Salário médio de 840 euros
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O problemas dos ordenados na construção civil está aqui a ser analisado de forma muito linear (e errada, na minha opinião)
Um pedreiro pode realmente ganhar bastate bem, mas "sai-lhe do corpo", não é o ordenado base que o leva a esses valores. E estou a falar de ordenados integralmente declarados e rudo legal.
Ora vejamos - um pedreiro tem por dia 8 horas normais de trabalho. A 1ª hora extra é paga a +50%, a 2ª a +75% e as restantes a +100% (a partir de uma certa hora passa a horas nocturnas, com outras condicionantes que não interessam para o caso).
Um pedreiro que esteja colocado fora da zona onde foi contratado (p. ex, uma empresa de Lisboa que coloque um funcionário no Alentejo) tem direito a horas de viagem - ou seja, tem p.ex, 1 hora de ida e 1 de volta. Se o operário entrar ás 8 horas, a 1h de viagem já conta 1h extra - tal como a 1h viagem do fim do dia. Normalmente, eles trabalham sempre até as 19 ou 20 horas, o que dá mais 3 h extra - assim temos num dia 8horas normais, mais 1h ex a 50%, 1 a 75% e 3 a 100% - o que corresponde a grooso modo a cerca de 16.25 horas normais. Os sabados (que quase todos trabalham) são pagos a 100% - quando estão deslocados dormem nos estaleiros e têm ajudas de custo.
Mas isto representa muitas vezes saírem de casa ás 5 da manhã (ou mais cedo ainda), chegarem noite cerrada, dormirem em contentores e mal verem a familia.
São bem pagos? Talvez, mas como disse, sai-lhes do corpo.
Este exmplo para a construção civil concerteza se aplica a outras areas
Abraços
P.S. Quanto à duvida do inicio do post
não percebi qual é a questão...alguém duvida que REALMENTE saõ as mulheres quem trabalha????? ohhh gente....
Um pedreiro pode realmente ganhar bastate bem, mas "sai-lhe do corpo", não é o ordenado base que o leva a esses valores. E estou a falar de ordenados integralmente declarados e rudo legal.
Ora vejamos - um pedreiro tem por dia 8 horas normais de trabalho. A 1ª hora extra é paga a +50%, a 2ª a +75% e as restantes a +100% (a partir de uma certa hora passa a horas nocturnas, com outras condicionantes que não interessam para o caso).
Um pedreiro que esteja colocado fora da zona onde foi contratado (p. ex, uma empresa de Lisboa que coloque um funcionário no Alentejo) tem direito a horas de viagem - ou seja, tem p.ex, 1 hora de ida e 1 de volta. Se o operário entrar ás 8 horas, a 1h de viagem já conta 1h extra - tal como a 1h viagem do fim do dia. Normalmente, eles trabalham sempre até as 19 ou 20 horas, o que dá mais 3 h extra - assim temos num dia 8horas normais, mais 1h ex a 50%, 1 a 75% e 3 a 100% - o que corresponde a grooso modo a cerca de 16.25 horas normais. Os sabados (que quase todos trabalham) são pagos a 100% - quando estão deslocados dormem nos estaleiros e têm ajudas de custo.
Mas isto representa muitas vezes saírem de casa ás 5 da manhã (ou mais cedo ainda), chegarem noite cerrada, dormirem em contentores e mal verem a familia.
São bem pagos? Talvez, mas como disse, sai-lhes do corpo.
Este exmplo para a construção civil concerteza se aplica a outras areas
Abraços
P.S. Quanto à duvida do inicio do post
Para este parágrafo ser real, a força laboral teria de ser composta por 96% de mulheres e 4% de homens...
não percebi qual é a questão...alguém duvida que REALMENTE saõ as mulheres quem trabalha????? ohhh gente....
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Cardoso Escreveu:Conheço bastante pessoal ligado à construção civil e tenho a impressão de que nestes cálculos alguém dividiu os salários por 2 ou 3 (pelo menos).
Acho que toda a gente sabe que no privado o que "vai na folha" e o que realmente é pago são coisas bastante diferentes...
Tive um caso de um pedreiro que, em conversa comigo estava a comentar: "pois, são 300 contos, é quase um ordenado"...
Confirmo, na realidade que eu conheço em especial se forem trabalhadores por conta própria, os valores ligados à CCivil são bem mais elevados. Não esquecer as chamadas "ajudas de custo" que estão fora da folha de vencimento...
"~Nothing new under the sun ~"
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- Registado: 7/11/2002 20:20
Quem trabalha para o estado não pode fugir.
De qualquer das formas a fuga é a unica forma possível para quem vive sobre um Estado despesista e que se esforça apenas em aumentar as suas receitas para esbanjar a seu belo prazer.
Se podesse fugir com o meu ordenadinho bem que fugia.
De qualquer das formas a fuga é a unica forma possível para quem vive sobre um Estado despesista e que se esforça apenas em aumentar as suas receitas para esbanjar a seu belo prazer.
Se podesse fugir com o meu ordenadinho bem que fugia.
Be Galt. Wear the message!
The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
Keyser Soze Escreveu:Elias Escreveu: ou quem escreveu a notícia não passou bem os números...
eu apostaria na jornalista ..ehehe
2 observações:
na zona de Lisboa ganha-se mais que o resto do pais (o Algarve talvez a excepção)
no privado nem sempre se declara a totalidade do vencimento
(a OCDE estima em 23% a economia informal em Portugal)
já agora, ler os comentários dos "leitores" no link
http://www.correiodamanha.pt/noticia.as ... al=9&p=200
Esses numeros parecem muito elevados nos quadros medios/superiores nos serviços e muito baixos no que toca ás profissoes especializadas na area industrial/construção, a meu ver existem dois factores para explicar isto, nos quadros medios superiores o fosso entre os muito bem pagos e os +- é muito elevado dai a media ser alta (é como a historia do frango eu como 1/2 tu comes 1 e 1/2 a media é 1 para cada um e na realidade eu só comi meio), por outro lado na industria e construção as médias parecem baixas aqui a explicação pode muito bem residir na fuga aos impostos, os ordenados na realidade são bem superiores, esse estudo é um mero cozinhado de médias.
OBS. A fuga aos impostos é transversal a todas as profissoes, mesmo por contra de outrem, uma vez li algo que explicava que a fuga aos impostos é superior no norte de Portugal, dai os salarios aparecerem mais altos em Lisboa.
cumpt
Editado pela última vez por charles em 15/11/2007 0:14, num total de 2 vezes.
Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
Conheço bastante pessoal ligado à construção civil e tenho a impressão de que nestes cálculos alguém dividiu os salários por 2 ou 3 (pelo menos).
Acho que toda a gente sabe que no privado o que "vai na folha" e o que realmente é pago são coisas bastante diferentes...
Tive um caso de um pedreiro que, em conversa comigo estava a comentar: "pois, são 300 contos, é quase um ordenado"...
Acho que toda a gente sabe que no privado o que "vai na folha" e o que realmente é pago são coisas bastante diferentes...
Tive um caso de um pedreiro que, em conversa comigo estava a comentar: "pois, são 300 contos, é quase um ordenado"...
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- Registado: 19/12/2002 14:11
- Localização: Leiria
Obrigado pela ajuda...
eu estava com a impressão que isto seria o salário de alguém com alguns anos de experiência na profissão indicada e não o salário base, como o nuno99 disse...
Já agora, estes valores são brutos ou limpos?
Um abr e obrigado
Nuno
PS - as contas são feitas às três pancadas e por alguém que n percebe nada de matemática...
eu estava com a impressão que isto seria o salário de alguém com alguns anos de experiência na profissão indicada e não o salário base, como o nuno99 disse...
Já agora, estes valores são brutos ou limpos?
Um abr e obrigado
Nuno
PS - as contas são feitas às três pancadas e por alguém que n percebe nada de matemática...
Pluricanal... não obrigado. Serviço péssimo e enganador!!!
Elias Escreveu: ou quem escreveu a notícia não passou bem os números...
eu apostaria na jornalista ..ehehe
2 observações:
na zona de Lisboa ganha-se mais que o resto do pais (o Algarve talvez a excepção)
no privado nem sempre se declara a totalidade do vencimento
(a OCDE estima em 23% a economia informal em Portugal)
já agora, ler os comentários dos "leitores" no link
http://www.correiodamanha.pt/noticia.as ... al=9&p=200
nunofaustino Escreveu:Para este parágrafo ser real, a força laboral teria de ser composta por 96% de mulheres e 4% de homens...
Nuno, estava precisamente a fazer essas contas!
De facto estes números não podem estar bem.
Ou o estudo está mal feito ou quem escreveu a notícia não passou bem os números...
1 abraço,
Elias
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- Registado: 5/11/2002 12:21
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Não sei se por ter estado algum tempo fora do país e nunca ter tido uma profissão por conta de outrem, não tenho a mínima ideia se estes valores estão ou não correctos...
Será que alguém me pode confirmar/discordar dos valores apresentados?
Um abr
Nuno
PS - uma primeira leitura deste artigo levanta-me alguma dúvidas sobre os valores apresentados...
Para este parágrafo ser real, a força laboral teria de ser composta por 96% de mulheres e 4% de homens...
"De acordo com últimas estatísticas disponíveis no Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Segurança Social, que remontam a Outubro do ano passado, o salário base médio tem vindo a crescer de forma constante nos últimos anos, rondando os 840 euros. Mas há diferenças acentuadas entre homens e mulheres, com estas a serem prejudicadas. Uma trabalhadora ganha em média 829 euros mensais, enquanto que os homens auferem 1111 euros mensais."
Será que alguém me pode confirmar/discordar dos valores apresentados?
Um abr
Nuno
PS - uma primeira leitura deste artigo levanta-me alguma dúvidas sobre os valores apresentados...
Para este parágrafo ser real, a força laboral teria de ser composta por 96% de mulheres e 4% de homens...
"De acordo com últimas estatísticas disponíveis no Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Segurança Social, que remontam a Outubro do ano passado, o salário base médio tem vindo a crescer de forma constante nos últimos anos, rondando os 840 euros. Mas há diferenças acentuadas entre homens e mulheres, com estas a serem prejudicadas. Uma trabalhadora ganha em média 829 euros mensais, enquanto que os homens auferem 1111 euros mensais."
Pluricanal... não obrigado. Serviço péssimo e enganador!!!
Salário médio de 840 euros
2007-11-13 - 00:00:00
Salário médio de 840 euros
A remuneração de base média mensal dos portugueses ronda os 840 euros, mas há profissões que são extremamente bem pagas em relação às restantes.
Além dos cargos de direcção, que são geralmente os mais bem pagos, as actividades ligadas à área financeira são muito bem recompensadas, com salários que podem chegar aos 4500 euros mensais, ganhos para um auditor com mais de 10 anos de experiência, ou aos 6428,5 euros mensais, auferidos por um advogado de Assessoria Fiscal. Ainda assim o nível de remuneração em Portugal é mais baixo do que nos 15 Estados-membros mais antigos da União Europeia.
De acordo com últimas estatísticas disponíveis no Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Segurança Social, que remontam a Outubro do ano passado, o salário base médio tem vindo a crescer de forma constante nos últimos anos, rondando os 840 euros. Mas há diferenças acentuadas entre homens e mulheres, com estas a serem prejudicadas. Uma trabalhadora ganha em média 829 euros mensais, enquanto que os homens auferem 1111 euros mensais.
As estatísticas do Ministério do Trabalho revelam que os salários mais elevados estão nas actividades financeiras, com ordenados médios na ordem dos 2052 euros mensais. Um intervalo muito largo em relação às segundas profissões mais bem pagas, que, de acordo com a mesma fonte, se encontram na produção e distribuição de electricidade, gás e água, com ganhos mensais médios de 1528 euros.
A partir daí, os intervalos entre profissões vão-se estreitando, com os operários da construção no fundo da tabela com uma média mensal de 845 euros.
A tendência é confirmada pelo Estudo Salarial de 2005 do Hay Group, uma consultora de gestão que opera a nível multinacional e que é especialista no desenvolvimento de planos para as empresas reterem os seus funcionários.
O estudo confirma que a área financeira concentra as profissões mais bem pagas, mas também aqui se encontram salários abaixo da média. Um administrativo de Recursos Humanos em início de actividade tem um salário médio mensal que não vai muito além dos 600 euros.
É precisamente entre os recém-licenciados que se encontram os salários mais baixos e as políticas retributivas que menos alterações sofrem. A remuneração média mensal bruta nesta faixa ronda os 1103 euros, segundo o Hay Group. Uma média que, segundo os especialista, está inflacionada devido ao facto de as empresas estudadas pela consultora incluírem muitas multinacionais.
A razão para este facto é simples – continua a haver uma grande oferta entre as pessoas acabadas de sair da universidade face à procura do mercado. A mesma razão que leva a que a taxa de desemprego mais elevada se registe precisamente nesta faixa da população.
O sector do Marketing, Publicidade e Vendas é outro onde se encontram profissões bem pagas. Um gestor de contas de publicidade júnior (account executive) ganha uma média mensal de 1928 euros, um gestor de projectos de marketing aufere 1785, um chefe de secção recebe uma média de 1696 e um técnico comercial pode chegar aos 1421 euros mensais, apenas para citar exemplos entre os cargos mais baixos.
Nos cargos de topo, as remunerações médias mensais são bastante mais elevadas (como se pode comprovar no gráfico) e é frequente serem acompanhadas por benefícios como o automóvel ou o plano de pensões, além dos seguros de saúde e de vida que algumas empresas também disponibilizam a outros efectivos.
DOIS MILHÕES TÊM RENDIMENTO MENSAL DE APENAS 300 EUROS
O salário médio dos portugueses aumentou, mas trata-se de uma média que esconde que mais de dois milhões de portugueses têm um rendimento inferior a 300 euros, de acordo com o economista Eugénio Rosa.
Apesar do aumento, o economista refere que houve uma perda real dos salários, porque se trataram de aumentos inferiores à inflação e porque tem havido uma substituição de trabalhadores mais qualificados – com salários mais elevados – por pessoas menos qualificadas e, por conseguinte, com ordenados inferiores.
“É o que dizem as estatísticas do Instituto Nacional de Estatística (INE)”, sublinhou Eugénio Rosa em conversa com o Correio da Manhã.
Também contribui para esta situação o facto de os contratos permanentes estarem a dar lugar a vínculos laborais mais precários e de muitos trabalhadores só arranjarem trabalho a tempo parcial, o que baixa os salários e pressiona para baixo o valor médio nacional.
“Muitas pessoas recebem cerca de 60 por cento de um ordenado a tempo inteiro”, diz Eugénio Rosa.
A conclusão do economista é a de que se está a assistir a uma recomposição do emprego. As grandes empresas (que pagam melhor) reduzem o número de trabalhadores, ou seja, há menos pessoas com salários elevados, e cresce o emprego nas pequenas empresas. “Há uma redução do poder de compra”, sublinha Eugénio Rosa, que conduz ao agravamento das condições de vida, para além de acentuar a desigualdade.
Os estudos do economista baseiam-se em dados do INE e do Eurostat, informações estatísticas, pelo que os seus valores estão ligeiramente abaixo dos apresentados pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social, que se fundamenta também em projecções mas feitas com base nos descontos efectivos dos trabalhadores.
De acordo com esses dados, o salário médio em Portugal rondava, em 2000, os 613,83 euros, tendo atingido os 840,1 euros em 2006. Nas contas de Eugénio Rosa, o salário médio passou de 734 euros para 746 euros nos últimos dois anos.
Contrariando com a fraca evolução dos salários, nos últimos dez anos, a carga fiscal – o conjunto dos impostos e das contribuições para a Segurança Social pagos pelos contribuintes – sobre o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 3,4 pontos percentuais, fixando-se nos 35,3 por cento.
NOTAS
SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL
A retribuição mínima mensal garantida (RMMG) situa-se, actualmente, nos 403 euros e abrange 4,5 por cento dos trabalhadores portugueses
RAMO AUTOMÓVEL
Os trabalhadores do ramo automóvel têm salários médios de 938,4 euros, contabilizando os gastos com mão-de-obra desde o fabrico à comercialização
PORTUGAL EM 21º LUGAR
Os gestores de topo ganham mais do que os restantes trabalhadores. Ainda assim, Portugal fica no 21.º lugar da lista, bastante atrás da Espanha (12.º lugar)
ENGENHEIROS DOMINAM
Na construção, os salários mais altos são auferidos pelos engenheiros civis com uma média de 2057 euros, seguidos pelos encarregados (1197 euros)
SERVENTES GANHAM MAL
A posição de servente é a mais mal paga da construção civil com salários médios de 570 euros mensais. No segundo lugar estão os estucadores, com 646 euros
EVOLUÇÃO ESPERADA
O Hay Group estima que no próximo ano os executivos de topo tenham aumentos entre os 4,2 e os 5,1 por cento, bem acima da inflação prevista (2,1%)
Amanhã: Endividamento aumenta
TOP 10 DAS PROFISSÕES MAIS BEM PAGAS EM DEZEMBRO DE 2005
ADVOGADO DE ASSESSORIA JURÍDICA E FISCAL (+ DE 12 ANOS): 6428,5 EUROS
DIRECTOR-GERAL DE INDÚSTRIA: 6071,4 EUROS
DIRECTOR DE HIPERMERCADO: 5857,1 EUROS
DIRECTOR DE PROJECTO: 5428,5 EUROS
DIRECTOR TÉCNICO: 5357,1 EUROS
DIRECTOR DE MARKETING: 5000 EUROS
AUDITOR (+ 10 ANOS): 4500 EUROS
DIRECTOR COMERCIAL (+ 10 ANOS): 4285,7 EUROS
ARQUITECTO DE PLANEAMENTO (+ 10 ANOS): 3928,5 EUROS
PRIVATE BANKING: 3571,4 EUROS
Fonte: Hay Group
SALÁRIOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL EM ABRIL DE 2007
ENGENHEIRO CIVIL: 2057,87 EUROS
PEDREIRO EM GERAL: 673,85 EUROS
ARMADOR DE FERRO: 655,59 EUROS
ENCARREGADO DE CONSTRUÇÃO CIVIL: 1197,95 EUORS
CARPINTEIRO DE TOSCOS: 677,69 EUROS
LADRILHADOR: 702,63 EUROS
ESTUCADOR: 646,81 EUROS
CANALIZADOR: 726,76 EUROS
ELECTRICISTA EM GERAL: 802,54 EUROS
PINTOR: 656,45 EUROS
SERRALHEIRO CIVIL: 753,08 EUROS
CONDUTOR DE MÁQUINAS DE ESCAVAÇÃO: 753,78 EUROS
SERVENTE DE CONSTRUÇÃO CIVIL: 570,12 EUROS
Fonte: Gabinete de estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho
Sandra Rodrigues dos Santos / R.O.
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