jardim Gonçalves poderá abandonar Bcp
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jardim Gonçalves poderá abandonar Bcp
Jardim Gonçalves poderá apresentar a sua demissão do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) do Millennium bcp na próxima reunião da Assembleia Geral (AG) convocada para 4 de Dezembro.
“Tenho indicações relativamente seguras de que [Jardim Gonçalves] apresentará o seu pedido de demissão dos órgãos sociais que preside na próxima reunião” do CGS, afirmou João Rendeiro, presidente do Banco Privado Português (BPP) e accionista de referência do Millennium bcp, com 2,5% do capital.
As firmações de João Rendeiro à SIC Notícias foram, contudo, desmentidas por fonte oficial do maior banco privado português, que não só não confirma a intenção de Jardim Gonçalves sair do banco que fundou mas também a data da AG. Certo, porém, é que ainda ontem, no rescaldo do fracasso da fusão com o BPI, a hipótese de saída de Jardim Gonçalves foi referida por outros accionistas, como, por exemplo, Joe Berardo, que detém 6,5 do capital do BCP. A permanência de Jardim no CGS está a agitar o BCP e as palavras de Rendeiro reflectem isso mesmo: “É um ponto de desunião (...) “já o devia ter feito há muito tempo e ele próprio entendeu que é o melhor passo”.
Numa primeira reacção do mercado ao insucesso da fusão, as acções do BCP fecharam ontem em queda de 2,55% para os 3,05 euros, depois de terem estado a cair quase 6%. Já o BPI fechou a sessão bolsista a valorizar 0,18% para os 5,68 euros, depois de ter estado a negociar acima do 1%.
fonte correio da manha
“Tenho indicações relativamente seguras de que [Jardim Gonçalves] apresentará o seu pedido de demissão dos órgãos sociais que preside na próxima reunião” do CGS, afirmou João Rendeiro, presidente do Banco Privado Português (BPP) e accionista de referência do Millennium bcp, com 2,5% do capital.
As firmações de João Rendeiro à SIC Notícias foram, contudo, desmentidas por fonte oficial do maior banco privado português, que não só não confirma a intenção de Jardim Gonçalves sair do banco que fundou mas também a data da AG. Certo, porém, é que ainda ontem, no rescaldo do fracasso da fusão com o BPI, a hipótese de saída de Jardim Gonçalves foi referida por outros accionistas, como, por exemplo, Joe Berardo, que detém 6,5 do capital do BCP. A permanência de Jardim no CGS está a agitar o BCP e as palavras de Rendeiro reflectem isso mesmo: “É um ponto de desunião (...) “já o devia ter feito há muito tempo e ele próprio entendeu que é o melhor passo”.
Numa primeira reacção do mercado ao insucesso da fusão, as acções do BCP fecharam ontem em queda de 2,55% para os 3,05 euros, depois de terem estado a cair quase 6%. Já o BPI fechou a sessão bolsista a valorizar 0,18% para os 5,68 euros, depois de ter estado a negociar acima do 1%.
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