Portugal é um dos sete países mais envelhecidos do Mundo
Natalidade: Novo pacote deverá entrar em vigor em Setembro
O novo pacote de medidas de apoio à família e à natalidade, que aumenta o abono de família e cria uma nova prestação de apoio à gravidez, terá efeitos retroactivos e deverá estar em vigor em Setembro, anunciou hoje o Governo.
O primeiro-ministro, José Sócrates, disse hoje no decorrer do debate do Estado da Nação, no Parlamento, que será criada «uma nova prestação de abono de família, que será paga às futuras mães a partir do terceiro mês de gravidez».
«Garantido o acompanhamento médico, as mulheres grávidas, que preencham os requisitos para receber o abono, passarão a ter direito a seis meses de apoio financeiro adicional. Com esta prestação apoiaremos mais de 90 mil famílias e o valor do abono dependerá dos rendimentos. Mas para cerca de 32 mil famílias isto significará um novo apoio de 130 euros» por mês, sustentou.
Questionado pelo líder parlamentar do PS, Alberto Martins, durante o debate o primeiro-ministro respondeu que essa medida entrará em vigor «no dia 01 de Setembro de 2007».
A segunda medida de apoio à natalidade, de acordo com Sócrates, destina-se a apoiar as famílias mais numerosas nos segundo e terceiro anos de vida das crianças - «período em que o acréscimo de despesas é mais relevante e onde o actual abono de família é substancialmente mais baixo».
O Governo vai por isso «duplicar o abono de família, neste período de vida das crianças, para segundos filhos e vamos triplicá-lo para os terceiros filhos e seguintes. Trata-se de envolver mais de 90 mil crianças e respectivas famílias num apoio social muito mais efectivo, durante um período em que isso é particularmente necessário», sustentou.
Segundo explicou à Lusa fonte do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, a aplicação desta medida depende da velocidade com que seja aprovada a respectiva legislação, mas o Governo espera também que esteja em prática no início de Setembro.
De acordo com os escalões actuais, a maior prestação de apoio é dada às famílias cujo rendimento mensal seja inferior a 198,93 euros.
As famílias neste escalão recebem 130 euros por mês por cada criança até um ano de vida e 32,65 euros por mês até a criança atingir a maioridade.
Por outro lado, no 4º escalão (rendimentos entre os 596,71 euros e 994,65 euros) as famílias têm direito a 53 euros/mês até 1 ano de vida da criança e 21,51 euros/mês depois.
No último escalão de rendimentos que recebe apoios, o 5º escalão (entre 994,65 euros e 1989,30 euros), as famílias são contempladas com 32,28 euros/mês por cada criança até a um ano de idade e 10,76 euros/mês depois.
A mesma fonte da tutela adiantou que, na questão do apoio suplementar aos segundos e terceiros filhos (bem como os seguintes), a nova prestação aplica-se nos segundo e terceiros anos de vida das crianças e retroactivamente.
Assim, quando uma família que recebe 10,76 euros de abono tem um segundo filho, a prestação duplica em ambos (ou seja a família passa a receber 21,52 por cada filho até o mais recente completar três anos), tal como acontece se tiver um terceiro (nesse caso a prestação triplica nos três filhos - 32,28 euros por cada um).
Portugal é um dos países da União Europeia com piores apoios directos à família, no extremo oposto da Noruega, por exemplo, que não tem restrições relacionadas com rendimento e concede cerca de 122 euros por criança por mês até esta completar 18 anos.Os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística divulgados a 11 de Julho revelaram que nos últimos 20 anos Portugal caracteriza-se pelo decréscimo da taxa de natalidade tendo passado de uma média de 12,2 para 10 crianças por cada mil habitantes.
Por outro lado, o INE revela que entre 1987 e 2006 as mulheres residentes em Portugal tiveram cada menos filhos e mais tarde.
Enquanto em 1987 a maioria das mulheres tinha filhos entre os 20 e 24 anos hoje é dos 25 aos 28 que se verificam os valores mais elevados das taxas de fecundidade.
Por outro lado, o número médio de filhos por mulher em idade fecunda passou de 1,41 em 1995 para 1,36 em 2006.
Com o decréscimo da taxa de natalidade e o aumento da longevidade a população portuguesa está a envelhecer tendo a proporção de jovens passado de 22 por cento em 1987 para 15 por cento em 2006.
Diário Digital / Lusa
20-07-2007 12:42:47
O novo pacote de medidas de apoio à família e à natalidade, que aumenta o abono de família e cria uma nova prestação de apoio à gravidez, terá efeitos retroactivos e deverá estar em vigor em Setembro, anunciou hoje o Governo.
O primeiro-ministro, José Sócrates, disse hoje no decorrer do debate do Estado da Nação, no Parlamento, que será criada «uma nova prestação de abono de família, que será paga às futuras mães a partir do terceiro mês de gravidez».
«Garantido o acompanhamento médico, as mulheres grávidas, que preencham os requisitos para receber o abono, passarão a ter direito a seis meses de apoio financeiro adicional. Com esta prestação apoiaremos mais de 90 mil famílias e o valor do abono dependerá dos rendimentos. Mas para cerca de 32 mil famílias isto significará um novo apoio de 130 euros» por mês, sustentou.
Questionado pelo líder parlamentar do PS, Alberto Martins, durante o debate o primeiro-ministro respondeu que essa medida entrará em vigor «no dia 01 de Setembro de 2007».
A segunda medida de apoio à natalidade, de acordo com Sócrates, destina-se a apoiar as famílias mais numerosas nos segundo e terceiro anos de vida das crianças - «período em que o acréscimo de despesas é mais relevante e onde o actual abono de família é substancialmente mais baixo».
O Governo vai por isso «duplicar o abono de família, neste período de vida das crianças, para segundos filhos e vamos triplicá-lo para os terceiros filhos e seguintes. Trata-se de envolver mais de 90 mil crianças e respectivas famílias num apoio social muito mais efectivo, durante um período em que isso é particularmente necessário», sustentou.
Segundo explicou à Lusa fonte do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, a aplicação desta medida depende da velocidade com que seja aprovada a respectiva legislação, mas o Governo espera também que esteja em prática no início de Setembro.
De acordo com os escalões actuais, a maior prestação de apoio é dada às famílias cujo rendimento mensal seja inferior a 198,93 euros.
As famílias neste escalão recebem 130 euros por mês por cada criança até um ano de vida e 32,65 euros por mês até a criança atingir a maioridade.
Por outro lado, no 4º escalão (rendimentos entre os 596,71 euros e 994,65 euros) as famílias têm direito a 53 euros/mês até 1 ano de vida da criança e 21,51 euros/mês depois.
No último escalão de rendimentos que recebe apoios, o 5º escalão (entre 994,65 euros e 1989,30 euros), as famílias são contempladas com 32,28 euros/mês por cada criança até a um ano de idade e 10,76 euros/mês depois.
A mesma fonte da tutela adiantou que, na questão do apoio suplementar aos segundos e terceiros filhos (bem como os seguintes), a nova prestação aplica-se nos segundo e terceiros anos de vida das crianças e retroactivamente.
Assim, quando uma família que recebe 10,76 euros de abono tem um segundo filho, a prestação duplica em ambos (ou seja a família passa a receber 21,52 por cada filho até o mais recente completar três anos), tal como acontece se tiver um terceiro (nesse caso a prestação triplica nos três filhos - 32,28 euros por cada um).
Portugal é um dos países da União Europeia com piores apoios directos à família, no extremo oposto da Noruega, por exemplo, que não tem restrições relacionadas com rendimento e concede cerca de 122 euros por criança por mês até esta completar 18 anos.Os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística divulgados a 11 de Julho revelaram que nos últimos 20 anos Portugal caracteriza-se pelo decréscimo da taxa de natalidade tendo passado de uma média de 12,2 para 10 crianças por cada mil habitantes.
Por outro lado, o INE revela que entre 1987 e 2006 as mulheres residentes em Portugal tiveram cada menos filhos e mais tarde.
Enquanto em 1987 a maioria das mulheres tinha filhos entre os 20 e 24 anos hoje é dos 25 aos 28 que se verificam os valores mais elevados das taxas de fecundidade.
Por outro lado, o número médio de filhos por mulher em idade fecunda passou de 1,41 em 1995 para 1,36 em 2006.
Com o decréscimo da taxa de natalidade e o aumento da longevidade a população portuguesa está a envelhecer tendo a proporção de jovens passado de 22 por cento em 1987 para 15 por cento em 2006.
Diário Digital / Lusa
20-07-2007 12:42:47
Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
As razões são simples.
Além do que a Pata disse:
A questão é que, estando o país numa crise prolongada e sem fim à vista, a vontade e oportunidade de ter filhos é baixa.
Além disso as muitas expectativas criadas levam a que as pessoas não mais aceitem os sacrificios do passado.
Ter filhos tornou-se um luxo a que só os ricos podem aceder com facilidade e sem perdas, ou então algo para pobres, que já não ficam mais pobres por isso por já serem tão pobres.
A questão é que, estando o país numa crise prolongada e sem fim à vista, a vontade e oportunidade de ter filhos é baixa.
Além disso as muitas expectativas criadas levam a que as pessoas não mais aceitem os sacrificios do passado.
Ter filhos tornou-se um luxo a que só os ricos podem aceder com facilidade e sem perdas, ou então algo para pobres, que já não ficam mais pobres por isso por já serem tão pobres.
However elegant the method we should occasionally look at the results.
velhos e mais velhos
e enterrados por esse emigrantes...a gritar por uma fam]ilia que por egoismo e comodidade s]o tivemos a nivel virtual... no computador...
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«O número médio de filhos por mulher em idade fértil também desceu, caindo de 1,41 para 1,36 filhos.»
Se eu pudesse aconselhar as mulheres, se elas me o permitissem, dir-lhe-ia: Stop com fazer filhos!!!
A sociedade moderna inventou subsídios para tudo e qualquer coisa, ajudar as mulheres (os filhos custam uma fortuna) o Estado não tem subsídios.
Aliás existem uns crónicos das teorias do vai e vem, que diziam que a Europa precisa de 150 milhões de emigrantes. Estes porem com melhor nível de vida na Europa, também se recusam a fazer filhos, assim que a crónicos vamos chegar mas é de velhos e mais velhos...
Rmartins
Se eu pudesse aconselhar as mulheres, se elas me o permitissem, dir-lhe-ia: Stop com fazer filhos!!!
A sociedade moderna inventou subsídios para tudo e qualquer coisa, ajudar as mulheres (os filhos custam uma fortuna) o Estado não tem subsídios.
Aliás existem uns crónicos das teorias do vai e vem, que diziam que a Europa precisa de 150 milhões de emigrantes. Estes porem com melhor nível de vida na Europa, também se recusam a fazer filhos, assim que a crónicos vamos chegar mas é de velhos e mais velhos...
Rmartins
Quem não conhece o «CALDEIRÃO» não conhece este mundo
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mas em Espanha
El Gobierno aprueba dar 2.500 euros por hijo desde el 3 de julio
13/07/2007
Por Itziar Reinlein
MADRID, 13 jul (Reuters) - El Gobierno ha aprobado el viernes el proyecto de ley por el que se concede una prestación única y universal de 2.500 euros por los nacidos o adoptados a partir de las cero horas del pasado 3 de julio a los padres españoles y a los residentes legales en el país.
"(Estos últimos) deberán haber vivido en España al menos los dos años anteriores al hecho del nacimiento" dijo la vicepresidenta y portavoz del Gobierno, María Teresa Fernández de la Vega, en la rueda de prensa posterior a la reunión semanal.
La solicitud de la prestación se podrá realizar a partir del lunes 16 de julio mediante un modelo impreso que estará disponible en las delegaciones de Hacienda, Seguridad Social y en las páginas webs de los ministerios de Economía y Hacienda y Trabajo.
"Esperamos poder realizar la mayor parte de los pagos devengados desde el 3 de julio en el mes siguiente a la entrada en vigor de la ley y, a partir de entonces, se realizarán al mes siguiente del nacimiento", dijo De la Vega.
Está previsto que la ley, que se tramitará por la vía de urgencia y mediante lectura única, entre en vigor el próximo mes de noviembre, por lo que las primeras ayudas se comenzarán a pagar en diciembre.
La prestación se cobrará de una sola vez, mediante cheque o transferencia bancaria", dijo de la Vega.
El presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, anunció la concesión de la ayuda en el debate del Estado de la Nación el 3 de julio en el Parlamento.
De los 2.500 euros por hijo se beneficiarán también las familias que desde esa misma fecha hayan adoptado un hijo, y en el caso de un parto múltiple esa cifra se multiplicará por el número de hijos.
Además, la prestación será acumulativa a otras medidas económicas benefactoras que puedan dar las comunidades autónomas y a los 1.200 euros anuales que ya cobran las madres trabajadoras por hijos menores de tres años.
El PP ha prometido además ampliar las ayudas por hijo en las comunidades donde gobierna, como Madrid, Castilla-León, Murcia, Valencia, o La Rioja, los padres recibirán progresivamente hasta 3.000 euros por hijo, que se añadirán por tanto a los 2.500 euros del Gobierno. La medida estaba incluida en el programa electoral popular para las elecciones autonómicas y municipales del pasado 27 de mayo.
En 2006 se registraron en España 481.102 nacimientos, casi 15.000 más que el año anterior, cuando la media de hijos se situó en 1,35 por mujer, el nivel más alto desde 1996.
(Información de Itziar Reinlein; Reuters Messaging: itziar.paneda.reuters.com@reuters.net, itziar.paneda@reuters.com; +34 91 585 2110)
Enfim... sempre a reboque e atrasados
A vantagem para o pessoal
quando o mundo acabar .... estamos a pensar como acabar,, aguentamos mais uns tempos
13/07/2007
Por Itziar Reinlein
MADRID, 13 jul (Reuters) - El Gobierno ha aprobado el viernes el proyecto de ley por el que se concede una prestación única y universal de 2.500 euros por los nacidos o adoptados a partir de las cero horas del pasado 3 de julio a los padres españoles y a los residentes legales en el país.
"(Estos últimos) deberán haber vivido en España al menos los dos años anteriores al hecho del nacimiento" dijo la vicepresidenta y portavoz del Gobierno, María Teresa Fernández de la Vega, en la rueda de prensa posterior a la reunión semanal.
La solicitud de la prestación se podrá realizar a partir del lunes 16 de julio mediante un modelo impreso que estará disponible en las delegaciones de Hacienda, Seguridad Social y en las páginas webs de los ministerios de Economía y Hacienda y Trabajo.
"Esperamos poder realizar la mayor parte de los pagos devengados desde el 3 de julio en el mes siguiente a la entrada en vigor de la ley y, a partir de entonces, se realizarán al mes siguiente del nacimiento", dijo De la Vega.
Está previsto que la ley, que se tramitará por la vía de urgencia y mediante lectura única, entre en vigor el próximo mes de noviembre, por lo que las primeras ayudas se comenzarán a pagar en diciembre.
La prestación se cobrará de una sola vez, mediante cheque o transferencia bancaria", dijo de la Vega.
El presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, anunció la concesión de la ayuda en el debate del Estado de la Nación el 3 de julio en el Parlamento.
De los 2.500 euros por hijo se beneficiarán también las familias que desde esa misma fecha hayan adoptado un hijo, y en el caso de un parto múltiple esa cifra se multiplicará por el número de hijos.
Además, la prestación será acumulativa a otras medidas económicas benefactoras que puedan dar las comunidades autónomas y a los 1.200 euros anuales que ya cobran las madres trabajadoras por hijos menores de tres años.
El PP ha prometido además ampliar las ayudas por hijo en las comunidades donde gobierna, como Madrid, Castilla-León, Murcia, Valencia, o La Rioja, los padres recibirán progresivamente hasta 3.000 euros por hijo, que se añadirán por tanto a los 2.500 euros del Gobierno. La medida estaba incluida en el programa electoral popular para las elecciones autonómicas y municipales del pasado 27 de mayo.
En 2006 se registraron en España 481.102 nacimientos, casi 15.000 más que el año anterior, cuando la media de hijos se situó en 1,35 por mujer, el nivel más alto desde 1996.
(Información de Itziar Reinlein; Reuters Messaging: itziar.paneda.reuters.com@reuters.net, itziar.paneda@reuters.com; +34 91 585 2110)
Enfim... sempre a reboque e atrasados
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Empresas
Governo prepara incentivo à natalidade
As novas políticas deverão passar pela criação de incentivos às empresas e não por um 'prémio' financeiro
Imprimir
Enviar por mail
O Governo está a preparar um pacote de medidas de incentivo à natalidade centrada nos apoios à família.
As novas políticas não deverão passar por um ‘prémio’ financeiro para quem tem filhos, medida que tem sido anunciada em vários países da Europa, mas sim, por exemplo, pela criação de incentivos às empresas que apoiem a natalidade.
O objectivo do Executivo é criar condições para uma melhor conciliação entre a vida familiar e profissional.
Depois do Presidente da República ter pedido, há cerca de dois meses, uma reflexão sobre as políticas de natalidade, o ministro Vieira da Silva criou um grupo de trabalho informal, composto por especialistas do próprio ministério, para estudar o tema, confirmou fonte oficial do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, adiantando que as novas medidas deverão ser apresentadas nos próximos meses.
Continue a ler esta notícia na edição em papel disponível nas bancas. Esta semana distribuímos o 5.º volume do «Albúm de Memórias», de José Hermano Saraiva
Governo prepara incentivo à natalidade
As novas políticas deverão passar pela criação de incentivos às empresas e não por um 'prémio' financeiro
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O Governo está a preparar um pacote de medidas de incentivo à natalidade centrada nos apoios à família.
As novas políticas não deverão passar por um ‘prémio’ financeiro para quem tem filhos, medida que tem sido anunciada em vários países da Europa, mas sim, por exemplo, pela criação de incentivos às empresas que apoiem a natalidade.
O objectivo do Executivo é criar condições para uma melhor conciliação entre a vida familiar e profissional.
Depois do Presidente da República ter pedido, há cerca de dois meses, uma reflexão sobre as políticas de natalidade, o ministro Vieira da Silva criou um grupo de trabalho informal, composto por especialistas do próprio ministério, para estudar o tema, confirmou fonte oficial do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social, adiantando que as novas medidas deverão ser apresentadas nos próximos meses.
Continue a ler esta notícia na edição em papel disponível nas bancas. Esta semana distribuímos o 5.º volume do «Albúm de Memórias», de José Hermano Saraiva
Cumpt
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
só existe um lado do mercado, nem é o da subida nem o da descida, é o lado certo
bem.. eu penso que posso dar a minha contribuiçao para este tema.
estive em estágio num serviço de maternidade.
Estou chocado com o que vi, e esses numeros acabam por ser um engano e passo a explicar porque:
Actualmente os bebes nascem na sua maioria nos seguintes casos:
- Filhos/as de emigrandes (leste, ex-colonias africanas, brasil[grande parte], muitos chinises tambem ja, etc).
- no caso de pais com boas capacidades financeiras (mas a média de idades destes é superior a 35 anos (1o filho)
- muitas adolescentes e jovens (por "descuidos" [que tem os dias contados estes nascimentos devido aos abortos).
Agora bebes das chamadas familias "de classe media" (maior fatia dos portugueses) é muito, mas muito raro. Isto realmente na minha optica é muito preocupante, pois a geraçao esta a ser substituida à custa de populaçao nao original de portugal!!
estive em estágio num serviço de maternidade.
Estou chocado com o que vi, e esses numeros acabam por ser um engano e passo a explicar porque:
Actualmente os bebes nascem na sua maioria nos seguintes casos:
- Filhos/as de emigrandes (leste, ex-colonias africanas, brasil[grande parte], muitos chinises tambem ja, etc).
- no caso de pais com boas capacidades financeiras (mas a média de idades destes é superior a 35 anos (1o filho)
- muitas adolescentes e jovens (por "descuidos" [que tem os dias contados estes nascimentos devido aos abortos).
Agora bebes das chamadas familias "de classe media" (maior fatia dos portugueses) é muito, mas muito raro. Isto realmente na minha optica é muito preocupante, pois a geraçao esta a ser substituida à custa de populaçao nao original de portugal!!
.Bem, eu sou mulher e mãe e para mim a questão da natalidade é muito simples
. .Antes de ter filhos eu pergunto-me várias coisas
- Ganho o suficiente (eu ou o meu agregado familiar)para poder dar condições de vida que eu considere decentes aos meus filhos: casa, comida, educação, saúde e outros gadjets considerados necessários a quem vive onde eu vivo e como vivo?
- O meu agregado familiar gera o suficiente para eu poder deixar de trabalhar e os acompanhar durante anos críticos?
- Tenho garantias de, podendo deixar de trabalhar durante algum tempo para os acompanhar no inicio da vida, de poder regressar ao mundo do trabalho sem ter "perdido todos os comboios" da minha carreira?
Sendo a resposta às duas ultimas questões negativa, e sendo eu por consequência obrigada a trabalhar pouco tempo após o nascimento das crianças, tenho então que ter resposta positiva a outras questões:
- existem meios de apoio às mães trabalhadoras para poderem ter os filhos guardados durante as horas em que trabalham?
- existe a garantia de qualidade de ensino nas escolas públicas caso eu não consiga manter os meus filhos na escola privada?
- existe um sistema de saúde com o qual eu possa contar caso tenha necessidade sem ter os meios financeiros para pagar tudo do meu bolso?
- poderei eu confiar que no meio profissional as horas passadas no local trabalho não são um dos unicos factores determinantes daquilo que é considerada a qualidade do empregado (horas essas que nunca mais poderei dar porque durante anos os filhos precisam de assistencia parental)?
pois pois pata tenho te a comunicar que com essa bateria de exigencias implementada e generalizada no terreno seremos rapidamente uma especie em vias de estinçao.
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
Bem, eu sou mulher e mãe e para mim a questão da natalidade é muito simples. Antes de ter filhos eu pergunto-me várias coisas. Aa respostas a estas questões são extraordináriamente diferentes em paises diferentes dentro da mesma Europa.
- Ganho o suficiente (eu ou o meu agregado familiar)para poder dar condições de vida que eu considere decentes aos meus filhos: casa, comida, educação, saúde e outros gadjets considerados necessários a quem vive onde eu vivo e como vivo?
- O meu agregado familiar gera o suficiente para eu poder deixar de trabalhar e os acompanhar durante anos críticos?
- Tenho garantias de, podendo deixar de trabalhar durante algum tempo para os acompanhar no inicio da vida, de poder regressar ao mundo do trabalho sem ter "perdido todos os comboios" da minha carreira?
Sendo a resposta às duas ultimas questões negativa, e sendo eu por consequência obrigada a trabalhar pouco tempo após o nascimento das crianças, tenho então que ter resposta positiva a outras questões:
- existem meios de apoio às mães trabalhadoras para poderem ter os filhos guardados durante as horas em que trabalham?
- existe a garantia de qualidade de ensino nas escolas públicas caso eu não consiga manter os meus filhos na escola privada?
- existe um sistema de saúde com o qual eu possa contar caso tenha necessidade sem ter os meios financeiros para pagar tudo do meu bolso?
- poderei eu confiar que no meio profissional as horas passadas no local trabalho não são um dos unicos factores determinantes daquilo que é considerada a qualidade do empregado (horas essas que nunca mais poderei dar porque durante anos os filhos precisam de assistencia parental)?
Infelizmente nada disto acontece em Portugal e ter filhos tornou-se ou um luxo de quem tem poder de compra ou uma decisão quase leviana e muito arriscada em possiveis consequências financeiras, profissionais e pessoais para quem opta por os ter.
- Ganho o suficiente (eu ou o meu agregado familiar)para poder dar condições de vida que eu considere decentes aos meus filhos: casa, comida, educação, saúde e outros gadjets considerados necessários a quem vive onde eu vivo e como vivo?
- O meu agregado familiar gera o suficiente para eu poder deixar de trabalhar e os acompanhar durante anos críticos?
- Tenho garantias de, podendo deixar de trabalhar durante algum tempo para os acompanhar no inicio da vida, de poder regressar ao mundo do trabalho sem ter "perdido todos os comboios" da minha carreira?
Sendo a resposta às duas ultimas questões negativa, e sendo eu por consequência obrigada a trabalhar pouco tempo após o nascimento das crianças, tenho então que ter resposta positiva a outras questões:
- existem meios de apoio às mães trabalhadoras para poderem ter os filhos guardados durante as horas em que trabalham?
- existe a garantia de qualidade de ensino nas escolas públicas caso eu não consiga manter os meus filhos na escola privada?
- existe um sistema de saúde com o qual eu possa contar caso tenha necessidade sem ter os meios financeiros para pagar tudo do meu bolso?
- poderei eu confiar que no meio profissional as horas passadas no local trabalho não são um dos unicos factores determinantes daquilo que é considerada a qualidade do empregado (horas essas que nunca mais poderei dar porque durante anos os filhos precisam de assistencia parental)?
Infelizmente nada disto acontece em Portugal e ter filhos tornou-se ou um luxo de quem tem poder de compra ou uma decisão quase leviana e muito arriscada em possiveis consequências financeiras, profissionais e pessoais para quem opta por os ter.
Alemao Escreveu:Caro Keyser,
Perguntas bem e partilho da tua ideia mas...
Vou-te dar um exemplo de um casal de professores (funcionários do estado) que mudam de escola todos os anos e que vão andar neste fado até atingirem a reforma. Cada um faz em média 70km para cada lado.
São precisos 2 carros, fazem 140 km/ dia cada um.
Perdem 2 a 3 horas por dia a conduzir.
Pergunto-te Keyser se este exemplo serve ou não para uma grande fatia (e cada vez mais) de professores e educadoras (mulheres eventualmente mães).
eu sou bastanta critico de como o sector da educação é gerido em Portugal
a situação que descreves resultam de um sistema centralizado de colocação de funcionários
sou apologista de alterar esta realidade seja, privatizando as escolas e o Estado financiar a educação via cheque-ensino, ou avançar para uma gestão autónoma das escolas dentro da esfera pública
ainda assim, há portugueses em situação muito pior...um professor é alguém com formação académica superior, tem muito mais mobilidade profissional (procure outro emprego) que um desempregado do vale do ave, que nem o 9º ano tem e que trabalhou desde os 16 frente a um tear
(....)
Amigo Keyser,
Tudo isto está previsto, calculado, e contabilizado desde sempre, as políticas dos governos são estas porque tem de ser, na realidade eles não mandam nada ou muito pouco, estão proibidos de mexer neste esquema porque os lobbies assim o querem, quer seja PS ou PSD ou outro. Quem manda aqui é um grupo de elite, algumas pessoas que controlam a sociedade portuguesa e que tem interesse em que isto não se desenvolva, manter as pessoas na ignorancia e a serem sistemáticamente exploradas como é o caso da classe média portuguesa.
Posso dar milhares de exemplos desde o 25 Abril até hoje tem sido assim. É o pais do "deem-nos a maioria para nos governarmos melhor".
Tal como em alguns paises africanos, é a mentalidade de quanto mais pobre e escravo for o povo, mais exploro, mais roubo, mais enriqueço.
eu escrevi algo semelhante, num outro post (pag. 2) sobre educação
http://www.caldeiraodebolsa.com/forum/v ... 2&start=25
"convém lembrar o poder q os "professores" têm/tinham sobre o Ministério da Educação com mais de 1000 professores lá colocados pelo sindicato
Portugal é um estado corporativista em que os politicos usam para o erário público para enriquecerem, para ganharem eleições e manterem-se no poder ajem em conluio com os interesses corporativistas de vários sectores da sociedade:
sindicatos (função pública, professsores, juizes...)
ordens profissionias (dos médios, dos advogados...)
empresas que financiam os partidos (banca, construção civil, imobiliário....)"
os professores tb foram durante muito tempo uma classe priveligiada
e nas empresas é curioso verificar como alguns dos nomes são os mesmos do antes do 25 Abril: Espirito Santo, Mellos....
Um abraço
Caro Keyser,
Perguntas bem e partilho da tua ideia mas...
Vou-te dar um exemplo de um casal de professores (funcionários do estado) que mudam de escola todos os anos e que vão andar neste fado até atingirem a reforma. Cada um faz em média 70km para cada lado.
São precisos 2 carros, fazem 140 km/ dia cada um.
Perdem 2 a 3 horas por dia a conduzir.
Pergunto-te Keyser se este exemplo serve ou não para uma grande fatia (e cada vez mais) de professores e educadoras (mulheres eventualmente mães).
Desvantagens para o País:
1- Mais gente na estrada mais sinistralidade mais mortos mais feridos mais pessoas inválidas mais encargos de saúde para o estado.
2- Menor produtividade da nação(é só multiplicar o nº de pessoas pelas horas que perdem diariamente a conduzir).
3- Mais baixas fraudulentas (ou não) por motivo de desgaste (as pessoas tem de trabalhar as mesmas horas diáriamente e o tempo que passam na estrada é a somar, não deduz no tempo de trabalho laboral.
4- Maior consumo de combustiveis gasolina/gasóleo, diminui o poder de compra das pessoas e portugal não beneficia nada com isto porque tem que o importar.
4- Mais custos com carros e com a manutenção destes (não ganhamos nada com isso porque não temos nenhuma marca nacional, só serviços).
5- Mais desgaste, mais problemas psicológicos, mais descontentamento, mais pobreza.
Vantagens para Partugal:
1- O estado através do imposto s/ gasolinas e favorecimento de lobbies
Vantagens para alguns:
1- Os arabes que metem cá o líquido.
2- Quem passa pela Galp como administrador e mais alguns... camuflados para tirarem partido do esquema montado.
Pergunto se este casal pode ter filhos e com que condições... quem vai educar esses filhos... ficam entregues a quem... que principis de educação e formação terão... vão conheçer os pais qundo forem crescidos... etc etc etc.
Amigo Keyser,
Tudo isto está previsto, calculado, e contabilizado desde sempre, as políticas dos governos são estas porque tem de ser, na realidade eles não mandam nada ou muito pouco, estão proibidos de mexer neste esquema porque os lobbies assim o querem, quer seja PS ou PSD ou outro. Quem manda aqui é um grupo de elite, algumas pessoas que controlam a sociedade portuguesa e que tem interesse em que isto não se desenvolva, manter as pessoas na ignorancia e a serem sistemáticamente exploradas como é o caso da classe média portuguesa.
Posso dar milhares de exemplos desde o 25 Abril até hoje tem sido assim. É o pais do "deem-nos a maioria para nos governarmos melhor".
Tal como em alguns paises africanos, é a mentalidade de quanto mais pobre e escravo for o povo, mais exploro, mais roubo, mais enriqueço.
Um abraço
Perguntas bem e partilho da tua ideia mas...
Vou-te dar um exemplo de um casal de professores (funcionários do estado) que mudam de escola todos os anos e que vão andar neste fado até atingirem a reforma. Cada um faz em média 70km para cada lado.
São precisos 2 carros, fazem 140 km/ dia cada um.
Perdem 2 a 3 horas por dia a conduzir.
Pergunto-te Keyser se este exemplo serve ou não para uma grande fatia (e cada vez mais) de professores e educadoras (mulheres eventualmente mães).
Desvantagens para o País:
1- Mais gente na estrada mais sinistralidade mais mortos mais feridos mais pessoas inválidas mais encargos de saúde para o estado.
2- Menor produtividade da nação(é só multiplicar o nº de pessoas pelas horas que perdem diariamente a conduzir).
3- Mais baixas fraudulentas (ou não) por motivo de desgaste (as pessoas tem de trabalhar as mesmas horas diáriamente e o tempo que passam na estrada é a somar, não deduz no tempo de trabalho laboral.
4- Maior consumo de combustiveis gasolina/gasóleo, diminui o poder de compra das pessoas e portugal não beneficia nada com isto porque tem que o importar.
4- Mais custos com carros e com a manutenção destes (não ganhamos nada com isso porque não temos nenhuma marca nacional, só serviços).
5- Mais desgaste, mais problemas psicológicos, mais descontentamento, mais pobreza.
Vantagens para Partugal:
1- O estado através do imposto s/ gasolinas e favorecimento de lobbies
Vantagens para alguns:
1- Os arabes que metem cá o líquido.
2- Quem passa pela Galp como administrador e mais alguns... camuflados para tirarem partido do esquema montado.
Pergunto se este casal pode ter filhos e com que condições... quem vai educar esses filhos... ficam entregues a quem... que principis de educação e formação terão... vão conheçer os pais qundo forem crescidos... etc etc etc.
Amigo Keyser,
Tudo isto está previsto, calculado, e contabilizado desde sempre, as políticas dos governos são estas porque tem de ser, na realidade eles não mandam nada ou muito pouco, estão proibidos de mexer neste esquema porque os lobbies assim o querem, quer seja PS ou PSD ou outro. Quem manda aqui é um grupo de elite, algumas pessoas que controlam a sociedade portuguesa e que tem interesse em que isto não se desenvolva, manter as pessoas na ignorancia e a serem sistemáticamente exploradas como é o caso da classe média portuguesa.
Posso dar milhares de exemplos desde o 25 Abril até hoje tem sido assim. É o pais do "deem-nos a maioria para nos governarmos melhor".
Tal como em alguns paises africanos, é a mentalidade de quanto mais pobre e escravo for o povo, mais exploro, mais roubo, mais enriqueço.
Um abraço
- Mensagens: 71
- Registado: 1/7/2003 22:40
Keyzer Soze ,
Eu tambem disse Chill out !!! ( em Português : relaxa ).
Não acrescentaste nada ao que já estava dito e a MINHA participação neste tópico foi pra dar a minha opinião . Tu é que te identificaste com aquela descrição e te sentiste picado e me interpelaste ( uma vez que eu não vejo agressividade nenhuma na minha RESPOSTA a ti ). Isso é ser infantil ...
Quanto à questão do 25 de Abril , eu acho que é a questão fulcral aqui ...
Tu ainda não percebeste o quão futil e sem sentido é a pergunta , que chegas ao ponto de responder ...
Hehehe...
Mas pronto , eu já não te chateio . Eu até gosto de ti . Não no sentido de querer ter filhos contigo , claro. No sentido de seres um gajo castiço na tua maneira de ser aqui no Caldeirão . Acho-te às vezes um pouco paradigmático , mas tudo bem .
Agora a sério ... onde , exactamente , é que tu estavas no 25 de Abril !?
Um abraço ,
The Mechanic
Eu tambem disse Chill out !!! ( em Português : relaxa ).
Não acrescentaste nada ao que já estava dito e a MINHA participação neste tópico foi pra dar a minha opinião . Tu é que te identificaste com aquela descrição e te sentiste picado e me interpelaste ( uma vez que eu não vejo agressividade nenhuma na minha RESPOSTA a ti ). Isso é ser infantil ...
Quanto à questão do 25 de Abril , eu acho que é a questão fulcral aqui ...
Tu ainda não percebeste o quão futil e sem sentido é a pergunta , que chegas ao ponto de responder ...
Hehehe...
Mas pronto , eu já não te chateio . Eu até gosto de ti . Não no sentido de querer ter filhos contigo , claro. No sentido de seres um gajo castiço na tua maneira de ser aqui no Caldeirão . Acho-te às vezes um pouco paradigmático , mas tudo bem .
Agora a sério ... onde , exactamente , é que tu estavas no 25 de Abril !?
Um abraço ,
The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
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- Aristoteles
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The Mechanic Escreveu:Não respondeste à pergunta "onde é que a minha resposta à tua interpelação , foi ofensiva " e como te faltam argumentos , chamas-me infantil ...
a TUA participação neste tópico começou com a análise a 2 situações distintas:
a verdade escondida é que os Portugueses são mesmo egoistas e querem : acabar o curso , começar a comprar/pagar casa , comprar carro , casar , gozar férias todos os anos em destinos turísticos +- conhecidos, encherem-se de gadjets disto e daquilo , colocar um dinheirinho no Banco e aí ...talvez aí , ter um filho no máximo porque " as Universidades estão caras " .
Os meus pais são do tempo, em que lá em casa era pais e 8 filhos e compravam uma sardinha que se dividia por todos , guardava-se a cabeça pro jantar ,com a espinha fazia-se uma sopa , com as escamas fazia-se uma saia para as meninas e com o rabo , umas calças pros rapazes ...
tive curiosidade em saber o que os outros foristas pensavam, com q situação mais se identificavam, pelo que escrevi:
digam-me uma coisa, se tivessem o poder para escolher a altura em que tivessem nascido, qual preferem:
hoje ou no tempo dos pais do "mecânico" ?
tu respondeste:
Quando é que foi o tempo dos pais do teu mecânico ?!
Aliás, mais importante , quando nasceram os avós do teu electricista !?
Quantos filhos tens ?!
Quantos pensas ter ?!
Onde estavas no 25 de Abril ...
a resposta pareceu-me desnecessariamente agressiva pelo que comecei por escrever:
Chill.... ( em português: calma...)
e passei a responder às tuas questões, usando a tuas próprias palavras:
a verdade escondida é que os Portugueses são mesmo egoistas e querem : acabar o curso , começar a comprar/pagar casa , comprar carro , casar , gozar férias todos os anos em destinos turísticos +- conhecidos, encherem-se de gadjets disto e daquilo , colocar um dinheirinho no Banco e aí ...talvez aí , ter um filho no máximo porque " as Universidades estão caras " .
identificando-me com esta descrição, ou seja, não tenho filhos, não penso vir a ter....e nasci pós 25 Abril, se bem que não percebo o interesse do 25 Abril 1974 neste discussão
e terminei o meu post com uma pergunta acerca do meu modo de vida:
alguém tem alguma coisa com isso ou achas q o Estado deve intervir e dizer-me como eu devo viver a "minha" vida ?
as tuas primeiras palavras ao meu post foram:
Tens os nervos em franja , a esquizofrenia em máximos, sentes-te perseguido e odiado por todos ...
percebes agora onde foste ofensivo e infantil ?
Mech e Keyser,
Sinceramente acho que nenhum dos dois tem razão... ambos levaram a discução a um ponto sem sentido. Ambos culpados 50% para cada lado!!!
Quanto à seg. social só tenho uma coisa a dizer... Estou a ser roubado por eles e não tenho a quem me queixar, pago ao "ladrão" mensalmente e sei que nada vou receber em troca.
Quanto a ter ou não filhos, sempre considerei que era uma opção que cabe a cada um (alguns nem essa opção têm). Também pensava que tomar a opção de vida de não ter filhos era válido e compreensível.
Hoje tenho uma opinião um pouco diferente, não só por ter duas filhas lindas mas por ver a tristeza que é a vida de pessoas que optaram por não os ter. O ser humano necessita de dar e receber carinho/amor e um dia quem mais nos poderá dar se não um filho?!?!
Eu via a vida que pessoas chegadas tinham por serem solteiras e até a chegava a "invejar". Hoje percebo que não há dinheiro, férias, carro, casa... que me consiga dar mais prazer que as minhas filhas. Um dia, bem mais lá para a frente (espero), essa depêndencia do amor das minhas filhas ainda vai ser maior. Tenho um familiar que toda a vida o ouvi dizer que tinha tomado a opção certa(não casar e não ter filhos), hoje, com mais uns anos e alguns problemas de saude é uma pessoa só e muito triste (mesmo com o total apoio da familia).
Concluindo, hoje não vejo vantagem nenhuma em não ter filhos. Não as há num futuro como é lógico e no presente as vantagens de ser livre e ter maior capacidade económica não se aproxima, nem de perto nem de longe, da vantagem de ter filhos mesmo sem tanta liberdade e sem tanto poder económico.
Um abraço,
Carrancho
Sinceramente acho que nenhum dos dois tem razão... ambos levaram a discução a um ponto sem sentido. Ambos culpados 50% para cada lado!!!
Quanto à seg. social só tenho uma coisa a dizer... Estou a ser roubado por eles e não tenho a quem me queixar, pago ao "ladrão" mensalmente e sei que nada vou receber em troca.
Quanto a ter ou não filhos, sempre considerei que era uma opção que cabe a cada um (alguns nem essa opção têm). Também pensava que tomar a opção de vida de não ter filhos era válido e compreensível.
Hoje tenho uma opinião um pouco diferente, não só por ter duas filhas lindas mas por ver a tristeza que é a vida de pessoas que optaram por não os ter. O ser humano necessita de dar e receber carinho/amor e um dia quem mais nos poderá dar se não um filho?!?!
Eu via a vida que pessoas chegadas tinham por serem solteiras e até a chegava a "invejar". Hoje percebo que não há dinheiro, férias, carro, casa... que me consiga dar mais prazer que as minhas filhas. Um dia, bem mais lá para a frente (espero), essa depêndencia do amor das minhas filhas ainda vai ser maior. Tenho um familiar que toda a vida o ouvi dizer que tinha tomado a opção certa(não casar e não ter filhos), hoje, com mais uns anos e alguns problemas de saude é uma pessoa só e muito triste (mesmo com o total apoio da familia).
Concluindo, hoje não vejo vantagem nenhuma em não ter filhos. Não as há num futuro como é lógico e no presente as vantagens de ser livre e ter maior capacidade económica não se aproxima, nem de perto nem de longe, da vantagem de ter filhos mesmo sem tanta liberdade e sem tanto poder económico.
Um abraço,
Carrancho
Abraço,
Carrancho
Carrancho
A titulo de curiosidade:A França sempre quis ter mais população que a Alemanha, isto vem de trás do tempo das Guerras Mundiais e no momento presente vem da influência que pretende ter no âmbito da União Europeia pois o poder de voto tb se mede pela população que cada país tem.Portugal ao ter cada vez menos população no futuro poderá ter menos poder de voto e de influência na esfera do poder europeu.
God save the Money!
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Keyser...
quero dar-te os parabéns por toda a disponibilidade por trazeres para o fórum temas de muita pertinência. Quanto a mim, independentemente de seres, ou não, nascido em Abril de 74, denota empenho, interesse e, certamente, inteligência.
Parabéns pelo trabalho, e tempo dispendido, em prol do enriquecimento deste fórum. Pessoalmente, sempre que vejo um tópico com a tua assinatura, leio-o e, posso confessar, alinho, 'grosso modo', pelas tuas análises.
Quando quero rir, leio outros tópicos, que são igualmente úteis ao fórum.
Por isso, sem me por nos 'bicos de pés' que a minha idade me possa conferir, tomo a liberdade de te dar um conselho que te pode poupar tempo e aborrecimentos; É também uma máxima, que aprendi na minha terra natal: 'Quem vai à que sim ganha, quem vai à que não, perde! '
Por isso, não te rales, não percas tempo e continua como até agora, ou seja, muito bem.
abç
Parabéns pelo trabalho, e tempo dispendido, em prol do enriquecimento deste fórum. Pessoalmente, sempre que vejo um tópico com a tua assinatura, leio-o e, posso confessar, alinho, 'grosso modo', pelas tuas análises.
Quando quero rir, leio outros tópicos, que são igualmente úteis ao fórum.
Por isso, sem me por nos 'bicos de pés' que a minha idade me possa conferir, tomo a liberdade de te dar um conselho que te pode poupar tempo e aborrecimentos; É também uma máxima, que aprendi na minha terra natal: 'Quem vai à que sim ganha, quem vai à que não, perde! '
Por isso, não te rales, não percas tempo e continua como até agora, ou seja, muito bem.
abç
Keyzer Soze
Não respondeste à pergunta "onde é que a minha resposta à tua interpelação , foi ofensiva " e como te faltam argumentos , chamas-me infantil ...
Se tivesses filhos , saberias que "infantilidades" são outras coisas .
Tu é que começaste . E eu tenho esta mania de responder a quem me interpela ...
A poluição é tua . Isto é um espaço livre , sabes . Quando se fala de "natalidade , demografica, segurança social " , a malta gosta de fazê-lo "livremente, democráticamente " . "Palavras de Abril ", sabes ?! ... já agora, onde estavas tu no 25 de Abril !?
Um abraço ,
The Mechanic
relevo q estás a dar a esta discussão revela q tu é q estás nervoso
se queres continuar a comportar-te infantilmente está à vontade, mas não "poluas" este tópico
o assuntos aqui em discussão são a natalidade, demografica, segurança social
Não respondeste à pergunta "onde é que a minha resposta à tua interpelação , foi ofensiva " e como te faltam argumentos , chamas-me infantil ...
Se tivesses filhos , saberias que "infantilidades" são outras coisas .
Tu é que começaste . E eu tenho esta mania de responder a quem me interpela ...
A poluição é tua . Isto é um espaço livre , sabes . Quando se fala de "natalidade , demografica, segurança social " , a malta gosta de fazê-lo "livremente, democráticamente " . "Palavras de Abril ", sabes ?! ... já agora, onde estavas tu no 25 de Abril !?
Um abraço ,
The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
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Because of demographic changes, it is likely that the public sector will consume even more of Europe’s economic output in the future. Without reforms, the United States will suffer the same fate. The following sobering statistics come from a report published by the Center for Strategic and International Studies:
*
Life expectancy has increased more in the past 50 years than it did in the previous 5,000 years.
*
The share of the population in the developed world over age 65 will jump from 16 percent today to 27 percent in 2050—over 35 percent in Italy.
*
The number of beneficiaries is growing 14 times faster than the number of workers in the developed world.
*
By 2050, most G-7 nations will have fewer than two workers per retiree. (See Chart 20.)
*
Europe’s work force will decline by 9 percent by 2030.
*
Social insurance taxes already consume 30 percent of wages in Europe—40 percent in Germany, France, and Italy.
*
To fulfill existing commitments, spending on government pensions will need to rise by 4.4 percent of GDP by 2050—7.0 percent according to private projections.
*
Government health care spending for the elderly will add another 2.5 percent of GDP to the burden—5.5 percent according to private estimates. Other health care outlays worsen the outlook.[82]
Other institutions have reached similar conclusions. The OECD projects that government retirement benefits will exceed 16 percent of GDP in Germany, France, and Italy by 2030. Unfunded pension liabilities in Germany already exceed 100 percent of GDP. Bad as that is, France and Italy are in worse shape with unfunded pension liabilities exceeding 200 percent of GDP. In most EU countries, the implicit debt of unfunded pension programs is two or three times greater than the explicit national debt.[83]
The European Commission’s Kok Report estimates that the “age-dependency ratio” in the European Union will climb from 26 percent to 49 percent, which means that there will be two working-age people for every old person rather than four working-age people for every old person. “[T]he average ratio of persons in retirement compared with those of the present working age in Europe will double from 24% today to almost 50% in 2050.”[84] In addition:
[T]he pure impact of ageing populations will be to reduce the potential growth rate of the EU from the present rate of 2–2.25% to around 1.25% by 2040. The cumulative impact of such a decline would be a GDP per head some 20% lower than could otherwise be expected. Already from 2015, potential economic growth will fall to around 1.5% if the present use of the labour potential remains unchanged. This same ageing will result in an increase in pension and healthcare spending by 2050, varying between 4 and 8% of GDP.[85]
These estimates, moreover, may be too optimistic. The Kok Report assumes that the total employment rate in Europe will jump from 63 percent to 70 percent. Even less plausibly, it also assumes that the employment rate of older workers will jump from 40 percent to 59 percent. In addition, it predicts that potential growth between 2031 and 2050 will be 1.3 percent yearly, although this may be too optimistic. Likewise, the prediction that government spending will climb by only 4 percentage points of GDP may be too sanguine. As another study prepared by the European Commission acknowledged:
Europe’s population will be slightly smaller, and significantly older, in 2050. Fertility rates in all countries are projected to remain well below the natural replacement rate. Life expectancy at birth, having risen by some 8 years since 1960, is projected to rise by a further 6 years in the next five decades.… Starting already from 2010, the working-age population (15 to 64) is projected to fall by 48 million (or 16%) by 2050. In contrast, the elderly population aged 65+ will rise sharply, by 58 million (or 77%) by 2050. The old-age dependency ratio, that is the number of people aged 65 years and above relative to those between 15 and 64, is projected to double, reaching 51% in 2050. Europe will go from having four people of working age for every elderly citizen currently to a ratio of two to one by 2050.[86]
The same report also admits that:
Overall, ageing populations is projected to lead to increases in public spending in most Member States by 2050 on the basis of current policies…. [F]or the EU15 and the Euro area as a whole, public spending is projected to increase by about 4 percentage points between 2004 and 2050…. [M]ost of the projected increase in public spending will be on pensions, health care and long-term care. Potential offsetting savings in terms of public spending on education and unemployment benefits are likely to be limited…. [T]he largest increases in spending are projected to take place between 2020 and 2040.[87]
[82] Richard Jackson, “The Global Retirement Crisis: The Threat to World Stability and What to Do About It,” Center for Strategic and International Studies, April 2002, at www.csis.org/media/csis/pubs/global_retirement.pdf (July 28, 2006).
[83] William Shipman, “Retirement Finance Reform Issues Facing the European Union,”Cato Institute Social Security Paper No. 28, January 2, 2003, at www.socialsecurity.org/pubs/ssps/ssp28.pdf (July 28, 2006).
[84] European Commission, “Facing the Challenge,” p. 13.
[85]I bid.
[86] European Commission, Economic Policy Committee and Directorate General for Economic and Financial Affairs, The Impact of Ageing on Public Expenditure: Projections for the EU25 Member States on Pensions, Health Care, Long-Term Care, Education and Unemployment Transfers (2004–2050), Directorate General for Economic and Financial Affairs European Economy Special Report No. 1/2006, p. 7, at http://ec.europa.eu/economy_finance/publications/
european_economy/2006/eesp106en.pdf (September 29, 2006).
[87] Ibid., p. 10.
The Mechanic Escreveu:keyzer sozeEu !?.....tu é q deste uma resposta bastante nervosa ao meu primeiro post
Eu dei uma resposta nervosa ?! Não ... tu é que les-te uma resposta nervosa . O problema é teu . De interpretação .devias-te olhar ao espelho mais vezes
Pra quê ?! ... tou despenteado !? ...tenho alguma coisa nos dentes ?!não percebo a lógica desta tua resposta tão agressiva...pareces q tens alguns problemas a resolver
Como achas que a resposta foi agressiva , achas que eu te quis agredir ... e por isso achas que eu tenho problemas pra resolver . Achas muita coisa, mas nunca encontras nada . Pressupões coisas no que eu escrevo que não estão lá .
Hoje estou bem disposto . Vou-te elucidar :Quando é que foi o tempo dos pais do teu mecânico ?!
Isto foi pra ilustrar o facto de me teres chamado "mecânico " .
Aliás, mais importante , quando nasceram os avós do teu electricista !?
Isto foi pra reforçar e tornar a minha "ilustração" mais exagerada.
Quantos filhos tens ?!
Quantos pensas ter ?!
Isto quer dizer :
Quantos filhos tens !?
Quantos pensas ter ?!
Perguntar a alguem estas coisas, não é uma agressão a não ser na tua cabeça .
Onde estavas no 25 de Abril ...
Isto é uma frase conhecida do Herman , satirizando Batista-Bastos , que não aquece nem arrefece , mas vem antes na onda de perguntas às quais eu nem me interessa muito a resposta .
Depois de te elucidar , é a tua vez de me dizeres como interpretaste tão "agressiva" resposta minha pra eu entender a tua própria resposta .
Um abraço ,
The Mechanic
o relevo q estás a dar a esta discussão revela q tu é q estás nervoso
se queres continuar a comportar-te infantilmente está à vontade, mas não "poluas" este tópico
o assuntos aqui em discussão são a natalidade, demografica, segurança social
keyzer soze
Eu dei uma resposta nervosa ?! Não ... tu é que les-te uma resposta nervosa . O problema é teu . De interpretação .
Pra quê ?! ... tou despenteado !? ...tenho alguma coisa nos dentes ?!
Como achas que a resposta foi agressiva , achas que eu te quis agredir ... e por isso achas que eu tenho problemas pra resolver . Achas muita coisa, mas nunca encontras nada . Pressupões coisas no que eu escrevo que não estão lá .
Hoje estou bem disposto . Vou-te elucidar :
Eu !?.....tu é q deste uma resposta bastante nervosa ao meu primeiro post
Eu dei uma resposta nervosa ?! Não ... tu é que les-te uma resposta nervosa . O problema é teu . De interpretação .
devias-te olhar ao espelho mais vezes
Pra quê ?! ... tou despenteado !? ...tenho alguma coisa nos dentes ?!
não percebo a lógica desta tua resposta tão agressiva...pareces q tens alguns problemas a resolver
Como achas que a resposta foi agressiva , achas que eu te quis agredir ... e por isso achas que eu tenho problemas pra resolver . Achas muita coisa, mas nunca encontras nada . Pressupões coisas no que eu escrevo que não estão lá .
Hoje estou bem disposto . Vou-te elucidar :
Quando é que foi o tempo dos pais do teu mecânico ?!
Isto foi pra ilustrar o facto de me teres chamado "mecânico " .
Aliás, mais importante , quando nasceram os avós do teu electricista !?
Isto foi pra reforçar e tornar a minha "ilustração" mais exagerada.
Quantos filhos tens ?!
Quantos pensas ter ?!
Isto quer dizer :
Quantos filhos tens !?
Quantos pensas ter ?!
Perguntar a alguem estas coisas, não é uma agressão a não ser na tua cabeça .
Onde estavas no 25 de Abril ...
Isto é uma frase conhecida do Herman , satirizando Batista-Bastos , que não aquece nem arrefece , mas vem antes na onda de perguntas às quais eu nem me interessa muito a resposta .
Depois de te elucidar , é a tua vez de me dizeres como interpretaste tão "agressiva" resposta minha pra eu entender a tua própria resposta .
Um abraço ,
The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
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The Mechanic Escreveu:Tens os nervos em franja , a esquizofrenia em máximos, sentes-te perseguido e odiado por todos ...
Bebe um chá...
Eu !?.....tu é q deste uma resposta bastante nervosa ao meu primeiro post
devias-te olhar ao espelho mais vezes
não percebo a lógica desta tua resposta tão agressiva...pareces q tens alguns problemas a resolver
Alguem disse que o Estado ou alguem devia intervir e dizer-te como viveres a tua vida !?
Isso são palavras tuas .
não te acusei de nada...estou a falar em abstracto
Eu acho triste quem vive pra si , só pensa em carreira e em dinheiro . São os mesmos gajos que quando chegarem aos 60 anos , páram um dia e pensam : " mas o que marca vou eu deixar neste mundo !? o dinheiro que eu ganhei , as férias que eu gozei , os carros que eu comprei ,as casas... quem se vái lembrar de mim daqui a 30 anos !? " .
Mas , se a decisão deles ( e a tua , pelos vistos ) é essa, eu não tenho! nada a ver com isso .
Nem quero ter .
Exacto ! não tens nada com isso..
as pessoas devem ter a liberdade de viverem como bem entenderem
Mais ! Nem discuto se as pessoas fazem bem ou mal em querer ter primeiro bens materiais e só depois , os filhos ! A vida dos outros é a vida dos outros .Eu acho mais importante a família, mas isso sou eu .
e tens a liberdade de viver como TU mt bem entenderes
O que eu digo é que antigamente as pessoas ganhavam pouco, tinham poucos bens e se tinham 6 ou 7 filhos eles criavam-se ! E alguns são os nossos pais .
Se os avós de todos pensassem em ter um ou nenhum filho , porque tinham pouco dinheiro e não os podiam levar para a universidade , antes de pagar um possivel carro e uma possivel casa e "ene" outras coisas , .. se calhar muitos de nós e dos nossos amigos não existiriam hoje .
a questão é esta:
as pessoas são livres de viverem como entenderem, o q está errado é depois exigir aos outros que paguem (impostos para subsidios) a opção de vida que tomaram
se as pessoas têm condições e desejo de terem mt filhos q os tenham
agora pessoas sem condições materiais que têm muitos filhos, não têm codições para sustentá-los, edcucá-los, as crianças são sujeitas a violência e maus tratos....e depois ainda exigem receber subsidios...
Um abraço ,
The Mechanic
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