Caldeirão da Bolsa

EDP fugindo à escuridão

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

he he, Mech

por J.H. » 27/3/2007 16:47

realmente, relendo o meu post parece que eu achei que era pouca coisa....não foi isso que quis dizer, foi uma notícia importante, o caricato é sempre o suspense que certas pessoas fazem (ontem no caldeirão "EDP marca conferencia misterio, o que será?").

E quando se acorda, já a notícia misterio afinal era sabida e já as acções dispararam. Pois é, quem ficou a aguardar a tal conferencia misterio, olha, ardeu.

Foi isso que quis dizer, se havia mais alguma noticia estrategica ou se era sobre o mesmo assunto.

Obrigado na mesma, Mech, o teu humor é sempre um must do Caldeirão.

JH
 
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por The Mechanic » 27/3/2007 16:25

J.H.
Alguém sabe do que tratou a conferência de imprensa da EDP, era sobre a aquisição da empresa americana, apenas ?


..era, era...

Estes gajos da EDP têm a mania . Lá por comprarem uma coisita de Dois Mil e Duzentos Milhões de Euros , já pensam que ...
EXAGERADOS , PÁ !!!!

Haviam era de comprar um kilo de Pêra rocha , que tá p`la hora da morte que é...ó queijo da Serra !!! ...queijo da Serra !!!! ...que ninguem lhe pode chegar !!!
Agora centrias de energia eolica ou lá o que é , nos Estados Unidos ...sheeesh ! ...ainda outro dia comprei um moinho de papel que aquilo um gajo sopra e saem logo 500 MegaWatts...!! e vêm agora estes gajos com ...centrais de 2,200 mil milhões de...EXAGERADOS !!!!


Um abraço ,

The Mechanic
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conferência de imprensa

por J.H. » 27/3/2007 16:12

Boa tarde a todos.

Alguém sabe do que tratou a conferência de imprensa da EDP, era sobre a aquisição da empresa americana, apenas ?

Obrigado e cumprimentos.

JH
 
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por sol » 27/3/2007 9:13

Mota-Engil entra no capital da EDP
O grupo Mota-Engil está interessado em tornar-se accionista qualificado da EDP, apurou o Jornal de Negócios.

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Jornal de Negócios Online
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O grupo Mota-Engil está interessado em tornar-se accionista qualificado da EDP, apurou o Jornal de Negócios.

Na calha estará a intenção do grupo liderado por António Mota de substituir a presença accionista que Stanley Ho deixou vaga, quando há duas semanas decidiu alienar a sua posição, que chegou a ambicionar fazer crescer para 10% mas acabou por ser vendida quando estava abaixo dos 2%.




fonte: www.negocios.pt
 
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por sol » 27/3/2007 8:10

NOVA1-EDP compra empresa parques eólicos EUA à Goldman Sachs


27/03/2007


(Altera lead e acrescenta com mais informação)

LISBOA, 27 Mar (Reuters) - A EDP-Energias de Portugal entrou no mercado eólico norte-americano, ao celebrar, com a Goldman Sachs, um acordo para a compra de 100 pct da Horizon Wind Energy, anunciou a EDP.

Adianta que "esta transacção valoriza os capitais próprios -- 'equity' -- da Horizon em 2.150 milhões de dólares (MD) e que "a dívida líquida da Horizon a 31 de Dezembro de 2006 era de 180 MD".

"O valor de aquisição, à data da sua conclusão, será ajustado pelos investimentos incorridos, actualmente estimados em 600 MD", afirma a EDP.

"(Esta aquisição) viabiliza a entrada da EDP, com uma posição de liderança, no mercado dos Estados Unidos da América, o qual apresenta perspectivas de elevado crescimento", refere.

A EDP prevê que esta operação venha a ser concluída até ao final do segundo trimestre de 2007, estando a conclusão sujeita à obtenção de autorizações regulatórias por parte de autoridades federais e estaduais americanas.

Explica que a Horizon tem 559 mega watts (MW) brutos de capacidade eólica em operação e 997 MW em construção, cuja entrada em operação se espera ocorra até ao fim de 2007, perfazendo um total de 1.556 MW brutos ou 1.324 MW líquidos.

Esta detém ainda um 'pipeline' de projectos atractivo em diferentes fases de desenvolvimento em 15 Estados com uma capacidade de produção potencial total de mais de 9.000 MW.

"Os activos da Horizon constituem um 'portfolio' de elevada qualidade, nomeadamente em virtude da presença em mercados energéticos de grande liquidez e diversificação", afirma.

Realça ainda a importante implantação nos principais Estados com Renewable Portfolio Standards (RPS), e a disponibilidade de locais de desenvolvimento de parques com elevado recurso eólico -- o factor médio de utilização para os projectos em operação e em construção é de 37,5 pct.

Explica que o financiamento desta aquisição será feito através de um empréstimo bancário à EDP e de entradas em dinheiro de um parceiro de investimento em 'tax equity', encontrando-se ambos acordados em regime de 'underwriting'.

"Com a aquisição da Horizon, a EDP tornar-se-à num player líder a nível mundial no sector das energias renováveis com mais de 3.800 MW brutos de capacidade de produção em operação até ao final de 2007", afirma.

Desta forma, a EDP antecipa o cumprimento das linhas estratégicas para entre 2007 e 2010 e diversifica as suas fontes de receita, reduzindo o risco do seu 'portfolio'.


fonte www.bpionline.pt
 
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EDP investe mais de mil milhões nos EUA

por jepm » 26/3/2007 23:30

EDP investe mais de mil milhões nos EUA

A Energias de Portugal deverá anunciar terça-feira a aquisição de uma empresa eólica nos Estados Unidos, num investimento que supera mil milhões de euros.

A notícia foi avançada esta noite pelo SOL, adiantando que com o investimento superior a mil milhões de euros, a EDP reforça assim a sua posição internacional na área das energias renováveis, sendo nesta altura o número três mundial nas eólicas.

António Mexia, em declarações ao mesmo jornal, tinha adiantado que "chegou a vez da EDP olhar para fora do mercado da Península Ibérica".

No início deste ano, a administradora da EDP com o pelouro das renováveis, tinha já adiantado que os planos da EDP apontam para que o mercado norte-americano venha a representar no médio prazo cerca de um terço do negócio das energias renováveis.

"A nossa preferência é por parceiros que tenham já alguns parques eólicos em produção de modo a darem provas que percebem do negócio mas que também tenham ?portfolio? em desenvolvimento que permita um maior envolvimento e controlo da nossa parte", disse a Ana Maria Fernandes a 19 de Janeiro.

Ana Maria Fernandes justificou o interesse da EDP pelos Estados Unidos com o potencial daquele mercado, sendo que o presidente norte-americano fixou um objectivo de 320 mil mega watts (MW) e os Estados Unidos têm hoje pouco mais de 1000 MW em produção ? nos EUA é esperado um crescimento anual médio superior a 25%.

Para a EDP, que estabeleceu, em Julho, no plano estratégico da empresa, o objectivo de estar no top 5 mundial, a estratégia de crescimento tem de passar por novos mercados com grandes taxas de crescimento. A par dos Estados Unidos, a eléctrica presidida por António Mexia continua a olhar para a Europa.

A empresa por António Mexia tem agendada para amanhã uma conferência de imprensa, sem ter divulgado o assunto da mesma.
2007/03/26 - 23:12
Fonte: Canal de Negócios
 
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por Resina » 26/3/2007 21:27

Amanhã ao meio-dia
EDP convoca jornalistas para conferência mistério
A EDP – Energias de Portugal acaba de marcar uma conferência de imprensa mistério para amanhã, terça-feira, ao meio-dia. As razões desta convocação dos jornalistas depois do fecho do mercado não foram reveladas pela eléctrica presidida por António Mexia. Amanhã de manhã, a empresa deverá fazer um comunicado à CMVM, segundo apurou o Jornal de Negócios Online.

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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt



A EDP – Energias de Portugal acaba de marcar uma conferência de imprensa mistério para amanhã, terça-feira, ao meio-dia. As razões desta convocação dos jornalistas depois do fecho do mercado não foram reveladas pela eléctrica presidida por António Mexia. Amanhã de manhã, a empresa deverá fazer um comunicado à CMVM, segundo apurou o Jornal de Negócios Online.

A agenda da EDP é neste momento marcada pelas negociações com a "oil & gas" Sonatrach, estando prevista a entrada da argelina no capital e em alguns activos da eléctrica portuguesa. A concretização desta parceria adivinha-se como um dos anúncios prováveis para amanhã.

Outro dos assuntos em cima da mesa de António Mexia é a barragem do Alqueva. O ajuste directo à EDP, em vez do falado concurso público por parte do Governo, pode ser, portanto, também o tema da conferência de amanhã.

A EDP tem sido ainda alvo de vários rumores quanto a conversações com a espanhola Gas Natural para uma eventual fusão. Este cenário, ou outra operação de mercado, é para já menos provável porque obrigaria à suspensão da negociação dos títulos da eléctrica durante o dia de amanhã até ao anúncio, segundo fontes do mercado ouvidas pelo Jornal de Negócios Online.

Até ao fim do ano a EDP vai vender os últimos 8% que tem no capital da Sonaecom, segundo revelou Chief Financial Officer (CFO) da eléctrica, numa entrevista à Reuters,

A partir de 1 de Julho próximo, a EDP prevê pôr em mercado liberalizado 75% da sua produção eléctrica em Portugal, terminando os contratos de longo-prazo com a Redes Energéticas Nacionais (REN).

A eléctrica vai securitizar 850 milhões de euros de compensação pelo fim desses contratos (PPAs) em que a REN lhe compra toda a produção, valor que será usado para reduzir a dívida de 2007.

Estes contratos da EDP representam mais de 40% da procura de electricidade em Portugal e o seu fim é decisivo para lançar o Mercado Ibérico de Electricidade, permitindo a concorrência directa com as espanholas Endesa e Iberdrola.

As acções da EDP [Cot] fecharam hoje a subir 0,24% para 4,10 euros por título.

Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
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por Enslaved » 26/3/2007 21:23

Amanhã parece que vai haver novidades :roll: .

http://www.jornaldenegocios.pt/default. ... tId=293141
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por fitas » 26/3/2007 17:32

Grato Ulisses.

Um abraço


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por Ulisses Pereira » 26/3/2007 17:25

Enquanto conseguir aguentar-se aicma daquela zona de suporte, a EDP mantém-se sobre o domínio dos touros. Só haverá razões para estarem preocupados quando o suporte for consistentemente quebrado.

Um abraço,
Ulisses
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por fitas » 26/3/2007 17:19

Só para não ser esquecida... gostaria de opiniões sobre o comportamento da EDP??? Pelo que vejo nos gráficos expostos a sua orientação ainda não se encontra bem definida??? Mas aguentou-se bem na sessão de hoje, com aquele fecho dos 4,10€. Continuará com ventos do norte?


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por sol » 23/3/2007 17:05

Propõe investimentos de 333 milhões nos próximos dois anos
EDP deverá receber 38,5 milhões de euros em dividendos da EDB
A Energias do Brasil (EDB) vai propor em assembleia geral (AG) pagar 169,9 milhões de reais (61,86 milhões de euros) em dividendos referentes ao exercício de 2006. A Energias de Portugal, que detém 62,4% do capital da eléctrica brasileira, deverá receber cerca de 105,95 milhões de reais (38,5 milhões de euros).

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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt


A Energias do Brasil (EDB) vai propor em assembleia geral (AG) pagar 169,9 milhões de reais (61,86 milhões de euros) em dividendos referentes ao exercício de 2006. A Energias de Portugal, que detém 62,4% do capital da eléctrica brasileira, deverá receber cerca de 105,95 milhões de reais (38,5 milhões de euros).

A EDB convocou os accionistas a comparecem na AG de 10 de Abril, onde a empresa propõe a distribuição de 169,9 milhões de reais em dividendos e um plano de investimentos de 915 milhões de reais para 2007 e 2008.

A EDB emitiu um comunicado onde revela que vai propor a distribuição de 169.914.296,81 reais em dividendos, o que equivale a 46,46% do lucro ajustado obtido em 2006 e a 1,029680 reais por acção.

A EDB vai propor ainda um plano de investimento de 915 milhões de reais (333,2 milhões de euros) nos próximos dois anos na assembleia geral (AG), convocada para dia 10 de Abril.

O valor que será votado pelos accionistas da EDB visa continuar a "continuidade à sua estratégia de expansão, destacando-se o início da construção da PCH Santa Fé, a optimização de activos existentes e a construção de PCH’s cujas licenças pertencem à Energias do Brasil.", de acordo com um comunicado emitido pelo grupo.

A EDB adianta no comunicado de convocação da AG, que pretende "realizar investimentos em novos negócios no sector eléctrico, prioritariamente em geração, de modo a contribuir para o alcance do objectivo estratégico divulgado quando da realização da oferta inicial de acções no ano de 2005 e consolidar a presença da companhia no sector eléctrico brasileiro, assim como para trazer maior equilíbrio ao ‘portfólio’ de negócios com vistas à geração de valor para os accionistas."


fonte: www.negocios.pt
 
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por sol » 23/3/2007 15:07

Programa de acção apresentado hoje
EDP aplica 10 milhões de euros na promoção da eficiência energética
A EDP apresentou hoje o seu programa de acção para a promoção da eficiência energética , que será desenvolvido ao longo deste ano e que inclui 12 projectos dirigidos aos seus clientes residenciais, comércio, serviços e indústria.

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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt



A EDP apresentou hoje o seu programa de acção para a promoção da eficiência energética , que será desenvolvido ao longo deste ano e que inclui 12 projectos dirigidos aos seus clientes residenciais, comércio, serviços e indústria.

Ao todo, serão aplicados 10 milhões de euros, dois milhões dos quais investidos directamente pela EDP e 8,1 milhões pelo PPEC (Plano de Promoção da Eficiência no Consumo) - promovido pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

"Este programa tem a ver com alterações de comportamentos, com a adopção da atitude certa para uma maior eficiência energética. Para haver um desenvolvimento sustentável, é preciso o envolvimento das pessoas, não pode ser só um ‘statement’. Implica escolher, saber fazer as escolhas, conciliar as diferentes perspectivas e encontrar um equilíbrio económico, social e ambiental", afirmou o presidente da eléctrica, António Mexia, em conferência de imprensa.

Do montante total disponível do PPEC, a EDP obteve 81% devido ao seu conjunto de ideias. "A nossa quota de mercado de ideias é ainda maior do que a nossa quota de mercado", disse Mexia, justificando os 8,1 milhões de euros recebidos naquele âmbito.

O presidente da eléctrica salientou o facto de as energias renováveis representarem mais de metade do investimento de 7,6 mil milhões de euros da empresa até 2010 e referiu a importância das energias novas (ondas, solar, biomassa), acrescentando que a EDP apresentará até ao final de Abril a sua estratégia para a energia solar.

"Portugal foi o país que, em média, mais cresceu na Europa em 2005 e 2006 no desenvolvimento da energia eólica. Estamos no Top 5 mundial da energia eólica", adiantou Mexia, sublinhando que o país reduziu 14% das emissões específicas em 2006, contra uma diminuição de 3% em Espanha.

Para apresentar o Programa Eco esteve Jorge Cruz Morais, membro do Conselho e responsável pela área comercial da EDP, revelando que o programa tem integradas iniciativas que visam mobilizar e ajudar os consumidores na adopção de comportamentos energeticamente mais eficientes.

Entre as novidades estará uma campanha de comunicação para sensibilizar as pessoas e acções por todo o país, com a disponibilização de conteúdos, nomeadamente através do "Energy Bus" – um camião que correrá o país durante dois anos, com demonstrações de divulgação da eficiência energética.

"Será também lançado em breve um ‘site’ completamente novo, específico sobre este tema", afirmou Jorge Cruz Morais, realçando que será igualmente prestada particular atenção às crianças, através de acções de formação e informação em mais de 600 escolas do 5º e 6º anos do ensino básico, o que corresponde a mais de 300 mil alunos. "Teremos também acções com universidades e projectos concretos de eficiência energética", disse.

"Quantos mais parceiros a EDP tiver para promover a eficiência energética, melhor", referiu o responsável pela área comercial, apontando a ADENE, Quercus, Universidade de Coimbra, Instituto Superior Técnico e Instituto do Ambiente como alguns desses parceiros. Com a Quercus, por exemplo, vai ser desenvolvido o Top 10 dos aparelhos mais eficientes por classe (automóveis, máquinas de lavar roupa, de lavar loiça, etc.) – e essa base de dados estará disponível na Internet a partir de 29 de Junho.

Ao nível dos clientes residenciais, a EDP vai promover várias acções, nomeadamente a distribuição de lâmpadas eficientes em troca de lâmpadas incandescentes usadas e o reembolso até um máximo de 34,6 euros aos consumidores que comprem um ecofrigorífico.

No segmento dos clientes empresariais, haverá uma campanha de iluminação eficiente, com a distribuição de 32 mil lâmpadas T5 (mais eficientes) e balastros electrónicos em hospitais, maternidades, etc. Este programa dirige-se ao sector do comércio e dos serviços e as empresas terão de se candidatar, salientou Jorge Cruz Morais, referindo também a iniciativa de controlo do factor de potência e seis seminários dirigidos a empresas para a promoção da eficiência energética e para a apresentação dos financiamentos disponíveis. "Vamos fazer eco destas ideias", afirmou, num jogo de palavras com o programa apresentado.

A EDP irá elaborar um barómetro de eficiência energética, com estudos de opinião e sondagens cujos resultados serão depois divulgados. No conjunto, o programa Eco vai ter um impacto muito significativo, com mais de 400 mil Mwh de energia poupada, o que equivale ao consumo médio anual de 150 mil famílias portuguesas, sublinhou ainda o mesmo responsável.

A apresentação do plano de eficiência energética da EDP culminou com uma actuação de Pedro Abrunhosa ao piano. O cantor associou-se à EDP na promoção do conceito da eficiência no consumo de energia e interpretou o tema "Ilumina-me", que faz parte de um novo trabalho, a ser lançado em finais de Maio. Será o 1º disco eco em Portugal, em parceria com a EDP. Abrunhosa disse que abraça este programa de eficiência energética com clareza, realçando a afinidade poética entre a cultura e a cultura empresarial. "Enquanto não há amanhã, ilumina-me", cantou Pedro Abrunhosa no Museu da Electricidade.

fonte:
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por sol » 23/3/2007 13:44

EDP sai do capital da Sonaecom este ano
A EDP vai vender os últimos 8% que tem no capital da Sonaecom durante 2007, disse Nuno Alves. O Chief Financial Officer (CFO) da eléctrica, numa entrevista à Reuters, diz que está optimista na realização de uma parceria com os argelinos da Sonatrach.

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Jornal de Negócios com Reuters


A EDP vai vender os últimos 8% que tem no capital da Sonaecom durante 2007, disse Nuno Alves. O Chief Financial Officer (CFO) da eléctrica, numa entrevista à Reuters, diz que está optimista na realização de uma parceria com os argelinos da Sonatrach.

Adiantou, numa entrevista no âmbito do Latin American Investment Summit, organizado pela Reuters, que a EDP teve "algumas propostas, não para o bloco todo mas para partes grandes do bloco, mas o preço não cativou".

Lembrou que o 'takeover' da Sonaecom sobre a Portugal Telecom terminou e a EDP vai analisar o melhor momento para vender e o que a Sonaecom vai fazer, adiantando: "se vai vender no mercado ou não vende no mercado, já veremos".

"Essa participação é para ser vendida durante 2007", afirmou Nuno Alves.

Optimista com Sonatrach

A empresa está optimista quanto a uma parceria com a 'oil & gas' Sonatrach, estando a ser equacionada a entrada da argelina no capital e em alguns activos da EDP, disse à Reuters a mesma fonte.


Adiantou, numa entrevista no âmbito do Latin American Investment Summit, organizado pela Reuters, que a EDP quer um fornecedor de gás que lhe propicie ser mais eficiente nas suas centrais de ciclo combinado a gás natural e a Sonatrach quer alguma diversificação do seu risco.

Lembrou que "os processos de parcerias, com acordos sociais são sempre demorados, o que não quer dizer que não estejam a correr bem" e, interrogado sobre se o acordo poderia ser alcançado ainda este ano, respondeu: "sim, seguramente".

"Continuamos optimistas e, até à data de haver alguma coisa, não vale a pena elaborar sobre o que é. A parceria (...) equaciona a participação da Sonatrach no capital da EDP e (...) em activos da EDP e poderá ainda ter outras vertentes", afirmou.

Mercado liberalizado a 75% a 1 de Julho

A EDP prevê, a partir de 1 de Julho próximo, pôr em mercado liberalizado 75% da sua produção eléctrica em Portugal, terminando os contratos de longo-prazo com a Redes Energéticas Nacionais (REN), disse Nuno Alves, Chief Financial Officer.

Adiantou, numa entrevista no âmbito do Latin American Investment Summit, organizado pela Reuters, que a EDP vai securitizar 850 milhões de euros (ME) de compensação pelo fim desses contratos (PPAs) em que a REN lhe compra toda a produção, valor que será usado para reduzir a dívida de 2007.

Estes contratos da EDP representam mais de 40% da procura de electricidade em Portugal e o seu fim é decisivo para lançar o Mercado Ibérico de Electricidade, permitindo a concorrência directa com as espanholas Endesa e Iberdrola.

"Estamos seguros que, da nossa parte e da do Governo, as condições estarão asseguradas para que em Junho possamos fazê-lo (terminar PPAs) e, a partir de 1 de Julho, o mercado funcionará. Incluindo Sines, três-quartos da Geração da EDP, que estava com PPAs, passa a ser vendida no mercado", disse Nuno Alves.


fonte: www.negocios.pt
 
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por sol » 14/3/2007 17:36

Ninguém tem dúvidas do sentimento do Mercado. Outra coisa é dizer-se que por esse facto o título sobe até x ou desce até Y. Vamos vendo por hoje Tiopatinhas aguentou-se, amanhã veremos, em bolsa não há dois dias iguais.

sol
 
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por Ulisses Pereira » 14/3/2007 13:58

tio, além disso, o Caldeirão continua a ser um excelente barómetro de sentimento do mercado. Se reparares, há um mês atrás, sempre que alguém falava em possíveis correcções, ou pelo menos punha algum travão à euforia já era apelidado de "Velho do Restelo". Sempre que uma acção descia, dizia-se que era manipulada.

Há coisas que não mudam nunca.

Um abraço,
Ulisses
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por petar » 14/3/2007 12:29

Os indicadores seguem a direcção do movimento (negativo) e encontra-se a negociar abaixo dum suporte importante.
Com um pouco de sorte, até aos 3,8€ (Mais coisa menos coisa) é um bufo.
De notar que com este Gap down, a LTA foi quebrada em baixa
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por tiopatinhas » 14/3/2007 9:35

Ulisses, o filme está como tu dizias que iria acontecer... :lol: (já o tinhas visto... :wink: )
Vamos então mais uma vez ver se ela se aguenta no suporte... e eu hoje estou nesta labuta :!: Vamos ver se não me queimo :lol: :wink:
Um abraço
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por sol » 12/3/2007 10:13

EDP desenvolve novo complexo de parques eólicos em Espanha
A EDP - Energias de Portugal, através da participada Neo Energía, está a desenvolver um novo complexo eólico com um total de cinco parques de vento na província de Leão, em Espanha.

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Tânia Ferreira
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A EDP - Energias de Portugal, através da participada Neo Energía, está a desenvolver um novo complexo eólico com um total de cinco parques de vento na província de Leão, em Espanha.

Este empreendimento, que terá uma potência instalada de 130 megawatts (MW), representa perto de 8% da actual capacidade eólica da Neo, que rondava os 1.700 MW no final de 2006 e que a eléctrica quer triplicar até 2010. O novo complexo será composto por cinco parques diferentes, representando um investimento de 130 milhões de euros.


fonte www.negocios.pt
 
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por maromatics » 11/3/2007 20:46

É interessante ver como este título tem um comportamento muito técnico.

Temos suportes a 4,01; 3,95 e 3,84, e resistências a 4,12, 4,17 e 4,28.

Enquanto continuar neste intervalo entre 4,01 e 4,08, está lateral.

Se partir a barreira dos 4, provavelmente só para perto dos 3,80.
 
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por Brah » 9/3/2007 16:15

Sim, concordo que por hoje não descerá abaixo do suporte, mas vamos ver se nos próximos dias se aguentará... :?

não creio que subirá muito acima destes valores enquanto a tendência bull não se impuser novamente, quando assim acontecer será uma boa altura para entrar 8-) 8-)

por agora estou de fora a ver como isto corre :wink:

abraço
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...

por MAV8 » 9/3/2007 15:42

...
Parece que se vai aguentar acima dos 4,00/4,02 , já entrei a 4,03 e é para manter pois parece que o suporte é dos fortes e está perto o suficiente para minimizar possíveis perdas.

Bons negócios.
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por sol » 9/3/2007 9:45

“Não nos opomos à Galp e EDP em Espanha”
Ministro espanhol da indústria diz que o seu governo não colocará entraves.

Ana Maria Gonçalves e Catarina Beato
no Diário Económico de hoje

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por sol » 8/3/2007 20:57

Não sendo especialista, de gestão, nem TOC, nem analista financeiro, mas fiquei pelo que li no post que coloquei acima com a sensação que os resultados, poderão vir a ser considerados razoáveis, pelos especialistas, e pelo próprio Mercado, amanhã se verá.

Ao longo do dia de hoje, cheguei a temer, por piores resultados, mas acontecceu o contrário, a veu ver boas prespectivas.

Em termos técnicos, o Ulisses, já disse tudo, vamos ver como se comporta o título, o mesmo é dizer os investidores, qual vai ser a intrepetação do Mercado.

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por sol » 8/3/2007 20:47

NOVA3-Lucro EDP 2006 em 941 ME vs 869,5 ME média Poll


08/03/2007


(Acrescenta com citações do CEO da EDP, António Mexia)

Por Sérgio Gonçalves

LISBOA, 8 Mar (Reuters) - O lucro da EDP-Energias de Portugal caiu 12 pct para 941 milhões de euros (ME) em 2006, acima das estimativas dos analistas e os melhores resultados operacionais e recorrentes de sempre.

Esta descida de 12 pct do lucro é justificada pelo facto de, em 2005, a EDP ter registado mais-valias de 492 ME -- incluíndo a venda dos 14,3 pct da Galp -- contra apenas cinco ME de mais-valias em 2006.

Mas, retirando este efeito das mais-valias, o resultado recorrente subiu 17 pct, explicou António Mexia.

Uma Poll de 15 analistas previa que o lucro da empresa se tivesse fixado em 869,5 ME.

A EDP anunciou que o EBITDA - Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortisation - subiu 12,6 pct para 2.305 ME contra a média estimada pelos analistas de 2.325,5 ME.

Os proveitos operacionais aumentaram sete pct para 10.349,8 ME, valor que compara com os 10.135,7 ME de média prevista por seis analistas.

"Globalmente estes são os melhores resultados operacionais e recorrentes de sempre, (...) o resultado líquido recorrente (excluíndo efeito de mais-valias de 2005 e 2006) cresceu 17 pct", disse António Mexia, em conferência de imprensa.

Adiantou que "o crescimento de 13 pct do EBITDA face a 2005 é um aspecto importante pois consagra uma diferença, pela positiva, quanto ao Plano de Negócios, incluíndo 47 ME custos one-off, no final de Dezembro, custos de reestruturacão".

Acrescentou que a generalidade das áreas teve um crescimento sustentado com o EBITDA da NEO de energias renováveis a subir 124 pct para 147 ME, o da Distribuição a aumentar 25 pct para 572 ME, o sector do gás a subir 17 pct para 145 ME, enquanto o das unidades brasileiras aumentou cinco pct para 434 ME e a Produção e Comercialização a subir dois pct para 1.071 ME.

Explicou que o EBITDA beneficiou "de uma melhoria da performance operacional em todas as áreas", destacando-se o forte crescimento das eólicas, a diminuição dos custos operacionais e a forte recuperação das actividades em mercado liberalizado.

Lembrou que o crescimento de 64 pct da capacidade eólica -- mais 438 MW orgânicos e mais 178 MW em aquisições -- na Ibéria em 2006, permitindo alcançar 1.568 MW brutos, "contribuindo para um crescimento de 105 pct da margem bruta desta área ou mais 103 ME".

Lembrou que o arranque do terceiro grupo da TER, de 400 MW, e a revisão da estratégia comercial permitiu aumentar em 26 pct a margem bruta da produção e comercialização, realçando a melhoria da margem bruta da distribuição em 78 ME bem como o reconhecimento do défice tarifário em Portugal de 125 ME.

Os custos operacionais subiram apenas dois pct para 1.853 ME, tendo os Fornecimentos e Serviços Externos descido 9,2 pct para 741,4 ME, enquanto os custos com pessoal aumentaram 7,2 pct para 585,1 ME. Em 2006, o número de colaboradores diminuiu 742 para 13.575.

EDP TEM TEMPO CONVERSAÇÕES SONATRACH

António Mexia referiu que a EDP não está pressionada nas negociações com Sonatrach, acerca de uma eventual parceria, uma vez que tem o "gás necessário até ao final de 2008, início de 2009".

"Não temos nenhuma urgência (...) temos o tempo necessário, continuamos a trabalhar de acordo com o calendário (previsto)", disse António Mexia, sem adiantar quando poderá haver um desfecho destas conversações.

O CEO lembrou que a estratégia da EDP, "na área do gás, é identificar parcerias" de tal forma que assegurem "maior flexibilidade e competitividade à operação da empresa", nomeadamente quanto ao fornecimento das centrais de ciclo combinado a gás natural.

GERAÇÃO FUNDOS CONFORTÁVEL PARA SUSTENTAR INVESTIMENTOS

António Mexia referiu que "a empresa gera

fonte www.bpionline.pt
 
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