Caldeirão da Bolsa

Quem disse o seguinte?

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por valves » 3/6/2007 20:50

boas noites a questão da violencia e dos protestos contra a globalização deve ser objecto de analise porque ela reflecte sem duvida a frustração de milhares de europeus que estão angustiados por perderem os seus empregos para países onde a mão de obra é mais barata até aqui nada de novo. Conclusões mais aprofundadas poderão levar nos a uma conclusão ainda mais triste é que as pessoas não estão a conseguir adaptar-se e dar a volta por cima. Tem que se fazer um estudo muito serio e profundo sobre as vantagens e desvantgens de uma globalização total perceber se os europeus como um todo estão a viver melhor ou pior do que estavam antes do processo de globalização eu na minha opinião acredito que a globalização compensa mas devem ser feitos estudos exaustivos que depois devem ser amplamente difundidos ás pessoas ...
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
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por Keyser Soze » 3/6/2007 9:12

AN ORGY OF VIOLENCE AS G-8 APPROACHES

Protestors and police clashed in the northern German port city of Rostock throughout Saturday afternoon in the run-up to next week's G-8 summit. News agencies reported that 146 police were injured, 25 seriously, in the melee between anarchists and left-wing radicals and the thousands of police amassed at the scene. Police in the city reported the arrests of 49 protesters suspected of violence.

http://www.spiegel.de/international/ger ... 07,00.html
Anexos
0,1020,884092,00.jpg
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por Keyser Soze » 15/5/2007 9:55

Dinamarca

Imagem

O bairro de Christiania, em Copenhaga, voltou esta noite a assistir a violentos confrontos entre os habitantes da zona e as autoridades dinamarquesas, que demoliram mais um edifício usado por 'okupas'. © Lusa
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por rmachado » 10/5/2007 13:21

Obrigado Keyser, tenho de ir ler. ;)
 
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por Keyser Soze » 10/5/2007 10:54

rmachado Escreveu:Não querendo alimentar polémicas, recomendo a leitura do seguinte livro:
"Diário de um Skin" de Alberto Salas

Relato de uma investigação jornalistica em que o autor (escrevendo com um pseudónimo) vai ao mundo da extrema-direita.

Mais curioso ainda é que o mesmo jornalista fez tb o mesmo na extrema-esquerda.

A dada altura as comparações que ele faz entre uma e outra são no minimo curiosas.


já aqui tinha feito referência a esse jornalista (ver post acima)

Convertem-se ao capitalismo que tanto odeiam?

Claro. Tal como os jovens comunistas. Quando me infiltrei nos movimentos de extrema-esquerda, percebi que o sentimento desses jovens idealistas que querem acabar com o sistema se alivia quando têm o seu primeiro carro ou casa. O idealismo dos skins é igual: um fenómeno universal de juventude de luta por ideais.

entrevista a Antonio Salas, jornalista espanhol


texto completo em :

http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333376
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por rmachado » 10/5/2007 10:48

Não querendo alimentar polémicas, recomendo a leitura do seguinte livro:
"Diário de um Skin" de Alberto Salas

Relato de uma investigação jornalistica em que o autor (escrevendo com um pseudónimo) vai ao mundo da extrema-direita.

Mais curioso ainda é que o mesmo jornalista fez tb o mesmo na extrema-esquerda.

A dada altura as comparações que ele faz entre uma e outra são no minimo curiosas.
 
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por Keyser Soze » 10/5/2007 9:29

Imagem

A cidade alemã de Hamburgo foi esta noite palco de violentos protestos por parte de militantes da extrema-esquerda, que reagiram assim à operação policial que ontem resultou na detenção de dezenas de activistas. Na foto, alguns polícias fogem à detonação de uma bomba incendiária. © Reuters
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quem se recorda?

por mcarvalho » 8/5/2007 22:05

.. a arma é o voto do povo

.. só 5% dos estudantes sâo filhos de trabalhadores

.. do programa original do partido socialista.. marxista,,, vale a pena reler e comparar com a evolução


das perseguições, assaltos. mortes e bombas das fps 25 do otelo, udp fec etc hoje be`?

porque é que trabalhas numa empresa capitalista?
- para explorar o capitalismo

do pina moura, mário lino etcetcetec... no partido comunista marxista leninista estalinista?
do durão no mrpp...etc etc ..do pacheco pereira
agora estão yodos a explorar o capitalismo!!!!!
 
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por Keyser Soze » 8/5/2007 21:34

Pelo menos 100 pessoas foram detidas em várias cidades francesas na segunda noite consecutiva de distúrbios, nomeadamente montras partidas e caros incendiados, provocados por manifestantes descontentes com a eleição de Nicolas Sarkozy para a Presidência da República, disse esta terça-feira a polícia, citada pela Lusa.

Imagem




Duplicidades: tivesse a extrema-direita em qualquer país europeu, ou em todos juntos, incendiado centenas de carros e provocado motins políticos anti-democráticos contra um resultado eleitoral, e havia um clamor gigantesco. Onde está sequer um pequeno clamor, um fiozinho de clamor, um esboço de indignação, uma pequena preocupação? Em lado nenhum. Repito o que já disse: o discurso do "políticamente correcto" não pode incorporar a violência da extrema-esquerda, mesmo quando ela é absolutamente evidente.

José Pacheco Pereira
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Re: Quem disse o seguinte?

por Keyser Soze » 7/5/2007 19:25

MOHAMED Escreveu:Qualquer empregador prefere hoje ter um Ucraniano com habilitações que um Tuga com a 4ª classe a tomar conta dos filhos, a fazer as limpezas, etc... (muitas vezes o Ucraniano ao fim de 6 meses fala um Português mais aceitável e é muito mais educado que o TUGA básico-aqui a culpa é exclusivamente nossa)

partilho desta opinião


Portanto esta mensagem não pode passar, quando ainda por cima sabemos que estes Sr's estão ligados às claques, às empresas de extorsão, e são apanhados com material xenófobo e armamento de guerra escondido debaixo do colchão.

os da extrema esquerda, na manifestação do 25 tb eram uns santinhos

isto sem recordar as FP 25, as Brigadas Vermelhas, Baader-Meinhof .....


Enfim, nem merecem que se comente o que dizem. São de facto uma minoria a excluir e a colocar atrás das grades, pois ferem a constituição cada vez que abrem a boca.

aqui é que discordo

lá pq não concordas com eles toca a prendê-los

não me parece muito democrático

eu acredito na liberdade de expressão


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Re: Quem disse o seguinte?

por JUKIMSUNG » 7/5/2007 18:51

Keyser Soze Escreveu:
«Por um lado o liberal-capitalismo, cuja única ideologia é o cifrão e a avidez pelo lucro, cilindra tudo o que encontra pela frente e arrasa valores e tradições, para que, através da massificação e entoxicação mental do povo, derrube toda e qualquer barreira que se oponha aos seus negócios. Basta vermos a hipocrisia dos “civilizadíssimos” ocidentais, sempre tão cheios de direitos humanos, mas que não hesitam em deslocar as empresas para o extremo-oriente, explorando a mão-de-obra que trabalha em condições infra-humanas, destruindo também o tecido produtivo e laboral do próprio ocidente. Basta para isso observarmos o comércio tradicional português a fechar para dar lugar aos chineses, a pastelaria de bairro e o pequeno restaurante do bitoque com “ovo a cavalo” a dar lugar ao hamburger, a campanha fortíssima da publicidade a impor “dias de namorados” e “halloweens” à força, e por aí fora.»


Quem é que afirmou isto ?

Trata-se de um politico, não preciso do nome, basta a orientação politica


Quando se houve valores e tradições não podemos estar a falar da esquerda. Essa é sempre uma ideologia de direita e normalmente não engana.


É apenas populismo vulgaríssimo, mas estes gajos têm uma dificuldade acrescida que tem a ver com termos hoje em Portugal Imigração dos mais variados quadrantes a mostrar que é trabalhadora, que é competente e disposta a fazer os trabalhos que ninguém deseja. Qualquer empregador prefere hoje ter um Ucraniano com habilitações que um Tuga com a 4ª classe a tomar conta dos filhos, a fazer as limpezas, etc... (muitas vezes o Ucraniano ao fim de 6 meses fala um Português mais aceitável e é muito mais educado que o TUGA básico-aqui a culpa é exclusivamente nossa) Portanto esta mensagem não pode passar, quando ainda por cima sabemos que estes Sr's estão ligados às claques, às empresas de extorsão, e são apanhados com material xenófobo e armamento de guerra escondido debaixo do colchão.

Enfim, nem merecem que se comente o que dizem. São de facto uma minoria a excluir e a colocar atrás das grades, pois ferem a constituição cada vez que abrem a boca.
 
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por Keyser Soze » 7/5/2007 18:18

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por Keyser Soze » 30/4/2007 9:55

Convertem-se ao capitalismo que tanto odeiam?

Claro. Tal como os jovens comunistas. Quando me infiltrei nos movimentos de extrema-esquerda, percebi que o sentimento desses jovens idealistas que querem acabar com o sistema se alivia quando têm o seu primeiro carro ou casa. O idealismo dos skins é igual: um fenómeno universal de juventude de luta por ideais.


entrevista a Antonio Salas, jornalista espanhol

http://visao.clix.pt/default.asp?CpContentId=333376
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por Resina » 30/4/2007 9:54

Nos tempos que correm, os grupos extremistas estão avançar a passos largos...
A diferença é que a extrema direita tem uma menor protecção estatal, uma vez que a constituição proíbe certas manisfestações inscritas na lei, ao contrário da extrema esquerda...
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
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por Keyser Soze » 30/4/2007 9:50

isto está cada vez a ficar mais anedótico ... ehehehe

depois da Manifestação no 25 de Abril, dos anarcas e da extrema esquerda, que acabou em porrada com a Policia


Keyser Soze Escreveu:Imagem

Manifestação Anti Autoritária 25 de Abril, Lisboa

Convocatória para uma manifestação anti autoritária,
Contra o Capitalismo, Contra o Fascismo

Dia 25 de Abril, pelas 18 horas apelamos à participação activa num acto de resistência à farsa Nacionalista, que terá início na Praça da Figueira, depois da manifestação do 25 de Abril ter terminado.




temos agora a Manifestação no 1º de Maio pela extrema direita

Imagem

A justiça social, o combate ao capitalismo selvagem, mas também o combate à luta de classes, são "bandeiras" que os Nacionalistas reclamam para si.
Nessa medida, a nossa jornada não é sectária, mas integral. É uma "jornada de luta pelo Trabalho Nacional".
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por Resina » 26/4/2007 20:35

[quote="afonsinho"]Essa de associar o fascismo ao capitalismo também está boa.quote]
É uma mania que as pessoas tem de associar...
Vive-se com medo do Fascismo, o que nunca mais voltará a Portugal... Agora o que eu receio são os grupos extremistas, os grupos de extrema-direita lutam contra os opositores, agora os grupos de extrema-esquerda lutam contra o governo e contra a policia, anarcas querem tudo livre, "liberdade" diferente da que tem o significado...
Nem tudo a esquerda nem tudo a direita... O que é extremo é mau...
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
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por afonsinho » 26/4/2007 18:56

Mas respondendo à pergunta... cheirava-me ao Jerónimo ou Louça.
 
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por afonsinho » 26/4/2007 18:54

Essa de associar o fascismo ao capitalismo também está boa.

Facismo é uma coisa de extremos, tanto de direita como de esquerda ao contrário do que querem fazer parecer. As visões e ideologias políticas, são como o álcool... devem ser absorvidas com moderação :P
( A analogia fica bem, já que estamos em tempo de queima das fitas)
 
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por Keyser Soze » 26/4/2007 13:34

...os extremos atraiem-se:


( 13:55 / 26 de Abril 07 )

O Comando Metropolitano da PSP, numa reacção às acusações de abuso policial, explicou que por volta das 18:00 de quarta-feira, cerca de 150 indivíduos ligados a vários movimentos extremistas, identificados com símbolos anarquistas e libertários, juntaram-se na Praça da Figueira para iniciarem uma manifestação «não autorizada».

Cerca de 20 minutos após o inicio do protesto, um grupo de 50 manifestantes decidiu avançar por outro percurso, em direcção à sede do Partido Nacional Renovador (PNR), iniciando uma outra marcha, sempre marcada por actos de vandalismo e agressões, até mesmo contra elementos da policia.

«Neste percurso agrediram e injuriaram pessoas e elementos policiais e fizeram diversos actos de vandalismo» com vários tipos de armas, sublinhou a subcomissária da PSP Paula Monteiro.

Nessa altura, e dada a intensificação de actos de violência, foram chamados a intervir mais elementos policiais, nomeadamente o Serviço de Intervenção Rápida e o Corpo de Intervenção da PSP.

A subcomissária Paula Monteiro adiantou que o uso da «força física» por parte da polícia foi necessária, «face às agressões que estavam» a ser cometidas «contra os agentes policiais», mas negou que tenha havido uma carga policial ou excesso de força.

A PSP afirmou ainda que não foi possível identificar os organizadores da manifestação, dado que nenhum deles se assumiu como tal.

Na sequência dos desacatos de quarta-feira, foram detidas onze pessoas, nove homens e duas mulheres, que estão já a ser ouvidas no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.

Entretanto, o ministro da Justiça, Alberto Costa, negou fazer qualquer comentário sobre este caso.
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por Keyser Soze » 13/4/2007 10:47

Imagem

Manifestação Anti Autoritária 25 de Abril, Lisboa

Convocatória para uma manifestação anti autoritária,
Contra o Capitalismo, Contra o Fascismo



Dia 25 de Abril, pelas 18 horas apelamos à participação activa num acto de resistência à farsa Nacionalista, que terá início na Praça da Figueira, depois da manifestação do 25 de Abril ter terminado.

Acreditamos que a impunidade e o à vontade com que os vários grupos “nazis” “fascistas” ou ditos “nacionalistas” agem tem de ser combatida aqui e agora, e sabemos que esse não é nem será nunca a tarefa de qualquer polícia ou instituição estatal, pelas suas afinidades e cumplicidades. A nossa denúncia é popular, não judicial.

Como tal, acreditamos que devemos exercer e expandir a autodefesa contra qualquer tipo de agressão por parte desses grupos que fazem o trabalho sujo que os capitalistas não querem fazer. Mas não nos esquecemos que quem financia tais grupos, quem os chama sempre que é preciso amedrontar os oprimidos, são os mesmos que controlam a economia, os estados e semearam a divisão, a desconfiança, a miséria e mantêm-nos presos no nosso medo, divididos nas nossas lutas, e “condenados” à derrota.

E è contra esses que dirigimos a nossa luta, ontem, hoje e enquanto existirem.

Esta manifestação, que é proposta por grupos libertários e autónomos, è aberta à participação de todas as pessoas e ideias que, de uma forma não partidária, desejam expressar a sua revolta e determinação, numa manifestação popular e unitária.

Queremos deixar bem claro que somos e seremos capazes de nos organizar para agir e reagir sempre que necessário. Desejamos que a manifestação seja uma prova de força e determinação, chegando até ao seu final sem problemas nem distúrbios. Mas nunca renunciaremos ao nosso direito de autodefesa.

Sabemos que ninguém é invencível, nenhum império, nenhum estado, nenhuma força de repressão, mas também sabemos que nada cai por si só.

Participemos todos na manifestação, activamente; os dias não estão para divisões, nem para apatia.

Dia 25 de Abril, unidos e organizados sem partidos nem estado.
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por Resina » 5/4/2007 15:56

JCS Escreveu:
Keyser Soze Escreveu::?

quem é que disse estar a favor destes tipo !?

o objectivo do post foi demonstrar que os extremos atraiem-se


Como queiram...

Concordo, todos os extremos são completamente radicalistas, o que nos seus conceitos e teorias se toquem, basta analisarem bem os seus conteudos e chegam a essa conclusão... Todos sabemos que tudo o que é extremo é pessimo...
Keyser Soze Escreveu:basta recordar que Partido Nazi, era a abreviatura para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Almeães


o que acho piada, em Portugal (e em certa medida na Europa), é o branqueamento que se faz da extrema esquerda

Bem dito, acho que em Portugal tudo o que tem a tendencia da extrema direita é criticada, mas quando se refere à extrema esquerda é defendida por estes politicos e estes senhores...
Isto só me faz lembrar quem defende os seus interesses, criticam todos os extremistas de direita, mas esquecem-se o que a extrema esquerda fez em muitos países, levou-os à miseria...
Eu sei bem o que a extrema esquerda queria fazer em Portugal depois do 25 de Abril, mas graças a um senhor (Mario Soares) e outros de nome menor (Atenção que não sou adepto dele) foi evitado. O que eu sei é que quando se fala nos citados no tópico toda a gente intervêm, mas quando a esquerda fez bem igual ou bem pior, é tudo branqueado...
Sou uma pessoa que gosta de verdades, e não que vê só para um lado, nem tanto os Pnr, como outros da ala oposta...
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por Keyser Soze » 5/4/2007 15:43

Imigrantes valem 7% da riqueza do país
Os imigrantes que trabalham em Portugal produzem o equivalente a uma Portugal Telecom por ano: ou seja, 11 mil milhões de euros.


Mónica Silvares

Há exactamente uma semana, um cartaz do Partido Nacional Renovador, de extrema-direita, colocado no coração de Lisboa, voltou a trazer a imigração para o centro do debate em Portugal, o quinto país mais procurado pelos imigrantes no âmbito da OCDE.

A evolução da economia nacional explica o fenómeno da imigração, já que com a melhoria das condições de vida, os portugueses deixaram de querer desempenhar uma série de funções que são agora asseguradas pelas populações imigrantes. As vantagens para Portugal são inegáveis, de acordo com os estudos disponíveis e os analistas consultados pelo Diário Económico.

“Embora com uma margem de erro razoável, posso dizer que 7% do PIB são contribuição dos imigrantes”, avança Eduardo de Sousa Ferreira, professor catedrático do ISEG. “Só existem dados concretos até 2005 que apontavam para um contributo de 5% a 6%, mas a partir daí pode considerar-se os 7%, até porque os imigrantes ocupam agora funções mais qualificadas”, avança o especialista, lamentando, porém, a escassez de informação que existe nesta área e a dificuldade de contabilizar um fenómeno onde existem tantos ilegais.

Parte deste contributo resulta da maior criação de riqueza por parte dos imigrantes. Os residentes estrangeiros – que ascendiam a 430 mil, em 2005, embora se espere que cheguem aos 500 mil este ano –, “têm uma taxa de actividade mais elevada do que a restante população activa portuguesa, em parte devido à sua estrutura etária”, explica Maria Lucinda Fonseca, investigadora do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. “Os imigrantes representam actualmente cerca de 9% a 10% da população activa nacional apesar de serem menos de 5% da população portuguesa”, especifica a investigadora.

Os imigrantes vêm para Portugal para trabalhar, reconhecem todos os especialistas contactados. E, apesar de contribuírem sempre para o Estado português, nomeadamente em termos de Segurança Social e de impostos, mesmo quando não estão numa situação totalmente legal, acabam por não ser os que mais beneficiam. Os dados mais recentes datam de 2004 e revelam que os imigrantes são 6,7% do total de contribuintes para a Segurança Social e as suas contribuições são 3% do total. Mas quando se fala de pensionistas, apenas 2,5% dos pensionistas são imigrantes, sendo que este valor considera elementos da comunidade europeia e não tanto imigrantes da Europa de Leste, africanos ou brasileiros, que são a maioria.

Os imigrantes têm ainda efeitos positivos na economia nacional que não são facilmente quantificáveis. Rui Marques, o alto-comissário para a imigração e minorias étnicas, sublinha o importante papel que os imigrantes têm ao nível do “combate à desertificação”. “A utilização intensiva da mão-de-obra imigrante na agricultura é um exemplo”, afirma, acrescentando ainda que “uma economia necessita sempre de imigrantes, quer esteja em períodos de expansão ou de estagnação, porque desempenham as funções que os portugueses não querem”.

Difícil de contabilizar é também o importante contributo que os imigrantes têm enquanto consumidores. São no mínimo 430 mil pessoas a alimentar a procura interna nacional, um indicador que até 2006 foi fundamental para sustentar o crescimento português. Os imigrantes podem ainda ser dinamizadores do mercado imobiliário, nomeadamente, ao nível do arrendamento, embora com algumas alterações esta questão pudesse ser ultrapassada. “Porque não podem os imigrantes comprar casa?”, questiona Helena Rato, directora do departamento de investigação do Instituto Nacional de Administração. “Os bancos temem incumprimentos nos empréstimos, mas é irracional, já que a casa fica sob hipoteca”, acrescenta. Este é um ponto fundamental já que a residência fixa é um requisito para a legalização.


A importância das remessas
Portugal recebe e envia remessas de populações migrantes. De acordo com os dados do Banco de Portugal, os imigrantes no território nacional enviaram para o estrangeiro 38,46 milhões de euros, mas os emigrantes portugueses mandaram para Portugal 195,58 milhões de euros, ou seja, cerca de cinco vezes mais. Como os imigrantes demonstram uma propensão muito maior para aforrar do que para gastar, quando comparados com os padrões da população nacional, a médio prazo isto poderia significar um aumento da riqueza per capita do país, não fossem as transferências de remessas. Mas como Portugal acaba por receber quantias tão elevadas dos seus próprios emigrantes, acaba por se anular este efeito. Ainda segundo o Banco de Portugal, os emigrantes portugueses em França são os que mais dinheiro remetem para Portugal (83,32 milhões euros em Janeiro de 2007) seguidos da Suíça (39,33 milhões de euros).


http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/ ... 21046.html
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por Keyser Soze » 5/4/2007 11:11

basta recordar que Partido Nazi, era a abreviatura para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Almeães


o que acho piada, em Portugal (e em certa medida na Europa), é o branqueamento que se faz da extrema esquerda
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por novo_nisto » 5/4/2007 11:11

O "pai" do fascismo, Benito Mussolini foi, na sua juventude, um membro activo da ala mais radical do partido socialista italiano.
 
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por novo_nisto » 5/4/2007 11:06

Mas na sua essência a extrema direita (ou fascismo) e o socialismo (ou comunismo) são regimes muito parecidos.

De forma bastante simples, porque agora não me posso alargar mais, a grande difereça é que no comunismo o poder deve ser dado ao povo enquanto no fascismo este deve estar na mão de uma elite que zela pelos interesses da maioria.

Na prática, e a história prova-o, as experiências comunistas e fascistas são praticamente iguais e marcadas pelo totalitarismo de um grupo restrito de priviligiados que gere os seus interesses à margem do interesse geral e oprime de forma severa qualquer tentativa de discordância política.
 
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