BCE injecta dinheiro no mercado financeiro
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Quase 100 biliões de €€€ ... é bué !
The European Central Bank steps in after renewed fears grip the credit markets
The European Central Bank steps in after renewed fears grip the credit markets
THIS week, while global stockmarkets appeared to be regaining some confidence after their July rout, a new problem was bubbling quietly up in an obscure corner of the credit markets. It burst into the open on Thursday August 9th when the European Central Bank (ECB), responding to a sudden liquidity squeeze and a spike in the interbank lending rate, injected €94.8 billion ($131 billion) into the money markets. In a bigger special refinancing operation than that of the day after September 11th, 2001, the ECB in effect assured European banks that they could borrow from it whatever they needed to address their short-term cash needs. Immediately, the pressure on overnight interest rates eased, but not before stockmarkets once again started to dive, gripped by a resurgence of fears about the fallout from America’s subprime-mortgage crisis.
The catalysts for the latest sell-off were just the sort of “Frankenstein-finance” vehicles that have come to haunt the markets lately. They are complex, are held off the banks’ balance sheets and pop up in surprising parts of the world—the most troublesome to date has been that of IKB Deutsche Industriebank, a small German lender which has required a messy bail-out by German banks. Known as conduits, these special-purpose vehicles borrow in the short-term, commercial-paper market to make acquisitions of highly rated paper in American asset-backed securities, and have been walloped by the plunging value of those assets since the frailty of subprime loans were exposed.
The lenders, who provide funding to them for up to nine months, have increasingly, as the week drew on, demanded higher fees to roll over their commercial paper, analysts say. Since Wednesday it appears that a sense of panic started to grip the market, and borrowers scrambled for liquidity. “It went much broader than the asset-backed market. People were using expressions like ‘the market has shut down,’” commented a senior economist at a big global bank.
Whether a casualty of the liquidity crisis, or a catalyst, an investment arm of BNP Paribas, France’s biggest bank, added fuel to the fire on Thursday by suspending withdrawals from three investment funds, citing “the complete evaporation of liquidity in certain market segments of the US securitisation market”. Following IKB’s much publicised problems, investors have begun to worry where else such problems are likely to crop up. Analysts say the conduits are quite widely used by many of the world’s largest banks, and some may be more creditworthy than others. But in the current climate of fear, any bank that seeks to roll over its short-term funding can look like it is doing so out of desperation—the textbook problem of adverse selection.
The ECB’s move eased the cash crunch—at least temporarily. Overnight rates dropped back to the central bank’s target rate of 4%, and economists praised the speed and effectiveness of its intervention. However, the provision of liquidity is only a short-term measure to restore calm. Even cuts in interest rates, which the financial markets are pricing in increasingly aggressively, would not necessarily address the underlying problem. Restoring faith in the American mortgage markets, and the cornucopia of investments derived from them, is the bigger challenge. To do that, many had hoped this week that Fannie Mae and Freddie Mac, America’s two governement-sponsored mortgage giants, could step in and mop up some of the subprime loans that the private sector is too fearful to buy. But President George Bush appeared to dismiss such a response on August 8th, which may be another reason why the markets so suddenly lost their nerves once again.
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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Parece que o problema afinal não é assim tão insignificante como queriam fazer parecer. O bancos não conseguindo vender a divida são obrigados a ficar com os imóveis dos clientes numa altura em que os valores de mercado dos mesmo tende a baixar e a venda das habitações não cobre a totalidade dos montantes que foram financiados (que muitas vezes atinge praticamente 100% do valor dos imóveis já para não falar das avaliações empoladas de há uns anos atrás...). Vai-se ter assumir biliões em perdas financeiras uma vez que não conseguem "passar" o risco para outros agentes (ou seja vender essa divida).
JCS
JCS
---Tudo o que for por mim escrito expressa apenas a minha opinião pessoal e não é uma recomendação de investimento de qualquer tipo---
https://twitter.com/JCSTrendTrading
"We can confidently predict yesterdays price. Everything else is unknown."
"Every trade is a test"
"Price is the aggregation of everyone's expectations"
"I don't define a good trade as a trade that makes money. I define a good trade as a trade where I did the right thing". (Trend Follower Kevin Bruce, $5000 to $100.000.000 in 25 years).
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rnbc Escreveu:acintra Escreveu:Neste momento os Bancos Centrais estão a pagar a sua própria euforia no aumento das taxas de juro.
Se já estava tudo endividado, porque o aumento consecutivo da taxa de juro? Para baixar a inflação dizem...
Deviam era parar de dar crédito a quem não pode pagar e acabar com os hedge funds que compram dividas para colocar no mercado. Só é negóçio para alguns mas quando rebenta toca a todos.
Como é que sugeres que o crédito seja mais dificil? Não esquecer que estamos numa economia aberta, e num regime democrático...
Uma forma simples e eficaz é aumentar a taxa directora! Se não aumentasses a taxa subia ainda mais o endividamento e a queda depois era ainda maior, além de ser desamparada.
Assim podes aumentar a taxa, estancar a atribuição de crédito, e depois baixar a taxa quando o efeito de paragem e reversão já se produziu, amparando a queda.
Caro Rnbc,
Acho que por exemplo o BCE, FED...deviam impor regras aos bancos dos diversos paises. Como por exemplo:
-Não dar mais crédito a quem tem incumprimentos;
-Não aumentar os plafonds de cartões quando os clientes estão no limite;
-Não aceitar como cliente quem já deve em mais de duas instituições diferentes;
Esteas podiam ser algumas medidas, mas como os bancos ou instituições financeiras cobram seguros de protecção ao incumprimento, recebem sempre e por isso apresentam lucros fabulosos mesmo em momentos menos bons do mercado.
Fica aqui a pergunta para depois confirmarmos.
Qual será o resultado dos maiores bancos nacionais e internacionais no final do 2ª semestre?
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Japão e Austrália seguem exemplos europeu e americano
Esta noite, o Banco do Japão e a Reserva Federal da Austrália seguiram exemplo do FED e do BCE e, injectaramm liquidez no mercado.
Não precebo, então se o mercado cai devido a Crise no mercado de crédito hipotecário de alto risco, e se o BCE dá dinheiro para tapar esse risco, então conclui-se que foi uma pessima idea do BCE emprestar ou injectar esse dinheiro no mercado?, acho que estamos num mercado aberto e não podemos só nos restrigir aos EUA, também temos os Africanos e a os Asiaticos, estamos numa economia global ascendente, acho que esta "correção" é saudavel para os mercados financeiros.
Custa-nos ver os nossos lucros irem pelo cano abaixo em poucos dias, mas melhores dias virão.
Custa-nos ver os nossos lucros irem pelo cano abaixo em poucos dias, mas melhores dias virão.
Esperar na bolsa é uma grande Virtude.
rnbc Escreveu: Como é que sugeres que o crédito seja mais dificil? Não esquecer que estamos numa economia aberta, e num regime democrático...
Uma forma simples e eficaz é aumentar a taxa directora! Se não aumentasses a taxa subia ainda mais o endividamento e a queda depois era ainda maior, além de ser desamparada.
Não concordo ctg rnbc...
Pode ser a forma mais simples, mas não me parece a mais eficaz... acho que se devia começar a refinar a peneira de acesso ao crédito...
hoje em dia os bancos impingem créditos a torto e a direito, aceitam taxas de esforço bem superiores a 50% dos rendimentos, com fiadores, com créditos paralelos, pouco se importam que outros encargos fixos tu tens...
o aumento das taxas agora só serve para "encav£@§" os que ficaram todos satisfeitos por apesar do seu rendimento baixinho terem tido acesso a um crédito a 500 anos com 30% de diferimento do montante total, etc etc
Parece que só agora é que repararam que não deviam ter dado créditos a quem não os podia pagar... azar o das pessoas iludidas, e em ultima análise azar o nosso também...
abraço
Isso é o mesmo que estares a pagar uma casa ao banco, e não teres dinheiro para pagar a prestação, e alguém tem que te emprestar o dinheiro. Achas isso bom sinal?
Achas que as bolsas cairam tanto hoje pelo quê? pelo Freddy Adu ter saído dos estados unidos?
Infelizmente estamos a viver um período complicado.
em todo o caso é bom não esquecer que o endividamento é um problema muito dos estados unidos na europa a situação parece menos complicada em Portugal não parece menos grave até porque as pessoas parecem ter ganho um pouco mais juizo embora hajam sectores claramente a ser prejudicados por isso como o automovel e o da habitação que estão há varios anos sem crescerem significativamente e ou mto me engano ou tuo se vai manter assim durante mais algum tempo ...
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
acintra Escreveu:Neste momento os Bancos Centrais estão a pagar a sua própria euforia no aumento das taxas de juro.
Se já estava tudo endividado, porque o aumento consecutivo da taxa de juro? Para baixar a inflação dizem...
Deviam era parar de dar crédito a quem não pode pagar e acabar com os hedge funds que compram dividas para colocar no mercado. Só é negóçio para alguns mas quando rebenta toca a todos.
Como é que sugeres que o crédito seja mais dificil? Não esquecer que estamos numa economia aberta, e num regime democrático...
Uma forma simples e eficaz é aumentar a taxa directora! Se não aumentasses a taxa subia ainda mais o endividamento e a queda depois era ainda maior, além de ser desamparada.
Assim podes aumentar a taxa, estancar a atribuição de crédito, e depois baixar a taxa quando o efeito de paragem e reversão já se produziu, amparando a queda.
However elegant the method we should occasionally look at the results.
Neste momento os Bancos Centrais estão a pagar a sua própria euforia no aumento das taxas de juro.
Se já estava tudo endividado, porque o aumento consecutivo da taxa de juro? Para baixar a inflação dizem...
Deviam era parar de dar crédito a quem não pode pagar e acabar com os hedge funds que compram dividas para colocar no mercado. Só é negóçio para alguns mas quando rebenta toca a todos.
Já os nossos bisavós diziam" Quem não tem dinheiro não tem vicíos"
Se já estava tudo endividado, porque o aumento consecutivo da taxa de juro? Para baixar a inflação dizem...
Deviam era parar de dar crédito a quem não pode pagar e acabar com os hedge funds que compram dividas para colocar no mercado. Só é negóçio para alguns mas quando rebenta toca a todos.
Já os nossos bisavós diziam" Quem não tem dinheiro não tem vicíos"
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Isso é o mesmo que estares a pagar uma casa ao banco, e não teres dinheiro para pagar a prestação, e alguém tem que te emprestar o dinheiro. Achas isso bom sinal?
Achas que as bolsas cairam tanto hoje pelo quê? pelo Freddy Adu ter saído dos estados unidos?
Infelizmente estamos a viver um período complicado.

Achas que as bolsas cairam tanto hoje pelo quê? pelo Freddy Adu ter saído dos estados unidos?
Infelizmente estamos a viver um período complicado.
BCE injecta dinheiro no mercado financeiro
http://www.ecb.europa.eu/home/html/index.en.html
Depois das medidas anti-crash nos States o BCE injecta dinheiro no sistema financeiro.
Tudo boas medidas para estabilizar os mercados e regressar a confiança.
Bom negócios e boas férias
Depois das medidas anti-crash nos States o BCE injecta dinheiro no sistema financeiro.
Tudo boas medidas para estabilizar os mercados e regressar a confiança.
Bom negócios e boas férias
passo a passo se constroi o futuro
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