Caldeirão da Bolsa

Crise de confiança nos mercados

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por acintra » 26/9/2007 15:11

NOVA3-Situação mercado crédito requer análise cuidada-C.Tavares


26/09/2007


(Acrescenta mais informação, citações Carlos Tavares)

LISBOA, 26 Set (Reuters) - A actual situação do mercado de crédito requer uma análise cuidada dos supervisores, não se podendo presumir que Portugal não será afectado, afirmou o presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares.

"Não se pode presumir que Portugal não será afectado pela instabilidade no mercado de crédito", disse Carlos Tavares, à margem da conferência da CMVM sobre Sociedades Cotadas. "Não devemos subestimar, dizer que é uma coisa passageira, mas também ninguém pode dizer que se vai amplificar", acrescentou.

Adiantou que a CMVM está a analisar os activos das carteiras dos fundos portugueses e referiu que os fluxos de entrada e saída de fundos até agora permanecem normais.

"Até agora não tem havido um movimento anormal de resgates de fundos", referiu o presidente da CMVM.

A BPI Gestão de Activos anunciou ontem que decidiu liquidar o fundo de baixo risco BPI Renda Trimestral, com um montante de 88 milhões de euros (ME).

Adiantou que "a decisão de extinção do Fundo tem subjacente o interesse dos participantes e também uma perspectiva de simplificação da oferta de fundos de investimento".

Carlos Tavares referiu que, neste caso, "o BPI optou por fechar o fundo, mas garantindo o interessse dos intervenientes".

Lembrou que actualmente não se pode falar apenas de um problema de 'sub-prime' nos EUA, a questão evoluiu e que o que está em causa é também a re-avaliação do risco de vários produtos como estruturados, veículos para além de fundos.

"A exposição directa (de Portugal) é muito residual mas, entretanto, o problema evoluiu. (...) Estamos numa análise muito fina de todos os activos de carteiras de fundos", afirmou.

Alertou que a situação exige uma análise "muito cuidada" por parte de todos os agentes, nomeadamente supervisores, bem como transparência.

"É essencial que os investidores de retalho sejam alertados, de forma completa, para todos os riscos que esses produtos têm", adiantou.

Recordou que as próprias obrigações a taxa fixa, muitas vezes apregoadas como não tendo risco, têm obviamente um risco de preço que, caso caísse, se poderia traduzir na não distribuição de rendimento aos participantes em fundos.

Explicou que um fundo de investimento português já recorreu a um empréstimo bancário para fazer face a resgates devido à turbulência nos mercados.

Adiantou que este empréstimo foi feito dentro dos parâmetros legais normais, ou seja, não excedeu os 10 pct dos activos, nem o período de 120 dias de vigência.


((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
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por acintra » 26/9/2007 11:30

Bancos britânicos vão reduzir o crédito às empresas


26/09/2007


Os bancos britânicos vão reduzir os créditos concedidos às empresas de foram "significativa" no quarto trimestre.

No seu inquérito trimestral a bancos, o banco central inglês diz que 49,3% espera reduzir os fornecimentos de crédito nos próximos três meses, o que compara com os 20,2% no último trimestre. As respostas foram recolhidas entre 20 de Agosto e 13 de Setembro.

Os responsáveis estão a "monitorizar de perto quaisquer mudanças nos custos e disponibilidade do crédito aos empresários e às famílias", diz o banco.

As taxas de juro elevadas forçaram o banco Northern Rock a procurar um fundo de emergência, o que levou a uma corrida aos seus depósitos.

"Isto levanta questões acerca da -saúde- do sector das empresas", considera uma analista consultados pela agência Bloomberg, sublinhando que "poderá haver uma forte possibilidade de uma redução de juros a curto prazo".
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por acintra » 25/9/2007 11:49

BOLSA EUROPA-Mercados recuam com futuros dos EUA em baixa


25/09/2007


Por Peter Starck

FRANKFURT, 25 de setembro (Reuters) - As bolsas de valores da Europa operavam em queda nesta terça-feira, pressionadas por queda acentuada em ações de mineradoras, revertendo ganhos recentes, e pelo recuo nos futuros de Wall Street, que indicam outro dia de perdas nos Estados Unidos.

Às 8h15 (horário de Brasília), o índice FTSEurofirst 300 exibia queda de 1,25 por cento, a 1.526 pontos.

As ações da BP , que têm grande peso nos índices, perdia 2,3 por cento depois que o Financial Times publicou que o presidente-executivo da companhia, Tony Hayward, alertou que a receita no terceiro trimestre será "terrível".

Já os papéis das mineradoras Rio Tinto e Anglo American perdiam mais de 3 por cento, atingidas por realização de lucros.

Um gerente de fundos baseado em Frankfurt informou que o sentimento de mercado é "extremamente negativo no momento". Ele previu mais volatilidade adiante por conta da temporada de resultados de empresas relativa ao trimestre que se encerra este mês.

O instituto alemão de pesquisa econômica Ifo, que compila um indicador de confiança dos empresários muito observado pelos investidores, informou um recuo do índice para o menor nível em mais de um ano e meio.

"Os problemas nos mercados de crédito provavelmente resultaram em uma significativa, mas não brusca, deterioração nas condições de negócios na Alemanha, acentuando, acreditamos, uma redução de ritmo econômico já existente", informou o Royal Bank os Scotland em nota.

Um gerente de fundos baseado em Frankfurt disse que a leitura do Ifo "não é positiva para as ações" uma vez que os dados sugerem que alguns exportadores europeus estão começando a sofrer com a apreciação do euro .

O indicador que reúne ações de bancos europeus recuava 1,45 por cento, um dia depois que fontes próximas da situação disseram à Reuters que o Deutsche Bank , maior banco alemão, pode sofrer impacto de 1,7 bilhão de euros por causa de perda de valor de empréstimos. A instituição não comentou o assunto.


Confira o desempenho das principais bolsas européias às 8h15:


BOLSA PONTUAÇÃO VARIAÇÃO %

Londres 6.392 -1,13

Frankfurt 7.730 -0,74

Paris 5.626 -1,16

Madri 14.342 -1,02

Milão 30.735 -1,05

Lisboa 11.825 -1,94


Veja como se comportaram as bolsas asiáticas [N25352222]


((Edição em português 5511 5644-7753))

REUTERS AAJ RA
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por acintra » 25/9/2007 10:31

Tb acho que é às 15H.

US STOCKS-Futures fall as Lennar fuels housing worry


25/09/2007


NEW YORK, Sept 25 (Reuters) - U.S. stock futures sagged to session lows on Tuesday after builder Lennar Corp posted results that pointed to further worsening in the housing market just as investors awaited data on August existing homes sales.

Lennar's report of a wider-than-expected quarterly loss hit a market already made jittery by home improvement chain Lowe's Cos. Inc.'s profit warning and day two of the United Auto Workers union strike against General Motors Corp .

S&P 500 futures were down 7.4 points, about even with fair value, a mathematical formula that evaluates pricing by taking into account interest rates, dividends and time to expiration on the contract.

Dow Jones industrial average futures were down 48 points, and Nasdaq 100 futures fell 7.8 points. ((Reporting by Ellis Mnyandu

rm://ellis.mnyandu.reuters.com@reuters.net

e-mail: ellis.mnyandu@reuters.com

Telephone: + 1 646-223-6085)) ((Multimedia versions of Reuters Top News are now available

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por GONZO » 25/9/2007 10:20

Alguém me confirma que os dados dos States saem às 15h00? Obrigado
 
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por acintra » 25/9/2007 9:48

PDATE 2-UK hires adviser on Northern Rock as options narrow


25/09/2007


(Adds detail, background)

By Steve Slater and Fiona Shaikh

LONDON, Sept 25 (Reuters) - Britain's government has appointed U.S. investment bank Goldman Sachs to advise it on Northern Rock , a source close to the Treasury said, as the stricken bank told politicians its business was sound.

The bank is advising the UK Treasury on matters relating to a guarantee safeguarding existing deposits at Northern Rock, the source said.

"Goldman Sachs are advising HMT on some of the mechanics of the guarantee, should it be required," the source said.

The government last week guaranteed the lender's deposits, leaving it closely involved with the bank's future options. Those options have narrowed as the bank appears unlikely to attract a takeover offer from one of its major domestic rivals.

Matt Ridley, Northern Rock's chairman, meanwhile said in a letter sent to MPs late on Monday that the bank remained "profitable and sound, with assets well in excess of liabilities".

Northern Rock has been engulfed in crisis since the Bank of England stepped in to offer emergency funding on Sept. 14 as the "lender of last resort", which sparked the first run on the deposits of a major British bank for more than 140 years.

Less than 10 percent of accounts have been closed since the crisis began, however, and savers had been returning, Ridley said in his letter, adding the bank had not lent recklessly.

The bank's priority "is to find the best way forward for our customers, our shareholders and our staff," Ridley said, after politicians criticised the bank's plan to pay 60 million to shareholders in dividend.

By 0900 GMT Northern Rock shares were down 2.5 percent at 167.7 pence, down more than 70 percent since the BoE's funding help and valuing the bank at just over 700 million pounds.


SPANISH REPORT

A group of investors headed by a Spanish entrepreneur is interested in buying the bank, Spanish daily El Mundo reported, citing sources close to the entrepreneur's company Nueva Rumasa.

The group wrote to Northern Rock saying Jose Maria Ruiz-Mateos represented a group of Spanish investors and would be interested in acquiring a package of shares large enough to give him direction of the bank, the paper said. Northern Rock had acknowledged receipt of the letter but had not responded, it added.

Northern Rock declined to comment.

Northern Rock has been seen as a likely takeover target since the Bank of England stepped to help. But the major UK banks are not interested in buying it as a credit crunch has made refinancing the mortgage book difficult and costly, and most banks are targeting their capital for faster-growing areas than domestic mortgages, industry sources have said.

If no bidder emerges Northern Rock is likely to consider a break-up, which could include the sale of parcels of its mortgage book, or going into "run-off" -- gradually winding down its business and mortgage book, sources and analysts have said.

(Additional reporting by Mark Potter in London and Sarah Morris in Madrid) ((Editing by Quentin Bryar

E-mail: steve.slater@reuters.com

Telephone: +44 207 542 4367))

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por Paionense » 25/9/2007 9:09

Bem, isto hoje está a ser bonito! Já estou entalado em quase todas as posições. Se isto já está assim de manha entao de tarde quando sairem o numeros de casas vendidas, descamba por completo :D

Há que ter calma!
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por acintra » 25/9/2007 8:35

Confiança dos empresários alemães cai para mínimos de 19 meses


25/09/2007


A confiança dos empresários alemães caiu para mínimos de 19 meses em Setembro depois da valorização do euro ter prejudicado as previsões para o crescimento da maior economia da Europa.

O índice elaborado pelo Ifo que mede o sentimento de sete mil executivos, deslizou para 104,2 pontos, o valor mais baixo desde Fevereiro de 2006, contra 105,8 pontos em Agosto.

A queda foi maior do que o esperada pelos economistas consultados pela Bloomberg que apontavam para uma leitura de 105 pontos.

A valorização do euro para níveis recorde de sempre ameaça as exportações. Um instituto económico alemão reviu mesmo ontem em baixa as estimativas de crescimento alemão para o próximo ano, citando os perigos de um euro forte e a turbulência dos mercados.

Também a confiança dos investidores alemães deslizou para mínimos de nove meses este mês. Paralelamente, a actividade industrial e dos serviços na Europa expandiram-se ao ritmo mais lento em dois anos.
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por acintra » 24/9/2007 23:11

Banco Central Europeu congela juros até Abril de 2008


25/09/2007


A crise no mercado de crédito hipotecário lançou a incerteza sobre o rumo dos juros na Zona Euro. O ciclo de subida acabou? As taxas vão descer como nos Estados Unidos? No início do mês, o Banco Central Europeu (BCE) interrompeu o ritmo de subida da taxa de referência, mantendo-a nos 4%. Os analistas acreditam que haverá mais uma subida. Mas só daqui a sete meses.

A agência Bloomberg publicou na última sexta-feira a primeira sondagem aos economistas após a última reunião do BCE para determinar a taxa directora para a Zona Euro. Só em Abril de 2008 a maioria dos mais de 30 especialistas consultados coloca a taxa nos 4,25%, numa indicação de que a expectativa mais comum é de que só nessa altura Jean-Claude Trichet, presidente da autoridade monetária, vai anunciar nova subida dos juros.

Se a opinião mais comum é de que só no segundo trimestre do próximo ano os juros voltarão a subir, há algumas instituições de renome que têm opinião diferente. O Credit Suisse First Boston acredita que o BCE deverá a subir os juros para 4,25% já na reunião de 6 de Dezembro. Já o Deutsche Bank e o Citigroup acreditam que a autoridade monetária da Zona Euro não terá condições para voltar a subir os juros até ao fim de 2008.
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por acintra » 24/9/2007 22:53

Alerta do FMI provoca perdas em Wall Street
As bolsas norte-americanas inverteram a tendência de ganhos que registaram durante grande parte da sessão, devido à queda das acções do sector financeiro. O alerta do FMI sobre o impacto da crise do crédito e a notícia relacionada com as perdas potenciais do Deutsche Bank explicam o pessimismo.

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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt



As bolsas norte-americanas inverteram a tendência de ganhos que registaram durante grande parte da sessão, devido à queda das acções do sector financeiro. O alerta do FMI sobre o impacto da crise do crédito e a notícia relacionada com as perdas potenciais do Deutsche Bank explicam o pessimismo.

O Nasdaq cedeu 0,12% para os 2.667,95 pontos e o Dow Jones caiu 0,44% até aos 13.759,06 pontos.

O relatório de Estabilidade Financeira do FMI divulgado hoje advertiu que a subida dos custos no crédito podem provocar uma turbulência prolongada na economia, travando o optimismo dos investidores de que o pior já tinha passado com a crise do "subprime".

A maior parte do impacto da crise do mercado hipotecário vai reflectir-se em 2008 e a economia dos EUA vai ser a mais "fortemente" afectada, afirmou hoje o director geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Rodrigo Rato.

As instituições financeiras foram as mais penalizadas, devido também a uma notícia da Reuters. De acordo com a agência de notícias, o Deutsche Bank irá reconhecer perdas de 1,7 mil milhões de euros, nos resultados do terceiro trimestre, relacionadas com a crise financeira que está a assolar o sector.

As acções do Citigroup caíram 2%, os títulos do JPMorgan cederam 1,70% e a American Express fechou a descer 1,6%.

A Exxon Mobil (caiu 0,74%) também contribuiu para a descida do Dow Jones, num dia em que o petróleo recuou dos máximos históricos fixados na semana passada.
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por Pollito » 24/9/2007 19:15

redhot Escreveu:Ora se bem entendo atribui 33% de haver recessão, o que significa que atribuí 66% de não haver recessão...

Não resisti!!!! :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:


Epáaaa, Redhot, deixa lá o homem vender o livro!

(Também não resisti... 8-) 8-) 8-) )
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por acintra » 24/9/2007 18:22

US STOCKS-Financials weigh on stocks;credit fears persist


24/09/2007


(Updates to afternoon trading)

By Caroline Valetkevitch

NEW YORK, Sept 24 (Reuters) - U.S. stocks slipped on Monday as concern about the impact of the housing slump and credit squeeze hurt shares of financial companies.

Shares of energy companies also declined as oil prices edged lower.

Citigroup and other banks fell on fears there could be more upheaval from the subprime mortgage sector after sources familiar with the situation said that Germany's Deutsche Bank could take a $2.4 billion hit to its quarterly profit as a result of the credit market turmoil. For details, see [ID:nL24402893].

Citigroup fell almost 1.6 percent to $46.76, while U.S.-traded shares of Deutsche Bank slid 2.2 percent to $126.34.

The Dow Jones industrial average was down 24.47 points, or 0.18 percent, at 13,795.72. The Standard & Poor's 500 Index was down 4.53 points, or 0.30 percent, at 1,521.22. The Nasdaq Composite Index was down 1.20 points, or 0.04 percent, at 2,670.02.

"People aren't convinced these financials are out of the water yet," said Todd Leone, head of listed trading at Cowen & Co. in New York. "The rate cut doesn't solve all of the problems." The Federal Reserve cut benchmark interest rates last Tuesday by a half percentage point.

Stocks reversed earlier gains as an advance in technology stocks lost steam. Technology shares gained as investors bet the recent cut in interest rates would keep the economy growing and spur business spending.

A labor strike against General Motors Corp. caused shares of the world's biggest automaker to pare gains.

The United Auto Workers union went on strike against GM beginning on Monday as negotiators for a new contract were bargaining over the company's proposed cuts in health-care costs and union demands to keep U.S. production jobs.

GM shares rose 0.4 percent to $35.01 on the New York Stock Exchange and investors did not see the strike having an immediate impact.

Shares of Exxon Mobil Corp. were down 0.6 percent at $91.77. ((Reporting by Caroline Valetkevitch

Editing by Kenneth Barry

Reuters Messaging:

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por acintra » 24/9/2007 14:29

ACTUALIZA2-Efectos crisis créditos se sentirán más en 2008 -Rato


24/09/2007


(Añade comentarios)

Por Andrew Hay

MADRID, 24 sep (Reuters) - La mayor parte del impacto de la restricción global a los créditos se sentirá en 2008 y EEUU será el país más golpeado, dijo el director gerente del Fondo Monetario Internacional, Rodrigo Rato.

El crecimiento económico mundial debe permanecer alto al año próximo pero debe situarse por debajo de los niveles de 2006 y 2007 y los riesgos bajistas aumentan a medida que se prolonga la crisis de los mercados financieros, expresó Rato en un seminario en Madrid.

"Los mercados de créditos están corrigiendo, lentamente, pero todavía no estamos en una etapa de normalidad", dijo Rato. Añadió que la mayoría de los países deben poder hacer frente a las condiciones financieras.

"Tiene efecto en la economía real, que se sentirá más en 2008, con una mayor intensidad en EEUU y menor en otras áreas".

Rato no ve una solución rápida a la restricción al crédito causada por la crisis de las hipotecas de alto riesgo en EEUU.

Las instituciones financieras han reducido sus préstamos interbancarios para limitar la exposición a las hipotecas subprime estadounidenses que se vendieron en todo el mundo.

Los bancos centrales han inyectado fondos en el sistema para compensar esta limitación de liquidez.

El FMI todavía ve riesgos a la baja para el crecimiento, teniendo en cuenta la fortaleza de la economía global, señaló Rato.

Tardará unos meses todavía en poder evaluar el impacto total de la crisis en los bancos, las compañías y los gobiernos, añadió.

"Mucho tendrá que ver con la duración de la crisis, porque lo más que dure, mayores serán sus consecuencias", dijo.


RIESGO PARA EL DEFICIT ESPAÑOL

El FMI dijo que recortará la previsión de crecimiento para EEUU, la zona euro y otras regiones cuando emita su próximo informe de perspectivas económicas mundiales en octubre.

Rato señaló que las previsiones para España serán recortadas.

España, la cuarta economía de la zona euro, está expuesta a la restricción al crédito por su déficit por cuenta corriente, el segundo más amplio del mundo después de EEUU.

"La financiación internacional se vuelve más complicada y nuestro déficit externo necesita financiarse", dijo Rato. "Las previsiones de crecimiento que teníamos a principios de verano, en julio, han cambiado".

En julio, el FMI revisó al alza la previsión de PIB de España para 2007 al 3,8 por ciento desde el 3,6 por ciento.

El FMI mantuvo sin cambios la previsión para 2008 al 3,4 por ciento, una décima por encima de la previsión oficial del 3,3 por ciento.

Rato abandona el FMI pero no quiso comentar a los periodistas sus planes futuros. Los medios españoles anunciaron el lunes que Rato está en conversaciones para convertirse en vicepresidente del BBVA, el segundo banco de España, algo sobre lo que no quiso hacer comentarios Rato.

((Reporting by Andrew Hay; writing by Jason Webb; Reuters Messaging: jason.webb.reuters.com@reuters.net; +34 91 585 2167))
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por Enslaved » 21/9/2007 7:54

Mota-Engil e Sonae Indústria foram também as minhas escolhas :mrgreen: :mrgreen:
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por acintra » 21/9/2007 7:26

JM, Mota-Engil e Sonae Indústria são "top picks"
BPI faz aviso à navegação e aconselha melhores acções para atravessar a crise
Numa altura em que vários investidores andam à deriva com a sua carteira de acções devido à crise do "suprime", o BPI vem aconselhar uma carteira que considera ser a melhor para os que queiram manter a exposição às bolsas.

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Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt



Numa altura em que vários investidores andam à deriva com a sua carteira de acções devido à crise do "suprime", o BPI vem aconselhar uma carteira que considera ser a melhor para os que queiram manter a exposição às bolsas.

O banco está a realizar, na baía de Cascais, um encontro com investidores e cotadas ibéricas e fez um estudo de suporte ao evento onde analisa o desempenho de 70 pequenas e médias capitalizações da Península Ibérica.

No estudo intitulado "Bay Watch", a casa afirma que a volatilidade nos mercados derivada da crise "deverá continuar alta", numa altura em que os investidores "aguardam para saber se os problemas do imobiliário vão ter efeitos na economia real".

Neste cenário "de esperar para ver", o BPI diz que apesar de estar atento "às condições desfavoráveis que poderão voltar a assolar as bolsas, achamos que existem empresas com histórias atractivas que o poderão o proteger de uma tempestade que volte a alterar as condições de mercado". Uma "selecção cuidadosa será fundamental para permitir aos investidores mais vigilantes manter as rendibilidades, independentemente das condições que estejam a prevalecer nos mercados".

O banco já fez este trabalho de casa e no universo das empresas analisadas, escolheu quatro carteiras ou embarcações para atravessar, com maior ou menor grau de dificuldade, a tempestade das bolsas.

"Apesar de serem todas vulneráveis às condições naturais adversas, algumas são mais flexíveis e mais rápidas, o que lhes permite reagir às alterações climáticas e acelerar para os portos de abrigo mais seguros caso as condições de mercado o exijam". Neste paralelismo náutico com a bolsa de valores, sobressaem cinco empresas que permitem atravessar a crise naquilo que o BPI apelida de "iates de luxo".

Os iates de luxo

Apesar de serem cotadas com características e negócios distintos, "permitem aos investidores pilotar o seu 'portfolio' e manter a rendibilidade, independentemente das condições de mercado". A Jerónimo Martins, a Mota-Engil, a Sonae Indústria e as espanholas OHL e Tubos Reunidos são as "top picks". Todas têm "uma avaliação atractiva [ver tabela], um 'management' sólido, uma geração de 'cash-flow' estável e catalisadores visíveis".

Os catamarãs e os submarinos

No grupo das 70 empresas, o BPI identifica outras histórias de potencial sucesso, embora com um grau de segurança inferior às "top picks". Identificam sete cotadas, apelidadas de catamarãs, mais aconselhadas para os navegadores intrépidos, munidos dos seus próprios instrumentos de navegação.

São empresas, algumas delas tão boas como os "iates", mas em que o mercado "poderá levar mais tempo a reconhecer o seu valor ou que poderão ser demasiado penalizadas pelas actuais condições de mercado". São elas a Brisa, a Portucel, a SAG, a C. Portland, Pescanova, Tubacex e a Viscofan.

A carteira dos submarinos agrega as cotadas que não têm uma avaliação tão atractiva como as "top picks", mas que têm potenciais "triggers" que poderão transformar rapidamente a empresa. "Como submarinos, podem emergir subitamente, quando menos se espera". As portuguesas neste grupo são o Banif, a Semapa e a Sonaecom.


As embarcações nas docas

O BPI também faz um alerta à navegação e identifica seis cotadas que estão "presas à doca", por "estarem a atravessar momentos difíceis ou porque estão com a negociar com uma avaliação esticada". A Media Capital, a PTM e a Teixeira Duarte são as portuguesas que o BPI diz não serem aconselháveis deixar o cais.
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por artista_ » 20/9/2007 21:23

redhot Escreveu:Ora se bem entendo atribui 33% de haver recessão, o que significa que atribuí 66% de não haver recessão...

Não resisti!!!! :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:


Continuas a mexer naquela garrafa! :x

Não resisti!!!< :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

Um abraço
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por redhot » 20/9/2007 16:32

Ora se bem entendo atribui 33% de haver recessão, o que significa que atribuí 66% de não haver recessão...

Não resisti!!!! :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
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por acintra » 20/9/2007 16:19

Greenspan não afasta cenário de recessão mesmo com corte de juros


20/09/2007


O antigo presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA, Alan Greenspan, continua a atribuir hoje mais de um terço de probabilidade dos EUA entrarem em recessão, mesmo depois da Fed ter reduzido a sua taxa de juro de referência em 50 pontos base.

Embora a redução dos juros tenha diminuído as hipóteses de uma recessão "lembrem-se que continuamos a ter um problema de casas novas que não são vendidas", afirmou hoje Alan Greenspan, citado pela Bloomberg.

A Reserva Federal dos EUA reduziu a sua taxa de juro de referência em 50 pontos base para os 4,75%, uma diminuição que ficou acima da esperada pelos economistas.

"Nós esperamos algum reavivamento do consumo, mas ainda não o vimos para já", explicou Greenspan.

O antigo presidente da Fed, que já tinha dito acreditar que as probabilidades de uma recessão económica nos EUA este ano eram de um terço, afirmou ainda que o valor das casas é "muito importante" para a economia uma vez que contribui para a "saúde" das famílias.
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Noticia em Português

por JOSE DUARTE » 20/9/2007 9:57

Crise de liquidez 2007-09-20 10:01
Deutsche Bank admite ter cometido erros na crise do 'subprime'
O presidente do maior banco alemão Deutsche Bank, Josef Ackermann, reconheceu hoje que a instituição "cometeu erros" na crise do mercado hipotecário de alto risco, conhecido como 'subprime', que abalou os mercados financeiros este Verão, o que deverá penalizar as contas do terceiro trimestre segundo noticia a agência Lusa.

Mafalda Aguilar

Numa entrevista que será difundida hoje à noite pela cadeia alemã de televisões ZDF, Josef Ackermann afirma que "o Deutsche Bank cometeu erros nesta crise", tendo frisado que o banco assumiu "de certeza também compromissos exagerados na euforia geral".

"Estamos agora a corrigir os valores de todos estes compromissos para os próximos nove meses. É muito conservador, mas certo",
adianta o mesmo responsável.

Na mesma ocasião, Josef Ackermann admitiu ainda que estes erros deverão pesar sobre os resultados do banco relativos ao terceiro trimestre de 2007, tendo advertido igualmente que a instituição não poderá contratar mais 4 mil pessoas até o final do ano, tal como tinha previsto inicialmente.

"Não devemos fazê-lo agora porque os mercados não o permitem", explicou Josef Ackermann.

Quanto ao caso IKB, um banco alemão que quase faliu este Verão depois de ter investido em demasia no mercado hipotecário de alto risco, conhecido como 'subprime', Josef Ackermann recusou-se a dizer quanto é que o Deutsche Bank tinha ganho neste caso.

O Deutsche Bank vendeu produtos financeiros ao IKB, especializado no financiamento de pequenas e médias empresas.

"É claro que vendemos produtos ao IKB, como os outros", reconhece Ackermann. "É a nossa
Saudações Alentejanas
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por acintra » 20/9/2007 7:47

Commerzbank flags subprime hit, sticks to target


20/09/2007


FRANKFURT, Sept 20 (Reuters) - Commerzbank is sticking to its underlying earnings target but losses stemming from the U.S. subprime market could be higher than first thought, Germany's second-biggest listed bank said on Thursday.

Commerzbank is still targeting return on equity of more than 12 percent this year, the bank's chief executive Klaus-Peter Mueller said in a statement released for an investor conference.

This target, however, does not include one-offs, such as losses from subprime investments.

"Possible additional losses resulting from the subprime crisis will not have a significant impact on our dynamic development from today's point of view," Mueller said.

In July, Commerzbank had said it expected problems in the U.S. subprime mortgage market to cost it 80 million euros ($112 million), of which half would be booked in the second quarter and half in the third.

((Reporting by Jonathan Gould and John O'Donnell; Reuters Messaging: jonathan.gould.reuters.com@reuters.net; +49 69 7565 1242)) ($1=.7150 Euro)

Keywords: COMMERZBANK TARGETS/
Um abraço e bons negócios.

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por JAOR » 20/9/2007 7:07

hui...ficaram honestos ??? :roll: :roll: :roll: não teram sido os porteiros???

:P :P :P :P


Cmpts
grão a grão enche a galinha o papo

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Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim...
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por acintra » 20/9/2007 6:59

Cliente-mistério
Crise financeira? Saiba o que dez bancos estão mesmo a recomendar aos clientes
O Jornal de Negócios realizou uma operação de cliente-mistério e visitou ontem de manhã balcões de dez bancos em Lisboa, fazendo questões sobre a crise financeira do "subprime" que está a deixar os mercados à beira de um ataque de nervos. Veja o que dizem o que o recomendam os bancários no Jornal de Negócios hoje nas bancas.

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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt



O Jornal de Negócios realizou uma operação de cliente-mistério e visitou ontem de manhã balcões de dez bancos em Lisboa, fazendo questões sobre a crise financeira do "subprime" que está a deixar os mercados à beira de um ataque de nervos. Veja o que dizem o que o recomendam os bancários no Jornal de Negócios hoje nas bancas.

"Não entre em pânico mas não invista agora em Bolsa. Tem acções? Então também não as venda. Prefira os depósitos, espere para ver até onde isto vai." Estas foram algumas das recomendações que mais ouvimos aos balcões de dez dos maiores bancos em Portugal. A crise "é coisa dos americanos". E o depósito de 8% que aquele banco está a dar? "Oh, isso é treta."

O objectivo foi perceber o nível de informação que os bancos estão a prestar aos seus clientes e, sobretudo, observar as suas recomendações para carteiras de investimento de particulares, colhendo opiniões quanto a acções, fundos de investimento, depósitos e outros produtos de poupança e investimento.


O resultado é um extenso trabalho editorial de seis páginas, com informação, recomendações e reportagem, incluindo as respostas, banco a banco, sobre o que é esta crise financeira, se as acções vão continuar a cair e como investir uma carteira de 35 mil euros.

"Não entre em pânico mas não invista agora em Bolsa. Tem acções? Então também não as venda. Prefira os depósitos, espere para ver até onde isto vai." Estas foram algumas das recomendações que mais ouvimos aos balcões de dez dos maiores bancos em Portugal. A crise "é coisa dos americanos". E o depósito de 8% que aquele banco está a dar? "Oh, isso é treta."

O facto de não se identificarem como jornalistas permitiu aos "clientes" ultrapassar o filtro dos departamentos de marketing dos bancos e perceber de que forma um particular é informado sobre esta crise, que está a deixar as Bolsas à beira de um ataque de nervos, colocou as taxas de juro sob pressão e trouxe dificuldades de liquidez aos sistemas financeiros.

Foram visitados à mesma hora balcões do Banif, do Barclays, do BBVA, do BES, do BPI, da CGD, do Millennium bcp, do Montepio, do Popular e do Santander Totta. Nem os bancários nem os balcões em concreto serão identificados. Conheça as respostas, uma a uma, esta quinta-feira nas bancas.
Um abraço e bons negócios.

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por artista_ » 19/9/2007 13:02

A bolsa Portuguesa ainda está longe de ter dado sinais claros de inversão, o movimento de subida a que estamos a assistir é de curtissimo prazo e, para já, não altera em nada o panorama geral...

Mantenho-me fora, embora tenha estado tentado, ontem e hoje, a entrar em alguns títulos...

Bons negócios
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
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por Branc0 » 19/9/2007 12:41

CNN Escreveu:Housing starts fall 2.6% to 12-year low; consumer prices down 0.1%, weaker than forecast. Details soon.


Vamos ver se com a descida da taxa de juro os mercados ignoram isto ou não.
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The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
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por acintra » 19/9/2007 11:54

Lucros da Morgan Stanley caem 7% e falham previsões dos analistas


19/09/2007


Os lucros da Morgan Stanley caíram 7% no terceiro trimestre, com a crise no "subprime" a pressionar as receitas dos produtos de renda fixa. As contas do banco americano ficaram aquém das estimativas dos analistas.

A Morgan Stanley terminou o terceiro trimestre fiscal com lucros de 1,47 mil milhões de dólares, equivalente a 1,38 dólares por acção.

Os números ficaram aquém dos 1,59 mil milhões de dólares anunciados em idêntico período do ano anterior.

Os números da segunda maior firma de investimento norte-americana ficaram aquém das estimativas dos analistas.

Uma "poll" de 17 analistas contactados pela agência Bloomberg apontava para um lucro por acção médio de 1,55 dólares por acção.

Segundo a agência noticiosa, os resultados foram pressionados pela crise no segmento do "subprime" (empréstimos imobiliários de elevado risco) que provocou uma quebra nas receitas dos produtos de renda fixa. Esta situação acontece pela primeira vez desde 2005.

Também a Lehman Brothers tinha anunciado ontem a primeira quebra de resultados desde 2002, mas neste caso os lucros saíram acima das previsões dos analistas.

As acções da Morgan Stanley fecharam ontem em alta de 5,55% para os 68,51 dólares.

1 euro = 1,3964 dólares
Um abraço e bons negócios.

Artur Cintra
 
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