The Police
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Um resumo das canções, nao vejo aqui a que estou a ouvir agora "rapaz caledoscopio"
Uhf - (no Fio Dos Anos) Sempre A Correr
Uhf - 100% Viciado Em Ti
Uhf - A Lágrima Caiu
Uhf - A Legenda e a Lenda
Uhf - A Noite Inteira
Uhf - Apetece-me Namorar Contigo Em Lisboa
Uhf - Aqui Vamos Nós / Sem Disfarce
Uhf - Caloira Bonita
Uhf - Dei-lhe Carros e Prendas
Uhf - Do Céu Ao Inferno
Uhf - E Ele Escreveu Genial
Uhf - É Malhar! Malhar!
Uhf - Em Tribunal
Uhf - Era Nani (e Era Minha)
Uhf - Estou-me Nas Tintas (Primeiro Os Meus)
Uhf - Eu Escolhi a Estrada Certa
Uhf - Foge Comigo Maria
Uhf - Foi Por Isto Que Passei
Uhf - Há Rock No Cais
Uhf - Joey Ramone (Tributo)
Uhf - Juro Que Tentei
Uhf - La Pop End Rock
Uhf - Mas (Só Gosto de Ti)
Uhf - Mataste-me Com O Teu Olhar
Uhf - Memórias de Hotel
Uhf - O Conselho da Fada
Uhf - O D.J. É Um Rei
Uhf - O Presságio da Fada
Uhf - O Primeiro Concerto
Uhf - O Velho Pastel de Belém Rosna
Uhf - Os Putos Vieram Divertir-se
Uhf - Por Três Minutos Na Vida
Uhf - Quero Um Lugar No Top Inglês
Uhf - Raiva End Roll
Uhf - Rua Do Carmo
Uhf - Rumo Ao Céu (não Dói Nada)
Uhf - Sarajevo
Uhf - Sem Disfarce
Uhf - Soldadinhos De Brincar
Uhf - Sou Benfica
Uhf - Tu Mordes e Eu Deixo
Uhf - Um Anjo No Meu Quarto
Uhf - Uma História Com (a)gente
o link: http://uhf-musicas.lyrics-songs.com/
cumpt
Uhf - (no Fio Dos Anos) Sempre A Correr
Uhf - 100% Viciado Em Ti
Uhf - A Lágrima Caiu
Uhf - A Legenda e a Lenda
Uhf - A Noite Inteira
Uhf - Apetece-me Namorar Contigo Em Lisboa
Uhf - Aqui Vamos Nós / Sem Disfarce
Uhf - Caloira Bonita
Uhf - Dei-lhe Carros e Prendas
Uhf - Do Céu Ao Inferno
Uhf - E Ele Escreveu Genial
Uhf - É Malhar! Malhar!
Uhf - Em Tribunal
Uhf - Era Nani (e Era Minha)
Uhf - Estou-me Nas Tintas (Primeiro Os Meus)
Uhf - Eu Escolhi a Estrada Certa
Uhf - Foge Comigo Maria
Uhf - Foi Por Isto Que Passei
Uhf - Há Rock No Cais
Uhf - Joey Ramone (Tributo)
Uhf - Juro Que Tentei
Uhf - La Pop End Rock
Uhf - Mas (Só Gosto de Ti)
Uhf - Mataste-me Com O Teu Olhar
Uhf - Memórias de Hotel
Uhf - O Conselho da Fada
Uhf - O D.J. É Um Rei
Uhf - O Presságio da Fada
Uhf - O Primeiro Concerto
Uhf - O Velho Pastel de Belém Rosna
Uhf - Os Putos Vieram Divertir-se
Uhf - Por Três Minutos Na Vida
Uhf - Quero Um Lugar No Top Inglês
Uhf - Raiva End Roll
Uhf - Rua Do Carmo
Uhf - Rumo Ao Céu (não Dói Nada)
Uhf - Sarajevo
Uhf - Sem Disfarce
Uhf - Soldadinhos De Brincar
Uhf - Sou Benfica
Uhf - Tu Mordes e Eu Deixo
Uhf - Um Anjo No Meu Quarto
Uhf - Uma História Com (a)gente
o link: http://uhf-musicas.lyrics-songs.com/
cumpt
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só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
Eu acompanhei o aparecimento dessas bandas todas, ainda me lembro do Chico Fininho, de bigode e magro naquelas manhãs ISIDRAS no cinema NIMAS, bons tempos, também vi lá muitas bandas estrangeiras, algumas atingiram grande sucesso, outras depressa desapareceram, quanto ao António Manuel Ribeiro, era o dono e empregador dos UHF, uma maneira astuta de gerir uma banda e darlhe longevidade, hoje até o filho toca lá, mas no passado, eu e o pai, bebemos uns valentes copos, no Copázio ou Topázio, os anos são tantos, que até baralho os nomes, mas em Almada, isso não esqueço, pois passei lá os melhores anos da minha vida.
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- Registado: 4/11/2002 22:29
Oeiras sem duvida, não está em causa a nacionalidade, esse que referis-te é um exemplo inteligente de um musico inteligente quer como musico quer como pessoa, já o ouço desde os meus 16 anitos e já vi uns concertos dele, aquilo que referi mais acima tambem é válido para portugal, as bandas de referência actuais são inexistentes (talvez os DZRT
), só a titulo de exemplo com quem comparar xutos, uhf, gnr, delfins,paulo gonzo,os trovante,rui veloso, temos um caso unico no fado a marisa que veio preencher um lugar vazio.
p.s. é pá entretanto o toni carreira lá vai safando a coisa,
cumpt
p.s. é pá entretanto o toni carreira lá vai safando a coisa,
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só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
Re: mais um concerto de uma banda "antiga"
charles Escreveu:The Cure actuam a 8 de Março no Pavilhão Atlântico
Bilhetes estarão disponíveis a partir de sexta-feira
O grupo rock britânico The Cure, surgido há 31 anos, actua a 8 de Março no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, numa altura em que deverá sair o 13º álbum, anunciou hoje a promotora Everything is New.
A cinco meses do concerto, sabe-se que a banda de Robert Smith vai editar um novo álbum na próxima Primavera e poderá ser em dose dupla, segundo a revista Billboard.
São já conhecidos os títulos de alguns dos cerca de trinta temas que a banda gravou, como "Lusting Here in Your Mind", "The Hungry Ghost," "The Perfect Boy," "Christmas Without You" e "Please Come Home".
Em entrevista em Agosto à Billboard, Robert Smith, vocalista e líder da banda, referiu que as canções do novo álbum falam de política, religião e de relacionamentos e vão surpreender os fãs dos Cure.
Aos temas originais, compostos ao longo de 2006 e gravados nos últimos meses, Robert Smith foi ao baú buscar três canções escritas nos anos 1980 e renovadas para o actual som dos Cure.
Ao vivo, o músico promete revelar os temas novos, sem nunca esquecer os que deram fama e nome ao grupo ao longo de três décadas de existência, desde os tempos do punk e da new wave.
Em trinta anos, o grupo vendeu cerca de trinta milhões de discos, são considerados a mais bem sucedida banda de rock alternativo, mas da formação inicial já só resta o carismático Robert Smith.
Os bilhetes para o concerto no Pavilhão Atlântico estarão disponíveis a partir de sexta-feira.
Conheço uns assim em Portugal à muitos anos e o vocalista chama-se António Manuel Ribeiro
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- Registado: 4/11/2002 22:29
Re: mais um concerto de uma banda "antiga"
The Cure actuam a 8 de Março no Pavilhão Atlântico
Bilhetes estarão disponíveis a partir de sexta-feira
O grupo rock britânico The Cure, surgido há 31 anos, actua a 8 de Março no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, numa altura em que deverá sair o 13º álbum, anunciou hoje a promotora Everything is New.
A cinco meses do concerto, sabe-se que a banda de Robert Smith vai editar um novo álbum na próxima Primavera e poderá ser em dose dupla, segundo a revista Billboard.
São já conhecidos os títulos de alguns dos cerca de trinta temas que a banda gravou, como "Lusting Here in Your Mind", "The Hungry Ghost," "The Perfect Boy," "Christmas Without You" e "Please Come Home".
Em entrevista em Agosto à Billboard, Robert Smith, vocalista e líder da banda, referiu que as canções do novo álbum falam de política, religião e de relacionamentos e vão surpreender os fãs dos Cure.
Aos temas originais, compostos ao longo de 2006 e gravados nos últimos meses, Robert Smith foi ao baú buscar três canções escritas nos anos 1980 e renovadas para o actual som dos Cure.
Ao vivo, o músico promete revelar os temas novos, sem nunca esquecer os que deram fama e nome ao grupo ao longo de três décadas de existência, desde os tempos do punk e da new wave.
Em trinta anos, o grupo vendeu cerca de trinta milhões de discos, são considerados a mais bem sucedida banda de rock alternativo, mas da formação inicial já só resta o carismático Robert Smith.
Os bilhetes para o concerto no Pavilhão Atlântico estarão disponíveis a partir de sexta-feira.
Bilhetes estarão disponíveis a partir de sexta-feira
O grupo rock britânico The Cure, surgido há 31 anos, actua a 8 de Março no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, numa altura em que deverá sair o 13º álbum, anunciou hoje a promotora Everything is New.
A cinco meses do concerto, sabe-se que a banda de Robert Smith vai editar um novo álbum na próxima Primavera e poderá ser em dose dupla, segundo a revista Billboard.
São já conhecidos os títulos de alguns dos cerca de trinta temas que a banda gravou, como "Lusting Here in Your Mind", "The Hungry Ghost," "The Perfect Boy," "Christmas Without You" e "Please Come Home".
Em entrevista em Agosto à Billboard, Robert Smith, vocalista e líder da banda, referiu que as canções do novo álbum falam de política, religião e de relacionamentos e vão surpreender os fãs dos Cure.
Aos temas originais, compostos ao longo de 2006 e gravados nos últimos meses, Robert Smith foi ao baú buscar três canções escritas nos anos 1980 e renovadas para o actual som dos Cure.
Ao vivo, o músico promete revelar os temas novos, sem nunca esquecer os que deram fama e nome ao grupo ao longo de três décadas de existência, desde os tempos do punk e da new wave.
Em trinta anos, o grupo vendeu cerca de trinta milhões de discos, são considerados a mais bem sucedida banda de rock alternativo, mas da formação inicial já só resta o carismático Robert Smith.
Os bilhetes para o concerto no Pavilhão Atlântico estarão disponíveis a partir de sexta-feira.
Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
Mais uma banda pertencente a uma geração de bandas que actualmente não se encontra na musica actual, pessoalmente tenho dificuldade em encontrar uma banda de referência nos dias de hoje
, esta marcou uma era, o meu 1º album em vinil foi dos police
"«Somos os Police e estamos de volta!»
24 de Setembro, 15:19
A frase é de Gordon Summer, Sting para a música, e abriu os Grammys 2007 a 11 de Fevereiro. Três décadas depois de Roxanne, os The Police decidiram voltar juntos aos palcos para comemorar a efeméride e viver o que tinham terminado no auge da sua carreira. Hoje, vêm pela segunda vez a Portugal, para um concerto no Jamor onde serão recebidos por, pelo menos, 30 mil ávidos espectadores. E todos sabem que, tal como na canção, tudo o que eles fazem é mágico.
The Police reunion tour. É este o nome que Sting (voz e baixo), Stewart Copeland (bateria) e Andy Summers (guitarra) usaram para justificar o seu regresso aos palcos, 21 anos após a sua separação que nunca foi oficializada- e 30 depois do lançamento do seu primeiro grande hit, Roxanne.
Primeiro, veio o «somos os Police e estamos de volta!» nos prémios da música americanos, devidamente acompanhado pela performance de Roxanne. Depois, seguiram para Vancouver, onde abriram a tournée que já percorreu meio mundo, terminará em 2008 e que hoje passa por Portugal, no Estádio Nacional.
Quando, nos finais dos anos 70, Stewart Copeland começou a busca de parceiros para formar uma banda, não podia adivinhar a dimensão mítica que os então futuros The Police iriam adquirir nem pensar que ele não seria a estrela em ascensão a sair do projecto mas sim, o colega, Gordon Summer (Sting).
O primeiro álbum, Outlandos damour, foi lançado com muitas dificuldades e sem qualquer editora a financiá-lo mas, assim que o single Roxanne começou a ser ouvido nas rádios, não faltaram propostas para contratos com este novo trio que misturava aos sons do rock, algumas influências reggae e muitos tons do jazz.
A voz a representá-los era também a de um notável compositor. Sting tinha trabalhado como professor de inglês numa escola secundária e era visível o seu talento para as palavras nas letras que escrevia para as canções.
Com o tempo, sucederam-se os sucessos e, a cada novo álbum, havia singles a subir ao número um dos tops. Depois de Roxanne, Message in a bottle, Walking on the moon, Dont stand so close to me e Every little thing she does is magic tornaram-nos nos mágicos de palco que o público já seguia afincadamente.Mas Sting começava a individualizar-se, a partir para um caminho mais solitário, e as animosidades com Stewart Copeland eram cada mais maiores.
Pararam no auge, depois de Synchronicity, o álbum que pôs todos a cantar Every breath you take. Decidiram fazer uma pausa, uma demasiado longa pausa, e nunca admitiram publicamente a separação. Mas o que não era era oficializado já era perceptível há muito.
Porque quiseram reviver os velhos tempos ou porque decidiram revisitar o auge da década que também foi sua, os The Police regressaram aos palcos para contentamento da legião de fãs que junta pais e filhos: os que cresceram a ouvi-los e os que ainda hoje os ouvem na rádio em jeito de recordação.
Na segunda vez que actua em Portugal (a primeira foi em 1980 no estádio do Restelo), a banda pôs em marcha um plano de acção detalhado para o Estádio Nacional. O plano de segurança e emergência médica envolve 900 pessoas, entre polícia, Cruz Vermelha e segurança privada. Está também prevista uma acção conjunta da PSP e da Brigada de trânsito da GNR para facilitar os acessos ao local bem como dois transportes especiais: um comboio que levará até ao concerto o público que vem do Porto e um autocarro que fará o trajecto desde a estação de Santa Apolónia até ao Jamor.
Esta noite, mais de 30 mil pessoas não vão chegar para encher o recinto mas vão, decerto, comprovar o talento que o público português tem para fazer playback quando se juntarem ao coro para cantar as histórias musicais dos The Police.
Inês Gens Mendes@
"
cumpt
"«Somos os Police e estamos de volta!»
24 de Setembro, 15:19
A frase é de Gordon Summer, Sting para a música, e abriu os Grammys 2007 a 11 de Fevereiro. Três décadas depois de Roxanne, os The Police decidiram voltar juntos aos palcos para comemorar a efeméride e viver o que tinham terminado no auge da sua carreira. Hoje, vêm pela segunda vez a Portugal, para um concerto no Jamor onde serão recebidos por, pelo menos, 30 mil ávidos espectadores. E todos sabem que, tal como na canção, tudo o que eles fazem é mágico.
The Police reunion tour. É este o nome que Sting (voz e baixo), Stewart Copeland (bateria) e Andy Summers (guitarra) usaram para justificar o seu regresso aos palcos, 21 anos após a sua separação que nunca foi oficializada- e 30 depois do lançamento do seu primeiro grande hit, Roxanne.
Primeiro, veio o «somos os Police e estamos de volta!» nos prémios da música americanos, devidamente acompanhado pela performance de Roxanne. Depois, seguiram para Vancouver, onde abriram a tournée que já percorreu meio mundo, terminará em 2008 e que hoje passa por Portugal, no Estádio Nacional.
Quando, nos finais dos anos 70, Stewart Copeland começou a busca de parceiros para formar uma banda, não podia adivinhar a dimensão mítica que os então futuros The Police iriam adquirir nem pensar que ele não seria a estrela em ascensão a sair do projecto mas sim, o colega, Gordon Summer (Sting).
O primeiro álbum, Outlandos damour, foi lançado com muitas dificuldades e sem qualquer editora a financiá-lo mas, assim que o single Roxanne começou a ser ouvido nas rádios, não faltaram propostas para contratos com este novo trio que misturava aos sons do rock, algumas influências reggae e muitos tons do jazz.
A voz a representá-los era também a de um notável compositor. Sting tinha trabalhado como professor de inglês numa escola secundária e era visível o seu talento para as palavras nas letras que escrevia para as canções.
Com o tempo, sucederam-se os sucessos e, a cada novo álbum, havia singles a subir ao número um dos tops. Depois de Roxanne, Message in a bottle, Walking on the moon, Dont stand so close to me e Every little thing she does is magic tornaram-nos nos mágicos de palco que o público já seguia afincadamente.Mas Sting começava a individualizar-se, a partir para um caminho mais solitário, e as animosidades com Stewart Copeland eram cada mais maiores.
Pararam no auge, depois de Synchronicity, o álbum que pôs todos a cantar Every breath you take. Decidiram fazer uma pausa, uma demasiado longa pausa, e nunca admitiram publicamente a separação. Mas o que não era era oficializado já era perceptível há muito.
Porque quiseram reviver os velhos tempos ou porque decidiram revisitar o auge da década que também foi sua, os The Police regressaram aos palcos para contentamento da legião de fãs que junta pais e filhos: os que cresceram a ouvi-los e os que ainda hoje os ouvem na rádio em jeito de recordação.
Na segunda vez que actua em Portugal (a primeira foi em 1980 no estádio do Restelo), a banda pôs em marcha um plano de acção detalhado para o Estádio Nacional. O plano de segurança e emergência médica envolve 900 pessoas, entre polícia, Cruz Vermelha e segurança privada. Está também prevista uma acção conjunta da PSP e da Brigada de trânsito da GNR para facilitar os acessos ao local bem como dois transportes especiais: um comboio que levará até ao concerto o público que vem do Porto e um autocarro que fará o trajecto desde a estação de Santa Apolónia até ao Jamor.
Esta noite, mais de 30 mil pessoas não vão chegar para encher o recinto mas vão, decerto, comprovar o talento que o público português tem para fazer playback quando se juntarem ao coro para cantar as histórias musicais dos The Police.
Inês Gens Mendes@
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Cumpt
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só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
The Police
Música
Police actuam dia 25, num dos concertos pop rock mais aguardados
Cerca de trinta mil pessoas assistem no dia 25 ao regresso dos Police a Portugal, num dos concertos mais aguardados do calendário de espectáculos pop-rock em palcos nacionais
De acordo com a promotora Ritmos & Blues, a duas semanas do concerto, foram vendidos cerca de 29.800 bilhetes para o concerto dos Police, agendado para o Estádio Nacional, em Oeiras.
O concerto, integrado numa digressão comemorativa dos trinta anos da banda, acontecerá 27 anos depois da estreia de Sting, Andy Summers e Stewart Copeland em Portugal.
A par dos Police, outro dos concertos em destaque nas próximas semanas será o de Patti Smith, numa única apresentação em Portugal, a 28 de Outubro, no Coliseu de Lisboa.
Lusa / SOL
http://www.barclays.pt/destaques/police.htm?menu=1
http://jn.sapo.pt/2007/05/29/cultura/th ... etemb.html
Police actuam dia 25, num dos concertos pop rock mais aguardados
Cerca de trinta mil pessoas assistem no dia 25 ao regresso dos Police a Portugal, num dos concertos mais aguardados do calendário de espectáculos pop-rock em palcos nacionais
De acordo com a promotora Ritmos & Blues, a duas semanas do concerto, foram vendidos cerca de 29.800 bilhetes para o concerto dos Police, agendado para o Estádio Nacional, em Oeiras.
O concerto, integrado numa digressão comemorativa dos trinta anos da banda, acontecerá 27 anos depois da estreia de Sting, Andy Summers e Stewart Copeland em Portugal.
A par dos Police, outro dos concertos em destaque nas próximas semanas será o de Patti Smith, numa única apresentação em Portugal, a 28 de Outubro, no Coliseu de Lisboa.
Lusa / SOL
http://www.barclays.pt/destaques/police.htm?menu=1
http://jn.sapo.pt/2007/05/29/cultura/th ... etemb.html
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