Crise de confiança nos mercados
Fui buscar este tópico nuM dia como o de hoje, porque os resultados da Morgan Stanley não foram bons.
Será que os 0,5 pontos de corte na taxa tem força suficiente para endireitar/aguentar o rumo dos mercados?
Será que os 0,5 pontos de corte na taxa tem força suficiente para endireitar/aguentar o rumo dos mercados?
US STOCKS-Futures pare gains on Morgan Stanley results
19/09/2007
(Updates with reaction to Morgan Stanley results)
NEW YORK, Sept 19 (Reuters) - U.S. stock index futures pared some of their gains on Wednesday after Morgan Stanley reported disappointing third-quarter financial results.
S&P 500 futures were up 4.50 points, above fair value, a mathematical formula that evaluates pricing by taking into account interest rates, dividends and time to expiration on the contract.
Dow Jones industrial average futures were up 34 points, and Nasdaq 100 futures rose 2.50 points.
((Reporting by Kristina Cooke
Editing by Kenneth Barry
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Artur Cintra
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O habitual atraso em relaçao aos congeneres...um pouco maniaco-depressivo diga-se, por vezes esfusiante, por vezes deprimido. Tambem gosta de ser levado pela mão, não vá perder-se. Atrasa-se para ver como param as modas e depois arranca as vezes sem cabeça, muitas vezes em contra-ciclo. Estou a falar de quem? 
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Está a ser um bom dia. Espero que continue...
US STOCKS-Futures rise after Lehman Brothers earnings
18/09/2007
(Updates with reaction to Lehman Brothers' earnings)
NEW YORK, Sept 18 (Reuters) -U.S. stock index futures rose on Tuesday after Lehman Brothers Holdings Inc earnings topped analysts' estimates.
S&P 500 futures were up 4.10 points, above fair value, a mathematical formula that evaluates pricing by taking into account interest rates, dividends and time to expiration on the contract.
Dow Jones industrial average futures rose 24 points, and Nasdaq 100 futures climbed 8 points.
((Reporting by Kristina Cooke
Editing by Kenneth Barry
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Mais uma boa noticía. Espero que continue ésta onda positiva com os resultados das empresas nos USA.
Inflação no Reino Unido cai para o valor mais baixo desde Março de 2006
18/09/2007
A inflação no Reino Unido caiu, inesperadamente, para o valor mais baixo desde Março de 2006. Com este abrandamento, o Banco de Inglaterra poderá ter espaço para baixar a taxa de juro do país.
Em Agosto, o índice de preços no consumidor cresceu 1,8%, face ao período homólogo, o que compara com os 1,9% registados em Julho. Os economistas contactados pela Bloomberg esperavam que a taxa permanecesse inalterada.
No passado mês de Março, a inflação no Reino Unido estava nos 3,1%, o valor mais elevado da última década.
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Artur Cintra
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Consegui encontrar uma noticía positiva para colocar neste tóp+ico.
No Spanish bank has big liquidity trouble-Ordonez
18/09/2007
MADRID, Sept 18 (Reuters) - Spanish banks, whose stocks were hit by jitters on Monday, do not face major liquidity problems, the governor of the Bank of Spain Miguel Angel Fernandez Ordonez said on Tuesday.
"If you ask me whether there is a lending institution with serious financing problems: no," Ordonez told Spain's lower house of parliament.
Spanish banking stocks were higher on Tuesday after a bout of jitters spreading out from troubled British lender Northern Rock .
((Reporting by Jane Barrett; writing by Jason Webb; Editing by Joe Ortiz; Reuters Messaging: jason.webb.reuters.com@reuters.net; +34 91 585 2167))
Keywords: SPAIN BANKOFSPAIN/LIQUIDITY
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Índice de confiança dos investidores alemães em mínimos de nove meses
18/09/2007
O índice de confiança dos investidores alemães caiu para o valor mais baixo dos últimos nove meses, prejudicado pela crise do "subprime" nos Estados Unidos e os receios de um abrandamento da economia.
O índice de confiança dos investidores germânicos caiu de -6,9 pontos, em Agosto, para -18,6 pontos. Os economistas contactados pela Bloomberg, esperavam uma queda para os -17 pontos.
A confiança dos investidores alemães foi prejudicada pela crise do mercado hipotecário de alto risco nos Estados Unidos e pelos receios de um abrandamento da economia mundial.
"O crescimento económico é agora a maior preocupação e isso reflecte-se na confiança", explica Andreas Scheuerle, economista do Dekabank."Entretanto, o Banco Central Europeu vai -esperar para ver- quais os reais efeitos da crise do -subprime- na economia", acrescenta Scheuerle, citado pela agência Bloomberg.
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BNP Paribas atribui 45% de probabilidade de recessão nos EUA
18/09/2007
O BNP Paribas considera que existe 45% de probabilidade de a economia norte-americana entrar em recessão, com a actual crise do mercado hipotecário. A instituição prevê que as perdas provocadas pelo "subprime" atinjam os 300 mil milhões de dólares.
A actual crise hipotecária "aumentou drasticamente" a possibilidade de uma recessão nos Estados Unidos. A posição é defendida pelo responsável do mercado cambial do BNP Paribas, Hans Guenter Redeker, que atribui uma probabilidade de 45% a um cenário de recessão na maior economia do mundo.
O mesmo responsável afirmou, à Bloomberg, que é necessário "observar de perto o que está a acontecer no mercado imobiliário e, particularmente, o seu impacto no consumo". "As últimas informações não foram muito promissoras, uma vez que revelaram que a economia americana estava mais fraca que o previsto", recordou.
Hans Guenter Redeker defende que "devemos comparar a actual situação com a do início do anos 90". "Devemos esperar perdas com a crise do -subprime- de 300 mil milhões de dólares (ou 216,41 mil milhões de euros). O que compara com as perdas de cerca de 184 mil milhões de dólares durante a crise do início dos anos 90", explicou.
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Mais uma para ajudar á festa:
Turbulência nos mercados com impacto significativo nos resultados do Bank of América
O Bank of América, o segundo maior banco dos Estados Unidos, adiantou hoje que as alterações sem precedentes no mercado do crédito, terão um “impacto significativo” nos resultados do terceiro trimestre da área da banca de investimento.
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negocios@mediafin.pt
O Bank of América, o segundo maior banco dos Estados Unidos, adiantou hoje que as alterações sem precedentes no mercado do crédito, terão um "impacto significativo" nos resultados do terceiro trimestre da área da banca de investimento.
Os negócios de mercados de capitais e de aconselhamento financeiro "estão a ser afectados de forma adversa por todas estas condições", disse hoje o administrador financeiro do banco.
Alguns dos principais bancos de investimento americanos divulgam esta semana os resultados trimestrais, onde será mais notório o real impacto da crise do "subprime" no sector.
Turbulência nos mercados com impacto significativo nos resultados do Bank of América
O Bank of América, o segundo maior banco dos Estados Unidos, adiantou hoje que as alterações sem precedentes no mercado do crédito, terão um “impacto significativo” nos resultados do terceiro trimestre da área da banca de investimento.
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O Bank of América, o segundo maior banco dos Estados Unidos, adiantou hoje que as alterações sem precedentes no mercado do crédito, terão um "impacto significativo" nos resultados do terceiro trimestre da área da banca de investimento.
Os negócios de mercados de capitais e de aconselhamento financeiro "estão a ser afectados de forma adversa por todas estas condições", disse hoje o administrador financeiro do banco.
Alguns dos principais bancos de investimento americanos divulgam esta semana os resultados trimestrais, onde será mais notório o real impacto da crise do "subprime" no sector.
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ACTUALIZA2-Bancos caen con fuerza pese a mensaje de Banco España
17/09/2007
(añade datos)
MADRID, 17 sep (Reuters) - Los bancos medianos españoles registraban el lunes fuertes descensos en un ambiente de preocupación por la situación de la entidad británica Northern Rock
El propio Banco de España tuvo que salir a desmentir unas declaraciones del presidente del banco británico al diario The Independent en las que afirmaba que tres bancos españoles habían acudido al BCE en busca de financiación de emergencia.
"Ninguna entidad española ha acudido a ningún procedimiento de financiación de emergencia", dijo el Banco de España.
A pesar de estas afirmaciones, las cotizaciones de los bancos estaban sufriendo severas correcciones.
Banco Pastor lideraba a media tarde la lista de los más castigados de la bolsa española con un descenso del 9,6 por ciento.
Según la clasificación realizada por algunos bancos europeos, el Pastor contaba con la peor estructura de financiación entre las entidades financieras españolas, ya que la relación de 'loan to deposits' -- el ratio que mide el depósito de cliente entre crédito de clientes -- se situaría en el 40 por ciento, según un broker.
En cambio, Venture Finanzas situaba este ratio en el 60 por ciento, lo que estaría en línea con la media del sector.
Bankinter se dejaba un 5,46 por ciento y Popular un 3,82 por ciento. Banesto perdía un 4,42 por ciento.
"Hay todo un conglomerado de malas noticias, pero destaca la información publicada por el Independent sobre supuestos problemas de liquidez de tres bancos en España", dijo Siegfried Milbradt, del broker madrileño Venture Finanzas.
Para otros intermediarios, el mercado vivía un problema de desconfianza.
"Estamos ante una crisis de confianza que afecta especialmente a los bancos medianos y particularmente está saliendo papel para Bankinter y Popular", dijo un operador.
El Banco de España añadió que las entidades españolas, "al igual que prácticamente todas las de la eurozona, están acudiendo a las habituales operaciones de liquidez realizadas por el BCE en las últimas semanas, sin que esto suponga que atraviesen por ninguna situación de dificultad".
BAJADA DE RECOMENDACIONES
A la situación de inestabilidad en el sector financiero se sumaba un informe sectorial de Citigroup en el que rebajó, en algún caso sustancialmente, la recomendación y los precios objetivos de bancos medianos españoles.
El banco más afectado fue Banco Popular , cuya recomendación bajó Citigroup dos escalones a "vender" desde "comprar", con un nuevo precio objetivo de 11,51 desde 17,50 euros.
Citigroup bajó Sabadell a "vender" desde "neutral" y el precio objetivo a 6,26 desde 9,75 euros.
El banco de inversión redujo Bankinter a "vender" desde "mantener", con un precio objetivo de 7,1 euros desde 13,00 euros al tiempo que redujo a "neutral" desde "comprar" a Banesto , con un objetivo de 13,15 desde 20,5 euros.
((Reporting by Juan Navarro, Jesús Aguado; Reuters Messaging: juan.navarro.reuters.com@reuters.net; e-mail: juan.navarro@reuters.com; + 34 91 585 8308))
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US STOCKS-Wall Street falls on global credit concerns
17/09/2007
(Updates to midmorning)
By Kristina Cooke
NEW YORK, Sept 17 (Reuters) - U.S. stocks fell on Monday as savers demanded their money back from embattled British bank Northern Rock , adding to global credit concerns before an expected U.S. interest rate cut this week.
JPMorgan Chase & Co and Citigroup Inc led U.S. financial stocks lower, tracking Asian and European banking stocks, as fears over widening financial market turmoil grew.
Thousands of customers withdrew savings from Britain's fifth-biggest mortgage lender after it sought emergency funding from the Bank of England on Friday. Northern Rock's shares plunged 34 percent on Monday.
The U.S. central bank is widely expected to lower rates on Tuesday to cushion the U.S. economy from the financial turmoil. The Federal Reserve has not lowered rates by more than 25 basis points at a single meeting in almost five years, but this time some analysts feel a deeper cut is needed.
"The market is lower because of the Northern Rock news, especially in view of the Fed meeting tomorrow," said Gail Dudack, chief investment strategist at Dudack Research Group in New York.
"The Northern Rock news shows that these financial problems are not just in the U.S. There is always worry about contagion."
The Dow Jones industrial average was down 32.11 points, or 0.24 percent, at 13,410.41. The Standard & Poor's 500 Index was down 8.26 points, or 0.56 percent, at 1,475.99. The Nasdaq Composite Index was down 21.10 points, or 0.81 percent, at 2,581.08.
Microsoft Corp shares fell 1.1 percent to $28.72, dragging on both the S&P and the Nasdaq after it suffered a decisive antitrust defeat in Europe on Monday. For details, see [ID:nL17879064]
The ruling also gives European Commissioner Neelie Kroes a green light to pursue other antitrust cases and complaints involving Intel Corp , Qualcomm Inc and Rambus Inc and to issue draft antitrust guidelines that were put on ice pending the ruling. Qualcomm shares fell 1 percent to $39.02.
Former Federal Reserve Chairman Alan Greenspan said on Monday that chances the U.S. economy will fall into recession have risen as a result of the prolonged housing slump, and that increasing inflationary pressures will make monetary policy a lot more difficult.
In further fallout from the subprime mortgage losses, Merrill Lynch & Co Inc said its subprime lending unit, First Franklin Financial Corp, is cutting jobs. [ID:nN17300058]. Merrill's shares fell 2.4 percent to $72.79.
Shares of General Motors Corp rose 1.7 percent to $34.81. Negotiators for the United Auto Workers and GM agreed to a break in contract talks after a 16-hour bargaining session that raised expectations the two sides were near an agreement.
JPMorgan Chase shares fell 1.2 percent to $45 and Citigroup fell 1.5 percent to $45.96.
Major investment banks Lehman Brothers , Morgan Stanley , Bear Stearns and Goldman Sachs , will be closely watched ahead of reporting earnings this week that are expected to have taken a big hit from turmoil in the mortgage markets.
The four companies' shares all fell between 1.9 percent and 2.6 percent. ((Reporting by Kristina Cooke
Editing by Kenneth Barry
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Telephone: +1 646-223-6154)) ((Multimedia versions of Reuters Top News are now available for: * 3000 Xtra: visit http://topnews.session.rservices.com * BridgeStation: view story .134 For more information on Top News: http://topnews.reuters.com)) Keywords: MARKETS STOCKS
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Artur Cintra
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Não saem noticias boas!?
Só os representantes dos Bancos Centrais é que tentam por água na fervura.
Só os representantes dos Bancos Centrais é que tentam por água na fervura.
PSI-20 pode continuar a cair depois de negociar abaixo dos 12 mil pontos
17/09/2007
Depois de ter quebrado a barreira dos 12 mil pontos, para negociar em mínimos desde Abril deste ano, o principal índice da bolsa portuguesa "abriu caminho" para perdas adicionais no curto prazo, de acordo com a análise técnica da IMF - Informação de Mercados Financeiros.
O PSI-20 [PSI20] tocou hoje no valor mais baixo desde Abril de 2007, ao negociar nos 11.849,79 pontos, e pode mesmo encerrar a sessão abaixo dos 12 mil pontos, segundo a IMF, facto que a confirmar-se "seria negativo para o índice". "A zona em torno dos 12 mil pontos representa 38,2% de correcção do movimento iniciado em Junho de 2006 até aos máximos deste ano (próximos dos 13.730 pontos)", recorda Filipe Garcia, analista da IMF.
"Uma vez perdido este suporte, o PSI-20 fica com o caminho aberto a perdas adicionais no curto prazo", prevê a IMF, numa nota divulgada hoje. A casa de análise estima que o objectivo de curto prazo de correcção do PSI-20 se situa entre 11.300 e 11.700 pontos. "Só acima dos agora distantes 12.850 pontos o índice voltaria a ficar positivo. O PSI-20 encontra-se logicamente negativo", refere Filipe Garcia.
No médio prazo, a IMF prevê ainda que os "máximos do ano dificilmente voltarão a ser vistos nos próximos tempos" mas sublinha a importância do índice não cair abaixo dos 11.300 pontos. O PSI-20 atingiu o seu máximo histórico no passado mês de Julho ao negociar nos 13.729,8 pontos.
No longo prazo, a IMF considera que o PSI-20 está em tendência de alta. "A subida iniciou-se em 2002 e encontra-se definida por uma linha de tendência. A linha tendência de longo prazo situa-se aproximadamente nos 10.100 ou nos 9.400 pontos", refere a casa de análise.
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Artur Cintra
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Run On Northern Rock Cash Continues
Updated: 13:33, Monday September 17, 2007
More anxious savers are emptying their accounts at Northern Rock despite calls for calm and for rival banks to step in and make a rescue takeover bid.
Bank is dealing with huge queuesBranches across the UK opened early and are closing late to deal with the long queues of people worried about their cash.
The run continued even after Chancellor Alistair Darling sought to reassure customers, insisting: "Whatever happens, people can get their money out of the bank - they don't need to worry about that."
Shares in the bank fell by more than 30% on Friday and plunged by almost as much again within moments of the stock market opening this morning.
It took other banking stocks with it, including Alliance & Leicester, HBOS and Bradford & Bingley.
Attempts to find a white knight suitor for the crisis-struck bank received a boost when the Bank of England confirmed its emergency loan would be available after any sale.
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A Bank source said it had been agreed that a successful bidder would be able to use the facility for the rest of its existing term, but declined to say how long that would be.
Sources suggested that an earlier attempt by Lloyds TSB to mount a rescue bid for the beleaguered bank had been blocked by regulators and the Bank of England.
HSBC and HBOS are among the names being discussed by market watchers as potential suitors.
As much as £2bn has been drained from accounts since the bank's problems first emerged.
Doors at Northern Rock opened at 8am today and will close at 6pm - extending the working day by two hours.
Throughout the weekend, the chief financial watchdog and the Government sought to reassure people that their money was safe.
Callum McCarthy, the chairman of the Financial Services Authority, said: "To be absolutely clear, if we believed that Northern Rock was not solvent, we would not have allowed it to remain open for business."
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Artur Cintra
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Banco de Espanha nega graves problemas de liquidez em bancos do país
17/09/2007
Os bancos espanhóis não recorreram aos fundos de emergência do Banco de Espanha para fazer face a uma crise de liquidez, afirmou a instituição negando assim problemas semelhantes ao banco britânico Northern Rock.
Os bancos estão a usar as operações de financiamento normais disponíveis pelo Banco Central Europeu (BCE) nas últimas semanas, afirmou o Banco de Espanha em comunicado, sublinhando que isso "não implica qualquer situação difícil".
O Banco de Espanha responde, assim, a uma notícia de 15 de Setembro do jornal do Reino Unido "Independent" onde Adam Applegarth, presidente executivo do Northen Rock, afirmava que três bancos espanhóis também recorreram aos recursos de emergência do BCE na última semana.
O banco britânico Northern Rock recorreu, na semana passada, aos fundos de emergência do Banco de Inglaterra para fazer face a uma crise de liquidez.
Um abraço e bons negócios.
Artur Cintra
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Ministros europeus com dificuldade em garantir consensos sobre a crise
17/09/2007
Os ministros das Finanças europeus tentaram este fim de semana mostrar uma posição de forte consenso sobre a avaliação das causas e consequências da actual crise financeira. Tentaram, mas não conseguiram.
É que se o diagnóstico sobre as causas está feito, já questões como as consequências esperadas, qual o papel dos bancos centrais e da regulação dos supervisores ou quem de facto está a liderar a cruzada europeia pela transparência nos mercados estão longe de obter consensos.
Os ministros reuniram sexta e sábado com os banqueiros centrais dos 27 países da UE e com a Comissão Europeia (CE) no Ecofin informal que teve lugar na Alfândega no Porto. Aí passaram, em conferências de imprensa, uma imagem solidária e de aprovação sobre o desempenho de todos eles. Tratando-se pelo primeiro nome, Fernando, Joaquín, Charlie e os dois Jean-Claude trocaram elogios, anunciaram medidas de estudo para acções futuras e garantiram que o crescimento europeu e português será apenas ligeiramente afectado.
Um abraço e bons negócios.
Artur Cintra
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acintra Escreveu:O que pensa Vítor Constâncio da crise do “subprime”
O Governador do Banco de Portugal deu uma série de entrevistas aos órgãos de comunicação social portugueses sobre a actual crise no mercado de crédito. O banco central compilou as declarações do responsável, que confia na normalização da situação. Veja aqui o que pensa Vítor Constâncio sobre a crise actual.
Razões e consequências da crise do subprime
A crise do crédito hipotecário de alto risco (subprime) nos Estados Unidos não tem assumido proporções maiores do que se previa, mas os excessos cometidos e a distribuição do risco por muitos agentes em vários países que compraram títulos e instrumentos derivados associados a esse crédito criaram um problema de falta de informação sobre quem é que vai suportar as perdas do incumprimento desse crédito imobiliário e sobre a dimensão dessas perdas. É isso que explica a quebra de liquidez em vários mercados.
A falta de liquidez de mercado, que não se deve confundir com liquidez monetária, consiste em não existirem ou serem escassas as transacções por falta de agentes financeiros dispostos a transaccionar a um determinado preço. A falta de liquidez neste sentido está ligada a uma quebra de confiança que se gerou essencialmente por faltar o tipo de informação referida. Existe também um efeito de contágio para outros tipos de instrumentos no contexto de um processo geral de revisão da avaliação do risco. Isto tem afectado segmentos importantes do mercado de títulos de dívida privada (a pública tem continuado a ter muita procura), desde o de papel comercial até vários tipos de obrigações.
A superação da falta de liquidez de mercado em todos estes casos depende dos agentes financeiros envolvidos na crise do crédito subprime americano começarem a divulgar as perdas que vão suportar e, em geral, recomeçarem as transacções após uma revisão do valor de activos e instrumentos financeiros. A confiança de ambos os lados do mercado tem que voltar a restabelecer-se, ainda que a outros preços. A situação acabará por normalizar, mas pode levar algum tempo.
Actuação do BCE
As intervenções iniciais do BCE normalizaram o mercado monetário interbancário até uma semana, tendo sempre conseguido trazer a taxa do overnight para valores próximos da taxa definida pela política monetária. Mas, visto que não tem existido uma transmissão para prazos mais longos, por não existirem agentes financeiros dispostos a transaccionar para essas maturidades, o Conselho de Governadores do BCE decidiu fazer uma intervenção extraordinária a 3 meses de 40 mil milhões de euros, realizada no final de Agosto, e no dia 6 de Setembro decidiu realizar outra na semana seguinte, sem fixar previamente quer a quantidade quer a taxa. O objectivo foi introduzir liquidez a prazos mais longos, de forma a estimular os agentes a recomeçar a transaccionar nesses prazos.
A responsabilidade de um Banco Central é manter em funcionamento o mercado monetário de curto prazo e temos feito o necessário para normalizar o segmento interbancário. Tendo em conta a turbulência dos mercados e a grande incerteza existente, o Conselho de Governadores do BCE, órgão que decide a política monetária, deliberou manter o nível das taxas de juro e «recolher informação adicional e examinar novos dados antes de tirar outras conclusões para a política monetária». Isto também contribui para assegurar aos mercados que o BCE não ignora as dificuldades da situação actual, sem prejudicar o cumprimento do objectivo, que lhe é definido pelo Tratado, de garantir a estabilidade dos preços na área do euro.
Em qualquer caso, a revisão em curso da avaliação do risco já implica um aumento do custo do financiamento e significa que acabou o ciclo do crédito fácil para agentes e instrumentos de mais alto risco.
Situação do sistema financeiro português
De acordo com o levantamento que o Banco de Portugal fez junto das instituições bancárias, a exposição, directa e indirecta, aos instrumentos associados ao mercado americano subprime não tem praticamente expressão no total do balanço do sistema bancário. O Banco de Portugal analisou também com as instituições bancárias a situação de liquidez, actual e previsional, bem como a dos respectivos mecanismos de gestão. Estes eram os aspectos imediatamente mais importantes a analisar. Evidentemente, a evolução dos mercados em geral e para além dos associados ao problema do mercado subprime poderá vir a revelar outros problemas de valorização de activos. De qualquer forma, as avaliações internacionais feitas recentemente aos bancos portugueses confirmam a sua robustez e capacidade de resistir a choques. É certamente isso que justifica que desde o início da turbulência actual os preços dos títulos emitidos pelos bancos portugueses tenham acompanhado estritamente a evolução dos índices médios do sector bancário europeu.
Temos insistido bastante na necessidade de manter a estabilidade financeira e a rentabilidade e solidez do sistema bancário. Momentos como este provam a importância desse objectivo. Felizmente podemos dizer que não existem outros factores específicos de preocupação no sistema bancário português que justificassem agora novas iniciativas.
Impactos nas economias portuguesa e europeia
As previsões que o Conselho de Governadores analisou na sua reunião de 6 de Setembro revelam um cenário central em que o crescimento da área do euro em 2007 e 2008 é revisto em baixa em apenas 0,1%. Os dados fundamentais que têm alimentado a recuperação económica europeia e portuguesa mantêm-se ainda. Ao contrário dos Estados Unidos, a Europa não tem um problema geral de incumprimentos e queda de preços no mercado imobiliário. Naquele cenário central, que implica a normalização do funcionamento dos mercados financeiros a curto prazo, a redução do crescimento seria, pois, muito ligeira e pouco relevante também para Portugal.
No entanto, é importante sublinhar que se acentuaram os riscos em torno do cenário de base, porque a normalização dos mercados pode levar mais tempo, ou porque a desaceleração económica americana pode revelar-se mais acentuada, com efeitos negativos no crescimento mundial, ou ainda porque o aumento da aversão ao risco pode exceder o previsto e conduzir a condições financeiras menos favoráveis ao crescimento. Portugal está muito dependente do que ocorrer na economia mundial e, em particular, na europeia, não existindo factores específicos da economia portuguesa que levem o Banco de Portugal a rever as previsões actuais, incluídas nas que o BCE divulgou em 6 de Setembro.
A regulação e supervisão de instituições e mercados financeiros
É preciso repensar os sistemas de regulação e supervisão de instituições e mercados financeiros. Isso pode envolver aspectos como o papel das agências de rating; as normas sobre a transparência de divulgação de exposições de vários tipos de instituições, incluindo hedge-funds e outros veículos financeiros (SIV - structured investment vehicles); os regulamentos sobre exigência de rácios de capital; as regras sobre a comercialização de produtos financeiros, de forma a torná-los menos complexos e opacos junto de clientes e investidores, etc.
A actual situação revelou também que muito se espera da intervenção dos Bancos Centrais, mas estes, para desempenharem a sua missão de normalizar o funcionamento dos mercados, sem compensar os que cometeram excessos, têm de ter acesso fácil e imediato à informação sobre a situação das instituições financeiras, o que justifica que estejam envolvidos ou sejam responsáveis directos pela respectiva supervisão. Houve países que evoluíram recentemente em sentido contrário sem vantagem aparente. Em resumo, haverá muita coisa a repensar serenamente sobre regulação e supervisão uma vez passada esta turbulência.
Análise extraordinária e clara... muito bem, prof. Constâncio.
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O que pensa Vítor Constâncio da crise do “subprime”
O Governador do Banco de Portugal deu uma série de entrevistas aos órgãos de comunicação social portugueses sobre a actual crise no mercado de crédito. O banco central compilou as declarações do responsável, que confia na normalização da situação. Veja aqui o que pensa Vítor Constâncio sobre a crise actual.
Razões e consequências da crise do subprime
A crise do crédito hipotecário de alto risco (subprime) nos Estados Unidos não tem assumido proporções maiores do que se previa, mas os excessos cometidos e a distribuição do risco por muitos agentes em vários países que compraram títulos e instrumentos derivados associados a esse crédito criaram um problema de falta de informação sobre quem é que vai suportar as perdas do incumprimento desse crédito imobiliário e sobre a dimensão dessas perdas. É isso que explica a quebra de liquidez em vários mercados.
A falta de liquidez de mercado, que não se deve confundir com liquidez monetária, consiste em não existirem ou serem escassas as transacções por falta de agentes financeiros dispostos a transaccionar a um determinado preço. A falta de liquidez neste sentido está ligada a uma quebra de confiança que se gerou essencialmente por faltar o tipo de informação referida. Existe também um efeito de contágio para outros tipos de instrumentos no contexto de um processo geral de revisão da avaliação do risco. Isto tem afectado segmentos importantes do mercado de títulos de dívida privada (a pública tem continuado a ter muita procura), desde o de papel comercial até vários tipos de obrigações.
A superação da falta de liquidez de mercado em todos estes casos depende dos agentes financeiros envolvidos na crise do crédito subprime americano começarem a divulgar as perdas que vão suportar e, em geral, recomeçarem as transacções após uma revisão do valor de activos e instrumentos financeiros. A confiança de ambos os lados do mercado tem que voltar a restabelecer-se, ainda que a outros preços. A situação acabará por normalizar, mas pode levar algum tempo.
Actuação do BCE
As intervenções iniciais do BCE normalizaram o mercado monetário interbancário até uma semana, tendo sempre conseguido trazer a taxa do overnight para valores próximos da taxa definida pela política monetária. Mas, visto que não tem existido uma transmissão para prazos mais longos, por não existirem agentes financeiros dispostos a transaccionar para essas maturidades, o Conselho de Governadores do BCE decidiu fazer uma intervenção extraordinária a 3 meses de 40 mil milhões de euros, realizada no final de Agosto, e no dia 6 de Setembro decidiu realizar outra na semana seguinte, sem fixar previamente quer a quantidade quer a taxa. O objectivo foi introduzir liquidez a prazos mais longos, de forma a estimular os agentes a recomeçar a transaccionar nesses prazos.
A responsabilidade de um Banco Central é manter em funcionamento o mercado monetário de curto prazo e temos feito o necessário para normalizar o segmento interbancário. Tendo em conta a turbulência dos mercados e a grande incerteza existente, o Conselho de Governadores do BCE, órgão que decide a política monetária, deliberou manter o nível das taxas de juro e «recolher informação adicional e examinar novos dados antes de tirar outras conclusões para a política monetária». Isto também contribui para assegurar aos mercados que o BCE não ignora as dificuldades da situação actual, sem prejudicar o cumprimento do objectivo, que lhe é definido pelo Tratado, de garantir a estabilidade dos preços na área do euro.
Em qualquer caso, a revisão em curso da avaliação do risco já implica um aumento do custo do financiamento e significa que acabou o ciclo do crédito fácil para agentes e instrumentos de mais alto risco.
Situação do sistema financeiro português
De acordo com o levantamento que o Banco de Portugal fez junto das instituições bancárias, a exposição, directa e indirecta, aos instrumentos associados ao mercado americano subprime não tem praticamente expressão no total do balanço do sistema bancário. O Banco de Portugal analisou também com as instituições bancárias a situação de liquidez, actual e previsional, bem como a dos respectivos mecanismos de gestão. Estes eram os aspectos imediatamente mais importantes a analisar. Evidentemente, a evolução dos mercados em geral e para além dos associados ao problema do mercado subprime poderá vir a revelar outros problemas de valorização de activos. De qualquer forma, as avaliações internacionais feitas recentemente aos bancos portugueses confirmam a sua robustez e capacidade de resistir a choques. É certamente isso que justifica que desde o início da turbulência actual os preços dos títulos emitidos pelos bancos portugueses tenham acompanhado estritamente a evolução dos índices médios do sector bancário europeu.
Temos insistido bastante na necessidade de manter a estabilidade financeira e a rentabilidade e solidez do sistema bancário. Momentos como este provam a importância desse objectivo. Felizmente podemos dizer que não existem outros factores específicos de preocupação no sistema bancário português que justificassem agora novas iniciativas.
Impactos nas economias portuguesa e europeia
As previsões que o Conselho de Governadores analisou na sua reunião de 6 de Setembro revelam um cenário central em que o crescimento da área do euro em 2007 e 2008 é revisto em baixa em apenas 0,1%. Os dados fundamentais que têm alimentado a recuperação económica europeia e portuguesa mantêm-se ainda. Ao contrário dos Estados Unidos, a Europa não tem um problema geral de incumprimentos e queda de preços no mercado imobiliário. Naquele cenário central, que implica a normalização do funcionamento dos mercados financeiros a curto prazo, a redução do crescimento seria, pois, muito ligeira e pouco relevante também para Portugal.
No entanto, é importante sublinhar que se acentuaram os riscos em torno do cenário de base, porque a normalização dos mercados pode levar mais tempo, ou porque a desaceleração económica americana pode revelar-se mais acentuada, com efeitos negativos no crescimento mundial, ou ainda porque o aumento da aversão ao risco pode exceder o previsto e conduzir a condições financeiras menos favoráveis ao crescimento. Portugal está muito dependente do que ocorrer na economia mundial e, em particular, na europeia, não existindo factores específicos da economia portuguesa que levem o Banco de Portugal a rever as previsões actuais, incluídas nas que o BCE divulgou em 6 de Setembro.
A regulação e supervisão de instituições e mercados financeiros
É preciso repensar os sistemas de regulação e supervisão de instituições e mercados financeiros. Isso pode envolver aspectos como o papel das agências de rating; as normas sobre a transparência de divulgação de exposições de vários tipos de instituições, incluindo hedge-funds e outros veículos financeiros (SIV - structured investment vehicles); os regulamentos sobre exigência de rácios de capital; as regras sobre a comercialização de produtos financeiros, de forma a torná-los menos complexos e opacos junto de clientes e investidores, etc.
A actual situação revelou também que muito se espera da intervenção dos Bancos Centrais, mas estes, para desempenharem a sua missão de normalizar o funcionamento dos mercados, sem compensar os que cometeram excessos, têm de ter acesso fácil e imediato à informação sobre a situação das instituições financeiras, o que justifica que estejam envolvidos ou sejam responsáveis directos pela respectiva supervisão. Houve países que evoluíram recentemente em sentido contrário sem vantagem aparente. Em resumo, haverá muita coisa a repensar serenamente sobre regulação e supervisão uma vez passada esta turbulência.
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Incerteza mantém-se sobre economia europeia
Tanto a Comissão Europeia como o Banco Central Europeu, que reviram nas últimas duas semanas ligeiramente em baixa as previsões de crescimento para a Europa, adoptaram no Porto um discurso de confiança sobre a capacidade de resistência europeia.
Ainda assim, tanto Jean Claude Trichet como Joaquin Almunia, disseram que os riscos aumentaram muito. O Eurogrupo elogiou a actuação do banco central desde que no início de Agosto, rebentou a crise do "subprime" nos Estados Unidos. Jean Claude Juncker, primeiro ministro e ministro das finanças do Luxemburgo, disse que todos os ministros elogiaram a actuação exemplar e enérgica do BCE.
Trichet recebeu os elogios e manteve a sua interpretação de que os riscos para a estabilidade de preços na Europa continuam, indicando que o BCE pretende, logo que a crise passe, manter a sua política de aumento de juros. Almunia interpretou a visão de Trichet defendendo que o aumento dos preços do petróleo, as pressões no mercado laboral e a evolução do preço em alguns produtos alimentares continuam a justificar a posição do banco central.
Rui Peres Jorge
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Estarão as instituições de crédito como esta e alguns bancos a sofrer da corrida ao dinheiro?
E cá? não é estranha a fantástica promoção do Barclays com DP a 8% bruto até 15 de Janeiro para novos clientes e sem condições? será que esta forma de captar liquidez é um sinal?
E cá? não é estranha a fantástica promoção do Barclays com DP a 8% bruto até 15 de Janeiro para novos clientes e sem condições? será que esta forma de captar liquidez é um sinal?
"Opportunity is missed by most people because it is dressed in overalls and looks like work." Thomas Edison
Crise em banco inglês atira bolsas europeias para o vermelho
As bolsas europeias estão hoje a desvalorizar pela primeira vez em quatro sessões, depois do banco britânico Northern Rock ter recorrido aos fundos de emergência do Banco de Inglaterra para fazer face a uma crise de liquidez.
O DJ Stoxx 50 desce 0,83%, com a generalidade dos índices nacionais a negociarem em queda. O IBEX é o único que perde mais de 1% e em Londres o FTSE está a cair 0,9%.
A primeira descida em quatro dias deve-se a novos sinais de que a crise no mercado do crédito continua a fazer mossa. O quarto maior banco britânico na concessão de empréstimos à habitação teve de recorrer aos fundos de emergência do Banco de Inglaterra para travar um aperto de liquidez.
As acções do banco britânico estão a desvalorizar 23%, na maior queda diária da história do banco, arrastando todo o sector na Europa.
O Deutsche Bank desce 1,3%, o Credit Suisse cai 1% e o UBS cede 0,8%, depois do Societe Generale ter cortado a recomendação para os três bancos. O mesmo banco desceu a recomendação do Natexis para "vender", levando as acções a caírem 2,6%.
Na Ásia o dia foi hoje positivo e ontem Wall Street fechou com ganhos acentuados, depois da Contrywide, maior companhia de crédito à habitação dos EUA, ter recebido novas linhas de crédito.
Nuno Carregueiro
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Espanador Escreveu:Artista, Sou da mesma opinião do nosso colega. Actualmente o nosso PSI parece mais um jogo do que um investimento. AT está a falhar como o caracas, o que é hoje uma resistencia ultrapassada no titulo X, amanha estão muito lá em baixo e com sorte não passam os suportes.
A tendência é claramente de baixa e a volatilidade aumentou consideravelmente, nada de anormal, ou pelo menos nada que não aconteça com frequência nos mercados...
Manda a prudência que, quem investe em acções, se mantenha de fora nestes períodos, pelo menos em posições de curto prazo...
Já há algum tempo que, no meu blogue e aqui, venho dizendo isto, independentemente de se poder vir a comprar mais caro é bem mais seguro esperar que os mercados mostrem sinais mais seguros de inversão ou pelo menos de que as quedas chegaram ao fim...
É claro que eu prórpio também tenho alguma tentação de entrar em alguns títulos devido ás quedas acentuadas dos mesmos, mas sei que se o fizer estou a correr riscos bastante maiores que o usual... e vale a pena? penso que não, embora possa ter sorte e dar-me bem, isso vai dar-me ânimo a tentar novamente no futuro e mais tarde ou mais cedo vou acabar por pagar caro essas "avarias"... de qualquer forma, a curto prazo eu nunca entraria sem um stop!!
um abraço e boa sorte
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
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Eu nunca negociei em Warrants, por isso perguntei.
Tenho andado a acompanha-los nos ultimos tempos para ver se eram alternativa quando o mercado esta em fase descendente, mas não me senti atraido.
Como são produtos alavancados, acho que um pequeno trader tem de se focar num produto só, não pode estar a seguir vários simultaneamente, sob pena de se perder.
A liquidez parece ser muito baixa, só o Market Maker é que aparece com preços proximos do valor teórico, com diferenças entre Compra e Venda consideraveis, nem sempre está lá a garantir liquidez, as quantidades (compradora e vendedora) são relativamente pequenas.
Se ainda por cima o emitente se dá ao trabalho de tentar manipular o mercado á vista para obter resultados indevidos, definitivamente não é produto em que me apeteça investir.
Cumptos,
Tenho andado a acompanha-los nos ultimos tempos para ver se eram alternativa quando o mercado esta em fase descendente, mas não me senti atraido.
Como são produtos alavancados, acho que um pequeno trader tem de se focar num produto só, não pode estar a seguir vários simultaneamente, sob pena de se perder.
A liquidez parece ser muito baixa, só o Market Maker é que aparece com preços proximos do valor teórico, com diferenças entre Compra e Venda consideraveis, nem sempre está lá a garantir liquidez, as quantidades (compradora e vendedora) são relativamente pequenas.
Se ainda por cima o emitente se dá ao trabalho de tentar manipular o mercado á vista para obter resultados indevidos, definitivamente não é produto em que me apeteça investir.
Cumptos,
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Camisa Roxa Escreveu:Pessoal, as bolsas não têm 1 único sentido! Ou pensam que sobrem sempre ad eternum?
Estou a ver que há aqui muito boa gente eufórica e que tem memória curta (vide bear market 2000-2002)
Se sobe está tudo em euforia porque todos ganham dinheiro, se desce é uma conspiração dos fundos e mais não sei o quê...
Lembrem-se que há instrumentos que vos permitem ganhar com as descidas, lembrem-se que há long e há short, por isso não se apeguem tanto a um único lado...
Estou mesmo a ver que compravas puts para o dia de hoje.
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