Israel: corredor aéreo sobre Iraque para atacar Irão
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E não deve faltar muito:
Era chato ficarem lá como "collateral damage"...
Moscow begins to withdraw experts from Iran’s Bushehr nuclear power plan
March 15, 2007, 1:02 PM
Russia’s nuclear power agency reported that some of the specialists who went to Iran to build the plant are leaving and subcontractors are also withholding equipment.
Era chato ficarem lá como "collateral damage"...
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
Niccolò Machiavelli
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eu tenho sérias dúvidas que um ataque ao Irão seja a melhor opção
ainda assim, este post é bastante interessante pq dá um resumo simples de toda a situação que é bastante complexa
ainda assim, este post é bastante interessante pq dá um resumo simples de toda a situação que é bastante complexa
Já lá vão quase 5 anos desde que a AIEA deu a conhecer a existência do até aí secreto programa nuclear do Irão.
Dado o seu carácter secreto e o tipo de regime instalado em Teerão, pouca gente duvida que se trata de um programa destinado a dotar o regime dos aiatolas de armas nucleares. E toda a gente sabe o perigo que isso envolve, considerando o profundo envolvimento dos aiatolas na dinâmica do terrorismo internacional.
Por boas razões, a comunidade internacional entendeu que uma teocracia fundamentalista como o Irão não deve ter acesso a armas nucleares.
As consequências seriam devastadoras, sendo impossível evitar uma corrida às armas nucleares, tornando altamente provável o seu uso, quer por erros humanos ou técnicos, quer pela instabilidade ou fundamentalismo de muitos líderes e países da região.
Até agora, tudo falhou. Negociações, ameaças, concessões, sanções, etc., não conseguiram fazer com que o regime dos aiatolas cedesse um milímetro na prossecução do seu objectivo, porque os seus dirigentes estão convencidos que têm uma missão divina e estão determinados a prossegui-la.
“Graças aos mártires, uma nova Revolução Islâmica está a crescer. A era da opressão, da tirania e da injustiça chegou ao fim. O mundo inteiro será brevemente submergido pela vaga da Revolução Islâmica” (Amadinejah)
É uma visão religiosa e por isso não cederá à barganha e à negociação com os “infiéis”.
As “negociações” são, por isso, inúteis. As sanções, sejam quais forem, também não deterão a “onda islâmica”, e o regime iraniano, livre de constrangimentos para com o eventual sofrimento da própria população, tem “cash” mais do que suficiente para aguentar as anedóticas sanções que a Rússia se mostra disposta a deixar passar.
A partir daqui só há 3 possibilidades:
1- Mudança de regime.
Seria a opção ideal, e poderia levar a um voluntário encerramento do programa nuclear, como aconteceu com a Africa do Sul, Ucrânia, etc. Contudo os especialistas entendem que é uma possibilidade muito remota, dado o férreo controlo que os aiatolas exercem sobre a sociedade.
2. Aceitar que o Irão se dote de armas nucleares.
É o que irá acontecer, se se mantiver a incapacidade para a acção. Muita gente acha que daí não vem mal ao mundo, e que os iranianos têm o “direito” de ter armas nucleares, como outros têm. É um raciocínio perigoso.
Poderia ser feito por quem vivesse na lua, mas não por quem vive neste planeta. As armas nucleares na posse de países “racionais”, não ameaçam de forma tão mortífera o nosso modo de vida. Como cantava Sting, “the russians love their children too”.
Mas a cultura do martírio não vacila perante esse tipo de valores. Todos os dias as televisões nos dão conta de atentados terroristas que visam especificamente crianças e o modo orgulhoso e fanático como os islamistas se ufanam de sacrificar os seus filhos e filhas na jihad, usando-as mesmo como escudo humano, explorando cinicamente os nossos valores.
As armas nucleares do Irão serão usadas. Ou pelos próprios ou pelos seus proxys. Na semana passada soube-se até que o Irão procura ganhar posições na estrutura da Al-Qaeda.
Israel será inevitavelmente atacado, para assegurar a destruição dos judeus.
Retaliará certamente, mas a equação já foi linearmente descrita por Rafsanjani:
“ Uma bomba atómica será suficiente para destruir o “regime sionista”, mas uma resposta sionista apenas causará danos ao mundo islâmico, que sobreviverá”
Para além disso, se o programa não for parado já, a proliferação é inevitável. Vários países “sunitas” informaram a AIEA de que vão também iniciar programas nucleares para “fins pacíficos”.
3. Atacar o programa nuclear iraniano .
Esta modalidade permitiria ganhar tempo, dando espaço a uma futura mudança de regime.
Os americanos têm capacidade para levarem a cabo um tal ataque, embora Amadinejah acredite, para além de toda a lógica, que o Irão é capaz de fazer frente.
Tal como aconteceu com a Alemanha Nacional-Socialista e o Japão, este tipo de “cálculos” baseados na fé, costuma acabar aos pés da realidade, mas antes que isso aconteça, muita gente tem de morrer. Os aiatolas acreditam que estão do lado de Deus e contabilizam nas suas fileiras com o mais de um bilião de muçulmanos.
Atacar já o programa nuclear dos aiatolas, iria limitar bastante as suas contas.
Seria uma massiva campanha de bombardeamento aéreo, que destruiria mais de 90% das estruturas nucleares iranianas. A partir daí bastaria bombardear de vez em quando, quando fosse detectada alguma movimentação suspeita.
Um tal ataque iria inevitavelmente inflamar o antiamericanismo, mas tal sentimento não precisa de grandes pretextos para se inflamar. Qualquer coisa basta, na verdade a simples existência dos EUA.
O Irão retaliaria como pode, disso também não há que duvidar, mas esse preço que haveria que pagar, é bem menor que o que decorre de um Irão com armas nucleares. E de resto, até os aiatolas, podem ser “convencidos” de que os EUA têm meios para tornar infinitamente mais dolorosa a sua resposta.
A opção tem de ser feita a breve prazo.
Lidador
http://o-lidador.blogspot.com/
Bullish on War
by Michael Nystrom
February 15, 2007
So much for the idea that Democratic victory in November's mid-term elections would put an end the war. One look at the five year chart of the Amex Defense Industry Index (shown above) should make that perfectly clear. As you can see, the index has been in a steady uptrend since the start of the war in March 2003, has over tripled in value, and is now surging - presumably with our troop levels in Iraq - to a new all time high.
The index is composed of fourteen stocks, listed below:
Armor Holdings (AH)
Alliant Technology Systems (ATK)
Boeing (BA)
Rockwell Collins (COL)
DRS Technologies (DRS)
EDO Corp (EDO)
Flir Systems (FLIR)
General Dynamics (GD)
Goodrich Corp (GR)
L-3 Communications (LLL)
Lockheed Martin (LMT)
Northrop Grummon (NOC)
Ratheon (RTN)
United Industrial (UIC)
All of these companies are in the business of making the stuff that wars are fought with - weapons, armor, planes, guns, bombs, ammunition, and/or electronics and communications systems. And all (of course) share one well-known and very well-to-do customer in common: The United States Government.
Unlike the Dow, which is limping along to phony new highs on the strength of only a few of its component members (one of them being Boeing) and terrible breadth, the advance in the DFI is a healthy one from a technical standpoint. Twelve of the fourteen stocks are at or very near five-year highs. This is not a market that is being driven by liquidity, or simply adjusting itself to the realities of inflation. This is a market driven by fundamentals. Bullish ones. And it is not just American companies that are cashing in on the action. Just yesterday India announced that it would be buying 40 of a 166 new fighter jets in total, from Russia.
The Democratic paper tigers in the US Congress who were swept to victory on voter dissatisfaction with current war policy may talk tough about ending the war. But at the end of the day, a non-binding resolution is just that: Non binding. After all, the Democrats are also part of the established banking, business and government triumvirate that knows all too well that war is great for business, and great for expanding the powers of government.
The markets are speaking: the world is heading for more war. Adjust your life strategies accordingly. For a deeper understanding of the business of war, I urge you to watch the BBC documentary Why We Fight.
Bullish on War, Part II
by Michael Nystrom
February 23, 2007
Today's New York Times (Friday, Feb 23 2007) has an article that sheds more light on last week's Bullish on War piece. Before I go any further, let me say that I have ambivalent feelings towards the New York Times. On the one hand, I recognize its place as a filtered mouthpiece for establishment propaganda (remember Judith Miller). And I know that not all the "News that's fit to print" makes it into the Times (e.g. scant news about the 911 truth movement, except to ridicule it as a conspiracy). On the other hand, the paper is filled with news that you're hard pressed to find anywhere else. As a result, one has to learn to read between the lines, try to tease out the facts and come to one's own conclusions. In other words, the same rules apply when reading the Times as when reading anything, on the internet or elsewhere. Use your best judgment. Most of the real propaganda appears on the front page anyway. Deeper within the folds, the news seems to be a little less managed.
This particular article from page Page A10 is titled, Arab States, Wary of Iran, Add to Their Arsenals but Still Lean on the U.S. , disucsses the massive weapons shopping spree that Arab states across the Persian Gulf are engaged in. In the print version, there is a picture of a standard tradeshow showroom, only the products on display are huge bombs, taller and certainly heavier than either the sharp looking, business-suited bomb salesman or the potential bomb-buying customer dressed in a traditional white Arab dishdashah. The bombs appear to be special showroom models, with cutaway views that reveal thousands of gumball to golf ball sized pieces of shrapnel. The bombs are designed so that as they explode, the shrapnel balls are hurled out in all directions with the intent of killing as many people and creating as much destruction as possible.
The article states that while the mostly small and vulnerable Persian Gulf monarchies and sheikdoms, such as Kuwait, Qatar and the UAE have traditionally relied on the US military for their protection, they are now realizing that this protection might not be around forever. After all, the US military is being stretched pretty thin. Furthermore, as a result of the increasing tensions in the region - the US has two aircraft carrier battleship groups glowering at Iran - they're thinking it wouldn't be a bad idea to have their own weapons anyway. Just in case. Therefore, these nations are going on a public weapons shopping spree at the semi-annual Idex military trade fair, which is held in Abu Dhabi, UAE and sponsored in part by you, the American taxpayer (and also Time's person of the year, don't forget) via the US Government/Department of Defense.
This is the region's largest arms market, featuring close to 900 weapons makers from around the world, 37,000 military and business visitors, plus 650 journalists and media personnel from over 150 publications. That's a lot, because a lot of money is going to be spent, according to the article:
The Persian Gulf has been a lucrative market for arms. Saudi Arabia, Kuwait and Oman spend up to 10 percent of their gross domestic product on the military, amounting to nearly $21 billion, $4 billion and $2.7 billion, respectively, estimates John Kenkel, senior director of Jane's Strategic Advisory Services.
If they follow through on the deals announced recently, it is estimated that countries like the United Arab Emirates, Kuwait, Oman and Saudi Arabia will spend up to $60 billion this year. The biggest buyer in 2006, according to the defense industry journal Defense News, was Saudi Arabia, which has agreed to buy 72 Eurofighter Typhoon combat jets for $11 billion. It also has a $400 million deal to upgrade 12 Apache AH-64A helicopters to the Longbow standard. The kingdom also reportedly plans to acquire cruise missiles, attack helicopters and tanks, all for a total of $50 billion.
It is not just the US government, but the entire world that is stocking up on weapons. Even pacifistic Japan recently upgraded its Defense Agency to a full Ministry position, something that was downplayed in the press as a matter of little consequence. But history teaches us that these types developments do have consequences. Momentum is not easily reversed, and arms buildups inevitably lead to war.
As the old pros say, there is always a bull market somewhere. For the foreseeable future, the world remains bullish on war.
February 25, 2007, 6:52 PM
Pentagon denies reports US is planning to go to war with Iran
February 24, 2007, 9:00 AM
Israel denies negotiating for US permission to fly over Iraq for an attack on Iran’s nuclear facilities
Ao terceiro desmentido a coisa pode ser dada como certa.
É bíblico.
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
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Israel: corredor aéreo sobre Iraque para atacar Irão
Israel quer corredor aéreo sobre Iraque para atacar Irão
Abel Coelho de Morais
O Governo israelita solicitou ao Pentágono a concessão de um corredor aéreo sobre o Iraque para os seus aviões atacarem instalações nucleares no Irão. A notícia foi ontem veiculada pelo diário britânico Daily Telegraph, mas desmentida horas depois pelo ministro adjunto da Defesa de Israel, Moshe Sneh.
Num texto do correspondente do jornal em Telavive, este cita uma fonte altamente colocada nas forças armadas israelitas que lhe revelou decorrerem negociações com os EUA para a criação de um corredor aéreo que permita o trânsito sobre o Iraque, caso o Governo de Ehud Olmert decida uma acção unilateral contra o Irão. O jornal refere a criação de uma comissão estratégica especial, presidida por Olmert, para acompanhar esta questão, tendo o chefe do estado-maior da força aérea, por outro lado, assumido a responsabilidade directa de um "comando Irão" para responder a qualquer eventualidade relacionada com o nuclear de Teerão. Também o responsável dos serviços secretos, Meir Dagan, prestes a reformar-se, permanece à frente da Mossad até finais de 2008, significativamente o momento em que, segundo as informações da espionagem israelita, o Irão pode produzir uma arma nuclear.
Em resposta, o ministro adjunto da Defesa israelita considerou ser esta uma notícia "forjada por aqueles que não querem assumir a responsabilidade pela inacção política, diplomática e económica" no caso. "Esse pedido não foi feito. Que isto fique claro", garantiu Sneh.
A notícia do diário britânico surge após declarações do vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, sexta-feira, na Austrália, em que voltou a mencionar a possibilidade de uma acção militar contra o Irão.
http://dn.sapo.pt/2007/02/25/internacio ... e_ira.html
Abel Coelho de Morais
O Governo israelita solicitou ao Pentágono a concessão de um corredor aéreo sobre o Iraque para os seus aviões atacarem instalações nucleares no Irão. A notícia foi ontem veiculada pelo diário britânico Daily Telegraph, mas desmentida horas depois pelo ministro adjunto da Defesa de Israel, Moshe Sneh.
Num texto do correspondente do jornal em Telavive, este cita uma fonte altamente colocada nas forças armadas israelitas que lhe revelou decorrerem negociações com os EUA para a criação de um corredor aéreo que permita o trânsito sobre o Iraque, caso o Governo de Ehud Olmert decida uma acção unilateral contra o Irão. O jornal refere a criação de uma comissão estratégica especial, presidida por Olmert, para acompanhar esta questão, tendo o chefe do estado-maior da força aérea, por outro lado, assumido a responsabilidade directa de um "comando Irão" para responder a qualquer eventualidade relacionada com o nuclear de Teerão. Também o responsável dos serviços secretos, Meir Dagan, prestes a reformar-se, permanece à frente da Mossad até finais de 2008, significativamente o momento em que, segundo as informações da espionagem israelita, o Irão pode produzir uma arma nuclear.
Em resposta, o ministro adjunto da Defesa israelita considerou ser esta uma notícia "forjada por aqueles que não querem assumir a responsabilidade pela inacção política, diplomática e económica" no caso. "Esse pedido não foi feito. Que isto fique claro", garantiu Sneh.
A notícia do diário britânico surge após declarações do vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, sexta-feira, na Austrália, em que voltou a mencionar a possibilidade de uma acção militar contra o Irão.
http://dn.sapo.pt/2007/02/25/internacio ... e_ira.html
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