Caldeirão da Bolsa

República Popular Democrática da Coreia

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por curvedair » 8/8/2007 8:50

Keyser,

Em primeiro lugar a Inês Zuber é membro do comité central, em segundo lugar a posição que aparece no jornal de propaganda do partido. Portanto essa é a posição oficial do partido.

Ora, essa afirmação do Bernardino Soares é difusa.

Em conclusão:

Esse partido defende intransigentemente esse estado.

Todos nós assobiamos para o lado, quando aparece notícias destas de instituições a defender um Estado pária que não tem qualquer respeito pelo seu povo nem por outros povos.

Parece haver sempre uma maior tolerância e bonomia de todos nós, para com as posições de algumas instituições
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por Keyser Soze » 8/8/2007 8:05

People

Life for North Korea's 23 million population is harsh, with most people experiencing daily shortages of food.

Consumer goods such as fridges, washing machines and bicycles are hard to come by. Acute power shortages curtail daily life outside major cities to daylight hours.

Most roads are deserted as there are few cars, and the rail network is run down and delapidated. Most North Koreans are forbidden to travel outside the country.

In the mid-1990s, years of economic mismanagement and drought culminated in a severe famine in which the UN estimates between 500,000 and 2 million people may have died.


Imagem

While the food situation has improved in recent years, the UN World Food Programme warns that cereal production remains well below minimum requirements and that levels of malnutrition, particularly among children, are still high.

The government strictly controls all aspects of daily life. North Koreans are divided into three socio-political classes; "hostile", "wavering" and "committed", according to how loyal the regime perceives them to be.

All media is state controlled. TV and radios are fixed-tuned to the state channels since reception of foreign television is forbidden. Radios must be registered at police stations and are delivered sealed to prevent retuning.

These controls mean that most North Koreans may have little or no idea of world events, or how their country and their "Dear Leader", are perceived by the outside world.

Political expression is strictly forbidden and any dissent harshly punished. A detailed report based on eyewitness accounts compiled by the US Committee for Human Rights in North Korea suggests that about 200,000 political prisoners are incarcerated in gulags and labour camps. In many cases, up to three generations of the same family are being detained. Inmates face a regime of hard labour and beatings, and are kept alive on starvation rations.



recordo ainda:

“Tenho dúvidas que (a Coreia do Norte) não seja uma democracia.”

Bernardino Soares, líder da bancada parlamentar do PCP
Diário de Noticias, 24 de Fevereiro de 2003



O líder da bancada parlamentar de um partido que tem 10% dos assentos na Assembleia da República diz uma coisa destas e ninguém acha estranho

meia dúzia de gatos pingados com umas suásticas juntam-se no Rossio e cai o carmo e a trindade...abrem os telejornais e a segurança nacional está em risco
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por atomez » 7/8/2007 21:53

... e na perspectiva da reunificação da sua pátria.

Pois, isso queriam eles. Os do Sul é que dizem logo "nem pensar!" depois de verem como foi a reunificação alemã e o que isso custou à Alemanha e à Europa.

Mas apesar de tudo essa RPDC apresenta algumas inovações - é a primeira e única monarquia comunista que se conhece.

Cá por mim sempre prefiro a Republica Democratica Popular da California.
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
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por MozHawk » 7/8/2007 21:24

«Embora existam diferenças de prática e projecto de sociedade entre o PCP e o Partido do Trabalho da Coreia, ambos afirmam ter como objectivo a construção de uma sociedade socialista. O que as classes dominantes querem fazer, é roubar-nos a perspectiva e a confiança na vitória, dividir as forças anti-imperialistas e enfraquecer a solidariedade internacionalista. E isso os comunistas portugueses jamais aceitarão», declarou.

Esta frase é linda. Merecia aliás um prémio qualquer...

É o tipo de afirmações que caiem bem, sobretudo em regimes "estranhos" ou onde imperou a mudança do partido único de índole marxista-leninista para uma suposta democracia em que continuam a usar este tipo de chavões sem qualquer vergonha ou respeito pelo povo, o tal...

Um abraço,
MozHawk
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por afonsinho » 7/8/2007 21:17

Claro... os povos dos regimes comunistas não têm internet (sem restrições) por causa dos americanos... nada mais óbvio.
 
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por zer0 » 7/8/2007 11:06

Acho que dava um bom sketch do gato fedorento.... :wall:
 
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República Popular Democrática da Coreia

por Keyser Soze » 7/8/2007 8:26

Viana do Castelo
República Democrática da Coreia em debate

O colectivo de jovens trabalhadores da Organização Regional de Viana do Castelo da JCP realizou, no sábado, um debate sobre a situação na República Popular Democrática da Coreia (RPDC), com a presença de Inês Zuber, membro do Secretariado da Direcção Nacional da JCP.

A dirigente afirmou que, ao contrário do que em geral os meios de comunicação passam, a RPDC não é um país agressor, defendendo que não é pela via do estrangulamento económico e da ameaça militar que se encontra a solução para os graves problemas da Coreia. A solução passa por meios políticos, com respeito pela vontade soberana do povo coreano e na perspectiva da reunificação da sua pátria.
Como referiu Inês Zuber, a RPDC é um país extremamente organizado. Contudo enfrenta vários problemas económicos como a fome, os problemas energéticos e dificuldades no acesso às novas tecnologias. Os maiores problemas são as sanções económicas que pretendem bloqueá-los a nível económico e financeiro.

«Embora existam diferenças de prática e projecto de sociedade entre o PCP e o Partido do Trabalho da Coreia, ambos afirmam ter como objectivo a construção de uma sociedade socialista. O que as classes dominantes querem fazer, é roubar-nos a perspectiva e a confiança na vitória, dividir as forças anti-imperialistas e enfraquecer a solidariedade internacionalista. E isso os comunistas portugueses jamais aceitarão», declarou.

Artigo publicado na Edição Nº1742
http://www.avante.pt/noticia.asp?id=192 ... dicao=1742
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