Greenspan corrige...
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Greenspan nunca disse que a recessão era provável mas sim que era possível, mas a forma como a notícia foi evoluindo de hora para a hora transformou as declarações de greenspan a tal ponto que o obrigou a vir a clarificar a situação. Mas, na verdade, ele não corrigiu nada do que tinha dito.
Quem conta um ponto...
Um abraço,
Ulisses
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Ulisses
tipatinhas:
tb acho que a parte da tarde irá trazer maiores subidas ou a consolidação das actuais.
por ex. eu acho que a JMT só ainda não subiu mais pq os investidores ainda estão um pco receosos...
penso que a JMT pode fechar a ganhar cerca de 5% e não 3% como está...vamos aguardar pela abertura dos mercados norte-americanos
tb acho que a parte da tarde irá trazer maiores subidas ou a consolidação das actuais.
por ex. eu acho que a JMT só ainda não subiu mais pq os investidores ainda estão um pco receosos...
penso que a JMT pode fechar a ganhar cerca de 5% e não 3% como está...vamos aguardar pela abertura dos mercados norte-americanos
Green but not span
Greenspan corrige...
Greenspan corrige e diz que recessão nos EUA “é possível, mas não provável”O ex-presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) corrigiu hoje o sentido das controversas declarações que havia proferido esta semana, precisando que considera possível, mas não provável, que os EUA entrem em recessão já este ano.
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Eva Gaspar
egaspar@mediafin.pt
Alan Greenspan, ex-presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) corrigiu hoje o sentido das controversas declarações que havia proferido esta semana, precisando que considera possível, mas não provável, que os Estados Unidos entrem em recessão já este ano.
De acordo com a agência Bloomberg, que teve acesso a transcrições da intervenção que Greenspan fez esta manhã por vídeo-conferência num Fórum que está a decorrer em Tóquio, o antigo responsável máximo pela política monetária norte-americana não chega a contradizer-se, mas as suas palavras têm claramente o intuito de por agua na fervura.
"No fim do ano, existe a possibilidade, mas não a probabilidade, de os Estados Unidos entrarem em recessão", terá dito esta manhã.
Há três dias, Greenspan fez soar as campainhas de alarme depois de ter afirmado que "após tanto tempo sem recessão, há invariavelmente uma série de factores que se voltam a ‘reunir’ e que podem provocar uma nova recessão. Isso está a começar a acontecer. É possível termos uma recessão no final de 2007".
A economia norte-americana voltou a acelerar na recta final do ano passado, mas a progressão (em ritmo anualizado) de 2,2% observada no quarto trimestre ficou ligeiramente abaixo do antecipado pelos analistas, e consideravelmente aquém dos 3,5% previstos pelo Governo, o que fez com que, no conjunto de 2006, a maior economia mundial tenha crescido 3,3% - menos uma décima do que no ano anterior.
Os dados ontem divulgados – e que pressupõem um crescimento trimestral de apenas 0,5% contra os 0,9% observados na Zona Euro durante o mesmo período - confirmam o abrandamento dos EUA, que, segundo todas as projecções internacionais, se deverá prolongar em 2007.
As últimas previsões do FMI apontam para uma taxa de crescimento de 2,9%, mas as da Comissão Europeia, actualizadas há duas semanas, são ainda mais pessimistas: 2,5%, contra 2,4% na Zona Euro e 2,7% no conjunto da União Europeia. Por outras palavras, a Europa poderá estar prestes a renovar este ano a "proeza" de crescer mais do que os Estados Unidos - algo que, desde 1971, só aconteceu nove vezes.
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Eva Gaspar
egaspar@mediafin.pt
Alan Greenspan, ex-presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) corrigiu hoje o sentido das controversas declarações que havia proferido esta semana, precisando que considera possível, mas não provável, que os Estados Unidos entrem em recessão já este ano.
De acordo com a agência Bloomberg, que teve acesso a transcrições da intervenção que Greenspan fez esta manhã por vídeo-conferência num Fórum que está a decorrer em Tóquio, o antigo responsável máximo pela política monetária norte-americana não chega a contradizer-se, mas as suas palavras têm claramente o intuito de por agua na fervura.
"No fim do ano, existe a possibilidade, mas não a probabilidade, de os Estados Unidos entrarem em recessão", terá dito esta manhã.
Há três dias, Greenspan fez soar as campainhas de alarme depois de ter afirmado que "após tanto tempo sem recessão, há invariavelmente uma série de factores que se voltam a ‘reunir’ e que podem provocar uma nova recessão. Isso está a começar a acontecer. É possível termos uma recessão no final de 2007".
A economia norte-americana voltou a acelerar na recta final do ano passado, mas a progressão (em ritmo anualizado) de 2,2% observada no quarto trimestre ficou ligeiramente abaixo do antecipado pelos analistas, e consideravelmente aquém dos 3,5% previstos pelo Governo, o que fez com que, no conjunto de 2006, a maior economia mundial tenha crescido 3,3% - menos uma décima do que no ano anterior.
Os dados ontem divulgados – e que pressupõem um crescimento trimestral de apenas 0,5% contra os 0,9% observados na Zona Euro durante o mesmo período - confirmam o abrandamento dos EUA, que, segundo todas as projecções internacionais, se deverá prolongar em 2007.
As últimas previsões do FMI apontam para uma taxa de crescimento de 2,9%, mas as da Comissão Europeia, actualizadas há duas semanas, são ainda mais pessimistas: 2,5%, contra 2,4% na Zona Euro e 2,7% no conjunto da União Europeia. Por outras palavras, a Europa poderá estar prestes a renovar este ano a "proeza" de crescer mais do que os Estados Unidos - algo que, desde 1971, só aconteceu nove vezes.
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