BRIC são os melhor posicionados para enfrentar abrandamento
2 mensagens
|Página 1 de 1
BRIC são os melhor posicionados para enfrentar abrandamento
Análise da Standard & Poor’s
BRIC são os melhor posicionados para enfrentar abrandamento da economia dos EUA
Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC), as quatro maiores economias emergentes do mundo, são as melhor posicionadas para enfrentar o impacto, no seu crescimento, de uma potencial quebra das exportações resultante de um abrandamento da economia dos EUA, de acordo com a Standard & Poor’s.
--------------------------------------------------------------------------------
Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC), as quatro maiores economias emergentes do mundo, são as melhor posicionadas para enfrentar o impacto, no seu crescimento, de uma potencial quebra das exportações resultante de um abrandamento da economia dos EUA, de acordo com a Standard & Poor’s.
No relatório publicado hoje, a agência de notação financeira afirma que as economias emergentes têm "inúmeras razões para serem cautelosas com as repercussões da crise imobiliária nos EUA, bem como da recente falta de liquidez no curto-prazo dos mercados de créditos dos EUA e da Europa".
Diane Vazza, directora de "research" da S&P na divisão de Global Fixed Income, afirma que "o evidente abrandamento nos EUA e o aumento dos riscos de recessão poderão afectar as exportações dos mercados emergentes, comprometendo um dos seus principais factores de crescimento nos últimos anos".
A agência salienta que os "termos das trocas comerciais têm funcionado a favor das companhias nos mercados emergentes, impulsionando as exportações para todo o mundo e engrandecendo os excedentes comerciais de todos os grandes países dos mercados emergentes".
Neste sentido, os BRIC, ou seja, o Brasil, a Rússia, a Índia e a China surgem como os países mais protegidos e, como tal, melhor preparados para enfrentar o abrandamento da economia dos EUA, na medida em que são países que contam com uma base de consumidores enorme. Assim, um quebra nas exportações terá um impacto negativo mais reduzido.
A responsável da S&P acrescenta, no relatório revelado hoje, que "o ‘boom’ na liquidez e os baixos ‘spreads’ aceleraram o crescimento do crédito nestes mercados, gerando assim algumas vulnerabilidades em termos de inflação, volatilidade e um ambiente de incerteza nos preços que poderá materializar-se no desinteresse dos investidores que procuram activos dos mercados emergentes".
2 mensagens
|Página 1 de 1
Quem está ligado:
Utilizadores a ver este Fórum: Google [Bot], Google Adsense [Bot] e 85 visitantes
