Bush prepara anúncio de congelamento de taxas de juro do -su
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nos caso frequentes de vários créditos acumulados, e em caso de ruptura financeira de uma família, nestes casos o sistema financeiro de forma indirecta é muito culpado, e ainda mais culpado será o próprio estado que não regula convenientemente o acesso a estes instrumentos financeiros de crédito e deixa perpetuar o “mau” endividamento
penso que, o papel do estado será esse mesmo, regulamentar para evitar o problema, é de todo inaceitável que o sistema permita que alguém ou alguma entidade se endivide acima de 50% dos rendimentos, e o que vem a publico é que existem pessoas com endividamento acima dos 100%, e de quem é a culpa, será só de quem recorre ao crédito fácil, ou será também de quem concede
Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
A crise, o banco central e o proteccionismo
Estão os bancos centrais - neste momento a Reserva Federal - a salvar os bancos (mais uma vez) das asneiras que fazem ao baixarem as taxas de juro e/ou injectarem liquidez? E assim a incentivarem e gerarem novos abusos no futuro face às garantias de salvação que estão a dar? Aquilo que os economistas designam como 'moral hazard'?
Via Ecomist's View um artigo de William Poole presidente da Reserva Federal de St. Louis. Vale a pena ler. Exige concentração.
Assim como vale a pena ler a entrevista do ministro alemão das Finanças Peer Steinbruck ao FT. As suas lições sobre a crise financeira internacional, as acusações de arrogância aos banqueiros, o que perspectiva que vai mudar - mais transparência, nenhumas sanções - e as suas previsões para a economia - a actividade produtiva na Alemanha vai continuar robusta, diz.
E ainda (fora deste tema da crise financeira) o que diz sobre a iniciativa alemã de protecção de grupos nacionais: gostaríamos de ver um grupo de media nas mãos de uma empresa de um país não democrata, pergunta.
O pêndulo estará a caminhar para o proteccionismo? A própria crise financeira alimenta essa tentação.
Escrito por Helena Garrido at 01:23
http://vistodaeconomia.blogs.iol.pt/7702/
as pessoas esquecem-se que o capitalismo não é um mar de rosas! O capitalismo envolve perder e ganhar.
O capitalismo deixa às pessoas a liberdade de tomarem as suas próprias opções mas isso implica que essas pessoas se responsabilizem pelas consequências dessas escolhas!
Se 1 banco concede empréstimos a clientes de alto risco, terá de assumir as perdas decorrentes de eventuais incumprimentos. Se uma pessoa contrai um crédito e depois deixa de ter condições para o reembolsar terá de assumir as consequências!
Caso contrário os espertos é que se safam! Quem tomou decisões ponderadas, quem poupou arduamente, etc. é que sai penalizado!
Como diz o video do Arnie algures por aí: WE ARE REWARDING THE IDIOTS!
O capitalismo deixa às pessoas a liberdade de tomarem as suas próprias opções mas isso implica que essas pessoas se responsabilizem pelas consequências dessas escolhas!
Se 1 banco concede empréstimos a clientes de alto risco, terá de assumir as perdas decorrentes de eventuais incumprimentos. Se uma pessoa contrai um crédito e depois deixa de ter condições para o reembolsar terá de assumir as consequências!
Caso contrário os espertos é que se safam! Quem tomou decisões ponderadas, quem poupou arduamente, etc. é que sai penalizado!
Como diz o video do Arnie algures por aí: WE ARE REWARDING THE IDIOTS!
Free Minds and Free Markets
... forecasting exchange rates has a success rate no better than that of forecasting the outcome of a coin toss - Alan Greenspan (2004)
Pata-Hari Escreveu:cook, isso é uma questão de modelo social. Os estados unidos estão exactamente do lado mais extremista em que cada um paga por uma bela parte do que consome: saúde, socorro, tudo.
Por isso mesmo é que é surpreendente que se tome uma atitude destas.
Pata, amanhã vou procurar explicar melhor no comentário semanal nos Babby Boomers, mas, a meu ver, esta controversa medida tem como objectivo dar tempo ao Fed de baixar mais 1 ou 1,5% as taxas nos próximos meses, sem comprometer a inflação, de forma a que, quando se renovem as hipotecas, sejam ajustadas a uma taxa muito mais baixa.
Admito que o Fed baixe já 50 pb em 11 de Dezembro.
Ou seja, adiam o inevitável, tornando este menos doloroso.
...
…
No States o crédito bancario é concedido em moldes diferentes do que na Europa, só para relembrar:
Em jeito de avaliação, o documento salientava igualmente que, a par do agravamento dos “grandes riscos” que pesam sobre a economia mundial (onde se incluíam, entre outros, os associados ao défice norte-americano, ao mercado imobiliário e ao sobreendividamento das famílias), a capacidade para responder a estes riscos não tinha progredido de forma concomitante, o que aumentava a susceptibilidade de perturbações sistémicas acentuadas.
A gravidade do alastramento do problema do credito bancario de alto risco nos states, não justifica por si só as medidas anunciadas?
È preferível deixar implodir o sistema e com isso arrastar toda a economia, a dos states, e as restantes?
O que é preciso acontecer para que os governos intervenham, e qual o papel dos governos centrais, neste tido de crises que afectam milhões de vidas?
E que tal haver um fundo mutuo a nível bancário, que cobrisse este tipo de incumprimento para precaver ou amenizar de alguma forma estas situações?
A propósito deste tema e á volta dele....
-é curioso em termos socioeconómicos haver um certo lado elitista, que dirá, só recorre ao crédito quem pode em função da sua capacidade de endividamento, e esses , só compram a casa , o barco, o carro, as férias, que podem comprar ,em termos gerais duvido que assim seja, a proporção do endividamento é tanto maior quanto maior forem os rendimentos, por isso eu já tinha dito anteriormente, e falando em termos gerais, nenhuma família pode dizer que hoje está bem e que amanhã não tem a vida virada de pernas para o ar, quer por via de desemprego, -que está na ordem do dia, quer por doença, acidente ou outro -, mas isto não interessa nada para o caso
Mas a realidade não é a elitista, a realidade é que todos procuram com mais ou menos sacrificio, ter a sua casa, o seu carro, e todos os demais bens necessários a uma vida com o minimo de qualidade, e ai entra-se na roda viva dos créditos bancários, e nas consequÊncias de más decisões que possam advir de excesso de endividamento, estas já sobejamente conhecidas, cabe a cada um decidir de acordo com a sua taxa de esforço.
Tentando fazer uma leitura do que se passa na nossa sociedade, o facto de não se pensar global começa a ser típico nesta sociedade actual, dito de outro modo temos uma sociedade demasiado individualista, ou se vence ou se é vencido e se se for vencido, ninguem te pode acudir, isto porque o mercado assim o exige , isto só porque se está a enraizar nas sociedades europeias, e,em particular na Portuguesa, que o estado não tem esse papel, o que considero muito grave, algo tem de ser repensado muito rapidamente, e até já terá sido aflorado no parlamento europeu, que sociedade queremos é a questão, e esta questão extravasa qq visão que gravite só em torno de mercados financeiros...
por isso extremam-se posições dizendo que o casal -A- (que em termos relativos são todos ) compra a casa de -X- valor a qual não podem comprar, ora bem, então nesse caso a economia pára, os bancos param de emprestar pq as pessoas não podem pagar, a construção civil pára de fazer casas para os remediados e faz só para a elite, neste caso veriamos o verdadeiro fosso que existe, e que está a ser cada vez maior entre os muito ricos e os tais que não podem pagar os créditos
retomemos então a questão da distribuição desigual da riqueza ,- já sei que me vão dizer que o ordenado mínimo é demais para alguns pq não produzem o suficiente- as empresas onde esses trabalhadores mal formados incompetentes e analfabetos-que concerteza os haverá- ganham esse tal ordenado mínimo, tem um ou mais de um administrador com todas e mais algumas regalias, e são eles que gerem os destinos das empresas, algumas delas até vão á falência e a culpa é do desgraçado do “remador” que é incompetente, e nunca é do iluminado do administrador ou director, que até recebeu uns fundos da c.e.e. , mas como o coitado necessitava de um novo audi ou de um novo mercedes teve de abdicar da formação ou parte destes trabalhadores, os milhares de casos que aconteceram ,….bem até nem aconteceram pq em termos estatísticos, os desgraçados dos empregados até terão assinado em como receberam a dita formação, não a tendo recebido…a tal máquina que se devia ter comprado para produzir mais, até nem se comprou, e o desgraçado do remador em vez de andar com barco a motor continua a remar……..centra-se demasiado a questão no trabalhador e raramente no empregador, mas isso também não interessa nada a culpa continua ser do remador
o "remador" a ultima coisa que deixa de pagar será a casa, em caso de desemprego devido a tamanha incompetência no desempenho das funções , claro está as coisas agravam-se caso as pessoas tenham vários créditos acumulados ainda é pior
nos caso frequentes de vários créditos acumulados, e em caso de ruptura financeira de uma família, nestes casos o sistema financeiro de forma indirecta é muito culpado, e ainda mais culpado será o próprio estado que não regula convenientemente o acesso a estes instrumentos financeiros de crédito e deixa perpetuar o “mau” endividamento
penso que, o papel do estado será esse mesmo, regulamentar para evitar o problema, é de todo inaceitável que o sistema permita que alguém ou alguma entidade se endivide acima de 50% dos rendimentos, e o que vem a publico é que existem pessoas com endividamento acima dos 100%, e de quem é a culpa, será só de quem recorre ao crédito fácil, ou será também de quem concede
só como exemplo ….
fruto da ideia espantosa de algum cérebro iluminado, a ideia "inovadora" e espantoso relativa a crédito bancário, que me apercebi ultimamente , terá sido uma I.B. conceder crédito no inicio do ano escolar para compra de material escolar, será caso para perguntar se este crédito corresponde a tal realidade do ordenado mínimo, até a poderíamos alcunhar de “geração do ordenado mínimo “
para haver oferta deste tipo de produtos é porque existe procura, e se existe procura a situação é demasiado grave, quanto aos bancos como é obvio, aproveitam-se das fragilidades económicas dos clientes porque tudo lhes é permitido, e como o papel deles é vender dinheiro, tão simplesmente são agressivos comercialmente quanto baste para atingir os objectivos que lhes interessa atingir
as questões colocadas são uma parte de um todo que não está progredir em nenhum sector da sociedade, desde o económico o educativo e até o lado moral pondo em cima da mesa sérias questões de cidadania empregabilidade, direitos e deveres, remunerações e compensações adequadas à produtividade, é este o pais que queremos para nós para os nossos filhos e para os nossos netos, com tantas desigualdades socioeconomicas!
EDITADO E NÃO CORRIGIDO
Cumpt charles
Em jeito de avaliação, o documento salientava igualmente que, a par do agravamento dos “grandes riscos” que pesam sobre a economia mundial (onde se incluíam, entre outros, os associados ao défice norte-americano, ao mercado imobiliário e ao sobreendividamento das famílias), a capacidade para responder a estes riscos não tinha progredido de forma concomitante, o que aumentava a susceptibilidade de perturbações sistémicas acentuadas.
Ora, a já há algum tempo receada crise do “subprime” norte-americano acabou por se fazer sentir. O primeiro sinal chegou em Março deste ano, com o anúncio de falência iminente da New Century Financial – banco americano especialista em crédito imobiliário ao segmento “subprime” e um dos maiores do sector – e o consequente despedimento de mais de três mil pessoas. De facto, este florescente segmento de sector – assente em empréstimos concedidos a clientes de “alto risco”, financeiramente mais frágeis e/ou de duvidoso historial creditício – duplicou nos últimos cinco anos nos EUA e, para muitos, a crise adivinhava-se próxima
Fonte: Glória Rebelo, Jornal de Negócios, em 04.Set.2007
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A gravidade do alastramento do problema do credito bancario de alto risco nos states, não justifica por si só as medidas anunciadas?
È preferível deixar implodir o sistema e com isso arrastar toda a economia, a dos states, e as restantes?
O que é preciso acontecer para que os governos intervenham, e qual o papel dos governos centrais, neste tido de crises que afectam milhões de vidas?
E que tal haver um fundo mutuo a nível bancário, que cobrisse este tipo de incumprimento para precaver ou amenizar de alguma forma estas situações?
A propósito deste tema e á volta dele....
-é curioso em termos socioeconómicos haver um certo lado elitista, que dirá, só recorre ao crédito quem pode em função da sua capacidade de endividamento, e esses , só compram a casa , o barco, o carro, as férias, que podem comprar ,em termos gerais duvido que assim seja, a proporção do endividamento é tanto maior quanto maior forem os rendimentos, por isso eu já tinha dito anteriormente, e falando em termos gerais, nenhuma família pode dizer que hoje está bem e que amanhã não tem a vida virada de pernas para o ar, quer por via de desemprego, -que está na ordem do dia, quer por doença, acidente ou outro -, mas isto não interessa nada para o caso
Mas a realidade não é a elitista, a realidade é que todos procuram com mais ou menos sacrificio, ter a sua casa, o seu carro, e todos os demais bens necessários a uma vida com o minimo de qualidade, e ai entra-se na roda viva dos créditos bancários, e nas consequÊncias de más decisões que possam advir de excesso de endividamento, estas já sobejamente conhecidas, cabe a cada um decidir de acordo com a sua taxa de esforço.
Tentando fazer uma leitura do que se passa na nossa sociedade, o facto de não se pensar global começa a ser típico nesta sociedade actual, dito de outro modo temos uma sociedade demasiado individualista, ou se vence ou se é vencido e se se for vencido, ninguem te pode acudir, isto porque o mercado assim o exige , isto só porque se está a enraizar nas sociedades europeias, e,em particular na Portuguesa, que o estado não tem esse papel, o que considero muito grave, algo tem de ser repensado muito rapidamente, e até já terá sido aflorado no parlamento europeu, que sociedade queremos é a questão, e esta questão extravasa qq visão que gravite só em torno de mercados financeiros...
por isso extremam-se posições dizendo que o casal -A- (que em termos relativos são todos ) compra a casa de -X- valor a qual não podem comprar, ora bem, então nesse caso a economia pára, os bancos param de emprestar pq as pessoas não podem pagar, a construção civil pára de fazer casas para os remediados e faz só para a elite, neste caso veriamos o verdadeiro fosso que existe, e que está a ser cada vez maior entre os muito ricos e os tais que não podem pagar os créditos
retomemos então a questão da distribuição desigual da riqueza ,- já sei que me vão dizer que o ordenado mínimo é demais para alguns pq não produzem o suficiente- as empresas onde esses trabalhadores mal formados incompetentes e analfabetos-que concerteza os haverá- ganham esse tal ordenado mínimo, tem um ou mais de um administrador com todas e mais algumas regalias, e são eles que gerem os destinos das empresas, algumas delas até vão á falência e a culpa é do desgraçado do “remador” que é incompetente, e nunca é do iluminado do administrador ou director, que até recebeu uns fundos da c.e.e. , mas como o coitado necessitava de um novo audi ou de um novo mercedes teve de abdicar da formação ou parte destes trabalhadores, os milhares de casos que aconteceram ,….bem até nem aconteceram pq em termos estatísticos, os desgraçados dos empregados até terão assinado em como receberam a dita formação, não a tendo recebido…a tal máquina que se devia ter comprado para produzir mais, até nem se comprou, e o desgraçado do remador em vez de andar com barco a motor continua a remar……..centra-se demasiado a questão no trabalhador e raramente no empregador, mas isso também não interessa nada a culpa continua ser do remador
Ainda assim:….O remador era incompetente...
Em 2000 realizou-se uma prova de remo entre duas equipas, uma composta por trabalhadores de uma empresa portuguesa e a outra pelos seus congéneres japoneses. ....
Dada a partida, os remadores japoneses começaram a destacar-se desde o primeiro instante. Chegaram à meta primeiro e a equipa portuguesa chegou com uma hora de atraso.
De regresso a casa, a Direcção reuniu-se para analisar as causas de tão desastrosa actuação e não encontraram diferenças significativas entre as equipas. Notaram, no entanto, que na equipa japonesa havia um chefe de equipa e dez remadores, enquanto que na equipa portuguesa havia um remador e dez chefes de serviço, tendo decidido rever esta constituição com vista à prova do ano seguinte.
Em 2001 após ser dada a partida, a equipa japonesa começou rapidamente a ganhar vantagem. Desta vez a equipa portuguesa chegou com duas horas de atraso. A Direcção voltou a reunir após forte reprimenda da Gerência e notaram que na equipa japonesa havia um chefe e dez remadores, enquanto que a portuguesa, após as medidas adoptadas na sequência do fracasso do ano anterior, era composta por um chefe de serviço, dois assessores da gerência, sete chefes de secção e um remador.
Após minuciosa análise, chegaram à conclusão que remador não se esforçava suficientemente.
Em 2002 a embarcação foi encomendada ao departamento de novas tecnologias e dotada de telemetria directa ao satélite português POSAT com o fim de registar continuamente a posição e a vantagem em relação ao barco japonês.
Este ano o barco português chegou com quatro horas de atraso.
Após a regata e para avaliar os resultados, celebrou-se uma reunião ao mais alto nível no piso superior do edifício, chegando-se à seguinte conclusão:
Este ano a equipa japonesa optou novamente pela ultrapassada constituição de um chefe de equipa e dez remadores. A equipa portuguesa, após uma auditoria externa e um assessoramento especial do departamento de informática, tinha optado por uma formação mais vanguardista, composta por um chefe de serviço, dois chefes de secção, um director da qualidade, dois auditores do IPQ e quatro seguranças que controlavam a actividade do único remador, ao qual se tinha aberto um processo disciplinar e retirado todos os incentivos devido aos fracassos dos anos anteriores.
Após prolongadas reuniões, decidiu-se que, para a regata de 2003, o remador seria contratado directamente do exterior já que o remador da empresa era incompetente.
o "remador" a ultima coisa que deixa de pagar será a casa, em caso de desemprego devido a tamanha incompetência no desempenho das funções , claro está as coisas agravam-se caso as pessoas tenham vários créditos acumulados ainda é pior
nos caso frequentes de vários créditos acumulados, e em caso de ruptura financeira de uma família, nestes casos o sistema financeiro de forma indirecta é muito culpado, e ainda mais culpado será o próprio estado que não regula convenientemente o acesso a estes instrumentos financeiros de crédito e deixa perpetuar o “mau” endividamento
penso que, o papel do estado será esse mesmo, regulamentar para evitar o problema, é de todo inaceitável que o sistema permita que alguém ou alguma entidade se endivide acima de 50% dos rendimentos, e o que vem a publico é que existem pessoas com endividamento acima dos 100%, e de quem é a culpa, será só de quem recorre ao crédito fácil, ou será também de quem concede
só como exemplo ….
fruto da ideia espantosa de algum cérebro iluminado, a ideia "inovadora" e espantoso relativa a crédito bancário, que me apercebi ultimamente , terá sido uma I.B. conceder crédito no inicio do ano escolar para compra de material escolar, será caso para perguntar se este crédito corresponde a tal realidade do ordenado mínimo, até a poderíamos alcunhar de “geração do ordenado mínimo “
para haver oferta deste tipo de produtos é porque existe procura, e se existe procura a situação é demasiado grave, quanto aos bancos como é obvio, aproveitam-se das fragilidades económicas dos clientes porque tudo lhes é permitido, e como o papel deles é vender dinheiro, tão simplesmente são agressivos comercialmente quanto baste para atingir os objectivos que lhes interessa atingir
as questões colocadas são uma parte de um todo que não está progredir em nenhum sector da sociedade, desde o económico o educativo e até o lado moral pondo em cima da mesa sérias questões de cidadania empregabilidade, direitos e deveres, remunerações e compensações adequadas à produtividade, é este o pais que queremos para nós para os nossos filhos e para os nossos netos, com tantas desigualdades socioeconomicas!
EDITADO E NÃO CORRIGIDO
Cumpt charles
Às portas do inferno
Bancos e correctores estão a passar por um momento horrível. A desgraça agora começa a alastrar. Cerbeus, a empresa em questão, encontra-se agora no centro do debate sobre se a América está às portas de uma temporada “no inferno”, com o alastrar da crise do crédito dos serviços financeiros para o resto da economia.
Fonte: The Economist
At the gates of hell
Banks and brokers are having a terrible time. Now the misery is spreading
Naming yourself after the three-headed dog that guards the gates to hell was, perhaps, asking for trouble. Cerberus, the private-equity beast in question, now finds itself at the centre of a fierce debate about whether corporate America is in for a hellish time, as the credit crisis spreads from financial services to the rest of the economy.
Only months ago Cerberus was praised as the saviour of the American car industry when it bought Chrysler from its German owner and struck a remarkable deal with the unions to cut jobs and benefits. But on November 20th it emerged that Cerberus's bankers had abandoned efforts to sell $4 billion of the debt it took on when it bought Chrysler. Investors turned up their noses even when offered a 3% discount.
Cerberus has also been hit by growing problems at GMAC, the financing arm of General Motors, in which it bought a 51% stake for $14 billion last year. GMAC reported a net loss of $1.6 billion for the third quarter, up from a loss of $173m in the same period last year.
More controversially, on November 14th Cerberus pulled out of a $4 billion deal to buy United Rentals, a power-tool rental firm. This provoked so much criticism that the famously secretive private-equity firm broke its vow of silence, telling the Wall Street Journal that the attacks on its credibility and integrity were “unfounded” and that it still has “more than $10 billion of available liquidity”.
What happens to private equity may be a leading indicator of how the crisis in the financial system will affect the rest of the business world, both because private-equity deals are so dependent on large amounts of debt, and because many of the shrewdest judges of corporate value work for private-equity funds. The number of new private-equity deals has plunged with the financial crisis, and nobody expects activity to pick up again soon. The collapse of deals suggests that the business climate has changed sharply.
But how, exactly? Were the cancelled deals so marginal, and so dependent on cheap credit, that a relatively small rise in the cost of debt ruined them? Did Cerberus conclude that prospects for the American economy are now too bad to go ahead with the United Rentals deal? Does it see better uses for its capital elsewhere, in distressed debt, say? Is that $10 billion of liquidity really available? And is it really true that as goes Cerberus, so goes the rest of private equity, and the rest of business?
The only truly upbeat firms in America nowadays are the accounting giants, which for once are not being blamed for a financial disaster (this time that honour belongs to the rating agencies). They are determined to keep it that way, and are said to be racking up huge fees by challenging every assumption in banks' financial models to make sure they cannot be accused of optimism. The banks are thus having to disclose ever bigger write-offs, contributing to fear of recession in America both indirectly, by delivering a stream of bad news, and directly, by constraining banks' ability to lend .
The reduced supply of credit is contributing to recessionary fears that are greater in America than in the rest of the world, because the American consumer faces an unusual combination of difficulties, says Ian Shepherdson of High Frequency Economics, a research firm. Fuel prices are soaring, house prices are falling, confidence is plunging and there are early signs that the jobs market is weakening, he says.
So far, the evidence that the credit crisis is spreading to other industries is more in the mind than in the data. For instance, most of GMAC's problems relate to its subprime mortgage lending, rather than defaults on car loans. But there are gloomy predictions about the outlook for consumer spending. Car sales are expected to be down from 16.5m last year to 16m this year, for example. The outlook for 2008 is even worse. Jerry York, a former GM board member, sees sales slipping to 15.5m, and Thomas Stallkamp, a former Chrysler president who oversees automotive investments at Ripplewood, another private-equity firm, expects something between 14.5m-15m. The lower figure would amount to the largest decline since 1991, when there was a full-blown recession.
There are other signs that stress is spreading, though it is not yet at recessionary levels—not least because corporate profits remain at record highs in America, and many firms have taken advantage of the years of plenty to get their balance sheets in shape. Even so, Home Depot recently said that it can no longer afford to continue with its share-repurchase plan. In the most recent survey of banks' senior loan-officers, 19.2% reported a tightening of lending standards to large and medium-sized firms, up from 7.5% three months earlier, and zero a year ago. Surveys of small companies suggest they are finding it harder to get the credit they need to grow.
Between June 12th and November 19th, the spread in interest rates between high-yield corporate debt and Treasury bonds doubled, from 2.6 percentage points to 5.2, says Ed Altman of New York University. The yield on high-yield bonds has risen to 9.33%, the highest level since 2002 and a sign of growing default risk, even though defaults remain near a historic low.
Mr Altman is especially worried by the large amount of low-quality debt issued in recent years, much of it to finance private-equity deals. Some 42% of high-yield corporate bonds issued since 2003 were rated B- or lower, rising to nearly 50% in the first six months of this year. Moreover, some $160 billion of leveraged loans are coming due next year. Refinancing them may be a struggle in today's financial markets.
Martin Fridson of FridsonVision, a research firm, has calculated that a severe recession (which, he stresses, he is not predicting) could result in a peak rate of between 16% and 20% of annual defaults on corporate bonds, far higher than in 1991. If so, lenders will retreat further and distressed-debt investors like Cerberus will be baying for blood. Businesses need lenders to finance their operations: they must be quaking at the prospect.
Fonte: The Economist, em 22.Nov.2007
Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
Bem, o candle já nos mandou calar. Mas uma ultima reflexão. Tamb´m pensam assim, no caso dos fumadores que recorrem aos hospitais, dos que têm acidentes porque não cumpriram as regras de transito, dos que foram nadar sem saberem muito bem e sao salvos pelos nadadores salvadores, dos alpinistas que pedem ajuda, etc...?
Devia o estado só porque são situaçoes em que as pessoas se colocam, muitas vezes por irresponsabilidade, demitir-se de fazer algo?
Devia o estado só porque são situaçoes em que as pessoas se colocam, muitas vezes por irresponsabilidade, demitir-se de fazer algo?
Ok, só que vocês estão a pegar pelo tema pela questão de ser ou deixar de ser justa socialmente uma medida deste género, e a minha questão não era essa, até porque eu não nasci americano.
A minha questão tinha a ver com mercados, mesmo, ou seja, uma medida destas será suficiente para inverter a tendência descendente dos sectores financeiro e de hipotecas nos EUA?
O que esperar, caso ela seja aprovada, de empresas como um Citigroup, um Morgan Stanley, um Bear Stearns, uma Fannie Mae, uma Freddie Mac, uma Countrywide Financial, etç, etc, etç ?
Era essa a minha dúvida, e gostava que as pessoas entendidas na matéria se pronunciassem sobre isso.
Obrigado.
A minha questão tinha a ver com mercados, mesmo, ou seja, uma medida destas será suficiente para inverter a tendência descendente dos sectores financeiro e de hipotecas nos EUA?
O que esperar, caso ela seja aprovada, de empresas como um Citigroup, um Morgan Stanley, um Bear Stearns, uma Fannie Mae, uma Freddie Mac, uma Countrywide Financial, etç, etc, etç ?
Era essa a minha dúvida, e gostava que as pessoas entendidas na matéria se pronunciassem sobre isso.
Obrigado.
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Cook, caus social cria-se quando se permite que um tipo compre uma casa que só poderia comprar se tivesse 10 vezes o seu rendimento e depois o governo salvar o coitadinho às custas de outros que compraram a casa que puderam comprar através dos impostos cobrados. Não vejo qual a justiça social disso.
Estás a premiar o tipo que gasta acima do que pode em detrimento do outro que não só paga a sua casa como acaba pagando a do outro.
Estás a premiar o tipo que gasta acima do que pode em detrimento do outro que não só paga a sua casa como acaba pagando a do outro.
cook Escreveu:Bem,muitos destes comentários são quase extremistas.
Nunca nos podemos esquecer que os governos têm um papel muito mais abrangente que apenas os mercados, e têm obrigações para com os seus países que vão, por exemplo, no evitar do caos social, que era o que poderia acontecer caso essas milhares de famílias ficassem sem casa.
O "caos social" devia era agora ser causado por aqueles que andaram a fazer contas e ficam no fim de tudo prejudicados.
Se soubessem que o Bush ia intervir tinham todos ido comprar casas de 500 mil USD a correr, e depois se não houvesse dinheiro paciência, o Bush arranjava solução. Infelizmente foram responsáveis e compraram casas que podiam pagar, não se deixaram em ir em spreads "promocionais", foram morar para os suburbios e não andaram a comprar casas aos magotes apenas para depois as venderem e tentar ganhar algum.
Infelizmente este tipo de gente que pratica a responsabilidade fiscal não é do género de ir para a rua protestar e como tal comem e calam. Talvez para a próxima tentem aproveitar, já sabem que se não pagarem eles alguém há-de pagar.
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The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
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Bem,muitos destes comentários são quase extremistas.
Nunca nos podemos esquecer que os governos têm um papel muito mais abrangente que apenas os mercados, e têm obrigações para com os seus países que vão, por exemplo, no evitar do caos social, que era o que poderia acontecer caso essas milhares de famílias ficassem sem casa.
Nunca nos podemos esquecer que os governos têm um papel muito mais abrangente que apenas os mercados, e têm obrigações para com os seus países que vão, por exemplo, no evitar do caos social, que era o que poderia acontecer caso essas milhares de famílias ficassem sem casa.
Está tudo dito: depois dizem que o capitalismo não funciona! Não funciona porque há sempre gente governos a condicionar o regular funcionamento dos mercados!
Continuem a varrer a porcaria para debaixo da carpete, quando derem por ela já nem conseguem abrir a porta para entrar em casa, tal é o monte de lixo!
Continuem a varrer a porcaria para debaixo da carpete, quando derem por ela já nem conseguem abrir a porta para entrar em casa, tal é o monte de lixo!
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Isto não é fazer batota com os mercados?
Quais as implicações que esta medida pode ter para as cotações das empresas financeiras, e mais ainda, para as de crédito imobiliário nos Estados Unidos? Vão começar a bombar á força toda?
E como ficam as pessoas que tinham feito expectativas acerca dessas mesmas empresas de acordo com aquilo que parecia ser o ambiente envolvente das mesmas?
Gostaria que os mais sabedores aqui do forum me elucidassem quanto a isto, obrigado
Quais as implicações que esta medida pode ter para as cotações das empresas financeiras, e mais ainda, para as de crédito imobiliário nos Estados Unidos? Vão começar a bombar á força toda?
E como ficam as pessoas que tinham feito expectativas acerca dessas mesmas empresas de acordo com aquilo que parecia ser o ambiente envolvente das mesmas?
Gostaria que os mais sabedores aqui do forum me elucidassem quanto a isto, obrigado
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LS Escreveu:É o liberalismo que temos...
Eu fico pasmado com estas medidas, principalmente por virem de que vêm.
Ao longo dos tempos, por incrivel que pareça, os presidentes americanos mais liberais a nível de mercados têm sido os democratas.
Tanta retórica republicana e depois é nisto que dá...
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The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
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..mas é uma medida populista e anti-funcionamento-natural do mercado. Não faz sentido subsidiar proprietários de casas que custam muitas vezes o que podem pagar. Esse custo deve ser suportado porque quem aceitou/avaliou esse risco, os bancos emprestadores. Os proprietários simplesmente devolvem bens os quais não tinham condições para pagar.
Com eleições no proximo ano a administração Bush, tem de começar a preparar a campanha!
Quanto mais perto das eleições melhor, assim todos se vão lembrar das imagens do Presidente junto a familias de classe media que vivem nos suburbios e que corriam risco de perder as suas casas.
Quanto mais perto das eleições melhor, assim todos se vão lembrar das imagens do Presidente junto a familias de classe media que vivem nos suburbios e que corriam risco de perder as suas casas.
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- Registado: 30/10/2007 18:04
Bush prepara anúncio de congelamento de taxas de juro do -su
30/11/2007
A Administração Bush está perto de chegar a acordo para a assinatura de um pacto com grandes instituições financeiras, que irão congelar temporariamente as taxas de juro em determinados empréstimos "subprime" - crédito hipotecário de alto risco -, revelou hoje o "The Wall Street Journal".
Os detalhes do plano, que poderá ser anunciado na próxima semana, estão ainda a ser definidos, de acordo com o "WSJ", citado pela Reuters.
Segundo a mesma fonte, o acordo está a ser negociado entre reguladores, incluindo o Departamento norte-americano do Tesouro e um grupo de empresas do ramo hipotecário, incluindo o Citigroup, Wells Fargo & Co, Washington Mutual Inc e Countrywide Financial Corp.
Fontes próximas das negociações afirmaram ao "The Wall Street Journal" que vários membros individuais concordaram reger-se por qualquer acordo alcançado pela coligação, à qual se deu o nome de Hope Now Alliance.
A coligação e o governo concordaram em estender a redução da taxa introdutória sobre hipotecas para alguns tomadores de empréstimos que terão problemas em honrar os pagamentos quando as suas hipotecas aumentarem, refere o "WSJ".
No entanto, está ainda por determinar que tomadores de empréstimos se qualificarão para o congelamento e durante quanto tempo, acrescenta o jornal, salientando que um dos cenários possíveis aponta para um congelamento de pelo menos sete anos.
Na Califórnia, quatro entidades credoras de topo celebraram um acordo mediado pelo governador Arnold Schwarzenegger que permite que os tomadores de empréstimos que se deparam com revisões de contas insustentáveis mantenham as suas menores taxas iniciais durante mais cinco anos se viverem em suas casas e continuarem a pagar a horas.
Cerca de 890 mil milhões de dólares de créditos subprime nos EUA verão as suas taxas serem revistas no próximo ano, com um pico em Março, de acordo com um relatório da OCDE.
Fonte: bpionline
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