Fed Put Inflation Skepticism Above Credit Concern
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Hoje as FOMC caíram que nem tequilla Bum Bum depois de se ter bebido um copo de leite. Vomitaram-se todos. Vamos entao tentar perceber um pouco melhor do que é que os players andam a maquinar. O problema do subprime já abordado e discutido foi o ponto de viragem do rumo da tendencia principal. A correção era esperada. O problema foi/é até onde. Mas o problema do sub prime é apenas uma gota no oceano.
Vejam o link anexo
http://bigpicture.typepad.com/comments/files/RMBS.gif
e verifiquem o que representa “apenas” o problema do subprime. Bom mas não é sobre isto que me quero debruçar mas sim o sentimento que existia/existe no mercado sobre uma eventual redução de 25 ou 50 b.p por parte do FED. Hoje com a publicação das minutas é demonstrativo que há preocupação sobre o crédito mas esta não é ainda a principal.Porquê ainda? É aqui que gostaria de partilhar/discutir ideias. Inflação, e esta vem da robustez da procura externa. Será portanto interessante observar que valores sairão quer no dia 30 e 31.
http://biz.yahoo.com/c/e.html
O problema do FED e quanto a mim tem sentido é que a procura externa e a desvalorização do USD face ás restantes divisas ao longo do ultimo ano e meio tem sido aliciante para que a sua máquina de exportação funcione e faça com que as encomendas engrossem.Resultado? Os stocks vao diminuindo, sao criados postos de trabalho, gera riqueza.Ok esta riqueza não é suficiente para alimentar a industria da habitação que representa quase ½ do PIB Americano porque a banca alem de estar escaldada com os emprestimos duvidosos tem mais cuidado ao emprestar. Lembro tambem que a dificuldade em vender os seus produtos estruturados é maior e, alem disso, sabe-se que os Rating de divida foram aldrabados e manipulados tornando assim mais dificil hoje a venda destes pacotes de hipotecas o que obriga a que o emprestimo de massa entre bancos se torne mais complicado, daí a intervenção das entidades monetárias.
Após esta introdução chego ao que queria mostrar; a rotação de sectores onde é bastante visivel que a maquina expostadora americana continua boa. Até se conseguir avaliar a dimensão do problema subprime (se se conseguir) a banca e o consumo são os mais penalizados. Vejam os quadros e observem a rotação dos sectores e a aceleraçao dos mesmos no tempo
http://www.sectorspdr.com/sectortracker/
ou seja, o crescimento conforme referi em posts anteriores tem picos sazonais e ciclicos. Sorte até agora que não houve nem no ano passado nem este ano um furacão que rebentasse com a extracção e refinação do crude como foi o Katrina (triste exemplo) porque apesar da oscilação sazonal dos preços este manteve-se estavel no ultimo ano.
Leva-me então a concluír que os mercados emergentes continuam a ser atractivos uma vez que nos dão aquilo que precisamos para viver – commodities. Metal e comidinha.Não é à toa que as soft commodities valorizaram 3x nos 2 ultimos anos. Onde se reflecte este aumento? Na inflação.Aumenta o preço da farinha, aumenta o preço do pão, da ração para alimentar os porquinhos para fazer aquelas boas entremeadas na grelha, o belo do bitoque de vaca fica mais caro, o leite os ovos..... quem sai prejudicado? Aqueles que mais dificuldades têm em verem os seus salarios em termos reais aumentarem (nosso caso).
No caso das Utilities por serem acções ciclicas e por norma serem empresas com alto nivel de endividamento o problema do acesso ao credito tambem lhes toca daí serem prejudicadas.
É frequente ler que os EUA estão a entrar em recessão ou já entraram, mas no mundo globalizado de hoje , a internacionalização das empresas para mercados emergentes e em franca expansão o poder economico inexistente a verificar-se nos States será absorvido pelas novas economias. É apenas uma questão de equilibrio. Termino de uma forma triste: a única forma de alimentar uma economia que não através do investimento e consumo é a guerra.
Vejam o link anexo
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e verifiquem o que representa “apenas” o problema do subprime. Bom mas não é sobre isto que me quero debruçar mas sim o sentimento que existia/existe no mercado sobre uma eventual redução de 25 ou 50 b.p por parte do FED. Hoje com a publicação das minutas é demonstrativo que há preocupação sobre o crédito mas esta não é ainda a principal.Porquê ainda? É aqui que gostaria de partilhar/discutir ideias. Inflação, e esta vem da robustez da procura externa. Será portanto interessante observar que valores sairão quer no dia 30 e 31.
http://biz.yahoo.com/c/e.html
O problema do FED e quanto a mim tem sentido é que a procura externa e a desvalorização do USD face ás restantes divisas ao longo do ultimo ano e meio tem sido aliciante para que a sua máquina de exportação funcione e faça com que as encomendas engrossem.Resultado? Os stocks vao diminuindo, sao criados postos de trabalho, gera riqueza.Ok esta riqueza não é suficiente para alimentar a industria da habitação que representa quase ½ do PIB Americano porque a banca alem de estar escaldada com os emprestimos duvidosos tem mais cuidado ao emprestar. Lembro tambem que a dificuldade em vender os seus produtos estruturados é maior e, alem disso, sabe-se que os Rating de divida foram aldrabados e manipulados tornando assim mais dificil hoje a venda destes pacotes de hipotecas o que obriga a que o emprestimo de massa entre bancos se torne mais complicado, daí a intervenção das entidades monetárias.
Após esta introdução chego ao que queria mostrar; a rotação de sectores onde é bastante visivel que a maquina expostadora americana continua boa. Até se conseguir avaliar a dimensão do problema subprime (se se conseguir) a banca e o consumo são os mais penalizados. Vejam os quadros e observem a rotação dos sectores e a aceleraçao dos mesmos no tempo
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ou seja, o crescimento conforme referi em posts anteriores tem picos sazonais e ciclicos. Sorte até agora que não houve nem no ano passado nem este ano um furacão que rebentasse com a extracção e refinação do crude como foi o Katrina (triste exemplo) porque apesar da oscilação sazonal dos preços este manteve-se estavel no ultimo ano.
Leva-me então a concluír que os mercados emergentes continuam a ser atractivos uma vez que nos dão aquilo que precisamos para viver – commodities. Metal e comidinha.Não é à toa que as soft commodities valorizaram 3x nos 2 ultimos anos. Onde se reflecte este aumento? Na inflação.Aumenta o preço da farinha, aumenta o preço do pão, da ração para alimentar os porquinhos para fazer aquelas boas entremeadas na grelha, o belo do bitoque de vaca fica mais caro, o leite os ovos..... quem sai prejudicado? Aqueles que mais dificuldades têm em verem os seus salarios em termos reais aumentarem (nosso caso).
No caso das Utilities por serem acções ciclicas e por norma serem empresas com alto nivel de endividamento o problema do acesso ao credito tambem lhes toca daí serem prejudicadas.
É frequente ler que os EUA estão a entrar em recessão ou já entraram, mas no mundo globalizado de hoje , a internacionalização das empresas para mercados emergentes e em franca expansão o poder economico inexistente a verificar-se nos States será absorvido pelas novas economias. É apenas uma questão de equilibrio. Termino de uma forma triste: a única forma de alimentar uma economia que não através do investimento e consumo é a guerra.
Não deixes adormecer os teus sonhos mas,
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
Ulisses Pereira Escreveu:Esse é o verdadeiro problema paionense. E para tentar não melindrar muito os mercados, o discurso da FED é exactamente este de hoje...
Um abraço,
Ulisses
Já o tinha dito noutro tópico a semana passada.
O Fed vai baixar as taxas, porque não tem melhor alternativa.
Se mantém provoca um mais que antecipável crash global (veja-se a reacção de hoje a minutas datadas de 7 Agosto); se baixar fica algum temor do que está por detrás da decisão (a extensão para o Fed), mas fica também em aberto mais cortes para combater a crise.
O Fed não pode é ficar parado perante a escalada de uma crise que terá consequências - globais - impensáveis. Como eles muito bem sabem e como os 'bananas' na Europa também sabem.
Over.
James Wheat
Position Trader
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..http://babelfish.altavista.com/
Embora por vezes a tradução seja tal que é dificil perceber o verdadeiro sentido das frases.
BN
MSM
MensagemColocada: 28/8/2007 19:25 Assunto:
Traduzindo este post significa mais ou menos o seguinte. O Fed acha que a crise do subprime está controlada e como a economia continua a crescer moderadamente, coloca a sua atenção na taxa de inflação. No fundo está a dar um sinal ao meracdo de que em princípio não irá baixar as taxas de juro.
J.matias
MensagemColocada: 28/8/2007 19:21 Assunto:
desculpem,mas que não precebe de inglês um resumo de 2 ou 3 linhas em portugues da minuta agradecia.
obrigado
J.matias
MSM
MensagemColocada: 28/8/2007 19:15 Assunto: Fed Put Inflation Skepticism Above Credit Concern
Fed Put Inflation Skepticism Above Credit Concern, Minutes Show
By Scott Lanman
Aug. 28 (Bloomberg) -- Federal Reserve policy makers put aside concerns about the rising cost of credit at their Aug. 7 meeting because they weren't convinced a slowdown in inflation would last, according to minutes of the session.
Ten days before the central bank was forced to cut a key interest rate, the Federal Open Market Committee was given lower growth forecasts by staff economists and noted that ``strains in financial markets'' jeopardized the expansion. Further turmoil might require a response, Fed officials said.
``Policy makers would need to watch the situation carefully,'' the minutes said. ``For the present, however, given expectations that the most likely outcome for the economy was continued moderate growth, the upside risks to inflation remained the most significant policy concern.''
The records don't include the Aug. 16 emergency video conference when officials revamped their policy statement and cut the rate the Fed charges banks on direct loans. The benchmark lending rate was kept unchanged.
``Mortgage loans remained readily available to most potential borrowers,'' and the ``supply of credit to finance real investment did not appear significantly diminished,'' the Fed said in the minutes. ``Members expected a return to more normal market conditions, but recognized that the process likely would take some time.''
Traders and economists expect the Fed to lower its benchmark rate at or before the next meeting, on Sept. 18.
Looking to Bernanke
Chairman Ben S. Bernanke may offer insight on the Fed's current assessment of the economic outlook and credit market when he speaks on Aug. 31. Bernanke will address the Kansas City Fed's annual symposium in Jackson Hole, Wyoming, traditionally attended by most Fed governors and district-bank presidents.
As policy makers gathered three weeks ago, reports showed that inflation had slowed while economic growth had accelerated in the second quarter. Gross domestic product rose at a 3.4 percent annual pace in the second quarter, the fastest in more than a year.
On inflation, ``meeting participants believed that the readings for the past few months likely had been damped by transitory factors and did not provide reliable evidence that the recent level would be sustained,'' the minutes said.
Officials kept the target rate for overnight loans between banks, the main policy tool, at 5.25 percent for a ninth straight meeting. While the Fed acknowledged that ``downside risks to growth have increased somewhat,'' citing tumult in financial markets, officials reiterated in the Aug. 7 statement that inflation was the ``predominant'' policy concern.
Signs of Stress
That disappointed some investors and observers, who argued a balanced assessment was warranted by increasing signs of stress in financial markets, sparked by an exodus from securities backed by subprime mortgages.
The Standard & Poor's 500 Index fell 5.7 percent from its record high on July 16 through Aug. 6. The premium on investment- grade corporate bond yields compared with benchmark Treasuries on July 25 jumped the most in five years, data from Merrill Lynch & Co. showed. Sam Molinaro, the chief financial officer of Bear Stearns Cos., where two hedge funds failed in June, said Aug. 3 that the fixed-income market was in the worst shape in 22 years.
Fed officials ``still saw moderate economic expansion in coming quarters as the most likely outcome but that the downside risks to growth had increased,'' according to the Aug. 7 minutes.
Three days after officials met, the Fed pumped $38 billion into the banking system -- the most since the response to the 2001 terrorist attacks -- in its first effort to contain the credit crunch. The effort failed to quell the upheaval, as the amount outstanding of commercial paper, a key short-term financing tool for some finance companies, slid the most in six years.
The following week, with borrowing continuing to dry up, the Fed took steps unprecedented in recent years: It cut the rate on direct loans to banks while issuing a revised outlook that recognized economic risks had risen ``appreciably'' and omitted any mention of inflation.
The Fed announced the actions on Aug. 17 after a videoconference among officials the evening before.
Minutes of the FOMC's Aug. 16 videoconference will be included in records of the Sept. 18 meeting, to be released Oct. 9. The Board of Governors' separate decision to cut the discount- lending rate to 5.75 percent from 6.25 percent will be detailed in another report, around Oct. 16.
To contact the reporter on this story: Scott Lanman in Washington at slanman@bloomberg.net .
Pois bem, fui lá ver e deu nisto:
Tradução do Babel Fish Ajuda
Em português:
O Fed Pôs O Skepticism Da Inflação Acima Do Interesse Do Crédito, Mostra Dos Minutos Por Scott Lanman Agosto 28 (Bloomberg) -- os fabricantes de política da reserva federal puseram de lado interesses sobre o custo levantando-se do crédito em sua reunião agosto de 7 porque não foram convencidos que um slowdown na inflação duraria, de acordo com minutos da sessão. Dez dias antes que o banco central estêve forçado a cortar uma taxa de interesse chave, o comitê federal do mercado aberto foi dado umas previsões mais baixas do crescimento por economistas da equipe de funcionários e anotado que as `` tensões em mercados financeiros ' jeopardized a expansão. Um turmoil mais adicional pôde reque uma resposta, oficiais do fed ditos. de `` os fabricantes política necessitariam prestar atenção com cuidado à situação, '' que os minutos disseram. `` para o presente, entretanto, dado expectativas que o resultado mais provável para a economia era crescimento moderado continuado, os riscos do upside à inflação remanesceram o '' o mais significativo do interesse da política. Os registros não incluem a conferência video da emergência agosto de 16 quando os oficiais revamped sua indicação de política e cortaram a taxa que o fed carrega bancos em empréstimos diretos. A taxa emprestando da marca de nível foi mantida inalterada. de `` os empréstimos mortgage remanesceram prontamente disponíveis a a maioria de devedores potenciais, o '' e `` a fonte do crédito para financiar o investimento real não pareceram diminuídos significativamente, '' que o fed disse nos minutos. os `` membros esperaram um retorno a umas condições de mercado mais normais, mas reconheceram que o provável process faria exame de algum '' do tempo. Os comerciantes e os economistas esperam o fed abaixar sua taxa da marca de nível ou antes da reunião seguinte, sobre Sept. a 18. Olhar a Bernanke O presidente Ben S. Bernanke pode oferecer a introspecção na avaliação da corrente de fed do outlook econômico e do mercado de crédito quando fala agosto em 31. Bernanke dirigir-se-á ao symposium anual alimentado da cidade de kansas no furo de Jackson, Wyoming, atendido tradicional por a maioria alimentou reguladores e presidentes do distrito-banco. Enquanto os fabricantes de política recolheram três semanas há, os relatórios mostraram que a inflação tinha retardado quando o crescimento econômico tinha acelerado no segundo quarto. O produto doméstico bruto levantou-se em um ritmo anual de 3.4 por cento no segundo quarto, o mais rápido em mais do que um ano. Na inflação, `` encontrando-se com participants acreditou que as leituras para o passado onde poucos meses prováveis tinha sido umedecido por fatores transitory e não forneceu a evidência de confiança que o nível recente estaria sustentado, '' os minutos disseram. Os oficiais mantiveram a taxa para empréstimos de noite entre bancos, a ferramenta principal do alvo da política, em 5.25 por cento para uma nona reunião reta. Quando o fed reconheceu que `` os riscos downside ao crescimento aumentaram um tanto, '' que citing o tumult em mercados financeiros, oficiais reiterated na indicação agosto de 7 que a inflação era `` o interesse predominant da política do ''. Sinais do stress Isso decepcionou alguns investors e os observadores, que discutiram uma avaliação equilibrada foram autorizados aumentando sinais do stress em mercados financeiros, acenderam por um exodus das seguranças suportadas por mortgages do subprime. O índice padrão & dos pobres 500 caiu 5.7 por cento de seu registro elevado julho em 16 agosto a 6. O prêmio na classe que de investimento os rendimentos bond incorporados compararam com o Tesouraria da marca de nível julho em 25 saltou mais em cinco anos, os dados de Merrill lynch & Co. mostrado. O Sam Molinaro, o oficial financeiro principal do urso Stearns Cos., onde dois fundos de hedge falharam em junho, disse agosto 3 que o mercado da renda fixa estava na forma a mais má em 22 anos. Os oficiais do fed `` viram ainda a expansão econômica moderada em quartos de vinda como o resultado mais provável mas que os riscos downside ao crescimento tinham aumentado, o '' de acordo com os minutos agosto de 7. Três dias depois que os oficiais se encontraram com, o fed bombeou $38 bilhões no sistema de operação bancária -- o a maioria desde que a resposta aos ataques 2001 do terrorista -- em seu primeiro esforço conter o crunch de crédito. O esforço não quell o upheaval, como a quantidade proeminente do papel comercial, uma ferramenta chave do financiamento a curto prazo para algumas companhias de finanças, deslizou mais em seis anos. A seguinte semana, com pedir continuar a secar acima, o fed fêz exame de etapas unprecedented em anos recentes: Cortou a taxa em empréstimos diretos aos bancos ao emitir um outlook revisado que os riscos econômicos reconhecidos tiveram `` apreciàvel o '' levantado e omitems todo o mention da inflação. O fed anunciou as ações agosto em 17 após um videoconference entre oficiais a noite antes. Os minutos do videoconference agosto de 16 do FOMC serão incluídos nos registros da reunião Sept. do 18, para ser liberados outubro 9. A placa da decisão separada de reguladores para cortar a taxa emprestando do disconto a 5.75 por cento de 6.25 por cento será detalhada em um outro relatório, em torno outubro de 16. Para contatar o repórter nesta história: Scott Lanman em Washington em slanman@bloomberg.net.
Percebe-se?
- Mensagens: 725
- Registado: 19/10/2004 19:26
Cito uma frase do célebre e grande pioneiro da analise de acçoes Benjamin Graham:"compre quando a maior parte das pessoas, incluindo os analistas, esta excessivamente pessimista e venda quando eles estiverem activamente optimistas"
Que quer isto dizer? temos assistido a sucessivos downgrades das casas de investimentos. O Fed preocupa-se com a inflação. O que quer isto dizer? o crescimento continua, as empresas internacionalizaram-se e a procura fora dos States continua, por vezes a um nivel mais acelerado outro mais moderado.Faz parte do ciclo economico. Desta forma acredito e como disse varias vezes o sabio Ulisses que o preocupante é qd as txs começarem a baixar. Se o crescimento global apenas arrefecer e chegada a epoca de resultados trimestais os eps nao serao tao baixos como mts querem pintar.
Estas recomendaçoes de venda ou reduçao por parte dos analistas começa a ser sinal tipico de inversao de tendencia. Mandam comprar no topo qd estao a despacha-las a bom preço e mandam vender qd começam a aparecer pechinchas para acumularem.
Obviamente que existem sectores mais fracos que outros mas a rotaçao é inevitavel.
Abraço
Que quer isto dizer? temos assistido a sucessivos downgrades das casas de investimentos. O Fed preocupa-se com a inflação. O que quer isto dizer? o crescimento continua, as empresas internacionalizaram-se e a procura fora dos States continua, por vezes a um nivel mais acelerado outro mais moderado.Faz parte do ciclo economico. Desta forma acredito e como disse varias vezes o sabio Ulisses que o preocupante é qd as txs começarem a baixar. Se o crescimento global apenas arrefecer e chegada a epoca de resultados trimestais os eps nao serao tao baixos como mts querem pintar.
Estas recomendaçoes de venda ou reduçao por parte dos analistas começa a ser sinal tipico de inversao de tendencia. Mandam comprar no topo qd estao a despacha-las a bom preço e mandam vender qd começam a aparecer pechinchas para acumularem.
Obviamente que existem sectores mais fracos que outros mas a rotaçao é inevitavel.
Abraço
Não deixes adormecer os teus sonhos mas,
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
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o interessante aqui é que os futuros descontavam um corte de 25 p.b ou mesmo 50 b.p. e ate mesmo um corte nas taxas antes da proxima reuniao em Setembro. Pum saiu o tiro pla culatra
os tipos de wall street percebem tanto disto como nós até à earning season vai andar tudo "arnento"
Abraço
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Nuno Nascimento
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Essa é a beleza do mercado. Se perguntares aos ursos ele vão dizer que é o FED a puxar pelo mercado ao dizer que está tudo bem. Se perguntares aos touros eles vão dizer que o FED tem razão, que esta crise não é muito grave e que portanto a economia não vai sofrer muito.
- Mensagens: 300
- Registado: 18/5/2006 9:16
Neste caso há uma coisa que não percebo.
Se o FED corta as taxas de juros as pessoas vão pensar que o problema é bem maior do que aquilo que se pode pensar e que algo grande e peludo está escondido atrás do monte. Neste caso o mercado reage em alta na altra, mas continua a haver muita desconfiança e a subida não será sustentada
Se o FED não corta as taxas, o mercado continua desconfiado e reage negativamente.
Como e quando é que vamos ultrapassar esta caldeirada?
Se o FED corta as taxas de juros as pessoas vão pensar que o problema é bem maior do que aquilo que se pode pensar e que algo grande e peludo está escondido atrás do monte. Neste caso o mercado reage em alta na altra, mas continua a haver muita desconfiança e a subida não será sustentada
Se o FED não corta as taxas, o mercado continua desconfiado e reage negativamente.
Como e quando é que vamos ultrapassar esta caldeirada?
... site para tradução...
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Embora por vezes a tradução seja tal que é dificil perceber o verdadeiro sentido das frases.
BN
Embora por vezes a tradução seja tal que é dificil perceber o verdadeiro sentido das frases.
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Traduzindo este post significa mais ou menos o seguinte. O Fed acha que a crise do subprime está controlada e como a economia continua a crescer moderadamente, coloca a sua atenção na taxa de inflação. No fundo está a dar um sinal ao meracdo de que em princípio não irá baixar as taxas de juro.
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Fed Put Inflation Skepticism Above Credit Concern
Fed Put Inflation Skepticism Above Credit Concern, Minutes Show
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Aug. 28 (Bloomberg) -- Federal Reserve policy makers put aside concerns about the rising cost of credit at their Aug. 7 meeting because they weren't convinced a slowdown in inflation would last, according to minutes of the session.
Ten days before the central bank was forced to cut a key interest rate, the Federal Open Market Committee was given lower growth forecasts by staff economists and noted that ``strains in financial markets'' jeopardized the expansion. Further turmoil might require a response, Fed officials said.
``Policy makers would need to watch the situation carefully,'' the minutes said. ``For the present, however, given expectations that the most likely outcome for the economy was continued moderate growth, the upside risks to inflation remained the most significant policy concern.''
The records don't include the Aug. 16 emergency video conference when officials revamped their policy statement and cut the rate the Fed charges banks on direct loans. The benchmark lending rate was kept unchanged.
``Mortgage loans remained readily available to most potential borrowers,'' and the ``supply of credit to finance real investment did not appear significantly diminished,'' the Fed said in the minutes. ``Members expected a return to more normal market conditions, but recognized that the process likely would take some time.''
Traders and economists expect the Fed to lower its benchmark rate at or before the next meeting, on Sept. 18.
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Chairman Ben S. Bernanke may offer insight on the Fed's current assessment of the economic outlook and credit market when he speaks on Aug. 31. Bernanke will address the Kansas City Fed's annual symposium in Jackson Hole, Wyoming, traditionally attended by most Fed governors and district-bank presidents.
As policy makers gathered three weeks ago, reports showed that inflation had slowed while economic growth had accelerated in the second quarter. Gross domestic product rose at a 3.4 percent annual pace in the second quarter, the fastest in more than a year.
On inflation, ``meeting participants believed that the readings for the past few months likely had been damped by transitory factors and did not provide reliable evidence that the recent level would be sustained,'' the minutes said.
Officials kept the target rate for overnight loans between banks, the main policy tool, at 5.25 percent for a ninth straight meeting. While the Fed acknowledged that ``downside risks to growth have increased somewhat,'' citing tumult in financial markets, officials reiterated in the Aug. 7 statement that inflation was the ``predominant'' policy concern.
Signs of Stress
That disappointed some investors and observers, who argued a balanced assessment was warranted by increasing signs of stress in financial markets, sparked by an exodus from securities backed by subprime mortgages.
The Standard & Poor's 500 Index fell 5.7 percent from its record high on July 16 through Aug. 6. The premium on investment- grade corporate bond yields compared with benchmark Treasuries on July 25 jumped the most in five years, data from Merrill Lynch & Co. showed. Sam Molinaro, the chief financial officer of Bear Stearns Cos., where two hedge funds failed in June, said Aug. 3 that the fixed-income market was in the worst shape in 22 years.
Fed officials ``still saw moderate economic expansion in coming quarters as the most likely outcome but that the downside risks to growth had increased,'' according to the Aug. 7 minutes.
Three days after officials met, the Fed pumped $38 billion into the banking system -- the most since the response to the 2001 terrorist attacks -- in its first effort to contain the credit crunch. The effort failed to quell the upheaval, as the amount outstanding of commercial paper, a key short-term financing tool for some finance companies, slid the most in six years.
The following week, with borrowing continuing to dry up, the Fed took steps unprecedented in recent years: It cut the rate on direct loans to banks while issuing a revised outlook that recognized economic risks had risen ``appreciably'' and omitted any mention of inflation.
The Fed announced the actions on Aug. 17 after a videoconference among officials the evening before.
Minutes of the FOMC's Aug. 16 videoconference will be included in records of the Sept. 18 meeting, to be released Oct. 9. The Board of Governors' separate decision to cut the discount- lending rate to 5.75 percent from 6.25 percent will be detailed in another report, around Oct. 16.
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By Scott Lanman
Aug. 28 (Bloomberg) -- Federal Reserve policy makers put aside concerns about the rising cost of credit at their Aug. 7 meeting because they weren't convinced a slowdown in inflation would last, according to minutes of the session.
Ten days before the central bank was forced to cut a key interest rate, the Federal Open Market Committee was given lower growth forecasts by staff economists and noted that ``strains in financial markets'' jeopardized the expansion. Further turmoil might require a response, Fed officials said.
``Policy makers would need to watch the situation carefully,'' the minutes said. ``For the present, however, given expectations that the most likely outcome for the economy was continued moderate growth, the upside risks to inflation remained the most significant policy concern.''
The records don't include the Aug. 16 emergency video conference when officials revamped their policy statement and cut the rate the Fed charges banks on direct loans. The benchmark lending rate was kept unchanged.
``Mortgage loans remained readily available to most potential borrowers,'' and the ``supply of credit to finance real investment did not appear significantly diminished,'' the Fed said in the minutes. ``Members expected a return to more normal market conditions, but recognized that the process likely would take some time.''
Traders and economists expect the Fed to lower its benchmark rate at or before the next meeting, on Sept. 18.
Looking to Bernanke
Chairman Ben S. Bernanke may offer insight on the Fed's current assessment of the economic outlook and credit market when he speaks on Aug. 31. Bernanke will address the Kansas City Fed's annual symposium in Jackson Hole, Wyoming, traditionally attended by most Fed governors and district-bank presidents.
As policy makers gathered three weeks ago, reports showed that inflation had slowed while economic growth had accelerated in the second quarter. Gross domestic product rose at a 3.4 percent annual pace in the second quarter, the fastest in more than a year.
On inflation, ``meeting participants believed that the readings for the past few months likely had been damped by transitory factors and did not provide reliable evidence that the recent level would be sustained,'' the minutes said.
Officials kept the target rate for overnight loans between banks, the main policy tool, at 5.25 percent for a ninth straight meeting. While the Fed acknowledged that ``downside risks to growth have increased somewhat,'' citing tumult in financial markets, officials reiterated in the Aug. 7 statement that inflation was the ``predominant'' policy concern.
Signs of Stress
That disappointed some investors and observers, who argued a balanced assessment was warranted by increasing signs of stress in financial markets, sparked by an exodus from securities backed by subprime mortgages.
The Standard & Poor's 500 Index fell 5.7 percent from its record high on July 16 through Aug. 6. The premium on investment- grade corporate bond yields compared with benchmark Treasuries on July 25 jumped the most in five years, data from Merrill Lynch & Co. showed. Sam Molinaro, the chief financial officer of Bear Stearns Cos., where two hedge funds failed in June, said Aug. 3 that the fixed-income market was in the worst shape in 22 years.
Fed officials ``still saw moderate economic expansion in coming quarters as the most likely outcome but that the downside risks to growth had increased,'' according to the Aug. 7 minutes.
Three days after officials met, the Fed pumped $38 billion into the banking system -- the most since the response to the 2001 terrorist attacks -- in its first effort to contain the credit crunch. The effort failed to quell the upheaval, as the amount outstanding of commercial paper, a key short-term financing tool for some finance companies, slid the most in six years.
The following week, with borrowing continuing to dry up, the Fed took steps unprecedented in recent years: It cut the rate on direct loans to banks while issuing a revised outlook that recognized economic risks had risen ``appreciably'' and omitted any mention of inflation.
The Fed announced the actions on Aug. 17 after a videoconference among officials the evening before.
Minutes of the FOMC's Aug. 16 videoconference will be included in records of the Sept. 18 meeting, to be released Oct. 9. The Board of Governors' separate decision to cut the discount- lending rate to 5.75 percent from 6.25 percent will be detailed in another report, around Oct. 16.
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