Caldeirão da Bolsa

Gastar menos não é sinónimo de pobreza!

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

Boa iniciativa

por valves » 1/11/2007 12:19

o nivel de poupanca depende muito da actividade que se tem por exemplo quem trabalha na funcao publica ou em instituicoes financeiras pode ter niveis de poupanca baixos e tomada de credito elevado pois normalmente tem rendimentos estaveis ao longo da vida - normalmente sao muito uteis para o resto da economia porque os seus niveis de consumo elevados e tomadas de credito alto podem e vao gerar rendimento em outras fatias da populacao. O resto da populacao tem que obrigatoriamente poupar mais e muitas vezes como por exemplo os traders muito expostos aos varios tipos de risco normalmente devem poupar em excesso pois isso permitira criar almofadas para pevenir qualquer acontecimento inesperado ... So um aparte para economias que importem em demasia como Portugal tem que haver cuidados adicionais pois qualquer consumo excessivo cria crises de endividamento junto do exterior como nao temos privilegios de senhoriagem e preciso ter um redobrado cuidado

Cumpts
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
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por Keyser Soze » 1/11/2007 11:10

Produtividade
Anexos
produtividade.PNG
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produtividade 2.PNG
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por Pata-Hari » 1/11/2007 11:04

Esqueceram-se de referir que tomando banho com água gelada se poupa a energia no aquecimento da mesma e que assim só se toma banho 1 vez por semana o que se traduz numa poupança ainda maior (uma vez que assim a vontade de tomar banho passa a não ser muita).
lol!!

Já não sei quem falou no tal PPR mas aquela cena está lindinha... fundo misto de 50% acções e 50% obrigações e com rentabilidades melhores que muitos fundos com 100% de acções.

Amei o outro artigo... temos a produtividade de marrocos e o consumo dos alemães :(
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por TraderAT » 1/11/2007 10:51

Elias Escreveu:
TraderAT Escreveu:O problema que existe em Portugal já não é uma questão de Poupar pouco, é isso sim gastar mais do que o rendimento disponível!


Pois isso é verdade, o problema é que não é aumentando o rendimento que isso se resolve.

Basta relembrar aquela velha máxima "o orçamento expande-se atá absorver todo o rendimento disponível". :mrgreen:


Concordo, diria que há uma forte tendência para gastar mais quando se aumenta o nível de rendimento. Muitas vezes até se aumenta o rendimento e por incrível que possa parecer diminui-se o nível de poupança...
O Markting actual em que em muitos sitios/lojas nem sequer apresentam o preço a PP mas apenas o preço das suaves prestações muito contribui para isso.

E depois existe uma especie de cultura em que as pessoas na generalidade querem ter tudo, mesmo que não tenham uma capacidade real de as adquirir...
Pensa como pensam os sábios, mas fala como falam as pessoas simples.(Aristóteles)
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por 1963 » 1/11/2007 10:30

gvrv Escreveu:
alternativas à gasolina


posso dar outra dica?
- em vez de gasolina usem GPL

o preco por litro é 0,6€... bem menos do que os 1,33€ da gasolina

experimentem fazer as contas..

ps: eu uso... num carro que gastava 16,8€ aos 100kms estou a gastar agora 6,8€...


0.54, é a quanto eu o pago :wink:
Obstáculos é aquilo que aparece quando desviamos a atenção do problema principal.
 
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por gvrv » 1/11/2007 10:23

alternativas à gasolina


posso dar outra dica?
- em vez de gasolina usem GPL

o preco por litro é 0,6€... bem menos do que os 1,33€ da gasolina

experimentem fazer as contas..

ps: eu uso... num carro que gastava 16,8€ aos 100kms estou a gastar agora 6,8€...
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por Keyser Soze » 1/11/2007 10:19

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[b]Os portugueses têm uma produtividade marroquina, mas ...

por FRAGON » 1/11/2007 10:08

"OPINIÃO Publicado 31 Outubro 2007
João Cândido da Silva
Oito e 80
joaosilva@mediafin.pt
--------------------------------------------------------------------------------


Os portugueses têm uma produtividade marroquina, mas gastam como alemães. Foi mais ou menos desta forma que o “Wall Street Journal” se referiu, há algum tempo, à situação do país. Em análise estava a perda de competitividade de Portugal, o modelo de desenvolvimento baseado nos baixos salários e o elevado endividamento das famílias, das empresas e do próprio Estado.
O influente jornal escolhia aquela imagem crua para ilustrar a raiz de todos os males que afectavam a economia doméstica. Pode ter ferido algumas sensibilidades patrióticas, mas tinha duas virtudes: reflectia a verdade e era bem apanhada. Em suma, tratava-se da caricatura perfeita de uma nação que desfrutava da vida como uma cigarra, desdenhando a prudência da formiga.

Observando a evolução da taxa de poupança durante as mais recentes décadas, nunca, como agora, os cidadãos portugueses demonstraram maior ausência de espírito aforrador. Aproveitaram o ciclo de dinheiro barato para contrair empréstimos que proporcionaram o acesso a habitação, automóveis e outros bens de consumo, o que, em si, não tem nada de especialmente criticável. Mas excederam a dose, ao comprometerem os parcos rendimentos futuros com níveis de compromisso que se revelam, com as taxas de juro em subida, difíceis, ou impossíveis, de cumprir.

Na vertigem dos sonhos, os contributos chegaram de todos os lados. O admirável mundo novo do euro parecia proteger o país de choques indesejados porque, afinal de contas, se estava a trocar uma moeda fraca, o escudo, por uma moeda talhada para discutir com o dólar o primeiro lugar no pódio da solidez e da credibilidade. E, por algum passe de magia, as qualidades do euro transmitir-se-iam a quem a utilizasse.

Como o Estado era o primeiro a dar os maus exemplos, cresceu sem disciplina e ajudou a cultivar a ilusão de que o endividamento tinha deixado de ser um problema. O país conseguira entrar para o exclusivo clube dos ricos e saudáveis membros da Zona Euro e não havia que temer o momento em que a factura da festa desse entrada na caixa do correio. Um dia, o carteiro chegou com as más notícias. Foi quando se percebeu que o fato era novo, mas que os hábitos não tinham mudado. Pelo meio, havia contas para pagar.

Para muitas famílias, chegar ao final do mês conseguindo esticar o rendimento de forma a satisfazer todos os compromissos é um exercício notável de boa gestão. Nesta situação, sugerir que uma parte do dinheiro seja colocado de parte, num esforço destinado a assegurar uma almofada capaz de aguentar embates inesperados ou de garantir um complemento de reforma, é pouco mais do que inútil. Além das dívidas a saldar, os baixos rendimentos explicam muito sobre a persistente curva descendente da taxa de poupança em Portugal. Mas há mais.

A iliteracia financeira é um fenómeno largamente negligenciado. Deixa quem tenha uma capacidade mínima para aforrar, perigosamente desarmado perante a oferta de produtos de investimento existentes no mercado. Quem pode fazer aplicações, oscila entre o oito e o 80. Refugia-se em terrenos tradicionais, permitindo à inflação comer os rendimentos, ou atira-se ao mar encapelado das acções quando o momento é menos favorável para marinheiros de água doce. Em Portugal, poupa-se pouco. Mas o pior é que se poupa mal."
Quem não sabe o que quer, obtém o que não deseja, OU MELHOR, para barco sem rumo não há vento favorável.
 
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por Keyser Soze » 1/11/2007 9:49

Taxa de ocupação dos voos ultrapassa os 90%
Miniférias esgotam hotéis e voos europeus

2007/11/01 08:28Editorial

As mensagens de apelo à contenção dos gastos das famílias, no Dia Mundial da Poupança, parecem não ter surtido efeito.As campanhas dos operadores turísticos foram muito mais eficazes. Resultado: um grande número de portugueses aproveita o fim-de-semana prolongado que hoje se inicia para viajar, quer fora quer dentro do País. Vários hotéis nacionais estão esgotados, enquanto a taxa de ocupação dos voos para alguns destinos ultrapassa os 90%, escreve o «Diário de Notícias».

As Pousadas de Portugal, por exemplo, estão cheias. Aliás, no sábado estarão mesmo lotadas, não havendo um único quarto livre em todo o País. «Nos restantes dias, pode haver uma ou outra vaga, mas a taxa de ocupação é de praticamente 100%», afirmou ao mesmo jornal a responsável pela comunicação do grupo Pestana.

Nos outros hotéis do grupo, a ocupação também é muito alta, com o Algarve a ultrapassar os 90%. «O facto de não termos muitas pontes este ano pode estar a influenciar esta corrida», acrescentou a mesma fonte.

Mas nem só «cá dentro» se passam as férias. Que o diga a TAP. A transportadora aérea nacional tem diversos voos para a Europa ocupados em mais de 90%. Destinos «clássicos» como França, Inglaterra, Alemanha e Itália «tiveram grande procura nestes dias. O mesmo se passou com rotas mais recentes da TAP como Praga, Zurique a Zagreb», disse ao «Diário de Notícias» o porta-voz da companhia aérea. Fora da Europa, o Brasil registou um aumento da procura, principalmente para a cidade de Natal.

António Monteiro justificou a procura com «a localização destas miniférias no período do ano e a sua duração. Estão entre o Verão e o Natal». O fim-de-semana que incluiu o feriado de 5 de Outubro, «também foi bom, mas estava mais pegado às férias de Verão».

Houve transportadoras aéreas que aproveitaram mesmo este período para lançar novas rotas. Foi o caso da easyJet, companhia de low cost, que inaugurou hoje os voos entre Lisboa e Madrid. No dia 29 de Outubro foram iniciadas as viagens para Bristol, enquanto a rota para Liverpool começa a 2 de Novembro.

Também a SkyEurope, companhia aérea de baixo custo, aproveitou esta época para inaugurar novas rotas. As ligações directas entre Lisboa e Viena começaram a 28 de Outubro. Nas agências de viagens, a procura aumentou, mas não muito. João Barbosa, director da Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT) e responsável das agências Best Travel, sustentou que as vendas registaram «um ligeiro aumento».

Entre os consumidores que se dirigiram a este tipo de estabelecimentos, 25% comprou férias para Portugal e 75% optou pelo estrangeiro. Dos que ficaram no País, a grande maioria (80%) escolheu o Algarve para passar as miniférias.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1730
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por Keyser Soze » 1/11/2007 8:27

Taxa de Poupança está no nível mais baixo desde os anos 60
Evolução da taxa de poupança em percentagem dos rendimentos das famílias desde 1961 até 2006

Imagem
Fonte: Banco de Portugal. Os dados a partir de 1977 estão ajustados da variação de Fundos de Pensões.

“Portugueses não sabem poupar”

Os indicadores estatísticos não são mais do que o reflexo da experiência de quem lida diariamente com este tipo de problema. A verdade é que os portugueses não entendem a poupança como uma despesa do orçamento familiar. “Não há qualquer percepção da importância da poupança. Os consumidores só reagem ‘a posteriori’, chegam-nos já em situação de sobreendividamento”, explica Natália Nunes, do Gabinete de Apoio ao Consumidor Endividado da DECO.

Várias razões explicam os baixos níveis da poupança nacional, mas é o baixo rendimento salarial a causa mais apontada para justificar as más práticas de aforro. A experiência de Natália Nunes revela que os portugueses assumem logo o princípio que não têm quaisquer possibilidades de encontrar uma folga orçamental destinada à poupança. Mas a realidade, sublinha, é que “os portugueses não sabem poupar”.

É também na condição de sobreendividamento que chegam ao Gabinete de Orientação ao Endividamento do Consumidor a quase totalidade dos casos, apesar deste organismo do ISEG ter sido constituído há um ano para actuar no apoio à gestão orçamental das famílias antes de incorrerem em dívidas. Dos mais de 800 casos analisados, o gabinete detectou que “não só não há poupança, como o consumo é muito acima dos rendimentos”, como assegura Paulo Tomé Calado, responsável pelo gabinete.

Gerir um orçamento passa sobretudo por fixar um limite para as dívidas e assumir hábitos diários. A DECO afirma que os créditos devem absorver até 40% do rendimento mensal, enquanto o Gabinete de Orientação considera 30% o razoável. Quanto à parcela do rendimento a ser reservada à poupança, ambas as entidades defendem que os casos devem ser analisados individualmente. A Associação das Instituições de Créditos Especializados aconselha a poupança de 10% do rendimento mensal.

Para combater os maus hábitos nacionais, é necessário investir na formação e informação. Os organismos existentes promovem várias acções de formação em diferentes cidades do País, além do atendimento diário. Os objectivos são comuns: combater as estatísticas e melhorar a vida dos cidadãos.

http://www.negocios.pt/default.asp?Sess ... tId=305094
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por Touro » 1/11/2007 3:12

Eu diria até que todos os restaurantes são pouco saudáveis. Mesmo nos bons restaurantes é preciso ter cuidados, pois há a cultura do excesso de sal na sopa e nos grelhados. Lembrem-se que a sopa mesmo não parecendo salgada, tem sal em excesso. No peixe grelhado então há um abuso desenfreado do sal.

É preciso acabar urgentemente com a cultura de excesso de sal. Por mim, já comecei a contribuir, pois se a sopa não estiver insossa é recusada, além de pedir o peixe ou a carne grelhados com pouco sal.

Quanto aos restaurantes arraçados de tasca deviam ser fechados por ordenação, não da ASAE, mas da Delegação de Saúde Pública. Assim como todas as tascas que existem nas áreas de alimentação dos centros comerciais. Considero-as as tascas do século XXI, e um atentado à saúde pública. Não deveriam ter licença para estar a funcionar.

Perdoem-me os que têm acções da Ibersol.
Cumprimentos,
Touro
 
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por JCS » 1/11/2007 2:49

Esqueceram-se de referir que tomando banho com água gelada se poupa a energia no aquecimento da mesma e que assim só se toma banho 1 vez por semana o que se traduz numa poupança ainda maior (uma vez que assim a vontade de tomar banho passa a não ser muita).

(eheheheh Just kiding) Até gostei de ler o artigo :wink: 8-)

JCS
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por Garfield » 1/11/2007 2:31

sublinha-se a diferença entre poupar reduzindo ou até mesmo eliminando o consumo de tabaco ( factor prejudicial à saúde ) com o poupar tomando o pequeno almoço em casa.

eu costumo defender de que gastos em alimentação ( leia-se saudavel ) nunca são dinheiro mal empregue.

daria clara prioridade ao uso de transportes publicos e redução de vicios (jogo,tabaco,café, alcool) em detrimento dos pequenos almoços no proprio frigorifico e das marmitas.

mas por acaso as marmitas tem 2 vantagens, não é só mais economico mas tambem muito mais saudavel do que a maioria dos restaurantes :)
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por Elias » 1/11/2007 0:38

TraderAT Escreveu:O problema que existe em Portugal já não é uma questão de Poupar pouco, é isso sim gastar mais do que o rendimento disponível!


Pois isso é verdade, o problema é que não é aumentando o rendimento que isso se resolve.

Basta relembrar aquela velha máxima "o orçamento expande-se atá absorver todo o rendimento disponível". :mrgreen:
 
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por TraderAT » 1/11/2007 0:27

Boa noite,

O problema que existe em Portugal já não é uma questão de Poupar pouco, é isso sim gastar mais do que o rendimento disponível!
Segundo os especialistas as despesas com pagamento de Créditos não devem superar nunca os 40% do rendimento, todos sabemos que essa não é a realidade em Portugal.
Eu até acho que há muita gente que usa a dica da marmita de casa e depois compra um automóvel de 40.000 EUR financiado a crédito...poupa os 50 EUR mensais referidos e depois paga n-vezes esses 50 EUR em juros para pagar o financiamento.

Eu diria que para um carro(de valor médio 20000/25000EUR) até posso entender que alguém que não tenha forma de comprá-lo a PP, o faça com um crédito, agora comprar uma Viagem a crédito é algo que sinceramente não entendo...e dificilmente alguém me fará entender :?
Bom mas cada um é como cada qual, os Bancos é que ganham com estas situações, e claro os seus accionistas :mrgreen: !

Bom feriado a todos
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por Touro » 31/10/2007 23:44

Ocasionalmente, traga o almoço de casa e desfrute dos paladares caseiros!


Isto é o mesmo que dizer: ocasionalmente traga a marmita.

Rentabilidade anual de 12,6% e indexação anual à taxa de 2%


Não consegui perceber qual é a rentabilidade anualizada do fundo.

Aplaudo a ideia de indicar as dicas para poupar 50 euros por mês. Agora, sugiro que se aplique essas poupanças num fundo/ETF que replique um índice de Bolsa. Não pagará comissões de gestão e julgo que conseguirá uma melhor taxa de rentabilidade composta no período de 30 anos que foi referido.

Obrigado, Pata, por partilhares as dicas. Diria que já sigo 80% dessas dicas. Ficam de fora as dicas da marmita e de comprar produtos BPI. :wink:
Cumprimentos,
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por arnie » 31/10/2007 23:25

Gostei.

Vais-te restringir de uma data de coisas que gostas para apenas poupares 50 euros mês que serão gastos para pagar os juros ao banco quando pedires o emprestimo para o carro, para a casa e pessoal :twisted: :twisted:

bom negocio :P
Bons negocios,
arnie
 
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Gastar menos não é sinónimo de pobreza!

por Pata-Hari » 31/10/2007 22:57

Isto é um bom tópico para este fórum de tios-patinhas :mrgreen:

É cortesia do BPI que está sempre a zelar pela nossa saúde e pelos PPRs deles :roll:

Gastar menos não é sinónimo de pobreza!

Utilize as seguintes dicas para “apertar o cinto” e garantir que no final do mês consegue poupar para atingir os seus objectivos. Assim pode gastar dinheiro nas coisas pelas quais sente paixão e não em pormenores perfeitamente dispensáveis do seu quotidiano:


1. Durante a semana

Abra o frigorífico e inspire-se! Tomar o Pequeno-Almoço em casa significa poupar os Euros gastos num bolo e/ou um café na Pastelaria;
Autocarro, Metro e Comboio são excelentes alternativas à gasolina que gasta diariamente com o carro, portagens, estacionamentos e multas;
Ocasionalmente, traga o almoço de casa e desfrute dos paladares caseiros!
Depois do almoço, tome o habitual café no escritório!
Leve uma peça de fruta de casa para o lanche e visite menos a Pastelaria.
É fumador? Reduza o seu gasto mensal estabelecendo limites ao seu consumo diário (não vale fazer batota...)
O saber não ocupa lugar! Opte pela informação gratuita (por exemplo Internet e Rádio) em vez de comprar diariamente o seu jornal.


2. Em Casa
Sempre que possível, invista em aparelhos domésticos de classe energética A;
Opte pela utilização de extensões eléctricas múltiplas com interruptor para controlar os vários aparelhos. Assim, basta desligar o interruptor para poder poupar cerca de 30% na sua Conta mensal;
Dica luminosa: Substitua as lâmpadas tradicionais por lâmpadas fluorescentes;
Seque a sua roupa ao ar livre. Nos casos em que a máquina de secar é indispensável, centrifugue-a o melhor possível;
Lave a sua roupa a baixas temperaturas;
Utilize as máquinas de lavar roupa e loiça apenas quando estas estiverem cheias;
Não deixe o gelo acumular no congelador pois provoca um aumento de consumo. Uma camada de gelo superior a 5mm pode causar um aumento de cerca de 30%.


3. No Supermercado
Condição Essencial: Vá ao supermercado SEMPRE de barriga cheia, assegurando que compra aquilo que verdadeiramente necessita.
Tome sempre em consideração as cadeias de supermercado discount;
Reveja a sua lista de compras. Sempre que a qualidade lhe agradar, opte por produtos de marca branca;
Seja diferente! Varie a ementa em sua casa de acordo com as promoções nos Supermercados; Os descontos podem chegar muitas vezes aos 25%;
Escolha sempre Frutas e Legumes da época. Os preços são mais acessíveis;
Equacione comprar Embalagens Familiares, tendo em conta que o custo por unidade é mais baixo;
Evite as Bolachas e os Doces&prefira a Fruta! É bastante mais saudável para o seu organismo e carteira!


4. Na Banca

1. Domicilie o seu Ordenado no BPI e beneficie de:

Isenção de Despesas de Manutenção da Conta à Ordem;
Anuidades do Cartão de Débito Visa Electron;
1ª Anuidade do Cartão BPI;
Seguro de Responsabilidade Civil;
Bonificação na Taxa Base do Crédito Pessoal;
Bonificação na Taxa Base do Crédito Habitação;
Bonificação na Taxa Base do Financiamento Automóvel BPI.

2. Adira ao BPI Net/Directo e receba:

Transferências Nacionais gratuitas;
Até 50% desconto nas despesas de requisição de Cheques.

3. Aproveite as Áreas Automáticas nos Balcões BPI para:

Fazer depósitos sem custos;
Aceder ao BPI Net gratuitamente.


Estas são algumas dicas que o ajudarão a poupar para poder aplicar o seu dinheiro no que realmente lhe interessa.


Nós fizemos as Contas.
Através destas dicas conseguirá poupar pelo menos €50 por mês. Ao investir mensalmente esta poupança no BPI Reforma Acções PPR, em 30 anos, atingirá um valor total de € 375.000*.


*Valor Calculado para investimento com:
- Início aos 30 anos e Resgate aos 65 anos;
- Rentabilidade anual de 12,6% e indexação anual à taxa de 2%;
- A rentabilidade considerada representa a rentabilidade do BPI Reforma Acções PPR desde o seu lançamento. Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades no futuro.


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