Como posso investir na Bolsa do Zimbabwe?!... ;)
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que cena ridicula:
Zimbabwe to chair major UN body
Zimbabwe has been elected to head the UN's commission on Sustainable Development (CSD) despite strong objections from Western diplomats.
They had said Zimbabwe was unsuitable because of its human rights record and economic problems. It is suffering food shortages and rampant inflation.
But Zimbabwe has dismissed such criticism, calling it an insult.
The country was chosen by other African nations. The CSD post rotates every year between the world's regions.
O problema de África é muito complexo.
As únicas pessoas decentes para tornarem aquilo num bom continente seriam os senhores com enorme capital e boa capacidade de gestão geográfica e social. Onde os há? Não sei, mas dificilmente em África os encontrarão.
Mas evoluir África não é um investimento rentável, além que é bastante trabalhoso e demora décadas, senão séculos, para chegar ao nível a que, por exemplo, Portugal está agora.
Para já, países do interior são muito mais difíceis e caros de se desenvolver, pois é onde há mais desertificação e onde é mais difícil levar transportes e matérias-primas.
Depois, teria que haver um take-over agressivo do poder, o que iria obviamente arrastar o resto dos países africanos contra aquele que tivesse a coragem de entrar nesta impossível aventura. Mais guerra, depois da guerra, era tornar aliada a população, enfim, duraria anos.
A seguir, educar uma população extremamente doente e que em termos de mentalidade está um pouco mais à frente que os da idade da pedra, para depois caírem de pára-quedas em pleno desenvolvimento do séc XXI? Teria que ser tudo muito progressivo, duraria séculos, investir biliões de euros que não seriam cobertos na nossa geração não passa pela cabeça de nenhum homem rico do planeta.
Percebem agora porque é que ninguém pega em África?
Safaram-se Marrocos, Líbia, Nigéria, Egipto (proximidade com a Europa), África do Sul, Angola, Moçambique? (recursos naturais) entre outros, tudo com interesses pelo meio.
África será sempre o cancro da humanidade, irremediavelmente incurável no panorama actual.
Cumps.
As únicas pessoas decentes para tornarem aquilo num bom continente seriam os senhores com enorme capital e boa capacidade de gestão geográfica e social. Onde os há? Não sei, mas dificilmente em África os encontrarão.
Mas evoluir África não é um investimento rentável, além que é bastante trabalhoso e demora décadas, senão séculos, para chegar ao nível a que, por exemplo, Portugal está agora.
Para já, países do interior são muito mais difíceis e caros de se desenvolver, pois é onde há mais desertificação e onde é mais difícil levar transportes e matérias-primas.
Depois, teria que haver um take-over agressivo do poder, o que iria obviamente arrastar o resto dos países africanos contra aquele que tivesse a coragem de entrar nesta impossível aventura. Mais guerra, depois da guerra, era tornar aliada a população, enfim, duraria anos.
A seguir, educar uma população extremamente doente e que em termos de mentalidade está um pouco mais à frente que os da idade da pedra, para depois caírem de pára-quedas em pleno desenvolvimento do séc XXI? Teria que ser tudo muito progressivo, duraria séculos, investir biliões de euros que não seriam cobertos na nossa geração não passa pela cabeça de nenhum homem rico do planeta.
Percebem agora porque é que ninguém pega em África?
Safaram-se Marrocos, Líbia, Nigéria, Egipto (proximidade com a Europa), África do Sul, Angola, Moçambique? (recursos naturais) entre outros, tudo com interesses pelo meio.
África será sempre o cancro da humanidade, irremediavelmente incurável no panorama actual.
Cumps.
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- Registado: 26/1/2007 17:07
Keyser Soze Escreveu:a inflação no Zimbabwe anda pelos 1500%
o Mugabe consegiu arrebentar completamente o pais em meia dúzia de anos .... é obra
Só para dizer que na sexta feira , no jornal da 2 ás 22h referiram que o record de inflaçao no planeta é no Zinbabue e está actualmente nos 2200%
As pessoas correm para gastar o mais rapidamente o pouco dinheiro que têm , pois quanto mais tempo o tiverem, menos conseguirao comprar com ele.
Isto é de loucos , ataca-se o Iraque , ameaça-se o Irao, Mas nem uma palavra sobre este senhor que subjuga á maior pobreza a sua populaçao com o consentimento de todo o mundo . Nao é ele tao ditador quanto , Sadam , Fidel castro, O do Irao, e outros.
Quando há interesses por trás , todos dao a sua opiniao , para com esse senhor nem sançoes , nem avisos, nada , Quem manda é ele.
É triste o mundo em que vivemos .
Abraços.
Uma excelente reportagem assinada pelo jornalista britânico Alex Perry, publicada há dias na revista Time, revela bem o inferno em que se transformou o Zimbábue, que nos anos 80 tinha a segunda mais próspera economia da África Austral – logo após a imbatível África do Sul. Sob o mando despótico de Robert Mugabe, o país afundou-se, recuando a padrões de vida que remontam ao início da década de 50, quando ainda estava sob o domínio colonial. O desemprego atinge 80% da população activa e a inflação subiu a 1.792,9% em Fevereiro, pensando-se que no fim do ano atinja níveis ainda mais astronómicos, rondando os 3700%.
“Uma perda da moeda com esta magnitude significa, por exemplo, que na prática um só tijolo custa hoje mais do que uma casa com piscina em 1990”, escreve Perry, que foi detido logo no primeiro dia em que chegou à antiga Rodésia e relata com minúcia a sua amarga experiência prisional neste país transformado num imenso cárcere que perdeu cerca de dois milhões de habitantes nos últimos anos e onde grande parte dos que ainda não partiram são forçado a caçar animais selvagens para sobreviverem.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a esperança de vida no Zimbábue é de 34 anos para as mulheres e 37 para os homens – a mais baixa do planeta. E no entanto o ditador, de 83 anos, mantém-se agarrado ao poder, procurando perpetuar o seu regime de terror que não hesita em silenciar todas as vozes discordantes – incluindo políticos, sindicalistas, clérigos e jornalistas.
Nada inédito no continente africano, desde sempre um fértil viveiro de tiranias. Admira-me apenas o silêncio cúmplice de tantos intelectuais comprometidos com o progresso, que nem uma palavra de indignação exprimem contra a ditadura de Mugabe. Ou talvez nem deva admirar-me: conheço demasiado bem os manuais de indignação selectiva deste gente, que fala alto e se cala, alternadamente, consoante o quadrante geográfico ou a costela ideológica que estiverem em causa.
Pedro Correia Domingo, Abril 29, 2007
http://corta-fitas.blogspot.com/
http://www.time.com/time/magazine/artic ... -1,00.html
Triste África
Olhem para a cara de Jean-Pierre Bemba, o líder da oposição congolesa. Eu sempre acreditei que olhar para a cara das pessoas ajuda muito a perceber quem são. Concordo que a receita é falível: há gente com aspecto de boa pessoa e que, afinal, não é recomendável e vice-versa. E há caras que não dizem tudo, de bom ou de mau, acerca do seu portador. Mas, para quem conhece um bocadinho a África Negra e a sua classe política, a cara do sr. Bemba diz tudo ou quase tudo sobre o que há a esperar dele no dia em que conseguir chegar à presidência da República Democrática do Congo. A menos que estejamos perante uma notável excepção ao meu critério de adivinhar carácteres a partir das caras, a do sr. Bemba traz as marcas inconfundíveis da generalidade dos políticos negros africanos da última geração. Um catálogo de horrores: nepotismo, prepotência, violência, cupidez e, fatalmente, corrupção.
Agora, olhem para a cara do sr. Joseph Kabila, o seu rival e actual Presidente da RDC: a outra face da mesma moeda. O Presidente Joseph Kabila sucedeu a seu pai — coisa habitual nestas paragens —, o distinto Laurent-Desiré Kabila, cuja presidência será sobretudo recordada pela ruína do país e o estendal de cadáveres deixados para trás. Kabila-pai tinha sucedido ao imortal Mobutu Sese Zeko, uma espécie de estereótipo de ditador africano, de quem Bemba e o pai foram estreitos aliados. Dois clãs em luta pelos despojos do país, coisa comum na África Negra. Depois de vinte anos de guerras, golpes e contragolpes, o ex-Zaire e ex-Congo Belga, um dos mais ricos países africanos, está reduzido à miséria, à ineficácia e à corrupção e exposto às intromissões e cobiças do seu poderoso vizinho angolano.
Voltemos ao sr. Bemba, herdeiro de uma colossal fortuna deixada por seu pai e empresário cujos exemplos mais admirados são o marselhês Bernard Tapie e o milanês Silvio Berlusconi, dois príncipes da alta finança europeia que a Justiça perseguiu e condenou por toda a espécie de falcatruas possíveis no ramo. No final de 2006, Bemba regressou do exílio para fundar o MLC e concorrer às eleições. Derrotado por Kabila, gritou à fraude (o que, mais do que provavelmente, é verdade) e transformou o MLC numa milícia militar, apoiada pela Líbia e outros países africanos e acusada pela ONU de práticas de canibalismo. Em Março passado, o MLC saiu do mato e desceu às ruas de Kinshasa, tentando tomar o poder pela mais antiga das formas locais de o fazer. Derrotado também nas ruas, Bemba refugiou-se na Embaixada da África do Sul, e a situação caiu num impasse. Foi então que a diplomacia portuguesa teve uma ideia luminosa: mediar a saída negociada (e necessariamente provisória) de Bemba do país e da cena política. Aproveitar o passaporte português da mulher, uma luso-brasileira filha de um emigrante português, e dos filhos e aproveitar o facto de o sr. Bemba ser proprietário de uma casa na Quinta do Lago, no Algarve (como já sucedia com o seu ‘padrinho’ Mobutu), assim proporcionando uma saída airosa a ambas as partes. Se os esforços do embaixador Alfredo Duarte Costa tiverem sucesso, a nossa diplomacia consegue, de facto, uma lança em África: proporciona uma saída para a crise, que Kabila tem de agradecer, e fica nas boas graças do sr. Bemba, para o dia em que este, milhar de mortos a mais ou a menos, consiga enfim sentar-se no trono do Leopardo. O desfecho diplomático está iminente e apenas aguarda que Kabila resista à tentação de tentar deitar a mão ao seu rival para o cortar às postas e se decida a assinar um papel, deixando-o sair.
Como se pode imaginar, aos congoleses, à excepção dos milicianos e arregimentados de ambos os lados, tanto se lhes faz Kabila como Bemba. Quem ficar com o poder enriquecerá — ele e a sua corte; o resto da população continuará na miséria, à espera do milagre impossível do dia em que o Congo, como o resto da África Negra, seja governado por homens sérios, competentes e com vontade de servir o seu país.
Desçamos um pouco mais abaixo e a leste, onde temos o caso-limite do Zimbabwe, desse louco criminoso que é Robert Mugabe. Como escreveu há dias a Conferência Episcopal do Zimbabwe, ali o poder perdeu já qualquer resquício de vergonha, de pudor, de condescendência para com a miséria do povo ou de respeito pelos direitos humanos mais elementares. A oposição é espancada, presa e torturada à vista de todos, os jornalistas estrangeiros são expulsos, o desemprego atinge os 80%, e a fantástica Reforma Agrária de Mugabe, que correu com os melhores agricultores africanos, que eram os rodesianos brancos, trouxe a fome aos campos e às cidades superlotadas. No seu delírio de psicopata, Mugabe não encontrou melhor plano do que mandar o Exército desterrar da capital, Harare, centenas de milhares de pessoas que não tinham para onde ir.
Em Harare esteve há duas semanas o ministro dos Estrangeiros de Angola, que lá foi oferecer apoio militar a Mugabe e proclamar a solidariedade ‘anticolonialista’ do regime de José Eduardo dos Santos. Depois, o ministro veio a Lisboa e sentou-se numa mesa ao lado do nosso MNE, Luís Amado. Perguntaram a Amado se, perante a situação no Zimbabwe e o isolamento a que o regime foi votado pela União Europeia, ele ponderava a possibilidade de não convidar Mugabe para a Cimeira Europa-África, prevista para a presidência portuguesa da UE. O MNE deve ter estremecido, antes de responder convictamente que não: imaginar que Portugal pudesse comprometer aquilo que está previsto ser o «achievement» da nossa presidência, arriscando-se a que os países africanos boicotassem a Cimeira por ‘solidariedade anticolonialista’ com o Zimbabwe, é simplesmente antipatriótico. Seria o mesmo que convidar o Governo português, por exemplo, a perguntar a Luanda para onde vão as receitas do petróleo angolano que não entram no Orçamento do Estado.
‘Provocações’ dessas não se fazem aos africanos. Eles são muito sensíveis às intromissões ‘colonialistas’ dos brancos nos seus assuntos: em especial se forem europeus e, pior ainda, antigas potências coloniais em África. Eles não se importam de ser neocolonizados pelos indianos e agora pelos chineses, que estão a tomar conta de África em busca de energia e terras cultiváveis. Como antes não se importavam com os negócios ruinosos feitos com russos ou americanos, desde que as ‘nomenclaturas’ locais, bem entendido, fossem devidamente recompensadas. Mas, para os europeus, as regras são muito mais duras e exigem, como ponto prévio, que só há negócios em África se se seguir estritamente a diplomacia dos interesses e jamais a dos valores. É preciso ficar muito calado, olhar para o lado, fingir que não se vê e não se sabe e, sendo possível, como fazem Portugal e França, conseguir que os seus dirigentes tenham sempre um «pied à terre» na Côte d’Azur ou no Algarve, para criarem laços de afinidade e cumplicidade connosco.
Um dia, quando se fizer a história da África desaparecida, haveremos de chegar à conclusão de que, muito pior e muito mais imperdoável do que os cinco séculos de colonialismo europeu, foram estas cinco décadas de cumplicidade com o que há de pior em África.
Miguel Sousa Tavares
Publicado segunda-feira, 9 de Abril de 2007
Re: Como posso investir na Bolsa do Zimbabwe?!... ;)
@rmando Escreveu::mrgreen:
Tabela de valorizações no primeiro trimestre de 2007:
Isso está cotado em quê? Alguma moeda fortou é na lá do sitio? É que nesses países convém contar com a desvalorização progressiva da moeda... Há casos (bolivia?) em que as valorizações na moeda local são fantásticas, ano após ano, mas em moeda forte o mercado perde valor progressivamente!
However elegant the method we should occasionally look at the results.
Re: eheheh
aos_pouquinhos Escreveu:o pessoal está a levar este tópico na base da tanga,mas noutro dia ouvi na bloomberg um magano a dizer que os seus investimentos estavam dirigido em muito sobre alguns mercados africanos,perto de imergir do nada. Um deles era o da Nigeria, mas tinha em Suazilândia,africa do sul, Namimia, Botswana, etc.E dizia ele que quando os mercados mundiais se virarem para a emergência africana ele já lá andava àuns anos...
Sectores primordiais....mineiras, e sectores fundamentais, como energetico e telecoms.
Quando abrir a bolsa de Angola vai ser de arromba.
Cumps
Conheçe bem Africa?
É que para quem conheçe, a bolsa da Suazilandia deve ser ...de morte. Tal como a da Namibia, do Lesotho, do Uganda...
Há coisas que só "ver para crer" e eu, só depois de ver..e muito bem visto...
E eu não estou a levar o topico na "tanga"; duma forma satirica o que eu descrevi é, efectiva e infelizmente, o que se passa no Zimbabwe
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
eheheh
o pessoal está a levar este tópico na base da tanga,mas noutro dia ouvi na bloomberg um magano a dizer que os seus investimentos estavam dirigido em muito sobre alguns mercados africanos,perto de imergir do nada. Um deles era o da Nigeria, mas tinha em Suazilândia,africa do sul, Namimia, Botswana, etc.E dizia ele que quando os mercados mundiais se virarem para a emergência africana ele já lá andava àuns anos...
Sectores primordiais....mineiras, e sectores fundamentais, como energetico e telecoms.
Quando abrir a bolsa de Angola vai ser de arromba.
Cumps
Sectores primordiais....mineiras, e sectores fundamentais, como energetico e telecoms.
Quando abrir a bolsa de Angola vai ser de arromba.
Cumps
Vai onde te leva o sonho, mas cuidado, não vá ele tornar-se um pesadelo....
scpnuno Escreveu:A bolsa é do Mugabe!
A "zimbabwenext" está instalada na garagem dele, a plataforma no portatil dele e a corretora é ele próprio (assim como o MM).
Quando tem calls, manda subir, quando tem puts manda descer e manda prender uns gajos para os obrigar a comprar o que ele vende
È o mercado a funcionar na maxima perfeição...
(e tu vê se tomas alguma coisa, vespera de feriado e andas atras da bolsa do Zimbabwe??? e a da Groenelandia, como é que se tem portado?)
Bijocas
eu pensei o mesmo mas nem me atrevi a comentar.
Boa pascoa
Não deixes adormecer os teus sonhos mas,
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
não te deixes adormecer por eles
Nuno Nascimento
A bolsa é do Mugabe!
A "zimbabwenext" está instalada na garagem dele, a plataforma no portatil dele e a corretora é ele próprio (assim como o MM).
Quando tem calls, manda subir, quando tem puts manda descer e manda prender uns gajos para os obrigar a comprar o que ele vende
È o mercado a funcionar na maxima perfeição...
(e tu vê se tomas alguma coisa, vespera de feriado e andas atras da bolsa do Zimbabwe??? e a da Groenelandia, como é que se tem portado?)
Bijocas
A "zimbabwenext" está instalada na garagem dele, a plataforma no portatil dele e a corretora é ele próprio (assim como o MM).
Quando tem calls, manda subir, quando tem puts manda descer e manda prender uns gajos para os obrigar a comprar o que ele vende
È o mercado a funcionar na maxima perfeição...
(e tu vê se tomas alguma coisa, vespera de feriado e andas atras da bolsa do Zimbabwe??? e a da Groenelandia, como é que se tem portado?)
Bijocas
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
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Tabela de valorizações no primeiro trimestre de 2007:
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