Segurança Social investiga 500 pessoas por dia
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Re: Segurança Social investiga 500 pessoas por dia
HappyGuy Escreveu:Até agora, com esta megaoperação de fiscalização, que está em curso também durante o mês de Maio, a Segurança Social poupou dois milhões de euros.
Num país moralmente correcto e justo, esses dois milhões de poupança iriam servir para continuar a dar baixa a quem está doente por mais de três anos. O nosso maravilhoso sistema de segurança social só permite que se fique doente por três anos, mesmo depois de mais de 35 anos de descontos, depois dos 3 anos a receber subsídio simplesmente cortam e deixam de pagar. Reforma não dão porque o nosso querido senhor sócrates bloqueou a entrada da pasta da fibromialgia no parlamento e que iria permitir a reforma por invalidez a quem sofre dessa doença.
Cada vez mais gosto das medidas socialistas. o socrates não dá hipótese de quem descontou se reformar. O guterres deu o maravilhoso rendimento mínimo garantido aos nossos queridos ciganos que dizem para as câmaras de televisão que não vão trabalhar porque deixam de receber esse rendimento...
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Re: Segurança Social investiga 500 pessoas por dia
HappyGuy Escreveu:Segurança Social investiga 500 pessoas por dia
Devem ser sempre os mesmos 500 todos os dias, a minha esposa teve um probelma de saúde, felizmente já resolvido, e nunca foi inspeccionada.
Foram dois meses antes da cirurgia e mais um mês depois, que terminou na semana passada. Vendo estas noticias pergunto-me se estas fiscalizações, ou a amostragem em que se baseiam, serão feitas como deve ser... no caso dela nem era fraudulento, mas outros tantos deve haver que o serão.
Resumo: haverá por ai muito dinheirinho da nossa s.social pago inadvertidamente
<b>Margem Sul</b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
esta tem mais piada:
Estado impedido de cobrar dívidas a dirigentes desportivos
O Fisco e a Segurança Social não podem exigir aos dirigentes dos clubes desportivos que assumam as dívidas acumuladas durante a sua gestão.
Apesar de, desde 1997, a Lei estabelecer a responsabilidade solidária dos dirigentes dos clubes profissionais perante todas as dívidas tributárias, o Tribunal Constitucional (TC), num acórdão recente, veio dizer que a norma em causa é inconstitucional. A razão é simples: a autorização legislativa que o Governo obteve junto da Assembleia da República não lhe permitia ir tão longe quanto acabou por ir.
O caso que deu origem à apreciação do TC foi suscitado por Manuel da Fonseca Loureiro, presidente da comissão administrativa do Futebol Clube de Felgueiras na época 2002/2003 mas faz jurisprudência - isto é, aplica-se a todos os casos análogos que venham a surgir entretanto.
O dirigente desportivo foi alvo de uma execução fiscal para a cobrança de dívidas de IRS e IVA contraídas pelo clube nos anos em que presidiu à Comissão Administrativa.
Segurança Social investiga 500 pessoas por dia
Segurança Social investiga 500 pessoas por dia
(22-05-2007 - 07:56)
Só nos primeiros quatro meses do ano cerca de 110 mil trabalhadores, em média, estiveram de baixa por doença. Mais de metade foi fiscalizada pela Segurança Social e um terço destes beneficiários perdeu o subsídio porque foi considerado apto para trabalhar, noticia o "Diário Económico".
Segundo dados do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, de Janeiro a Abril, a Segurança Social convocou a junta médica precisamente 61.750 pessoas e constatou que 31% destes beneficiários (mais de 15 mil) estavam a receber indevidamente o subsídio por doença.
A prestação também foi cortada de imediato a cerca de 6.500 beneficiários que foram convocados pela Segurança Social, mas que não compareceram à junta médica.
Até agora, com esta megaoperação de fiscalização, que está em curso também durante o mês de Maio, a Segurança Social poupou dois milhões de euros.
Só em Abril, o número de convocatórias a junta médica ascendeu a 20.815, representando um aumento de 52,5% face às convocatórias emitidas mensalmente nos três primeiros meses do ano e um aumento de 73% face às convocatórias emitidas, em média, em 2006.
Esta operação nacional de fiscalização, mais intensiva durante os meses de Abril e Maio, insere-se no Plano de Combate à Fraude e Evasão Contributivas e Prestacionais de 2007, apresentado em Março, onde foi definido o objectivo de convocatória a Juntas Médicas de 75% dos beneficiários de subsídios por doença superiores a 30 dias. Ou seja, na prática significa que três em quatro baixas de longa duração seriam alvo de fiscalização.
Com o reforço no controlo das baixas médicas, a meta estabelecida pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social situa-se nos 200 mil beneficiários de subsídio por doença.
(resumo da notícia do "Diário Económico" retirada do site do Banco Big)
(22-05-2007 - 07:56)
Só nos primeiros quatro meses do ano cerca de 110 mil trabalhadores, em média, estiveram de baixa por doença. Mais de metade foi fiscalizada pela Segurança Social e um terço destes beneficiários perdeu o subsídio porque foi considerado apto para trabalhar, noticia o "Diário Económico".
Segundo dados do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, de Janeiro a Abril, a Segurança Social convocou a junta médica precisamente 61.750 pessoas e constatou que 31% destes beneficiários (mais de 15 mil) estavam a receber indevidamente o subsídio por doença.
A prestação também foi cortada de imediato a cerca de 6.500 beneficiários que foram convocados pela Segurança Social, mas que não compareceram à junta médica.
Até agora, com esta megaoperação de fiscalização, que está em curso também durante o mês de Maio, a Segurança Social poupou dois milhões de euros.
Só em Abril, o número de convocatórias a junta médica ascendeu a 20.815, representando um aumento de 52,5% face às convocatórias emitidas mensalmente nos três primeiros meses do ano e um aumento de 73% face às convocatórias emitidas, em média, em 2006.
Esta operação nacional de fiscalização, mais intensiva durante os meses de Abril e Maio, insere-se no Plano de Combate à Fraude e Evasão Contributivas e Prestacionais de 2007, apresentado em Março, onde foi definido o objectivo de convocatória a Juntas Médicas de 75% dos beneficiários de subsídios por doença superiores a 30 dias. Ou seja, na prática significa que três em quatro baixas de longa duração seriam alvo de fiscalização.
Com o reforço no controlo das baixas médicas, a meta estabelecida pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social situa-se nos 200 mil beneficiários de subsídio por doença.
(resumo da notícia do "Diário Económico" retirada do site do Banco Big)
HappyFather
http://caprichosdebolsa.blog.pt/ (inactivo)
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