SAG
afinal este ano ela vai aos 2.30 ou nao???!!!!
Analistas consideram resultados da SAG positivos apesar da queda
A SAG divulgou ontem uma queda de 28% dos resultados líquidos relativos a 2006 para os 24,1 milhões de euros, enquanto o volume de negócios cresceu 7%. Apesar da descida do lucros, os analistas do BPI e do Caixa BI consideram positiva a melhoria ao nível operacional.
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Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
A SAG divulgou ontem uma queda de 28% dos resultados líquidos relativos a 2006 para os 24,1 milhões de euros, enquanto o volume de negócios cresceu 7%. Apesar da descida do lucros, os analistas do BPI e do Caixa BI consideram positiva a melhoria ao nível operacional.
No exercício do ano passado, os resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações – EBITDA – aumentaram 22% para os 52,23 milhões de euros. Verificou-se ainda uma subida de 7% ao nível do volume de negócios que ascendeu a 734 milhões de euros. Um crescimento que, segundo a empresa, beneficiou do contributo da Unidas (mais 47,1%).
Para Susana Neto, do Caixa BI, "o crescimento da actividade no Brasil, bem como o reforço da quota de mercado das marcas representadas pela SIVA, são dados positivos".
O BPI salienta que a performance operacional da SAG foi melhor do que o esperado, principalmente devido a áreas como a Unidas que registou um crescimento do volume de negócios de 37% para os 63 milhões de euros. Os analistas destacam o desempenho positivo do EBITDA que bateu as suas estimativas.
O banco de investimento mostra-se também surpreendido pela proposta de dividendo no valor de 0,085 euros, que corresponde a um "dividend yield" de 4,6%.
Os analistas referem ainda que o grupo tem superado o mercado nacional de venda de veículos ligeiros de passageiros, reforçando a sua posição de liderança com uma quota que passou de 12,8% para 13,7%.
O BPI e a Caixa BI reiteram as suas recomendações em "acumular". O primeiro tem um preço-alvo de 2,05 euros e o segundo de 1,82 euros.
As acções da SAG [Cot] valorizam 0,55% para os 1,83 euros.
A SAG divulgou ontem uma queda de 28% dos resultados líquidos relativos a 2006 para os 24,1 milhões de euros, enquanto o volume de negócios cresceu 7%. Apesar da descida do lucros, os analistas do BPI e do Caixa BI consideram positiva a melhoria ao nível operacional.
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Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
A SAG divulgou ontem uma queda de 28% dos resultados líquidos relativos a 2006 para os 24,1 milhões de euros, enquanto o volume de negócios cresceu 7%. Apesar da descida do lucros, os analistas do BPI e do Caixa BI consideram positiva a melhoria ao nível operacional.
No exercício do ano passado, os resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações – EBITDA – aumentaram 22% para os 52,23 milhões de euros. Verificou-se ainda uma subida de 7% ao nível do volume de negócios que ascendeu a 734 milhões de euros. Um crescimento que, segundo a empresa, beneficiou do contributo da Unidas (mais 47,1%).
Para Susana Neto, do Caixa BI, "o crescimento da actividade no Brasil, bem como o reforço da quota de mercado das marcas representadas pela SIVA, são dados positivos".
O BPI salienta que a performance operacional da SAG foi melhor do que o esperado, principalmente devido a áreas como a Unidas que registou um crescimento do volume de negócios de 37% para os 63 milhões de euros. Os analistas destacam o desempenho positivo do EBITDA que bateu as suas estimativas.
O banco de investimento mostra-se também surpreendido pela proposta de dividendo no valor de 0,085 euros, que corresponde a um "dividend yield" de 4,6%.
Os analistas referem ainda que o grupo tem superado o mercado nacional de venda de veículos ligeiros de passageiros, reforçando a sua posição de liderança com uma quota que passou de 12,8% para 13,7%.
O BPI e a Caixa BI reiteram as suas recomendações em "acumular". O primeiro tem um preço-alvo de 2,05 euros e o segundo de 1,82 euros.
As acções da SAG [Cot] valorizam 0,55% para os 1,83 euros.
" os homens mentiriam muito menos, se as mulheres fizessem menos perguntas "
Bons negócios
EA
Bons negócios
EA
Eu estive este tempo todo a tentar reentrar a 1.81 e a 1.75 depois de ter vendido tudo a 1.88/1.89
Nas quedas não mas deram. Agora fico à espera.
Este ano foi para arrumar a casa, e mesmo assim não esperava resultados tão baixos. Não se esqueçam que até no Interbanco tiveram que retirar de lá o pesoal do BCP e meter os do Santander. Tudo isso custa massa.
Tenho mais confiança em 2007
é para recomprar durante o verão, quando andarem todos distraídos.
Nas quedas não mas deram. Agora fico à espera.
Este ano foi para arrumar a casa, e mesmo assim não esperava resultados tão baixos. Não se esqueçam que até no Interbanco tiveram que retirar de lá o pesoal do BCP e meter os do Santander. Tudo isso custa massa.
Tenho mais confiança em 2007
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cumprimentos,
SMALL,
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bem quer me pareçer que os resultados foram muito maus e que o dividendo a distribuir os tal 5,9 centimos comparativamente com anos passados ou com outras empresas bem mais aliciantes e com dividendos mais atractivos nao sei se valerá a pena continuar a apostar na SAG. esperemos por anos melhores.. bons negocios a quem está dentro.
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- Localização: Quinta do Conde
In J.Negócios
0,059€ brutos de dividendo, menos que o ano passado, mas igualmente simpático face ao valor da cotação
* * *
SAG propõe dividendo de 8,5 cêntimos por acção
A SAG – Soluções Automóveis Globais vai propor aos accionistas o pagamento de 0,085 euros por acção em dividendos referentes ao exercício de 2006.
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A SAG – Soluções Automóveis Globais vai propor aos accionistas o pagamento de 0,085 euros por acção em dividendos referentes ao exercício de 2006.
De acordo com o comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), "perante os resultados registados vai ser proposta uma distribuição de dividendos de 0,085 euros por acção o que corresponde a um ‘pay out’ de 60%".
O "dividend yield", ou rendibilidade dos dividendos, corresponde a 4,2%, considerando o preço de fecho das acções na sessão de ontem (1,87 euros).
A este valor deve-se retirar 2,6 cêntimos de dividendo antecipado que já foi liquidado. "Esta proposta engloba um valor de 0,026 euros por acção de dividendo antecipado já liquidado, na sequência da deliberação da assembleia geral de 3 de Novembro de 2006", de acordo com o comunicado.
Descontando o valor do dividendo já antecipado, os accionistas da SAG deverão receber 5,9 cêntimos.
A SAG anunciou a 6 de Novembro o pagamento de um dividendo intercalar de 2,6 cêntimos referente ao exercício de 2006.
No ano passado a SAG pagou um dividendo de 13,4 cêntimos referente ao exercício de 2005.
0,059€ brutos de dividendo, menos que o ano passado, mas igualmente simpático face ao valor da cotação
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SAG propõe dividendo de 8,5 cêntimos por acção
A SAG – Soluções Automóveis Globais vai propor aos accionistas o pagamento de 0,085 euros por acção em dividendos referentes ao exercício de 2006.
Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A SAG – Soluções Automóveis Globais vai propor aos accionistas o pagamento de 0,085 euros por acção em dividendos referentes ao exercício de 2006.
De acordo com o comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), "perante os resultados registados vai ser proposta uma distribuição de dividendos de 0,085 euros por acção o que corresponde a um ‘pay out’ de 60%".
O "dividend yield", ou rendibilidade dos dividendos, corresponde a 4,2%, considerando o preço de fecho das acções na sessão de ontem (1,87 euros).
A este valor deve-se retirar 2,6 cêntimos de dividendo antecipado que já foi liquidado. "Esta proposta engloba um valor de 0,026 euros por acção de dividendo antecipado já liquidado, na sequência da deliberação da assembleia geral de 3 de Novembro de 2006", de acordo com o comunicado.
Descontando o valor do dividendo já antecipado, os accionistas da SAG deverão receber 5,9 cêntimos.
A SAG anunciou a 6 de Novembro o pagamento de um dividendo intercalar de 2,6 cêntimos referente ao exercício de 2006.
No ano passado a SAG pagou um dividendo de 13,4 cêntimos referente ao exercício de 2005.
<b>Margem Sul</b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
in negocios.pt
"
O resultado líquido da SAG caiu em 28% para os 24,1 milhões de euros em 2006, num período em que os resultados financeiros registaram uma queda de mais de 300%. As receitas da empresa cresceram 7%, anunciou hoje a empresa.
Em comunicado hoje emitido ao mercado, a SAG GEST – Soluções Automóvel Globais SGPS anunciou a obtenção de um volume de negócios de 734 milhões de euros em 2006, o que representa um crescimento de 7% face a 2005. A companhia justifica a evolução com "um aumento da actividade registado na generalidade das empresas do grupo".
Num mercado de venda de automóveis ligeiros, que diminuiu 5,1% em Portugal durante 2006, a participada SIVA melhorou a sua quota para 11,1%, apesar de ter vendido menos veículos (recuou de 29.406 para 28.885 automóveis comercializados) garantiu a SAG.
Os resultados líquidos recuaram 28%, para 24,1 milhões de euros, enquanto o EBITDA, ou resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações, aumentaram 22%, para 52,23 milhões de euros.
Um crescimento, segundo o comunicado da empresa, que "beneficiou de um contributo significativo da Unidas (mais 47,1%) face ao ano anterior". Para o conjunto das áreas de negócio em Portugal, o EBITDA "teve uma evolução positiva em cerca de 6%", acrescenta a mesma comunicação.
O comércio automóvel contribuiu com 54% do resultado consolidado do grupo (foi de 56% em 2005) e os serviços reforçaram de 44% para 46% em 2006.
A participada brasileira Unidas obteve um "sólido crescimento em 2006", quer na gestão de frotas, na área de "rent-a-car", franquias e venda de "seminovos", tendo o volume de negócios da mesma empresa avançado 37%, para 63 milhões de euros e o EBITDA da mesma empresa atingido os 25 milhões de euros (mais 47,1%).
O capital da companhia, recordou a SAG numa apresentação aos analistas também hoje divulgada, foi aumentado em 100 milhões de reais (cerca de 37,5 milhões de euros) durante o ano de 2006.
O grupo consolidou um EBIT, ou resultados operacionais, de 48,16 milhões de euros, mais 74,6%.
Já os resultados financeiros agravaram-se de 4,78 milhões de euros negativos para 23,44 milhões de euros, o que significa um recuo de 389,9%. No Brasil os resultados financeiros pioraram 37%, para 17,74 milhões de euros negativos, enquanto em Portugal o mesmo indicador agravou-se 13,9%, para 17,41 milhões de euros negativos.
A administração da empresa recorda que desde Janeiro de 2006 as demonstrações financeiras da Multirent, da SAG International Finance Company e da Altair Finance "deixaram de ser incluídas nas demonstrações financeiras da SAG através do método de consolidação integral", tendo por isso os valores referentes a 2005 sido ajustados, "de forma a permitir comparações equivalentes entre períodos homólogos".
A SAG salienta que registou contudo uma redução de 20,9%, equivalente a 85 milhões de euros, no endividamento líquido, para 322,3 milhões de euros.
Para o corrente exercício, avançou a "holding" aos analistas, as perspectivas são: reforço da quota de mercado da SIVA; "crescimentos elevados" para a participada brasileira Unidas; reforço da "posição competitiva" da Multirent e da SC Iber-rent; desenvolvimento do negócio da Manheim Portugal; consolidação do Interbanco como "’Player’ de referência no mercado financeiro ao consumo"; integração das operações da SLV e da Unileilões; e reforço da política de controlo de custos de estrutura.
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O resultado líquido da SAG caiu em 28% para os 24,1 milhões de euros em 2006, num período em que os resultados financeiros registaram uma queda de mais de 300%. As receitas da empresa cresceram 7%, anunciou hoje a empresa.
Em comunicado hoje emitido ao mercado, a SAG GEST – Soluções Automóvel Globais SGPS anunciou a obtenção de um volume de negócios de 734 milhões de euros em 2006, o que representa um crescimento de 7% face a 2005. A companhia justifica a evolução com "um aumento da actividade registado na generalidade das empresas do grupo".
Num mercado de venda de automóveis ligeiros, que diminuiu 5,1% em Portugal durante 2006, a participada SIVA melhorou a sua quota para 11,1%, apesar de ter vendido menos veículos (recuou de 29.406 para 28.885 automóveis comercializados) garantiu a SAG.
Os resultados líquidos recuaram 28%, para 24,1 milhões de euros, enquanto o EBITDA, ou resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações, aumentaram 22%, para 52,23 milhões de euros.
Um crescimento, segundo o comunicado da empresa, que "beneficiou de um contributo significativo da Unidas (mais 47,1%) face ao ano anterior". Para o conjunto das áreas de negócio em Portugal, o EBITDA "teve uma evolução positiva em cerca de 6%", acrescenta a mesma comunicação.
O comércio automóvel contribuiu com 54% do resultado consolidado do grupo (foi de 56% em 2005) e os serviços reforçaram de 44% para 46% em 2006.
A participada brasileira Unidas obteve um "sólido crescimento em 2006", quer na gestão de frotas, na área de "rent-a-car", franquias e venda de "seminovos", tendo o volume de negócios da mesma empresa avançado 37%, para 63 milhões de euros e o EBITDA da mesma empresa atingido os 25 milhões de euros (mais 47,1%).
O capital da companhia, recordou a SAG numa apresentação aos analistas também hoje divulgada, foi aumentado em 100 milhões de reais (cerca de 37,5 milhões de euros) durante o ano de 2006.
O grupo consolidou um EBIT, ou resultados operacionais, de 48,16 milhões de euros, mais 74,6%.
Já os resultados financeiros agravaram-se de 4,78 milhões de euros negativos para 23,44 milhões de euros, o que significa um recuo de 389,9%. No Brasil os resultados financeiros pioraram 37%, para 17,74 milhões de euros negativos, enquanto em Portugal o mesmo indicador agravou-se 13,9%, para 17,41 milhões de euros negativos.
A administração da empresa recorda que desde Janeiro de 2006 as demonstrações financeiras da Multirent, da SAG International Finance Company e da Altair Finance "deixaram de ser incluídas nas demonstrações financeiras da SAG através do método de consolidação integral", tendo por isso os valores referentes a 2005 sido ajustados, "de forma a permitir comparações equivalentes entre períodos homólogos".
A SAG salienta que registou contudo uma redução de 20,9%, equivalente a 85 milhões de euros, no endividamento líquido, para 322,3 milhões de euros.
Para o corrente exercício, avançou a "holding" aos analistas, as perspectivas são: reforço da quota de mercado da SIVA; "crescimentos elevados" para a participada brasileira Unidas; reforço da "posição competitiva" da Multirent e da SC Iber-rent; desenvolvimento do negócio da Manheim Portugal; consolidação do Interbanco como "’Player’ de referência no mercado financeiro ao consumo"; integração das operações da SLV e da Unileilões; e reforço da política de controlo de custos de estrutura.
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Seja lá quando for a apresentação, creio que é interessante colocar os olhos neste boneco.... se ultrapassar os 1,90 e se isso for feito com algum volume não me parece haver resistências até aos 2,32 mas isso só o tempo o dirá.
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<b>Margem Sul</b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
sim, de facto no JNegócios.. tem dia 14/3..
mas na homepage da SAG, continuam a dizer "até 15/3"... pronto, vou acreditar que saem amanhã, mas acho que o dia vai ser tão mauzinho que ninguém vai querer saber dos resultados...
eu estou mais interessado em saber que dividendo vão propor, a não ser que façam como os "artistas" da GALP e não digam nada sobre isso.
mas na homepage da SAG, continuam a dizer "até 15/3"... pronto, vou acreditar que saem amanhã, mas acho que o dia vai ser tão mauzinho que ninguém vai querer saber dos resultados...
eu estou mais interessado em saber que dividendo vão propor, a não ser que façam como os "artistas" da GALP e não digam nada sobre isso.
Volume de negócios do grupo Volkswagen sobe 11,6%
EMPRESAS Publicado 9 Março 2007 12:44
Volume de negócios do grupo Volkswagen sobe 11,6%
As vendas do grupo Volkswagen atingiram em 2006 um total de 104,8 mil milhões de euros, mais 11,6% do que os cerca de 94 mil milhões de euros facturados em 2005, anunciou hoje o grupo alemão, que em volume teve um crescimento de 9,4%, para 5,7 milhões de unidades comercializadas.
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Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt
As vendas do grupo Volkswagen atingiram em 2006 um total de 104,8 mil milhões de euros, mais 11,6% do que os cerca de 94 mil milhões de euros facturados em 2005, anunciou hoje o grupo alemão, que em volume teve um crescimento de 9,4%, para 5,7 milhões de unidades comercializadas.
O grupo obteve no ano passado um aumento de 10% das vendas de ligeiros de passageiros da Volkswagen, para 3,39 milhões de unidades. A mesma taxa de crescimento foi verificada nos comerciais Volkswagen, com 441.700 veículos vendidos.
A Audi foi a segunda marca mais vendida do grupo, com um aumento de 9,2%, para as 905 mil unidades, seguida pela Skoda, que cresceu 11,7%, para quase 550 mil veículos, e pela Seat, com um aumento mais ligeiro, de 1,9%, para 430 mil automóveis comercializados.
O comunicado dos resultados do grupo alemão aponta ainda uma subida de 51,7% do lucro operacional excluindo factores extraordinários. Nesta rubrica a Volkswagen registou 4,4 mil milhões de euros. O resultado líquido mais do que duplicou, para 2,75 mil milhões de euros.
Para este ano as perspectivas da Volkswagen são positivas. "A companhia teve um bom arranque este ano. Levaremos o grupo a um novo patamar, mais elevado", afirmou o presidente executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, citado pela agência Bloomberg.
Para conseguir aumentar as vendas e o lucro este ano o grupo de Wolfsburg conta com uma redução dos custos de produção e com a captação de mais clientes com o lançamento de novos modelos e versões, nomeadamente nas linhas Skoda Fabia e Audi A5.
Até Fevereiro, segundo afirmou Winterkorn, as vendas da Volkswagen já subiram 8,3%, para 862 mil veículos.
Volume de negócios do grupo Volkswagen sobe 11,6%
As vendas do grupo Volkswagen atingiram em 2006 um total de 104,8 mil milhões de euros, mais 11,6% do que os cerca de 94 mil milhões de euros facturados em 2005, anunciou hoje o grupo alemão, que em volume teve um crescimento de 9,4%, para 5,7 milhões de unidades comercializadas.
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Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt
As vendas do grupo Volkswagen atingiram em 2006 um total de 104,8 mil milhões de euros, mais 11,6% do que os cerca de 94 mil milhões de euros facturados em 2005, anunciou hoje o grupo alemão, que em volume teve um crescimento de 9,4%, para 5,7 milhões de unidades comercializadas.
O grupo obteve no ano passado um aumento de 10% das vendas de ligeiros de passageiros da Volkswagen, para 3,39 milhões de unidades. A mesma taxa de crescimento foi verificada nos comerciais Volkswagen, com 441.700 veículos vendidos.
A Audi foi a segunda marca mais vendida do grupo, com um aumento de 9,2%, para as 905 mil unidades, seguida pela Skoda, que cresceu 11,7%, para quase 550 mil veículos, e pela Seat, com um aumento mais ligeiro, de 1,9%, para 430 mil automóveis comercializados.
O comunicado dos resultados do grupo alemão aponta ainda uma subida de 51,7% do lucro operacional excluindo factores extraordinários. Nesta rubrica a Volkswagen registou 4,4 mil milhões de euros. O resultado líquido mais do que duplicou, para 2,75 mil milhões de euros.
Para este ano as perspectivas da Volkswagen são positivas. "A companhia teve um bom arranque este ano. Levaremos o grupo a um novo patamar, mais elevado", afirmou o presidente executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, citado pela agência Bloomberg.
Para conseguir aumentar as vendas e o lucro este ano o grupo de Wolfsburg conta com uma redução dos custos de produção e com a captação de mais clientes com o lançamento de novos modelos e versões, nomeadamente nas linhas Skoda Fabia e Audi A5.
Até Fevereiro, segundo afirmou Winterkorn, as vendas da Volkswagen já subiram 8,3%, para 862 mil veículos.
" os homens mentiriam muito menos, se as mulheres fizessem menos perguntas "
Bons negócios
EA
Bons negócios
EA
Re: ??
dragom Escreveu:Segundo a informação no site da SAG o resultado líquido no 3º trimestre foi 10% superior ao do 3º trimestre 2005. Foi 13,2 M contra 11 M.
no fim do 3º trimestre dos ultimos anos os valores foram :
2004 - 11,4M
2005 - 11,9M
2006 - 13,2M
significa isto que em 2006 a SAG teve o melhor resultado acumulado no fim do 3º. trimestre
agora vejamos os resultados finais dos mesmos anos :
2003 - 20,1M
2004 - 24,9M
2005 - 33,4M
Estimo para 2006 um resultado final à volta dos 36,2M o que representará uma subida de 8,3% em relação ao ano anterior.
Garfield Escreveu:há que relembrar que o no ultimo trimestre ocorrem muitas aquisições de viaturas ao nivel empresarial o que dá sempre um "boom" final para fechar as contas.
não tem a ver com isso, as vendas até costumam ser maiores nos primeiros 6 meses... 55% contra 45%
essa diferença deve ter a ver com outras questões, como fechos de contratos, e outros negócios cuja facturação se faz apenas no final do ano... mas para ter a certeza seria necessário uma análise mais profunda dos resultados, de qualquer forma se não estou em erro, na SAG as proporções entre lucros costuma variar sempre da mesma forma em termos trimestrais..
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