Caldeirão da Bolsa

Off Topic - Das notícias mais preocupantes...

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Keyser Soze » 30/5/2007 9:43

O melhor foi mesmo ir dormir

Ontem ainda me afoitei a ver o Prós e Contras, que versava sobre as problemáticas do trabalho no nosso país.

A composição das mesas de discussão foi logo sintomática: de um lado, o ministro do trabalho; do outros, as confederações sindicais. O resto seriam, concerteza, pormenores.

O resto, de tão previsível, foi confrangedor. Desde os dirigentes sindicais a abanarem os espectros e demónios do costume, à demonização da flexigurança (vá-se lá até pensar em algo mais), do neo-liberalismo que entra pela janela, aos empresários que são todos uns bandidos-escravizadores-opressores-do-proletariado, aos patrões de mão estendida e plenos de autoproclamada "responsabilidade social", assistiu-se a mais do costume. Esta gente continua toda autísta e de olhos fechados. O barco naufraga e todos estão entretidos a fazer queixas das fugas no convés e de quem é o responsável, e a pedir ao padrinho que tape os buracos.

Houve contudo alguns momentos curiosos e, apesar de tudo, assinaláveis: um foi protagonizado por Carvalho da Silva, que afiançava respeitosamente ao ministro que a greve geral e que a actividade sindical em curso não era "contra o governo", mas sim para forçar à "mudança de políticas". Parece que em governo de esquerda, principalmente quando o partido que o sustenta tem "socialista" no nome, ainda se não mexe. Outro foi o do representante da federação dos contrutores civis, que com ar pesaroso lamentava a falta de obras públicas, e que assim a coisa ficava difícil. Nada como uma boa OTA (cheia de estacas e aterros) ou uma ou outra obra de regime ou rotunda para reabilitar a coisa.

É este o mercado de emprego que temos. It'll end in tears...

Fui para a cama sem acabar o programa. Foi bem melhor.

Publicada por JLP

http://small-brother.blogspot.com/2007/ ... ormir.html
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por Jacsilva » 30/5/2007 9:29

eu sou contra em principio as greves:
1º um funcionário foi pedir , concorreu aquele lugar ,quando não estiver bem vai embora se ele fizer falta mesmo pelas suas qualidades a sua vida correrá melhor noutro lugar.
2º ninguém deve ser dono do emprego , sou a favor a favor da flexibilidade
3º se não estamos contentes com o governo "eu não estou " temos uma arma importante o voto , mas nesse dia o shoping ou a praia fica mais a mão para muitos de nós:
4ºnão é justo quem pagou os seu passes para andar nos transportes ficar apeado nesse dia, não é justo quem precisa de ir trabalhar e nesse dia têm dificuldade em colocar as sua crianças.
5º quem não está bem muda-se.
Bons investimentos
JacSilva
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por Keyser Soze » 30/5/2007 9:14

A rede do Metro do Porto está hoje a trabalhar «muito condicionada», apenas com cerca de 50 por cento da capacidade, devido a um conjunto de alegados actos de sabotagem ocorridos durante a madrugada, disse fonte da empresa.

Os problemas que se fazem sentir hoje de manhã resultam de «actos de vandalismo ocorridos durante a madrugada, com fortes indícios de sabotagem para deixar o sistema inoperacional», referiu.

«Os danos foram provocados em locais estratégicos, nomeadamente com o corte de cabos de comunicação que deixaram os vários pontos do sistema sem poderem comunicar entre si», especificou a mesma fonte da empresa.
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por kostta » 30/5/2007 8:31

1ºem dia de greve o funcoionário nao tem que justiifcar a falta. Caso falte nesse dia e não justifique é atribuida a adesão à greve


2ºa falta por greve, tb nao pode ser indicada no registo biografico (assim é no meu caso e penso que no dos outros funcionários)~

3º Fazer a contagem de nº de grevistas por serviço está correcto. Fazer uma base de dados com a identificação dos grevistas é errado

4º o direito à greve existe no privado e no publico, por isso nao cocnordo com a afirmação "estaremos nós, trabalhadores privados que pagam impostos, a pagar o "direito à greve" dessas pessoas" Aí tb poderia dizer que se os privados pagassem os impostos de acordo com a lei deste pais, o pais estaria melhor
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Re: O porquê de não quererem as listas

por Keyser Soze » 30/5/2007 6:39

HappyGuy Escreveu:O que se segue é puramente a minha opinião e especulação...

Já que os grevistas têm realmente de ser identificados como tal, para efeitos de desconto salarial e justificar a falta como sendo o exercer do direito à greve (caso contrário terão falta injustificada), porque está tanta gente contra as listas?

1º, porque sendo as listas tornadas públicas, está-se a devassar a opinião política de quem fez (ou se recusou a fazer) greve. E quem não tem uma necessidade estritamente profissional (processamento de salários) de saber quem faltou fica a saber o que não "precisa".

2º, porque havendo uma lista oficial e completa, deixavam os Sindicatos de poder gritar que a adesão foi de 80% e o Governo de dizer que apenas foram 20%. Porque na verdade, todos "sabemos" que a verdade está no meio.

3º, porque há muita gente que se diz grevista, que não comparece no emprego, que até é capaz de ir para uma manifestação, mas depois... Justifica a falta com doença (atestado médico e tudo!), com apoio à família, com dia de férias ou qualquer outra disposição legal que lhe permita justificar a falta e manter o seu ordenado desse dia. E, exceptuando para quem meteu dia de férias, estaremos nós, trabalhadores privados que pagam impostos, a pagar o "direito à greve" dessas pessoas.

No fim de contas, o problema não é a devassa da opinião política dos grevistas que está na preocupação de muitos. É sim o chico-espertismo de quem finge que faz greve. E as estatísticas. Principalmente numa greve a meio da semana, muito menos apetecível para as pessoas, que não terão um fim-de-semana prolongado para gozar.


a melhor explicação sobre este assunto
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por Baco » 30/5/2007 1:25

Realmente preocupante, Marco.
Vai acima e bot'abaixo
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O porquê de não quererem as listas

por HappyGuy » 29/5/2007 23:44

O que se segue é puramente a minha opinião e especulação...

Já que os grevistas têm realmente de ser identificados como tal, para efeitos de desconto salarial e justificar a falta como sendo o exercer do direito à greve (caso contrário terão falta injustificada), porque está tanta gente contra as listas?

1º, porque sendo as listas tornadas públicas, está-se a devassar a opinião política de quem fez (ou se recusou a fazer) greve. E quem não tem uma necessidade estritamente profissional (processamento de salários) de saber quem faltou fica a saber o que não "precisa".

2º, porque havendo uma lista oficial e completa, deixavam os Sindicatos de poder gritar que a adesão foi de 80% e o Governo de dizer que apenas foram 20%. Porque na verdade, todos "sabemos" que a verdade está no meio.

3º, porque há muita gente que se diz grevista, que não comparece no emprego, que até é capaz de ir para uma manifestação, mas depois... Justifica a falta com doença (atestado médico e tudo!), com apoio à família, com dia de férias ou qualquer outra disposição legal que lhe permita justificar a falta e manter o seu ordenado desse dia. E, exceptuando para quem meteu dia de férias, estaremos nós, trabalhadores privados que pagam impostos, a pagar o "direito à greve" dessas pessoas.

No fim de contas, o problema não é a devassa da opinião política dos grevistas que está na preocupação de muitos. É sim o chico-espertismo de quem finge que faz greve. E as estatísticas. Principalmente numa greve a meio da semana, muito menos apetecível para as pessoas, que não terão um fim-de-semana prolongado para gozar.[/b]
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por MarcoAntonio » 29/5/2007 22:15

Eu não disse se era a favor ou contra a greve, na verdade na minha opinião isso passa completamente para segundo-plano.

Concordando ou discordando, é um direito que lhes assiste o de fazer greve.

A questão também não tem absolutamente nada que ver com garantir serviços mínimos (há mecanismos específicos para isso - a requisição civil - e que têm sido usados sempre que se justificam).
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FLOP - Fundamental Laws Of Profit

1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
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por LS » 29/5/2007 22:15

rnbc,

Lê com atenção o post do Marco António. É uma questão de direitos individuais e de cidadania.

Povo é um conceito que não admite excepções. Os tipos da Carris são tão povo como tu ou eu. Não os podes excluir lá porque usam gravata. E, incrivelmente, o seu voto tem o mesmo valor...
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por acintra » 29/5/2007 22:09

Amanhã lá vamos ver os grupos vindos em camionetas de todo o País, para uma excursão a Lisboa em que está incluído um desfile nas ruas principais da Capital.
Eles vem de autocarro, mas o líder carvalho da Silva anda de BMW 530D. Belo exemplo...
 
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Uma opinião politica...

por rnbc » 29/5/2007 21:57

... hoje estou virado para esse lado.

Por acaso a mim preocupa-me que alguém faça greve e não queira ser identificado por isso: afinal o objectivo não é protestar e tornar o protesto visível? Dar a cara pelo protesto?

Aliás, se as condições são assim tão más deviam despedir-se e procurar melhor no mercado de trabalho :mrgreen:

Convém notar que os trabalhadores que em Portugal podem fazer greve são cada vez mais uma minoria priviligiada, porque cada vez mais todos têm contratos individuais, ou hoje em dia nem têm contrato, trabalham a recibos verdes.

É provavel que toda essa cada vez mais maioria se sinta revoltada.

Pessoalmente tanto me faz, moro perto do emprego e vou de carro, mas sei bem o que o povo diz quando a carris e os funcionários públicos fazem greve.

A todos os candidatos a grevistas: pensem nisto, o povo não está com vocês!
However elegant the method we should occasionally look at the results.
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por LS » 29/5/2007 21:51

O sindicatos e o governo deveriam estar alinhados no desafio da globalização. A par do desafio do desenvolvimento e do crescimento económico são os verdadeiros desafios que importa enfrentar e vencer.

Na oposição foram aliados mas, agora comportam-se como comadres zangadas.

Infelizmente os sindicatos recorrem às mesmas formas de contestação do século passado e, vivem dos seus eternos fieis. Tal como os governos que temos tido que têm conseguido sobreviver no poder através de uma falange de fieis que acha sempre tudo bem quer eles governem assim ou assado.
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por Keyser Soze » 29/5/2007 21:44

Terça-feira, 29 de Maio de 2007
Macedónia: atenção à concorrência fiscal

Interessante a página publicitária inserta na última edição do Economist, apelando ao investimento externo na Macedónia, apresentando os dados que a seguir se indicam.

1.Regime fiscal normal, a partir de 2008, destacando-se:
- Taxa de tributação dos lucros das empresas: 10%
- Taxa única de tributação do rendimento pessoal: 10%
- Lucros reinvestidos: taxa de 0%
2. Salário médio: €370/mês
3. Prazo para registo de empresas: 2 dias
4. Estabilidade macroeconómica: inflação inferior a 2% ao longo dos últimos 5 anos
5. Boas infraestruturas
6. Acesso livre a 650 milhões de consumidores, através de acordo de comércio livre com EU.27
7. Candidato a membro da NATO e da EU
8.A isto acrescem, para as “Free Economic Zones” e Parques Tecnológicos, os seguintes incentivos:
- Isenção de tributação sobre lucros das empresas por um período de 10 anos.
- Redução da tributação do rendimento pessoal a 5% durante 5 anos
- Ligação gratuita às redes de distribuição de gás natural, electricidade, água e esgotos
- Acesso imediato ao principal aeroporto internacional, rede de caminho de ferro e principais rodovias
- Arrendamento de terrenos por prazos até 75 anos e a taxas concessionais
- Pacote de benefícios aprovado no prazo de 10 dias úteis sobre a data do pedido.


Ao dar-me conta do que isto significa em termos de concorrência fiscal – a Macedónia é menos periférica do que Portugal - fico a pensar na extrema dificuldade em que nos encontramos para acompanhar estes países.
Pelo andar da carruagem, nem daqui a 5 anos, quando terminar o último quadro comunitário de apoio, poderemos pensar em nada de semelhante ou aproximado.
Não nos admiremos, assim, que estes países nos vão ultrapassando, um após outro, quando se avalia a progressão do rendimento per capita.
Quando nos daremos conta de que a redução de impostos, sobre o rendimento em especial, constitui mesmo uma prioridade política fundamental, para compensar, entre outros factores adversos, a nossa excentricidade geográfica?
Compreendo a dificuldade do tema, mas não podemos escamotear a sua importância nem aceitar o seu adiamento “sine die”.
Daqui a 5 anos não será tarde demais, não teremos de usar argumentos muito mais exigentes?

http://quartarepublica.blogspot.com/200 ... iscal.html
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por acintra » 29/5/2007 21:29

Correcção

acintra Escreveu:Já nos esquecemos que antigamente preferíamos trabalhar em vez de ter um subsídio de desemprego...
Já nos esquecemos que não era preciso 1.500 professores a trabalhar para os sindicatos e com o nosso estado a pagar...
.
 
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por acintra » 29/5/2007 21:27

Preocupa-me que alguém se lembre de identificar quem adere á greve, mas fico muito mais preocupado com o que vai na cabeça dos que aderem e seguem estes sindicatos.
A greve é um tipo de manifestação ultrapassada, já não aquece nem arrefece a não ser quem quer divulgar números.
Tornou-se banal fazer greves, gritar ás portas das fábricas, falar mal de tudo e todos...que os Portugueses pouco se importam a não ser que lhes bata á porta um problema.

Já nos esquecemos que quando estas fábricas vieram para Portugal, tb fizeram desempregados em França, Alemanha...
Já nos esquecemos que gástamos os subsídios da agricultura em jeeps e casas e que a terra ficou por trabalhar/modernizar...
Já nos esquecemos que antigamente preferíamos trabalhar em vez de ter um subsídio de desemprego...
Já nos esquecemos que não era preciso 1.500 professores a trabalhar para os sindicatos e com o nosso estadop a trabalhar...

Está na altura de enfrentar o desafio e levar o País para a frente em vez destes dias de greve que só provocam atraso e despesa.
Tb gostava que os deputados pensassem nisto porque a maioria é como se estivesse sempre em greve. Gritam, dizem mal e não fazem nada.
 
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por Quico » 29/5/2007 21:12

Pois. Mas a comunicação social é muito macia com os governos ditos "de esquerda". Fosse isto com o Santana* ou com o Durão e o fim do mundo que isto já era. Alias, nem sequer a este ponto teria chegado; teria ficado logo pelo caso da licenciatura... :mrgreen:

* - ...não que aprecie minimamente o senhor!
"People want to be told what to do so badly that they'll listen to anyone." - Don Draper, Mad Men
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por Barra » 29/5/2007 21:12

Não compreendo que se todos os grevistas têm de ser sempre identificados porque não auferem o rendimento desse dia que fazem greve o porquê de tanta celeuma e alarido.

Posso estar a ver mal a coisa, mas não entendo estas reacções.

Já para não falar da vontade que temos todos definitivamente em saber quantos fazem greve para não escutarmos os disparates aberrantes de números conforme quem os vem divulgar.

Claro que o direito à greve é inalienável, só acho que não deve colidir com o interesse de todos os que não aderem à mesma, havendo que salvaguardar os "serviços mínimos".
“Eu não sei onde o mercado vai estar amanhã ou dentro de uma semana, um mês ou um ano. Sei, no entanto, que se tivesse à escolha manter dinheiro em caixa ou em obrigações a 30 anos ou em ações, não hesitaria um segundo em escolher ações"

Warren Buffett

Bons negócios !!!
 
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Off Topic - Das notícias mais preocupantes...

por MarcoAntonio » 29/5/2007 20:49

Esta foi das notícias de ambito nacional mais preocupantes que ouvi nos últimos tempos (refiro-me obviamente ao que deu origem à resposta da CNPD). Se a intenção não era a de disuassão à greve, o simples facto de poder funcionar como tal já era motivo suficiente para nunca emitir o despacho que requeria a identificação dos grevistas...

O direito à greve é um direito consagrado na constituição e tudo o que possa funcionar como um atentado à livre exerção desse direito é um atentado à constituição.

Comissão Nacional proíbe Governo de identificar grevistas

A Comissão Nacional de Protecção de Dados proibiu, esta terça-feira, o Ministério da Finanças de identificar os funcionários públicos que aderirem à greve geral de quarta-feira, por considerar esse procedimento ilegal e discriminatório.
( 16:37 / 29 de Maio 07 )



A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) informou, esta terça-feira, que proíbe o Ministério da Finanças de fazer o tratamento autónomo dos dados pessoais dos funcionários públicos que participarem na greve geral desta quarta-feira.

Para a CNPD, o despacho da Direcção Geral dos Impostos que ordena aos vários serviços a identificação dos grevistas através do preenchimento de um mapa com os números mecanográfico e de identificação fiscal dos mesmos é um procedimento ilegal e discriminatório.

Na deliberação agora tomada, a CNPD recorda ao Governo que a adesão à greve reflecte uma opinião politica, logo a identificação autónoma e pessoal dos trabalhadores que fizerem greve viola a lei de protecção de dados pessoais, para além de ser um tratamento discriminatório.

Entretanto, contactado pela TSF, o Ministério das Finanças remeteu qualquer comentário sobre esta decisão para mais tarde.


http://www.tsf.pt/online/vida/interior. ... =TSF180797
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2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
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3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
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