Portugueses pagaram 35,3 por cento de impostos em 2005
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Re: Acontece desta forma:
msoares36 Escreveu:- Por cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, oEstado, e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para aSegurança Social;
- O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho,
está obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para aSegurança Social;
- E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem,
retira ao meu patrão outros 33 euros;
- Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrãopagou, o Estado, e muito bem, fica com 21 euros para si.
Em resumo:
- Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55;
- Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 21;
- Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33;
- Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus
negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase
metade das verbas envolvidas no caso.
Eu pago, e acho muito bem, portanto exijo:
- Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro emprego para
os meus filhos;
- Serviços de Saúde exemplares;
- Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa;
- Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país;
- Auto-estradas sem portagens. Pontes que não caiam;
- Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano;
- Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos;
- Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida ejardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.... Polícia eficiente
e equipados... os monumentos do meu paísbem conservados e abertos ao
público... uma orquestra sinfónica... que não haja um único caso de fome e
miséria nesta terra...
Na pior das hipóteses, cada 300€ em circulaçãoem Portugal garantem ao
Estado 100€ de receita.
Portanto, Srs. Governantes, governem-se com o dinheiro que lhes damosporque nós queremos e temos direito a tudo aquilo.
assinado
Um português contribuinte.
Meus amigos. Este é seguramente um "mail" que
todos temos a obrigação de passar
Não há forma dos Sr. Governantes verem isto com olhos de ver, invês de estar encher os seus bolsos e pagar os maltidos lobby's que existe no governo, esse dinheiro que nós pagamos e reclamamos com razão invês de ir para o desenvolvimento social, vai ser para pagar os Ordenados churudos dos Adminstradores Publicos que acumulam ordenados, e aos Ex-governantes, Primeiros-Ministros, Presidente da Republica, deputados etc..., esses é que levam a nossa massa, depois queros reformas e não há.
Devia existir um site de PETIÇÃO para o Sr. Primeiro-Ministro Seja alertado para estas situaçãoes, temos que criar um movimento contra estas injustiças.
Malta toca a dar corda aos sapatos e vamos acabar de vez com estes lobby's.
Esperar na bolsa é uma grande Virtude.
Acontece desta forma:
- Por cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, oEstado, e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para aSegurança Social;
- O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho,
está obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para aSegurança Social;
- E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem,
retira ao meu patrão outros 33 euros;
- Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrãopagou, o Estado, e muito bem, fica com 21 euros para si.
Em resumo:
- Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55;
- Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 21;
- Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33;
- Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus
negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase
metade das verbas envolvidas no caso.
Eu pago, e acho muito bem, portanto exijo:
- Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro emprego para
os meus filhos;
- Serviços de Saúde exemplares;
- Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa;
- Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país;
- Auto-estradas sem portagens. Pontes que não caiam;
- Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano;
- Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos;
- Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida ejardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.... Polícia eficiente
e equipados... os monumentos do meu paísbem conservados e abertos ao
público... uma orquestra sinfónica... que não haja um único caso de fome e
miséria nesta terra...
Na pior das hipóteses, cada 300€ em circulaçãoem Portugal garantem ao
Estado 100€ de receita.
Portanto, Srs. Governantes, governem-se com o dinheiro que lhes damosporque nós queremos e temos direito a tudo aquilo.
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Meus amigos. Este é seguramente um "mail" que
todos temos a obrigação de passar
- O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho,
está obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para aSegurança Social;
- E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem,
retira ao meu patrão outros 33 euros;
- Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrãopagou, o Estado, e muito bem, fica com 21 euros para si.
Em resumo:
- Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55;
- Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 21;
- Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33;
- Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus
negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase
metade das verbas envolvidas no caso.
Eu pago, e acho muito bem, portanto exijo:
- Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro emprego para
os meus filhos;
- Serviços de Saúde exemplares;
- Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa;
- Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país;
- Auto-estradas sem portagens. Pontes que não caiam;
- Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano;
- Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos;
- Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida ejardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.... Polícia eficiente
e equipados... os monumentos do meu paísbem conservados e abertos ao
público... uma orquestra sinfónica... que não haja um único caso de fome e
miséria nesta terra...
Na pior das hipóteses, cada 300€ em circulaçãoem Portugal garantem ao
Estado 100€ de receita.
Portanto, Srs. Governantes, governem-se com o dinheiro que lhes damosporque nós queremos e temos direito a tudo aquilo.
assinado
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Meus amigos. Este é seguramente um "mail" que
todos temos a obrigação de passar
- Mensagens: 285
- Registado: 3/12/2002 19:50
- Localização: Guimarães
Mas felizmente temos um custo de vida mais baixinho!


As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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uma vergonha
os nossos politicos são uma vergonha! uma vergonha!
eles são uma vergonha!
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- Mensagens: 1453
- Registado: 2/12/2002 0:22
- Localização: viseu
Portugal lidera subida de impostos
Nos últimos 20 anos, Portugal foi o país da União Europeia com maior aumento de impostos e o terceiro dos que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE)
12 Out. 2006
De acordo com os dados da OCDE, referidos esta quinta-feira no Diário de Notícias, entre 1985 e 2004, a soma das receitas fiscais das contribuições sociais em percentagem do PIB aumentou 9,3 pontos percentuais em Portugal, passando de 25,2 para 34,5 por cento.
Entre os países da OCDE para os quais existem dados disponíveis, apenas
na Turquia e na Islândia se registou um agravamento mais acentuado da carga fiscal durante esse período.
http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=331822
Despesa Pública com pessoal
06.07.06
De acordo com os dados da Comissão Europeia, o peso da despesa pública com pessoal passou em Portugal, de 1977 para 2002, de 9% para 14,7% do PIB. A subida de 5,7 pontos percentuais ocorreu principalmente entre 1988 e 1992, em consequência de uma alteração do sistema de carreiras na função pública, e entre 1998 e 2002, devido ao aumento do número de funcionários colocados no quadro.
Assim, num espaço de tempo reduzido, Portugal passou a ser o país da Zona Euro com o maior peso das despesas com pessoal no seu PIB, superando economias com um Estado social muito desenvolvido como a Finlândia ou a França.
http://dn.sapo.pt/2006/07/06/economia/s ... ssoal.html
Despesa Pública % do PIB
PIB per capita (paridade de poder de compra)
Taxa de crescimento do PIB

Eles acham que ainda podem aumentar porque AINDA não somos o país da UE que mais impostos cobra por isso meus caros como Portugal se compara sempre com os países da Europa temos ainda um longo caminho a percorrer para "convergência" dos impostos...
God save the Money!
- Mensagens: 578
- Registado: 7/5/2007 1:50
- Localização: Porto
É uma vergonha, estes meninos querem ser poder a comprar tudo e todos com o dinheiro que não é deles, depois é isto que dá.
Hoje saíu mais uma noticia de aumento de impostos nos combustiveis para financiar as estradas de Portugal.
É um abuso autentico e como ninguém se mexe ou refila isto vai continuar.
Hoje saíu mais uma noticia de aumento de impostos nos combustiveis para financiar as estradas de Portugal.
É um abuso autentico e como ninguém se mexe ou refila isto vai continuar.
A Tendência é Nossa Amiga.
- Mensagens: 709
- Registado: 9/12/2006 20:01
Portugueses pagaram 35,3 por cento de impostos em 2005
Estudo do Eurostat
Portugueses pagaram 35,3 por cento de impostos em 2005
26.06.2007 - 14h39 PUBLICO.PT
Os impostos e as contribuições dos cidadãos portugueses para a Segurança Social elevaram-se a 35,3 por cento do Produto Interno Bruto português em 2005, uma cifra inferior em 4,3 pontos percentuais face à média da União Europeia, que foi de 39,6 por cento, avança hoje o departamento de estatística da Comissão Europeia, o Eurostat.
Os dados agora divulgados demonstram que a carga fiscal em Portugal tem vindo a aproximar-se ao longo dos anos da média da União Europeia, à semelhança do que tem acontecido a muitos dos Estados-membros.
Entre 2004 e 2005 os impostos subiram a um ritmo mais elevado (nove décimas, de 34,2 para 35,3 por cento) do que entre 1995 e 2005 (3,4 décimas ao ano, de 31,9 para 35,3 por cento).
Há dez anos, a União Europeia apresentava uma carga fiscal praticamente idêntica à actual — 39,7 por cento.
Fonte é o publico
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