«Verdadeiro Crash»
Meus amigos
Penso que escolhi uma óptima altura para casar e ir de lua de mel...
Quanto a mercados estou fora desde 23 de julho precisamente porque vou casar e isto é mais trabalhoso que gerir uma carteira de activos...se é.
Acho que por isso só devemos casar 1 vez.
Quanto a férias, parece que estas correcções nos states já não têm haver só com a crise no mercado do crédito mas também o efeito férias...é verdade ninguém iria resistir a umas boas férias com as mais valias que o mercado proporcionou.
Cumprimentos.
Quanto a mercados estou fora desde 23 de julho precisamente porque vou casar e isto é mais trabalhoso que gerir uma carteira de activos...se é.
Acho que por isso só devemos casar 1 vez.
Quanto a férias, parece que estas correcções nos states já não têm haver só com a crise no mercado do crédito mas também o efeito férias...é verdade ninguém iria resistir a umas boas férias com as mais valias que o mercado proporcionou.
Cumprimentos.
negativos
Semitela Escreveu:Amanhã , tudo indica mais uma abertura em forte baixa.
Isto parece que tem pernas para andar , Dax nos 7300 , spx nos 1440 ,dj nos 13000 e ndx nos 1870.
Para mais esclarecimentos graficos ( ver blog ).
Abraços e haja saude .
FECHO EM MINIMOS:
nasdaq = - 1,43% (... e com futuros nos -2,25%)
Parece que leram todos o David Nichols, que continua pessimista:
- Anexos
-
- David N.bmp (0 Bytes) Visualizado 1645 vezes
... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
Troubles!!!
Índices caem mais de 1%
Crise hipotecária reacende e penaliza Wall Street
As bolsas norte-americanas anularam os ganhos registados durante a manhã, com o reacender da crise no mercado hipotecário de alto risco dos Estados Unidos. E nem os resultados económicos favoráveis à maior economia do mundo "salvaram" Wall Street. O Nasdaq perdeu 1,43% e o S&P 500 recuou 1,29%.
--------------------------------------------------------------------------------
Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
As bolsas norte-americanas anularam os ganhos registados durante a manhã, com o reacender da crise no mercado hipotecário de alto risco dos Estados Unidos. E nem os resultados económicos favoráveis à maior economia do mundo "salvaram" Wall Street. O Nasdaq perdeu 1,43% para os 2.546,27 pontos e o S&P 500 recuou 1,29%.
O Dow Jones [Cot] chegou a ganhar mais de 1% no inicio da sessão mas encerrou a cair 1,12% para os 13.208,90 pontos, depois da American Home Mortgage ter anunciado que não tem fundos para financiar novos empréstimos e poderá ter que vender activos. As acções da empresa de crédito hipotecário caíram 89,16% para os 1,135 dólares.
O Nasdaq [Cot] perdeu 1,43% para os 2.546,27 pontos e o S&P 500 recuou 1,29%.
De acordo com o comunicado da American Home Mortgage, os bancos de investimento cortaram as linhas de crédito e deixaram a empresa sem dinheiro para financiar os 300 milhões de créditos que já tinha acordado. A empresa antecipa que entre 450 milhões a 500 milhões de empréstimos não vão ter financiamento.
Antes disso, a MGIC Investment e a Radian Group tinham afirmado que os seus activos combinados, avaliados em mil milhões de dólares, em hipotecas de créditos à habitação de elevado risco, podem não valer nada. Os títulos da MGIC Investment chegaram a cair mais de 18%, tendo encerrado a perder 14,77% e os da Radian desvalorizaram mais de 23% e fecharam a cair 15,67%.
Estas notícias fizeram reacender a crise do mercado hipotecário de alto risco nos Estados Unidos e os receios de que possa alastrar as outros sectores da economia norte-americana. Recorde-se que na semana passada, esta crise já tinha provocado fortes quedas nos mercados mundiais. O Dow Jones, por exemplo, chegou a perder mais de 3% numa sessão.
Antes do surgimento destas notícias, as praças norte-americanas registaram uma forte subida devido aos resultados acima do previsto da General Motors (GM) e da Sun Microsystems. A GM anunciou que no segundo trimestre do ano, os lucros foram mais do dobro do previsto pelos analistas e atingiram os 891 milhões de dólares. Este foi o primeiro trimestre, em dois anos, que a GM registou um resultados positivo. Os títulos da empresa ganharam 0,58% para os 32,80 dólares.
Já a Sun Microsystems subiu 4,29% para os 5,10 euros, depois de anunciar também resultados acima das estimativas.
Hoje, foi ainda conhecido que os gastos privados dos norte-americanos caiu mais do que esperado e que a confiança dos consumidores atingiu o nível mais elevados dos últimos seis anos.
Nas bolsas europeias os índices registaram a maior subida em quatro anos.
Crise hipotecária reacende e penaliza Wall Street
As bolsas norte-americanas anularam os ganhos registados durante a manhã, com o reacender da crise no mercado hipotecário de alto risco dos Estados Unidos. E nem os resultados económicos favoráveis à maior economia do mundo "salvaram" Wall Street. O Nasdaq perdeu 1,43% e o S&P 500 recuou 1,29%.
--------------------------------------------------------------------------------
Ana Luísa Marques
anamarques@mediafin.pt
As bolsas norte-americanas anularam os ganhos registados durante a manhã, com o reacender da crise no mercado hipotecário de alto risco dos Estados Unidos. E nem os resultados económicos favoráveis à maior economia do mundo "salvaram" Wall Street. O Nasdaq perdeu 1,43% para os 2.546,27 pontos e o S&P 500 recuou 1,29%.
O Dow Jones [Cot] chegou a ganhar mais de 1% no inicio da sessão mas encerrou a cair 1,12% para os 13.208,90 pontos, depois da American Home Mortgage ter anunciado que não tem fundos para financiar novos empréstimos e poderá ter que vender activos. As acções da empresa de crédito hipotecário caíram 89,16% para os 1,135 dólares.
O Nasdaq [Cot] perdeu 1,43% para os 2.546,27 pontos e o S&P 500 recuou 1,29%.
De acordo com o comunicado da American Home Mortgage, os bancos de investimento cortaram as linhas de crédito e deixaram a empresa sem dinheiro para financiar os 300 milhões de créditos que já tinha acordado. A empresa antecipa que entre 450 milhões a 500 milhões de empréstimos não vão ter financiamento.
Antes disso, a MGIC Investment e a Radian Group tinham afirmado que os seus activos combinados, avaliados em mil milhões de dólares, em hipotecas de créditos à habitação de elevado risco, podem não valer nada. Os títulos da MGIC Investment chegaram a cair mais de 18%, tendo encerrado a perder 14,77% e os da Radian desvalorizaram mais de 23% e fecharam a cair 15,67%.
Estas notícias fizeram reacender a crise do mercado hipotecário de alto risco nos Estados Unidos e os receios de que possa alastrar as outros sectores da economia norte-americana. Recorde-se que na semana passada, esta crise já tinha provocado fortes quedas nos mercados mundiais. O Dow Jones, por exemplo, chegou a perder mais de 3% numa sessão.
Antes do surgimento destas notícias, as praças norte-americanas registaram uma forte subida devido aos resultados acima do previsto da General Motors (GM) e da Sun Microsystems. A GM anunciou que no segundo trimestre do ano, os lucros foram mais do dobro do previsto pelos analistas e atingiram os 891 milhões de dólares. Este foi o primeiro trimestre, em dois anos, que a GM registou um resultados positivo. Os títulos da empresa ganharam 0,58% para os 32,80 dólares.
Já a Sun Microsystems subiu 4,29% para os 5,10 euros, depois de anunciar também resultados acima das estimativas.
Hoje, foi ainda conhecido que os gastos privados dos norte-americanos caiu mais do que esperado e que a confiança dos consumidores atingiu o nível mais elevados dos últimos seis anos.
Nas bolsas europeias os índices registaram a maior subida em quatro anos.
vitor79 Escreveu:vgasmo, Em primeiro lugar bem-vimdo.
Agora qual o livro do Louça que te referes, e onde o posso encontrar.
Obrigado.
boas!
Cá está: http://www.amazon.com/Time-Goes-Industr ... 0199251053
Espero ter ajudado.
Agora, apesar de economista de inovação e tecnologia também faço um bocadinho de trading, e como não acredito num crash hoje, vou acompanhar a minha reentrada no BCP.
- Mensagens: 50
- Registado: 2/2/2006 19:58
- Localização: 13
Artigo interessante publicado hoje no jornal "Público". Nunca é demais ir lendo estas coisas, mesmo em dias de ganhos.
Receios crescentes de degradação da liquidez
A semana que agora se inicia continuará marcada, nos mercados financeiros, pelos receios crescentes de uma possível degradação nas condições globais ao nível da liquidez. De facto, é cada vez mais evidente um aumento da aversão ao risco e uma adopção de critérios de financiamento mais restritivos no sector privado, com um potencial impacto negativo na liquidez (e, eventualmente, na actividade económica real).
Num primeiro momento, este facto resultou da deterioração da qualidade do crédito hipotecário nos EUA nos segmentos de taxa variável e sub-prime, a qual forçou, por sua vez, uma pressão para o repricing do crédito titulado de maior risco. O impacto negativo sobre as instituições financeiras directa ou indirectamente expostas a estes títulos resultou numa degradação generalizada do ambiente no mercado de crédito, visível num aumento da incerteza e dos níveis de volatilidade. Assim, assiste-se a uma menor propensão dos investidores ao risco, mesmo para lá do crédito hipotecário, com a suspensão, ou adiamento, de transacções e contratos de financiamento (ex. LBO, ou leveraged buyouts), em alguns casos para revisão das condições do preço e estrutura. Um risco importante é o de que o esforço acrescido para as instituições envolvidas no financiamento deste tipo de transacções possa obrigar a critérios mais restritivos noutras operações de concessão de crédito, com consequências negativas ao nível do crescimento da liquidez.
Para já, os fundamentos a nível microeconómico mantêm-se positivos, uma vez que a situação financeira das empresas nas principais economias continua, em geral, favorável.
A nível macroeconómico, a inflação mantém-se relativamente contida, suportando, em conjunto com uma criação de emprego dinâmica, o consumo privado na zona euro e nos EUA.
Em termos globais, espera-se que a procura se mantenha forte, assente, essencialmente, no processo de industrialização em curso na Ásia emergente. No entanto, a subida dos spreads de crédito e a maior restritividade nos critérios de financiamento deverão estar a sugerir uma reavaliação progressiva do risco para níveis mais adequados à realidade e mais próximos dos níveis históricos. Em suma, as recentes perturbações deverão estar a sugerir uma evolução no mercado de crédito, no sentido de uma subida sustentada do preço do dinheiro, reflectindo de forma mais adequada os riscos existentes. Esta semana, e após as quedas do final da semana passada, será importante perceber até que ponto os mercados accionistas continuam a mostrar-se sensíveis a esta alteração de sentimento no mercado de crédito.
Ao nível de indicadores, destacam-se, nos EUA, a divulgação - na 6.ª-feira - dos números da criação de emprego e da taxa de desemprego de Julho.
Em ambos os casos, espera-se uma estabilização face ao mês anterior, com cerca de 130 mil novos empregos e com a taxa de desemprego a manter-se em 4,5 por cento. Antes, na 3.ª-feira, será conhecido o deflator das despesas de consumo privado a nível core referente a Junho.
Também aqui se espera uma estabilização face ao mês anterior, com um registo homólogo de 1,9 por cento, perto do limite de dois por cento considerado implicitamente pela Reserva Federal como aceitável para este indicador de inflação.
Na 4.ª e na 6.ª-feira, serão divulgados os índices de actividade ISM relativos à indústria e aos serviços, respectivamente. Ambos deverão sugerir um ligeiro abrandamento da actividade em Julho.
Na zona euro, a semana será igualmente rica. Já na 3.ª-feira, serão conhecidos os indicadores de confiança da Comissão Europeia, esperando-se uma ligeira quebra do sentimento, reflectindo as recentes perturbações nos mercados financeiros, a subida dos juros e a evolução em alta do petróleo. Espera-se, contudo, que estes indicadores continuem a ser consistentes com um crescimento da actividade económica real relativamente forte na zona euro, ainda acima do potencial.
Na 3.ª-feira, será conhecida a estimativa preliminar do Eurostat para a inflação homóloga de Julho, esperando-se um registo de 1,9 por cento, semelhante ao de Junho.
Na 5.ª-feira, o BCE deverá anunciar a manutenção da principal taxa de juro de referência em quatro por cento. A decisão não será seguida da habitual conferência de imprensa, pelo que deverá permanecer em aberto o timing preciso da nova subida para 4,25 por cento - Setembro ou Outubro.
ES Research - Banco Espírito Santo [/b]
Receios crescentes de degradação da liquidez
A semana que agora se inicia continuará marcada, nos mercados financeiros, pelos receios crescentes de uma possível degradação nas condições globais ao nível da liquidez. De facto, é cada vez mais evidente um aumento da aversão ao risco e uma adopção de critérios de financiamento mais restritivos no sector privado, com um potencial impacto negativo na liquidez (e, eventualmente, na actividade económica real).
Num primeiro momento, este facto resultou da deterioração da qualidade do crédito hipotecário nos EUA nos segmentos de taxa variável e sub-prime, a qual forçou, por sua vez, uma pressão para o repricing do crédito titulado de maior risco. O impacto negativo sobre as instituições financeiras directa ou indirectamente expostas a estes títulos resultou numa degradação generalizada do ambiente no mercado de crédito, visível num aumento da incerteza e dos níveis de volatilidade. Assim, assiste-se a uma menor propensão dos investidores ao risco, mesmo para lá do crédito hipotecário, com a suspensão, ou adiamento, de transacções e contratos de financiamento (ex. LBO, ou leveraged buyouts), em alguns casos para revisão das condições do preço e estrutura. Um risco importante é o de que o esforço acrescido para as instituições envolvidas no financiamento deste tipo de transacções possa obrigar a critérios mais restritivos noutras operações de concessão de crédito, com consequências negativas ao nível do crescimento da liquidez.
Para já, os fundamentos a nível microeconómico mantêm-se positivos, uma vez que a situação financeira das empresas nas principais economias continua, em geral, favorável.
A nível macroeconómico, a inflação mantém-se relativamente contida, suportando, em conjunto com uma criação de emprego dinâmica, o consumo privado na zona euro e nos EUA.
Em termos globais, espera-se que a procura se mantenha forte, assente, essencialmente, no processo de industrialização em curso na Ásia emergente. No entanto, a subida dos spreads de crédito e a maior restritividade nos critérios de financiamento deverão estar a sugerir uma reavaliação progressiva do risco para níveis mais adequados à realidade e mais próximos dos níveis históricos. Em suma, as recentes perturbações deverão estar a sugerir uma evolução no mercado de crédito, no sentido de uma subida sustentada do preço do dinheiro, reflectindo de forma mais adequada os riscos existentes. Esta semana, e após as quedas do final da semana passada, será importante perceber até que ponto os mercados accionistas continuam a mostrar-se sensíveis a esta alteração de sentimento no mercado de crédito.
Ao nível de indicadores, destacam-se, nos EUA, a divulgação - na 6.ª-feira - dos números da criação de emprego e da taxa de desemprego de Julho.
Em ambos os casos, espera-se uma estabilização face ao mês anterior, com cerca de 130 mil novos empregos e com a taxa de desemprego a manter-se em 4,5 por cento. Antes, na 3.ª-feira, será conhecido o deflator das despesas de consumo privado a nível core referente a Junho.
Também aqui se espera uma estabilização face ao mês anterior, com um registo homólogo de 1,9 por cento, perto do limite de dois por cento considerado implicitamente pela Reserva Federal como aceitável para este indicador de inflação.
Na 4.ª e na 6.ª-feira, serão divulgados os índices de actividade ISM relativos à indústria e aos serviços, respectivamente. Ambos deverão sugerir um ligeiro abrandamento da actividade em Julho.
Na zona euro, a semana será igualmente rica. Já na 3.ª-feira, serão conhecidos os indicadores de confiança da Comissão Europeia, esperando-se uma ligeira quebra do sentimento, reflectindo as recentes perturbações nos mercados financeiros, a subida dos juros e a evolução em alta do petróleo. Espera-se, contudo, que estes indicadores continuem a ser consistentes com um crescimento da actividade económica real relativamente forte na zona euro, ainda acima do potencial.
Na 3.ª-feira, será conhecida a estimativa preliminar do Eurostat para a inflação homóloga de Julho, esperando-se um registo de 1,9 por cento, semelhante ao de Junho.
Na 5.ª-feira, o BCE deverá anunciar a manutenção da principal taxa de juro de referência em quatro por cento. A decisão não será seguida da habitual conferência de imprensa, pelo que deverá permanecer em aberto o timing preciso da nova subida para 4,25 por cento - Setembro ou Outubro.
ES Research - Banco Espírito Santo [/b]
<b>Margem Sul</b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
Um facto ficará na história se algum crash acontecer, muitas pessoas a prever 
"O desprezo pelo dinheiro é frequente, sobretudo naqueles que não o possuem"
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
Site porreiro para jogar (carregar em Arcade) : www.gamespt.net
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
Site porreiro para jogar (carregar em Arcade) : www.gamespt.net
Pata-Hari Escreveu: Como dizes, prognósticos, são fáceis no fim do jogo (e são o trabalho dos economistas). Ah, por último, é o teu segundo post
.
Bem, estive para acrescentar essa parte dos economistas (porque somos bons a dizer o que devia ter acontecido e na busca das causas mas invariavelmente maus nas previsões).
Sim, e este agora é o terceiro post(mas não me lembro do primeiro)... obrigado
Não me parece que o sobreendividamento possa acabar com o sistema monetário.. mas pode originar uma crise semelhante à de 29/30. Aqui a questão será se 99 era apenas um preludio ou era the real thing, mas mais leve? Agora, este tipo de crises, como penso que a Pata deve ter lido também, não são novas (sec XIX, sec XX), mas elas só acontecem quando a produtividade deixa de crescer(influenciada que era por um sector chave que originou ganhos de produtividade em todos os outros) - este será o ponto em que podemos observar crescimento de mercados alimentado por más escolhas de políticas monetárias ou crescimento artificial de valor accionista (impulsionado pelo crédito). Assim, num deste grandes crashes, a realidade financeira nunca é desligada da realidade económica, ...
cumps,
- Mensagens: 50
- Registado: 2/2/2006 19:58
- Localização: 13
Pata-Hari Escreveu:Artista, é complexo remeteres para o teu blog: eu já tenho dificuldade em acompanhar os threads do fórum, quanto mais as ideias expressas por cada participante, num momento qualquer em cada um dos seus blogs. Ou consegues trazer isso para a discussão explicanco (copy paste também resulta se não quiseres escrever outra vez) ou remeteres para o teu blog, para mim, é receita certa para eu nunca ficar a saber o que achas.
Pata, a minha opinião expressei-a na minha resposta, a questão que remeti para o blogue é paralela ao que estamos a discutir e achei que não fazia muito sentido fazer um copy/paste para aqui até porque ia encher isto muito... embora seja uma hipótese que considerarei em futuras ocasiões!
Boa semana
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
Vgasmo, concordo plenamente contigo em como o crucial em termos de investimentos financeiros/bolsistas é conseguir-se identificar quais os sectores que irão ter maiores crescimentos no futuro, atempadamente (mas essa é uma das million dollar questions). Alternativamente, se te mantiveres indexado, quando essas empresas atingem dimensões suficientes, passam a estar representadas (naturalmente, com um delay gigante relativamente ao inicio do crescimento!). Esta correcção, se calhar até tem exactamente a ver com "É claro que para além destes crashes existem os outros ligados aos tradicionais ciclos económicos de médio-prazo e às movimentações financeiras... ". Há quem identifique o sobreendividamento e o rating dessa mesma dívida como tendo o potencial para acabar com o sistema monetário! Naturalmente, à posteriori e se isto se revelasse algo de mais sério do podemos prever, será fácil identificar isso ou qualquer outro factor (peak-oil... whatever) como tendo sido o factor determinante. Como dizes, prognósticos, são fáceis no fim do jogo (e são o trabalho dos economistas
). Ah, por último, é o teu segundo post
.
Artista, é complexo remeteres para o teu blog: eu já tenho dificuldade em acompanhar os threads do fórum, quanto mais as ideias expressas por cada participante, num momento qualquer em cada um dos seus blogs. Ou consegues trazer isso para a discussão explicanco (copy paste também resulta se não quiseres escrever outra vez) ou remeteres para o teu blog, para mim, é receita certa para eu nunca ficar a saber o que achas
.
Artista, é complexo remeteres para o teu blog: eu já tenho dificuldade em acompanhar os threads do fórum, quanto mais as ideias expressas por cada participante, num momento qualquer em cada um dos seus blogs. Ou consegues trazer isso para a discussão explicanco (copy paste também resulta se não quiseres escrever outra vez) ou remeteres para o teu blog, para mim, é receita certa para eu nunca ficar a saber o que achas
Boas.
Este é o meu primeiro post neste Forum, embora por razões pessoais e profissionais o acompanhe há alguns anos.
O que me leva a escrever está relacionado com a errónea interpretação do crash de 1929.
A crise de 29/30 está longe de ser uma crise financeira. Trata-se de uma crise económica, a falência de um paradigma de mercado que deixou de funcionar muito antes. Trata-se de uma crise de oferta, onde milhares de empresas apostaram na produção em massa de produtos muito semelhantes (muitas vezes de baixa qualidade)... essa produção em massa não foi acompanhada pelo consumo em massa (o que aconteceu depois da 2ª guerra, dando origem aos 30 gloriosos - com políticas de procura, subida de salários e o advento do marketing).
Todos os grandes crashes de bolsa estão ligados a mudanças de paradigmas tecno-economicos. Aconteceu com os comboios, caminhos-de-ferro, empresas de electricidade, empresas de automoveis e empresas de TI... para uma boa leitura tentem o livro de Freeman e Louçã (sim, esse, mas sem o acessório político) sobre as várias revoluções industriais. O problema hoje é saber se nós já passamos o pico desta revolução industrial ligada as TI(o pico da onda longa) ou se ainda vamos passar esse pico e assistir a um crash ainda maior do que o de 99.
É claro que para além destes crashes existem os outros ligados aos tradicionais ciclos económicos de médio-prazo e às movimentações financeiras...
De qualquer forma, o conselho passa por não tentarem analisar grandes crashes sem a realidade economico-histórica.
Já agora, seguindo a teoria dos ciclos longos de kondratief subjacente às várias revoluções industriais, o caminho para enriquecer passa por escolher o sector (e empresas) que terá um crescimento exponencial na próxima onda (biotech, nanotech, new energy?).
Espero ter contribuído algo para a discussão... embora não tenha elucidado ninguém sobre quando será o próximo crash... mas como dissseram, prognósticos só no fim do jogo..
Ps - a minha área de investigação/ensino é Economia Tecnológica.
Este é o meu primeiro post neste Forum, embora por razões pessoais e profissionais o acompanhe há alguns anos.
O que me leva a escrever está relacionado com a errónea interpretação do crash de 1929.
A crise de 29/30 está longe de ser uma crise financeira. Trata-se de uma crise económica, a falência de um paradigma de mercado que deixou de funcionar muito antes. Trata-se de uma crise de oferta, onde milhares de empresas apostaram na produção em massa de produtos muito semelhantes (muitas vezes de baixa qualidade)... essa produção em massa não foi acompanhada pelo consumo em massa (o que aconteceu depois da 2ª guerra, dando origem aos 30 gloriosos - com políticas de procura, subida de salários e o advento do marketing).
Todos os grandes crashes de bolsa estão ligados a mudanças de paradigmas tecno-economicos. Aconteceu com os comboios, caminhos-de-ferro, empresas de electricidade, empresas de automoveis e empresas de TI... para uma boa leitura tentem o livro de Freeman e Louçã (sim, esse, mas sem o acessório político) sobre as várias revoluções industriais. O problema hoje é saber se nós já passamos o pico desta revolução industrial ligada as TI(o pico da onda longa) ou se ainda vamos passar esse pico e assistir a um crash ainda maior do que o de 99.
É claro que para além destes crashes existem os outros ligados aos tradicionais ciclos económicos de médio-prazo e às movimentações financeiras...
De qualquer forma, o conselho passa por não tentarem analisar grandes crashes sem a realidade economico-histórica.
Já agora, seguindo a teoria dos ciclos longos de kondratief subjacente às várias revoluções industriais, o caminho para enriquecer passa por escolher o sector (e empresas) que terá um crescimento exponencial na próxima onda (biotech, nanotech, new energy?).
Espero ter contribuído algo para a discussão... embora não tenha elucidado ninguém sobre quando será o próximo crash... mas como dissseram, prognósticos só no fim do jogo..
Ps - a minha área de investigação/ensino é Economia Tecnológica.
- Mensagens: 50
- Registado: 2/2/2006 19:58
- Localização: 13
Com o fim de semana no meio e depois das descidas da semana passada, penso que na segunda os indices podem subir, mas penso que alinda temos muito espaço para descidas, estou fora exptuando REN. E assim permanecerei estando de olho em algumas empresas do nosso PSI para se chegarem aqueles preços que defini, entrar.
A Tendência é Nossa Amiga.
- Mensagens: 709
- Registado: 9/12/2006 20:01
pedras11 Escreveu:Exactamente artista. A tendência de longo prazo continua a ser de alta.
Pata-Hari Escreveu:artista, se fores um analista técnico, a tendencia é o teu maior amigo. Um analista fundamental não pensa necessáriamente do mesmo modo, né?
Obviamente concordo com os dois e se virem o que tenho escrito (tanto aqui como no blogue) vai de encontro ao que escreveram, mas é preciso saber bem o que é um investidor de longo prazo, há muita gente aqui que não sabe o que é, têm posições que dizem que são para longo prazo mas na realidade vendem assim que estão a ganhar alguma coisa, e na grande maioria dos casos só se tornaram posições de longo prazo porque eram perdedoras...
Escrevi, há uns dias atrás, um artigo exactamente sobre o prazo de investimento no meu blogue, é muito importante ter consciência deste factor antes iniciar-mos um investimento em bolsa!
Bons negócios
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
artista Escreveu:Como já disse, o investidor não deve tentar adivinhar os movimentos do mercado, deve sobretudo seguir a tendência!
Bons negócios
Exactamente artista. A tendência de longo prazo continua a ser de alta.
"O desprezo pelo dinheiro é frequente, sobretudo naqueles que não o possuem"
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
Site porreiro para jogar (carregar em Arcade) : www.gamespt.net
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
Site porreiro para jogar (carregar em Arcade) : www.gamespt.net
pedras11 Escreveu:Subscrevo totalmente. Estas quedas são característica de um Bull Market.
Só que há muitas coisas a ter em conta!
Por um lado os Bull Market também têm correcções bastante fortes pelo meio, se os mercados cairem, por exemplo, mais 10% não deixam de estar Bull a longo prazo.
Por outro(embora eu não acredite nisso não deixará nunca de ser uma hipótese a ter em conta) quando os mercados começam a corrigir só muito mais tarde é que nos apercebemos que já não estão em Bull Market, ou seja se isto for o início de uma inversão para Bear Market, só quando cair muito mais é que saberemos disso...
Como já disse, o investidor não deve tentar adivinhar os movimentos do mercado, deve sobretudo seguir a tendência!
Bons negócios
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
Pata-Hari Escreveu:Eu, para já, só vejo uma correção que até era expectável (o que é diferente de dizer que era previsivel num tempo exacto - embora os meses de verão sejam tradicionalmente os das correcções). O dax continua a manter, no ano um crescimento francamente simpático. O psi20 continua com números incriveis de crescimento. Independentemente das questões fundamentais se virem a alterar, não vejo razão para se falar em crash a não ser como hipotese a justificar com argumentos que não são para já imediatos.
Tudo isto não evita também que se mantenha alguma disciplina de análise e actuação: para os fundamentalistas que se continuem a olhar para os resultados e expectativas, para os analistas técnicos que se mantenham e executem stops ou que até se tomem decisões de compra dado que niveis de stops possiveis podem até estar a gerar bons rácios de upside/downside (ou risco/beneficio, o que lhe queiram chamar).
Subscrevo totalmente. Estas quedas são característica de um Bull Market.
"O desprezo pelo dinheiro é frequente, sobretudo naqueles que não o possuem"
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
Site porreiro para jogar (carregar em Arcade) : www.gamespt.net
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
Site porreiro para jogar (carregar em Arcade) : www.gamespt.net
joao4702 Escreveu:artista Escreveu:Só vou deixar uma idéia, independentemente do que aí vem a tendência de curto prazo é de baixa, mais do que nunca os stops são fundamentais, imprescindiveis...
Concordo mas tantas vezes que o mercado abre em GAP fortissimo veja-se o que aconteceu com a Mota e com a Altri na 6ª feira.
Pois mas os stops são para respeitar mesmo que tenhamos que perder um bocado mais... já agora na Mota quem tinha já devia ter accionado um stop há muito, a tendência já era de forte queda nos dias anteriores, e o caso da Altri também não é muito diferente...
Um abraço
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
Eu, para já, só vejo uma correção que até era expectável (o que é diferente de dizer que era previsivel num tempo exacto - embora os meses de verão sejam tradicionalmente os das correcções). O dax continua a manter, no ano um crescimento francamente simpático. O psi20 continua com números incriveis de crescimento. Independentemente das questões fundamentais se virem a alterar, não vejo razão para se falar em crash a não ser como hipotese a justificar com argumentos que não são para já imediatos.
Tudo isto não evita também que se mantenha alguma disciplina de análise e actuação: para os fundamentalistas que se continuem a olhar para os resultados e expectativas, para os analistas técnicos que se mantenham e executem stops ou que até se tomem decisões de compra dado que niveis de stops possiveis podem até estar a gerar bons rácios de upside/downside (ou risco/beneficio, o que lhe queiram chamar).
Tudo isto não evita também que se mantenha alguma disciplina de análise e actuação: para os fundamentalistas que se continuem a olhar para os resultados e expectativas, para os analistas técnicos que se mantenham e executem stops ou que até se tomem decisões de compra dado que niveis de stops possiveis podem até estar a gerar bons rácios de upside/downside (ou risco/beneficio, o que lhe queiram chamar).
artista Escreveu:Só vou deixar uma idéia, independentemente do que aí vem a tendência de curto prazo é de baixa, mais do que nunca os stops são fundamentais, imprescindiveis...
Concordo mas tantas vezes que o mercado abre em GAP fortissimo veja-se o que aconteceu com a Mota e com a Altri na 6ª feira.
Verdadeiro crash
Na minha opinião penso ser importante dissipar o que aconteceu em 1929 todos nós sabemos o porquê do crash que temos vários motivos:
O dia 29 de outubro de 1929 é considerado popularmente o início da Grande Depressão. Porém, as taxas na queda da produção industrial americana já haviam começado a cair a partir de julho do mesmo ano, causando um período de leve recessão económica que estendeu-se até 29 de outubro, quando valores de acções na bolsa de valores de Nova Iorque, a New York Stock Exchange, caíram drasticamente, desencadeando a Quinta-Feira Negra. Assim, milhares de acionistas perderam, literalmente, da noite para o dia, grandes somas em dinheiro. Muitos perderam tudo o que tinham. Esta quebra na bolsa de valores de Nova Iorque piorou drasticamente os efeitos da recessão já existente, causando grande deflação e queda nas taxas de venda de produtos, que por sua vez obrigaram ao encerramento de inúmeras empresas comerciais e industriais, elevando assim drasticamente as taxas de desemprego.
Os efeitos da Grande Depressão foram sentidos no mundo inteiro. Estes efeitos, bem como sua intensidade, variaram de país a país. Outros países, além dos Estados Unidos, que foram duramente atingidos pela Grande Depressão foram a Alemanha, Austrália, França, Itália, o Reino Unido e especialmente o Canadá. Porém, em certos países pouco industrializados à época, como a Argentina e o Brasil, a Grande Depressão acelerou o processo de industrialização.
Neste momento não gostaria de entrar neste cenário.
Penso que nos deveriamos focar essencialmente em algo real e que vivemos nos nossos dias, para que possamos analisar a essência desta correcção - O mercado da divida.
O sector imobiliário todos nós sabemos alimenta a economia do crédito e por conseguinte funciona como motor para o crescimento económico. Uma vez que este sector está em crise devido na minha opinião a uma verdadeira especulação em torno da construção e venda de imóveis surgem agora as consequências, o crédito mal parado e elevadas yields com prémios de risco cada vez mais elevados. Esta situação na minha opinião tende a agravar-se ao longo destes anos porque irão surgir muitos casos semelhantes. Eu pessoalmente tenho visto várias pessoas a entregar imóveis pelas mais diversas razões, a ajudar à festa a venda de casas está em recessão.
Como já referi neste momento o que alimentava o furor nas bolsas europeias e norte americanas era a especulação em torno de fusões e aquisições. Com este novo cenário os especuladores estão fora porque o custo da divida torna-se um opositor à boa sucessão de OPA's e à criação de verdadeiras sinergias.
Nestes dias é preciso ter cuidado o que se passou na 6ª feira é exemplo disso. O mercado queria levantar a crista mas logo logo se verficou que a correcção está para continuar quando os mercados norte americanos fecharam a cair 1,5%.
Cumprimentos.[/i]
O dia 29 de outubro de 1929 é considerado popularmente o início da Grande Depressão. Porém, as taxas na queda da produção industrial americana já haviam começado a cair a partir de julho do mesmo ano, causando um período de leve recessão económica que estendeu-se até 29 de outubro, quando valores de acções na bolsa de valores de Nova Iorque, a New York Stock Exchange, caíram drasticamente, desencadeando a Quinta-Feira Negra. Assim, milhares de acionistas perderam, literalmente, da noite para o dia, grandes somas em dinheiro. Muitos perderam tudo o que tinham. Esta quebra na bolsa de valores de Nova Iorque piorou drasticamente os efeitos da recessão já existente, causando grande deflação e queda nas taxas de venda de produtos, que por sua vez obrigaram ao encerramento de inúmeras empresas comerciais e industriais, elevando assim drasticamente as taxas de desemprego.
Os efeitos da Grande Depressão foram sentidos no mundo inteiro. Estes efeitos, bem como sua intensidade, variaram de país a país. Outros países, além dos Estados Unidos, que foram duramente atingidos pela Grande Depressão foram a Alemanha, Austrália, França, Itália, o Reino Unido e especialmente o Canadá. Porém, em certos países pouco industrializados à época, como a Argentina e o Brasil, a Grande Depressão acelerou o processo de industrialização.
Neste momento não gostaria de entrar neste cenário.
Penso que nos deveriamos focar essencialmente em algo real e que vivemos nos nossos dias, para que possamos analisar a essência desta correcção - O mercado da divida.
O sector imobiliário todos nós sabemos alimenta a economia do crédito e por conseguinte funciona como motor para o crescimento económico. Uma vez que este sector está em crise devido na minha opinião a uma verdadeira especulação em torno da construção e venda de imóveis surgem agora as consequências, o crédito mal parado e elevadas yields com prémios de risco cada vez mais elevados. Esta situação na minha opinião tende a agravar-se ao longo destes anos porque irão surgir muitos casos semelhantes. Eu pessoalmente tenho visto várias pessoas a entregar imóveis pelas mais diversas razões, a ajudar à festa a venda de casas está em recessão.
Como já referi neste momento o que alimentava o furor nas bolsas europeias e norte americanas era a especulação em torno de fusões e aquisições. Com este novo cenário os especuladores estão fora porque o custo da divida torna-se um opositor à boa sucessão de OPA's e à criação de verdadeiras sinergias.
Nestes dias é preciso ter cuidado o que se passou na 6ª feira é exemplo disso. O mercado queria levantar a crista mas logo logo se verficou que a correcção está para continuar quando os mercados norte americanos fecharam a cair 1,5%.
Cumprimentos.[/i]
Quem está ligado:


