street speculators and a falling dollar rather than supply and demand.
So if they really think prices are too high, why aren't they all locking in contracts now?
For starters, it's believed some heavyweights, like Saudi Arabia and Exxon Mobil, don't play the futures market at all - they don't get into the complicated dance of buying and selling futures contracts on NYMEX or any other markets.
In vastly simplified terms, they take whatever price is being offered when their tankers pull into port.
Second, there aren't enough takers for these types of contracts. There simply aren't enough people who are willing to pay $135 dollar for a barrel of oil delivered in 2013, said Fadel Gheit, a senior energy analyst at Oppenheimer.
"Exxon produces 1.2 billion barrels of oil a year," said Gheit. If someone locked in all that production for five years out at today's prices, and crude fell 20%, "it would be a disaster," he said.
For Saudi Arabia and other OPEC counties, non-OPEC oil producers like PEMEX locking in future contracts is a problem.
When the price of oil falls OPEC likes to pump less oil to keep prices up. If producers sign long term contracts, they're obligated to pump that oil making it more difficult for OPEC to control prices.
"You get stuck with this extra production that's out there," said John Kilduff, an energy analyst at MF Global in New York. "Then OPEC has to reduce market share just to maintain price."
On the New York Mercantile Exchange, things are looking fairly balanced for the first time in a long time.
Big commercial users of oil, like refineries, trucking companies and airlines, are holding just slightly more "short" contracts - contracts where they are betting the price of oil will fall - than "long" contracts, according to Addison Armstrong, director of market research at Tradition Energy Futures, an energy brokerage based in Stamford, Conn.
Previously, non-commercial users had been betting prices would fall, and much of the runup in oil prices over the last few months was a result of them selling or closing out those short contracts and buying long ones, said Armstrong.
Meanwhile, non-commercial users - like banks and pension funds - are holding just slightly more long positions. The market, said Addison, is pretty well balanced.
However, that doesn't mean we won't see more of the huge price swings of the last few days, swings that have come to characterize the oil market of late.
"I wouldn't bet on less volatility," said Armstrong.
O cérebro tem uma capacidade tão grande que hoje em dia, praticamente, toda a gente tem um.
Petróleo volta a negociar em queda
O petróleo voltou a negociar em queda, mostrando-se incerto quanto à tendência a seguir. Depois de ter estado a negociar em queda durante a manhã e já ter ganho mais de 1% nos mercados de referência, a matéria-prima segue agora a desvalorizar.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo voltou a negociar em queda, mostrando-se incerto quanto à tendência a seguir. Depois de ter estado a negociar em queda durante a manhã e já ter ganho mais de 1% nos mercados de referência, a matéria-prima segue agora a desvalorizar.
O West Texas Intermediate (WTI) perdia 0,67% para os 133,70 dólares em Nova Iorque, e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, desvalorizava 0,50% para os 135,13 dólares.
A matéria-prima voltou a inverter dos ganhos superiores a 1% que registou depois da divulgação do aumento das construções de casas novas nos EUA e do aumento menor que o esperado dos pedidos de subsídios de desemprego na maior economia do mundo. Estes dados levaram os investidores a acreditar que a procura de combustíveis poderia não diminuir de forma tão acentuada como se estava a prever, uma vez que a economia estava a revelar sinais positivos.
Os próprios operadores questionam se esta tendência de queda é para se manter ou se o petróleo está apenas a aliviar dos últimos ganhos. O que é certo é que a matéria-prima já perdeu cerca de 13 dólares desde que superou os 147 dólares na passada sexta-feira.
“O mercado está a agir de forma muito diferente ao período ‘bull’” afirmou James Cordier, presidente do Liberty Trading Group na Florida, citado pelo “International Herald Tribune”.
“Eu penso que é por causa dos fundamentais estarem finalmente a passar de extremamente ‘bulish’ para ligeiramente ‘bearish’. Mas ligeiramente ‘bearish’ é o suficiente para inclinar o mercado”, acrescentou.
Também a contribuir para a desvalorização do barril de petróleo estão os planos para renovar os contactos diplomáticos entre os EUA e o Irão, o que alivia os receios de conflitos. Possíveis conflitos que envolvam o Irão poderiam pôr em causa a produção petrolífera do país, que é o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e que ameaçou impedir a passagem de crude pelo Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 40% da produção do Médio Oriente
O petróleo voltou a negociar em queda, mostrando-se incerto quanto à tendência a seguir. Depois de ter estado a negociar em queda durante a manhã e já ter ganho mais de 1% nos mercados de referência, a matéria-prima segue agora a desvalorizar.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo voltou a negociar em queda, mostrando-se incerto quanto à tendência a seguir. Depois de ter estado a negociar em queda durante a manhã e já ter ganho mais de 1% nos mercados de referência, a matéria-prima segue agora a desvalorizar.
O West Texas Intermediate (WTI) perdia 0,67% para os 133,70 dólares em Nova Iorque, e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, desvalorizava 0,50% para os 135,13 dólares.
A matéria-prima voltou a inverter dos ganhos superiores a 1% que registou depois da divulgação do aumento das construções de casas novas nos EUA e do aumento menor que o esperado dos pedidos de subsídios de desemprego na maior economia do mundo. Estes dados levaram os investidores a acreditar que a procura de combustíveis poderia não diminuir de forma tão acentuada como se estava a prever, uma vez que a economia estava a revelar sinais positivos.
Os próprios operadores questionam se esta tendência de queda é para se manter ou se o petróleo está apenas a aliviar dos últimos ganhos. O que é certo é que a matéria-prima já perdeu cerca de 13 dólares desde que superou os 147 dólares na passada sexta-feira.
“O mercado está a agir de forma muito diferente ao período ‘bull’” afirmou James Cordier, presidente do Liberty Trading Group na Florida, citado pelo “International Herald Tribune”.
“Eu penso que é por causa dos fundamentais estarem finalmente a passar de extremamente ‘bulish’ para ligeiramente ‘bearish’. Mas ligeiramente ‘bearish’ é o suficiente para inclinar o mercado”, acrescentou.
Também a contribuir para a desvalorização do barril de petróleo estão os planos para renovar os contactos diplomáticos entre os EUA e o Irão, o que alivia os receios de conflitos. Possíveis conflitos que envolvam o Irão poderiam pôr em causa a produção petrolífera do país, que é o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e que ameaçou impedir a passagem de crude pelo Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 40% da produção do Médio Oriente
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Petróleo em alta com dados positivos nos EUA
O preço do barril de petróleo inverteu a tendência de queda e seguia a negociar em alta, impulsionado pelos dados positivos dos EUA. Estes dados levam os investidores a acreditar que a redução da procura petrolífera pode não ser tão acentuada, uma vez que a economia está a dar sinais positivos.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O preço do barril de petróleo inverteu a tendência de queda e seguia a negociar em alta, impulsionado pelos dados positivos dos EUA. Estes dados levam os investidores a acreditar que a redução da procura petrolífera pode não ser tão acentuada, uma vez que a economia está a dar sinais positivos.
O West Texas Intermediate (WTI) seguia a valorizar 0,98% para os 135,92 dólares em Nova Iorque, e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia europeia, ganhava 0,32% para os 136,25 dólares.
Foi hoje conhecido que o número de casas novas construídas aumentou no mês de Junho e que os pedidos de subsídios de desemprego aumentaram menos que o esperado pelos economistas.
A construção de casas novas nos Estados Unidos aumentou inesperadamente 9,1%, em Junho, para uma média anual de 1.066 milhões, contra 977 mil registados em Maio, divulgou hoje o Departamento do Trabalho.
Já o número de pedidos de subsídio de desemprego nos EUA aumentou na semana passada, mas menos do que o esperado pelos economistas.
Na semana passada, os pedidos de subsídio de desemprego totalizaram os 366 mil, mais 18 mil que na semana anterior, segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho norte-americano. Os economistas apontavam para um aumento dos pedidos na ordem dos 380 mil, valor que é inferior ao anunciado pelo Departamento do Trabalho.
Nos últimos dias o petróleo tem sido penalizado pelo aumento das previsões de uma redução da procura em consequência do abrandamento económico, mas com os dados de hoje os investidores começam a acreditar que a redução da procura poderá não ser tão acentuada como o inicialmente apontado, o que está a levar a uma valorização da matéria-prima.
O preço do barril de petróleo inverteu a tendência de queda e seguia a negociar em alta, impulsionado pelos dados positivos dos EUA. Estes dados levam os investidores a acreditar que a redução da procura petrolífera pode não ser tão acentuada, uma vez que a economia está a dar sinais positivos.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O preço do barril de petróleo inverteu a tendência de queda e seguia a negociar em alta, impulsionado pelos dados positivos dos EUA. Estes dados levam os investidores a acreditar que a redução da procura petrolífera pode não ser tão acentuada, uma vez que a economia está a dar sinais positivos.
O West Texas Intermediate (WTI) seguia a valorizar 0,98% para os 135,92 dólares em Nova Iorque, e em Londres o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia europeia, ganhava 0,32% para os 136,25 dólares.
Foi hoje conhecido que o número de casas novas construídas aumentou no mês de Junho e que os pedidos de subsídios de desemprego aumentaram menos que o esperado pelos economistas.
A construção de casas novas nos Estados Unidos aumentou inesperadamente 9,1%, em Junho, para uma média anual de 1.066 milhões, contra 977 mil registados em Maio, divulgou hoje o Departamento do Trabalho.
Já o número de pedidos de subsídio de desemprego nos EUA aumentou na semana passada, mas menos do que o esperado pelos economistas.
Na semana passada, os pedidos de subsídio de desemprego totalizaram os 366 mil, mais 18 mil que na semana anterior, segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho norte-americano. Os economistas apontavam para um aumento dos pedidos na ordem dos 380 mil, valor que é inferior ao anunciado pelo Departamento do Trabalho.
Nos últimos dias o petróleo tem sido penalizado pelo aumento das previsões de uma redução da procura em consequência do abrandamento económico, mas com os dados de hoje os investidores começam a acreditar que a redução da procura poderá não ser tão acentuada como o inicialmente apontado, o que está a levar a uma valorização da matéria-prima.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Aumento das reservas leva petróleo a afundar para os 132 dólares
O aumento inesperado das reservas de petróleo dos EUA, revelado pelo Departamento de Energia, levou as cotações da matéria-prima a uma forte correcção. Os preços recuam mais de 4% e cada barril custa, agora, pouco mais de 132 dólares, em Londres e Nova Iorque.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O aumento inesperado das reservas de petróleo dos EUA, revelado pelo Departamento de Energia, levou as cotações da matéria-prima a uma forte correcção. Os preços recuam mais de 4% e cada barril custa, agora, pouco mais de 132 dólares, em Londres e Nova Iorque.
O West Texas Intermediate (WTI), negociado no mercado norte-americano, chegou a perder 4,6% na sessão de hoje, tocando nos 132,36 dólares. Em Londres, mercado que serve de referência às importações nacionais, o “brent” está a cotar nos 132,60 dólares, a desvalorizar 4,43%.
Os investidores estão a reagir ao aumento inesperado das reservas de petróleo dos EUA, país que é o maior consumidor mundial da matéria-prima. Segundo a Bloomberg, que cita dados do Departamento de Energia norte-americano, na semana passada, os “stocks” de crude cresceram em 2,95 milhões de barris.
Este aumento, para um total de 296,9 milhões de barris de petróleo, surpreendeu os especialistas. Um painel de analistas consultado pela agência noticiosa apontava para uma quebra de 2,2 milhões de barris.
O crescimento das reservas dos EUA vem dar um sinal de que a procura de petróleo pode estar a reduzir, em resultado do abrandamento do ritmo de crescimento da economia, no caso, norte-americana.
O aumento inesperado das reservas de petróleo dos EUA, revelado pelo Departamento de Energia, levou as cotações da matéria-prima a uma forte correcção. Os preços recuam mais de 4% e cada barril custa, agora, pouco mais de 132 dólares, em Londres e Nova Iorque.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O aumento inesperado das reservas de petróleo dos EUA, revelado pelo Departamento de Energia, levou as cotações da matéria-prima a uma forte correcção. Os preços recuam mais de 4% e cada barril custa, agora, pouco mais de 132 dólares, em Londres e Nova Iorque.
O West Texas Intermediate (WTI), negociado no mercado norte-americano, chegou a perder 4,6% na sessão de hoje, tocando nos 132,36 dólares. Em Londres, mercado que serve de referência às importações nacionais, o “brent” está a cotar nos 132,60 dólares, a desvalorizar 4,43%.
Os investidores estão a reagir ao aumento inesperado das reservas de petróleo dos EUA, país que é o maior consumidor mundial da matéria-prima. Segundo a Bloomberg, que cita dados do Departamento de Energia norte-americano, na semana passada, os “stocks” de crude cresceram em 2,95 milhões de barris.
Este aumento, para um total de 296,9 milhões de barris de petróleo, surpreendeu os especialistas. Um painel de analistas consultado pela agência noticiosa apontava para uma quebra de 2,2 milhões de barris.
O crescimento das reservas dos EUA vem dar um sinal de que a procura de petróleo pode estar a reduzir, em resultado do abrandamento do ritmo de crescimento da economia, no caso, norte-americana.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Gráfico
A confirmar-se a quebra da lta curto prazo, então teremos o crude perto dos 115 USD.
Penso que podemos ter uma queda violenta no curto prazo e depois logo se vê.
Mas os elevados riscos para a economia global esses continuam intactos.
Cps.
Penso que podemos ter uma queda violenta no curto prazo e depois logo se vê.
Mas os elevados riscos para a economia global esses continuam intactos.
Cps.
- Anexos
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Preço do petróleo vai cair nos próximos dois anos
A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que os preços do petróleo vão cair em 2009 e 2010, devido ao aumento da capacidade de produção.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que os preços do petróleo vão cair em 2009 e 2010, devido ao aumento da capacidade de produção.
“Existem novos projectos de produção de petróleo que vão melhorar a situação em 2009 e 2010. Mas após 2010 a situação deverá piorar novamente”, afirmou o director executivo da AIE, Nobuo Tanaka.
Segundo Tanaka, o aumento da procura nos países emergentes e a queda da capacidade de produção ajudam a explicar a recente escalada do preço do petróleo. O responsável pediu assim aos países produtores que aumentem o investimento na capacidade de produção.
Entretanto, o rei Abdullah da Arábia Saudita defendeu que os preços do petróleo estão demasiado elevados. A estabilidade de preços deve ser um objectivo partilhado por consumidores e produtores, avançou o monarca em declarações ao jornal “La Repubblica”.
O monarca defendeu que a escalada dos preços do petróleo é resultado da especulação e dos impostos sobre os combustíveis.
A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que os preços do petróleo vão cair em 2009 e 2010, devido ao aumento da capacidade de produção.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que os preços do petróleo vão cair em 2009 e 2010, devido ao aumento da capacidade de produção.
“Existem novos projectos de produção de petróleo que vão melhorar a situação em 2009 e 2010. Mas após 2010 a situação deverá piorar novamente”, afirmou o director executivo da AIE, Nobuo Tanaka.
Segundo Tanaka, o aumento da procura nos países emergentes e a queda da capacidade de produção ajudam a explicar a recente escalada do preço do petróleo. O responsável pediu assim aos países produtores que aumentem o investimento na capacidade de produção.
Entretanto, o rei Abdullah da Arábia Saudita defendeu que os preços do petróleo estão demasiado elevados. A estabilidade de preços deve ser um objectivo partilhado por consumidores e produtores, avançou o monarca em declarações ao jornal “La Repubblica”.
O monarca defendeu que a escalada dos preços do petróleo é resultado da especulação e dos impostos sobre os combustíveis.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Petróleo continua em queda e negoceia abaixo dos 139 dólares
O preço de petróleo recua pelo segundo dia consecutivo e negoceia baixo dos 139 dólares por barril nos Estados Unidos.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
O preço de petróleo recua pelo segundo dia consecutivo e negoceia baixo dos 139 dólares por barril nos Estados Unidos.
No mercado norte-americano, o West Texas Intermediate (WTI), recuava 0,47% para os 138,09 dólares, depois de ter perdido mais de 6% na sessão de ontem. Em Londres, o barril de “Brent” perdia 0,76% para os 137,70 dólares.
O preço da matéria-prima está em queda devido à possibilidade da procura de petróleo cair em consequência do abrandamento económico mundial. Ontem, o presidente da Reserva Federal norte-americana, Ben Bernanke, afirmou que os riscos para o abrandamento económico e para a inflação aumentaram.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reduziu em baixa, pelo sexto mês consecutivo, a previsões da procura de petróleo para 2008 e 2009, devido ao abrandamento económico.
O preço de petróleo recua pelo segundo dia consecutivo e negoceia baixo dos 139 dólares por barril nos Estados Unidos.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
O preço de petróleo recua pelo segundo dia consecutivo e negoceia baixo dos 139 dólares por barril nos Estados Unidos.
No mercado norte-americano, o West Texas Intermediate (WTI), recuava 0,47% para os 138,09 dólares, depois de ter perdido mais de 6% na sessão de ontem. Em Londres, o barril de “Brent” perdia 0,76% para os 137,70 dólares.
O preço da matéria-prima está em queda devido à possibilidade da procura de petróleo cair em consequência do abrandamento económico mundial. Ontem, o presidente da Reserva Federal norte-americana, Ben Bernanke, afirmou que os riscos para o abrandamento económico e para a inflação aumentaram.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reduziu em baixa, pelo sexto mês consecutivo, a previsões da procura de petróleo para 2008 e 2009, devido ao abrandamento económico.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Petróleo cai mais de 5% com perspectivas de diminuição da procura
Os preços do petróleo inverteram a tendência de ganhos e seguiam agora a cair mais de 5% com as perspectivas de redução da procura por parte da economia norte-americana.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo inverteram a tendência de ganhos e seguiam agora a cair mais de 5%com as perspectivas de redução da procura por parte da economia norte-americana.
O West Texas Intermediate seguia a desvalorizar mais de 5% para os 136,63 dólares, em Nova Iorque, e em Londres o “Brent” do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, caía 5,05% para os 136,63 dólares.
As declarações de Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) levaram os investidores a temer uma redução da procura devido aos riscos de crescimento económico.
Bernanke reviu em alta as previsões de crescimento económico e da inflação da maior economia do mundo mas afirmou que os riscos permanecem elevados.
Hoje a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que fornece mais de 40% do crude mundial, anunciou que a procura por petróleo do cartel deverá diminuir no próximo ano, à medida que a economia global abranda.
A OPEP reviu também em baixa, pelo sexto mês, a procura mundial de petróleo em 2008, devido à menor procura de combustível para transportes nos Estados Unidos.
Os preços do petróleo inverteram a tendência de ganhos e seguiam agora a cair mais de 5% com as perspectivas de redução da procura por parte da economia norte-americana.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo inverteram a tendência de ganhos e seguiam agora a cair mais de 5%com as perspectivas de redução da procura por parte da economia norte-americana.
O West Texas Intermediate seguia a desvalorizar mais de 5% para os 136,63 dólares, em Nova Iorque, e em Londres o “Brent” do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, caía 5,05% para os 136,63 dólares.
As declarações de Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) levaram os investidores a temer uma redução da procura devido aos riscos de crescimento económico.
Bernanke reviu em alta as previsões de crescimento económico e da inflação da maior economia do mundo mas afirmou que os riscos permanecem elevados.
Hoje a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que fornece mais de 40% do crude mundial, anunciou que a procura por petróleo do cartel deverá diminuir no próximo ano, à medida que a economia global abranda.
A OPEP reviu também em baixa, pelo sexto mês, a procura mundial de petróleo em 2008, devido à menor procura de combustível para transportes nos Estados Unidos.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo valoriza com euro em máximos
O preço do barril de petróleo seguia a valorizar impulsionado pelo novo máximo da moeda única da Zona Euro uma vez que os contractos petrolíferos se tornam mais atractivos para os investidores detentores do euro.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O preço do barril de petróleo seguia a valorizar impulsionado pelo novo máximo da moeda única da Zona Euro uma vez que os contractos petrolíferos se tornam mais atractivos para os investidores detentores do euro.
O West Texas Intermediate (WTI) ganhava 0,82% para os 146,38 dólares em Nova Iorque e em Londres o “Brent” do mar do Norte, que serve de referência à economia europeia avançava 0,98% para os 145,33 dólares.
A moeda única da Zona Euro fixou um novo máximo histórico face ao dólar, ao tocar nos 1,6038 dólares com os investidores a aguardarem o discurso de Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana e do secretário do Tesouro, Henry Paulson, deverão anunciar o impacto das perdas relacionadas com o mercado de crédito no crescimento económico. Este dado segue assim a penalizar a negociação da divisa norte-americana face ao euro.
Com o euro em valores máximos os investidores detentores da divisa da Zona Euro focam-se nas matérias-primas uma vez que os contractos são cotados em dólares e tornam-se mais atractivos.
A valorização do euro é mesmo um dos principais motivos apontados para o ganho de cerca de 52% do petróleo ao longo deste ano.
Eugen Weinberg, analista do Commerzbank citado pela Bloomberg, afirmou que com o euro a valorizar e as dúvidas sobre a situação financeira das empresas bancárias nos EUA, o petróleo “vai estar a olhar para os 150 dólares nas próximas semanas.”
O preço do barril de petróleo seguia a valorizar impulsionado pelo novo máximo da moeda única da Zona Euro uma vez que os contractos petrolíferos se tornam mais atractivos para os investidores detentores do euro.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O preço do barril de petróleo seguia a valorizar impulsionado pelo novo máximo da moeda única da Zona Euro uma vez que os contractos petrolíferos se tornam mais atractivos para os investidores detentores do euro.
O West Texas Intermediate (WTI) ganhava 0,82% para os 146,38 dólares em Nova Iorque e em Londres o “Brent” do mar do Norte, que serve de referência à economia europeia avançava 0,98% para os 145,33 dólares.
A moeda única da Zona Euro fixou um novo máximo histórico face ao dólar, ao tocar nos 1,6038 dólares com os investidores a aguardarem o discurso de Ben Bernanke, presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana e do secretário do Tesouro, Henry Paulson, deverão anunciar o impacto das perdas relacionadas com o mercado de crédito no crescimento económico. Este dado segue assim a penalizar a negociação da divisa norte-americana face ao euro.
Com o euro em valores máximos os investidores detentores da divisa da Zona Euro focam-se nas matérias-primas uma vez que os contractos são cotados em dólares e tornam-se mais atractivos.
A valorização do euro é mesmo um dos principais motivos apontados para o ganho de cerca de 52% do petróleo ao longo deste ano.
Eugen Weinberg, analista do Commerzbank citado pela Bloomberg, afirmou que com o euro a valorizar e as dúvidas sobre a situação financeira das empresas bancárias nos EUA, o petróleo “vai estar a olhar para os 150 dólares nas próximas semanas.”
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Portugal receberá primeiro envio de petróleo venezuelano em Agosto
A Venezuela efectuará a partir do início de Agosto o primeiro envio de petróleo para Portugal, no âmbito dos acordos assinados em Maio último entre Caracas e Lisboa, anunciou hoje o vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, Ramón Carrizales.
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Jornal de Negócios com Lusa
A Venezuela efectuará a partir do início de Agosto o primeiro envio de petróleo para Portugal, no âmbito dos acordos assinados em Maio último entre Caracas e Lisboa, anunciou hoje o vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, Ramón Carrizales.
“Os acordos estão a decorrer muito bem. Já temos, inclusive, informação de que o primeiro envio de petróleo para sustentar os acordos vai realizar-se nos primeiros dias de Agosto”, disse.
Ramón Carrizales falava à agência Lusa à margem de uma reunião de trabalho com o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, de Portugal, Mário Lino, que teve lugar em La Viñeta, a residência oficial do vice-presidente da Venezuela.
Por outro lado, Carrizales precisou que “os recursos (fundos económicos) são depositados numa conta com que vamos financiando todos os projectos que estão em marcha”.
Segundo aquele responsável, os acordos entre Portugal e a Venezuela “superam os trezentos milhões de dólares” americanos e incluem “o projecto de construção de uma grande barragem, de expansão de um porto (marítimo), aquisição de alimentos, cooperação em matéria de energia e aquisição de medicamentos”.
“O ministro (Mário Lino) trouxe também um projecto de telecomunicações que está a ser analisado”, disse.
Em declarações à Agência Lusa, Mário Lino disse que na reunião de trabalho entre ambos os responsáveis participaram alguns ministros venezuelanos, principalmente da área da saúde, habitação, ambiente e energia.
“Passámos revista a todos os dossiers que fizeram parte da agenda da visita oficial do primeiro-ministro português à Venezuela, em Maio passado, e fizemos o ponto da situação da evolução de cada um dos processos”.
“Vi com muita satisfação que há um grande desenvolvimento de todos os dossiers, as coisas têm estado a correr bem, as relações quer ao nível dos ministérios quer ao nível das empresas têm-se vindo a processar, e aproveitámos este ponto da situação precisamente para detectar se havia eventualmente alguma questão que estivesse pendente ou que precisasse de alguma intervenção governamental”, disse.
Segundo Mário Lino, sobre a mesa estiveram as encomendas venezuelanas de bens alimentares, de produtos farmacêuticos e também projectos na área de infra-estruturas como “ampliação do Porto de La Guaira, o de uma barragem de 'duas bocas', o fornecimento de casas sociais e infra-estruturas para câmaras frigoríficas de peixe”.
“Todos (os projectos) estão a andar e há projectos já sob a forma de contratos que vão ser assinados muito brevemente”, vincou. Segundo Mário Lino, alguns dos acordos “estão a ser ultimados, porque nós viemos cá em Maio com o primeiro ministro José Sócrates e de Maio para cá algumas empresas tiveram que apresentar propostas que estão a ser analisadas e discutidas”.
A Venezuela efectuará a partir do início de Agosto o primeiro envio de petróleo para Portugal, no âmbito dos acordos assinados em Maio último entre Caracas e Lisboa, anunciou hoje o vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, Ramón Carrizales.
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Jornal de Negócios com Lusa
A Venezuela efectuará a partir do início de Agosto o primeiro envio de petróleo para Portugal, no âmbito dos acordos assinados em Maio último entre Caracas e Lisboa, anunciou hoje o vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, Ramón Carrizales.
“Os acordos estão a decorrer muito bem. Já temos, inclusive, informação de que o primeiro envio de petróleo para sustentar os acordos vai realizar-se nos primeiros dias de Agosto”, disse.
Ramón Carrizales falava à agência Lusa à margem de uma reunião de trabalho com o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, de Portugal, Mário Lino, que teve lugar em La Viñeta, a residência oficial do vice-presidente da Venezuela.
Por outro lado, Carrizales precisou que “os recursos (fundos económicos) são depositados numa conta com que vamos financiando todos os projectos que estão em marcha”.
Segundo aquele responsável, os acordos entre Portugal e a Venezuela “superam os trezentos milhões de dólares” americanos e incluem “o projecto de construção de uma grande barragem, de expansão de um porto (marítimo), aquisição de alimentos, cooperação em matéria de energia e aquisição de medicamentos”.
“O ministro (Mário Lino) trouxe também um projecto de telecomunicações que está a ser analisado”, disse.
Em declarações à Agência Lusa, Mário Lino disse que na reunião de trabalho entre ambos os responsáveis participaram alguns ministros venezuelanos, principalmente da área da saúde, habitação, ambiente e energia.
“Passámos revista a todos os dossiers que fizeram parte da agenda da visita oficial do primeiro-ministro português à Venezuela, em Maio passado, e fizemos o ponto da situação da evolução de cada um dos processos”.
“Vi com muita satisfação que há um grande desenvolvimento de todos os dossiers, as coisas têm estado a correr bem, as relações quer ao nível dos ministérios quer ao nível das empresas têm-se vindo a processar, e aproveitámos este ponto da situação precisamente para detectar se havia eventualmente alguma questão que estivesse pendente ou que precisasse de alguma intervenção governamental”, disse.
Segundo Mário Lino, sobre a mesa estiveram as encomendas venezuelanas de bens alimentares, de produtos farmacêuticos e também projectos na área de infra-estruturas como “ampliação do Porto de La Guaira, o de uma barragem de 'duas bocas', o fornecimento de casas sociais e infra-estruturas para câmaras frigoríficas de peixe”.
“Todos (os projectos) estão a andar e há projectos já sob a forma de contratos que vão ser assinados muito brevemente”, vincou. Segundo Mário Lino, alguns dos acordos “estão a ser ultimados, porque nós viemos cá em Maio com o primeiro ministro José Sócrates e de Maio para cá algumas empresas tiveram que apresentar propostas que estão a ser analisadas e discutidas”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo dispara mais de 4% com novos testes nucleares no Irão
Os preços do petróleo acentuaram os ganhos valorizando mais de 4% em Londres e Nova Iorque depois do Irão ter testado mais mísseis no Golfo Pérsico.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo acentuaram os ganhos valorizando mais de 4% em Londres e Nova Iorque depois do Irão ter testado mais mísseis no Golfo Pérsico.
O crude subia 4,20% para 141,69 dólares em Nova Iorque enquanto em Londres o “brent” avançava 4,07% para 142,14 dólares.
O Irão tem sido alvo de críticas e avisos por parte dos EUA e de Israel por estar a desenvolver um programa nuclear. Apesar dos responsáveis do país dizerem que não há motivos para temer uma guerra e que as conversações vão acabar em acordo, os novos testes de mísseis que foram hoje conhecidos, estão a levar os investidores a temer ataques entre os países.
Estes receios estão a impulsionar os preços petrolíferos uma vez que o Irão é o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e um conflito que envolva o país poderia por em causa a sua produção petrolífera.
Também a situação política na Nigéria está a contribuir para a valorização das cotações dos contractos petrolíferos. Os militantes do país anunciaram o fim de um sessão fogo no final da semana o que poderá afectar a produção de petróleo.
Foi hoje conhecido que a Agência Internacional de Energia (AIE) reviu em alta as suas previsões para a procura petrolífera por parte dos países em desenvolvimento. Estes dados podem também contribuir para a valorização do barril de petróleo.
“Eventualmente vamos assistir a novos recordes, provavelmente por causa de motivos geopolíticos”, disse o presidente da Ritterbusch & Associates à Bloomberg.
Os preços do petróleo acentuaram os ganhos valorizando mais de 4% em Londres e Nova Iorque depois do Irão ter testado mais mísseis no Golfo Pérsico.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo acentuaram os ganhos valorizando mais de 4% em Londres e Nova Iorque depois do Irão ter testado mais mísseis no Golfo Pérsico.
O crude subia 4,20% para 141,69 dólares em Nova Iorque enquanto em Londres o “brent” avançava 4,07% para 142,14 dólares.
O Irão tem sido alvo de críticas e avisos por parte dos EUA e de Israel por estar a desenvolver um programa nuclear. Apesar dos responsáveis do país dizerem que não há motivos para temer uma guerra e que as conversações vão acabar em acordo, os novos testes de mísseis que foram hoje conhecidos, estão a levar os investidores a temer ataques entre os países.
Estes receios estão a impulsionar os preços petrolíferos uma vez que o Irão é o segundo maior produtor de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e um conflito que envolva o país poderia por em causa a sua produção petrolífera.
Também a situação política na Nigéria está a contribuir para a valorização das cotações dos contractos petrolíferos. Os militantes do país anunciaram o fim de um sessão fogo no final da semana o que poderá afectar a produção de petróleo.
Foi hoje conhecido que a Agência Internacional de Energia (AIE) reviu em alta as suas previsões para a procura petrolífera por parte dos países em desenvolvimento. Estes dados podem também contribuir para a valorização do barril de petróleo.
“Eventualmente vamos assistir a novos recordes, provavelmente por causa de motivos geopolíticos”, disse o presidente da Ritterbusch & Associates à Bloomberg.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Tradução
© Reuters limited. Click here for restrictions
Governo aprova imposto 'robin bosques' 25% stocks petrolíferas
(10 Jul 2008)
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LISBOA, 10 Jul (Reuters) - O Governo aprovou um novo imposto sobre as petrolíferas, passando a tributar 25 pct dos ganhos extraordinários decorrentes da valorização dos seus stocks de petróleo com a escalada dos preços do crude, anunciou o Executivo.
Este imposto conhecida por taxa 'Robin dos Bosques' foi inspirada no exemplo italiano e visa "a redistribuição de riqueza" para apoiar as famílias mais defavorecidas.
Adianta que o novo imposto vai ser aplicado às "empresas de fabricação e distribuição de produtos petrolíferos refinados", incluindo a líder do mercado nacional Galp Energia <GALP.LS> e espanholas como a Repsol <REP.MC>.
Explica que as petrolíferas terão de usar os métodos do FIFO -- First-In First-Out -- ou do Custo Médio Ponderado como critérios de valorimetria dos stocks de petróleo para efeitos fiscais".
"Assim, o ganho extraordinário entretanto obtido pela adopção deste critério passa a encontrar-se sujeito a uma taxa de tributação autónoma de 25 pct", afirma o comunicado do Conselho de Ministros.
Os preços do petróleo subiram mais do dobro no último ano, estando o Brent <LCOQ8> a subir 1,79 dólares para 138,37 dólares e o Nymex <CLQ8> a ganhar 1,6 dólares para 137,64 dólares.
((---Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
NOVA1-Portugal com imposto robin bosques 25% stocks petrolíferas
(10 Jul 2008)
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(Altera título e acrescenta com citações do primeiro-ministro)
LISBOA, 10 Jul (Reuters) - O Governo aprovou um novo imposto sobre as petrolíferas, passando a tributar 25 pct dos ganhos extraordinários decorrentes da valorização dos seus stocks de petróleo com a escalada dos preços do crude, anunciou o Executivo.
Este imposto conhecida por taxa 'Robin dos Bosques' foi inspirada no exemplo italiano e visa "a redistribuição de riqueza" para apoiar as famílias mais defavorecidas, segundo o comunicado do Conselho de Ministros.
Adianta que o novo imposto vai ser aplicado às "empresas de fabricação e distribuição de produtos petrolíferos refinados", incluindo a líder do mercado nacional Galp Energia <GALP.LS> -- detida em 33,34 pct pela ENI <ENI.MI> -- e espanholas como a Repsol <REP.MC>.
Explica que as petrolíferas terão de usar os métodos do FIFO -- First-In First-Out -- ou do Custo Médio Ponderado como critérios de valorimetria dos stocks de petróleo para efeitos fiscais", sendo que o ganho extraordinário entretanto obtido passa a ter uma taxa de tributação autónoma.
"Essa tributação autónoma será de 25 pct, isto é, igual à taxa do IRC-Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas", disse o primeiro-ministro, José Sócrates, no debate parlamentar do 'Estado da Nação'.
Os preços do petróleo subiram mais do dobro no último ano, estando o Brent <LCOQ8> a subir 1,79 dólares para 138,37 dólares e o Nymex <CLQ8> a ganhar 1,6 dólares para 137,64 dólares.
Sócrates frisou que a alta dos preços do petróleo "é um dos aspectos mais gravosos da actual conjuntura", que não deixou de valorizar de forma extraordinária certos activos das empresas petrolíferas.
"É, por isso, justo que estas empresas contribuam também para o financiamento das medidas que o Estado tem de tomar em favor dos que mais precisam", disse o primeiro-ministro.
(Por Sérgio Gonçalves; Editado por Patrícia Vicente Rua)
((---Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
Cumps all
Governo aprova imposto 'robin bosques' 25% stocks petrolíferas
(10 Jul 2008)
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LISBOA, 10 Jul (Reuters) - O Governo aprovou um novo imposto sobre as petrolíferas, passando a tributar 25 pct dos ganhos extraordinários decorrentes da valorização dos seus stocks de petróleo com a escalada dos preços do crude, anunciou o Executivo.
Este imposto conhecida por taxa 'Robin dos Bosques' foi inspirada no exemplo italiano e visa "a redistribuição de riqueza" para apoiar as famílias mais defavorecidas.
Adianta que o novo imposto vai ser aplicado às "empresas de fabricação e distribuição de produtos petrolíferos refinados", incluindo a líder do mercado nacional Galp Energia <GALP.LS> e espanholas como a Repsol <REP.MC>.
Explica que as petrolíferas terão de usar os métodos do FIFO -- First-In First-Out -- ou do Custo Médio Ponderado como critérios de valorimetria dos stocks de petróleo para efeitos fiscais".
"Assim, o ganho extraordinário entretanto obtido pela adopção deste critério passa a encontrar-se sujeito a uma taxa de tributação autónoma de 25 pct", afirma o comunicado do Conselho de Ministros.
Os preços do petróleo subiram mais do dobro no último ano, estando o Brent <LCOQ8> a subir 1,79 dólares para 138,37 dólares e o Nymex <CLQ8> a ganhar 1,6 dólares para 137,64 dólares.
((---Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
NOVA1-Portugal com imposto robin bosques 25% stocks petrolíferas
(10 Jul 2008)
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(Altera título e acrescenta com citações do primeiro-ministro)
LISBOA, 10 Jul (Reuters) - O Governo aprovou um novo imposto sobre as petrolíferas, passando a tributar 25 pct dos ganhos extraordinários decorrentes da valorização dos seus stocks de petróleo com a escalada dos preços do crude, anunciou o Executivo.
Este imposto conhecida por taxa 'Robin dos Bosques' foi inspirada no exemplo italiano e visa "a redistribuição de riqueza" para apoiar as famílias mais defavorecidas, segundo o comunicado do Conselho de Ministros.
Adianta que o novo imposto vai ser aplicado às "empresas de fabricação e distribuição de produtos petrolíferos refinados", incluindo a líder do mercado nacional Galp Energia <GALP.LS> -- detida em 33,34 pct pela ENI <ENI.MI> -- e espanholas como a Repsol <REP.MC>.
Explica que as petrolíferas terão de usar os métodos do FIFO -- First-In First-Out -- ou do Custo Médio Ponderado como critérios de valorimetria dos stocks de petróleo para efeitos fiscais", sendo que o ganho extraordinário entretanto obtido passa a ter uma taxa de tributação autónoma.
"Essa tributação autónoma será de 25 pct, isto é, igual à taxa do IRC-Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas", disse o primeiro-ministro, José Sócrates, no debate parlamentar do 'Estado da Nação'.
Os preços do petróleo subiram mais do dobro no último ano, estando o Brent <LCOQ8> a subir 1,79 dólares para 138,37 dólares e o Nymex <CLQ8> a ganhar 1,6 dólares para 137,64 dólares.
Sócrates frisou que a alta dos preços do petróleo "é um dos aspectos mais gravosos da actual conjuntura", que não deixou de valorizar de forma extraordinária certos activos das empresas petrolíferas.
"É, por isso, justo que estas empresas contribuam também para o financiamento das medidas que o Estado tem de tomar em favor dos que mais precisam", disse o primeiro-ministro.
(Por Sérgio Gonçalves; Editado por Patrícia Vicente Rua)
((---Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
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TAX
Portugal adopts tax on oil company reserves
(10 Jul 2008)
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LISBON, July 10 (Reuters) - Portugal's government approved on Thursday an extraordinary tax on oil companies' reserves, following the example of Italy in introducing a so-called "Robin Hood" tax to garner revenues from surging crude prices.
The tax will be applied at a rate of 25 percent on the oil stocks of oil producing and distributing companies, the Socialist government said in a statement after its weekly cabinet meeting which approved the move.
"The rise (in oil prices) has raised the value of oil company's assets in an extraordinary way," Prime Minister Jose Socrates told parliament on Thursday.
"Because of that it is just that these companies also contribute to finance the measures that the state has to adopt to help the most needy."
The tax will be levied on the rise in the value of oil companies' reserves prompted by the higher oil price.
In order to levy the tax, oil companies' reserves will be valued on a first-in, first-out (FIFO) basis, the statement said.
Galp <GALP.LS> is the main oil company operating in Portugal but Spain's Repsol <REP.MC> and BP <BP.N> also have networks of petrol stations in the country. (Reporting by Axel Bugge; Editing by Victoria Main)
((Axel.Bugge@Reuters.Com, +351-213-509-201, Reuters Messaging: axel.bugge.reuters.com@reuters.net))
Keywords: PORTUGAL OIL/TAX
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(10 Jul 2008)
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LISBON, July 10 (Reuters) - Portugal's government approved on Thursday an extraordinary tax on oil companies' reserves, following the example of Italy in introducing a so-called "Robin Hood" tax to garner revenues from surging crude prices.
The tax will be applied at a rate of 25 percent on the oil stocks of oil producing and distributing companies, the Socialist government said in a statement after its weekly cabinet meeting which approved the move.
"The rise (in oil prices) has raised the value of oil company's assets in an extraordinary way," Prime Minister Jose Socrates told parliament on Thursday.
"Because of that it is just that these companies also contribute to finance the measures that the state has to adopt to help the most needy."
The tax will be levied on the rise in the value of oil companies' reserves prompted by the higher oil price.
In order to levy the tax, oil companies' reserves will be valued on a first-in, first-out (FIFO) basis, the statement said.
Galp <GALP.LS> is the main oil company operating in Portugal but Spain's Repsol <REP.MC> and BP <BP.N> also have networks of petrol stations in the country. (Reporting by Axel Bugge; Editing by Victoria Main)
((Axel.Bugge@Reuters.Com, +351-213-509-201, Reuters Messaging: axel.bugge.reuters.com@reuters.net))
Keywords: PORTUGAL OIL/TAX
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Preços do petróleo caem mais de 3% com receios de maior abrandamento económico
Os preços do crude encontram-se em queda, pelo segundo dia consecutivo, devido aos receios de que um agravamento do abrandamento da economia global leve os investidores a darem ordens de venda das matérias-primas, bem como à apreciação da moeda norte-americana face ao euro.
Pedro Duarte
Às 19h03, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Agosto era negociado no ICE de Londres a perder 4,47 dólares, ou 3,15%, para os 137,40 dólares, enquanto que o contrato de Agosto do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) era transaccionado no NYMEX de Nova Iorque descia 5,00 dólares, ou 3,54%, para os 136,37 dólares.
Segundo explicou à Bloomberg um especialista, "pode-se dizer-se que existe alguma aversão ao risco (...). O petróleo está a acompanhar a queda dos mercados accionistas, devido ao sentimento negativo para com a generalidade da Economia, ao mesmo tempo que a força do dólar e o alívio das tensões geopolíticas também retiram suporte aos preços".
Os preços do crude encontram-se em queda, pelo segundo dia consecutivo, devido aos receios de que um agravamento do abrandamento da economia global leve os investidores a darem ordens de venda das matérias-primas, bem como à apreciação da moeda norte-americana face ao euro.
Pedro Duarte
Às 19h03, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Agosto era negociado no ICE de Londres a perder 4,47 dólares, ou 3,15%, para os 137,40 dólares, enquanto que o contrato de Agosto do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) era transaccionado no NYMEX de Nova Iorque descia 5,00 dólares, ou 3,54%, para os 136,37 dólares.
Segundo explicou à Bloomberg um especialista, "pode-se dizer-se que existe alguma aversão ao risco (...). O petróleo está a acompanhar a queda dos mercados accionistas, devido ao sentimento negativo para com a generalidade da Economia, ao mesmo tempo que a força do dólar e o alívio das tensões geopolíticas também retiram suporte aos preços".
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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