Israel e Libano
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e sempre têm as virgens à espera no paraíso...
pois essa questão poderá ter um efeito maior do que muitos julgam ... se eles acreditarem mesmo que elas estão lá á espera não vão ter muito amor á vida não ... o Islão é tramado porque é uma religião onde o delirio e a realidade muitas vezes se confundem e as condições terrenas que eles estão a viver devem ajudar ao sonho ...
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
Israel e Líbano
Pois é caro Valves, mas o meu amigo pensa como um ocidental civilizado.
Os islamitas não pensam assim pois tem uma cultura de suicida mártir. A cultura do radical islamico é uma cultura de morte, não de vida. Não importa se tambem morrem, contanto que o "infiel" seja morto tambem! Veja o comentário daquele louco do Irão: "Mesmo que sejamos mortos, terá pouco impacto no mundo islamico". Não há pacto possível com estes tipos: haverá sim com os palestinianos da Fatah, que nas suas ordes tem cristãos e muçulmanos tolerantes.
Está tudo dito e entendido: Até o mundo árabe se quer ver livre destes fundamentalistas e nenhum ficaria feliz por ter um Irão núclear ás portas ditando a lei...
Abraço
Clinico
Os islamitas não pensam assim pois tem uma cultura de suicida mártir. A cultura do radical islamico é uma cultura de morte, não de vida. Não importa se tambem morrem, contanto que o "infiel" seja morto tambem! Veja o comentário daquele louco do Irão: "Mesmo que sejamos mortos, terá pouco impacto no mundo islamico". Não há pacto possível com estes tipos: haverá sim com os palestinianos da Fatah, que nas suas ordes tem cristãos e muçulmanos tolerantes.
Está tudo dito e entendido: Até o mundo árabe se quer ver livre destes fundamentalistas e nenhum ficaria feliz por ter um Irão núclear ás portas ditando a lei...
Abraço
Clinico
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A guerra civil já nem encapotada é
Baghdad blast kills Sunni leaders
Baghdad blast kills Sunni leaders
A number of senior Sunni tribal leaders are among 12 people killed in a suicide bombing at a hotel in central Baghdad.
"According to initial reports, six sheikhs are among the dead," Lieutenant Colonel Scott Bleichwehl said.
The Sunni leaders, from Anbar province, were meeting at the hotel and were the target of the attack, police said.
...
Reports said Sunni tribal leader Fasal al-Khoud was among the dead.
Mr Khoud was one of the founders of the Anbar Salvation Council which has close contacts with the US-led coalition.
In recent months many of the tribes in Anbar have turned against al-Qaeda and related radical Sunni insurgent groups. This attack is likely to aggravate the rift between them, says the BBC's Jim Muir in Baghdad.
An Iraqi journalist, Rahim al-Maliki, who worked for al-Iraqiya TV, was also killed in the blast.
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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valves Escreveu:ter 4 ou 5 ogivas não lhes vai resolver o problema e ainda se arriscam cometer o erro fata porventura mesmo o ultimo que cometeriam
o problema é que 4 ou 5 ogivas são mais que suficientes para arrasar Israel (aquilo tem a área do Alentejo) e mesmo que Israel e/ou os States arrasem o Irão em retaliação isso não os afecta muito porque ficariam na história como os "novos Saladinos que expulsaram os sonistas e cruzados" e sempre têm as virgens à espera no paraíso...
Entretanto
Al-Qaeda seeks unity with Hamas
Osama Bin Laden's number two has called on the Islamist group Hamas to unite with al-Qaeda after its victory in Gaza over Fatah, in a web-posted audiotape.
Ayman al-Zawahiri also warned against any attempt by Arab countries to wrest control of the Gaza Strip from Hamas.
...
The speaker urged Hamas to implement Islamic law in Gaza.
"Taking over power is not a goal but a means to implement God's word on earth," he said.
"Unite with mujahideen in Palestine... and with all mujahideen in the world in the face of the upcoming attack where Egyptians and Saudis are expected to play part of it," he added, suggesting the two Arab countries intend to intervene in Gaza.
"Provide them with money, do your best to get it there, break the siege imposed on them by crusaders and Arab leader traitors.
"Facilitate weapons smuggling from neighbouring countries. We can support them by targeting the crusader and Zionist interest wherever we can," he said in the 25-minute recording.
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
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Por de trás o Irão apoia, financia, treina, abastece o Hamas e Hizbolah e vai ganhando tempo até ter A Bomba.
Acho que a maior ilusão que os Irianos podem ter, porque poderia eventualmente ser mesmo a ultima é que a bomba lhes confere uma legitimidade de superpotencia uma especie de impunidade ... nada mais errado! ter 4 ou 5 ogivas não lhes vai resolver o problema e ainda se arriscam cometer o erro fata porventura mesmo o ultimo que cometeriam ...
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
Através de Ayman al-Zawahiri
Al-Qaeda declara apoio ao Hamas
25.06.2007 - 10h26 AFP
O "número dois" da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, ofereceu hoje o seu apoio ao movimento islamista palestiniano Hamas, que assumiu o controlo da Faixa de Gaza.
Ontem, o braço egípcio da rede terrorista de Osama bin Laden pediu aos seus membros que apoiem o Hamas.
Hoje começa a cimeira israelo-árabe em Charm el-Cheikh, no Egipto, com o objectivo de apoiar o Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, da Fatah.
Neste momento há 3 guerras civis em curso no Médio Oriente entre sunitas e shiitas - no Iraque, Líbano e Palestina - com o objectivo estratégico de resolver a questão histórica de quem é a força dominante no islamismo.
Pelo meio paira a Al-Qaida atacando uns e outros para acirrar os ânimos e deitar gasolina na fogueira porque para eles quanto pior, melhor.
Por de trás o Irão apoia, financia, treina, abastece o Hamas e Hizbolah e vai ganhando tempo até ter A Bomba.
E Israel que se vê ameaçado por todos os lados, neste momento está a ser cercado pelos radicais a norte e a sul, e mais tarde ou mais cedo vai ter que fazer algo quanto ao nuclear iraniano. Ao longe os States aguardam a oportunidade para "dar uma lição" ao Irão e demonstrar de vez quem é que manda no petróleo.
Vai ser um verão longo e quente por aquelas bandas...
Pelo meio paira a Al-Qaida atacando uns e outros para acirrar os ânimos e deitar gasolina na fogueira porque para eles quanto pior, melhor.
Por de trás o Irão apoia, financia, treina, abastece o Hamas e Hizbolah e vai ganhando tempo até ter A Bomba.
E Israel que se vê ameaçado por todos os lados, neste momento está a ser cercado pelos radicais a norte e a sul, e mais tarde ou mais cedo vai ter que fazer algo quanto ao nuclear iraniano. Ao longe os States aguardam a oportunidade para "dar uma lição" ao Irão e demonstrar de vez quem é que manda no petróleo.
Vai ser um verão longo e quente por aquelas bandas...
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
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E o stress de guerra com que estas pessoas vão ficar o resto da vida...O radicalismo islâmico é um grande problema deste século.
Um dia um professor meu de ética disse que tinha ido a um encontro religioso com vários lideres religiosos e "observadores".Ele era um dos participantes mas como observador.
Não estavam a chegar a um acordo por causa de um religioso islâmico e esse meu professor perguntou-lhe no intervalo cá fora porque é que ele não se sentava à mesa para negociar com todos uma decisão em comum ao que ele respondeu enfurecido:
"Primeiro convertam-se todos ao Islão depois negociamos..."
Nessa aula ficamos todos uns a olhar para os outros e espantados com a (in)tolerância desse líder religioso.
A religião Islâmica não é todo este terrorismo que vemos.O terrorismo que vemos é de uma minoria de radicais.Neste contexto acho que os líderes religiosos desempenham uma papel fundamental para apaziguar o diálogo entre nações e religiões.Digo entre nações porque muitos estados muçulmanos não fazem a separação da religião do estado ou seja não são estados laicos.
Sou de opinião de que o conflito israelo-palestiniano é uma questão mundial.A sua resolução seria bastante benéfica não só para a região como para todo o mundo.
No contexto europeu a questão tb nos bate à porta com a intenção de vários activistas muçulmanos que vivem na Europa em fundarem um Estado Islâmico na Europa!!!
A Europa discute tb a entrada da Turquia na União Europeia o que poderá ser um sinal positivo para todo o mundo.Esta quetão como sabem tem muitos prós e muitos contras.Os Estados Unidos estão de acordo com a entrada da Turquia na UE mas não são eles que depois coesistem com a Turquia numa União alargada.
Eu bem os entendo...
Um dia um professor meu de ética disse que tinha ido a um encontro religioso com vários lideres religiosos e "observadores".Ele era um dos participantes mas como observador.
Não estavam a chegar a um acordo por causa de um religioso islâmico e esse meu professor perguntou-lhe no intervalo cá fora porque é que ele não se sentava à mesa para negociar com todos uma decisão em comum ao que ele respondeu enfurecido:
"Primeiro convertam-se todos ao Islão depois negociamos..."
Nessa aula ficamos todos uns a olhar para os outros e espantados com a (in)tolerância desse líder religioso.
A religião Islâmica não é todo este terrorismo que vemos.O terrorismo que vemos é de uma minoria de radicais.Neste contexto acho que os líderes religiosos desempenham uma papel fundamental para apaziguar o diálogo entre nações e religiões.Digo entre nações porque muitos estados muçulmanos não fazem a separação da religião do estado ou seja não são estados laicos.
Sou de opinião de que o conflito israelo-palestiniano é uma questão mundial.A sua resolução seria bastante benéfica não só para a região como para todo o mundo.
No contexto europeu a questão tb nos bate à porta com a intenção de vários activistas muçulmanos que vivem na Europa em fundarem um Estado Islâmico na Europa!!!
A Europa discute tb a entrada da Turquia na União Europeia o que poderá ser um sinal positivo para todo o mundo.Esta quetão como sabem tem muitos prós e muitos contras.Os Estados Unidos estão de acordo com a entrada da Turquia na UE mas não são eles que depois coesistem com a Turquia numa União alargada.
Eu bem os entendo...
God save the Money!
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Israel e Líbano
Num artigo muito interessante do Cymerman no Expresso da semana passada, Israel está á espera que um conflito ocorra este verão e que deve envolver o Hezzbollah, o Hamas e os Sírios. Tambem já estão a fazer exercícios conjuntos aéreos com os EUA na eventualidade do Irão se querer envolver. Esta semana o Expresso fala sobre o poder militar do Hamas.
Começa-se a desenhar um novo mapa no Médio Oriente. Provavelmente, os Libaneses aproveitarão a oportunidade de se livrarem dos islamitas e sírios e o primeiro ministro reforça o seu poder legal. Se não o fizerem, nunca mais se livrarão deles...E as nações árabes não farão rigorosamente nada pois são habitualmemte casas reais que gostam tanto dos islamitas como os judeus e os "cruzados"...
Aí sim as bolsas irão reagir mal no pré conflito porque o petróleo dispara, e depois sobem logo que o conflito comece, como costuma ser hábito...A não ser que venha aí o atómico...
Abraço
Clinico
Começa-se a desenhar um novo mapa no Médio Oriente. Provavelmente, os Libaneses aproveitarão a oportunidade de se livrarem dos islamitas e sírios e o primeiro ministro reforça o seu poder legal. Se não o fizerem, nunca mais se livrarão deles...E as nações árabes não farão rigorosamente nada pois são habitualmemte casas reais que gostam tanto dos islamitas como os judeus e os "cruzados"...
Aí sim as bolsas irão reagir mal no pré conflito porque o petróleo dispara, e depois sobem logo que o conflito comece, como costuma ser hábito...A não ser que venha aí o atómico...
Abraço
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Líbano: explosão mata cinco soldados espanhóis
2007/06/24 | 19:14
Ataque ocorreu à passagem de blindado. Três outros soldados feridos
Cinco soldados espanhóis da Força de Interposição das Nações Unidas (FINUL) morreram hoje e três ficaram feridos, devido à explosão de um engenho à passagem do blindado em que seguiam, no Sul do Líbano, noticia a Lusa.
O engenho explosivo, comandado à distância, explodiu à passagem do blindado no vale de Marjayoun-Khian no Sul do Líbano, disseram fontes da segurança libanesa.
Milos Strugar, porta-voz da FINUL, disse que uma equipa foi enviada para o local para obter mais informações, sem dar mais pormenores.

conflito
Realmente, quem alguma vez pensou que o conflito no Médio Oriente era devido ao conflito Israelo-Palestiniano, ou não percebe nada de geopolítica, ou não conhece a História dos Islamismo, ou não lê que chegue!!
- O Afganistão teve um confronto entre islamita radical e islamita moderado!
- No Iraque é como se as forças de coligação não existam! Matam-se uns aos outros como moscas numa guerra religiosa,incluindo a destruição de mesquitas ligadas á história do Islão!
- Na Turquia o islamismo radical espreita a oportunidade de derrubar os estado laico.
- O Paquistão está á espera do derrube de Musharraf para os radicais tomarem conta do assunto!! lá pelo meio deve estar o Bin Laden escondido!
- O Líbano, nunca mais se livra dos Hezzbolah nem dos pró-sírios, amigos da instabilidade e contra a democracia!
- Na Palestina a Fatah está sem munições, o islamismo radical avança na Faixa de Gaza, perde na Cisjordania e a guerra civil está instalada.
- O Irão é uma verdadeira ameaça religiosa cega onde ainda se apedrejam mulheres até á morte (hÁ uns videos impressionantes no Youtube das execuções de mulheres á pedrada, - o Kaiser deve saber lá chegar com facilidade, porque é um perito nestas coisas ) executam-se rapariguinhas á pedrada, á forca, enforcam-se homosexuais...irmãos e pais executam irmãs e filhas para salvaguardar a honra etc etc etc. Enfim, uns amores duns pequenos...
E ainda dizem mal de Israel...
Quanto tempo levarão as pessoas a perceberem que o pior inimigo do árabe É o próprio árabe???
Lá elegeram o Shimon Perez para presidente, um verdadeiro hino á moderação,á inteligencia, ao conhecimento geo político. Já o deviam ter feito há muito tempo.
Abraços
Clinico
- O Afganistão teve um confronto entre islamita radical e islamita moderado!
- No Iraque é como se as forças de coligação não existam! Matam-se uns aos outros como moscas numa guerra religiosa,incluindo a destruição de mesquitas ligadas á história do Islão!
- Na Turquia o islamismo radical espreita a oportunidade de derrubar os estado laico.
- O Paquistão está á espera do derrube de Musharraf para os radicais tomarem conta do assunto!! lá pelo meio deve estar o Bin Laden escondido!
- O Líbano, nunca mais se livra dos Hezzbolah nem dos pró-sírios, amigos da instabilidade e contra a democracia!
- Na Palestina a Fatah está sem munições, o islamismo radical avança na Faixa de Gaza, perde na Cisjordania e a guerra civil está instalada.
- O Irão é uma verdadeira ameaça religiosa cega onde ainda se apedrejam mulheres até á morte (hÁ uns videos impressionantes no Youtube das execuções de mulheres á pedrada, - o Kaiser deve saber lá chegar com facilidade, porque é um perito nestas coisas ) executam-se rapariguinhas á pedrada, á forca, enforcam-se homosexuais...irmãos e pais executam irmãs e filhas para salvaguardar a honra etc etc etc. Enfim, uns amores duns pequenos...
E ainda dizem mal de Israel...
Quanto tempo levarão as pessoas a perceberem que o pior inimigo do árabe É o próprio árabe???
Lá elegeram o Shimon Perez para presidente, um verdadeiro hino á moderação,á inteligencia, ao conhecimento geo político. Já o deviam ter feito há muito tempo.
Abraços
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o Hamas já disse que não aceita a intervenção de tropas da ONU na faixa de Gaza
os portugueses ao serviço da ONU na fronteira Gaza-Egipto recuaram para Israel
e de quem é a culpa?
de Israel e dos Americanos
os portugueses ao serviço da ONU na fronteira Gaza-Egipto recuaram para Israel
e de quem é a culpa?
de Israel e dos Americanos
Hamas aperta o cerco à Fatah, Abbas teme caos total
O Hamas parecia hoje prestes a derrotar os serviços de segurança fiéis ao presidente Mahmud Abbas, que advertiu para o descontrolo total em Gaza, onde confrontos interpalestinianos fizeram mais de 70 mortos em menos de uma semana.
Os combatentes do Hamas concentraram os seus ataques contra as instalações dos serviços de segurança, cujo controlo é a principal fonte de tensão, que degenerou em várias vagas de sangrentos combates desde o início de 2006.
O último assalto foi lançado contra o quartel general da Segurança Preventiva, em Khan Yunès, sul da faixa de Gaza, que activistas do Hamas fizeram explodir com a ajuda de uma carga colocada num túnel, fazendo três mortos, um dos quais um civil, segundo fontes da segurança e médicas.
O Hamas, cujos combatentes se apoderaram depois das instalações, desmentiu ter-se servido de um túnel.
Antes, activistas do movimento islamita tomaram de assalto as instalações dos Serviços de Informações e da Segurança Nacional na cidade de Gaza.
Os combatentes do Hamas atacaram estes edifícios com morteiros e lança-foguetes e desencadearam-se violentos combates com os membros dos serviços de segurança, segundo testemunhas.
«Desde o nascer do dia, há combates sangrentos, numerosos homens armados foram mortos. Os seus corpos jazem em poças de sangue», afirmou uma testemunha residente perto do QG dos Serviços de Informações.
Vinte e um palestinianos, na sua maioria combatentes dos dois campos, morreram hoje nos confrontos, elevando para 71 o número de mortos desde 07 Junho, início da última vaga de violência, segundo um último balanço.
Dois deles foram mortos quando homens armados abriram fogo contra manifestantes que desfilavam em Gaza em protesto contra a violência, segundo fontes médicas.
Depois de se terem apoderado terça-feira de várias posições dos serviços de segurança no norte e centro da faixa de Gaza, o braço armado do Hamas endereçou aos seus membros um ultimato até às 16:00 (17:00 de Lisboa) de sexta-feira para que lhe entreguem as suas armas.
«O que se recusar será considerado um procurado», afirmou o grupo.
Os confrontos alastraram entretanto à Cisjordânia, onde militantes do Hamas e da Fatah se defrontaram em Nablus.
Os confrontos começaram depois de combatentes das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, grupo armado ligado à Fatah, terem cercado um gabinete de produção audiovisual do Hamas, segundo testemunhas.
Seguiu-se uma troca de tiros entre militantes dos dois grupos de que resultou ligeiramente ferido um transeunte.
Foi o primeiro incidente deste tipo nas Cisjordânia desde o início da última vaga de confrontos.
Quarenta membros da Segurança Preventiva refugiaram-se, entretanto, no Egipto para fugir aos combates, anunciou uma fonte da segurança egípcia.
O porta-voz da Fatah, Tawfiq Abu Khussa, acusou os islamitas de «aplicarem um plano para tomar o controlo da faixa de Gaza», garantindo que o seu movimento «dá provas de contenção para não mergulhar o território numa guerra civil».
«Sem o fim dos combates, penso que a situação vai desmoronar-se em Gaza», declarou, por seu turno, à imprensa, em Ramallah, Mahmud Abbas, que falou telefonicamente com o líder do Hamas, Khaled Mechaal, residente em Damasco, sobre os meios para pôr fim à violência.
A presidência palestiniana acusara terça-feira o Hamas de preparar um «golpe armado» e de «pretender provocar uma guerra civil».
Entretanto, estava previsto para hoje à tarde uma reunião de representantes do Hamas com mediadores da delegação egípcia destacados em Gaza, para analisar a degradação da situação de segurança no território. Para mais tarde, está previsto um encontro com representantes da Fatah.
Entretanto, em Bruxelas, o chefe da diplomacia da UE, Javier Solana, considerou hoje que «todas as opções» devem ser consideradas para restabelecer a calma no sul da faixa de Gaza, incluindo a de um papel crescido para a missão civil europeia no posto fronteiriço de Rafah.
«É tempo de admitir todas as opções», declarou Solana, acerca da possibilidade de estacionamento de uma força internacional na fronteira entre o sul da faixa de Gaza e o Egipto, uma proposta evocada pela primeira vez na terça-feira pelo primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert.
«Estamos já no local», recordou, acerca da missão de observadores da UE estacionada no terminal rodoviário de Rafah, único ponto de passagem terrestre da faixa de Gaza que não desemboca em território israelita.
«A situação torna-se verdadeiramente dramática. Mantive contactos toda a noite com Abu Mazen (Mahmud Abbas) e terei outros hoje», acrescentou à imprensa, durante uma visita ao novo centro das operações militares da União Europeia, em Bruxelas.
A organização de direitos humanos Human Rights Watch (HRW) acusou entretanto os grupos armados palestinianos de cometerem «crimes de guerra» contra civis durante os combates.
Por seu turno, a agência da ONU para ajuda aos refugiados palestinianos (UNRWA) suspendeu hoje parcialmente as suas actividades na faixa de Gaza, após a morte de dois dos seus funcionários, apanhados no meio dos confrontos interpalestinianos.
Um governo de união juntando o Hamas e a Fatah está instalado desde Março, após um acordo de reconciliação assinado na Arábia Saudita destinado a pôr fim a um ano de violência que fez centenas de mortos.
Os confrontos recomeçaram contudo em Maio devido a divergências quanto um plano destino a acabar com o caos a nível da segurança.
A amplitude sem precedentes dos combates continua a suscitar reacções de inquietação no mundo. A Rússia apelou a um «cessar-fogo imediato» e advertiu contra «uma confrontação que poderá degenerar num caos total», a presidência alemã da UE exortou a que seja «impedida a guerra civil» e, tal como a França, reafirmou o seu apoio ao presidente Abbas.
Diário Digital / Lusa
Israel and the Palestinians
Israel's wasted victory
May 24th 2007
From The Economist print edition
Six days of war followed by 40 years of misery. How can it ever end?
ON THE seventh day Jews everywhere celebrated Israel's deliverance from danger. But 40 years after that tumultuous June of 1967, the six-day war has come to look like one of history's pyrrhic victories. That is not to say that the war was unnecessary. Israel struck after Egypt's President Nasser sent his army into the Sinai peninsula, evicted United Nations peacekeeping forces and blockaded Israeli shipping through the Gulf of Aqaba. Israel's victory opened the waterway and smashed its enemies' encircling armies, averting what many Israelis sincerely expected to be a second Holocaust. And yet, in the long run, the war turned into a calamity for the Jewish state no less than for its neighbours.
But you never phoned
Part of the trouble was the completeness of the triumph. Its speed and scope led many Israelis to see a divine hand in their victory. This changed Israel itself, giving birth to an irredentist religious-nationalist movement intent on permanent colonisation of the occupied lands (see article). After six days Israel had conquered not just Sinai and the Syrian Golan Heights but also the old city of Jerusalem and the West Bank—the biblical Judea and Samaria where Judaism began. In theory, these lands might have been traded back for the peace the Arabs had withheld since Israel's founding. That is what the UN Security Council proposed in Resolution 242. But Israelis were intoxicated by victory and the Arabs paralysed by humiliation. The Arabs did not phone to sue for peace and Israel did not mind not hearing from them. Instead, it embarked on its hubristic folly of annexing the Arab half of Jerusalem and—in defiance of law, demography and common sense—planting Jewish settlements in all the occupied territories to secure a Greater Israel.
The six-day war changed the Palestinians too. They had been scattered by the fighting that accompanied Israel's founding in 1948. Some fled beyond Palestine; others became citizens of the Jewish state or lived under Egypt in Gaza and Jordan in the West Bank. The 1967 war reunited them under Israeli control and so sharpened their own thwarted hunger for statehood. When, decades later, Egypt and Jordan did make peace with Israel, the Palestinians did not recover Gaza and the West Bank. This has left some 4m Palestinians desperate for independence but in a confined land choked by Jewish settlements—along with the fences, checkpoints and all the hardships and indignities of military occupation. Ariel Sharon, it is true, dragged Israel out of the Gaza Strip two years ago. But so what? The Palestinians will not consider peace unless they get the West Bank and Arab Jerusalem too. And Hamas, the Islamists who now run what passes for a Palestinian government, says it will not make a permanent peace even then.
Is there a way out? Yes: but making peace will take courage, and too much of the energy that should have gone into peacemaking has been squandered on the blame game. There is, admittedly, plenty of blame to go round. What right had the British, in 1917, to promise the Jews a national home in Palestine? Why did the Palestinians reject partition in 1947? Why did Israel colonise the territories after 1967? Why did the Americans let Israel get away with it? Why did the Arab states leave the refugees to fester in camps? The Palestinians are terrorists, Zionism is racism, Israel's enemies are anti-Semites. Yasser Arafat should have accepted Israel's “generous offer” at Camp David in 2000. But, hang on, Israel's offer was not so generous...
And so the quarrel spins, growing more bitter with each revolution and spreading far beyond the Middle East. What started as a national struggle between two peoples for one land is gradually, and often wilfully, being transformed into a war of religion, feeding poison into the wounded relations between Islam and the West as a whole. It is scandalous that the occupation has persisted since 1967. This conflict should have been resolved long ago, and its continuation is an indictment of all involved, from the warring parties for their intransigence, to regional powers that have exploited the Palestinian cause for self interest, to the great powers for their lack of sustained attention. It should end—but how?
It's not rocket science
The answer has been obvious at least since 1937, when a British royal commission under Lord Peel reported that “an irrepressible conflict” had arisen between the Arabs and Jews of Palestine and that the country would have to be partitioned. More recently, the manner of the division has become obvious too. Despite all Israel's settlements, demography and justice still point to a border based on the pre-1967 lines, with minor adjustments of the sort Bill Clinton suggested in 2000.
As Mr Clinton's failure at Camp David demonstrated, securing agreement for such a deal will be hard. The Clinton solution would require Israel to give up the bulk of its settlements in the West Bank, uproot a great many more settlers than it did in Gaza and share sovereignty over Jerusalem. The Palestinians would have to accept that most refugees would “return” not to their homes of 60 years ago inside Israel but to a new state in the West Bank and Gaza. Such compromises will hurt. But for either side to give less and demand more will merely tip the difficult into the impossible.
Right now both continue to offer too little and demand too much. Israel has at least abandoned the dream of a Greater Israel that bewitched it after the great victory of 1967. The illusion that the Palestinians would fall into silence has been shattered by two intifadas and every rocket Hamas fires from Gaza. Israel's present government says it is committed to a two-state solution. But it is a weak government, and has lacked the courage to spell out honestly the full territorial price Israelis must pay. The Palestinians have meanwhile gone backwards. If Hamas means what it says, it continues to reject the idea that Jews have a right to a national existence in the Middle East.
What self-defeating madness. For peace to come, Israel must give up the West Bank and share Jerusalem; the Palestinians must give up the dream of return and make Israel feel secure as a Jewish state. All the rest is detail.
Um rocket disparado de Gaza por militantes palestinianos atingiu um carro na cidade israelita de Sderot, matando uma mulher e ferindo outros dois ocupantes. © AP
Violência no Líbano alastra a Beirute
Uma violenta explosão abalou esta noite uma zona comercial de Beirute, não sendo ainda conhecido o número de vítimas. Entretanto, em Trípoli, continua a batalha entre o exército libanês e islamitas palestinianos
Re: Israel e Libano
.Keyser Soze Escreveu:buli Escreveu:Eu não sei o que diga quem tem razão ou não, mas francamente continuamos sempre na mesma, deixa-se destruir, arrasar,para depois virem os mamões e tronarem a erguer, é assim que muita se enche de dinheiro, com o mal dos outros, mal daqueles que morre.
recordas-te de algum periodo na História em que as coisas tivessem sido diferentes ?
De facto tens toda a razão, mas se em casos destes não ouve-se ajuda de especie alguma, eles pensariam duas vezes antes de destruir, mas assim não deixa arder que os papalvos depois arranjam.
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Re: Israel e Libano
buli Escreveu:Eu não sei o que diga quem tem razão ou não, mas francamente continuamos sempre na mesma, deixa-se destruir, arrasar,para depois virem os mamões e tronarem a erguer, é assim que muita se enche de dinheiro, com o mal dos outros, mal daqueles que morre.
recordas-te de algum periodo na História em que as coisas tivessem sido diferentes ?
Re: Israel e Libano
.Keyser Soze Escreveu:a situação deteriorou-se este fim de semana:Fresh clashes in northern Lebanon
Lebanese troops in Tripoli
On Sunday, Lebanese troops fought running battles with the militants![]()
Lebanese troops and Islamist militants have clashed in the city of Tripoli for a second day, after earlier violence left about 50 people dead.
Troops shelled Fatah al-Islam positions around the Nahr al-Bared refugee camp, the focus of much of Sunday's fighting.
More than 20 soldiers and 20 militants were killed in Sunday's clashes, and an unconfirmed number of civilians.
It was Lebanon's bloodiest internal fighting since the country's civil war ended 17 years ago.
The information minister said troops would hunt down the Islamist group.
"There are security procedures under way," Ghazi Aridi said. "We had casualties, but we will continue and those cells have also suffered casualties."
Mr Aridi said the militants killed on Sunday included "key leaders who have carried out and have been planning to carry out large attacks".
The Nahr al-Bared camp houses around 30,000 displaced Palestinians.Israel backs tougher Gaza action
Israel's security cabinet has approved plans to step up operations against Palestinian militants in Gaza.
The cabinet said efforts would focus on Hamas and the Islamic Jihad militant group responsible for ongoing rocket attacks against southern Israel.
Authorisation was given for operations to dismantle "terrorist infrastructure" but not for a ground incursion.
Israel has launched a series of air raids following recent rocket strikes, killing more than 20 Palestinians.
At least three people were killed in the latest round of air strikes, aimed against suspected militants and weapons factories in Gaza.
The Israeli decision came as a truce on the streets of Gaza between Palestinian rivals Fatah and Hamas appeared to hold.
Gaza militants have fired more than 50 rockets into Israel over the past week, wounding seven civilians and forcing hundreds to flee. Warning sirens have been wailing several times a day in the town of Sderot.
Eu não sei o que diga quem tem razão ou não, mas francamente continuamos sempre na mesma, deixa-se destruir, arrasar,para depois virem os mamões e tronarem a erguer, é assim que muita se enche de dinheiro, com o mal dos outros, mal daqueles que morre.
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Israel e Libano
a situação deteriorou-se este fim de semana:
Fresh clashes in northern Lebanon
Lebanese troops in Tripoli
On Sunday, Lebanese troops fought running battles with the militants![]()
Lebanese troops and Islamist militants have clashed in the city of Tripoli for a second day, after earlier violence left about 50 people dead.
Troops shelled Fatah al-Islam positions around the Nahr al-Bared refugee camp, the focus of much of Sunday's fighting.
More than 20 soldiers and 20 militants were killed in Sunday's clashes, and an unconfirmed number of civilians.
It was Lebanon's bloodiest internal fighting since the country's civil war ended 17 years ago.
The information minister said troops would hunt down the Islamist group.
"There are security procedures under way," Ghazi Aridi said. "We had casualties, but we will continue and those cells have also suffered casualties."
Mr Aridi said the militants killed on Sunday included "key leaders who have carried out and have been planning to carry out large attacks".
The Nahr al-Bared camp houses around 30,000 displaced Palestinians.
Israel backs tougher Gaza action
Israel's security cabinet has approved plans to step up operations against Palestinian militants in Gaza.
The cabinet said efforts would focus on Hamas and the Islamic Jihad militant group responsible for ongoing rocket attacks against southern Israel.
Authorisation was given for operations to dismantle "terrorist infrastructure" but not for a ground incursion.
Israel has launched a series of air raids following recent rocket strikes, killing more than 20 Palestinians.
At least three people were killed in the latest round of air strikes, aimed against suspected militants and weapons factories in Gaza.
The Israeli decision came as a truce on the streets of Gaza between Palestinian rivals Fatah and Hamas appeared to hold.
Gaza militants have fired more than 50 rockets into Israel over the past week, wounding seven civilians and forcing hundreds to flee. Warning sirens have been wailing several times a day in the town of Sderot.
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