Poupança financeira dos particulares
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Poupança financeira dos particulares
"Poupança financeira dos particulares aumenta em 2006 pelo 3º ano consecutivo
23 de , 15:32
Lisboa, 23 Mai (Lusa) - A poupança financeira dos particulares face à riqueza produzida em Portugal voltou a aumentar em 2006, completando três anos consecutivos de subidas e limitando o crescimento do endividamento da economia global, segundo os dados do Banco de Portugal.
Os números das contas nacionais financeiras para o conjunto de 2006 mostram que o património financeiro líquido dos particulares aumentou de 109,5 por cento do PIB, em 2005, para 110,2 por cento, em 2006, totalizando 171,1 mil milhões de euros.
Nesse mesmo período, o endividamento financeiro da economia portuguesa aumentou 8,5 pontos percentuais, para 80 por cento do PIB, com os particulares e os estrangeiros a financiarem essa dívida.
À excepção dos particulares, que acumularam em 2006 uma poupança de 171,1 mil milhões de euros, todos os outros segmentos da economia (sector financeiro, empresas e administração pública) registaram endividamentos financeiros, contribuíndo para o endividamento global português de 124,2 mil milhões de euros.
Os bancos e seguradoras, as principais entidades do sector financeiro, terminaram 2006 com um endividamento de 14,3 mil milhões de euros, cerca de 9,2 por cento do PIB; as administrações públicas totalizaram um património financeiro de menos 66,2 mil milhões de euros (42,6 por cento do PIB); e as empresas viram o seu endividamento subir para 208,8 mil milhões de euros.
Os números mostram que em termos financeiros as empresas continuam a ser o segmento com mais endividamento da economia portuguesa.
Estes dados do Banco de Portugal são exclusivamente relativos ao património financeiro, nada dizendo sobre o património imobiliário, por exemplo, ou sobre outros activos não financeiros que as empresas ou particulares possam ter.
Ao nível dos particulares, os números mostram que a principal fonte de poupança continua a ser os depósitos e as acções e outras aplicações (como sejam os fundos de investimento).
Nas empresas, o financiamento é conseguido à custa principalmente de empréstimos (na maioria de longo prazo) e de acções e outras participações.
IRE.
Lusa/Fim"
23 de , 15:32
Lisboa, 23 Mai (Lusa) - A poupança financeira dos particulares face à riqueza produzida em Portugal voltou a aumentar em 2006, completando três anos consecutivos de subidas e limitando o crescimento do endividamento da economia global, segundo os dados do Banco de Portugal.
Os números das contas nacionais financeiras para o conjunto de 2006 mostram que o património financeiro líquido dos particulares aumentou de 109,5 por cento do PIB, em 2005, para 110,2 por cento, em 2006, totalizando 171,1 mil milhões de euros.
Nesse mesmo período, o endividamento financeiro da economia portuguesa aumentou 8,5 pontos percentuais, para 80 por cento do PIB, com os particulares e os estrangeiros a financiarem essa dívida.
À excepção dos particulares, que acumularam em 2006 uma poupança de 171,1 mil milhões de euros, todos os outros segmentos da economia (sector financeiro, empresas e administração pública) registaram endividamentos financeiros, contribuíndo para o endividamento global português de 124,2 mil milhões de euros.
Os bancos e seguradoras, as principais entidades do sector financeiro, terminaram 2006 com um endividamento de 14,3 mil milhões de euros, cerca de 9,2 por cento do PIB; as administrações públicas totalizaram um património financeiro de menos 66,2 mil milhões de euros (42,6 por cento do PIB); e as empresas viram o seu endividamento subir para 208,8 mil milhões de euros.
Os números mostram que em termos financeiros as empresas continuam a ser o segmento com mais endividamento da economia portuguesa.
Estes dados do Banco de Portugal são exclusivamente relativos ao património financeiro, nada dizendo sobre o património imobiliário, por exemplo, ou sobre outros activos não financeiros que as empresas ou particulares possam ter.
Ao nível dos particulares, os números mostram que a principal fonte de poupança continua a ser os depósitos e as acções e outras aplicações (como sejam os fundos de investimento).
Nas empresas, o financiamento é conseguido à custa principalmente de empréstimos (na maioria de longo prazo) e de acções e outras participações.
IRE.
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