A Exploração de crianças para fins terroristas pelo Hamas
Re: Jotabil
noralis Escreveu:.....que usarão a técnica de colar a sua imagem já desacreditada ....
ehehe....ó jotabil já nem os teus "amigos" te levam a sério
ó que caraças...agora tenho que aturar um jotabil II
ainda assim concordo com algumas coisas:
se quiser pode sempre emigrar para Cuba, Venezuela ou Coreia Norte
ou então ir viver para um monte no Alentejo em comunhão com a natureza e sobreviver com agricultura de subsistência e fugir desta propaganda económica
há muitos que o fazem
vivemos numa sociedade livre, cada é livre de fazer as suas escolhas e definir o seu estilo de vida
PS: o que raio faz um tipo, que pensa como vc, num fórum de bolsa ? ehehe
a ideia era mesmo essa...um bunker por familia
vá confirmar, se quiser
ainda assim concordo com algumas coisas:
...os palestinianos estamos submetidos à mesma lei. No caso deles há um desfasamento civilizacional de c/ de 500 anos
E fora deste contexto quando falo de propaganda económica refiro-me a simples publicidade que na sua forma inofensiva condiciona comportamentos, consumos e estilos de vida (trabalhar simplesmente para conseguir corresponder ao que a publicidade/propaganda considera "normal". Passamos uma vida inteira a trabalhar porque somos condicionados a fazê-lo porque a nossa cultura baseia-se no dinheiro como já se baseou no "espiritual".
se quiser pode sempre emigrar para Cuba, Venezuela ou Coreia Norte
ou então ir viver para um monte no Alentejo em comunhão com a natureza e sobreviver com agricultura de subsistência e fugir desta propaganda económica
há muitos que o fazem
vivemos numa sociedade livre, cada é livre de fazer as suas escolhas e definir o seu estilo de vida
PS: o que raio faz um tipo, que pensa como vc, num fórum de bolsa ? ehehe
A sua informação sobre os bunkers é inverosímel...um bunker por cada família...disse 700.000 !?
a ideia era mesmo essa...um bunker por familia
vá confirmar, se quiser
comentário
Caro Noralis
Boa argumentação....de facto a propaganda é quase inelutável. Todosos dias somos injectados da dose diària....de tal modo que se perdem as referências para a existência de um homem livre e idependente.
Gostei do seu desassombro.
O meu aplauso.
cumps
Boa argumentação....de facto a propaganda é quase inelutável. Todosos dias somos injectados da dose diària....de tal modo que se perdem as referências para a existência de um homem livre e idependente.
Gostei do seu desassombro.
O meu aplauso.
cumps
Se naufragares no meio do mar,toma desde logo, duas resoluções:- Uma primeira é manteres-te à tona; - Uma segunda é nadar para terra;
Sun Tzu
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Keyser
"Não vou perder o meu tempo a explicar até porque o sr. Keyser, se quiser ser honesto consigo próprio, consegue chegar lá!
explique lá onde é que na nossa cultura se promove o suicidio e o assassinio deliberado de civis ?
onde é que se doutrinam crianças para se fazerem explodir ?"
Parece que afinal não consegue lá chegar! Mas alguém disse que a nossa propagando tem os mesmos objectivos que a do Hamas?! A nossa propaganda é político/económica e não religiosa/militar. Quem como sr. acredita no capitalismo não consegue imaginar outro modelo que não este pelo que acha normal algumas das suas consequências nefastas.
"Porque hao-de as milicias americanas treinar e submeter-se a lavagens cerebrais se a América não corre um risco significativo. Em princípio não corre mas as lavagens cerebrais a que são submetidos os americanos levam alguns a acreditar que vão ser evandidos pelos inimigos da ocasião ou que Washington ou a ONU vai submetê-los a uma ditadura (o que não faltam são teorias da conspiração nesse sentido).
que raio de comparação é esta !?
vc está a comparar a cultura da morte, do martirio, do radicalismo cada vez mais presente nos paises muçulmanos com meia dúzia de alucinados na América que se divertem a constituir milicias para-militares para combater a pseuda conspiração da Nova Ordem Mundial ?
o q uma coisa tem a ver com a outra ? "
É tão difícil perceber que americanos "seguros" têm comportamentos (treino militar)que são menos razoáveis do que o comportamento de palestinianos a viver uma situação de insegurança? Quem é que te mais probabilidades de ser atacado, os cidadãos americanos das milicias ou os palestinianos? Resumindo o comportamento destes mais normal do que o daqueles.
Muitos americanos com a paranoia da guerra fria foram convencidos a comprar abrigos nucleares ineficazes e agora com o terrorismo já existem empresas a tirar proveito dessa nova paranóia. Se lá há aproveitamento político religioso "aqui" também o há político/económico.
Não sejamos ingénuos!
outra comparação absurda! o q raio tem uma coisa a ver com a outra ?
assim não posso deixar de fazer alguns reparos:
na guerra fria a possibilidade de um conflito nuclear era real...e tivemos perto disso mais do que uma vez
pelo que construir abrigos fazia sentido...e foram construido na América, na Europa, na URSS....o caso mais extremo até foi num pais comunista, a Albânia, onde o alucinado do Enver Hoxha mandou construir mais de 700.000 bunkers
Uma vez que estavamos a falar de propaganda e eu mencionei que a propaganda ocidental é mais de cariz político/económico o exemplo mencionado adequa-se. A propaganda política cria a tensão necessária para colocar o povo (eleições) em torno do líder e a propaganda económica/política convence o cidadão comum a comprar meios de defesa que não funcionam. Não me referia a abrigos governamentais.
E fora deste contexto quando falo de propaganda económica refiro-me a simples publicidade que na sua forma inofensiva condiciona comportamentos, consumos e estilos de vida (trabalhar simplesmente para conseguir corresponder ao que a publicidade/propaganda considera "normal". Passamos uma vida inteira a trabalhar porque somos condicionados a fazê-lo porque a nossa cultura baseia-se no dinheiro como já se baseou no "espiritual". As sociedades têm determinadas caracteristicas porque os seus cidadãos são levados a ter determinados comportamentos. Já fomos fanáticos pela religião, agora somos pelo dinheiro e quando este modelo terminar outro modelo será adoptado "livremente" mas mantido à custa da propaganda. O meu objectivo é afirmar que tal como os palestinianos estamos submetidos à mesma lei. No caso deles há um desfasamento civilizacional de c/ de 500 anos que rápidamente será "recuperado" graças à "nossa" propaganda mais discreta e sofisticada. Não podemos pensar é que somos especiais, que somos livres, que as nossas mentes também não estão a ser condicionadas pela propaganda.
Vai afirmar que não percebeu nada e eu acredito pois quem está dentro da floresta vê as árvores que o rodeia mas é incapaz de se aperceber que está dentro de uma floresta gigantesca
A sua informação sobre os bunkers é inverosímel...um bunker por cada família...disse 700.000 !?
explique lá onde é que na nossa cultura se promove o suicidio e o assassinio deliberado de civis ?
onde é que se doutrinam crianças para se fazerem explodir ?"
Parece que afinal não consegue lá chegar! Mas alguém disse que a nossa propagando tem os mesmos objectivos que a do Hamas?! A nossa propaganda é político/económica e não religiosa/militar. Quem como sr. acredita no capitalismo não consegue imaginar outro modelo que não este pelo que acha normal algumas das suas consequências nefastas.
"Porque hao-de as milicias americanas treinar e submeter-se a lavagens cerebrais se a América não corre um risco significativo. Em princípio não corre mas as lavagens cerebrais a que são submetidos os americanos levam alguns a acreditar que vão ser evandidos pelos inimigos da ocasião ou que Washington ou a ONU vai submetê-los a uma ditadura (o que não faltam são teorias da conspiração nesse sentido).
que raio de comparação é esta !?
vc está a comparar a cultura da morte, do martirio, do radicalismo cada vez mais presente nos paises muçulmanos com meia dúzia de alucinados na América que se divertem a constituir milicias para-militares para combater a pseuda conspiração da Nova Ordem Mundial ?
o q uma coisa tem a ver com a outra ? "
É tão difícil perceber que americanos "seguros" têm comportamentos (treino militar)que são menos razoáveis do que o comportamento de palestinianos a viver uma situação de insegurança? Quem é que te mais probabilidades de ser atacado, os cidadãos americanos das milicias ou os palestinianos? Resumindo o comportamento destes mais normal do que o daqueles.
Muitos americanos com a paranoia da guerra fria foram convencidos a comprar abrigos nucleares ineficazes e agora com o terrorismo já existem empresas a tirar proveito dessa nova paranóia. Se lá há aproveitamento político religioso "aqui" também o há político/económico.
Não sejamos ingénuos!
outra comparação absurda! o q raio tem uma coisa a ver com a outra ?
assim não posso deixar de fazer alguns reparos:
na guerra fria a possibilidade de um conflito nuclear era real...e tivemos perto disso mais do que uma vez
pelo que construir abrigos fazia sentido...e foram construido na América, na Europa, na URSS....o caso mais extremo até foi num pais comunista, a Albânia, onde o alucinado do Enver Hoxha mandou construir mais de 700.000 bunkers
Uma vez que estavamos a falar de propaganda e eu mencionei que a propaganda ocidental é mais de cariz político/económico o exemplo mencionado adequa-se. A propaganda política cria a tensão necessária para colocar o povo (eleições) em torno do líder e a propaganda económica/política convence o cidadão comum a comprar meios de defesa que não funcionam. Não me referia a abrigos governamentais.
E fora deste contexto quando falo de propaganda económica refiro-me a simples publicidade que na sua forma inofensiva condiciona comportamentos, consumos e estilos de vida (trabalhar simplesmente para conseguir corresponder ao que a publicidade/propaganda considera "normal". Passamos uma vida inteira a trabalhar porque somos condicionados a fazê-lo porque a nossa cultura baseia-se no dinheiro como já se baseou no "espiritual". As sociedades têm determinadas caracteristicas porque os seus cidadãos são levados a ter determinados comportamentos. Já fomos fanáticos pela religião, agora somos pelo dinheiro e quando este modelo terminar outro modelo será adoptado "livremente" mas mantido à custa da propaganda. O meu objectivo é afirmar que tal como os palestinianos estamos submetidos à mesma lei. No caso deles há um desfasamento civilizacional de c/ de 500 anos que rápidamente será "recuperado" graças à "nossa" propaganda mais discreta e sofisticada. Não podemos pensar é que somos especiais, que somos livres, que as nossas mentes também não estão a ser condicionadas pela propaganda.
Vai afirmar que não percebeu nada e eu acredito pois quem está dentro da floresta vê as árvores que o rodeia mas é incapaz de se aperceber que está dentro de uma floresta gigantesca
A sua informação sobre os bunkers é inverosímel...um bunker por cada família...disse 700.000 !?
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Re: Keyser Soze
noralis Escreveu:Sei que é difícil aceitar mas o mesmo acontece na nossa área cultural e contexto histórico. Todos nós somos submetidos a esse tipo de "lavagem cerebral", como é evidente porque o contexto é outro a mensagem também o é. Se lá a mensagem é política/militar/religiosa aqui é económica/política/ideológica. Não vou perder o meu tempo a explicar até porque o sr. Keyser, se quiser ser honesto consigo próprio, consegue chegar lá!
explique lá onde é que na nossa cultura se promove o suicidio e o assassinio deliberado de civis ?
onde é que se doutrinam crianças para se fazerem explodir ?
Porque hao-de as milicias americanas treinar e submeter-se a lavagens cerebrais se a América não corre um risco significativo. Em princípio não corre mas as lavagens cerebrais a que são submetidos os americanos levam alguns a acreditar que vão ser evandidos pelos inimigos da ocasião ou que Washington ou a ONU vai submetê-los a uma ditadura (o que não faltam são teorias da conspiração nesse sentido).
que raio de comparação é esta !?
vc está a comparar a cultura da morte, do martirio, do radicalismo cada vez mais presente nos paises muçulmanos com meia dúzia de alucinados na América que se divertem a constituir milicias para-militares para combater a pseuda conspiração da Nova Ordem Mundial ?
o q uma coisa tem a ver com a outra ?
Por outro lado os apoiantes do Hamas também têm as suas teorias da conspiração mas estas são mais realistas pois no dia a dia são atacados e asfixiados económicamente por Israel e agora tmbém pela Fatah. Dito isto não vejo que outro comportamente teria alguêm naquelas circunstâncias.
os Palestinianos receberam milhões e milhões de euros de ajuda da União Europeia e dos Americanos ao longo dos anos (muito mais do que dos seus "irmãos" dos paises arabes), Israel retirou unilateralmente, e à força, os seus colonos...e os Palestinianos nem assim conseguem garantir o minimo de serviços básicos á sua pop. ( cerca 1,5 milhões, a dimensão de uma cidade média europeia)...pelo contrário usam todos os seus recursos e vontade para escalar a perpetuar a violência
Muitos americanos com a paranoia da guerra fria foram convencidos a comprar abrigos nucleares ineficazes e agora com o terrorismo já existem empresas a tirar proveito dessa nova paranóia. Se lá há aproveitamento político religioso "aqui" também o há político/económico.
Não sejamos ingénuos!
outra comparação absurda! o q raio tem uma coisa a ver com a outra ?
assim não posso deixar de fazer alguns reparos:
na guerra fria a possibilidade de um conflito nuclear era real...e tivemos perto disso mais do que uma vez
pelo que construir abrigos fazia sentido...e foram construido na América, na Europa, na URSS....o caso mais extremo até foi num pais comunista, a Albânia, onde o alucinado do Enver Hoxha mandou construir mais de 700.000 bunkers
Miguel Abreu Escreveu:Keyser Soze, casos como esses que aqui colocas são casos bastante comuns. A notícia que coloquei é de 18 de Setembro de 2007 e poder-se-á colocar inúmeras mais notícias, que nunca mais acabariamos. Portanto...colocar notícias de 2003 e 2004 ...
como referi no inicio, este video vem em linha com videos anteriores, é uma estratégia seguida pelos radicais para alienar, doutrinar e fazer lavagem cerebral às crianças desde tenra idade, tornando-as assim tb combatentes radicais mais tarde e perpetuando o ciclo de violência
os casos que expus foram no sentido de contextualizar e demonstrar essa estratégia ao longo dos anos
.....não deu para perceber ?
Keyser Soze
Sei que é difícil aceitar mas o mesmo acontece na nossa área cultural e contexto histórico. Todos nós somos submetidos a esse tipo de "lavagem cerebral", como é evidente porque o contexto é outro a mensagem também o é. Se lá a mensagem é política/militar/religiosa aqui é económica/política/ideológica. Não vou perder o meu tempo a explicar até porque o sr. Keyser, se quiser ser honesto consigo próprio, consegue chegar lá!
Porque hao-de as milicias americanas treinar e submeter-se a lavagens cerebrais se a América não corre um risco significativo. Em princípio não corre mas as lavagens cerebrais a que são submetidos os americanos levam alguns a acreditar que vão ser evandidos pelos inimigos da ocasião ou que Washington ou a ONU vai submetê-los a uma ditadura (o que não faltam são teorias da conspiração nesse sentido).
Por outro lado os apoiantes do Hamas também têm as suas teorias da conspiração mas estas são mais realistas pois no dia a dia são atacados e asfixiados económicamente por Israel e agora tmbém pela Fatah. Dito isto não vejo que outro comportamente teria alguêm naquelas circunstâncias.
Muitos americanos com a paranoia da guerra fria foram convencidos a comprar abrigos nucleares ineficazes e agora com o terrorismo já existem empresas a tirar proveito dessa nova paranóia. Se lá há aproveitamento político religioso "aqui" também o há político/económico.
Não sejamos ingénuos!
Porque hao-de as milicias americanas treinar e submeter-se a lavagens cerebrais se a América não corre um risco significativo. Em princípio não corre mas as lavagens cerebrais a que são submetidos os americanos levam alguns a acreditar que vão ser evandidos pelos inimigos da ocasião ou que Washington ou a ONU vai submetê-los a uma ditadura (o que não faltam são teorias da conspiração nesse sentido).
Por outro lado os apoiantes do Hamas também têm as suas teorias da conspiração mas estas são mais realistas pois no dia a dia são atacados e asfixiados económicamente por Israel e agora tmbém pela Fatah. Dito isto não vejo que outro comportamente teria alguêm naquelas circunstâncias.
Muitos americanos com a paranoia da guerra fria foram convencidos a comprar abrigos nucleares ineficazes e agora com o terrorismo já existem empresas a tirar proveito dessa nova paranóia. Se lá há aproveitamento político religioso "aqui" também o há político/económico.
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Human-bomb mother kills four Israelis at Gaza checkpoint
Chris McGreal in Gaza
Thursday January 15, 2004
The Guardian
A 22-year-old Palestinian mother of two small children, pretending to be disabled, killed four Israelis at a Gaza border crossing yesterday after duping soldiers into allowing her a personal security check rather than going through a metal detector.
The Islamic resistance movement Hamas and the al-Aqsa Martyrs brigade said the attack by Reem Riyashi, from Gaza City, was a joint operation in revenge for weeks of Israeli incursions into West Bank cities that have left about 25 Palestinians dead.
It was the first time Hamas had used a woman as a human bomb.
She left a videotaped message in which she was pictured in combat fatigues, holding an automatic rifle and with a rocket-propelled grenade in front of her. She said she had dreamed since she was 13 of turning "my body into deadly shrapnel against the Zionists".
"I always wanted to be the first woman to carry out a martyrdom operation, where parts of my body can fly all over," she said. "God has given me two children. I love them [with] a kind of love that only God knows, but my love to meet God is stronger still."
Mrs Riyashi detonated her 2kg bomb inside a building used to check thousands of Palestinians who cross each day from Gaza to work in a neighbouring industrial zone. The Israeli army said that when she reached the metal detector, the suicide bomber pretended to be crippled and said she had metal plates in her leg which would sound the alarm. She asked to be checked with a body search.
She was taken to an area where a group of soldiers and policemen was checking bags and was told to wait for a woman to come and search her in a cubicle. She then detonated the explosive.
The blast tore open the corrugated iron roof and sent shards of metal and glass ripping through the room. Soldiers used putty knives and pieces of plastic skirting board to scrape strips of flesh from the floor and walls.
All the dead were Israelis: two soldiers, a policeman and a civilian security worker. Seven other Israelis and about four Palestinians were injured.
The Gaza divisional commander, Brigadier-General Gadi Shamni, described the attack as a cynical abuse of his soldiers' attempts to treat women with dignity.
"We're doing our best to be humanitarian, to consider the problems associated with searching women. She said she had a medical problem, that's why the soldiers let her in, to check her in private because she is a woman," he said. "That's a very cruel, cynical use of the humanitarian considerations of our soldiers."
The attack came after months of relative quiet by the Palestinians which has seen few suicide bombings. An attack on Christmas Day by Islamic Jihad killed four Israelis. Last week, a teenage suicide bomber killed himself, but no one else. Prior to those attacks, there had been no bombings since October.
However, the spiritual leader of Hamas, Sheikh Ahmad Yassin, yesterday warned that other women would follow Mrs Riyashi's example.
Her family swiftly set up the traditional memorial tent near her home in Gaza City. Her relatives offered neither praise for her attack nor an explanation of why a mother with children just three years and 18 months old should choose to become a suicide bomber.
Her family is wealthy, whereas most bombers come from poorer backgrounds. She is the eighth female suicide bomber, but only one other had children.
At Mrs Riyashi's house, her brother-in-law, Yusuf Awad, was dismantling the main gate and moving out furniture in preparation for the arrival of an Israeli army demolition team, which usually blows up the homes of suicide bombers.
"I denounce her attack," he said. "I support peace. We don't accept women doing such things. She has two children. It is not right."
A Hamas official at a memorial service in the local mosque, who called himself Abu Jihad, said there would be more such women bombers.
"We should expect that more female martyr warriors will do this. It is allowed in Islam because Hamas saw that it is no longer easy to send a male warrior to attack them [the Israelis]. This year will see a large number of women joining in the attacks," he said.
The Israeli military responded by immediately closing the Gaza crossings to Palestinians for several days.
"They're always trying to kill, even if they hurt themselves," said Lieutenant Ayelet Kadosh. "What will happen is that while we are investigating the crossing will be closed and thousands of Palestinians will go hungry because they cannot go to work."
About 4,000 Palestinians work in factories in the sealed industrial zone connected to Gaza, frequently providing for extended families in Gaza where there is 70% unemployment. Another 14,000 Palestinians cross from Gaza to Israel each day. The military swiftly ordered Palestinians out of the factories and, under heavy guard, sent them home.
mais tarde o Hamas fez um programa em que entrevistava os filhos da bombista suicida:
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xEB0SvMzKzg"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xEB0SvMzKzg" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object>
Child suicide bombers in the Israeli-Palestinian conflict
Incidents from September 2000 through 2003
According to the Israel Defense Forces:
* Since the beginning of violence in the Al-Aqsa Intifada in 2000, 29 suicide attacks have been carried out by youth under the age of 18.
* Since May 2001, 22 shootings attacks and attacks using explosive devices were carried out by youth under the age of 18.
* Since the beginning of 2001, more than 40 youths under the age of 18 were involved in attempted suicide bombings that were thwarted (of them, three during 2004).
On 29 March 2002, Ayat al-Akhras, a teenager from the Deheishe Refugee Camp near Bethlehem, detonated explosives strapped around her waist in a supermarket in Jerusalem, killing herself, a 17 year-old Israeli girl named Rachel Levy, and a 55 year-old security guard named Haim Smadar.
Incidents in 2004
On March 24, 2004, one week after capturing a bomb in the bag of 12-year-old Abdullah Quran, Hussam Abdo, a 16-year-old Palestinian (who initially claimed he was 14), was captured in a checkpoint near Nablus wearing an explosive belt. The young boy was paid by the Tanzim militia to detonate himself at the checkpoint. IDF soldiers manning the checkpoint were suspicious of him and told him to stay away from people. Later, an EOD team arrived and by using a police-sapper robot, removed the explosive belt from him. Hussam explained that he was offered 100 NIS and sex with virgins if he would perform the task. He said his friends mocked him in class.
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VwijDBpxmYg"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VwijDBpxmYg" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object>
Human rights organizations such as Amnesty International strongly condemned the act of using children to commit attacks:
"Amnesty International has repeatedly condemned suicide bombings and other attacks against civilians by Palestinian armed groups as crimes against humanity. Using children to carry out or assist in armed attacks of any kind is an abomination. We call on the Palestinian leadership to publicly denounce these practices." ... "Palestinian armed groups, including Hamas, Islamic Jihad and al-Aqsa Martyrs's Brigades, must put an immediate end to the use or involvement of any kind of children in armed activity."
Despite the harsh condemnation and internal controversy, Palestinian militant groups such as Al-Aqsa Martyrs' Brigades and Islamic Jihad, have recently used children as militants and suicide bombers. On March 31, 2004, Raed Khuweir blamed Islamic Jihad for attempting to recruit his younger brother, aged 15, to commit a suicide attack. He said, "They crushed my brother. These are dubious people who tarnish the reputation of the resistance by making us look like barbarians who exploit children." Khuweir claimed that his younger brother was "brainwashed" by an Islamic Jihad cleric and "call[ed] on the Palestinian Authority to investigate this affair and on Islamic Jihad to reveal who these people are that deceive children, so that [it would be known] they really belong to the group." Several weeks after the incident, the IDF arrested Fatah activists from Nablus who were believed to be behind other suicide bombings by children.
On May 29, 2004, The New York Times reported Israeli allegations that the al-Aqsa Martyrs' Brigades were using children to recruit classmates as suicide bombers.
One child, Nasser Awartani, 15, of Nablus allegedly recruited four of his classmates, one of whom was claimed by the Shabak report on Awartani to be Hussam Abdo.
On June 16, 2004, two girls - aged 14 and 15 were arrested by the IDF for plotting a suicide bombing. According to an IDF statement, the two children were recruited by activists from Tanzim (Fatah's armed wing), guided by Hezbollah.
On July 3, the Israeli Security Forces thwarted a suicide bombing which was to have been carried out by 16-year-old Muataz Takhsin Karini. Karini and two of his operators were arrested, while a 12 kg explosive belt was detonated safely by an Israeli EOD crew. [34] On June 5, IDF forces detonated two explosive belts concealed in schoolbags. On July 14, the Shin Bet arrested in Kfar Maskha a suicide bomber. The bomber was identified as 17-year-old Ahmed Bushkar from Nablus.
On August 7, 2004, a 15-year-old Palestinian was killed while trying to launch an anti-tank missile into the Rafiah Yam settlement in the Gaza Strip. The Israel Defense Forces returned fire and hit the missile, and he was apparently was killed by the explosion. Later that day, in an attempt to sabotage the Israeli Gaza Strip Barrier, one Palestinian was killed and a 16-year-old teen was arrested. An IED explosive charge was found nearby.
On September 23, 2004, a day before Yom Kippur, the Shin Bet and the Israel Police captured a 15-year-old suicide bomber and a 7 kg explosive belt in the village of Dir-Hana in the Western Galilee. The 15-year-old was part of joint terrorist cell of Tanzim and Palestinian Islamic Jihad from Yamon village near Jenin. The four were Palestinians who worked illegally in Israel. The 15-year-old teenager was paid 1000 shekels in order to blow himself up in Afula.
According to a Shabak report published on September 26, 2004, about 292 Palestinian children have been involved in terrorism.
As of the fourth quarter of 2004, Nablus continued to be a center for the recruitment of child suicide bombers:
On September 27, 2004, a 15-year-old suspected suicide bomber was arrested in Nablus. On October 28, Ayub Maaruf, a 16-year-old Fatah suicide bomber, was arrested near Nablus along with his operator.
Aamer Alfar, a 16 year old Palestinian who committed a suicide bombing. This undated family photograph was handed out by his family and the PFLP to multiple media outlets for publication.
On November 1, 16-year-old Aamer Alfar blew himself in Tel Aviv's Carmel Market, killing 3 Israelis in a suicide bombing that was claimed by the Popular Front for the Liberation of Palestine. Alfar's mother and father condemned what they saw as the exploitation of their son:
"God will curse those who recruited Amar. I had heard the stories about recruiting children in Nablus but I didn't think they were true... Yes, it is difficult here for everyone because of the occupation, and life in Nablus is intolerable, but children should not be exploited in this way."
On November 4, a 15-year-old suicide bomber was arrested in Nablus.
Incidents in 2005
On February 3, Mahmoud Tabouq, a 15- or 16-year-old Palestinian, was arrested at the Hawara checkpoint near Nablus carrying a bag containing an explosive belt, an improvised gun, and 20 bullets. The belt was detonated safely by a Magav bomb squad.
On April 12, a 15-year-old Palestinian boy identified as Hassan Hashash was caught at Hawara checkpoint hiding five pipe bombs under his coat. He tried to ignite them with a match when the soldiers apprehended him. Later he was disarmed, and sappers detonated the bombs safely. Family members of Hashash suggested that he deliberately carried bombs into an IDF checkpoint in order to be arrested and study for the "Bagrut" final exams in the Israeli jail. A week later, another Palestinian youth (aged 17) was caught carrying explosives in Beit Furik checkpoint.
On April 27, two Palestinian teenagers, both aged 15 (though other sources cite their ages as 12 and 13), were arrested at a checkpoint near Jenin after 11 explosive charges were found on them. One teenager was recruited by the Palestinian Islamic Jihad and the other by the al-Aqsa Martyrs' Brigades. The two told interrogators that they had been acting as couriers for terrorists, but security forces suspect they planned to get close to the soldiers and then detonate the charges.
On May 22, Iad Ladi, a 14- or 15-year-old Palestinian suicide bomber was arrested at a Hawara checkpoint near Nablus. This was the 14th time during April and May that a Palestinian child was arrested as a bomber or a courier. Two days later, another 15-year-old Palestinian teen carrying two pipe bombs, was caught at the same checkpoint. On June 15, The Israeli press reported that the Shabak arrested a Palestinian terrorist cell in Nablus during the previous month. The cell included eight members, four of whom were child suicide bombers. The cell was on the verge of committing another suicide bombing attack using the four children. According to the Shin Bet, the cell was directed and funded by the Fatah's Tanzim branch and the Lebanese group Hezbollah.
On July 6, a Palestinian teenager was caught carrying explosives near Baqa al-Sharkiya, two days after another Palestinian 16-year-old was caught with explosives at the Hawara checkpoint.
On October 11, a 14-year-old Palestinian boy was arrested by IDF forces. He told the soldiers he was forced to agree to commit a suicide bombing when two terrorists from Fatah's Tanzim faction threatened to murder him by spreading a leaflet accusing him of collaboration unless he agreed. They took pictures of him with a gun and the Qur'an and forced him to write his own will.
Incidents in 2007
On August 27, 2007, A 15-year-old Palestinian boy carrying 2 explosive device on his body, was arrested in the northern Gaza Strip after he attempted to carry out an attack against soldiers operating in the area against Palestinians launching Kasam Rockets on Israeli civilians across the border inside Israel
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1b2QhQQpHck"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1b2QhQQpHck" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object>
Daryl Jones is an australian volunteer aid worker duped by Palestinian propaganda propaganda to come to their aid but later realized that they were engaged in a bloodlust game to destroy the lives of children.
Dwer Escreveu:Não é que duvide da veracidade do video...
Mas não achas um bocado exagerado um video vexatório do Hamas ter como fonte o ministério dos negócios estrangeiros israelita?
Até a mim, que sou pró-israelita, me custa a engolir.
se não duvidas da veracidade do video, pq q achas exagerado ?
para mim, o video não é nada de supreendente...é em linha com os videos feitos pelos Hamas
as crianças palestinianas são sujeitas desde a infância a uma verdadeira lavagem cerebral o que perpetua o ciclco de violência
eis alguns exemplos dos progarmas infantis emitidos pela TV do Hamas:
o Farfour, o Mickey Mouse do Hamas, a falar da supremacia Islâmica
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o Farfour é espancado até à morte pelos soldados Israelitas e torna-se mártir
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a abelha Nahoul, prima do Farfour. substitui-o no programa depois de este ter sido assanssinado pelos israelitas
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<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YsBQrWPW0P8"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YsBQrWPW0P8" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object>
Dwer
Acho o vídeo credível e nada vexatório para o Hamas.
Já viu as crianças americanas num ambiente de milicias a disparar metralhadoras ligeiras e pesadas? Crianças de um país que está constantemente ao ataque e que não teme nada nem ninguêm! Não acha que o Hamas cercado pelos israelitas, inclusive com corte de àgua e electricidade a Gaza, e em "guerra cívil" com a Fatah está a ter a reação "natural" de qualquer país ou grupo naquelas circunstâncias?
A comunicação social serve, actualmente, para isso mesmo. Condicionar os cidadãos tendo em conta a realidade de cada país. No ocidente é uma arma económica e política mas noutros lugares ainda é essencialmente uma arma militar e política!
Já viu as crianças americanas num ambiente de milicias a disparar metralhadoras ligeiras e pesadas? Crianças de um país que está constantemente ao ataque e que não teme nada nem ninguêm! Não acha que o Hamas cercado pelos israelitas, inclusive com corte de àgua e electricidade a Gaza, e em "guerra cívil" com a Fatah está a ter a reação "natural" de qualquer país ou grupo naquelas circunstâncias?
A comunicação social serve, actualmente, para isso mesmo. Condicionar os cidadãos tendo em conta a realidade de cada país. No ocidente é uma arma económica e política mas noutros lugares ainda é essencialmente uma arma militar e política!
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Não é que duvide da veracidade do video...
Mas não achas um bocado exagerado um video vexatório do Hamas ter como fonte o ministério dos negócios estrangeiros israelita?
Até a mim, que sou pró-israelita, me custa a engolir.
Mas não achas um bocado exagerado um video vexatório do Hamas ter como fonte o ministério dos negócios estrangeiros israelita?
Até a mim, que sou pró-israelita, me custa a engolir.
Abraço,
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
A Exploração de crianças para fins terroristas pelo Hamas
Mais um episódio da exploração de crianças para propósitos terroristas pelo Hamas. Desta vez, um episódio especial da Hamas TV a marcar o início do ano escolar.
Vejam o artigo e respectivo video aqui.
Vejam o artigo e respectivo video aqui.
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