Toque de Midas - Teixeira Duarte
Só tem de subir... Só hoje foi uma boa maquia que ela ganhou no BCP e também na cimpor.
Com esta conjuntura, penso que rapidamente (1-2 dias)está novamente nos 4 e depois...bem e depois esperemos pelo target dos 4.4
Abraço e BN
JN
Com esta conjuntura, penso que rapidamente (1-2 dias)está novamente nos 4 e depois...bem e depois esperemos pelo target dos 4.4
Abraço e BN
JN
Obstáculos é aquilo que aparece quando desviamos a atenção do problema principal.
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Como se tem visto
A reacção à não entrada no PSI egotou-se com uma correcção de 6%.
Agora o que ainda não se refletiu na cotação´foi a escalada diabólica o BCP.
No último mês a participação da TDU no bcp subiu mais e 30%. Ainda reforçaram e tudo.
A meu ver nesta fase acredito que deva começar a recuperar esses 6% e voltar a cotar acima e 4 Eur. Não faz grande sentido que não seja assim.
Quem quis vender vendeu mas dificilmente a vão conseguir segurar muito mais tempo.
Target 4,00/4,10 e se o BCP também continuar a subir mais cedo ou mais tarde dispara mesmo. Não são rolhas de 20.000 que a vão aguentar
BN
Agora o que ainda não se refletiu na cotação´foi a escalada diabólica o BCP.
No último mês a participação da TDU no bcp subiu mais e 30%. Ainda reforçaram e tudo.
A meu ver nesta fase acredito que deva começar a recuperar esses 6% e voltar a cotar acima e 4 Eur. Não faz grande sentido que não seja assim.
Quem quis vender vendeu mas dificilmente a vão conseguir segurar muito mais tempo.
Target 4,00/4,10 e se o BCP também continuar a subir mais cedo ou mais tarde dispara mesmo. Não são rolhas de 20.000 que a vão aguentar
BN
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Uma consolidação/correcção com pouco volume é bom sinal. Normalmente os volumes fortes deverão ser feitos nas subidas, sinalizando força no título, por isso tudo bem neste título. Voltei a começar a entrar de mansinho e a LTA e LTD estão a servir de referência para reforços. Ou seja, uma vinda à LTA ou quebra da LTD reforça-se.
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Parece que hoje está a reagir positivamente, sendo que o volume não é tão elevado como há uns tempos atrás.
Aos mais experientes coloco a questão: se tal como se prevê, e depois de ter aguentado bem no suporte dos 3,80, o caminho da TDU seja para cima, porquê que o volume é tão baixo?
Não seria de esperar uma acumulação nesta fase (visto que veio ao suporte)?
abraço
Aos mais experientes coloco a questão: se tal como se prevê, e depois de ter aguentado bem no suporte dos 3,80, o caminho da TDU seja para cima, porquê que o volume é tão baixo?
Não seria de esperar uma acumulação nesta fase (visto que veio ao suporte)?
abraço
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pedras11 Escreveu:Quem pretendeu acumular teve 10% do capital á venda entre 2,6 e 3eur, não vai há muito tempo. Porquê acumular agora
Porquê?, porque anteriormente esteve a 4, 4 e tal.
Abraço
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Quem pretendeu acumular teve 10% do capital á venda entre 2,6 e 3eur, não vai há muito tempo. Porquê acumular agora 
"O desprezo pelo dinheiro é frequente, sobretudo naqueles que não o possuem"
Fonte: "La Philosophie de G. C."
Autor: Courteline , Georges
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Re: Cuidado
MOHAMED Escreveu:com o sell on the news... não vá a coisa descambar depois de uns dias a distribuir a 3,80.
Mohamed, sinceramente, acho que está demasiado obcecado com a expressão "sell on the news"...
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Re: Cuidado
MOHAMED Escreveu:com o sell on the news... não vá a coisa descambar depois de uns dias a distribuir a 3,80.
Viva Mohamed, a mim parece-me mais uma acumulação, tuso o que surgiu ali naquela zona dos .79/.80 desaparecia logo.
Abraço e BN
JN
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O bcp continua a puxar de uma forma...
Quanto é que a TDU nao está a facturar?
Eles lá sabem porque é que gastaram 70 Milhoes de euros a aumentar a posiçao no bcp...
Depois é por estas e outras que apresentam resultados anuais de 6%, e os trimestrais de 276%...
Quanto é que a TDU nao está a facturar?
Eles lá sabem porque é que gastaram 70 Milhoes de euros a aumentar a posiçao no bcp...
Depois é por estas e outras que apresentam resultados anuais de 6%, e os trimestrais de 276%...
" E que horas são agora em Kuala Lumpur? "
Parabéns a todos pelas participações. É nisto que o caldeirão é rico e é isto que se quer para enriquecer os conhecimentos de cada um. A TDU como bem apontado nos gráficos acima está a negociar agora entre uma LTD e uma LTA. A quebra de uma delas dará o sinal do próximo movimento. Vou reforçar caso venha bater na LTA ou caso quebre a LTD. De notar que estas quedas estão a ser feitas com acumulação, quem sabe do BPI.
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O que Sócrates quer dar às construtoras portuguesas
O que Sócrates quer dar às construtoras portuguesas Governo quer construtoras a pagar escolas, prisões, estradas e hospitais. Fundos privados terão uma palavra a dizer nas verbas, mas o Estado promete diluir a sua parte em rendas a longo prazo. As próximas gerações vão pagar parte da factura. António Freitas de Sousa e Nuno Miguel Silva com Martim Avillez Figueiredo, Miguel Pacheco, Francisco Teixeira e Sofia Lobato Dias A proposta que o primeiro-ministro José Sócrates apresentou ao sector da construção - uma espécie de aliança com o Governo para relançar os investimentos - tem na base uma medida a longo prazo: o sector compromete-se a financiar a construção imediata de infra-estruturas e equipamentos considerados necessários e o Estado assume a qualidade de locatário, diluindo no tempo o seu envolvimento financeiro. Ou seja, serão as próximas gerações a pagar o investimento que os privados terão de fazer nas escolas, estradas, hospitais e prisões, redes de abastecimento de águas e de tratamento de esgotos, redes de abastecimento de energia e projectos na área hoteleira ou turística, entre outras áreas. Para enquadrar esta medida, Sócrates e o sector comprometem-se a trabalhar em conjunto, estando prevista nova reunião dentro de 15 dias. Do lado do executivo, Sócrates, que chamou a atenção para algumas decisões já tomadas (o novo regime de licenciamentos, por exemplo) comprometeu-se a encontrar formas de promoção dos investimentos. Que podem passar, nomeadamente, pelo aprofundamento do regime de parcerias público-privados (PPP), pela melhoria do quadro administrativo (leia-se burocracia) aplicável aos investimentos e por encontrar soluções inovadoras ao nível da procura de liquidez externa. Mas, “não houve propriamente a apresentação de um pacote de decisões a tomar”, adiantou ao DE um dos presentes. Do lado das empresas, ficou definido que o sector vai apresentar estudos sobre as prioridades nacionais ao nível das infra-estruturas e equipamentos e sobre aquilo que, na sua óptica, pode ser melhorado em termos de administração central. Ficou agendado, sem data fixa, um novo encontro entre ambas as partes, desta vez menos concorrido, para continuar o processo. Construtoras satisfeitas De qualquer modo, os empresários que estiveram na reunião e aceitaram conversar com o DE são unânimes em considerar que a iniciativa de Sócrates pode relançar um sector que, neste momento, pesa negativamente no crescimento do PIB, permitindo fazer crescer o nível de investimento em Portugal - com incidência positiva do lado da criação líquida de emprego - e dotando o país das infra-estruturas que, aos mais diversos níveis (ver caixas), ainda faltam. António Mota, presidente da Mota-Engil, afirmou-se “satisfeito” com os resultados do encontro. É que o plano permite, “sem agravamento das contas do Estado”, fazer surgir “um surto nas infra-estruturas, transportes, saneamento, estradas, hospitais, etc., (?) onde há muito para fazer”. Depois “de um decréscimo de cinco anos no sector da construção, (?) são precisas medidas inovadoras”, confirmou. Por outro lado, o plano permite, em princípio, subtrair o sector às derivas do calendário político. António Mota deu um exemplo: andamos nisto do TGV há 10 anos; com Durão Barroso, o TGV devia estar construído em 2009; com o PS passou para 2013; e agora a oposição diz que não quer o TGV”. O grupo está a preparar estudos para apresentar ao Governo, “mas ainda é cedo para falar deles mais concretamente”. Outro dos presentes afirmou ao DE que “falámos de projectos a longo prazo, como a Ota e o TGV, mas as construtoras estão sobretudo preocupadas com 2008 e 2009, já que as carteiras estão vazias e todos estes projectos ainda vão demorar a arrancar”. E especificou: “o Governo colocou em cima da mesa vários ‘dossiers’, nomeadamente a construção, reabilitação e concessão, em áreas tão diversas como escolas, tribunais, prisões e hospitais”. Exigem-se decisões rápidas Mas, além de demonstrar total disponibilidade para investir nestes projectos de infra-estruturas, os empresários do sector da construção querem do Governo uma contrapartida: “sinais claros de que os projectos avançam com celeridade, sem adiamentos, com tomadas de decisão rápidas e definitivas, sem recuos e mudanças de ideias a meio do processo”. Na memória, estão casos como a interrupção, há cerca de oito anos do projecto de investimento do aeroporto, ou os atrasos e indefinições sucessivas em torno das PPP para a área da saúde (hospitais). “É benéfico que haja estes encontros para que se ganhe confiança. Existe dinheiro e há projectos onde o aplicar. Projectos estruturantes e não muito controversos. A engenharia financeira não é problema porque os bancos e as instituições financeiras estão ávidas de projectos. Por isso, o dinheiro público não é fundamental. Tem é de haver garantias, dados concretos, para os investidores se sentirem confortáveis no investimento”, defende outra fonte do sector da construção contactada pelo DE. E, para isso acontecer, a opinião é unânime: basta copiar o bom exemplo vindo de Espanha. De acordo com estas fontes, a mais de meio do mandato, Sócrates está a perceber que não chega fazer contenção orçamental. A economia está a subir, mas o investimento não arranca. É sabido que a construção tem um efeito multiplicador imediato e de grandes proporções, não só no PIB, mas também na criação de emprego, duas batalhas eleitorais que o Governo socialista ainda vai a tempo de ganhar para garantir a reedição da maioria absoluta em 2009. Nova reunião programada para dentro de 15 dias Três representantes do sector e outros tantos do Governo vão formar um comité de acompanhamento do plano de José Sócrates, cuja primeira reunião está prevista para dentro de 15 dias. Do lado da construção estarão presentes Reis Campos, presidente da Federação Portuguesa da Indústria, da Construção e Obras Públicas, que também esteve em S. Bento, e duas das sete empresas convocadas (que rodarão entre si nas reuniões seguintes). Do lado do Governo estarão representantes de três ministérios: Economia, Obras Públicas e Trabalho. Foram, aliás, os ministros destas pastas, Manuel Pinho, Mário Lino e Vieira da Silva, que acompanharam Sócrates no encontro com os empresários em São Bento, no passado. Outro dos presentes foi o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira. Pequenos projectos com mais impacto na economia O investimento público em pequenos projectos pode ter um maior impacto na economia portuguesa do que a concentração de esforços no novo aeroporto de Lisboa e no TGV. A opinião é partilhada pelos especialistas ouvidos pelo DE, que garantem que vários projectos públicos de pequena dimensão seriam muito mais benéficos para o país. “O aeroporto e o TGV têm um peso colossal e a recuperação do investimento é difícil”, explica o ex-ministro das Finanças Miguel Beleza. Luís Mira Amaral, ex-ministro da Indústria, sublinha que “corríamos menos riscos com projectos de pequena dimensão, cujos resultados seriam mais visíveis a nível nacional.” Entretanto, Cavaco Silva já deixou claro que vai estar atento ao processo de retoma do investimento e apelou a uma maior participação das empresas.
" os homens mentiriam muito menos, se as mulheres fizessem menos perguntas "
Bons negócios
EA
Bons negócios
EA
cook Escreveu:Boas:
Não tenho TDU, mas sigo....
Quebra da LT azul, mais inclinada. Parou em cima de um pequeno suporte nos 3,83.
A quebra desse suporte, poderá levá-la a cair até ao suporte seguinte(branco tracejado) na zona dos 3,35, onde deveria simultaneamente encontrar a LT a amarelo.
Cumps
Cook
E um duplo fundo não é de considerar? Repara que fez uma doji hoje. Pra mim, uma doji não é queda, nem subida, é indecisão. Portanto, veremos!!
The 3 Ms for success: Mind (psychology), Method (technical analysis), and Money (risk control)
Boas:
Não tenho TDU, mas sigo....
Quebra da LT azul, mais inclinada. Parou em cima de um pequeno suporte nos 3,83.
A quebra desse suporte, poderá levá-la a cair até ao suporte seguinte(branco tracejado) na zona dos 3,35, onde deveria simultaneamente encontrar a LT a amarelo.
Cumps
Cook
Não tenho TDU, mas sigo....
Quebra da LT azul, mais inclinada. Parou em cima de um pequeno suporte nos 3,83.
A quebra desse suporte, poderá levá-la a cair até ao suporte seguinte(branco tracejado) na zona dos 3,35, onde deveria simultaneamente encontrar a LT a amarelo.
Cumps
Cook
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Penso que o movimento de hoje não terá grande significado em termos de análise uma vez que se tratou de um movimento resultante de uma situação pontual, não entrada no PSI20, com consequências óbvias na cotação.
Caso não existe nenhum outro factor exógeno, os States não estiveram lá muito bem, o caminho normal, de subida
, será para retomar
. Mas isto sou eu a dizer porque entrei hoje no título enão quero começar logo a perder
JN
Caso não existe nenhum outro factor exógeno, os States não estiveram lá muito bem, o caminho normal, de subida
JN
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Acho que a TDU esta num momento importante.
Midas se estiveres por ai peco-te para actualizares o teu grafico hoje. Parece estar a fazer uma LTD de curtissimo prazo.
O grafico nao esta facil de interpretar. Nao que eu perceba alguma coisa de AT mas fiz um esquicos sobre o grafico do Midas:
- LTA de curto prazo parece-me definitivamente quebrada (que desenhei a rosa). Essa segunda LTA (verde) neste momento parece-me uma LTA "fraca".
- Tinha imaginado outra LTA de medio prazo a azul claro que ainda nao teria sido quebrada ate hoje.
- Desenhei uma nova hipotetica LTA a roxo - faz algum sentido?

Midas se estiveres por ai peco-te para actualizares o teu grafico hoje. Parece estar a fazer uma LTD de curtissimo prazo.
O grafico nao esta facil de interpretar. Nao que eu perceba alguma coisa de AT mas fiz um esquicos sobre o grafico do Midas:
- LTA de curto prazo parece-me definitivamente quebrada (que desenhei a rosa). Essa segunda LTA (verde) neste momento parece-me uma LTA "fraca".
- Tinha imaginado outra LTA de medio prazo a azul claro que ainda nao teria sido quebrada ate hoje.
- Desenhei uma nova hipotetica LTA a roxo - faz algum sentido?

Porque acredito na empresa,até estou a pensar mais nos fundamentais, acabei por reentrar hoje a 3.87.
Depois do embate inicial, em que veio aos 3.81, aguentou bem. Não creio que, por não ter entrado no psi20, tenha perdido todos os bons fundamentais que tem, nomeadamente no que toca às participações no BCP e Cimpor.
JN
Depois do embate inicial, em que veio aos 3.81, aguentou bem. Não creio que, por não ter entrado no psi20, tenha perdido todos os bons fundamentais que tem, nomeadamente no que toca às participações no BCP e Cimpor.
JN
Obstáculos é aquilo que aparece quando desviamos a atenção do problema principal.
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Caro Midas,
Eu acho que o BPI só está a fazer isto para comprar com valores mais baixos e depois mandar um PT bem mais alto, quem sabe depois dos resultados do 2º semestre. Não acredito que não saibam fazer contas, porque a equipa de research já foi mencionada como muito boa por diversas vezes.
Este tipo de research é que devia ser avaliado pelas entidades competentes, visto ser pura tentativa de desvalorizar a acção para depois comprar.
Aguardo a resposta por parte deles ao meu e-mail, vamos ver o que dizem.
Eu acho que o BPI só está a fazer isto para comprar com valores mais baixos e depois mandar um PT bem mais alto, quem sabe depois dos resultados do 2º semestre. Não acredito que não saibam fazer contas, porque a equipa de research já foi mencionada como muito boa por diversas vezes.
Este tipo de research é que devia ser avaliado pelas entidades competentes, visto ser pura tentativa de desvalorizar a acção para depois comprar.
Aguardo a resposta por parte deles ao meu e-mail, vamos ver o que dizem.
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Ou na zona dos 1.72 que foi quando este Toque foi lançado
Mas a estes valores ainda está subavaliada e o mercado vai, com o passar do tempo, levando esta empresa para preços justos.
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