Mota-Engil - 5,95€ - C&H
LISBOA, 9 Mar (Reuters) - O lucro líquido da Mota-Engil
, em 2006, ter-se-à situado entre 31 e 33 milhões de
euros contra 30,4 ME em 2005, de acordo com as estimativas de
três analistas.
Lembram, no entanto, que estes resultados não são
directamente comparáveis com os de 2005, uma vez que a empresa
em 2006 passou a consolidar a Martifer a 50 pct.
Adiantam que, em 2006, as receitas terão oscilado entre
1.287 e 1.380 ME, o EBITDA ter-se-á situado entre 143 e 144 ME e
esperam um dividendo por acção de 0,11 euros.
Em 2005, a Mota-Engil apresentou lucros de 30,4 ME, receitas
de 1.381 ME e um EBITDA de 153 ME. A Mota-Engil vai apresentar
os seus resultados a 12 de Março antes da abertura do mercado.
"Espero resultados neutros, em linha com os números
reportados nos trimestres anteriores", disse António Seladas,
analista do Millennium bcp investimento.
Os analistas estimam uma melhoria da divisão de engenharia
suportada no forte crescimento da Martifer, enquanto o negócio
de construção deverá continuar pressionado, sobretudo em
Portugal, onde a quebra da actividade atinge os seis pct de
acordo com as associações do sector.
"Acho que os números vão sair em linha com os que foram
apresentados nos nove meses. O segmento de engenharia deverá ser
a área que mais cresce, enquanto a construção vai continuar
pressionada pela fraca actividade em Portugal", apontou Bruno
Silva, analista do BPI.
Segue tabela com estimativas dos analistas:
Lucro Receitas EBITDA
UBS 31 1.277 143
BPI 32 1.321 144
Millennium bcp 33 1.380 143
((---Patrícia Vicente Rua, Lisboa Editorial 351 21 3509207,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging:
patricia.rua.reuters.com@reuters.net))
, em 2006, ter-se-à situado entre 31 e 33 milhões de
euros contra 30,4 ME em 2005, de acordo com as estimativas de
três analistas.
Lembram, no entanto, que estes resultados não são
directamente comparáveis com os de 2005, uma vez que a empresa
em 2006 passou a consolidar a Martifer a 50 pct.
Adiantam que, em 2006, as receitas terão oscilado entre
1.287 e 1.380 ME, o EBITDA ter-se-á situado entre 143 e 144 ME e
esperam um dividendo por acção de 0,11 euros.
Em 2005, a Mota-Engil apresentou lucros de 30,4 ME, receitas
de 1.381 ME e um EBITDA de 153 ME. A Mota-Engil vai apresentar
os seus resultados a 12 de Março antes da abertura do mercado.
"Espero resultados neutros, em linha com os números
reportados nos trimestres anteriores", disse António Seladas,
analista do Millennium bcp investimento.
Os analistas estimam uma melhoria da divisão de engenharia
suportada no forte crescimento da Martifer, enquanto o negócio
de construção deverá continuar pressionado, sobretudo em
Portugal, onde a quebra da actividade atinge os seis pct de
acordo com as associações do sector.
"Acho que os números vão sair em linha com os que foram
apresentados nos nove meses. O segmento de engenharia deverá ser
a área que mais cresce, enquanto a construção vai continuar
pressionada pela fraca actividade em Portugal", apontou Bruno
Silva, analista do BPI.
Segue tabela com estimativas dos analistas:
Lucro Receitas EBITDA
UBS 31 1.277 143
BPI 32 1.321 144
Millennium bcp 33 1.380 143
((---Patrícia Vicente Rua, Lisboa Editorial 351 21 3509207,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging:
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Re: OPA da Martifer
Onde posso ver esta noticia?oráculo de belinho Escreveu:A opa da martifer começou hoje. Vi a notícia no bpionline.BN
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OPA da Martifer
A opa da martifer começou hoje. Vi a notícia no bpionline mas já não
Espero que da parte da tarde a coisa ainda venha a animar mais um pouco. Deve 1º ajustar a 6 eur e depois se os mercados continuarem no verde lá poderá atacar esses máximos ou a sua resistência nos 6,10 pelo menos.
BN
Espero que da parte da tarde a coisa ainda venha a animar mais um pouco. Deve 1º ajustar a 6 eur e depois se os mercados continuarem no verde lá poderá atacar esses máximos ou a sua resistência nos 6,10 pelo menos.
BN
The only way is up unless otherwise
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Mais tarde ou mais cedo, testará os 6.30. Por esse motivo tenho-me aguentado com elas durante este selloff. Hoje o dia ja foi de subidas, portanto mais um diazito ou dois para respirar melhor e o povo entra em força nas cotações em saldo. A Mota Engil entre elas 
O que custa é o primeiro milhão....
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nem com target novo
A UBS aumentou target para 6,60 (ainda sem contar com parte das energias renováveis) e nem assim post da cup resuscitou.
Tentei entrar para deixar a notícia em 1ª mão e entrei a 5,74. Achei que é bem possível um reteste aos 5,30 de uma abertura recente. Bem sei que estamos ainda sob o efeito de um sell-off de 2 dias na europa mas o suporte dos 5,80 estava já ali e não resisti.
Alguém pode actualizar o gráfico
Tentei entrar para deixar a notícia em 1ª mão e entrei a 5,74. Achei que é bem possível um reteste aos 5,30 de uma abertura recente. Bem sei que estamos ainda sob o efeito de um sell-off de 2 dias na europa mas o suporte dos 5,80 estava já ali e não resisti.
Alguém pode actualizar o gráfico
The only way is up unless otherwise
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MERCADOS Publicado 23 Fevereiro 2007 11:41
"Research" BPI
Parceria com a Maersk permite internacionalização da Mota-Engil
O BPI considera "potencialmente positivo" para a Mota-Engil uma eventual parceria com a Maersk para a gestão dos portos, uma vez que dessa forma a empresa liderada por António Mota poderia expandir-se a nível internacional.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O BPI considera "potencialmente positivo" para a Mota-Engil uma eventual parceria com a Maersk para a gestão dos portos, uma vez que dessa forma a empresa liderada por António Mota poderia expandir-se a nível internacional.
A Mota-Engil e a empresa dinamarquesa estão a desenvolver contactos no sentido de virem a estabelecer uma parceria para operarem conjuntamente em portos nacionais e estrangeiros.
Do ponto de vista estratégico, esta possível parceria com a Maersk, o principal armador a nível mundial e um dos líderes em termos de movimentações de cargas de contentores, "é potencialmente positiva" para a empresa nacional, defendem os analistas do BPI.
O banco de investimento recorda que com a OPA lançada sobre a Tertir a Mota-Engil passou a controlar a gestão de dois terminais em Lisboa (Alcântara e Santa Apolónia) e de outros dois em Setúbal.
"Para a Mota-Engil esta parceria poderá ser positiva para produzir sinergias e permitir à empresa expandir o seu negócio a nível internacional", conclui o banco de investimento.
O BPI manteve a sua recomendação de "acumular", bem como o preço-alvo de 5,75 euros. Na negociação de hoje, os títulos da Mota-Engil [Cot] seguem estáveis nos 6,08 euros
"Research" BPI
Parceria com a Maersk permite internacionalização da Mota-Engil
O BPI considera "potencialmente positivo" para a Mota-Engil uma eventual parceria com a Maersk para a gestão dos portos, uma vez que dessa forma a empresa liderada por António Mota poderia expandir-se a nível internacional.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O BPI considera "potencialmente positivo" para a Mota-Engil uma eventual parceria com a Maersk para a gestão dos portos, uma vez que dessa forma a empresa liderada por António Mota poderia expandir-se a nível internacional.
A Mota-Engil e a empresa dinamarquesa estão a desenvolver contactos no sentido de virem a estabelecer uma parceria para operarem conjuntamente em portos nacionais e estrangeiros.
Do ponto de vista estratégico, esta possível parceria com a Maersk, o principal armador a nível mundial e um dos líderes em termos de movimentações de cargas de contentores, "é potencialmente positiva" para a empresa nacional, defendem os analistas do BPI.
O banco de investimento recorda que com a OPA lançada sobre a Tertir a Mota-Engil passou a controlar a gestão de dois terminais em Lisboa (Alcântara e Santa Apolónia) e de outros dois em Setúbal.
"Para a Mota-Engil esta parceria poderá ser positiva para produzir sinergias e permitir à empresa expandir o seu negócio a nível internacional", conclui o banco de investimento.
O BPI manteve a sua recomendação de "acumular", bem como o preço-alvo de 5,75 euros. Na negociação de hoje, os títulos da Mota-Engil [Cot] seguem estáveis nos 6,08 euros
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MERCADOS Publicado 23 Fevereiro 2007 11:41
"Research" BPI
Parceria com a Maersk permite internacionalização da Mota-Engil
O BPI considera "potencialmente positivo" para a Mota-Engil uma eventual parceria com a Maersk para a gestão dos portos, uma vez que dessa forma a empresa liderada por António Mota poderia expandir-se a nível internacional.
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Paulo Moutinho
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O BPI considera "potencialmente positivo" para a Mota-Engil uma eventual parceria com a Maersk para a gestão dos portos, uma vez que dessa forma a empresa liderada por António Mota poderia expandir-se a nível internacional.
A Mota-Engil e a empresa dinamarquesa estão a desenvolver contactos no sentido de virem a estabelecer uma parceria para operarem conjuntamente em portos nacionais e estrangeiros.
Do ponto de vista estratégico, esta possível parceria com a Maersk, o principal armador a nível mundial e um dos líderes em termos de movimentações de cargas de contentores, "é potencialmente positiva" para a empresa nacional, defendem os analistas do BPI.
O banco de investimento recorda que com a OPA lançada sobre a Tertir a Mota-Engil passou a controlar a gestão de dois terminais em Lisboa (Alcântara e Santa Apolónia) e de outros dois em Setúbal.
"Para a Mota-Engil esta parceria poderá ser positiva para produzir sinergias e permitir à empresa expandir o seu negócio a nível internacional", conclui o banco de investimento.
O BPI manteve a sua recomendação de "acumular", bem como o preço-alvo de 5,75 euros. Na negociação de hoje, os títulos da Mota-Engil [Cot] seguem estáveis nos 6,08 euros
"Research" BPI
Parceria com a Maersk permite internacionalização da Mota-Engil
O BPI considera "potencialmente positivo" para a Mota-Engil uma eventual parceria com a Maersk para a gestão dos portos, uma vez que dessa forma a empresa liderada por António Mota poderia expandir-se a nível internacional.
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Paulo Moutinho
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O BPI considera "potencialmente positivo" para a Mota-Engil uma eventual parceria com a Maersk para a gestão dos portos, uma vez que dessa forma a empresa liderada por António Mota poderia expandir-se a nível internacional.
A Mota-Engil e a empresa dinamarquesa estão a desenvolver contactos no sentido de virem a estabelecer uma parceria para operarem conjuntamente em portos nacionais e estrangeiros.
Do ponto de vista estratégico, esta possível parceria com a Maersk, o principal armador a nível mundial e um dos líderes em termos de movimentações de cargas de contentores, "é potencialmente positiva" para a empresa nacional, defendem os analistas do BPI.
O banco de investimento recorda que com a OPA lançada sobre a Tertir a Mota-Engil passou a controlar a gestão de dois terminais em Lisboa (Alcântara e Santa Apolónia) e de outros dois em Setúbal.
"Para a Mota-Engil esta parceria poderá ser positiva para produzir sinergias e permitir à empresa expandir o seu negócio a nível internacional", conclui o banco de investimento.
O BPI manteve a sua recomendação de "acumular", bem como o preço-alvo de 5,75 euros. Na negociação de hoje, os títulos da Mota-Engil [Cot] seguem estáveis nos 6,08 euros
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AgeOfDawn Escreveu:Não sei se irá ou não consolidar acima dos 6, e se for, talvez faça umas visitas > 6.10.
A julgar por hoje, tanto uma como outra se verificaram...
Será que esses PTs novos vao demorar muito?? Acho que uma unica boa notica tipo novo target da UBS, é o suficiente para ela disparar... pelo menos até aos 6.30, onde ja tocou antes.
O que custa é o primeiro milhão....
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So posso citar o outro dizendo "dranquilidade" :-)
Esta correçãozita recente, no meu ponto de vista, foi apenas uma excelente oportunidade de reforçar a bom preço. Foi o que fiz.
De resto acabou a semana em alta, deixando-me na expectativa em relação ao que se irá passar na próxima semana. Não sei se irá ou não consolidar acima dos 6, e se for, talvez faça umas visitas > 6.10.
Esta correçãozita recente, no meu ponto de vista, foi apenas uma excelente oportunidade de reforçar a bom preço. Foi o que fiz.
De resto acabou a semana em alta, deixando-me na expectativa em relação ao que se irá passar na próxima semana. Não sei se irá ou não consolidar acima dos 6, e se for, talvez faça umas visitas > 6.10.
O que custa é o primeiro milhão....
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- Registado: 24/10/2006 13:08
- Localização: Porto
bem
digamos td o q sobe tb desce!
a subida ultima ,foi causada por algo sem sentido(não foram os resultados da martifer, mas uma OPA), agora corrige...não ha por enquanto sinal de queda prolongada uma simples corecção os 5.85/80 são de observar...até la normal
a subida ultima ,foi causada por algo sem sentido(não foram os resultados da martifer, mas uma OPA), agora corrige...não ha por enquanto sinal de queda prolongada uma simples corecção os 5.85/80 são de observar...até la normal
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- Localização: viseu
AgeOfDawn Escreveu:Resultados da Martifer subiram 119%
Alexandra Noronha
anoronha@mediafin.pt
Os resultados da Martifer subiram 119% em 2006, registando 13,9 milhões de euros, face aos 4,7 milhões de euros registados em 2005, numa subida que acompanhou o aumento das vendas para 250,4 milhões de euros, enquanto em 2005 tinham sido de 148,4 milhões de euros.
O EBITDA cresceu de 15,6 milhões para 28,7 milhões de euros. O segmento que mais conta para as vendas continua a ser o ‘core-business’ da construção, com 80,4% das vendas mas a energia já está em crescimento. O principal mercado da empresa é o português.
Não são estes resultados positivos para a Mota-Engil?
3º dia em queda, que esperar para os próximos dias?
Os fundos em Janeiro compraram e em Fevereiro estão a vende-las todas?
___
Resultados da Martifer subiram 119%
Alexandra Noronha
anoronha@mediafin.pt
Os resultados da Martifer subiram 119% em 2006, registando 13,9 milhões de euros, face aos 4,7 milhões de euros registados em 2005, numa subida que acompanhou o aumento das vendas para 250,4 milhões de euros, enquanto em 2005 tinham sido de 148,4 milhões de euros.
O EBITDA cresceu de 15,6 milhões para 28,7 milhões de euros. O segmento que mais conta para as vendas continua a ser o ‘core-business’ da construção, com 80,4% das vendas mas a energia já está em crescimento. O principal mercado da empresa é o português.
Alexandra Noronha
anoronha@mediafin.pt
Os resultados da Martifer subiram 119% em 2006, registando 13,9 milhões de euros, face aos 4,7 milhões de euros registados em 2005, numa subida que acompanhou o aumento das vendas para 250,4 milhões de euros, enquanto em 2005 tinham sido de 148,4 milhões de euros.
O EBITDA cresceu de 15,6 milhões para 28,7 milhões de euros. O segmento que mais conta para as vendas continua a ser o ‘core-business’ da construção, com 80,4% das vendas mas a energia já está em crescimento. O principal mercado da empresa é o português.
O que custa é o primeiro milhão....
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Energia 2007-02-12 17:04
Lucro da Martifer mais do que duplicou no ano passado
O lucro da Martifer subiu 130,9 por cento no ano passado, face a 2005, para 12,9 milhões de euros, anunciou hoje o presidente do conselho de administração da empresa, Carlos Martins.
Pedro Latoeiro com Lusa
O EBITDA (resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) cresceu 60,4 por cento, para 28,6 por cento, enquanto as vendas subiram 41,2 por cento, para 250,4 milhões de euros.
A margem de EBITDA subiu 0,6 pontos percentuais, para 11,1 por cento.
Carlos Martins, que falava numa conferência de imprensa para apresentação da oferta pública de aquisição (OPA) lançada sobre a alemã Repower Systems, afirmou que as vendas da Martifer têm crescido a uma taxa média anual de 33 por cento, desde 1999.
No mesmo período, a taxa média anual de crescimento do EBITDA atingiu os 28 por cento.
O sector da construção, onde a Martifer é líder ibérico nas estruturas metálicas, continua a ser a principal área de actividade da empresa, representando, em 2006, 80,4 por cento do volume de vendas.
Os sistemas de energia, outra área de negócios, são responsáveis por 16,4 por cento das vendas, enquanto o sector de retalho e armazenagem representa 2,7 por cento.
Os biocombustíveis representam, apenas, por enquanto, 0,5 por cento das vendas, e a geração de electricidade ainda não tem expressão no volume de vendas do grupo.
Portugal é o maior mercado da Martifer, sendo responsável por 72,8 por cento das vendas, enquanto
Lucro da Martifer mais do que duplicou no ano passado
O lucro da Martifer subiu 130,9 por cento no ano passado, face a 2005, para 12,9 milhões de euros, anunciou hoje o presidente do conselho de administração da empresa, Carlos Martins.
Pedro Latoeiro com Lusa
O EBITDA (resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) cresceu 60,4 por cento, para 28,6 por cento, enquanto as vendas subiram 41,2 por cento, para 250,4 milhões de euros.
A margem de EBITDA subiu 0,6 pontos percentuais, para 11,1 por cento.
Carlos Martins, que falava numa conferência de imprensa para apresentação da oferta pública de aquisição (OPA) lançada sobre a alemã Repower Systems, afirmou que as vendas da Martifer têm crescido a uma taxa média anual de 33 por cento, desde 1999.
No mesmo período, a taxa média anual de crescimento do EBITDA atingiu os 28 por cento.
O sector da construção, onde a Martifer é líder ibérico nas estruturas metálicas, continua a ser a principal área de actividade da empresa, representando, em 2006, 80,4 por cento do volume de vendas.
Os sistemas de energia, outra área de negócios, são responsáveis por 16,4 por cento das vendas, enquanto o sector de retalho e armazenagem representa 2,7 por cento.
Os biocombustíveis representam, apenas, por enquanto, 0,5 por cento das vendas, e a geração de electricidade ainda não tem expressão no volume de vendas do grupo.
Portugal é o maior mercado da Martifer, sendo responsável por 72,8 por cento das vendas, enquanto
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
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- Localização: Belém-Lisboa
... é so pena ter deixado de gagnhar 6 % ... mas foi a minha escolha ! e devo respeitar-la
... se o BCP a avaliar em 5,10 é porque ela vale 7 ! Basta olhar para os varios PT que deu até hoje ! (GALP, ALTRI, etc ...)
Quem nao arrisca .... nao arrisca !
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- Localização: França
O Millennium bcp investimento aumentou o preço-avo da Mota-Engil de 4,80 para 5,10 euros, de modo a reflectir a oferta pública de aquisição que a sua participada Martifer lançou sobre a REPower. A recomendação continua a ser de "vender".
"A nossa visão sobre este acordo é claramente positiva, uma vez que não haverá esforço financeiro por parte da Martifer, pelo facto de manter a sua presença o consórcio que participou no concurso para a Fase B da produção eólica", refere o analista António Seladas, numa nota de "research".
A mesma fonte salienta que a revisão em alta deve-se sobretudo à "possibilidade que a Martifer tem de vender a sua participação a 126 euros por acção nos próximos 3 anos, fazendo um encaixe de cerca de 260 milhões de euros".
A Mota-Engil [Cot], através da Martifer, em conjunto com a Suzlon Energy lançaram na sexta-feira uma oferta pública de aquisição sobre a alemã REpower Systems por 126 euros por acção, um prémio de 12% face à cotação de fecho das acções da empresa na sessão anterior. A oferta totaliza 760 milhões de euros e incide sobre 74,6% do capital.
Na sequência desta notícia, o Millennium alterou a avaliação da Martifer, detida em 50% pela Mota-Engil de 301 para 419 milhões de euros.
Para a avaliação da construtora liderada por António Mota, a Martifer passa assim a representar 210 milhões de euros, o que representa um aumento de 30 cêntimos por acção. O banco de investimento salienta que por cada 10 euros que o o preço da OPA for revisto em alta, representa mais 5 cêntimos na avaliação da Mota-Engil.
No total, o Millennium avalia a Mota-Engil em 1,002 mil milhões de euros, ou 5,10 euros por acção, um valor que representa um potencial de desvalorização de cerca de 10% e justifica a recomendação de "vender".
O Santander também diz que a OPA à REPower é uma boa notícia para a Mota-Engil, "pois a empresa não vai despender nenhum capital e sua posição na REPower vale mais que os 10,5 euros por acção oferecidos pela Areva". A avaliação da REPower em 126 euros por acção, acrescenta mais 2% ao valor da Mota-Engil
O Santander reiterou a recomendação de comprar para a Mota-engil, com um preço-alvo de 5,60 euros por acção.
As acções da Mota-Engil seguem inalteradas nos 6,09 euros, depois de na sexta-feira terem negociado em máximos históricos.
"A nossa visão sobre este acordo é claramente positiva, uma vez que não haverá esforço financeiro por parte da Martifer, pelo facto de manter a sua presença o consórcio que participou no concurso para a Fase B da produção eólica", refere o analista António Seladas, numa nota de "research".
A mesma fonte salienta que a revisão em alta deve-se sobretudo à "possibilidade que a Martifer tem de vender a sua participação a 126 euros por acção nos próximos 3 anos, fazendo um encaixe de cerca de 260 milhões de euros".
A Mota-Engil [Cot], através da Martifer, em conjunto com a Suzlon Energy lançaram na sexta-feira uma oferta pública de aquisição sobre a alemã REpower Systems por 126 euros por acção, um prémio de 12% face à cotação de fecho das acções da empresa na sessão anterior. A oferta totaliza 760 milhões de euros e incide sobre 74,6% do capital.
Na sequência desta notícia, o Millennium alterou a avaliação da Martifer, detida em 50% pela Mota-Engil de 301 para 419 milhões de euros.
Para a avaliação da construtora liderada por António Mota, a Martifer passa assim a representar 210 milhões de euros, o que representa um aumento de 30 cêntimos por acção. O banco de investimento salienta que por cada 10 euros que o o preço da OPA for revisto em alta, representa mais 5 cêntimos na avaliação da Mota-Engil.
No total, o Millennium avalia a Mota-Engil em 1,002 mil milhões de euros, ou 5,10 euros por acção, um valor que representa um potencial de desvalorização de cerca de 10% e justifica a recomendação de "vender".
O Santander também diz que a OPA à REPower é uma boa notícia para a Mota-Engil, "pois a empresa não vai despender nenhum capital e sua posição na REPower vale mais que os 10,5 euros por acção oferecidos pela Areva". A avaliação da REPower em 126 euros por acção, acrescenta mais 2% ao valor da Mota-Engil
O Santander reiterou a recomendação de comprar para a Mota-engil, com um preço-alvo de 5,60 euros por acção.
As acções da Mota-Engil seguem inalteradas nos 6,09 euros, depois de na sexta-feira terem negociado em máximos históricos.
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De hoje, só encontrei esta noticia no site do correio da manhã mas nõa me parece que te referias a esta:
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp? ... idCanal=11
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp? ... idCanal=11
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nada na manga, tudo na mão.
nada na manga, tudo na mão.
Aqui ficam 2 gráficos, um de curto prazo e outro de longo prazo.
Aspectos importantes:
- Lta de longo prazo, muito consistente, estando actualmente nos 4,90€.
- Topo do canal ascendente sem grande viabilidade, pois precisa de mais toques.
- Reacção positiva ao toque na M.M. 20 dias.
- Quebra em alta das bollinger bands.
- O titulo passou de uma fase de acumulação para uma fase de distribuição, que considero normal depois do dia de ontem, onde houve muita gente a fazer day trade.
- Acção em máximos
Acredito que para a semana, surjam muitas novidades na Mota-Engil, nomeadamente a revisão de price target´s a incorporar a OPA à Repower.
P.S. - Detenho Mota Engil.
Aspectos importantes:
- Lta de longo prazo, muito consistente, estando actualmente nos 4,90€.
- Topo do canal ascendente sem grande viabilidade, pois precisa de mais toques.
- Reacção positiva ao toque na M.M. 20 dias.
- Quebra em alta das bollinger bands.
- O titulo passou de uma fase de acumulação para uma fase de distribuição, que considero normal depois do dia de ontem, onde houve muita gente a fazer day trade.
- Acção em máximos
Acredito que para a semana, surjam muitas novidades na Mota-Engil, nomeadamente a revisão de price target´s a incorporar a OPA à Repower.
P.S. - Detenho Mota Engil.
- Anexos
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Saudações Alentejanas