Os sem-abrigo na Dinamarca "ganham" 940 euros/mês
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Mais um excelente post, parabens Keiser, apesar da situação ser peculiar essa historia de vida pode-se dizer que é de um cidadão de 1ª num pais estrangeiro, lá na é rua feliz, cá se calhar tinha um tecto e era + infeliz a contar os tostoes, por estas e por outras é que eu continuo a achar que 100 euros é muito dinheiro pro tuga, é pá isto até parece que uma pessoa está sempre a dizer mal do pais, mas é inevitavel com exemplos destes, parece que está quase tudo por fazer
.
A nossa situação neste momento é quase igual há que tinhamos quando cambiavamos a moeda para ir ao estrangeiro, e ficavamos a perder em relaçao a uma frança italia alemanha devido há nossa moeda valer menos,etc....neste momento o comparavel a isso é o nosso poder de compra corresponder a essa diferença que havia no cambio....ou se calhar neste momento ainda estamos pior afastando-nos da europa..
cumpt
A nossa situação neste momento é quase igual há que tinhamos quando cambiavamos a moeda para ir ao estrangeiro, e ficavamos a perder em relaçao a uma frança italia alemanha devido há nossa moeda valer menos,etc....neste momento o comparavel a isso é o nosso poder de compra corresponder a essa diferença que havia no cambio....ou se calhar neste momento ainda estamos pior afastando-nos da europa..
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só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
Forbes.com
Marijuana's $42 Billion Question
Quentin Hardy 10.01.07, 6:00 AM ET
The U.S. marijuana is a $113 billion annual business that costs taxpayers $41.8 billion in enforcement costs and lost tax revenues, according to a study to be published later Monday.
The study, "Lost Taxes and Other Costs of Marijuana Laws," by Jon Gettman, contends that marijuana sales are mostly the province of teenagers and young adults. His numbers also imply that the industry is supported, in both demand prices, by a relatively few extremely heavy users.
The study used diverse sources including government studies, private research and even High Times magazine to determine that about 25 million Americans consume an estimated total of 31 million pounds of pot annually. The number of users, and the price paid for pot, have changed little over recent years, despite continual government interdiction and incarceration efforts, the study says.
Based on government assumption that some 28.7% of U.S. gross domestic product ends up as tax revenue on a federal, state or local basis, the $113 billion could yield $31 billion in taxes. Assuming that marijuana offenses, which are 5.54% of all arrests, take an equal share of the country's $193 billion in annual criminal justice expenditures, Gettman finds another $10.7 billion in annual savings.
Gettman, who has a Ph.D. in public policy from George Mason University and publishes extensively on the pot business, admits that his numbers are at best rough, but contends they represent an accurate study of what keeping pot illegal costs. "The real answers are somewhere inside the bands" of all the published studies, he says. "It would be interesting to see what the government did with another $42 billion."
The report is available at www.drugscience.org, the Web site of The Bulletin of Cannabis Reform, Gettman's organization.
Away from the headline numbers, a closer examination of Gettman's work carries a couple of interesting surprises. The annual 31 million pounds of pot consumed works out to a daily consumption equivalent by American pot smokers of 1.5 to 1.75 of the 85-by-25-millimeter (length and circumference, respectively) standard joint that the U.S. government rolls for in its studies. Most users don't fire up that much, however.
Of the 25 million annual users, some 12.8 million people over the age of 18 use pot monthly, and about 23% of these smoke three or more joints a day. In this, marijuana seems much like the alcohol business, which relies on 20% of its consumers for more than half of its consumption.
In addition, Gettman's work says that 54.8% of children aged 12-17 and 52.8% of adults over the age of 35 say marijuana would be easy for them to get. The number spikes by as much as 20 percentage points for people between those ages.
In terms of drug selling, however, the numbers skew lower: According to a government study quoted in the report, 3.2% of kids 12-17 have sold drugs, while for those 18 to 24 the number is 6%. It falls to 2.3% for people 25 to 34, and to a mere 0.7% for the 35-and-over set. While this number applies to all drug sales, and not just pot, Gettman maintains that licit marijuana would drive many young dealers out of business.
"Right now, kids buy from other kids," he says. "The fixed costs of entry are quite affordable for a 16-year-old. We don't have that structure in the liquor business. There is an economic incentive for a child to do this, and no control under the current regimen."
O português ideal
Na net corre um risonho comentário sobre o português ideal. Assim: tem uma pensão de 1600 contos por mês; tem dois meses de férias como os juízes; reforma-se aos 57 anos como os enfermeiros; acumula um lugar de vogal na Fundação Luso-Americana com o seu emprego, como o dr. Vítor Constâncio; tem o sistema de saúde dos polícias; tem uma verruga mais uma dioptria no olho esquerdo, e mais outro achaque qualquer para chegar aos 80 por cento de deficiência, e quase não paga inpostos; tem a esposa na TAP e viaja com descontos; tem um pai militar e faz as compras na Manutenção Militar; tem a mãe médica e não paga consultas, ao abrigo do estatuto deontológico da Ordem dos Médicos; e possui um cartão do PS e outro do PSD pelo que arranja sempre um «tacho».
Citando Baptista Bastos (Jornal de Negócios)
eu apoio aqui o marco temos uma historia de luta e combate contra as drogas carregada de preconceitos e por isso mesmo falhada. e com a agravante de estarmos a pagar para eles consumirem a um preço muito inflaccionado e depois pagarmos também a cura. Assim devemos por isso trazer quanto possivel a droga para uma legalidade vigiada eliminando os custos que toda a população está a ter para esses individuos consumirem a droga mais barata nos hospitais vai permitir e facilitar ao aproximar os pacientes dos medicos uma maior eficacia na reabilitação. é diferente se do lado da venda estiver gente interessada na reabilitação ao invés de gente interessada no negocio e no estimulo do consumo.
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
LS Escreveu:Mas, a série de absurdos continuará por aí fora até às salas de chuto.
As salas de chuto não são um absurdo. E muito embora seja evidentemente necessário investir na educação/preparação/mentalidade dos individuos (de preferência desde tenra idade e esse papel não cabe apenas ao Estado mas também aos pais e enfim... a todos nós) essa atitude preventiva não resolve o problema actual nem é eficaz para com os toxico-dependentes já existentes...
Mais, não sabemos o grau de eficácia dessas medidas pelo que enveredar apenas por esse caminho é (pelo menos parcialmente) utópico e é também uma excelente forma de não resolver nada e continuar tudo na mesma.
Porquê?
Porque o problema da droga não é uma questão isolada no contexto social. As reformas são adiadas e mesmo quando são colocadas em práctica, colidem com outros problemas sociais (por exemplo, a Educação em Portugal atravessa inúmeros problemas e portanto é pelo menos parcialmente utópico querer resolver o problema da droga acentando num regime de Educação que é ele próprio uma problemática).
Depois, há reacções/rejeições por parte daqueles a quem são depositadas responsabilidades (fala-se do Estado como se fosse uma entidade autonoma mas quando falamos do Estado estamos a falar directa ou indirectamente de todos nós). Tal como disse atrás, todos somos responsáveis e todos temos de contribuir para que as coisas sejam feitas.
E é por isso, funcionam tão mal ou não funcionam de todo. Não basta dizer «compete ao Estado» ou ao Governo em funções Legislar...
E, voltando à vaca fria, convém por um pouco de lado os planos de resolução incertos num futuro incerto e ver também, de um ponto de vista prático e realista como se resolve de forma tão eficaz quanto possível o problema actual.
Por vezes, chega-se a uma solução que não é esteticamente apelativa mas que (bem vistas as coisas) melhora a qualidade de vida de todos nós.
Esse discurso bem-intencionado, LS, é proferido por muitos (incluindo Governantes) mas até agora ainda não melhorou em nada a nossa qualidade de vida, pelo menos no que diz respeito à toxico-dependência (ou como esta afecta indirectamente a qualidade de vida todos nós).
Para aqueles que dizem que é uma anedota, meditem nisto. Anedota é o estado das coisas actual em que pagamos forte e feio (e por diversas vias) o vício dos outros e praticamente nem reclamamos. A coisa funciona tão bem para os criminosos e arrumadores de automóveis que a coisa segue numa escalada. Mas «opomo-nos» às salas de chuto para as quais certamente contribuiríamos muito menos, que nos afectariam muito menos e que iria combater os males que citei...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
É verdade que financiamos esta situação mas, a solução não passa por abrir salas de chuto.
Temos de intervir no sitio certo da cadeia.
E a má gestão dos dinheiros públicos começa logo na escola. O Estado investe na educação de cada criança uma quantia que não me lembra agora mas, que ainda é assim não me parece que seja irrelevante. E que aproveitamento é que faz deste investimento? Nenhum. Pelo contrário. Apesar de algumas paixões passageiras, não leva a educação dos seus cidadãos a sério. Muita desta malta, que logo à partida conta com handicaps bastante fortes por força do seu contexto social e económico, só anda na escola a fazer disparates e a prejudicar a aprendizagem daqueles que efectivamente querem tirar partido desse investimento.
Logo aí, preferimos ignorar o problema. Deixamos que muitos deles se tornem logo aí pequenos 'marginais' e contemporizamos com a situação. O que é preciso é trabalhar para os indicadores. E fingirmos que já não somos um país de analfabetos. Sim porque esta malta vai ter apesar de tudo a respectiva escolaridade minima obrigatória. Mesmo que continuem sem saber ler ou escrever. É para isso que, actualmente, os professores do ensino público são pressionados.
Seria muito interessante, se a escola conseguisse dotar estes aprendizes de cidadãos de ferramentas que lhe permitisse encarar o seu futuro com com alguma esperança e também qualidade. Mas não.
Que ferramentas é que esta malta precisava para se conseguir o necessário 'switching'? Uma profissão! Tão simples como isso.
Mas, a série de absurdos continuará por aí fora até às salas de chuto. Onde muito provavelmente alguns se quedarão em paz e tranquilidade. Por supostas razões humanitárias, para deixar a malta dar cabo da sua vida em condições de higiene próprias de um país civilizado, na versão armani do socialismo. Ou para poupar dinheiro, na mais moderna versão neo-liberal.
Temos de intervir no sitio certo da cadeia.
E a má gestão dos dinheiros públicos começa logo na escola. O Estado investe na educação de cada criança uma quantia que não me lembra agora mas, que ainda é assim não me parece que seja irrelevante. E que aproveitamento é que faz deste investimento? Nenhum. Pelo contrário. Apesar de algumas paixões passageiras, não leva a educação dos seus cidadãos a sério. Muita desta malta, que logo à partida conta com handicaps bastante fortes por força do seu contexto social e económico, só anda na escola a fazer disparates e a prejudicar a aprendizagem daqueles que efectivamente querem tirar partido desse investimento.
Logo aí, preferimos ignorar o problema. Deixamos que muitos deles se tornem logo aí pequenos 'marginais' e contemporizamos com a situação. O que é preciso é trabalhar para os indicadores. E fingirmos que já não somos um país de analfabetos. Sim porque esta malta vai ter apesar de tudo a respectiva escolaridade minima obrigatória. Mesmo que continuem sem saber ler ou escrever. É para isso que, actualmente, os professores do ensino público são pressionados.
Seria muito interessante, se a escola conseguisse dotar estes aprendizes de cidadãos de ferramentas que lhe permitisse encarar o seu futuro com com alguma esperança e também qualidade. Mas não.
Que ferramentas é que esta malta precisava para se conseguir o necessário 'switching'? Uma profissão! Tão simples como isso.
Mas, a série de absurdos continuará por aí fora até às salas de chuto. Onde muito provavelmente alguns se quedarão em paz e tranquilidade. Por supostas razões humanitárias, para deixar a malta dar cabo da sua vida em condições de higiene próprias de um país civilizado, na versão armani do socialismo. Ou para poupar dinheiro, na mais moderna versão neo-liberal.
LS Escreveu:Com franqueza. Então e quem paga a minha cerveja? E os meus cafés? E os meus 'shots'? E porque é que o Estado que cobra impostos sobre o tabaco, penalizando os fumadores, tem de financiar a heroina e a coca dos indigentes?
E tenho também de financiar os que não querem trabalhar?
E tenho também de financiar os que andam a roubar?
Então, andamos a encerrar centros de saúde, hospitais, esquadras e a clamar pelo despedimento de funcionários públicos (médicos, professores, bombeiros, policias, cientistas, etc) para financiar os ociosos e os criminosos. Ora essa.
tu não percebes que já os financias !?...e muito!
como o MA disse De uma forma geral, os toxico-dependentes não trabalham e não têm rendimentos honestos. Portanto, como pensas que estão a suportar o vício?
"nós" é que lhes pagamos o vicio qd somos vitimas de assaltos ou dos arrumadores, somos "nós" que sofremos a violência aquando dos assaltos e por vezes a morte e adicionalmente ainda temos custos com a Policia, com os Tribunais e em mantê-los na cadeia enquanto cumprem pena
se, através de "salas de chuto" o Estado fornecesse a droga (podemos ficar com a droga apreendida nos outros paises por ex) aos cidadãos (apenas nacionalidade portuguesa, para não virem para aqui os estrangeiros), se tivessem numa base de dados em que se confirmasse que não tinham algum qq tipo de património ou rendimento, então na prática teriamos elementos muito menos violentos e menos propensos ao crime e violência
existem muitos sem abrigo alcoolicos que não fazem mal a minguém pq o vinho é barato
(liberlaizar a droga não funcionaria pq emigrariam para aqui todos os toxidependentes do mundo...é melhor ser o estado a controlar o "comércio")
Keyser Soze Escreveu:por droga grauita refiro-me ás drogas pesadas que provocam ressaca violenta ( não é erva, haxixe..)
é uma questão de custos
tu já patrocinas a Policia, os Tribunais, as Prisões...
Com franqueza. Então e quem paga a minha cerveja? E os meus cafés? E os meus 'shots'? E porque é que o Estado que cobra impostos sobre o tabaco, penalizando os fumadores, tem de financiar a heroina e a coca dos indigentes?
E tenho também de financiar os que não querem trabalhar?
E tenho também de financiar os que andam a roubar?
Então, andamos a encerrar centros de saúde, hospitais, esquadras e a clamar pelo despedimento de funcionários públicos (médicos, professores, bombeiros, policias, cientistas, etc) para financiar os ociosos e os criminosos. Ora essa.
Keyser Soze Escreveu:é uma questão de custos
Fica sabendo que isto não justifica tudo numa sociedade civilizada. Se ainda fosse por uma questão humanitária para salvar a vida de alguns seres humanos, ainda poderia repensar a minha opinião.
Desculpa mas o urso pôs-me mal disposto.
ls
Ha um participante aqui do fórum que se não me engano é o Driving South que mora em Copenhaga, ele pode ar informações mais precisas sobre o tema. Eu como turista já fui à Dinamarca e sei que há muitos sem abrigo "a lutar" pelas garrafas, pois os centros de reciclagem pagam por elas alguns tostões que se podem converter num ordenado como o do Adolfo.
Há uma zona de Copenhaga junto aos canais (Nyhavn) com muitos bares e onde é costume a malta se encontrar a beber cerveja esparramado por ali a aproveitar os raios de sol.
Há uma zona de Copenhaga junto aos canais (Nyhavn) com muitos bares e onde é costume a malta se encontrar a beber cerveja esparramado por ali a aproveitar os raios de sol.
MarcoAntonio Escreveu:dakshinamurti Escreveu:Cá eu, reservo-me ao direito de não patrocinar os "chutos" de ninguém.
Droga gratuita deve ser a piada do século, sem qualquer ofensa.
E acho que não é preciso ser-se libertário minarquista como eu, para achar absurdo pagar os vícios destrutivos alheios.
Droga livre? Muito bem. De acordo. Como bom libertário, não defendo crimes sem vítima (vítimas deles mesmos não conta para o conceito). Mas que sustentem o próprio vício.
Mas tu já sustentas esse vício e a um preço mais elevado (porque a droga é adquirida num mercado-negro).
De uma forma geral, os toxico-dependentes não trabalham e não têm rendimentos honestos. Portanto, como pensas que estão a suportar o vício?
Evidentemente à custa dos outros, de forma ilegítima (roubando) ou via persuassão (como no caso dos arrumadores).JOGO2006MARKITOS Escreveu:Aqui a questão é: sustentar o vício ou sustentar as consequências do vício? É uma questão de se fazer as contas... icon_lol.gif (ora 3% do PIB são...e vai 1...tira-se 9...?)
Não. Trata-se de sustentar o vício a um preço mais baixo e com índice de criminalidade e economias paralelas menor ou sustentar o vício, criminalidade e economias paralelas elevadas e custos das consequências do vício (nomeadamente quando alguns são apanhados).
Volta que meia volta assistimos a notícias de apreensão de droga mas há muito que sinto mais frustração que outra coisa quando vejo essas notícias pois quando uma operação dessas tem sucesso ficamos pior do que estavamos. O resultado de uma operação como essas é:
> Droga mais cara devido à relação procura-oferta;
> Mais criminalidade nos próximos tempos para compensar...
Ninguém vai deixar de consumir droga devido a essa apreensão, o submundo da droga continua praticamente intocado com essas operações esporádicas e nada melhora. Na verdade, só piora...
Quando eu era miúdo praticamente não se ouvia falar de assaltos. Hoje, os apartamentos e moradias são assaltados. Ourivesarias são assaltadas em pleno dia à vista de toda a gente por gente armada e encapuçada e donas de bombas de gasolina são baleadas e mortas por uns meros 20 euros.
Pois...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
A questão da droga deve ser mesmo tratada por forma a acabar com a questão económica da mesma.
Se acabarmos com esta questão tenho quase a certeza que teremos uma redução de custos em vários sectores menos no da saúde (se consideramos um aumento do consumo).
Agora teria de ser uma medida concertada, se não não resultava..
Enfim, é como não legalizar a prostituição, mas depois não se fazer nada contra ela, a não ser alguns raids do SEF mas sobretudo contra as redes de trafego humano e a emigração ilegal...
Se quisessem fazer algo era só abrir um jornal e começar...
Quanto ao senhor.. é o mal do estado social... mas na alemanha já temos uma nova profisão tb, os subsidiados do estado... casais com idade por volta dos 50 anos muitos da ex-RDA que só vivem do subsidio e que já contituem uma classe..
Se acabarmos com esta questão tenho quase a certeza que teremos uma redução de custos em vários sectores menos no da saúde (se consideramos um aumento do consumo).
Agora teria de ser uma medida concertada, se não não resultava..
Enfim, é como não legalizar a prostituição, mas depois não se fazer nada contra ela, a não ser alguns raids do SEF mas sobretudo contra as redes de trafego humano e a emigração ilegal...
Se quisessem fazer algo era só abrir um jornal e começar...
Quanto ao senhor.. é o mal do estado social... mas na alemanha já temos uma nova profisão tb, os subsidiados do estado... casais com idade por volta dos 50 anos muitos da ex-RDA que só vivem do subsidio e que já contituem uma classe..
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O problema nessa lógica é que acabamos por ser nós na mesma que sustentamos as consequências do vicio, seja através de policia, prisões, criminalidade relacionada, etc..
Aqui a questão é: sustentar o vício ou sustentar as consequências do vício? É uma questão de se fazer as contas...
(ora 3% do PIB são...e vai 1...tira-se 9...?)
Aqui a questão é: sustentar o vício ou sustentar as consequências do vício? É uma questão de se fazer as contas...
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Cá eu, reservo-me ao direito de não patrocinar os "chutos" de ninguém.
Droga gratuita deve ser a piada do século, sem qualquer ofensa.
E acho que não é preciso ser-se libertário minarquista como eu, para achar absurdo pagar os vícios destrutivos alheios.
Droga livre? Muito bem. De acordo. Como bom libertário, não defendo crimes sem vítima (vítimas deles mesmos não conta para o conceito). Mas que sustentem o próprio vício.
Droga gratuita deve ser a piada do século, sem qualquer ofensa.
E acho que não é preciso ser-se libertário minarquista como eu, para achar absurdo pagar os vícios destrutivos alheios.
Droga livre? Muito bem. De acordo. Como bom libertário, não defendo crimes sem vítima (vítimas deles mesmos não conta para o conceito). Mas que sustentem o próprio vício.
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Re: Se calhar...
mcarvalho Escreveu:também aqui compensava mais pagar esse valor aos sem abrigo, marginais e tóxico dependentes do que pagar às várias instituições de solidariedade social, polícias e tribunais, cadeias etc.. porque com esse valor haveria menos marginais, menos crimes, menos prejuízos, menos perda de tempo , menos circuitos a CFN e, mais respeito pelas instituições...
Façam-se as contas..
eu apenas aplicaria o teu raciocinio aos tóxicodependentes
sou a favor das salas de chuto
ser o Estado a fornecer a droga gratuitamente
80% da pop. prisional está, directamente ou indirectamente, ligada à droga:
tráfico, roubo, assaltos, agressões, homicidios....tudo para obter dinheiro para comprar droga e aguentar o vicio
com a droga "gratuita" não havia necessidade de recorrer à violência para obter droga
Se calhar...
também aqui compensava mais pagar esse valor aos sem abrigo, marginais e tóxico dependentes do que pagar às várias instituições de solidariedade social, polícias e tribunais, cadeias etc.. porque com esse valor haveria menos marginais, menos crimes, menos prejuízos, menos perda de tempo , menos circuitos a CFN e, mais respeito pelas instituições...
Façam-se as contas..
Façam-se as contas..
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o "subsidio" é para quem está integrado no sistema de segurança social
ele ainda não está...é o objectivo dele
ele ainda não está...é o objectivo dele
onde admite que um dia quer estar integrado no sistema de segurança social para poder ter um quarto que substitua as ruas, e onde quer também vender o Hus Forbi, o jornal de rua dinamarquês.
Isto porque «aqui dão aos sem abrigo um mínimo de 7.000 coroas dinamarquesas»,
"Todos os dias consegue, com o seu trabalho, guardar 50 euros, «no mínimo», e «comer e beber bem»,"
"afirma ter «muitos amigos» que lhe dão dinheiro, mas «nunca de mão estendida» porque «mendigar, nunca!»."
Vamos lá analisar a notícia:
Se ele guarda 50€ mínimo por dia (atenção à palavra guardar, deve receber mais que depois deve gastar em alimentação), e considerando que descansa ao fim-de-semana, então ganha cerca de 1100€ por mês. Sem descanso esse valor sobe para 1500€.
No entanto, há "muitos amigos" que lhe dão dinheiro! Porquê? Não consegue sobreviver com 1500€ por mês, sem ter renda para pagar, só alimentação?
Pois é, há algo mal contado aqui... além disso, mesmo considerando que todas as garrafas que ele encontra valem 40 cêntimos, ele tem que apanhar mais de 120 garrafas por dia, e de certeza que não é no chão das ruas que as apanha, refiro-me ao lixo e afins.
Se ele acha que viver na rua e andar ao lixo é uma vida de príncipe, isso é lá com ele. Com os 500€ em Portugal e fazendo as compras no Lidl, também o conseguia.
"afirma ter «muitos amigos» que lhe dão dinheiro, mas «nunca de mão estendida» porque «mendigar, nunca!»."
Vamos lá analisar a notícia:
Se ele guarda 50€ mínimo por dia (atenção à palavra guardar, deve receber mais que depois deve gastar em alimentação), e considerando que descansa ao fim-de-semana, então ganha cerca de 1100€ por mês. Sem descanso esse valor sobe para 1500€.
No entanto, há "muitos amigos" que lhe dão dinheiro! Porquê? Não consegue sobreviver com 1500€ por mês, sem ter renda para pagar, só alimentação?
Pois é, há algo mal contado aqui... além disso, mesmo considerando que todas as garrafas que ele encontra valem 40 cêntimos, ele tem que apanhar mais de 120 garrafas por dia, e de certeza que não é no chão das ruas que as apanha, refiro-me ao lixo e afins.
Se ele acha que viver na rua e andar ao lixo é uma vida de príncipe, isso é lá com ele. Com os 500€ em Portugal e fazendo as compras no Lidl, também o conseguia.
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Calma JOGO2006MARKITOS
ele limitou-se a investir... como faz qualquer político, empresário ou economista..ou . 
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Bela representação de Portugal, um sujeito que emigra para viver na rua à pala do sistema de segurança social, não sei se hei-de rir ou chorar de vergonha.
Ainda se dá ao luxo de gozar a malta que fica em Portugal a trabalhar no duro para ganhar menos do que aquilo que ele recebe simplesmente a dormir pelos cantos...
Atenção, não digo mal da Dinamarca nem de Portugal, digo mal sim da atitude preguiçosa e de "carraça social" deste sujeito.
Ainda se dá ao luxo de gozar a malta que fica em Portugal a trabalhar no duro para ganhar menos do que aquilo que ele recebe simplesmente a dormir pelos cantos...
Atenção, não digo mal da Dinamarca nem de Portugal, digo mal sim da atitude preguiçosa e de "carraça social" deste sujeito.
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- Localização: Jogo de Bolsa
fgh
Vamos lá a contas...
Em Portugal o rendimento minimos que sustenta os mais pobres deve rondar os 200 euros salvo erro.
Portugal vive dos fundos de desemprego que na verdade
continuam empregado(tambem as baixas fraudulentas).
Terceiro, os sem.abrigo de Lisboa grande parte dedicado ao arrumos de carros recebe em media por dia(casos) entre os 50-60 euros
Ora..30 dias X 50 euros sao - 1500
Comida e bebida(em muitos casos dormida) distribuida de borlix..
Uma grande reportagem revelou que os arrumadores em lisboa chegam a tirar gorgetas estraordinarias, surge a nuance da despesa das drogas e do alcool.
Resumindo cada caso é um caso e nao queria minimamente ferir qualquer um dos sem abrigo que infelizmente nao têm nada q ver com o assunto.
.Nós é que nos fazemos pobres por natureza.
.
Em Portugal o rendimento minimos que sustenta os mais pobres deve rondar os 200 euros salvo erro.
Portugal vive dos fundos de desemprego que na verdade
continuam empregado(tambem as baixas fraudulentas).
Terceiro, os sem.abrigo de Lisboa grande parte dedicado ao arrumos de carros recebe em media por dia(casos) entre os 50-60 euros
Ora..30 dias X 50 euros sao - 1500
Comida e bebida(em muitos casos dormida) distribuida de borlix..
Uma grande reportagem revelou que os arrumadores em lisboa chegam a tirar gorgetas estraordinarias, surge a nuance da despesa das drogas e do alcool.
Resumindo cada caso é um caso e nao queria minimamente ferir qualquer um dos sem abrigo que infelizmente nao têm nada q ver com o assunto.
.Nós é que nos fazemos pobres por natureza.
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É preciso viver..nao apenas existir.
É preciso viver..nao apenas existir.
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Os sem-abrigo na Dinamarca "ganham" 940 euros/mês
7,000 Danish Krone = 940.807 Euro
Dinamarca
Sem-abrigo português «reina» nas ruas de Copenhaga
Adolfo de Carvalho, 54 anos, vive há sete da recolha de garrafas nas ruas de Copenhaga, Dinamarca. Assume-se como um «sem-abrigo» com um «ordenado» invejável para Portugal
Natural de Amarante, Adolfo, conhecido nas ruas da capital dinamarquesa por 'Porto', em conversa com a Lusa, garante que vai «morrer nesta cidade» porque não se está a ver a regressar a Portugal para ter um emprego que, «no máximo, daria 500 euros por mês».
A explicação é simples. Todos os dias consegue, com o seu trabalho, guardar 50 euros, «no mínimo», e «comer e beber bem», apesar de dormir na rua, «onde calha». Um «príncipe» português que admite «reinar» nas ruas da capital dinamarquesa.
O seu «banco», onde guarda as poupanças diárias, é uma casa de banho pública, que, em Copenhaga, dispõem de cacifos que podem ser alugados ao mês, guardando os restantes haveres num carrinho de mão.
Este pequeno carro, coberto com um oleado verde «porque chove muito nestas terras», serve-lhe, ao mesmo tempo, para recolher e transportar garrafas vazias que, depois, vende por entre uma e três coroas dinamarquesas cada (entre 15 e 40 cêntimos de Euro).
Adolfo de nada se queixa, até porque todos os anos faz «duas a três semanas» de férias em Portugal e «só» viaja de avião.
Já não tem família em Portugal, mas todos os anos visita um «bom amigo» que tem em Matosinhos.
Adolfo prefere ser sem-abrigo na Dinamarca do que regressar à sua antiga vida em Portugal, apesar de ser um «funcionário público» com uma licença sem vencimento «por 10 anos», sendo o seu antigo local de trabalho uma escola de Amarante, onde está(va) colocado como electricista, a sua profissão.
«Não, não me estou a ver regressar a Portugal por causa dos 500 euros que os meus antigos colegas ganham. Estou bem aqui e é aqui, em Copenhaga, que vou morrer. Só espero que seja daqui a muitos anos», disse em conversa com o jornalista da Lusa.
'Porto', como é conhecido na cidade onde garante que é respeitado «porque se dá ao respeito» e «até onde a polícia já o conhece e cumprimenta» por saber que não é «pessoa para arranjar problemas», afirma ter «muitos amigos» que lhe dão dinheiro, mas «nunca de mão estendida» porque «mendigar, nunca!».
Antes de chegar às ruas de Copenhaga, Adolfo de Carvalho, passou por França, Holanda, Suécia «e outros países», mas em «nenhum deles» se sentiu tão bem como na Dinamarca, onde admite que um dia quer estar integrado no sistema de segurança social para poder ter um quarto que substitua as ruas, e onde quer também vender o Hus Forbi, o jornal de rua dinamarquês.
Isto porque «aqui dão aos sem abrigo um mínimo de 7.000 coroas dinamarquesas», sendo que os seus amigos «da rua» têm esse subsídio e «até mais», como é o caso de um finlandês, Asser, a quem 'Porto' chama 'Esquimó', que recebe do estado dinamarquês, «sem falta», 10.500 coroas mensalmente.
«Uma fortuna», diz Adolfo.
Adolfo é o único português a viver nas ruas de Copenhaga e garante que tem o estatuto de ser, dos actuais sem abrigo que circulam pela cidade, «o que aqui anda há mais tempo», sendo, por isso, sublinha, «um bom representante de Portugal» por estas paragens.
Lusa (Ricardo Bordalo)/SOL
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