Caldeirão da Bolsa

Off topic O nosso Portugalex .....

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por charles » 8/10/2007 18:01

Infelizmente uma ameaça esperada, espero que nunca se venha a concretizar, as autoridades portuguesas ao se envolverem no assunto ETA só podia dar nisto, uma extensão do problema ao nosso pais, só podia interessar ao governo espanhol......cooperação é tudo uma grande treta....



Forças policiais em vigilância devido a ameaça de bomba em Faro

Todas as forças de segurança do Algarve foram accionadas na sequência de um telefonema para um jornal da região a alertar para uma bomba da ETA em Faro, disse à Lusa a Governadora Civil.

Apesar do alerta, a Governadora Civil de Faro disse à Lusa que a população não deve ficar alarmada.

«Houve uma chamada anónima para a redacção de um jornal dando conhecimento de uma ameaça de bomba», disse a Governadora Civil de Faro, Isilda Gomes, referindo que por estarem em causa «razões de segurança» foi accionado de imediato o gabinete coordenador de segurança que é composto por todas as forças de segurança da região.

«As forças de segurança tomaram as medidas convenientes e adaptadas à situação eventual de uma bomba», explicou Isilda Gomes, especificando que desde o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, passando pela Polícia Judiciária, PSP, GNR, Autoridade Marítima, Aeroporto de Faro e mesmo o SIS estão a fazer prevenção.

A Lusa contactou a PSP de Faro que confirmou que está em curso um conjunto de diligências de prevenção, vigilância e unidades adequadas à situação na sequência de uma chamada telefónica anónima sobre uma alegada ameaça de bomba.

O sub-director Nacional da Directoria da Polícia Judiciária de Faro remeteu para mais tarde eventuais esclarecimentos sobre o caso.

A responsável pelo Governo Civil de Faro acredita que este telefonema anónimo não passa de mais um falso alarme, «daqueles que muitas vezes são feitos», mas que a situação não pode ser descurada.

A chamada anónima - na qual um indivíduo falava em espanhol e francês - foi feita para o Jornal do Algarve, publicação com um historial de 50 anos e sede em Vila Real de Santo António, a dezenas de metros da fronteira espanhola e do rio Guadiana.

Segundo uma funcionária do Jornal do Algarve, que pediu anonimato, o número do semanário recebeu o telefonema às 09:10 e percebeu-se «em basco que estavam a fazer uma ameaça de bomba em Faro», mas não se «percebeu o local».

O director do Jornal do Algarve, Fernando Reis, adiantou à Lusa que a funcionária que recebeu a chamada disse que a voz do outro lado da linha telefónica pertencia a um homem de meia idade que falou num «tom sereno» em três idiomas diferentes: francês, espanhol e basco.

A mesma funcionária também disso que apesar do «muito ruído na linha» conseguiu entender que era da ETA e que estava a informar de uma ameça bombista em faro.

«O homem [da chamada anónima] disse que ia explodir uma bomba em Faro, mas não falou em hora, nem em dia», explicou Fernando Reis.

O director do Jornal do Algarve adiantou ainda que foi contactada a Portugal Telecom (PT) para conhecer o registo da chamada, mas as chamadas recebidas só são identificadas quando se encontram sob escuta telefónica.

Em Junho, a polícia espanhola descobriu em Ayamonte, sul de Espanha, um veículo abandonado com matrícula portuguesa verdadeira, com cerca de 100 quilos de explosivos da ETA no interior e em marcha uma operação «stop» fiscalizando os automóveis que saem de Ayamonte, sul de Espanha, em direcção ao Algarve, Portugal.

No dia 30 de setembro, Portugal e Espanha assinaram um acordo para criar uma equipa com polícias e magistrados dos dois países que investigará a existência de uma eventual infra-estrutura da organização ETA em território português.

Diário Digital / Lusa

08-10-2007 17:09:00
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por charles » 4/10/2007 20:01

Hehehehe ganda maluco este é pior que o tio alberto :mrgreen: .....ainda se arrisca a ter de cunhar moeda :mrgreen:

"
Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007
Principado da Pontinha

Conheci Renato Barros, no liceu em Santana, está fazendo 25 anos, foi meu professor, sabia que já tinha umas ideias avançadas na epoca, foi o 1º a influênciar, o "playback" na festa da escola, a banda estava fantástica, bateria feita de cartões, guitarras de contraplacado, piano de platex, etc, mas passados 25 anos é que venho a saber que a sua "loucura" perdura, senão vejamos o texto abaixo.


Dono do ilhéu da Pontinha quer independência.

Os proprietários do principado da Pontinha, a cerca de 70 metros da ilha da Madeira, exigem a independência. O principado é uma pequena porção de terra onde cabe um pequeno forte e pouco mais.

O principado da Pontinha é um pedaço de terra a setenta metros da ilha da Madeira. Reza a história que foi no forte do ilhéu - o forte de São José, com cerca de 178 metros quadrados - que se refugiaram, em 1419, os descobridores João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz se refugiaram antes de entrarem a ilha grande.
Passam os séculos e, em 1903, o Estado acabou por vender o forte, uma operação selada em carta régia assinada pelo rei D. Carlos. Desde esse ano, foram várias as vendas, até que no ano 2000 o actual proprietário, Renato Barros, o compra por nove mil contos.
É ele que inicia o processo para reconhecimento do principado.«Quando um indivíduo sente que, ao seu lado, existem espaços idênticos e não é tratado da mesma maneira, só sente que não pertence à mesma família. Foi quando me apercebi que, pela maneira como estava a ser tratado pela Estado português, não fazia sentido estar a fazer uma data de pedidos», explica Renato Barros.
O proprietário diz que o ilhéu tem todas as condições para ser Estado, porque tem povo e porque tem lei: «Tem a sua própria constituição, respeita fundamentalmente as Nações Unidas, e tem a minha família, que é constituída por quatro pessoas e portanto já é povo, já é plural».O forte de São José não tem água nem luz, e não vive lá nenhuma pessoa, mas pode ser visitado através da Internet no endereço:


http://www.fortesaojose.com/pt/indexpt.html"
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Alan Greenspan

por charles » 3/10/2007 21:36

O Tio Grenn em Portugal :lol:

Publicação: 03-10-2007 17:40 | Última actualização: 03-10-2007 22:07
"O pior já passou"

Greenspan garante que os mercados vão acalmar, mas lança alguns alertas

Alan Greenspan diz que o pior já passou nos mercados financeiros mundiais. Após o auge da crise do chamado sub-prime, o ex-presidente da Reserva Federal norte-americana mostrou-se optimista, esta quarta-feira, em Lisboa. No entanto, Greenspan deixou um alerta: se os preços das casas nos Estados Unidos continuarem a cair, a maior economia do mundo vai entrar em recessão.


Os mercados vão acalmar e há muito dinheiro para investir em todo o mundo. Quem o garante é Alan Greenspan, o ex-presidente da Reserva Federal norte-americana, de quem se diz que conseguiu evitar o caos nas bolsas a seguir aos atentados de 11 de Setembro de 2001.

O homem que é considerado um dos maiores especialistas vivos em mercados monetários e financeiros sublinhou o impacto da crise na vida das empresas.

Além das taxas de juro, os spreads ou margens de lucro dos bancos têm vindo a subir. Famílias e empresas em geral estão a pagar mais pelo mesmo dinheiro. Mas a situação tende a estabilizar. Greenspan arrisca dizer que o pior já passou.

E logo a seguir lança o aviso: este cenário só se confirma se os preços das casas nos Estados Unidos estabilizarem. Se continuarem a cair, a maior economia do mundo arrisca mesmo entrar em recessão, com pesadas consequências nos mercados financeiros e na economia mundial.

Para já, Alan Greenspan prevê que a economia americana vai apenas desacelerar, para voltar a crescer na segunda metade de 2008.

Falando numa conferência em Lisboa sobre as perspectivas económicas para 2008, Greenspan elogiou o projecto do Euro.

O ex-presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos não arriscou uma previsão sobre a contínua desvalorização do euro face ao dólar. Mas disse ter a certeza de que o Euro e o dólar serão as duas moedas de refúgio dos investidores durante muitas décadas, mesmo em economias em processo de rápido desenvolvimento.



P.S. Em declaraçoes disse que a cozinheira em casa dele é portuguesa de uma aldeia do norte de portugal e que em Agosto quando ela vinha de férias a portugal, ele passava fome :mrgreen: há coisas fantásticas não há :!:

José Gomes Ferreira
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por LS » 3/10/2007 21:14

charles Escreveu:O estado dá um fraco exemplo quando impôe limitaçoes convenientes para si proprio....



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A divulgação das dívidas do Estado a cidadãos e empresas deverá ficar limitada à administração central - deixando de fora empresas públicas e autarquias.
Alterações que constam das propostas avançadas pelo PS a um projecto do CDS que visava a publicação das dívidas do Estado e outras entidades públicas, e que levou ontem os centristas a ameaçar rejeitar a "paternidade" do texto, noticia hoje o "Diário de Notícias".

"O PS decapitou o projecto, retirando as empresas públicas, os institutos públicos e as autarquias", afirmou ontem o líder parlamentar do CDS, Diogo Feio, lançando um repto aos socialistas para que recuem naquelas propostas. Sob pena de o "projecto que está a ser discutido deixe de ter a paternidade do CDS". Diogo Feio não especificou se os democratas-cristãos poderão mesmo votar contra o texto final, caso o PS mantenha as propostas. Mas não fechou esta hipótese. "É inacreditável reduzir o projecto a um mínimo tal que deixe de fazer sentido", sublinhou o líder da bancada centrista.

Pelo PS, Vítor Baptista, deputado que tem conduzido este processo, salienta que os socialistas (que se abstiveram na votação em plenário do diploma) concordam com o princípio da publicação das dívidas da administração central do Estado (leia-se ministérios). Ou seja, esta parte avançará, o resto do articulado levanta sérias reservas. No caso das dívidas das autarquias, que as propostas de alteração do PS não contemplam (excluíndo também a administração regional), Vítor Baptista diz que é uma duplicação que não faz sentido: "As contas de gerência das autarquias já publicam em anexo as dívidas." Já quanto às empresas públicas evoca a "autonomia administrativa e financeira" destas entidades.



Nem podia ser de outra forma.

A propagada reforma da Administração Pública é um logro para ir iludindo o pagode. O Governo encerra serviços públicos (uns dispensáveis, outros nem por isso) mas 'ao lado' vai criando institutos públicos, agências, unidades de missão e outros que tais. Onde esbanja o dobro do dinheiro que poupa com o encerramento dos serviços mas, que utiliza para colocar a sua clientela politica menor, controlando politicamente a Adm. Pública.

Sim, porque o peixe graúdo vai para as empresas públicas (e golden shares), onde são pagos principescamente. Como a GALP (onde já aparece o Mario Soares a fazer intermediação com o Chavez), CGD, CTT, etc...

Claro que não querem apresentar contas (dividas)destes organismos.
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por charles » 3/10/2007 8:29

O estado dá um fraco exemplo quando impôe limitaçoes convenientes para si proprio....



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A divulgação das dívidas do Estado a cidadãos e empresas deverá ficar limitada à administração central - deixando de fora empresas públicas e autarquias.
Alterações que constam das propostas avançadas pelo PS a um projecto do CDS que visava a publicação das dívidas do Estado e outras entidades públicas, e que levou ontem os centristas a ameaçar rejeitar a "paternidade" do texto, noticia hoje o "Diário de Notícias".

"O PS decapitou o projecto, retirando as empresas públicas, os institutos públicos e as autarquias", afirmou ontem o líder parlamentar do CDS, Diogo Feio, lançando um repto aos socialistas para que recuem naquelas propostas. Sob pena de o "projecto que está a ser discutido deixe de ter a paternidade do CDS". Diogo Feio não especificou se os democratas-cristãos poderão mesmo votar contra o texto final, caso o PS mantenha as propostas. Mas não fechou esta hipótese. "É inacreditável reduzir o projecto a um mínimo tal que deixe de fazer sentido", sublinhou o líder da bancada centrista.

Pelo PS, Vítor Baptista, deputado que tem conduzido este processo, salienta que os socialistas (que se abstiveram na votação em plenário do diploma) concordam com o princípio da publicação das dívidas da administração central do Estado (leia-se ministérios). Ou seja, esta parte avançará, o resto do articulado levanta sérias reservas. No caso das dívidas das autarquias, que as propostas de alteração do PS não contemplam (excluíndo também a administração regional), Vítor Baptista diz que é uma duplicação que não faz sentido: "As contas de gerência das autarquias já publicam em anexo as dívidas." Já quanto às empresas públicas evoca a "autonomia administrativa e financeira" destas entidades.
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por charles » 1/10/2007 23:32

O hospital do futuro
Se se deixa fascinar pelos hospitais das séries de televisão saiba que, em Portugal, já temos um assim. Descubra onde
Do lado de lá das enormes vidraças da cafetaria, num jardim interior de estilo minimalista, com bambus, predomina o verde, apenas separado do azul do céu por uma gigantesca clarabóia. O ambiente é calmo e o espaço visualmente agradável. Grandes superfícies de vidro, corredores largos, cores suaves e muita, muita luz natural.

De súbito, a cafetaria, que também é restaurante, enche-se de batas brancas e caímos na realidade. Estamos num hospital. No Hospital da Luz, em Lisboa. Por aqui circulam profissionais de saúde de todas as áreas médicas e cirúrgicas. Têm condições de trabalho ideais para proporcionarem qualidade nos cuidados de saúde.

Na que é a jóia da coroa da Espírito Santo Saúde, encontramos todo o tipo de tecnologia de vanguarda e equipamentos médicos e cirúrgicos de última geração, em alguns casos pioneiros na Península Ibérica. Raios-X portáteis digitais, sistemas de neuro-navegação para cirurgia minimamente invasiva e aparelhos de TAC intra-operatória, entre outros.

Equipamentos sofisticados que, em áreas como, por exemplo, a imagiologia e a anatomia patológica, reduzem o tempo de resposta no diagnóstico de doenças e prometem aumentar a taxa de sucesso dos tratamentos. As salas do bloco operatório parecem saídas de filmes de ficção científica.

Cores claras e muita... luz

Por vários motivos, este hospital marca a diferença. Quem já passou por outros não demorará muito a perceber porquê. Visto de fora, o edifício é discreto. De linhas modernas e cores claras, parece mais um hotel de luxo do que um hospital. No interior, essa impressão mantém-se.

O que salta à vista é, sobretudo, a luz que entra pelas enormes janelas das fachadas. Muita luz, talvez a rimar com o nome do hospital. E todos sabemos como um ambiente luminoso é importante na recuperação das pessoas quando estão doentes.

Se a visão de espaços agradáveis ajudasse a curar os problemas de saúde, aqui tudo seria mais fácil. Mas quem faz os lugares são as pessoas.

A impressão com que ficamos dos serviços depende da forma como nos tratam. E, neste hospital, somos bem atendidos e ninguém se sente apenas mais um doente. Por isso, se, por qualquer motivo, precisar de recorrer ao Hospital da Luz, terá a sensação de que quem lá trabalha se preocupa consigo e com o seu bem-estar.

http://mulher.sapo.pt/saberviver/artigo ... 66014.html


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por charles » 30/9/2007 21:32

Maconde despede 48 funcionários

Meio milhar de trabalhadores da têxtil temem pelo emprego

O acordo alcançado com a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o BCP não foi suficiente para garantir a manutenção dos mais de 500 postos de trabalho na Maconde, em Vila do Conde. Para já, foram despedidos 48 funcionários da empresa têxtil, que enfrenta um plano de reestruturação face à dívida acumulada que pode levar à falência.

SIC




Em declarações à agência Lusa, o presidente da mesa da assembleia-geral, António Leite Tavares, afirmou que os trabalhadores agora dispensados eram sobretudo administrativos e auxiliares, não se tratando de pessoal fabril.

Contudo, sindicato e trabalhadores estão preocupados, alegando desconhecer em pormenor o plano de reestruturação traçado para a empresa; temendo o fecho da unidade fabril. Os trabalhadores vão reunir-se em plenário, na próxima segunda-feira.

O acordo com a banca passa pelo pela obtenção de um financiamento no valor de 6,6 milhões de euros, essenciais para manter a fábrica a laborar. O acordo foi obtido no passado dia 10 com o BCP e a Caixa Geral de Depósitos, mas ainda não foi concretizado.

Caso não haja um desfecho da situação até ao início da próxima semana, António Leite Tavares admite solicitar uma reunião com o Ministério da Economia, com que se tem mantido "em contacto permanente". A Maconde tem dívidas no valor de 32 milhões de euros, apesar de continuar a receber grandes ecomendas dos clientes, sobretudo estrangeiros.


Desde 1969

A empresa, que nasceu do investimento de um grupo estrangeiro em Vila do Conde em 1969, chegou a empregar mais de 2.000 trabalhadores, em cinco fábricas, mas em 2002 começou a encerrar unidades, as últimas das quais no ano passado, em Braga e na Póvoa do Varzim.

A única unidade restante do grupo, de Vila do Conde, ainda é a maior fábrica têxtil da região, empregando cerca de 500 funcionários.

Em 2006, no âmbito de um plano de reestruturação liderado pelo então presidente do grupo Mário Pais de Sousa (ex-Vulcano), a Maconde decidiu alienar as lojas Macmoda, Tribo e Zona Franca.
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por charles » 30/9/2007 21:27

Publicação: 30-09-2007 20:11 | Última actualização: 30-09-2007 20:11
Ruben Faria venceu em motos no Rali de Marrocos
Carlos Sousa foi quarto nos automóveis
O "motard" português Ruben Faria (KTM) conquistou hoje a vitória no Rali de Marrocos, quarta prova do Mundial de todo-o-terreno, com o segundo lugar da sexta e derradeira etapa, em Ouarzazate, num total de 310 quilómetros.



Faria gastou mais 6.57 minutos a percorrer os 222 quilómetros cronometrados que o britânico Stan Watt (KTM), vencedor da tirada, mas manteve o russo Alexy Kolomytsyn (KTM), segundo colocado na classificação geral, a 42.11 minutos de distância.

"Foi um excelente rali, onde tudo me correu bem. Fico muito satisfeito por ter dado um passo em frente na navegação. Quero agradecer à minha equipa pelo excelente trabalho que realizou", disse Faria.

Nos carros, Carlos Sousa (Volkswagen) também conservou o quarto posto da geral, chegando hoje no segundo lugar, a escassos quatro centésimos de segundo do sul-africano Giniel de Villiers (Volkswagen), o qual ultrapassou o espanhol Carlos Sainz (Volkswagen) e pôde comemorar o triunfo na prova, com uma vantagem de 3.13 minutos sobre o colega de equipa.

Elisabete Jacinto, única concorrente nos camiões, terminou a sexta etapa, cumprindo a prova em 28.37,38 horas.

"Estou naturalmente satisfeita. É um marco histórico figurar como vencedora de uma competição da Taça do Mundo. Creio que fiz tudo ao longo da prova para vir a merecer essa distinção. Sinto-me cada vez mais competitiva, em todo o tipo de pistas", afirmou a piloto portuguesa.


Com Lusa
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por charles » 30/9/2007 21:26

Mirandês continua a ser falado nas aldeias
Língua tradicionalmente falada nas aldeias, é agora também escrita nas escolas
Pertence a uma Região, mas é a segunda língua oficial do País. Falado por mais de 15 mil pessoas, o Mirandês mantém as suas raízes presas à Terra que lhe deu origem, graças aos mais velhos. Mas a língua de Miranda do Douro, que começou por ser apenas falada, agora também é lida e escrita nas escolas da Região.

João Faiões
Jornalista



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Visita pelos regionalismos de Portugal
PLAYMirandês é falado por mais de 15 mil pessoas
Falado ou cantado o Mirandês ainda resiste na Terra que lhe deu origem, essencialmente à custa dos mais velhos.

É nas aldeias de Miranda Douro, lugares bucólicos onde a roupa ainda é esfregada à mão sobre a pedra, e o burro continua a ser uma ajuda nos trabalhos do campo, que se mantêm as verdadeiras raízes desta língua.

Por força do isolamento a que as Terras de Miranda estiveram sujeitas, ao longo dos tempos, ainda hoje o Mirandês faz parte do quotidiano das gentes rurais.

Quase tão antiga como o português, a fala mirandesa ganhou maior importância há nove anos, altura em que a Assembleia da República lhe conferiu o estatuto de segunda Língua oficial do País. Mas até aí era vista como um pobre dialecto.

Até ganhar a força da Lei o Mirandês foi sempre uma língua unicamente falada, mas hoje já chegou às escolas. Cerca de quinhentos jovens da Região de Miranda aprendem a falar mas também a ler e a escrever a língua da Terra. Estima-se que mais de 15 mil pessoas espalhadas pelo País e pelas comunidades emigrantes falem Mirandês.
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por charles » 29/9/2007 0:25

"

Publicação: 28-09-2007 20:18 | Última actualização: 28-09-2007 20:26
Tropas portuguesas vão para África
Integradas na força da ONU e UE no Chade e República Centro Africana
Portugal vai participar na força das Nações Unidas e da União Europeia para o Chade e República Centro Africana, "não estando ainda definido como", anunciou esta sexta-feira o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira.


"A resposta é positiva. Portugal estará presente, não está é definido como", afirmou Severiano Teixeira, em conferência de imprensa no final do primeiro dia da reunião informal dos ministros da Defesa dos 27, em Évora, no âmbito da presidência portuguesa da UE.

O Governo português, disse, ainda não iniciou o processo formal para a decisão quanto a uma participação na força, comandada pela França, e que passa pelo diálogo com o Presidente da República, Cavaco Silva, que é, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas.

A participação dos países da UE na força a enviar para o Chade e República Centro Africana, destinada a proteger os refugiados do Darfur, foi discutida, informalmente e à margem da reunião de Évora.

Na terça-feira, o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizou a deslocação de uma força europeia, assim como polícias da ONU, para aquela região africana para protecção de milhares de refugiados e garantir que a ajuda humanitária chegue aos que dela necessitam.

Apesar de se tratar de uma reunião informal, "portanto sem decisões", como sublinhou Severiano Teixeira, "todos os Estados-membros, sem excepção, responderam de forma positiva" para participar na missão.

Com Lusa
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por charles » 28/9/2007 14:05

Sem querer dar uma de Medina carreira que diz ficar doente quando ve o pessoal a pedir um empréstimo para ir de férias, eu acrescento para onde vai este pais, quando a banca vende dinheiro para os encarregados de educação pagarem o mterial escolar dos filhos :roll: será demasiado pessimismo :? ?



"Portugueses demoram cada vez mais tempo a pagar as suas compras
(28-09-2007 - 13:40)


Os portugueses demoram cada vez mais tempo a pagar as suas compras. De acordo com um estudo realizado pela Intrum Justitia, 69% das empresas queixam-se que o tempo necessário para obter os recebimentos do consumo privado aumentou durante os últimos três anos.

Das empresas portuguesas inquiridas, 69% queixam-se do aumento das despesas com a gestão de crédito. Os portugueses demoram cada vez mais tempo a pagar, sendo o aumento do custo de vida a principal razão apontada para esta tendência negativa. Apenas 3% indicaram uma mudança positiva.

Entre as razões apontadas, o aumento do custo de vida foi, para a maioria, a principal justificação para esta realidade, seguida pelo comportamento de pagamento selectivo.

Isto é, os indivíduos apresentam comportamentos diversificados na liquidação das suas facturas, tendo em conta diferentes fornecedores e/ou prestadores de serviços. Um indivíduo poderá pagar a um dos seus fornecedores dentro do prazo, mas, ao mesmo tempo, poderá arrastar o pagamento a um outro fornecedor até ao limite, apesar dos avisos e esforços de pagamento. Não existe, por parte do mesmo indivíduo, um comportamento padrão na liquidação de facturas.

Segundo o estudo, este comportamento selectivo de pagamento é influenciado principalmente por dois factores: incentivo à compra (alterações na lealdade aos fornecedores) e pelo anonimato (alterações no relacionamento pessoal). Quanto menor for a necessidade de compra, maior é a tendência para que o pagamento se realize com um maior atraso de dias ou, em alguns casos, não chegue sequer a ser liquidado. Esta situação é, na maioria das vezes, reforçada pela inexistência de relacionamento pessoal entre cliente-fornecedor.

As empresas inquiridas justificam igualmente esta tendência com o aumento dos juros bancários e a mudança geral negativa nos valores da sociedade.

Resultados ainda piores que na Europa

Estes resultados são ainda piores quando comparados com os restantes países europeus: 41% das empresas europeias registaram um crescimento das despesas com a gestão de crédito e apenas 9% indicam que se verificou um decréscimo face ao ano de 2004.

Numa perspectiva regional, os países onde se fala alemão - Alemanha, Suíça e Áustria - apresentaram os desenvolvimentos mais negativos (53% aumentou e 7% decresceu).

Por outro lado, a região do Báltico - Estónia, Letónia e Lituânia - foi a única que demonstrou estabilidade e consequentemente o desenvolvimento mais positivo (20% cresceu e 19% decresceu).



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por charles » 26/9/2007 23:41

nem tudo é mau...

Dono da Microsoft 2007-09-27 00:05
Bill Gates escreve a Cavaco Silva sobre globalização
O dono da Microsoft elogia o conselho para a globalização, que decorre amanhã.

Márcia Galrão

“Portugal está a definir a agenda certa, no sentido de ajudar ao estabelecimento de pontes entre a União Europeia e outras regiões-chave à volta do mundo para parcerias duradouras e para concorrer com outros blocos económicos”.

É com este tom de elogio para com o Presidente da República que Bill Gates escreveu uma carta a Cavaco Silva, onde diz que Portugal é o parceiro indicado para fazer a ponte com África. Vindo do homem mais rico dos Estados Unidos, e de uma das personalidades mais influentes a nível planetário, a afirmação só pode ser entendida como um caderno de encargos principalmente quando, segundo a carta a que o Diário Económico teve acesso, Bill Gates explica que “a concorrência [com outras regiões] encoraja regiões como África a desenvolver-se a um ritmo mais rápido para melhorar o acesso dos seus cidadãos a melhor educação e serviços de saúde”.

No texto, Bill Gates destaca as virtualidades do Conselho para a Globalização, patrocinado por Cavaco, e que reúne amanhã 46 empresários nacionais e internacionais, em Sintra.

A Presidência da República encara a carta de Bill Gates como um elogio, mas principalmente como um sinal: cabe a Portugal liderar a relação dos países com África, o que o torna um parceiro privilegiado para fazer a ponte.

Cavaco, no entanto, vai mais além e quer estender essa ponte a outras áreas geográficas e outros mercados.

Na carta, Bill Gates lamenta ainda o facto de não poder estar presente na Segunda Edição do Conselho para a Globalização, mas sustenta que se trata de uma importante iniciativa para a Microsoft: “É um excelente fórum para ajudar a definir as prioridades da cooperação internacional que Portugal definiu para a Presidência Europeia da UE”, sublinha.

Este ano, o Conselho patrocinado pelo Presidente da República conta com a participação de 46 empresários, 22 deles portugueses. O ex-ministro da Saúde é um deles, juntamente com Ricardo Salgado. O presidente da EFACEC, Luís Filipe Pereira, sublinha a importância da reunião para a “estratégia de internacionalização” da sua empresa e acredita que os temas escolhidos “ajudarão os empresários a perceber os elementos e vectores a ter em conta numa estratégia internacional”.

Os novos patamares de competitividade permitidos pela globalização podem, segundo Luís Filipe Pereira, ser usados pelas empresas portuguesas, que devem apostar na “diferenciação, inovação e customização”. É na tecnologia e na inovação que Portugal pode “alargar a sua actividade a nível global”, uma vez que “o custo da nossa engenharia não é tão elevada, mas a qualidade é similar à de outros mercados mais desenvolvidos”.


Clinton promove terceiro congresso global
Sob o patrocínio do ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Bill Clinton, Nova Iorque recebe esta semana o congresso anual da Clinton Global Initiative, com o debate deste ano centrado numa discussão sobre o que realmente resulta no desenvolvimento. A pobreza continua a ser o tema central, sendo que no ano passado, Clinton conseguiu 215 compromissos de governos, empresas e grupos não lucrativos, no total de 5.1 mil milhões de euros. A iniciativa do ex-presidente conta este ano com a presença de executivos, líderes não-governamentais e chefes de Governo, aos quais pedirá novamente grandes compromissos financeiros para alcançar os seus objetivos nas áreas da educação, energia e mudanças climáticas, saúde global e luta contra a pobreza. O evento começou ontem e prolonga-se até sexta-feira. Entre as personalidades que constam no programa destaque para Tony Blair, que fala hoje sobre “Crescimento económico face à escassez de recursos e as alterações climáticas”. Os temas variam entre a necessidade de uma acção global, passando por modelos de sucesso para um desenvolvimento sustentável e a construção de uma comunidade global multi-étnica.
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por charles » 26/9/2007 8:32

a justiça até anda rápida, passados poucos anos já vamos ter a decisão :roll:


"Caso Esmeralda: Entrega de menor ao pai é decisão que não orgulha justiça - advogado de Aidida Porto
26 de Setembro de 2007, 09:24

Leiria, 26 Set (Lusa) - O advogado da mãe biológica de Esmeralda Porto considerou hoje que a decisão que confirma a entrega da menor ao pai "não é uma sentença de que a justiça portuguesa se deva orgulhar".

Em declarações à Agência Lusa, Tomás de Albuquerque disse não ter sido ainda notificado da decisão do Tribunal da Relação de Coimbra que confirma a entrega da menor ao pai mas lamentou que o advogado do pai biológico já tenha conhecimento da decisão.

"Há pessoas que têm tratamento VIP", ironizou o advogado de Aidida Porto, que entregou a menor ao casal Luís Gomes e Adelina Lagarto quando a criança tinha três meses.

"É uma sentença que lamentamos ter sido proferida" porque "acho que os interesses da Esmeralda, que deveriam ser o mais importante, não foram minimamente acautelados", afirmou.

"Acho que seria perfeitamente desaconselhável uma decisão" para mais num momento em que, referiu, a menor apresenta problemas psiquiátricos devido aos contactos com o pai.

"Nunca deveria haver uma entrega da menina neste momento ao pai", acrescentou o causídico, prometendo também que irá recorrer da sentença.

"Não nos vamos conformar e vamos fazer alguma coisa relativamente a isto" e "vamos "tentar que a entrega não venha a ser feita", disse Tomás de Albuquerque.

A polémica sobre o estado emocional da menor começou em Maio, quando o casal que educou Esmeralda Porto pediu ao Tribunal de Torres Novas acompanhamento psicológico para a criança, alegando que ela já apresentava sinais de ansiedade e problemas de comportamento devido aos contactos com o pai biológico.

A 10 de Abril, as partes chegaram a acordo parcial para regular a tutela da menina, ficando a guarda da criança entregue ao casal que a criou, enquanto os pais teriam direito a visitas semanais no jardim-de-infância.

A criança foi entregue com três meses pela mãe, Aidida Porto, a Luís Gomes e Adelina Lagarto, mas sem autorização do pai, Baltazar Nunes, que decidiu perfilhar a filha quando ela tinha um ano.

Desde então, tem decorrido uma batalha legal entre o pai e o casal sobre a guarda da menor, tendo Luís Gomes sido condenado por sequestro da criança, um crime do qual a sua mulher também é acusada.

PJA

Lusa/Fim
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por sharpyn » 4/7/2007 8:33

O problema é que: "o povo é sereno ... é só fumaça..." ...
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por petar » 4/7/2007 7:46

Isto está realmente a sair dos eixos e ninguém faz nada.
se os tribunais não puserem ordem na casa, não me admiraria que começassem a rebentar umas bombas.

estes abrilistas....
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por charles » 29/6/2007 8:18

agora invertendo os papeis....

....gostava realmente de saber para que lado tendem as opinioes relativamente a haver mais censura ou não, ou se estas situaçoes são simplesmente processos +- normais, mas mediatizados tendo em conta as pessoas em causa ou se por causa delas possa haver influencias no sentido de "aniquilar" qq opinião ou critica..........

"Autor de blogue processa Sócrates
2007/06/26 | 10:24 || Cláudia Rosenbusch
António Caldeira não admite ser processado por escrever a «verdade» sobre o percurso académico do primeiro-ministro e vai apresentar uma queixa-crime por difamação e denúncia caluniosa. Professor quer ainda reclamar uma indemnização por danos

MAIS:
Sócrates apresenta queixa contra autor de blogue

O autor do blogue «Do Portugal Profundo», António Balbino Caldeira, vai apresentar uma queixa-crime contra o primeiro-ministro, José Sócrates, por difamação e denúncia caluniosa.

A notícia foi avançada pelo «Público» e confirmada ao PortugalDiário pelo advogado do professor do Instituto Politécnico de Santarém, José Maria Martins.

Trata-se de uma resposta à queixa-crime que o chefe do Governo moveu contra o professor, na sequência dos escritos no blogue sobre a alegada utilização indevida do título de engenheiro, bem como do seu percurso académico.

«O professor Caldeira entende que tudo o que escreveu tinha fundamentado», referiu José Maria Martins. Segundo o advogado, autor da denúncia que motivou um inquérito à licenciatura do primeiro-ministro, a queixa-crime será apresentada «contra quem tiver processado» o autor do blogue.

Desde Fevereiro de 2005, que o pai «Do Portugal Profundo» tem publicado informações sobre a alegada utilização indevida do título de engenheiro e sobre o percurso académico do primeiro-ministro.

O professor será ouvido esta quinta-feira no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) na qualidade de testemunha do inquérito sobre a obtenção do diploma de licenciatura e como arguido no processo-crime por difamação. Nessa ocasião, deverá processar o primeiro-ministro.

José Maria Martins acrescentou que «um ou dois dias depois» da apresentação da queixa-crime contra Sócrates, o professor irá ainda deduzir um pedido de indemnização cível, por danos causados, sem contudo especificar o montante a reclamar.

«b>«Se forem processados, os cidadãos não devem amochar»

António Balbino Caldeira justifica no seu blogue a queixa-crime a apresentar: «Não queria crer (. ..) porque não acredito na vingança, mas parece que é real. Um primeiro-ministro que processa alguém, como eu, (. . .) por ter levantado dúvidas fundamentadas e publicado a verdade sobre a utilização indevida do título de engenheiro e o seu percurso académico, age contra a liberdade de expressão».

E conclui: «Se forem processados pelos detentores do poder, os cidadãos não devem amochar, sendo a partir daí, legítima a resposta no mesmo foro, responsabilizando o cumprimento da constitucional independência dos tribunais. Os cidadãos não têm de comer um processo e calar a sua voz, com a resignação dos súbditos perante o todo-poderoso, sem denunciar o abuso sofrido e pedir a sua reparação». "
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por charles » 29/6/2007 8:13

retirado do link (para precaver qq processo :roll: )

http://www.portugaldiario.iol.pt/notici ... div_id=291


"O primeiro-ministro, José Sócrates, apresentou uma queixa-crime contra o autor do blog «Do Portugal Profundo»,António Balbino Caldeira, noticia o Expresso on-line. Em causa estão os textos que o professor de Alcobaça escreveu sobre a licenciatura do primeiro-ministro.

O autor do blog «doportugalprofundo.blogspot.com» vai ser ouvido no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). De manhã como arguido e à tarde como testemunha.

Esta dupla condição resulta do facto de o DCIAP estar a conduzir dois processos sobre a licenciatura do primeiro-ministro na UnI: um que teve origem numa participação feita pelo advogado José Maria Martins, que levantou suspeitas sobre a passagem de Sócrates pela UnI, e no qual o bloguer será ouvido como testemunha, e um segundo que foi aberto após a queixa-crime do primeiro-ministro contra António Balbino Caldeira. Ambos os inquéritos estão a correr paralelamente.

O gabinete do primeiro-ministro não confirmou a apresentação de uma queixa-crime. No último «post» colocado no blogue sobre a sua condição de arguido, António Balbino Caldeira escreve: «O sistema persegue politicamente os seus opositores por estes pretenderem exercer os seus direitos de cidadania. Mas só sobrevive com a complacência dos órgãos do Estado e a resignação popular»."
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por charles » 29/6/2007 8:11

O médico que colocou no Centro de Saúde de Vieira do Minho o texto que levou à exoneração da directora, enviou à ARS-Norte uma carta onde assume as responsabilidades pela elaboração do documento, disse à Lusa fonte do centro de saúde.

O clínico, Salgado Almeida, é vereador da CDU na câmara de Guimarães e médico em Vieira do Minho.

Segundo a mesma fonte, num domingo em que estava de urgência, Salgado Almeida recortou uma notícia de um jornal com declarações do ministro da Saúde, Correia de Campos, juntou-lhe uma frase e afixou-a na parede do Centro de Saúde.

A notícia fotocopiada incluía uma declaração de Correia de Campos em que o ministro afirmava nunca ter entrado num SAP (Serviço de Atendimento Permanente), tendo Salgado Almeida escrito na folha: «Façam como o ministro, não venham ao SAP».

Logo nesse dia, segundo fonte do centro de saúde de Vieira do Minho, um utente escreveu uma reclamação no Livro Amarelo criticando a exposição pública da fotocópia, em tamanho A4.

Quando se apercebeu das dimensões da «brincadeira», Salgado Almeida escreveu e assinou um documento onde assumia ter colocado na parede uma cópia de uma entrevista dada pelo ministro da Saúde e onde escreveu também alguns comentários às declarações de Correia de Campos.

A declaração foi enviada para a Sub-Região de Saúde de Braga e depois para a Administração Regional de Saúde-Norte, disse à Lusa a mesma fonte.

Contudo, a confissão do clínico não evitou a exoneração da directora do Centro de Saúde, Maria Celeste Cardoso, que foi substituída no posto pelo médico Ricardo Armada.

Apesar da Comissão de Serviço terminar a 09 de Março deste ano, logo em Janeiro a directora deixou de exercer funções.

Maria Celeste Cardoso foi demitida porque «quebrou o dever de lealdade» com o ministro da Saúde, disse hoje à Lusa o assessor de imprensa da ARS-N, Antonino Leite.

Antes da exoneração, foi convidada a «demitir-se» tanto pelos responsáveis pela Sub-Região de Saúde de Braga como pelos responsáveis pela ARS-Norte, ainda segundo a fonte do Centro de Saúde de Vieira do Minho.

«Houve uma nítida má vontade e perseguição. Se ninguém tivesse apresentado queixa, ninguém dava pelo papel», disse a mesma fonte.
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censura ou liberdade a mais

por charles » 15/6/2007 9:27

feita a correcção...começo a ver demasiados casos de falta de liberdade de expressão no nosso pais.....ou haverá liberdade a mais.....poderiamos acrescentar tambem aqui o caso do ministro que chamou deserto ao sul do tejo, isto se fosse proferido numa qq aula de uma qq escola da DREN no minimo daria uma pena de prisão.........

DREN estimula bufaria"
fernando oliveira

Fernando Charrua acusa a directora regional de ter "interferido no processo disciplinar" de que foi alvo


Hermana Cruz

A frase da polémica, afinal, parece ter duas versões. A primeira é a apresentada pelo denunciante de Fernando Charrua "Estamos num país de bananas, governados por um 'f. da p.' de um primeiro-ministro"; na segunda versão, escrita no despacho de acusação da DREN, lê-se assim: "Somos governados por uma cambada de vigaristas e o chefe deles todos é um 'f. da p.'".

Mas a polémica não se fica pela semântica. Ontem, ficou a saber-se que o instrutor do processo disciplinar movido pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) ao professor de inglês do Porto, propõe a suspensão daquele docente por ter demonstrado "um grave desinteresse pelo cumprimento dos deveres gerais de lealdade e correcção".

Fernando Charrua insiste, porém, que só fez uma piada sobre a licenciatura de Sócrates e acusa a directora da DREN e o Governo de "perseguição política".

Foi o próprio Charrua quem revelou parte das duas páginas da acusação, numa conferência de Imprensa à porta da escola Carolina Michäelis, onde está destacado desde que foi suspenso preventivamente em finais de Abril. "É a coisa mais ridícula que se pode imaginar", sustentou.

Na nota de culpa, o instrutor do processo disciplinar, José Paulo Pereira, conclui que o professor de inglês agiu "livre e conscientemente", propondo assim a sua suspensão definitiva (ver caixa). "É inacreditável! Como é que um assunto que não é do serviço dá uma pena e suspensão, que é uma pena gravíssima na função Pública?", questiona-se Charrua.

"Desonestidade"

"Fui vítima de meticulosa criação de uma situação, urdida em local alheio à DREN", alega o professor, garantindo que não insultou o primeiro-ministro, como sustenta a acusação, e que só disse uma anedota, num gabinete da DREN. "A senhora directora transportou uma conversa de um restaurante onde eu estive e passou-a para o dia anterior. Isso é da maior, para não dizer aldrabice, desonestidade que um dirigente pode ter", diz. Daí que Charrua classifique a nota de culpa de "delação" e "bufaria, que a senhora directora regional protege, agradece e estimula".

O professor acusa ainda Margarida Moreira de ter interferido no processo disciplinar. "Esta intervenção ilegal e abusiva não faz mais do que reforçar a perseguição de que tenho vindo a ser alvo e a inefável percepção que tenho desde o início de que, custe o que custar, tenho de ser punido e saneado, porque sou um elemento incómodo para a senhora directora regional e, também, para o Governo", remata.



Estado pode vir a mexer nas provas de acesso das faculdades


ANMP debate descentralização em congresso


Socialistas querem saber quem pagou e quem fez estudo da CIP


Governo quer "desocupar" linha 112


Mais uma demissãona Direcção do PSD


Mantêm-se isenções de taxas moderadoras


Tarde dífícil em dia de interpelação
Editado pela última vez por charles em 4/10/2007 20:19, num total de 1 vez.
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Off topic O nosso Portugalex .....

por charles » 15/6/2007 9:22

Mais um sargento detido por participar em protesto de 2006

Um sargento da Marinha começou esta quinta-feira a cumprir uma pena de cinco dias por ter participado num protesto, em Novembro de 2006, mas a Associação Nacional de Sargentos (ANS) interpôs uma providência cautelar pela sua libertação.

António Lima Coelho, presidente da ANS, disse à Agência Lusa que o sargento António Dias, membro da direcção da associação, começou hoje a cumprir a punição e está detido na Base Naval do Alfeite, em Almada.

Logo pela manhã, a ANS accionou os serviços jurídicos para interpor uma providência cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada, com vista à libertação do militar, e Lima Coelho espera que produza efeitos «ainda hoje» ou «no máximo» sexta-feira de manhã.

O sargento António Dias é o 12º militar a ser punido pelas chefias militares por participar no «passeio do descontentamento», realizado a 23 de Novembro de 2006, em Lisboa, contra os cortes na defesa e no sistema de saúde, considerado ilegal pelo Governo.

Lima Coelho explicou à Lusa que o sargento Dias foi punido «por ter assistido, num local privado, a esplanada do Café Martinho da Arcada, à conferência de imprensa que se seguiu ao passeio».

Ainda segundo o dirigente associativo, António Dias aparece numa «reportagem fotográfica» alegadamente fornecida pelo Ministério da Defesa Nacional às chefias militares e que já foi objecto de uma queixa no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

O protesto, no Rossio, teve a participação de centenas de militares na reforma, alguns no activo e familiares.

Segundo os regulamentos disciplinares, os militares não podem manifestar-se, podendo ser alvo de processos accionados pelas chefias militares dos três ramos das Forças Armadas.

No total, segundo a ANS, há 12 militares com processos disciplinares (10 na Força Aérea e dois na Marinha) por terem participado no «passeio do descontentamento».

Em Fevereiro, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra mandou suspender a aplicação de penas aos dez sargentos da Força Aérea (detenção na unidade), depois de a ANS ter interposto uma providência cautelar.

Com as recentes alterações ao Código de Processo Administrativo, os tribunais administrativos ganharam maior capacidade de intervir na tutela cautelar de direitos, poder esse usado pelos advogados da associação.

Na resposta à polémica em torno da libertação dos militares, que causou mal-estar nas chefias das Forças Armadas, o Governo anunciou, em início de Maio, uma alteração legal.

Segundo proposta de lei aprovada pelo Governo, e agora em debate no Parlamento, os casos de disciplina militar vão passar a ser tratados por tribunais administrativos superiores, onde serão colocados juízes e assessores militares.

Até agora, os casos de disciplina militar eram tratados pelos tribunais administrativos, de primeira instância.

Diário Digital / Lusa

14-06-2007 19:04:00
Editado pela última vez por charles em 26/9/2007 8:35, num total de 1 vez.
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