Novas vítimas: Deutsche Bank e CommerzBank
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Estou a seguir a contação da Countrywide Financial (CFC) e há dois minutos encontrava-se a cair mais de 25% para os $15,85...
---Tudo o que for por mim escrito expressa apenas a minha opinião pessoal e não é uma recomendação de investimento de qualquer tipo---
https://twitter.com/JCSTrendTrading
"We can confidently predict yesterdays price. Everything else is unknown."
"Every trade is a test"
"Price is the aggregation of everyone's expectations"
"I don't define a good trade as a trade that makes money. I define a good trade as a trade where I did the right thing". (Trend Follower Kevin Bruce, $5000 to $100.000.000 in 25 years).
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~karlitos Escreveu:As acções da Countrywide perderam 18% para 21,29 dólares, registando a queda mais acentuada desde o "crash" de Outubro de 2007.
"houve" um "crash" em outubro de 2007? isto é futurologia?? lool
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Crise no crédito chega à Austrália
Já não são só os bancos norte-americanos a ser afectados com a crise no mercado de créditos de alto risco. Esta madrugada, o australiano Rams Home Loans anunciou que não conseguiu arranjar financiamento para créditos de curta-duração denominados em dólares no valor de 6,17 mil milhões de dólares australianos (3,70 mil milhões de euros). O banco vai ter de procurar financiamento de emergência.
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José Pedro Luís
jpluis@mediafin.pt
Já não são só os bancos norte-americanos a ser afectados com a crise no mercado de créditos de alto risco. Esta madrugada, o australiano Rams Home Loans anunciou que não conseguiu arranjar financiamento para créditos de curta-duração denominados em dólares no valor de 6,17 mil milhões de dólares australianos (3,70 mil milhões de euros). O banco vai ter de procurar financiamento de emergência.
Como consequência, as bolsas asiáticas e australianas encerraram com a sua maior queda no espaço de um ano. Só o Rams perdeu 59% do seu valor. Quase metade do financiamento bancário deste banco provém de papéis comerciais norte-americanos, o que o expõe bastante ao risco.
Um especialista no mercado de crédito afirmou à agência Bloomberg que "todos os bancos que se financiarem em dívida norte-americana serão afectados pela crise no mercado, numa altura em que a liquidez está a escassear".
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Crise no crédito volta a ensombrar bolsas americanas
Os principais índices americanos encerraram hoje com perdas superiores a 1%, com novas notícias sobre a crise no mercado de crédito à habitação a levarem os investidores a fugir das acções.
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André Veríssimo
averissimo@mediafin.pt
Os principais índices americanos encerraram hoje com perdas superiores a 1%, com novas notícias sobre a crise no mercado de crédito à habitação a levarem os investidores a fugir das acções.
As acções americanas ainda ensaiaram uma recuperação, com ganhos em alguns momentos da sessão, com as empresas do sector financeiro a puxarem pelo mercado. Mas a possibilidade de falência da Countrywide, a maior empresa de concessão de empréstimos para habitação dos Estados Unidos, acabou por deprimir os mercados.
O índice S&P500 terminou a sessão com uma queda de 1,39%, anulando os ganhos obtidos em 2007. Também o indicador das maiores cotadas americanas, o Dow Jones, fechou em terreno negativo, cedendo 1,29%. O índice tecnológico Nasdaq foi o mais penalizado ao cair 1,61%. Os respectivos retornos este ano baixaram para 3,2% e 1,8%.
Hoje o banco de investimento Merrill Lynch divulgou uma nota de "reserch" onde recomenda "vender" as acções da Countrywide, afirmando que a empresa está em "insolvência efectiva", caso os credores reclamem as dívidas. As acções da Countrywide perderam 18% para 21,29 dólares, registando a queda mais acentuada desde o "crash" de Outubro de 2007.
A nota da Merril Lynch acabou por penalizar as empresas do sector financeiro, que recuaram 1%.
Entre as maiores perdas está também a Freeport-mcMoran, uma empresa mineira, com o receio de que o abrandamento da economia possa diminuir a procura por metais.
A situação como se vê é mais complicada do que parece... Esta segundo consta, era a maior dos EUA. Os bancos vão ficar novamente a "arder" com largos e largos biliões... A continuar assim o que se tem passado com as entidades financeiras é apenas o começo do problema...
Cumprimentos
JCS
---Tudo o que for por mim escrito expressa apenas a minha opinião pessoal e não é uma recomendação de investimento de qualquer tipo---
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"I don't define a good trade as a trade that makes money. I define a good trade as a trade where I did the right thing". (Trend Follower Kevin Bruce, $5000 to $100.000.000 in 25 years).
https://twitter.com/JCSTrendTrading
"We can confidently predict yesterdays price. Everything else is unknown."
"Every trade is a test"
"Price is the aggregation of everyone's expectations"
"I don't define a good trade as a trade that makes money. I define a good trade as a trade where I did the right thing". (Trend Follower Kevin Bruce, $5000 to $100.000.000 in 25 years).
Re: Bancos
jarc Escreveu:Oh! Moz... Tira o cavalinho da chuva... provavelmente é uma grande asneira vender, a exposição dos bancos europeus a essa "cride é mínima. Claro que a tentativa de derubar ainda não parou, mas cá para o meu lado bem podem esgravatar que não apanham nem uma.
Se é uma grande asneira vender ou não só o tempo o dirá (eu tb acho, a estes níveis) mas como podes saber qual é a exposição dos bancos europeus se, eles próprios ainda não devem saber muito bem...?
Bancos
Oh! Moz... Tira o cavalinho da chuva... provavelmente é uma grande asneira vender, a exposição dos bancos europeus a essa "cride é mínima. Claro que a tentativa de derubar ainda não parou, mas cá para o meu lado bem podem esgravatar que não apanham nem uma.
Novas vítimas: Deutsche Bank e CommerzBank
Deutsche Bank e Commerzbank, as novas vítimas
Inicialmente, a crise só atingiu o fundo de investimento IKB.
Cristina Krippahl em Colónia
Dois dos maiores bancos alemães, o Deutsche Bank e o Commerzbank, foram atingidos pela crise dos mercados de ‘subprime’ norte-americanos. Os dois bancos alemães pertencem ao número de credores da americana Homebanc, que acaba de falir. Na Alemanha, a crise parecia, inicialmente, atingir apenas o fundo de investimentos de Düsseldorf, IKB.
O Commerzbank veio deitar água na fervura, anunciando que o montante em risco é de 1,2 mil milhões de euros, o que significa que os resultados anuais poderão sofrer um recuo de 80 milhões de euros. O Deutsche Bank recusou-se a avançar números concretos, mas fontes bancárias afirmam que se trata de uma soma de pouca importância. Entretanto, também o WestLB e o Postbank cifraram os riscos derivados dos investimentos no mercado americano de créditos imobiliários. Trata-se de, respectivamente, 1,25 mil milhões e 600 milhões de euros, volumes considerados de pouca monta pelos especialistas. Mais grave parece a situação do SachsenLB, que tem um fundo de 13 mil milhões de euros empenhado no mercado de créditos americanos e que está a ser investigado pela agência de fiscalização da banca, BaFin. O SachsenLB garante que, ao contrário do que aconteceu com o IKB, não sofre de falta de liquidez, mas os analistas apontam para as somas comparáveis de risco.
Não obstante, tanto os analistas como a indústria reagem com descontracção aparente à crise do ‘subprime’, sublinhando a excelente situação financeira das empresas alemãs e a robustez da conjuntura nacional. Jean-Michel Six, responsável pela Europa na agência de ‘rating’ Standard & Poor´s, disse também que a banca alemã não se encontra em perigo de crise, estando os “poucos institutos afectados em condições para resolverem os seus problemas”. A confederação das indústrias mostra-se igualmente optimista, acreditando que a crise americana não ameaça a conjuntura alemã ou europeia. Embora reconheça que o crescimento alemão possa ser travado, caso o consumo privado americano – o motor de crescimento – recuar de modo a afectar a economia americana.
Fonte: Diário Económico
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