19,5 % portugueses com formação superior vive no estrange
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Garrafao & Sandes de Presunto
OPA Escreveu:... os portugueses... sao os melhores! E isso e mais facil de provar ca fora... Somos, de uma forma geral, muito mais flexiveis, dedicados, comunicativos, decididos e desenrascados...
Ola,
Estou de acordo contigo no ponto acima. E tambem um fenomeno que me intriga e nao consigo explicar. A falta de melhor, penso que a melancolia e negatividade que nos caracteriza (sera inata?) em Portugal sao combatidas muito facilmente quando se esta no estrangeiro.
Actualmente com uma lingua franca em plena expansao (ingles); facilidade de comunicacao que nao existia ha 10 anos atras (internet); facilidade de viajar (low cost); com o nosso pais a crescer devagar; e com os mercados emergentes a precisarem de quadros superiores bem formados (culturalmente e tecnicamente); a tendencia para se ver o mundo como o mercado de trabalho, e nao so Portugal, nao vai parar de aumentar.
Abraco
CN
Branc0 Escreveu:Curiosamente, todos os que saíram disseram-me que é temporário e que voltarão mais tarde já com um currículo mais bonito e prontos a cingrar em Portugal. Confesso que sou um céptico neste sentido… depois de estar a ganhar o que se ganha lá fora e a trabalhar em áreas “de ponta” não os vejo a querer voltar a Portugal para fazer coisas triviais por “tuta e meia”. Mas há sempre esperança que o país mude…
Branco o país é feito de pessoas (inclusive por nós e pelos seus colegas que saíram), não é uma entidade estranha distante.
Esta realidade é cada vez mais marcante em Portugal mas tb o é nos países de leste e mesmo aqui na vizinha Espanha. A abertura de fronteiras permite as pessoas procurarem algo melhor para a sua vida, e isso não acontece apenas nas profissões menos qualificadas mas tb nas mais qualificadas.
Agora de facto a geração de 70/80 tem de facto nos quadros das empresas dificuldade em progedir pois a geração dos 60/50 agarra-se ao lugar com unhas e dentes mesmo sabendo que não tem pujança de ritmo de trabaho nem pujança técnica para competir com a geração mais nova.
Abraço
NOTA:Sou Engenheiro Informático e os comentários que aqui faço são relativos à área de TIs e telecomunicações.
Em relação a este subtopico de se trabalhar, ou não, “a sério” em Portugal há muito tempo que venho a dizer que o problema em Portugal são os quadros médios. Normalmente o CEO que está no topo sabe o que faz e tem uma visão do negócio que é positiva para todos.
Em baixo normalmente está malta nova, acabadinha de sair da faculdade e com vontade de ir para a frente, muitas vezes sem compreender nada do negócio mas também nesta altura pouco interessa. Desde que haja alguém que os oriente a malta produz e vai para a frente.
O problema surge mesmo quando não há ninguém que os oriente ou quando essa orientação é deficitária. Passei, na minha curta carreira, por 4 empresas e em 3 delas (curiosamente as maiores – multinacionais) identifiquei este problema. Ou porque quem está acima não tem competências técnicas para perceber o que é que as pessoas abaixo estão a fazer ou porque não tem uma visão suficientemente abrangente da área do negócio para perceber o que quer quem está acima.
A isto acumula-se o facto de muitos dos quadros nestas empresas serem “prata da casa”, muitas vezes com falta de renovação de conhecimentos e competências que tiveram quando foram promovidos e depois nunca mais… em alguns casos já passou mais de uma década.
Por estas razões e por outras tenho cada vez mais ex-colegas que emigraram para destinos variados na EU: Reino Unido, Noruega, Suécia, Alemana, Espanha… e a lista vai crescendo das pessoas que agora só vejo no MSN. Muitos deles saiem simplesmente pelo dinheiro, mas existe ainda outros em que Portugal não pode simplesmente competir – em áreas de investigação por exemplo o que temos por cá são brincadeiras. Receber uma proposta de um laboratório alemão ou britânico é, para muitos, razão suficiente para dizerem que sim sem pensar no ordenado.
Curiosamente, todos os que saíram disseram-me que é temporário e que voltarão mais tarde já com um currículo mais bonito e prontos a cingrar em Portugal. Confesso que sou um céptico neste sentido… depois de estar a ganhar o que se ganha lá fora e a trabalhar em áreas “de ponta” não os vejo a querer voltar a Portugal para fazer coisas triviais por “tuta e meia”. Mas há sempre esperança que o país mude…
Em relação a este subtopico de se trabalhar, ou não, “a sério” em Portugal há muito tempo que venho a dizer que o problema em Portugal são os quadros médios. Normalmente o CEO que está no topo sabe o que faz e tem uma visão do negócio que é positiva para todos.
Em baixo normalmente está malta nova, acabadinha de sair da faculdade e com vontade de ir para a frente, muitas vezes sem compreender nada do negócio mas também nesta altura pouco interessa. Desde que haja alguém que os oriente a malta produz e vai para a frente.
O problema surge mesmo quando não há ninguém que os oriente ou quando essa orientação é deficitária. Passei, na minha curta carreira, por 4 empresas e em 3 delas (curiosamente as maiores – multinacionais) identifiquei este problema. Ou porque quem está acima não tem competências técnicas para perceber o que é que as pessoas abaixo estão a fazer ou porque não tem uma visão suficientemente abrangente da área do negócio para perceber o que quer quem está acima.
A isto acumula-se o facto de muitos dos quadros nestas empresas serem “prata da casa”, muitas vezes com falta de renovação de conhecimentos e competências que tiveram quando foram promovidos e depois nunca mais… em alguns casos já passou mais de uma década.
Por estas razões e por outras tenho cada vez mais ex-colegas que emigraram para destinos variados na EU: Reino Unido, Noruega, Suécia, Alemana, Espanha… e a lista vai crescendo das pessoas que agora só vejo no MSN. Muitos deles saiem simplesmente pelo dinheiro, mas existe ainda outros em que Portugal não pode simplesmente competir – em áreas de investigação por exemplo o que temos por cá são brincadeiras. Receber uma proposta de um laboratório alemão ou britânico é, para muitos, razão suficiente para dizerem que sim sem pensar no ordenado.
Curiosamente, todos os que saíram disseram-me que é temporário e que voltarão mais tarde já com um currículo mais bonito e prontos a cingrar em Portugal. Confesso que sou um céptico neste sentido… depois de estar a ganhar o que se ganha lá fora e a trabalhar em áreas “de ponta” não os vejo a querer voltar a Portugal para fazer coisas triviais por “tuta e meia”. Mas há sempre esperança que o país mude…
Be Galt. Wear the message!
The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
Epa, as minhas palavras foram mal entendidas...
Estava eu a dizer que o aconselhava "aos jovens portugueses que querem aprender a trabalhar a serio". Com isto nao quis dizer que em Portugal, em alguns sitios, nao se trabalhe a serio (o melhor exemplo e o meu pai).
Talvez as empresas por onde passei nao sejam o mehor exemplo, mas as conversas que mantenho com os meus colegas so ajudam minha teoria: mesmo aqueles que suam as estopinhas (como tu, provavelmente), acabam por ser puxados para baixo pelos outros que andam a aquecer o lugar. E depois, muitas vezes nao se trabalha bem, com pes e cabeca.
Achei interessante o teu comentario sobre o que viste na Alemanha. Nao descreveste bem o que viste, mas uma coisa digo: la porque eles saem do trabalho as 4 da tarde, nao quer dizer que nao sejam eficientes. (o numero de horas que se trabalha nada tem a ver com a eficiencia).
So mais um comentario ao teu:
Sabes que mais, os portugueses nao sao piores, para mim sao os melhores! E isso e mais facil de provar ca fora, so nao me perguntes porque! Conheco varios tugas por ca e nao ha um que nao faca sucesso onde esta. Somos, de uma forma geral, muito mais flexiveis, dedicados, comunicativos, decididos e desenrascados.
Tenho muito orgulho em ser Portugues! E esse orgulho cresce quando se esta ca fora, ao passo que em Portugal...
Estava eu a dizer que o aconselhava "aos jovens portugueses que querem aprender a trabalhar a serio". Com isto nao quis dizer que em Portugal, em alguns sitios, nao se trabalhe a serio (o melhor exemplo e o meu pai).
Talvez as empresas por onde passei nao sejam o mehor exemplo, mas as conversas que mantenho com os meus colegas so ajudam minha teoria: mesmo aqueles que suam as estopinhas (como tu, provavelmente), acabam por ser puxados para baixo pelos outros que andam a aquecer o lugar. E depois, muitas vezes nao se trabalha bem, com pes e cabeca.
Achei interessante o teu comentario sobre o que viste na Alemanha. Nao descreveste bem o que viste, mas uma coisa digo: la porque eles saem do trabalho as 4 da tarde, nao quer dizer que nao sejam eficientes. (o numero de horas que se trabalha nada tem a ver com a eficiencia).
So mais um comentario ao teu:
Por isso demagogia não... Que sejas mto feliz mas n te sintas inferior por ser português pq n tens razão para isso...
Sabes que mais, os portugueses nao sao piores, para mim sao os melhores! E isso e mais facil de provar ca fora, so nao me perguntes porque! Conheco varios tugas por ca e nao ha um que nao faca sucesso onde esta. Somos, de uma forma geral, muito mais flexiveis, dedicados, comunicativos, decididos e desenrascados.
Tenho muito orgulho em ser Portugues! E esse orgulho cresce quando se esta ca fora, ao passo que em Portugal...
OPA Escreveu:Nao me arrependo um pouco! e aconselho vivamente a todos os jovens portugueses que queiram aprender a trabalhar a serio...
Mais oportunidades -> Concordo
Maiores condições de trabalho -> Concordo
Maiores perspectivas futuras -> Concordo
Trabalhar a sério -> deves estar a brincar ou a gozar com a malta?!?!
Não sei qual o teu ramo e não interessa sinceramente, mas em PT trabalha-se tão a sério como no estrangeiro. No meu caso e na equipa que integro somos tão bons como ou melhores como todos os elementos de vários países da Europa.
Se estás ferido psicologicamente até compreendo pela situação que descreveste, agora trabalhar a sério trabalha-se tb em PT como em qquer país....
Ainda há pouco tempo tive nos escritórios de uma multinacional alemã e se aquilo era trabalhar a sério... Mais parecia os cofee break's de uma repartição publica.... Se no final do dia têm tudo pronto? Têm, tal como a equipa portuguesa estão todos adiantados face ao calendário e não abrandam por causa disso...
Por isso demagogia não... Que sejas mto feliz mas n te sintas inferior por ser português pq n tens razão para isso...
RR
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- Registado: 29/5/2007 7:49
Nao sou profissional de saude, mas revejo-me neste artigo.
Na Europa Emergente encontrei oportunidades que nunca me permitiram em Portugal. Depois de anos em estagios nao remunerados, estagios profissionais mal pagos e trabalho temporario, decidi fazer as malas. Por muito boa impressao que deixasse nas empresas por onde passava, a contratacao estava, pura e simplesmente, posta de lado a partida.
Nao me arrependo um pouco! e aconselho vivamente a todos os jovens portugueses que queiram aprender a trabalhar a serio...
Globetrotter, forca nisso! So custam as primeiras semanas. E vais encontrar tugas por todo o lado que te vao fazer sentir em casa.
Na Europa Emergente encontrei oportunidades que nunca me permitiram em Portugal. Depois de anos em estagios nao remunerados, estagios profissionais mal pagos e trabalho temporario, decidi fazer as malas. Por muito boa impressao que deixasse nas empresas por onde passava, a contratacao estava, pura e simplesmente, posta de lado a partida.
Nao me arrependo um pouco! e aconselho vivamente a todos os jovens portugueses que queiram aprender a trabalhar a serio...
Globetrotter, forca nisso! So custam as primeiras semanas. E vais encontrar tugas por todo o lado que te vao fazer sentir em casa.
Excelente artigo pata... Isto porque para mim tem um grande interesse.
Como técnico de saúde acabado de se formar vejo a situação muito complicada para arranjar um "trabalho" em portugal.
Como tal, já ando a ver outras opções (estrangeiro) na internet, e gostava de colher mais informações e opiniões sobre esta hipótese... Contudo esta opção para mim seria o "último recurso", devido à própria situação em si.
Mas muito obrigada na mesma pelo excelente artigo.
BN
Como técnico de saúde acabado de se formar vejo a situação muito complicada para arranjar um "trabalho" em portugal.
Como tal, já ando a ver outras opções (estrangeiro) na internet, e gostava de colher mais informações e opiniões sobre esta hipótese... Contudo esta opção para mim seria o "último recurso", devido à própria situação em si.
Mas muito obrigada na mesma pelo excelente artigo.
BN
" E que horas são agora em Kuala Lumpur? "
Esta
noticia é treta como é óbvio!
nem sabem fazer contas!
Então se só em S.Paulo existam 226 médicos portugueses a trabalhar,segundo informações oriundas da própria ordem,ou coisa parecida,como é que no fim até a suiça aparece à frente com 22 médicos portugueses?
Enfim,a verdade é que se formos a França(onde tenho familiares),ou à Alemanha por ex,as consultas privadas(pediatria,oftalmologia e rinolaringologia são casos que conheço de modo próprio) são muito mais baratas que em Portuga,tendo eles no entanto um nivel de vida muitissimo superior
nem sabem fazer contas!
Então se só em S.Paulo existam 226 médicos portugueses a trabalhar,segundo informações oriundas da própria ordem,ou coisa parecida,como é que no fim até a suiça aparece à frente com 22 médicos portugueses?
Enfim,a verdade é que se formos a França(onde tenho familiares),ou à Alemanha por ex,as consultas privadas(pediatria,oftalmologia e rinolaringologia são casos que conheço de modo próprio) são muito mais baratas que em Portuga,tendo eles no entanto um nivel de vida muitissimo superior
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- Registado: 7/2/2006 1:25
- Localização: tomar
19,5 % portugueses com formação superior vive no estrange
Cresce o número de profissionais de saúde portugueses que trabalham no estrangeiro. Num estudo publicado no último mês, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) revela que 792 médicos e 1951 enfermeiros portugueses trabalham nos chamados países ricos.
O relatório anual ‘Perspectiva da Imigração Internacional’ acrescenta que estes emigrantes representam 5,7 por cento dos enfermeiros a trabalhar em Portugal e 2,2 por cento dos médicos.
Esta tendência não tem por destino apenas os membros da OCDE. Outros países com a economia em expansão têm atraído profissionais de saúde portugueses, como o Brasil, Angola ou os estados do Golfo Pérsico. Dados oficiais do governo brasileiro relativos a este ano revelam que só no estado de São Paulo 1800 médicos revalidaram o seu título profissional, pelo que estão a trabalhar legalmente no país. Os grupos mais representativos são os médicos bolivianos (435), seguidos dos portugueses (226), peruanos (153), argentinos (115) e colombianos (107).
Segundo Guadalupe Simões, secretária-geral do Sindicato dos Enfermeiros, a saída de enfermeiros, inserida na chamada fuga de cérebros, sofreu um importante acréscimo em 2007. “É conhecido que há grande interesse em emigrarem, sobretudo para a Suíça, Reino Unido e Estados Unidos”, refere. Canadá e Austrália são dois outros países muito procurados. Em Setembro de 2006 o sindicato avançava a existência de 150 pedidos para a homologação de certificados de enfermeiros que pretendiam trabalhar nos EUA.
Guadalupe Simões entende que “duas das causas para a saída de enfermeiros de um País em que o Governo reconhece existir uma carência de 30 mil destes profissionais, resulta de serem oferecidas condições precárias de trabalho como estágios não remunerados nos hospitais cujo objectivo é suprimir postos de trabalho e contratos sem quaisquer garantias de futuro”. Também o bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, Orlando Monteiro Silva, referiu que “estamos a exportar dentistas para países deficitários como a Inglaterra e Holanda”.
ESTADO SEGURA MÉDICOS
O total de médicos que trabalham para o Serviço Nacional de Saúde saiu reforçado no último ano, de acordo com contas do Ministério da Saúde que são contestadas pelo Sindicato Independente dos Médicos. Os médicos que por reforma ou rescisão saíram foram 943. Em compensação, entraram 2901 médicos, entre Janeiro de 2006 e Abril de 2007, pelo que o saldo final é positivo em 1951. Apesar desta situação favorável, o ministro da Saúde, Correia de Campos, reconheceu a necessidade contratar médicos no estrangeiro para reduzir as listas de espera em oftalmologia e defende a possibilidade de os médicos poderem trabalhar com um horário reduzido no sector público.
LIDERANÇA NA EUROPA
Portugal lidera em termos percentuais entre os países europeus que mais são afectados pela saída de quadros técnicos para o estrangeiro. Segundo um estudo do Banco Mundial, 19,5 por cento dos portugueses com formação superior vive no estrangeiro. O estudo do Banco Mundial, que analisa o fenómeno conhecido como fuga de cérebros, situa Portugal no 21.º lugar na tabela de 112 países com mais de cinco milhões de habitantes. A lista é liderada pelo Haiti, com 83 por cento dos seus quadros técnicos fora do país. Portugal está entre a República Dominicana (21,6 por cento) e o Malawi (18,7 por cento). A saída destes profissionais é apontada como um entrave ao desenvolvimento.
MAIS INFORMAÇÃO
EM PORTUGAL
Dados da OCDE revelam a existência de 4552 médicos, 5077 enfermeiros e 6238 outros profissionais de saúde estrangeiros a trabalhar no País. Destes, 61 por cento são provenientes de países africanos de língua portuguesa e 18 por cento do Brasil.
PALOP AFECTADOS
O relatório sustenta que os países africanos de língua portuguesa (PALOP) lideram no número de profissionais a trabalharem nos países da OCDE: 65 por cento dos médicos de Moçambique, 62 por cento de Angola, 49 por cento da Guiné- -Bissau, 47 por cento de São Tomé e Príncipe e 43 por cento de Cabo Verde.
VALORES MUNDIAIS
A saúde é o sector com mais estrangeiros a trabalharem nos países da OCDE. Os maiores “exportadores” de enfermeiros são as Filipinas com 110 mil, seguindo-se o Reino Unido (45 mil), Alemanha e Jamaica, com 31 mil cada. Nos médicos, a Índia lidera com 55 mil, seguindo-se a Alemanha e o Reino Unido, ambos com 17 mil.
CINCO MIL EUROS
Circula na internet oferta de empregos para enfermeiros e dentistas nos EUA. Os salários são de cinco mil euros mais habitação. Mas há agências de emprego pouco credíveis.
PROFISSIONAIS EXPLICAM FENÓMENO
"PARTEM APÓS ACABAR O CURSO": Guadalupe Simões | Sind. Enfermeiros
“Muitos dos enfermeiros a trabalhar no estrangeiro, não chegam a ter experiência profissional no nosso país. Terminam o curso, vêem que não conseguem emprego e partem então para o estrangeiro. Alguns com propostas enquanto estudantes, uns por resposta a anúncios e outros que se deslocam à procura de trabalho.”
"CONDIÇÕES MAIS FAVORÁVEIS": António Bento | Sind. Ind. Médicos
“Condições mais favoráveis, nomeadamente de vencimento, é a razão pela qual partem médicos para o estrangeiro. Os médicos são como qualquer outro português: vão para onde recebem melhores condições. São precisos 13 anos para um médico obter a especialidade, havendo então maior interesse pelo seu trabalho.”
MÉDICOS / ENFERMEIROS A TRABALHAR NO ESTRANGEIRO
CANADÁ – 50 / 470
EUA – 200 / 710
R. UNIDO – 49 / 118
LUXEMBURGO – 2 / 58
ESPANHA – 61 / 49
FRANÇA – 164 / 108
SUIÇA – 22 / 283
AUSTRÁLIA – 218 / 67
OUTROS – 32 / 88
TOTAL MÉDICOS – 792
TOTAL ENFERMEIROS - 1951
(Fonte: Perspectiva das Migrações Internacionais OCDE/2007)
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