OFF TOPIC ---- IMT e IMI
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Rockerduck Escreveu:Ressuscitei este tópico pois tenho uma dúvida quanto ao IMI.
Uma pessoa conhecida minha quer comprar um andar. No entanto quer protelar a compra para Janeiro pois, segundo um conhecido dela, assim não terá de pagar o IMI relativo à totalidade de 2007.
Isto parece-me bizarro. Se eu comprar um andar hoje (e não tendo isenção) vou ter de pagar o IMI de 2007 na totalidade? Se assim é porque não existem ciclos temporais nas compras de casas à semelhança dos automóveis por causa das matrículas de Janeiro?
E no caso de ter isenção por x anos, quando este período acabar em Novembro de 201x vou ter de pagar em 201x+1 o IMI de 201x todo?
Se algum forense profissional na área estiver apto a elucidar-me agradecia.
É verdade, se comprares pagas o IMI de 2007. Não tenho aqui a base legal, mas foi isso que me aconteceu quando comprei o meu apartamento. No ano passado, tive uma cadeira de fiscalidade na universidade, e comfirmei isso mesmo. Mesmo que compres um apartamento no dia 31 de Dezembro tens de pagar o IMI desse ano!!
Não quero mentir, mas penso que o vendedor, em certos casos é que tem de pagar... (Como já fiz a cadeira, já esqueci tudo...
Rockerduck Escreveu:Assim, quando eu vender a minha casa vou procurar vendê-la perto do fim de ano e vou tentar comprar a seguinte no início do ano seguinte de forma a não pagar o IMI da 1ª relativo à quase totalidade do último ano em que a possuí.
Isso é que é um buraco na lei... (I think!)
Para filha pu"#, filho da pu"& e meio.
Eu mexo nisso e faço precisamente o mesmo
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Assim, quando eu vender a minha casa vou procurar vendê-la perto do fim de ano e vou tentar comprar a seguinte no início do ano seguinte de forma a não pagar o IMI da 1ª relativo à quase totalidade do último ano em que a possuí.
Isso é que é um buraco na lei... (I think!
)
Isso é que é um buraco na lei... (I think!
"Opportunity is missed by most people because it is dressed in overalls and looks like work." Thomas Edison
Ressuscitei este tópico pois tenho uma dúvida quanto ao IMI.
Uma pessoa conhecida minha quer comprar um andar. No entanto quer protelar a compra para Janeiro pois, segundo um conhecido dela, assim não terá de pagar o IMI relativo à totalidade de 2007.
Isto parece-me bizarro. Se eu comprar um andar hoje (e não tendo isenção) vou ter de pagar o IMI de 2007 na totalidade? Se assim é porque não existem ciclos temporais nas compras de casas à semelhança dos automóveis por causa das matrículas de Janeiro?
E no caso de ter isenção por x anos, quando este período acabar em Novembro de 201x vou ter de pagar em 201x+1 o IMI de 201x todo?
Se algum forense profissional na área estiver apto a elucidar-me agradecia.
Uma pessoa conhecida minha quer comprar um andar. No entanto quer protelar a compra para Janeiro pois, segundo um conhecido dela, assim não terá de pagar o IMI relativo à totalidade de 2007.
Isto parece-me bizarro. Se eu comprar um andar hoje (e não tendo isenção) vou ter de pagar o IMI de 2007 na totalidade? Se assim é porque não existem ciclos temporais nas compras de casas à semelhança dos automóveis por causa das matrículas de Janeiro?
E no caso de ter isenção por x anos, quando este período acabar em Novembro de 201x vou ter de pagar em 201x+1 o IMI de 201x todo?
Se algum forense profissional na área estiver apto a elucidar-me agradecia.
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Dizer que o IMI e o IMT são receitas das camaras e não do estado ... bom ... que eu saiba as camaras são um dos "braços" do estado, na pratica serem receitas do estado e serem depois distribuidas pelas camaras ou serem receitas directas das camaras é exactamente a mesma coisa.
Quanto à questão do estado ser uma pessoa de bem ou não, o discurso politicamente correcto irritamente solenemente. É mais que obvio que o estado não é uma pessoa de bem neste pais, infelizmente. E nos ultimos anos tem piorado muitissimo. Mas infelizmente neste pais as pessoas devem ser masoquistas, provavelmente eu é que tenho que mudar de pais ... aumentam-se as multas de transito para valores astronomicos, toda a gente aplaude. Aumentam-se os impostos brutalmente (IMI´s, IVA´s, nova taxa de 42% de IRS, Imposto sobre produtor petroliferos, tabaco, etc), toda a gente aplaude. As camaras gastam milhares de contos a contratar milhares de agentes para multar tudo o que é carro mal estacionado, toda a gente aplaude.
Bom ... eu gosto de regras, mas prezo muito a liberdade pessoal, provavelmente os Portugueses gostam de ter um policia ao lado deles o dia todo com um caderninho a apontar todos as suas infracções, eu dispenso.
Chegamos ao absurdo do estado, neste momento, se quiser poder mandar uma nota de liquidação a qualquer um, incluindo a si Sr. Happyguy de 1.000.000 Euros e o sr. para se defender tem de apresentar uma garantia bancaria ou bens, como quiser, nesse valor !!! Ah, e esse processo desde este ano jamais irá caducar (basicamente se o estado lhe dever dinheiro a si o processo caduca, se for ao contrario não caduca !). Inclusivamente pode mandar essa notificação dizendo que o valor em divida é referente a impostos não pagos do ano de .... (eles que preencham porque pode ser o ano que eles quiserem), isto porque desde este ano as finanças pode dizer que tem um facto qq sobre investigação e portanto não expirada nada. Isto é de um estado que é uma pessoa de bem ?
Quanto à questão do estado ser uma pessoa de bem ou não, o discurso politicamente correcto irritamente solenemente. É mais que obvio que o estado não é uma pessoa de bem neste pais, infelizmente. E nos ultimos anos tem piorado muitissimo. Mas infelizmente neste pais as pessoas devem ser masoquistas, provavelmente eu é que tenho que mudar de pais ... aumentam-se as multas de transito para valores astronomicos, toda a gente aplaude. Aumentam-se os impostos brutalmente (IMI´s, IVA´s, nova taxa de 42% de IRS, Imposto sobre produtor petroliferos, tabaco, etc), toda a gente aplaude. As camaras gastam milhares de contos a contratar milhares de agentes para multar tudo o que é carro mal estacionado, toda a gente aplaude.
Bom ... eu gosto de regras, mas prezo muito a liberdade pessoal, provavelmente os Portugueses gostam de ter um policia ao lado deles o dia todo com um caderninho a apontar todos as suas infracções, eu dispenso.
Chegamos ao absurdo do estado, neste momento, se quiser poder mandar uma nota de liquidação a qualquer um, incluindo a si Sr. Happyguy de 1.000.000 Euros e o sr. para se defender tem de apresentar uma garantia bancaria ou bens, como quiser, nesse valor !!! Ah, e esse processo desde este ano jamais irá caducar (basicamente se o estado lhe dever dinheiro a si o processo caduca, se for ao contrario não caduca !). Inclusivamente pode mandar essa notificação dizendo que o valor em divida é referente a impostos não pagos do ano de .... (eles que preencham porque pode ser o ano que eles quiserem), isto porque desde este ano as finanças pode dizer que tem um facto qq sobre investigação e portanto não expirada nada. Isto é de um estado que é uma pessoa de bem ?
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Muito bem dito!
Xana Escreveu:Desculpem a minnha frontalidade, mas acho que alguns dos intervenientes nunca leram a lei que fala sobre estes impostos. Em assuntos tão especificos como estes não basta apenas a nossa opinião como cidadãos. Também é preciso saber do que estamos a falar.
E se me é permitido acrescentar...
Parece que se esquecem que, ao abrigo da lei anterior, em que a taxação era feita sobre os valores das transacções, toda a gente mentia nos valores das mesmas. Era o "empréstimo pelo valor da (declarado da) SISA e um empréstimo multi-usos pelo restante". Isto só favorecia a fuga ao fisco.
Com a nova legislação, paga-se de acordo com o valor teórico (semi-livre de especulação imobiliária) do imóvel.
Para quem comprou por 50k€ um imóvel que vale 100k€, mesmo que pague imposto sobre 100k€, certamente que continua a ter um bom negócio nas mãos.
Depois, assumir sempre que o nosso Estado age de má fé e nos está a enganar não é uma atitude correcta. Eu poderia no meu lugar dizer que "fui tramado" porque a minha casa actual foi avaliada num valor acima do limite que me permitia pedir isenção de IMI durante uns anos. No entanto, a diferença entre o valor de compra e de avaliação do imóvel foi de mais de 100k€. Estou chateado por não ter isenção de IMI? Estou chateado por a avaliação considerar que paguei um valor altamente especulado pelo apartamento? Basta-me pensar que se o IMI fosse pelo valor de escritura e não pela avaliação para ficar logo contente.
Bons negócios, imobiliários ou outros
HappyFather
http://caprichosdebolsa.blog.pt/ (inactivo)
http://caprichosdebolsa.blog.pt/ (inactivo)
o IMI e o IMT são receitas das câmaras e não do estado. Desculpem a minnha frontalidade, mas acho que alguns dos intervenientes nunca leram a lei que fala sobre estes impostos. Em assuntos tão especificos como estes não basta apenas a nossa opinião como cidadãos. Também é preciso saber do que estamos a falar.
Bjs
PS: Estamos a falar do decreto-lei 287/2003 de 12 de Novembro e da Portaria 1426/2004, que entretanto já sofreu algumas alterações.
Bjs
PS: Estamos a falar do decreto-lei 287/2003 de 12 de Novembro e da Portaria 1426/2004, que entretanto já sofreu algumas alterações.
Aqui tem o calculo completo:
VT = VC x A x Ca x Cl x Cq x Cv
Nesta fórmula:
- Vc é o valor base dos prédios edificados que corresponde ao custo médio de construção por metro quadrado (fixado anualmente, e em 2006 fixado em 492 euros) adicionado do valor do terreno, que corresponde a 25% daquele custo, o Vc corresponde a 615 euros;
- A é o coeficiente relativo à área bruta de construção e ao terreno que excede a área de implantação, que varia entre 1 e 1,60, e corresponde à soma de coeficientes relativos à área bruta privativa, às áreas brutas dependentes, e à área do terreno livre, dividido entre a parte que não excede o dobro da área de implantação e a restante;
- Ca é o coeficiente de afectação, que varia entre 0,08 e 1,20, consoante o imóvel se destine a estacionamento, armazéns, indústria, habitação, comércio ou serviços;
- Cl é o coeficiente de localização que varia entre 0,35 e 3, consoante o imóvel esteja isolado em meio rural ou se situe numa zona de elevado valor no mercado imobiliário;
- Cq é o coeficiente de qualidade e conforto, que varia entre 0,5 e 1,7, consoante o tipo de imóvel e as suas características, sendo valorizadas na habitação, por exemplo, as moradias e os andares em condomínio fechado, as piscinas, campos de ténis e outros equipamentos de lazer, e no comércio, indústria e serviços, a localização em centro comercial ou edifício de escritórios, o sistema de climatização ou a existência de elevador ou escadas rolantes. Em ambos os casos, constituem indicadores de desvalorização, por exemplo a inexistência de instalações sanitárias (e cozinha, no caso das habitações), a inexistência de rede de água, electricidade, gás ou esgotos, ou a ausência de elevador em edifícios com mais de 3 pisos;
- Cv é o coeficiente de vetustez, que varia entre 0,35 e 1, em função do número de anos decorridos desde a data de emissão da licença de habitação ou da conclusão das obras de edificação
O problema todo está em que o "custo de construção" VC, é elevado, multiplicado pelo valor de localização, que está muito mal atribuido, basta olhar para os mapas e verificar as injustiças flagrantes, faz o valor da avaliação disparar ...
Relativamente ao Coeficiente de localização está prometido que seria revisto, uma vez que existem milhares de queixas sobre as avaliações, mas, mais uma vez, como é para o Estado perder receitas daqui a 10 anos vão ver isso ...
VT = VC x A x Ca x Cl x Cq x Cv
Nesta fórmula:
- Vc é o valor base dos prédios edificados que corresponde ao custo médio de construção por metro quadrado (fixado anualmente, e em 2006 fixado em 492 euros) adicionado do valor do terreno, que corresponde a 25% daquele custo, o Vc corresponde a 615 euros;
- A é o coeficiente relativo à área bruta de construção e ao terreno que excede a área de implantação, que varia entre 1 e 1,60, e corresponde à soma de coeficientes relativos à área bruta privativa, às áreas brutas dependentes, e à área do terreno livre, dividido entre a parte que não excede o dobro da área de implantação e a restante;
- Ca é o coeficiente de afectação, que varia entre 0,08 e 1,20, consoante o imóvel se destine a estacionamento, armazéns, indústria, habitação, comércio ou serviços;
- Cl é o coeficiente de localização que varia entre 0,35 e 3, consoante o imóvel esteja isolado em meio rural ou se situe numa zona de elevado valor no mercado imobiliário;
- Cq é o coeficiente de qualidade e conforto, que varia entre 0,5 e 1,7, consoante o tipo de imóvel e as suas características, sendo valorizadas na habitação, por exemplo, as moradias e os andares em condomínio fechado, as piscinas, campos de ténis e outros equipamentos de lazer, e no comércio, indústria e serviços, a localização em centro comercial ou edifício de escritórios, o sistema de climatização ou a existência de elevador ou escadas rolantes. Em ambos os casos, constituem indicadores de desvalorização, por exemplo a inexistência de instalações sanitárias (e cozinha, no caso das habitações), a inexistência de rede de água, electricidade, gás ou esgotos, ou a ausência de elevador em edifícios com mais de 3 pisos;
- Cv é o coeficiente de vetustez, que varia entre 0,35 e 1, em função do número de anos decorridos desde a data de emissão da licença de habitação ou da conclusão das obras de edificação
O problema todo está em que o "custo de construção" VC, é elevado, multiplicado pelo valor de localização, que está muito mal atribuido, basta olhar para os mapas e verificar as injustiças flagrantes, faz o valor da avaliação disparar ...
Relativamente ao Coeficiente de localização está prometido que seria revisto, uma vez que existem milhares de queixas sobre as avaliações, mas, mais uma vez, como é para o Estado perder receitas daqui a 10 anos vão ver isso ...
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quis dizer que
DIMINUIAM as fugas,por medo do comprador ver o direito de preferência ser exercido pelo estado ,e perder a diferença do declarado(e sobre o qual iria ser execida a preferência),e mantinha-se a justiça simultãneamente com a essência da economia de mercado(possibilidade de fazer bons negócios),por MEDO DO ESTADO de ser obrigado a comprar o bem pelo valor a que o avaliou!
saudações
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Concordo perfeitamente com o amigo macumba, agora neste pais não se pode fazer bons negócios. Isto é a mesma coisa que por exemplo um carro que vale 16000€, mas um stander num fim de semana faz uma promoção e está a vende-lo por 14000€, e depois o estado reclamar IA de 16000€, mas isto faz algum sentido?
A paciência é a chave do negocio
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Não, o estado deveria ter outros mecanismos para detectar essas manipulações. Porque quem declara o que paga tem que pagar mais, fica claramente prejudicado. Alias, o banco fez a avaliação muito próximo dos 150000.
A paciência é a chave do negocio
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Isso não
é verdade,penso eu!
arranjei um negócio para um amigo meu ,em soure,em que o vendedor estava apertado e ele comprou uma loja para um ginásio por 50000€,e avaliaram-na em 150 000€,ao que o meu amigo propôs a venda por METADE desse valor(75 000€)e eles não quiseram!
o mais engraçado é que aconteceu exactamente o mesmo tb com um ginásio na mealhada,só que aqui o preço de aquisição foi 80 000€,e actual dono propôs a venda do imóvel pelo mesmo preço de compra(embora já lá tenha gasto muito dinheiro em obras)e eles tb não quiseram e mantiveram a avaliação em 150 000€.
aliás conheço montes de casos destes e as avaliações são sempre uma chulice!
conclusão:já não se podem fazer bons negócios porque o que se pensa estar a ganhar vai todo para impostos!
a lei devia de facto OBRIGAR os avaliadores a adquirir o imóvel pelo preço avaliado.
afinal se o preço declarado é muito baixo eles tb podem exercer o direito de preferência!por isso esta norma devia funcionar para os 2 lados,e não como sempre só para benefiar o estado:deste modo diminuiam as fugas,mas mantinha-se a justiça e a equidade!
saudações
arranjei um negócio para um amigo meu ,em soure,em que o vendedor estava apertado e ele comprou uma loja para um ginásio por 50000€,e avaliaram-na em 150 000€,ao que o meu amigo propôs a venda por METADE desse valor(75 000€)e eles não quiseram!
o mais engraçado é que aconteceu exactamente o mesmo tb com um ginásio na mealhada,só que aqui o preço de aquisição foi 80 000€,e actual dono propôs a venda do imóvel pelo mesmo preço de compra(embora já lá tenha gasto muito dinheiro em obras)e eles tb não quiseram e mantiveram a avaliação em 150 000€.
conclusão:já não se podem fazer bons negócios porque o que se pensa estar a ganhar vai todo para impostos!
a lei devia de facto OBRIGAR os avaliadores a adquirir o imóvel pelo preço avaliado.
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Ola
Tanto o IMI como o IMT incidem sempre sobre o valor da avaliação das finanças. No caso do IMT, como é pago antes da avaliação, serás notificado para pagar sobre a diferença entre o declarado por ti e o avaliado pelas finanças (15.000€). Por regra a avaliação das finanças fixam o valor do prédio em 85% do seu valor real.
BJs
Tanto o IMI como o IMT incidem sempre sobre o valor da avaliação das finanças. No caso do IMT, como é pago antes da avaliação, serás notificado para pagar sobre a diferença entre o declarado por ti e o avaliado pelas finanças (15.000€). Por regra a avaliação das finanças fixam o valor do prédio em 85% do seu valor real.
BJs
Pagas IMI e IMT sobre o valor da avaliação, independentemente do valor de escritura. As finanças irão corrigir-te o valor de IMT que já liquidaste aquando da escritura.
É um escandalo o valor das avaliações ser superior ao valor de mercado, mas infelizmente é o pais que temos ... Temos n de exemplos desses aqui na minha cidade, temos inclusivamente exemplos de casas iguais em que uma está avaliada cerca de 40 % acima da outra só porque uma esta de um lado da rua e outra do outro, porque o coeficiente de localização é diferente de um lado da rua e do outro (e não me venham com historias de ser a exposição solar porque não tem nada a ver com isso).
Quanto à questão da "compra forçada", era bom era ... o estado limita-se a avaliar os imóveis, não compra nada a ninguem. Eu tb acho que seria de incluir isso na lei, o estado comprometer-se a comprar os imóveis pelo valor de avaliação. As avaliações baixavam logo para metade ...
É um escandalo o valor das avaliações ser superior ao valor de mercado, mas infelizmente é o pais que temos ... Temos n de exemplos desses aqui na minha cidade, temos inclusivamente exemplos de casas iguais em que uma está avaliada cerca de 40 % acima da outra só porque uma esta de um lado da rua e outra do outro, porque o coeficiente de localização é diferente de um lado da rua e do outro (e não me venham com historias de ser a exposição solar porque não tem nada a ver com isso).
Quanto à questão da "compra forçada", era bom era ... o estado limita-se a avaliar os imóveis, não compra nada a ninguem. Eu tb acho que seria de incluir isso na lei, o estado comprometer-se a comprar os imóveis pelo valor de avaliação. As avaliações baixavam logo para metade ...
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Face aos dados o racíocinio está correcto.
Mas o que é de estranhar é que o valor da avaliação das finanças seja menor do que o da aquisição.
Nestes casos creio que as finanças caso entendam que a casa está subvalorizada como de facto está pois para eles vale pelo menos mais 15.000 Euros, podem-te adquirir a casa pelos 150.000 Euros.
Não sei bem como é, mas creio que é uma venda forçada.
Mas é de estranhar esse valor escriturado tão baixo.
Informaste-te bem antes da escritura/falar com o vendedor?
Abraço
Mas o que é de estranhar é que o valor da avaliação das finanças seja menor do que o da aquisição.
Nestes casos creio que as finanças caso entendam que a casa está subvalorizada como de facto está pois para eles vale pelo menos mais 15.000 Euros, podem-te adquirir a casa pelos 150.000 Euros.
Não sei bem como é, mas creio que é uma venda forçada.
Mas é de estranhar esse valor escriturado tão baixo.
Informaste-te bem antes da escritura/falar com o vendedor?
Abraço
OFF TOPIC ---- IMT e IMI
Caros,
Tenho uma dúvida relativamente aos impostos relacionados com o IMT e IMI, que talvez aqui alguém me possa esclarecer.
Comprei um apartamento por 150000€, e as fianças avaliaram o apartamento por 165000€, é sobre este valor que irá incidir o IMI? certo?
E relativamente ao IMT (foi pago sobre 150000€), também tenho que pagar a diferença? ou a avaliação das fianças só tem efeito sobre o IMI.
Muito obrigado
Tenho uma dúvida relativamente aos impostos relacionados com o IMT e IMI, que talvez aqui alguém me possa esclarecer.
Comprei um apartamento por 150000€, e as fianças avaliaram o apartamento por 165000€, é sobre este valor que irá incidir o IMI? certo?
E relativamente ao IMT (foi pago sobre 150000€), também tenho que pagar a diferença? ou a avaliação das fianças só tem efeito sobre o IMI.
Muito obrigado
A paciência é a chave do negocio
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