Depois de longas semanas de ausência... GALP
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Tecnicamente tudo tranquilo, sem nada de novo a acrescentar. Entretanto sairam duas notícias interessantes...
MERCADOS Publicado 17 Outubro 2007 12:57
Potencial de valorização de 7,82%
Morgan Stanley revê em alta preço-alvo para a Galp Energia para 12,4 euros
A Morgan Stanley reviu em alta o preço-alvo para as acções da Galp Energia para os 12,40 euros. Este valor representa um potencial de valorização de 7,82% face ao preço actual dos títulos.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A Morgan Stanley reviu em alta o preço-alvo para as acções da Galp Energia para os 12,40 euros. Este valor representa um potencial de valorização de 7,82% face ao preço actual dos títulos.
A casa de investimento reviu em alta em 6,89% o preço-alvo para as acções da petrolífera nacional, passando o "target" de 11,60 euros para 12,40 euros. a recomendação para as acções é de "overweight".
A Morgan Stanley diz que os catalizadores para a petrolífera residem no "sucesso futuro na exploração e no crescimento do consumo de gás em Portugal", segundo uma nota de "research" hoje publicada.
No lado negativo, a casa de investimento realça "os riscos de alterações no consumo de gás natural em Portugal, um abrandamento do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB)", problemas de investimento para a produção e refinação e "a ausência de mais explorações de sucesso".
Para o terceiro trimestre, a casa de investimento estima que a petrolífera registe um resultado líquido de 114 milhões de euros, menos cerca de 70% do que os 376 milhões de euros verificados no mesmo período do ano passado. Para 2007, a Morgan Stanley prevê que a Galp obtenha lucros de 634 milhões de euros, o que representa uma quebra de 16,5% face aos números apresentados em 2006.
A Morgan Stanley traça três cenários para a Galp Energia. No melhor cenário a casa de investimento "assume um ambienta mais forte no segmento de petróleo e refinação e mais sucessos de exploração", o que faz com que as acções possam atingir os 17,30 euros, ou seja, mais 50,4% do que o valor actual dos títulos.
No cenário central, a casa de investimento estabelece o preço-alvo de 12,40 euros e no pior cenário, a Morgan Stanley estipula um "target" de 9,00 euros, ou seja, menos 21,7% do que o valor actual das acções.
Neste último cenário, a Morgan Stanley assume que as condições de ambiente forte no segmento de petróleo e refinação não se materializam, custos de investimento na ordem dos 350 milhões de euros e "alterações do ambiente regulatório do gás" no mercado nacional.
As acções da Galp [Cot] subiam 0,7% para os 11,50 euros.
MERCADOS Publicado 17 Outubro 2007 13:17
Análise da JP Morgan
Limitação da oferta de petróleo pode manter preços elevados
As limitações na oferta mundial de petróleo deverão manter os preços da matéria-prima elevados no longo prazo, de acordo com a análise do JP Morgan. O banco de investimento reviu em alta o preço do petróleo, no longo prazo, para os 65 dólares por barril mas espera que este valor possa ser "consideravelmente" ultrapassado.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
As limitações na oferta mundial de petróleo deverão manter os preços da matéria-prima elevados no longo prazo, de acordo com a análise do JP Morgan. O banco de investimento reviu em alta o preço do petróleo, no longo prazo, para os 65 dólares por barril mas espera que este valor possa ser "consideravelmente" ultrapassado.
As limitações na oferta de petróleo apontam para uma necessidade dos preços se manterem suficientemente altos para travar a procura global e acelerar a produção de energia através de fontes renováveis, refere o JP Morgan.
No período entre 2008 e 2010, os preços da matéria-prima deverão ser influenciados pela oferta da OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo, pelo abrandamento da refinação global, pelos movimentos dos investidores de "commodities" e pela instabilidade geopolítica. Segundo as previsões do banco de investimento, os preços da matéria deverão ter neste período uma "base muito sólida entre os 60 e os 65 dólares por barril".
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Apesar do negócio na GALP não estar a correr mal, acho que fui mais feliz ao antever uma subida do petróleo do que a capitalizar isso na petrolífera. Espero que a LTa e os novos máximos do crude permitam novos máximos na GALP.
MERCADOS Publicado 16 Outubro 2007 17:20
Petróleo atinge os 88 dólares em Nova Iorque
O petróleo voltou a subir mais de 2% e tocou nos 88 dólares por barril em Nova Iorque, o que representa o valor mais elevado de sempre. Em causa estão as tensões provocadas pelo intuito da Turquia de atacar rebeldes curdos no Iraque, o que está a aumentar a especulação em torno de uma possível interrupção de fornecimento.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
O petróleo voltou a subir mais de 2% e tocou nos 88 dólares por barril em Nova Iorque, o que representa o valor mais elevado de sempre. Em causa estão as tensões provocadas pelo intuito da Turquia de atacar rebeldes curdos no Iraque, o que está a aumentar a especulação em torno de uma possível interrupção de fornecimento.
O West Texas Intermediate (WTI) [Cot], negociado no mercado norte-americano, seguia a valorizar 2,17% para os 88 dólares, o que corresponde o nível mais elevado de sempre.
O "brent" [Cot], matéria de referência para a Europa, seguia a mesma tendência, ao subir 1,69% para os 84,15 dólares, depois de ter tocado nos 84,49 dólares.
As atenções do mercado estão muito viradas pela a Turquia, depois do primeiro-ministro daquele país, Recep Tayyip Erdogan, ter pedido aos advogados para aprovarem uma acção militar contra os rebeldes no Iraque, que é o detentor das terceiras maiores reservas petrolíferas do mundo.
A "caça" aos rebeldes curdos, que estarão no Iraque, fez disparar as preocupações em relação a uma eventual interrupção de fornecimento de um país que tem um papel importante no fornecimento de petróleo mundial.
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Tecnicamente sem nada a acrescentar: breakout quando passou os 11€ e sem resistências pela frente. Esperemos que os máximos do petróleo permitam que volte a realizar novos máximos na próxima semana...
MERCADOS Publicado 12 Outubro 2007 18:13
Recorde histórico
Preço do petróleo supera 84 dólares nos EUA
O preço do petróleo atingiu, em Nova Iorque, os 84,05 dólares, um novo recorde histórico, numa altura em que se teme que a Turquia invada o Norte do Iraque atrás dos rebeldes curdos. Na Europa, o "brent" está perto de voltar a superar os 81 dólares o barril.
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José Pedro Luís
jpluis@mediafin.pt
O preço do petróleo atingiu, em Nova Iorque, os 84,05 dólares, um novo recorde histórico, numa altura em que se teme que a Turquia invada o Norte do Iraque atrás dos rebeldes curdos. Na Europa, o "brent" está perto de voltar a superar os 81 dólares o barril.
O Norte do Iraque é a terceira região do mundo com mais reservas de petróleo no mundo e a principal fonte de produção actual, pelo que um conflito na região irá reduzir ainda mais a produção deste país, que já se encontra bastante afectada desde a entrada nas forças internacionais no seu território. Hoje em dia, o país é responsável por 2.075 milhões de barris de petróleo por dia.
O Governo turco está a tentar aprovar no Parlamento uma autorização para ir "caçar" os membros do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) se eles se decidirem refugiar no Iraque.
"Se os rebeldes se refugiarem no Norte do Iraque, o preço do petróleo vai subir", afirmou um analista à agência Bloomberg.
A tendência de subida do preço do petróleo voltou a sentir-se ontem, quando os EUA anunciaram uma inesperada quebra das suas reservas estratégicas de crude na semana passada em 1,6 milhões de barris.
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Toda a gente quer uma participação na GALP e ninguém quer vender!!
Parece uma mina de ouro negro!
Não percebo porque é que a GAZPROM não compra acções da GALP no mercado, uma vez que é evidente que eles querem entrar e os accionistas de referência não querem vender... Isto poderia gerar uma pressão compradora interessante...
EMPRESAS Publicado 4 Outubro 2007
Rejeita negociações para entrada de Gazprom na Galp
Amorim Energia contradiz Américo Amorim e Sonangol
A Amorim Energia emitiu um comunicado onde rejeita estar em negociações com a Gazprom para a venda de acções da Galp. Acontece que no último ano foram publicadas uma série de noticias, nomeadamente com declarações de Américo Amorim e o presidente da Sonangol, a confirmar a intenção da empresa russa entrar no capital da petrolífera portuguesa.
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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
A Amorim Energia emitiu um comunicado onde rejeita estar em negociações com a Gazprom para a venda de acções da Galp. Acontece que no último ano foram publicadas uma série de noticias, nomeadamente com declarações de Américo Amorim e o presidente da Sonangol, a confirmar a intenção da empresa russa entrar no capital da petrolífera portuguesa.
"A Amorim Energia não tomou parte em nenhuma negociação, nem numa fase preliminar ou mais avançada, nem tem conhecimento de nenhuma proposta que vise a aquisição, por parte da Gazprom, das acções que a Amorim Energia detém na Galp Energia", refere um comunicado da Galp Energia, citando esclarecimentos da Amorim Energia enviados à CMVM.
O pedido de esclarecimentos do regulador surgiu na sequência de notícias, nomeadamente do Jornal de Negócios, que davam conta de que a Gazprom deverá entrar no capital da Galp até ao final do ano, citando declarações de Américo Amorim, à margem do Lisbon Energy Forum, de 2 de Outubro.
O presidente da Amorim Energia, que controla 33,34% da Galp, declarou que "acho que o processo fica fechado até ao final do ano". Américo Amorim escusou-se então a dar mais pormenores sobre o processo, remetendo para a entrevista do presidente da Sonangol, Manuel Vicente, publicada na véspera no "Diário Económico". Amorim dizia então "tudo o que lá está, está correcto".
O responsável da petrolífera Angolana, questionado sobre "em que se fase se encontram as negociações com a Gazprom", respondeu: "Não está esquecido". Sobre "até quanto está disposto a reduzir a sua participação para acomodar a entrada do grupo energético russo", Manuel Vicente afirmou "no quadro da sociedade que temos com a Amorim Energia controlamos 45%, os restantes são do empresário português. Vamos ceder à Gazprom proporcionalmente na Amorim Energia".
Notícias são recorrentes há mais de um ano
As notícias relacionadas com as negociações para a entrada da Gazprom remontam porém há já mais de um ano.
Em Novembro do ano passado, por exemplo, Américo Amorim confirmou à Lusa que a entrada dos russos da Gazprom no capital da Galp Energia está "ainda" a ser negociada, faltando acertar qual a percentagem que terão na Amorim Energia. Confirmou que está a negociar a percentagem que os russos comprarão da Amorim Energia, que não poderá ser superior a 20%.
O empresário dizia então que a entrada da Gazprom na Galp Energia vai fazer-se através da redução da participação das seis sociedades que controlam a holding Amorim Energia, estando a ser negociada essa percentagem de redução de forma a acomodar a entrada da maior empresa mundial do gás.
Este cenário foi confirmado em várias situações pelo próprio presidente da Galp Energia, que ao rejeitar as negociações directas com a Gazprom sempre remeteu para a Amorim Energia.
"Quem está a negociar com os russos é apenas um dos accionistas da Galp Energia", explicou o CEO da companhia ao Jornal de Negócios, a 27 de Fevereiro, referindo-se à Amorim Energia, que detém uma participação de total de 33,34%.
Em Dezembro de 2006 também o administrador da ENI (também accionista de referência da Galp, com 33,34%), Domenico Dispenza, admitiu que a Gazprom poderia comprar uma posição na Galp.
Já esta semana o mesmo gestor reiterou que é favorável a uma aliança estratégica da Gazprom com a Galp. O administrador operacional da divisão de gás e electricidade da ENI, Domenico Dispenza, revelou assim aos jornalistas portugueses, à margem da Lisbon Energy Fórum 2007, que "é completamente a favor de uma parceria entre a Gazprom e a Galp", não tendo qualquer objecção contra este assunto.
O comunicado de hoje é assim totalmente contraditório face às notícias veiculadas ao longo do último ano, cujas fontes foram muitas vezes os responsáveis envolvidos.
De estranhar é também a segunda parte do comunicado, onde a Amorim Energia diz que "não manteve quaisquer contactos no sentido de vender parte, ou a totalidade, da sua participação na Galp Energia, e não está interessada que essa venda ocorra, nem à Gazprom, nem a qualquer outra entidade".
Ora, estas notícias não faziam referência à venda de acções da Galp por parte da Amorim Energia, mas antes a uma recomposição da estrutura accionista desta última, para permitir a entrada indirecta da Gazprom no capital da Galp.
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Esqueci-me de referir ontem mais uma razão pela qual resolvi regressar ao mercado através da GALP: os máximos do petróleo. O crude fez uma C&H com base nos 50$ e topos nos 77$, com breakout no dia 11/12 de Setembro. Este breakout já levou o crude acima dos 83$ e possivelmente irá garantir novos máximos, dada a LTA impressionante que começou a formar em meados de Janeiro deste ano.
Provavelmentes foi isto que permitiu à GALP, no meio da turbulência dos mercados, manter-se perto da resistência dos 11€...
Deixo a notícia:
Provavelmentes foi isto que permitiu à GALP, no meio da turbulência dos mercados, manter-se perto da resistência dos 11€...
Deixo a notícia:
MERCADOS Publicado 4 Outubro 2007 18:52
Petróleo volta a negociar acima dos 81 dólares nos Estados Unidos
O preço do petróleo inverteu a tendência e seguia a subir mais de 2% no mercado londrino depois de ser conhecido que as reservas de gasolina e destilados caíram mais do que esperado na semana passada. Com a aproximação dos meses de Inverno, o mercado começa a preocupar-se mais com os "stocks" de combustível para aquecimento.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
O preço do petróleo inverteu a tendência e seguia a subir mais de 2% no mercado londrino depois de ser conhecido que as reservas de gasolina e destilados caíram mais do que esperado na semana passada. Com a aproximação dos meses de Inverno, o mercado começa a preocupar-se mais com os "stocks" de combustível para aquecimento.
O West Texas Intermediate [Cot], negociado no mercado norte-americano, ganhava 1,46% para os 81,10 dólares e o barril de "brent" [Cot], transaccionado em Londres e que serve de referência às importações portuguesas, subia 2,06% para os 78,78 dólares.
As reservas de gasolina nos Estados Unidos registaram, na semana terminada a 28 de Setembro, uma queda de 41 mil barris e as de destilados, onde se inclui o gasóleo para aquecimento, caíram em 1,17 milhões, quando os analistas contactados pela Bloomberg esperavam uma subida.
Nesta altura do ano, o mercado começa a preocupar-se com as reservas de destilados, por estes incluírem o combustível para aquecimento.
O preço do petróleo esteve em queda cinco sessões consecutivas no mercado norte-americano, com os rumores de que a procura de petróleo por parte das refinarias iria abrandar.
No passado dia 20 de Setembro, a matéria-prima atingiu o valor mais elevado de sempre ao negociar nos 83,90 dólares em Nova Iorque. Tanto no mercado norte-americano, como no londrino, o preço do petróleo está 40% acima do registado no início do ano.
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Hoje foi uma grande desilusão
. Todos à espera que ela pelo menos tocasse os 12.00 e foi dia de correcção
. Parece-me estranho ter quebrado assim sem mais nem menos o momentum. Já nem sei se foi um falso break
. O volume apesar de ter sido inferior ao de ontem, foi elevado
. Amanhã logo-se saberá
. Já me está a fazer lembrar a mota quando chegou aos 8.00
.
Apesar de nunca gostar duma descida, na medida em que representam sempre um sinal de fraqueza, parece-me que o movimento de breakout iniciado ontem permanece intacto, uma vez que, apesar do máximo de hoje ter sido inferior ao de ontem, o mínimo foi superior, além do que a queda de hoje foi inferior em valor e volume à subida de ontem...
Vamos deixando correr os ganhos, atento ao stop abaixo dos 11€, mas com esperança em novos máximos!
Vamos deixando correr os ganhos, atento ao stop abaixo dos 11€, mas com esperança em novos máximos!
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A AT serve para delinear uma estratégia e colocar as probabilidades do nosso lado. Claro que não é uma bola de cristal, mas que é o instrumento ideal para investidores ninguém duvide. Mas lá está, a bola de futebol é diferente nos pés do Ronaldo ou de um comum mortal...
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GALP 11.79 6.22% 1,881,316 03-10 04:35
Que belo regresso!
Fecho em máximos, com volume a subir, deixa boas espectativas para o título nos próximos tempos! A parte final da sessão confirmou totalmente o breakout!
Na minha opinião o PSI também ficou bem mais interessante depois desta sessão...
PS: Jaimek, a AT não funciona sempre, mas normalmente funciona.
Que belo regresso!
Na minha opinião o PSI também ficou bem mais interessante depois desta sessão...
PS: Jaimek, a AT não funciona sempre, mas normalmente funciona.
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A reforçar o breakout e os novos máximos temos uma subida de volume, que ontem ficou nos 1,2milhões de acções negociadas e hoje, ainda a mais de 1 hora do fecho da sessão, já ultrapassou esse valor.
PS: A máximos seguem-se... novos máximos!
PS: A máximos seguem-se... novos máximos!
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Elias Escreveu:Jaimek Escreveu:Peço desculpas, mas entrar em máximos numa cotada não é lá propriamente uma boa ideia, tendo em conta a falta de confiança existente nos mercados.
Jaimek,
Percebo o teu raciocínio mas devo chamar a atenção para dois aspectos:
- uma acção que faz máximos tem tendência para a seguir fazer novos máximos; a isto chama-se tendência ascendente
- falta de confiança nos mercados? em que te baseias para escrever isso? o Dow Jones acabou de fazer máximos de sempre, o Nasdaq máximos de 7 anos, o Dax anda lá muito perto... o que não falta é força compradora
Sim, isto é mesmo um facto. O mercado está com a força toda e alguns títulos do DAX (que é o mercado que acompanho mais de perto) fartam-se de realizar novos máximos.
A tendência é a tua melhor amiga. Confia nela e serás feliz!
"Es gibt keine verzweifelten Lagen, es gibt nur verzweifelte Menschen" - Heinz Guderian
Trad. "Não existem situações desesperadas, apenas pessoas desesperadas"
Cartago Technical Analysis - Blog
Trad. "Não existem situações desesperadas, apenas pessoas desesperadas"
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Jaimek Escreveu:Peço desculpas, mas entrar em máximos numa cotada não é lá propriamente uma boa ideia, tendo em conta a falta de confiança existente nos mercados.
Jaimek,
Percebo o teu raciocínio mas devo chamar a atenção para dois aspectos:
- uma acção que faz máximos tem tendência para a seguir fazer novos máximos; a isto chama-se tendência ascendente
- falta de confiança nos mercados? em que te baseias para escrever isso? o Dow Jones acabou de fazer máximos de sempre, o Nasdaq máximos de 7 anos, o Dax anda lá muito perto... o que não falta é força compradora
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Eu estou a falar num campeonato, longo prazo, não estou a falar num jogo. O mesmo se aplica na bolsa, o curto prazo não interessa, o que interessa é o que se consegue fazer no longo prazo. Sou do SCP e escolhi o FCP para o exemplo pois nesta fase tem-se apresentado como o mais forte. Sei reconhecer onde está o lado mais forte, o que me permite vencer no longo prazo que é o que interessa.
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Concordo com o teu ponto de vista, mas foi uma escolha um bocado azaradaMidas Escreveu:Jaimek Escreveu:Peço desculpas, mas entrar em máximos numa cotada não é lá propriamente uma boa ideia, tendo em conta a falta de confiança existente nos mercados.
Vou-te colocar uma questão. Imagina o FC.Porto que vem de 6 vitorias seguidas e vai defrontar um clube que não tem vitórias e está fraco. Vais investir em qual? No fraco ou no forte?
Jaimek Escreveu:Peço desculpas, mas entrar em máximos numa cotada não é lá propriamente uma boa ideia, tendo em conta a falta de confiança existente nos mercados.
Vou-te colocar uma questão. Imagina o FC.Porto que vem de 6 vitorias seguidas e vai defrontar um clube que não tem vitórias e está fraco. Vais investir em qual? No fraco ou no forte?
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Jaimek Escreveu:Peço desculpas, mas entrar em máximos numa cotada não é lá propriamente uma boa ideia, tendo em conta a falta de confiança existente nos mercados.
Olha que é Jaimek... A novos máximos seguem-se... novos máximos! E a novos mínimos seguem-se... novos mínimos! É uma consequência dos mercados funcionarem por tendências. As inversões de tendência são as únicas situações em que esta regra se depara com a excepção.
Jaimek, repara que o facto dela ter feito um novo máximo implica que o mercado, dispondo de novos dados, se dispôs a pagar um preço nunca antes pago por esta acção, ou seja, significa que está bastante optimista! Tendo isso em conta, eu respeito o mercado e alinho a vela do meu pequeno barquinho...
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EMPRESAS Publicado 3 Outubro 2007 9:33
Analistas aplaudem acordos com Gazprom e PDVSA
Galp atinge máximo histórico após notícias de parcerias
A parceria entre a Galp Energia e a Petróleos da Venezuela (PDVSA) é positiva para a empresa portuguesa, de acordo com os analistas do Espírito Santo Research. Com este acordo, a petrolífera portuguesa poderá crescer de forma significativa na área de E&P (exploração e produção de petróleo), justifica o banco de investimento. As acções estão a subir mais de 2% e atingiram um máximo histórico nos 11,43 euros.
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Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
A parceria entre a Galp Energia e a Petróleos da Venezuela (PDVSA) é positiva para a empresa portuguesa, de acordo com os analistas do Espírito Santo Research. Com este acordo, a petrolífera portuguesa poderá crescer de forma significativa na área de E&P (exploração e produção de petróleo), justifica o banco de investimento. As acções estão a subir mais de 2% e atingiram um máximo histórico nos 11,43 euros.
A Galp Energia assinou ontem um acordo com a Petróleos da Venezuela (PDVSA) para pesquisa e produção de petróleo e gás natural. Esta parceria poderá a longo prazo assegurar cerca de 30% das necessidades portuguesas de crude.
Para o Espírito Santo Research, esta acordo permite à Galp Energia "crescer de forma mais significativa na área de E&P, onde neste momento, tem uma presença pequena, e beneficiar, mais do que agora, da alta do preço do petróleo".
Já Enrique Soldevila Manrique, analista do BPI, considera que esta parceria, assinada ontem durante o Lisbon Energy Fórum, tem impacto "neutral a positivo" na petrolífera portuguesa. "Esta notícia já era conhecida mas o fórum foi uma boa oportunidade para perceber a posição favorável da Galp para ter acesso, como ‘player" minoritário, a projectos que não interessam aos grandes ‘players’ e que passam por ‘joint ventures’ com empresas nacionais como a Sonangol, Petrobras e a PDVSA, afirma o analista do BPI.
Gazprom poderá entrar no capital da Galp até ao final do ano
A entrada da Gazprom no capital da Galp Energia é uma boa notícia para a Galp Energia, concordam os analistas do ES Reserah e do BPI, embora Enrique Soldevila Manrique sublinhe que esta notícia já era conhecida.
De acordo com Américo Amorim, um dos principais accionistas da Galp Energia, a entrada da Gazprom na Galp deverá ocorrer até ao final do ano e a visita do presidente russo, Vladimir Putin, a Portugal, no próximo mês de Outubro, poderá "dar um bom impulso" ao negócio.
Para os analista Pedro Morais e Fernando Garcia do ES Research, este negócio permitirá à Galp "estabelecer acordos com a Gazprom para aquisição de gás natural, diversificando assim a oferta de gás natural, que hoje se resumem apenas à Nigéria e à Argélia".
Acções quase duplicam desde IPO
O ES Research manteve o preço alvo de 11,2 euros e a recomendação de "comprar" para a Galp, enquanto o BPI deixou o "target" inalterado nos 7,60 euros, com uma recomendação de "manter".
Na sessão de hoje, a petrolífera [Cot] já renovou o máximo histórico, ao subir 2,97% para os 11,43 euros.
Desde o início do ano os títulos estão a subir 64,27%, na segunda melhor performance entre as empresas do PSI-20 em 2007.
As acções da Galp foram admitidas à cotação em Outubro do ano passado, com os investidores a pagarem 5,81 euros por título. Em menos de um ano, a valorização é de 97%.
PS: Esqueci-me dum pequeno detalhe: Stop se cair abaixo dos 11€...
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Depois de longas semanas de ausência... GALP
Saí do mercado no dia 8 de Agosto, devido ao mau comportamento que a minha carteira apresentava nessa data.
Depois disso, vários sinais me levaram a manter-me fora do mercado, com o PSI a cair abaixo da MM200 e a desenhar uma LTD de médio prazo.
Embora mantivesse reservas sobre a tendência dos mercados, os máximos dos States, a quebra da LTD do PSI-20 e o cruzamento em alta da sua MM200, levaram-me a olhar de novo para o mercado, reconsiderando a minha posição.
Olhando para o mercado vejo a GALP num possível breakout, quebrando em alta a resistência dos 11€, com subida do volume. Acho que faz sentido voltar agora, entrando por esta porta.
Depois disso, vários sinais me levaram a manter-me fora do mercado, com o PSI a cair abaixo da MM200 e a desenhar uma LTD de médio prazo.
Embora mantivesse reservas sobre a tendência dos mercados, os máximos dos States, a quebra da LTD do PSI-20 e o cruzamento em alta da sua MM200, levaram-me a olhar de novo para o mercado, reconsiderando a minha posição.
Olhando para o mercado vejo a GALP num possível breakout, quebrando em alta a resistência dos 11€, com subida do volume. Acho que faz sentido voltar agora, entrando por esta porta.
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