Caldeirão da Bolsa

Petróleo aproxima-se dos 88 dólares (com gráfico)

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por AMR » 17/10/2007 9:36

superbem Escreveu:
o híbrido, pasmem-se, é muito, mesmo muito, mais poluente (quase 3x)..


Essa agora... Como é que um motor electrico é mais poluente? O fabrico das baterias de litio? Deixem-me rir. Onde é que o fabrico seria mais poluente do que dez anos de fumos por carro para atmosfera?

Isso parece ser argumento solicitado por sheiks.


Não me recordo se vi isto na TVTurbo (SICN) ou no Discovery, mas procurei na net e um artigo cita algo semelhante.

A reportagem que vi ilustrava mesmo o processo de fabrico, filmando o trajecto de meio mundo (Canadá -> China -> Japão -> EUA) no fabrico destes automóveis, e respectivas consequências e/ou benefícios, citando bem que um Prius acabava por poluir como 3 veículos normais equivalentes, dependendo do uso, e que, metaforicamente, até mesmo parado. :mrgreen:

Penso que o objectivo não era o "do xeique", pois a reportagem tendia mais para a adopção do Hidrogénio do que produção maciça de baterias com base em níquel, reconhecendo a impraticabilidade dos preços do petróleo como uma possibilidade real em cerca de 40 anos, previsão pessimista.

Prius Outdoes Hummer in Environmental Damage
By Chris Demorro
Staff Writer


The Toyota Prius has become the flagship car for those in our society so environmentally conscious that they are willing to spend a premium to show the world how much they care.

Unfortunately for them, their ultimate ‘green car’ is the source of some of the worst pollution in North America; it takes more combined energy per Prius to produce than a Hummer.

Before we delve into the seedy underworld of hybrids, you must first understand how a hybrid works. For this, we will use the most popular hybrid on the market, the Toyota Prius.

The Prius is powered by not one, but two engines: a standard 76 horsepower, 1.5-liter gas engine found in most cars today and a battery- powered engine that deals out 67 horsepower and a whooping 295ft/lbs of torque, below 2000 revolutions per minute.

Essentially, the Toyota Synergy Drive system, as it is so called, propels the car from a dead stop to up to 30mph. This is where the largest percent of gas is consumed.

As any physics major can tell you, it takes more energy to get an object moving than to keep it moving. The battery is recharged through the braking system, as well as when the gasoline engine takes over anywhere north of 30mph. It seems like a great energy efficient and environmentally sound car, right?

You would be right if you went by the old government EPA estimates, which netted the Prius an incredible 60 miles per gallon in the city and 51 miles per gallon on the highway.

Unfortunately for Toyota, the government realized how unrealistic their EPA tests were, which consisted of highway speeds limited to 55mph and acceleration of only 3.3 mph per second.

The new tests which affect all 2008 models give a much more realistic rating with highway speeds of 80mph and acceleration of 8mph per second.

This has dropped the Prius’s EPA down by 25 percent to an average of 45mpg. This now puts the Toyota within spitting distance of cars like the Chevy Aveo, which costs less then half what the Prius costs.

However, if that was the only issue with the Prius, I wouldn’t be writing this article. It gets much worse.

Building a Toyota Prius causes more environmental damage than a Hummer that is on the road for three times longer than a Prius.

As already noted, the Prius is partly driven by a battery which contains nickel.

The nickel is mined and smelted at a plant in Sudbury, Ontario. This plant has caused so much environmental damage to the surrounding environment that NASA has used the ‘dead zone’ around the plant to test moon rovers. The area around the plant is devoid of any life for miles.

The plant is the source of all the nickel found in a Prius’ battery and Toyota purchases 1,000 tons annually.

Dubbed the Superstack, the plague-factory has spread sulfur dioxide across northern Ontario, becoming every environmentalist’s nightmare.

“The acid rain around Sudbury was so bad it destroyed all the plants and the soil slid down off the hillside,” said Canadian Greenpeace energy-coordinator David Martin during an interview with Mail, a British-based newspaper.

All of this would be bad enough in and of itself; however, the journey to make a hybrid doesn’t end there.

The nickel produced by this disastrous plant is shipped via massive container ship to the largest nickel refinery in Europe.

From there, the nickel hops over to China to produce ‘nickel foam.’ From there, it goes to Japan. Finally, the completed batteries are shipped to the United States, finalizing the around-the-world trip required to produce a single Prius battery.

Are these not sounding less and less like environmentally sound cars and more like a farce?

Wait, I haven’t even got to the best part yet.

When you pool together all the combined energy it takes to drive and build a Toyota Prius, the flagship car of energy fanatics, it takes almost 50 percent more energy than a Hummer - the Prius’s arch nemesis.

Through a study by CNW Marketing called “Dust to Dust,” the total combined energy is taken from all the electrical, fuel, transportation, materials (metal, plastic, etc) and hundreds of other factors over the expected lifetime of a vehicle.

The Prius costs an average of $3.25 per mile driven over a lifetime of 100,000 miles - the expected lifespan of the Hybrid.

The Hummer, on the other hand, costs a more fiscal $1.95 per mile to put on the road over an expected lifetime of 300,000 miles. That means the Hummer will last three times longer than a Prius and use less combined energy doing it.

So, if you are really an environmentalist - ditch the Prius. Instead, buy one of the most economical cars available - a Toyota Scion xB.

The Scion only costs a paltry $0.48 per mile to put on the road. If you are still obsessed over gas mileage - buy a Chevy Aveo and fix that lead foot.

One last fun fact for you: it takes five years to offset the premium price of a Prius. Meaning, you have to wait 60 months to save any money over a non-hybrid car because of lower gas expenses.




E cá está, destes nºs deve ter-se retirado o tal "3x" mais...

Abraços,
AMR
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posiçao especulativa

por nnascimento » 17/10/2007 9:14

Olá a todos,

apesar dos graficos navegarem por mares desconhecidos, se pegarmos no ETF USO podemos verificar q estamos a chegar a um ponto critico. Podemos tentar um trade especulativo de baixo risco/beneficio nestes pressupostos. Vamos vender (curto) numa zona onde houve um desiquilibrio no preço. Assim faria desta forma este trade:

Curto: 68.66;stop: 69.85; loss: 1.19; -%: -1.74%
Target(1): 63.11; gain(1): 5.55; +%(1): 8% beneficio/risco: 4.66
Target(2): 60.3 gain(2):8.36; +%(2): 12.1%
beneficio/risco(2): 7.17

Como podem observar é ambicioso mas pelo grafico, compensa.Há q tentar.Um abraço
Anexos
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por Elias » 17/10/2007 9:03

HappyGuy Escreveu:Temos hectares e hectares de Alentejo ao abandono, que poderiam estar a ser plantados para bio-combustíveis. Revitalizávamos a agricultura Portuguesa e reduzíamos a dependência externa de bio-combustível e/ou de cereais para o produzir... E não estaríamos a tirar terrenos de cultura alimentar de ninguém...


Muitos terrenos do Alentejo estão de facto ao abandono. Mas poucos são os que sabem porquê.

Não é por falta de vontade.
Não é por causa da reforma agrária.
Não é por haver excedentes alimentares.

É sim porque se trata de terrenos pobres, pouco propícios à agricultura. Não compensa agricultar esses terrenos.

Portugal é um país de solos pobres e tem vocação florestal, não agrícola. As campanhas do trigo que se fizeram durante o Estado Novo serviram para esgotar completamente muitos terrenos do Alentejo, que na sua maioria deixaram de ser utilizados porque não podiam dar mais. Chegaram aos seu limite. Hoje muitos desses terrenos encontram-se cobertos de estevas, uma planta nativa do nosso território e que é típica de solos pobres (em anexo duas imagem de estevas que tirei no Baixo Alentejo, perto de Castro Verde). Esses terrenos hoje são usados para pastagens de gado e como zonas de caça. Nalguns casos estão também a ser reflorestados com sobreiros e azinheiras.
Anexos
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por Cartago » 17/10/2007 9:02

superbem Escreveu:
o híbrido, pasmem-se, é muito, mesmo muito, mais poluente (quase 3x)..


Essa agora... Como é que um motor electrico é mais poluente? O fabrico das baterias de litio? Deixem-me rir. Onde é que o fabrico seria mais poluente do que dez anos de fumos por carro para atmosfera?

Isso parece ser argumento solicitado por sheiks.


Pois, também acho que há um certo exagero nesta afirmação.

Esta notícia foi publicada no site da USP (Universidade de São Paulo), das mais conceituadas no Brasil. Fica aqui um trecho:

cada veículo convencional substituído pela tecnologia híbrida representa uma economia de R$18 mil por veículo durante a vida útil. Este valor considera não só a economia de combustível mas também uma economia em créditos de carbono estabelecidos pelo protocolo de Kyoto e em gastos com doenças respiratórias pelo sistema de saúde pública. "Receita que, devidamente aplicada em programas sociais, pode contribuir para melhorar a qualidade de vida do brasileiro", acrescenta a engenheira, que apresentou sua dissertação de mestrado no segundo semestre de 2006.

Ela retrata as emissões veiculares como um problema social que se alastra mundialmente. De acordo com estudos internacionais, os veículos híbridos chegam a emitir de 50% a 80% menos poluentes que os veículos convencionais. Em alguns casos, a redução de emissões pode chegar a 90%.


Fonte: http://www.usp.br/agen/UOLnoticia.php?n ... dntc=15265

Reconheço que a produção de baterias seja algo tremendamente poluente, mas a partir daí considerar que este veículo é 3 vezes mais poluente do que um veículo convencional ao longo da duração de toda a sua vida (desde a linha de montagem até o ferro-velho) acho que é um bocado de exagero.[/b]
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por superbem » 17/10/2007 8:34

o híbrido, pasmem-se, é muito, mesmo muito, mais poluente (quase 3x)..


Essa agora... Como é que um motor electrico é mais poluente? O fabrico das baterias de litio? Deixem-me rir. Onde é que o fabrico seria mais poluente do que dez anos de fumos por carro para atmosfera?

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por HappyGuy » 17/10/2007 1:45

TheTraveler Escreveu:Esperemos que os bio-combustíveis não desenvolvam muito. Não será muito agradável termos os combustíveis a ocupar-nos os terrenos agrícolas para alimentação simplesmente porque a produção de Bios-combustíveis poderá ser mais vantajosa. Imaginem o inflacionamento dos alimentos com uma concorrência deste tamanho.


Temos hectares e hectares de Alentejo ao abandono, que poderiam estar a ser plantados para bio-combustíveis. Revitalizávamos a agricultura Portuguesa e reduzíamos a dependência externa de bio-combustível e/ou de cereais para o produzir... E não estaríamos a tirar terrenos de cultura alimentar de ninguém...

A inflacção do preço dos alimentos já está a acontecer e tal deve-se ao crescimento e expansão principalmente da China. Não por causa dos bio-combustíveis.
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por TheTraveler » 17/10/2007 0:47

Cartago Escreveu:Mas há o bio-combustível, como eu referi no outro post. Uma opção mais do que viável


Esperemos que os bio-combustíveis não desenvolvam muito. Não será muito agradável termos os combustíveis a ocupar-nos os terrenos agrícolas para alimentação simplesmente porque a produção de Bios-combustíveis poderá ser mais vantajosa. Imaginem o inflacionamento dos alimentos com uma concorrência deste tamanho.
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por AMR » 16/10/2007 22:51

Boas,

Juntar BioEtanol ao petróleo não só aumenta as octanas como faz o dito mais acessível.

Na Califórnia o Arnie quer hidrogénio já, aliás, a Honda vai lançar em 2008 lá o protótipo xpto bonito que andou a circular.

Mas o hidrogénio tem um problema... de que falei à largos meses no meu blog... não é tão limpo assim:

http://www.alvaromrocha.com/blogger/2006/04/hydrogen-fuel-cells-clean-energy.html

Diga-se de passagem que também os "híbridos" com baterias de lítio, após um estudo à ou da Toyota (acho) provaram que estes carros são, para o ambiente, na realidade, muito mais poluentes, devido ao lítio e o fabrico e alimentação das unidades motoras híbridas, se bem me recordo, compararam em termos globais um carro normal a gasolina e um h+ibrido, e a conclusão foi que o híbrido, pasmem-se, é muito, mesmo muito, mais poluente (quase 3x)... mais ou menos a teoria do post no meu blog, embora no caso do hidrogénio se possa produzir sem energia eléctrica (certas algas).

O petróleo ainda é necessário e vai continuar a ser.
A alternativa são renováveis limpas e nuclear (novidades da fusão?), ou as células de combustível continuarão a necessitar do ouro negro... que está longe de se esgotar!

Abraços,
AMR
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por nunofaustino » 16/10/2007 13:33

Quer queiram quer n queiram, o petróleo está mesmo a atingir o seu pico de produção fácil e barata. Existem diversos posts aqui (mas também no ******) sobre este assunto que indicam que descidas serão sempre menores em termos de duração e de amplitude do que as quedas, e que o petróleo na casa dos 3 dígitos é só uma questão de tempo...

Um abr
Nuno
Pluricanal... não obrigado. Serviço péssimo e enganador!!!
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por Cartago » 16/10/2007 13:31

Elias, por acaso não tenho o hábito de investir em empresas ligadas a este sector. Sei que perdi muitas vezes a onda e deixei de ganhar dinheiro, mas prefiro concentrar-me em sectores que conheço mais a fundo.

Concordo acerca do hidrogênio, apesar de já existerem protótipos por aí e até uma estação de serviço na Alemanha a funcionar num ambiente off-lab, ou seja, a funcionar mesmo na rua!

Mas há o bio-combustível, como eu referi no outro post. Uma opção mais do que viável, basta veres o exemplo do Brasil e dos motores "híbridos" (motores que funcionam tanto à base de álcool como de gasolina e tudo misturado no mesmo depósito).

No Brasil são chamados motores FlexPower e de cada 10 novos veículos, entre 6 e 7 saem de fábrica com motores FlexPower.
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por Elias » 16/10/2007 13:23

Amigo Cartago,

Cartago Escreveu:Daqui há pouco será mais barato encher o depósito com hidrogênio do que com petróleo.


A minha visão sobre a subida do petróleo é esta: "Se não os podes vencer, junta-te a eles".

Ou seja, já que não podemos evitar a subida do preço, aproveitemo-la da melhor forma. Há muitas formas de ganhar dinheiro à pála da subida do petróleo, só não aproveita quem não quer. Ainda há pouco coloquei um gráfico da TOTAL e comentei um outro post sobre a Exxon Mobil...

Cartago Escreveu:Brincadeiras a parte, o petróleo só é uma fonte de energia assim tão dominante pq é barato.


Concordo. Já leste o livro do Kunstler "O fim do petróleo"? Ele desenvolve bastante a ideia do petróleo barato.

Cartago Escreveu:Li algures que o petróleo acima dos 100 dólares já torna outras tecnologias mais atractivas do ponto de vista económico, dentre elas o hidrogênio.


O hidrogénio é muito abundante e é barato mas coloca vários problemas nomeadamente:
- a facilidade com que se escapa pelo facto de ser muito leve
- o perigo de explosão
- o facto de ser muito corrosivo (reage facilmente com muitos outros elementos).

Julgo que para termos motores a hidrogénio a funcionar a preços acessíveis ainda será necessária muita investigação...
 
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por Cartago » 16/10/2007 13:14

Duas palavrinhas:

Ai Ai

Daqui há pouco será mais barato encher o depósito com hidrogênio do que com petróleo.

Brincadeiras a parte, o petróleo só é uma fonte de energia assim tão dominante pq é barato. Li algures que o petróleo acima dos 100 dólares já torna outras tecnologias mais atractivas do ponto de vista económico, dentre elas o hidrogênio.

Quem também tem muito a ganhar com isso é o bio-combustível. O álcool (combustível feito a base de cana-de-açúcar) já move dezenas de milhões de veículos no Brasil e o presidente Lula vem assinando uma série de acordos com diversos países, dentre eles os EUA.

Neste ritmo e dentro de não muito tempo, o Brasil e outros países produtores de cana-de-açúcar e com imensos territórios para plantação irão aparecer no cenário mundial como os novos "sheiks", só que invês de árabes serão, em sua maioria, tropicais (a cana cresce melhor em climas tropicais).
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Petróleo aproxima-se dos 88 dólares (com gráfico)

por Elias » 16/10/2007 12:34

Já foi aos 87,97
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